Fiz ela parar bem na minha pica e só deixei sentir a pontinha da cabeça, e ela começou a gemer mais forte. Num momento, com cara de brava e bem séria, ela grita comigo, e eu, meio assustado, pergunto o que foi. Ela desce, me vira, se ajoelha e diz: "Filho da puta, agora vou espremer sua pica..." Olhei pra ela e falei: "Vai, puta, é isso que eu quero." E ela começou a chupar minha pica devagar, mas na verdade não tava chupando, tava passando a língua desde o nó e a bola até a ponta da pica. Quando chegava lá, mordia de leve e cuspia. Ficou nisso por um tempo, até que fomos pra cama, e aí sim ela começou a chupar minha pica direito. Enrolei o cabelo dela na minha mão e fiz ela engolir fundo até engasgar, tirava a pica, dava um tapa na cara dela e falava o quanto ela era puta. E a Pame me disse que seria minha puta, só minha. Porque ela adorava como eu tratava ela na cama e as coisas que eu fazia. Nisso, apertei o nariz dela, ela abriu a boca, colocou a língua pra fora, e eu mandei a pica toda na boca dela até ela engasgar. Tirei, ela cuspiu de novo, e aí mandei direto no cu dela bem devagar, enquanto ela gemia e eu entrava tudo até o talo, e ela começou a gozar. A gente começou a falar putaria, e enquanto ela gritava porque tinha a pica toda no cu dela, eu comecei a passar os dedos no clitóris dela, e ela ficava mais puta ainda, até que os dois gozaram. Eu deixei o cu dela cheio de porra. Quando tirei, ela se levantou, abriu o cu e falou: "Olha como você me encheu de porra." E começou a espalhar no chão. Pra terminar, se ajoelhou e começou a passar a língua no chão pra limpar a evidência. Hoje em dia, a gente ainda se vê.
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