Depressão: Relato Erótico

Depressão: Relato Erótico

 
*******************relato em primeira pessoa******************
Essa história aconteceu no verão passado, quando eu ainda tinha 18 anos. Era 15 de janeiro, ou seja, o dia em que minha mãe e eu íamos para a casa que temos no litoral. Meu nome é Nicolás e sou da capital. Moro com minha mãe, Sonia, uma comerciante de 44 anos. Ela era muito apaixonada pelo meu pai, que era 3 anos mais velho que ela e na época era advogado. E digo "era" porque infelizmente um derrame cerebral o levou há um ano e meio.
Perder ele foi um golpe muito duro para nós. Eu fui superando com o passar do tempo, mas pra minha mãe estava sendo muito mais difícil. Ao longo desse ano e meio ela teve vários altos e baixos, com vários episódios de depressão e, longe de virar a página, foi piorando cada vez mais. Só saía de casa para trabalhar e fazer as compras necessárias, e mal mantinha contato com as amigas. Agora a vida dela se resumia ao trabalho e às tarefas domésticas. Nem se vestia mais como antes. Minha mãe sempre teve muito orgulho do físico, já que era uma mulher gostosa pra caralho, tinha malhado com dedicação na academia. Ficaram pra trás as minissaias e shorts que deixavam ela exibir as pernas longas, os decotes que mostravam que escondia dois peitões, e os vestidos ousados que ela adorava usar quando saía. Agora ela usava roupas menos coloridas, mais largas e discretas. Se maquiava e arrumava o cabelo para ficar apresentável, mas não buscava mais se exibir como antes. Claro que ela não tinha deixado de ser atraente. Simplesmente tinha passado de uma gostosa que adorava flertar e se sentir desejada, para uma mulher bonita que tentava passar despercebida.
Tanto as amigas dela quanto eu tentamos ajudá-la a se reerguer e voltar a ser quem ela era, mas foi impossível. No entanto, com a chegada do verão, me veio uma ideia. Minha mãe sempre tira 15 dias de férias nessa época, já que a atividade comercial cai bastante, e sempre aproveitamos para passar essas duas semanas numa casinha que temos em Monte Hermoso. Essa seria a primeira vez que iríamos sem meu velho, já que no verão anterior, com a morte dele tão recente, foi impossível tirar minha mãe de Buenos Aires. Esse ano, por outro lado, consegui convencê-la a ir. Ela precisava desesperadamente de uma mudança de ares e quebrar a rotina, e eu tinha a esperança de que a viagem conseguisse reativá-la e ajudá-la a superar essa situação de uma vez por todas.
A casa que a gente tinha na costa ficava numa área bem tranquila, no bairro das dunas. A gente tinha uma praiazinha a cinco minutos de casa.
Durante nossa temporada no litoral, sempre coincidíamos com outra família que vinha passar o verão. Eles moravam justo na casa ao lado, eram de Córdoba e vinham passar o verão inteiro. A família Domínguez era formada por um casal bem mais velho que meus pais, e o filho deles. O cara se chamava Tomás (Tomy), e eu sempre ficava junto com ele, ele tinha 23 anos.
A primeira semana que passamos no litoral foi tranquila. Todo dia a gente ia pra praia e costumava jantar juntos. Minha mãe parecia estar um pouco mais alegre, mas infelizmente continuava se isolando dos outros e não conseguia se soltar de verdade, por mais que a gente tentasse mantê-la animada e ocupada. Ela até se divertia por um tempinho, mas não demorava pra "se sentir cansada" e voltar pra casa. Além disso, tinha trocado os biquínis provocantes dos anos anteriores por vestidos longos ou camisetas opacas e shorts largos de jeans. Ela não estava se mostrando perfeita, não mostrava mais carne do que o estritamente necessário.
Por minha parte, saí algumas noites para uma balada com o Tomy. Nos divertimos bastante e pegamos muita gente, pelo menos para o que estou acostumado. A verdade é que ao lado do Tomy era fácil pegar uma gostosinha. Ele era um cara muito gato que podia comer quem quisesse e era ousado. Seu físico espetacular, seu sorriso safado, o olhar penetrante que seus olhos azuis lançavam e a confiança que ele mostrava o tempo todo o tornavam um verdadeiro sedutor. Cada noite que saíamos, ele comia uma, duas, ou praticamente todas as que ele quisesse naquele dia, e eu aproveitava para pegar alguma amiga da garota que ele comia. Depois de dar uma flertada com uma e se pegar na pista de dança, eles foram ao banheiro e ela chupou meu amigo, e também transaram lá.
Assim foi a primeira semana de férias. A segunda foi bem diferente...
Um dia, os pais do Tomy, do León e da Bárbara receberam uma ligação dizendo que a mãe da Bárbara tinha quebrado o quadril ao cair da escada de casa. Isso fez com que os pais do Tomy tivessem que ir cuidar dela. Eles insistiram que o Tomy não precisava acompanhá-los e que devia continuar curtindo as férias. Disseram que eles mesmos davam conta de cuidar da avó. Então, eles foram embora e meu amigo ficou sozinho na casa ao lado.
Na manhã seguinte, minha mãe, Tomy e eu fomos para a praia. Meu amigo e eu percebemos que minha velha estava mais na fossa do que o normal. Quando nós dois entrávamos na água, agora ela ficava sozinha e entediada, sem ter com quem conversar. Tentamos ficar com ela e animá-la, mas não adiantou muito e ela voltou para casa para "descansar antes de fazer a comida".
tomy – mano, fico muito triste de ver sua mãe assim –
Eu – Já sei, mano, não tem jeito de virar essa página –
tomy – É que me fode muito. Sua mãe era a alma da festa e não aguento vê-la tão pra baixo...
Eu – nem eu, mas é que já não sei mais o que fazer –
tomy– acho que tem uma coisa que eu posso fazer... – falou sério
Eu – que foi?
Tomy – Olha, pode parecer estranho... é uma coisa que eu não tinha coragem de fazer com meus pais, e queria conversar com você antes de fazer qualquer coisa –
Eu – bom, me conta aí –.
Tomy – olha... eu pensei que o que sua mãe precisa é voltar a se sentir viva. Desde que seu pai morreu, as pessoas têm consolado ela e isso é bom, mas não é o que ela precisa para se sentir viva – ele me encarou fixamente, para ver se eu concordava.
Eu – sim – sinto sua falta.
Tomy – Bom, ao longo desses anos, o que eu percebi da sua mãe é que ela gosta de se sentir viva, de ser a estrela. Por mais fiel que ela tenha sido ao seu pai, ela sempre gostou de estar sexy, de atrair olhares de outros caras, de receber elogios e de ser cantada. Ela precisa recuperar isso.
 
Eu – E o que você propõe? Que eu arrume um namorado pra ela? Acha que ela tá a fim disso? – reagi meio irritado. Parecia que ele não tinha percebido que minha mãe não queria saber de ninguém. –
 
Tomy –Não exatamente, o que ela precisa é se sentir desejada. Se alguém fizer ela sentir o que sentia antes, ela vai querer voltar a ser quem era. Alguém tem que dar essa faísca... sabe, dar em cima dela, levantar a autoestima e fazer ela se gostar mais. Assim que ela tiver isso de volta, com certeza vai ficar melhor –
 
Eu – E quem vai fazer ela sentir isso? Não tá vendo que ela tenta passar despercebida e evita as pessoas? – perguntei irritado.
 
Tomy – essa é a parte delicada, teria que ser –.
 
Eu – O quê?! – pensei que devia ter ouvido errado.
Tomy – Por isso eu disse que você ia achar estranho... –
 
Eu – mas você é burro ou tá de sacanagem, como que minha mãe vai ficar com um cara 11 anos mais novo e não tá certo um amigo querer dar em cima da minha mãe – falei exaltado
 
Tomy – se eu sei, Nico, já sei, mas pensa bem: na cidade ela passa o dia ou no trabalho ou trancada em casa, então tem que ser aqui... e aqui só eu posso chegar perto o suficiente da sua mãe pra dar uma cantada –
 
Eu – Mas ela tem 11 anos a mais que você, eu te falei, o que ela vai querer saber de você?
 
Tomy – sim, mas você já sabe como eu sou bom com as novinhas – respondeu confiante – eu sei como fazer elas se sentirem bem... essa é a chave –
 
Eu – "O que você pensa, que minha mãe é uma puta?" – estava indignado – "você não vai comer ela.
 
Tomy – para, porque eu nem falei em comer ela – disse com cara de surpresa – nem tô dizendo que ela tem que me desejar, só tô falando que tenho que fazer ela se sentir desejada e trazer de volta aquele lado brincalhão que ela tinha, só isso, mano, relaxa –
Eu não sabia o que dizer, fiquei em silêncio enquanto ele me olhava esperançoso.
 
Tomy – me deixa tentar essa semana, e pronto, você sabe que eu nunca tentaria fazer algo que ela não quisesse, só quero que ela pare de estar toda acabada. Pensa nela, uma semana... se der certo ela volta a ser como antes, e se der errado não aconteceu nada e ponto final –.
 
Eu – Tá bom – cedi, fechando os olhos – se você acha que consegue animar ela, vai lá, não aguento mais vê-la assim, mas juro que se você passar dos limites, eu te mato –
 
Tomy – tranca, confia em mim – ele disse, dando uma palmada no meu ombro – deixa comigo que tudo vai dar certo; você sabe que sou seu amigo e que nunca faria mal à sua mãe –
 
E foi assim que ficou combinado. A partir daquela tarde, Tomy tentaria usar seu jeito de sedutor para tirar o melhor da minha mãe. Sem dúvida ia ser estranho pra mim ver meu amigo dando em cima dela, mas eu sabia que talvez ele estivesse certo e que essa era a única forma da minha mãe finalmente melhorar e se livrar da depressão.
A tarde passou com uma calma surpreendente. Eu imaginava que o Tomy partiria para o ataque como tinha visto ele fazer na balada, mas não foi assim. Quando fomos eu, minha mãe e ele para a praia, ficamos os três conversando o mais tranquilo possível, sem que ele dissesse nada fora do comum. Depois de um tempo, deu vontade de entrar na água. Minha mãe não queria e o Tomy disse que ele também não, então fui sozinho. Fiquei um tempinho me refrescando no mar, lutando contra as ondas e mergulhando perto da areia. De vez em quando olhava para eles pra ver se via alguma coisa estranha, mas não via nada de anormal; continuavam sentados nas toalhas, conversando.
Decidi que não adiantava ficar me remoendo e fui nadar mar adentro; fiquei uma hora mais ou menos. Quando voltei, reparei que o Tomy estava falando coisas no ouvido dela. Não faço ideia do que estariam conversando, mas os dois estavam rindo. Continuei observando um pouco e não vi mais nada, só que continuaram conversando numa boa. Em certo momento, o Tomy disse algo no ouvido da minha mãe que a fez rir, fazia tempo que não a ouvia assim, não me lembrava do seu riso lindo, e ela deu um tapinha leve nele, como se meu amigo tivesse feito uma piada safada.
Eu estava morrendo de curiosidade pra saber do que eles estavam rindo, mas resolvi não dar bola... afinal, minha mãe parecia estar de bom humor. Em uma hora e meia, Tommy conseguiu mais do que todos os amigos e familiares da minha mãe em um ano e meio...
Pouco depois saí da água e voltei com eles. Não parecia que eu tinha interrompido nada, e ficamos conversando por várias horas. Eles contavam piadas, então achei que talvez por isso estavam rindo tanto.
Quando o sol se pôs, saímos da praia. Minha mãe e eu voltamos para o nosso apartamento para tomar banho, e Gonzalo foi para o dele fazer o mesmo. Como ele tinha ficado sozinho, combinamos que ele viria jantar conosco. E assim ele fez; jantamos e nos divertimos muito. Tanto que ficamos conversando à mesa até depois das duas da manhã. Tinha sido um ótimo dia, me senti aliviado ao ver que pelo menos parte da mãe que eu conhecia um ano e meio atrás ainda estava ali.
Na manhã seguinte fomos à praia, a tarde se desenrolou de forma parecida com a anterior: ficamos os três conversando tranquilamente enquanto pegávamos sol, e depois fui nadar sozinho, já que mais uma vez minha mãe e meu amigo preferiram ficar sentados nas toalhas.
Assim como na tarde anterior, fiquei nadando até me afastar bastante da costa e demorei um bom tempo pra voltar. Quando me aproximei de novo da praia, vi que Tomy e minha velha tinham entrado no mar. Estavam rindo e brincando de jogar água um no outro. Acho que era a terceira vez em dez dias que estávamos aqui que minha mãe entrava no mar, e com certeza era a primeira vez que ela brincava na água; Tomy tinha conseguido mais um progresso.
Ao me aproximar deles, minha mãe joga água em mim, me convidando para me juntar às brincadeiras. Nos divertimos muito, brincando na água, rindo, lembrando histórias de outros verões... foi outra tarde boa. O resto do dia foi praticamente idêntico ao anterior, jantamos juntos na nossa casinha e passamos longas horas conversando até o Tommy ir embora.
Quando fomos para a praia na manhã seguinte, nós três entramos direto na água. Ficamos um tempo nadando e brincando como havíamos feito no dia anterior, até que eu fui pegar um sol um pouco e voltei para minha toalha. Eles ficaram brincando no mar enquanto eu os observava. Notei algo diferente. Havia mais cumplicidade entre eles do que nos dias anteriores. Já não era só jogar água, mas também faziam brincadeiras de afogamento, se jogavam um sobre o outro, o Tomy estava de sunga preta solta até o joelho com um dragão dourado e minha mãe com um jeans rosa feito bermuda e uma camiseta preta, eles se esfregavam cada vez mais e, em um dado momento, o Tomy mergulhou para surpreendê-la por trás e fazer cócegas. Ele ficou atrás dela, abraçando-a e dizendo coisas. Eu não conseguia ouvir nada do que ele dizia, mas podia ver que, fosse o que fosse, minha mãe devia estar achando muita graça porque não parava de rir. Me deu uma certa raiva como ele a agarrou, mas deixei pra lá.
A tarde foi ficando igual e eles foram sozinhos para a água para continuar, porque pra mim cada vez parecia mais pesado. Mesmo ficando feliz de ver minha mãe se divertindo depois de tudo que ela tem passado, não gostei do que vi. Achei que o Tomy estava passando dos limites. Tinha ficado combinado que ele ia dar uma flertada com ela e animá-la, não ficar apalpando o corpo dela daquele jeito. Pensei que precisava botar um pouco de ordem, então entrei na água com eles pra ver se paravam. Não ficaram chateados quando me juntei, mas deram uma segurada no tom. Perfeito. Depois de uns dez minutos, eles voltaram para as toalhas para pegar sol. Fiquei mais um pouco. Quando voltei, estavam conversando. Bom, na verdade estavam se pegando. E não, dessa vez cagaram totalmente pra minha presença. Eu me sentei do lado.
Tomy – Mas por que você vem tão coberta, Sonia? – Perguntou em tom de gozação – Cadê aqueles biquínis tão sexy?
 
Sonia – Ai, isso você não me pergunta...
Tomy– Por quê? Se eles ficam perfeitos em você...
Sonia – Esse ano não tenho roupa nenhuma.
Tomy – Que isso, como assim? Ficam ótimos em você, não tá vendo que tem um corpão debaixo dessa roupinha?
Sonia – não vem com essa conversa fiada, gostoso –
Tomy – primeiro, obrigada pelo elogio, não vou mentir que você não é a única que adula minha beleza, mas com certeza é a única que me importa que diga isso. Segundo, não me peça para ficar calada quando sou testemunha de um crime desses, esse corpo foi injustamente aprisionado! – exclamou Tomy com um tom de indignação fingida, enquanto erguia o dedo indicador.
Sonia – kkkkk não seja bobo –
Tomy – Quando você vinha de biquíni, fazia uns topless espetaculares, lembra? Tem que soltar esses peitões de novo. Liberdade!, liberdade!, liberdade! –. E continuou se referindo de um jeito bem vulgar aos peitos da minha mãe.
Pra mim não tinha a menor graça, mas pra ela sim. Ela ria enquanto ele continuava com aquelas baboseiras de "mamilos, amigo, o povo está com você". Obviamente ele disse que agora mesmo os dois iam comprar um biquíni. Ela recusava, mas ele insistia dizendo que ia comprar um pra ela e que se ela não o acompanhasse, talvez acabasse comprando um que ela não gostasse. "Não vou descansar até que se faça justiça com esse corpo!" ele não parava. Me deu vontade de dar um soco nele, mas não quis dizer nada e fazer um escândalo na frente da minha mãe, com medo de fazer o ânimo dela regredir e jogar o progresso desses dias no lixo.


No final minha mãe cedeu e, depois de tomar banho, elas foram fazer compras. Claro que eu não fui junto. Demoraram uma eternidade. Recebi um WhatsApp da minha mãe dizendo que iam jantar alguma coisa em uma barraca na praia. No fim, minha mãe só apareceu em casa à meia-noite. Ainda bem que veio sozinha, porque se eu tivesse que continuar me esvaziando no Tommy... enfim, ainda bem que ele não veio. A propósito, minha mãe me mostrou as compras. Ela tinha comprado dois biquínis, um cor bege e outro preto. Ambos eram praticamente minúsculos e a parte de baixo, a tirinha, ia enfiar na bunda quando ela colocasse, minha cabeça ferveu de raiva, mas eu engoli; como se fosse mais um passo para recuperar minha velha.
No dia seguinte minha mãe estreou seu biquíni cor bege. Por mais que fosse minha mãe, tenho olhos e via que ficava muito bem nela. Ela tinha um corpão e aquele conjunto ousado de duas peças só fazia realçar suas virtudes, digo, seus peitos e bunda que estavam sendo observados por vários caras. Tomy não perdeu tempo em elogiá-la. Mas claro, ver minha mãe de biquíni não era o suficiente pra ele. Mal havíamos passado meia hora tomando sol quando ele voltou a insistir no assunto:
Tomy - e... e o topless?
Sonia – esquece isso, que a essa altura do campeonato nem fodendo –
Tomy – Como assim "nem fodendo"?
Sonia – é que por aqui não peguei quase sol nesses dias e não tô com coragem –
Tomy – Hahaha, não seja besta, como você não se anima? Tem que aproveitar os últimos dias para pegar uma cor, você ficou coberta todos esses dias. Nem ontem nem anteontem fez tanto sol como hoje; é o dia perfeito para começar... Vai lá, agora não vem com essa, você sempre gostou de tomar sol sem a parte de cima!
Sonia – Aff, é que eu guardei o protetor solar –
Tomy- Que vadia!... dá aqui que eu te passo – disse enquanto enfiava a mão na bolsa da minha mãe – se quiser, posso até colocar pra você – piscou um olho, com toda a cara de pau do mundo.
Sonia - me dá, idiota,–
Então ela se inclinou, com a mão direita segurando ele e com a esquerda puxou para trás o cordão da parte de cima do biquíni, conseguindo tirá-lo e aos poucos mostrando seus peitos grandes. Depois, deitou-se e começou a passar protetor solar, massageando cada seio. Tommy não parava de olhar.
Tomy – Bom, então imagina que sou eu quem te mete essa pica –
Percebi que a Tomy tinha formado um volume na sua malha rosa, não queria olhar, mas entendi que o plano do Tomás não era ajudar minha mãe, mas sim comer ela.
 
A situação foi esquentando cada vez mais, com comentários inconvenientes e ainda mais quando minha mãe notou o volume na calça dele e ficou olhando. Ela deve ter sentido a necessidade de esfriar as coisas e foi mergulhar no mar. Porém, Tomy não estava disposto a deixar por isso mesmo e foi atrás dela na água. Logo estavam brincando igual no dia anterior, só que dessa vez minha mãe estava com os peitos à mostra e os atritos entre os corpos eram diferentes, sem nenhuma roupa no meio. Eu morria de vergonha alheia, mas minha mãe e meu amigo pareciam não ligar de serem o centro das atenções. Alguns comentavam que iam transar, ou diziam coisas como "olha o cara comendo a gostosa que o Tomy tá pegando" e assim por diante. Quando minha mãe voltou a se deitar, corri para a água para falar com o Tomy a sós antes que ele escapasse.
Eu – o que que tá pegando? – sério.
Tomy– Com o quê? – fingindo surpresa
Eu – não vem com besteira e não se faça de bobo, o que você tá tramando com a minha mãe –
Tomy – Ah, isso... tá indo bem, né? Parece que tá melhorando –
Eu – não tô passando por muita coisa, digo, parece – tava fervendo de raiva.
Tomy– Como assim? A gente só tá jogando– Ele me olhava como se estivesse surpreso com a minha raiva
Eu – Você poderia baixar um pouco o jogo... era pra você ter uma vibe legal que faça bem, pra animar ela. Bom, já tá feito, não precisa continuar com isso; deixa ela em paz.
Tomy – Não posso fazer isso, amigo – falou com um tom muito sério.
Eu – Como assim não?! –
Tomy – Se eu parar agora, depois de ter dado tanta moral pra ela, ela vai ficar deprimida de novo, vai pensar que eu só tava brincando com ela pra me divertir um pouco às custas dela, ou que eu tô de olho em qualquer outra mina. Ela vai ficar insegura, vai achar que não é mais desejável o suficiente. As mulheres são assim, ficam viajando por besteiras dessas. Tenho que continuar até ela se cansar.
Eu – Você não vai parar até comer ela, né? – a pergunta saiu carregada de raiva e desprezo.
Tomy – Não vou parar até ela pedir para parar. Mas, o que você quer que eu diga?... sim, o normal é que isso acabe com sexo no meio – confessou.
Eu – "O quê?!" – gritei alto. Tive que me virar e ver se minha mãe não tinha me ouvido.
Tomy –Olha – disse baixando o tom – o que você quer?, que eu pare? Agora não dá. É verdade, talvez eu tenha exagerado um pouco em algum momento, desculpa, mas agora estou num ponto sem volta. Tenho que continuar. Se sua mãe quer sexo, ou pelo menos não vai demorar pra querer; você já percebeu. Eu já não consigo parar e não estou em condições de recusar ela, porque senão ela vai ficar deprimida de novo. –.
Eu – não acredito no que você tá me falando –
Tomy – acredita, ela é uma mulher linda e não posso deixar passar, além disso, se não for comigo, ela pode procurar qualquer masturbador que use, e eu trato ela bem, olha se alguém passar dos limites, olha, vou convidar ela pra comer e depois pra dançar, a gente vê o que rola e se ela quiser transar, vou tratá-la como uma dama e se não, ela vai passar bem, depois vai procurar alguém que a queira de verdade, deixa ela ser livre. – e ele vai embora.
Voltei a falar com minha mãe, fiquei um tempão traumatizado e quando eu apareço ele vai embora, aí minha mãe me diz que hoje à noite vai jantar com o Tomy, porque ele a convidou pra sair de novo. Ela estava toda contente, como se soubesse das intenções do Tomás e não se importasse, não falei nada, mas me senti um lixo. Ficamos mais um pouco e ao chegar em casa, ela foi tomar banho e eu fui até a casa do Tomy, mas ele não estava. Quando saí, minha mãe foi se trocar e ao voltar fiquei impressionado, ela estava lindíssima, perfeitamente maquiada com um vestido longo branco que deixava uma perna de fora, mostrando uma perna, com um decote enorme.
Sonia – você não se importa que eu saia com o Tomy, né? – como se esperasse com angústia que ela dissesse que sim
Eu – nem um pouco, gata, ele é uma boa pessoa –
Logo batem na porta e era o Tomy, já estava de noite, tipo 21h. Ele estava vestido com um jeans preto bem justo, tênis brancos e uma camisa da mesma cor com rosas vermelhas estampadas. Quando viu minha mãe, ele elogiou ela e ela ficou toda corada — foi aí que percebi que não tinha mais jeito. Na mesma hora toca uma buzina, era o táxi que ele tinha chamado. Minha mãe se despede de mim me dando um abraço carinhoso e forte, enquanto o Tomás só me acena com a mão.
Eles vão embora, e quando estou prestes a me distrair com o celular, logo vejo um status do WhatsApp da minha mina. Era uma foto dela brindando com o Tomy num parador na praia. Já eram 22h. Aquele sorriso e plenitude que ela transparecia... não podia ser eu a impedir ela de ser o que quisesse essa noite. Pensei: se ela está feliz, não posso, não devo e não quero fazer nada. Não quero vê-la depressiva de novo. Assisti um filme na Netflix na TV, depois chequei o celular pra ver se tinha alguma mensagem dela. E não tinha, mas tinha outro status. 1h da manhã, uma selfie deles na balada que a gente costumava ir com o Tomy. Ele a segurando pela cintura perto do bar. Decidi ir dormir.
Até que lá pelas 4 da madrugada ouço um carro ao lado, eram eles e iam para a casa do Tomy. Minha mãe não parava de rir, ouço ela entrando na casa, e depois de esperar 20 minutos decido sair para caminhar. Não queria pensar nem saber que enquanto eu dormia, ali do lado estivessem comendo minha mãe. Ao sair, passo pela casa do Tomy e noto que a porta ficou entreaberta, então decido entrar e ouço em um cômodo no fundo gemidos que eram da minha mãe. Chego até onde os gemidos e beijos estavam mais fortes, decido ficar escutando.
*******************relato em terceira pessoa*****************
No quarto, Tomy e Sonia estavam de joelhos na cama, se beijando, comendo os lábios um do outro, ou melhor, se devorando, enquanto Tomy enfiava alguns dedos na sua buceta, entrando e saindo rapidamente, obviamente ambos pelados.
Sonia – ehhhheeessseeeemmmmuack –
Tomy – ssssmuuuackkk –
Cuakcuak soavam os dedos entrando e saindo da buceta da Sonia, como uma ventosa.
Sonia – aaaaaaaaoaoaoaoaaoaoaoaooaoa – estava gozando enquanto seu filho escutava atrás da porta, apesar da bebedeira dele, mas algo impedia que ele abrisse a porta
Tomy – você tá toda encharcada de novo – referindo-se à sua buceta
Sonia – se por sua culpa –
Tomy – vem aqui, isso vai te acalmar –
Tomy se deita na cama de barriga para cima enquanto acaricia o cabelo de Sônia, que estava chupando seu pau. Ele enrolava os fios entre os dedos, e ela, com a mão esquerda sobre a coxa direita dele, segurava o membro com a mão direita, levando cerca de um quarto do pau à boca. Ela lambia a cabeça até que, em certo momento, começou a fazer aquela cabeçada clássica, de cima para baixo, aumentando a velocidade e dando um prazer danado no Tomy.
Sonia há tempos não enfiava um pau na boca, mesmo antes da morte do marido, por isso estava adorando e gostava de como Tommy manipulava a situação, já que também fazia tempo que ela não se sentia desejada e tratada como uma puta. Isso vinha de muito antes de ela se casar, ela já tinha conseguido isso com o ex-namorado antes do pai do Nico, que só a usava para transar e, como ela ficava excitada, ele conseguia o que queria com ela até que ela cansou e conheceu o marido, que era totalmente diferente e mais atencioso.
Agora o Tomy se levantava no colchão enquanto a Sônia, de quatro, continuava chupando ele. O Tomás, com a mão direita, passava o pau todo na cara dela, fazendo ela comer o pau de um lado pro outro, segurando a cabeça dela.

sexo


Sonia – mmmmmaaaaaaaaaaaagggggagggggg – enfiou tudo até o fundo da garganta
Tomy – agora abre bem essa boquinha, que vou enfiar de novo – ela obedeceu e com uma mão guiou o pau de volta para a garganta da mãe do amigo, enquanto com a outra empurrava a nuca dela.
Deixo ela enfiada um tempo, ela já começava a fazer careta e os olhos lacrimejavam de tanto esforço, aí eu solto.
Sonia – kcfkocfkocfaaaaaaaaaaasss –
Tomy – tranquilo, minha vida, é pra você se acostumar, vamos de volta –
Sonia – sim –
Ele faz de novo e depois passa o pau por todo o rosto dela, dando pequenas batidinhas na língua. A Sonia estava pegando fogo de tesão, já que fazia tempo que não ficava com ninguém, e agora estar com um jovem tão apaixonado e dominante...
Sonia –aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaagghhhhhaaaaaaaaazzzz –
Tomy – oooooooooojjj –
Ela colocava o perfil dele de lado e o pau do Tomás passava por toda a boca dela
Assim em várias ocasiões, para depois enterrar o pau até a garganta e movê-lo, praticamente fodendo a boca dela repetidamente.
Sonia – oaaaahhhgggaoooooaagghhhoaaaaghhh –
PlAAAAAAAAAAAAAFFFFeu sou uma mão na bunda direita da Sonia, já que Tomy esticou a mão para dar um tapa nela.
Já tomo, depois a acaricio e ao mesmo tempo todo o bumbum, passando pelas costas e peitos, para ficar estático e deixar que a Sonia sozinha se movesse de trás para frente para esfregar a buceta na minha, como uma loba no cio.
Sonia – aoaoaoaogmmuaacccjaammmuuackmuuuumuuack – ela chupava muito e até com a mão direita que não conseguia controlar aquele pau de carne, ela batia uma punheta enquanto chupava
Tomy – ooohhhhhsssssssiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaazzz –
Tomy agarrou o cabelo dela de novo, fazendo uma "booty de cavalo" nele para ajudar a enfiar mais pica na garganta dela, e assim já estava na metade.
Ela fazia seu melhor trabalho batendo uma punheta no pau do jovem, tanto que levantou o pau para dar espaço para chupar as bolas, que novamente com a ajuda da boca ela chupava uma por uma, segurando dentro e lambendo com gosto como uma louca.
Sonia – aahahahahggggglllluuugggggglupggglupggglluupp –
Tomy – é assim, meu amor –
Sonia – aahhgllupppgllluppppgluuppp –
Tomy – assim assim assim assim assim aaaaaaa –
Depois, como uma putinha de quatro, com a cabeça erguida e a língua para fora, para que ele me dê com o pau bem na cara.
Tomy então se põe atrás dela, inclina a cabeça para dar uma chupada gostosa na sua buceta, segura seus quadris para afundar a cabeça entre as nádegas da garota e assim enfiar a língua naquela buceta carnuda e brincar dentro dela.
Sonia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaagggggaaaaaaaaaaaaaaaaaaaggggg –
Tomy – ammmmmmmmmmmmmdddddduuumaammddddduduu –
Quando ela liberava a área, passava a língua até chegar no cu e introduzir a pontinha nele.
Sonia – aaaaaahahahahahahhhhhhhhjjjjjneneeeeeeeeeeee –
Tomy – que gostosa você está –
Sonia- tira essa vontade de mim, já tô toda molhada –
Tomy ficou vários minutos até que decidiu, na posição de cachorrinho, começar a introduzir sua piroca naquela buceta tão molhada da milf.
Sonia –aaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH – de uma vez ele enfiou
Tomy – vou tirar sua vontade e seu tesão, assim como a minha também –
Tomy se deita de costas e a convida para se posicionar por cima dele
Tomy – não love ao contrário – estava se referindo a que ela ia ficar por cima dele, mas de frente, e Tomy pediu que fosse ao contrário, com as pernas dela na parte do tórax, para fazer um 69.
Então a Sonia se posiciona e volta a pegar o bastão de carne na boca, começando a cabecear de cima para baixo e também de forma circular, colocando as mãos nas coxas do seu macho.
Ploc ploc ecoavam umas palmadas na bunda da Sonia, dadas pelo Tomy no quarto inundado de gemidos e prazer.
Sonia – aaaaaahggggg aaaaaaagggg mmmmm glup glup glup glup gllllluuuuuppp –
Tomy – aaaagagagaaff aaaaaaaaaaaaddddd ayyy deus que delícia use a palavra: buceta –
A carnúria daquela buceta molhada era deliciada de uma forma requintada por Tomy, enquanto Sônia continuava saboreando aquela pica, engolindo como a mulher experiente que é.
Tomy – aaaaaaahhh meu amor, como eu estava com vontade de você, gostosa aaaaajjj –
Sonia- sim, eu também, meu amor –
Depois de se libertarem do sexo oral mútuo que as duas feras estavam se oferecendo, elas se separam para que Sonia fique de quatro, mas Tomy pede que ela apoie a cabeça no travesseiro para que sua bunda fique mais elevada. Tomy fica de pé, flexiona um pouco os joelhos e aponta seu pau na entrada da boceta de Sonia.
Sonia – eu quero sentir você dentro de mim –
Tomy – aaaaaaaaaaahhhhh iiiii vaaaaaaa – e começa a enfiar na buceta da madura
Sonia – aaaaaaaaaaaaaahhhhh aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii –
Depois que o pau entrou bem fundo na buceta
Tomy levou a mão até o espaço para abrir a buceta de sua madura e começou a se deleitar novamente, passando a língua pelo clitóris.
Tomy agarra com a mão esquerda uma nádega da sua gostosa para incliná-la mais e apoia a mão direita para aumentar a entrada e saída do pau na buceta da sua amante.
Sonia –aaaaabbbb aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaabbbb aaaaaaaaabbbaaaag aaggag agagag aggaga – já usei a palavra: buceta estava bem aberta, entrava e saía sem parar
Tomy –ooooff ooofo ffff –
Agora Tomy, com a mão direita, pressionava de forma passiva a cabeça de Sônia no travesseiro, e com a esquerda segurava o pulso dela.
Sonia –aaaaaaaaaaaaaaaaaaagggg assssssssssssssi aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooo –
Plaf plaf plaf plaf plaf plaf trasss trasss atraassss trassss eram os sons que inundavam o quarto com o impacto dos corpos batendo na cama que parecia que ia voar, Tomy levava as mãos para agarrar as nádegas da Sônia e apertá-las, massageá-las, curtir aquela bunda.
Num instante, Tomy para quieto para descansar de tanto trabalho, e ela, com as mãos na almohada, se anima um pouco e começa a ir pra frente e pra trás.
Sonia – aaaaaooohhh ufff aaaaaooooohh ugggfff –
Tomy – gata, como você estava precisando, meu amor aaaaooohh –

madura


Então eles mudam de posição para Tommy ficar de bruços e Sônia cavalgar por cima no pau. Sônia ia pra cima e pra baixo na velocidade da batedeira, controlando o ritmo com movimentos circulares.
Sonia –aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaooghhhh aaaaaaaaaaaaaaoh aaaag aaagga aaaggaga ay aya ayay ayay ay aya aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa-
Tomy – aaaahhh toma toma toma aaaaaa –
Depois de uma hora, Tommy decidiu gozar nos peitos dela, com o consentimento dela. Ela ajoelhada na cama e ele em pé sobre o colchão, batendo uma, espalhou sêmen pelo corpo dela.
Tomy -.Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooohhhhh –
Sonia – mmamamamammm –
Depois ela adormeceu no peito dele
***********************relato em primeira pessoa*****************
Depois de ouvir tudo, o sexo selvagem, o que eles diziam e tudo mais, decidi ir dormir.
Ao meio-dia eu estava almoçando e ela aparece, me olha com cumplicidade. Eu me levanto e dou um abraço nela dizendo que sempre vou ficar feliz em vê-la feliz, não importa como.
Passamos a tarde com o Tommy e nós três não fizemos besteira como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte nos despedimos do Tommy e voltamos pra cidade. Com o tempo a mãe melhorou o ânimo e depois começou a namorar um cara muito bom e gente fina. Então no final tudo valeu a pena.
Fim.

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