a história continua assim
espero não entediar vocês
e já sabem
seus comentários são muito bem-vindos
igualmente agradecido pelos seus pontos
mas principalmente por me ler
Desde aquele dia, Sandra foi se transformando na minha puta submissa e obediente, e o que mais me excitava era ver como ela dominava o corno do meu filho. Sempre desconfiei da impotência dele, do pau pequeno, e ao lado dela ele ficava cada vez mais mariconzinho. Claro que toda vez que a minha puta da nora vinha, ela levava uns bons trocados, o que não me desagradava nem um pouco. A única condição que eu havia imposto era que ela mudasse completamente seu jeito de se vestir. Para isso, comprei as roupas adequadas que ela deveria usar sempre que viesse aqui – roupas que mostravam o que ela era: uma puta barata. No início, ela não gostou nada de sair na rua vestida daquele jeito: um vestidinho minúsculo ou leggings semitransparentes, sempre com os peitos quase nus. Era assim que eu a mostrava para o amigo do meu filho, o único que restou desde que se casaram, só a observava. Minha ideia não era compartilhá-la, embora o Carlos morresse de vontade de comê-la. Foi assim que, numa quarta-feira à tarde, Carlos veio me visitar com a intenção de me convencer a compartilhar a minha puta.
Carlos, meu velho, você já me contou como conquistou sua nora. Agora quero saber se tenho alguma chance de comer ela também. Você disse que ela é só sua?
É isso aí, não quero que a Ariel continue sendo humilhada por qualquer um. De agora em diante, ela só fode comigo e mais ninguém.
Carlos, mas eu sou seu amigo e você sabe muito bem que não vou humilhá-lo. Se fosse por isso, já teria feito, pode ter certeza.
Como assim? Humilhar ele por ser corno ou por quê?
Carlos, se eu te contar, você me entrega pra Sandra? Juro que você vai ficar com o pau latejando
Se for assim amanhã você come ela, enrola bem mas que seja completo, quero saber tudinho
Carlos, foi assim, a gente tava no ensino médio, lembra?
Sim, sim, claro, várias vezes elas ficavam em casa estudando
Carlos, bom, numa daquelas noites ele estava muito mal por causa de você e acabou me contando tudo. Ele ficou muito apegado a mim e, bem, a verdade é que me aproveitei dele e acabei comendo ele.
Nãoooo, como foi que aconteceu?
Carlos, bom, o Ariel tem o pau pequeno, eu tinha encontrado umas revistas pornô e a gente começou a ver, ficamos muito excitados e começamos a bater punheta. Quando eu tirei meu pau e ele o dele, ele logo fixou o olhar, percebi que ele gostou e então pedi pra ele me masturbar e eu a ele. Aí o Ariel acabou chupando meu pau, mas não parou por aí. Ele não conseguiu gozar, mas acabou engolindo minha porra e isso o deixou irritado. Depois de conversar bastante, acalmei ele e terminamos deitados na cama. Aí eu comi ele depois de dar muito carinho, arrombei o cu dele. No começo ele se arrependeu de ter se entregado, mas acabou pedindo pra eu comer ele e eu comi a noite toda.
É por isso que eu larguei o ensino médio então?
Carlos, sim, claro. Depois de uma tarde de academia, a gente pegou ele entre três no vestiário. Depois disso, ele nunca mais voltou pro colégio.
Que baitola do caralho que o Ariel se revelou, sempre desconfiei. E o que aconteceu depois?
Carlos, não, não rolou mais nada. Mesmo a gente se vendo, ele não queria repetir. Só até o dia que ele casou com a Sandra, quando ele só me chupou no banheiro — acho que de tão bêbado que ele tava.
Amanhã vem a Sandra, te espero, quando você sair do trabalho a gente come ela juntos.
Carlos, então até amanhã, velho.
Manda um abraço pra sua mulher, ela também merece uma boa foda.
Carlos, você não dá ponto sem nó, né? Não é verdade?
Pior que não, sempre tive uma queda pela Sandra, igual você.
Ele não disse nada, só terminou a cerveja e foi embora. Eu fiquei pensando na Ariel. Agora eu sabia que ele era viado e que queria me comer também, mas primeiro eu tinha que compartilhar a Sandrita. Ela costumava vir à tarde para limpar minha casa, já que, segundo a Ariel, eu estava muito ruim da cintura. Na quarta-feira ela chegou e, como de costume, tinha colocado o vestidinho, mas também uma blusa larga, e por isso eu dei uma boa bronca nela.
Já te falei como quero que você venha me ver.
Sandra, mas papi, é muito cedo e o bairro inteiro não pode me ver vestida assim. O que o Ariel vai dizer se ele descobrir?
Tô pouco me fudendo pro que o corno tem a dizer.
Sandra, é que assim eu pareço uma prostituta, e o que eu faço então? Você quer que eu seja só sua?
Tem razão, a partir de agora você só sai assim à noite. Vou comprar um casaco para esse vestido de puta. Agora vai se arrumar porque hoje temos visita. Lembra do Carlos, amigo do Ariel? Daqui a pouco ele vem te comer.
Sandra, ai não, papi, com ele não, por favor. Ele sempre me tratou muito mal, sempre quis me comer.
Você acabou de dizer que é minha putinha e vai transar com quem eu mandar, agora pega uma cerveja, na geladeira tem a que você gosta.
Sandra, já resignada, pegou a cerveja e começamos a beber enquanto eu me aproximei dela. Assim que sentiu meu pau encostar no corpo dela, a resistência acabou. Beijei seu pescoço do jeito que ela gosta e ela se entregou completamente. Pude então apalpar seus peitos grandes, apertando seus mamilos, o que a deixa louca, e comecei a chupá-los. Os gemidos dela começaram a aparecer, então me afastei e ela quis avançar. Nos sentamos no sofá e continuamos nos esfregando.
Sandra, vamos pra cama, papi.
Ainda não sou uma puta
Sandra, o que foi, papi? Não quer me comer? Pra que me esquentar desse jeito?
Calma, gata, o Carlitos já tá chegando e eu quero ver como ele vai foder essa minha putinha
Sandra promete que você vai me comer, quero seu pau, a buceta dele não me excita, só a sua, papi, só a sua que é enorme
Beleza, vai se divertindo chupando ela um pouco, ele já deve estar chegando.
E foi assim, a Sandra estava chupando meu pau quando o Carlos chegou, foi assim que ele a viu, com o vestidinho levantado e os peitos à mostra ainda sentada no sofá, imediatamente o Carlos se sentou ao lado dela e a abraçou.
Carlos, você não sabe as noites que sonhei com você assim, meu bem. Nunca soube o que você viu naquele babaca do Ariel.
Enquanto eu dizia isso, minhas mãos já estavam brincando com sua buceta encharcada. Sandra gemeu, estava ardendo e, para completar, me coloquei ao lado dela e coloquei meu pau na sua cara. Minha putinha ficou descontrolada, abriu sua boca de cabeçadora e seus lábios grossos devoraram meu pau.
Chupa a buceta dela, olha como a vadia tá pedindo por pau aos gritos
Carlos fez imediatamente e enquanto chupava a buceta dela, apertava os peitos ao mesmo tempo que sentia meu pau crescer na boca dela, a puta soltou um gemido enorme, tinha chegado ao orgasmo e seu corpo continuava tremendo
Sandra, me comam logo, quero os seus paus dentro!
Vamos pra cama pra isso
Em um minuto estávamos no quarto, o pau do Carlos não era grande coisa comparado com o meu, parecia pequeno, agora eu entendia porque a Sandra nunca quis dar pra ele. Ele deitou de costas e ela enfiou o pau dele na buceta e começou a cavalgar como uma louca, gemendo aos gritos pra que depois ele a colocasse de quatro.
Carlos, vou arrombar seu cuzinho igual arrombei o do seu marido.
Sandra, não, pelo cu não! O cu é do meu papito!
Quebra tudo, você tem minha permissão
Carlos estava ficando mais macho que eu e naquele momento não gostei nem um pouco, então me coloquei atrás dele e enquanto ele ia enfiando o pau dele no cu da Sandra, eu abri o dele.
Carlos, não, velho, não, não, o que você tá fazendoooo ahhhhh tira, filho da putaaa, tira esse pau do meu cuuu
Quando ele disse isso, eu já tinha a cabeça do meu pau lá dentro e, com um empuxo só, enfiei até o fundo. O que aquele filho da puta gritou!
Carlos, você me arrebentou o cuuuu, tá doendooo, tira essa porra, filho da puta, tira de uma vezzzz
Agora você tá tão viado quanto o Ariel, segura um minuto que você vai ver como você gosta... você arromba o cu da putinha enquanto eu arrombo o seu
Finalmente o Carlos cedeu e deixou eu tomar conta do seu rabo, e depois de um tempo ouvi ele gemendo, ele estava gostando de sentir minha pica entrando e saindo.
Viu que você gosta, viu que é gostoso sentir ela, agora sério quer que eu tire?
Carlos, continua, filho da puta, não para, me arromba bem essa bunda, você já acabou com ela, assim assim assimii agora eu sou tão puto quanto o Ariellll ahhh ahhhh ahhhh que pau você temmmm
Cada vez que eu metia, era uma metida que a Sandrita recebia e ela ficava louca com o que estava acontecendo. Assim continuamos até que no final eu gozei dentro do cu arrombado do Carlos, fazendo ele gemer que nem uma putinha. Tinha certeza que ele já não estava mais curtindo dar o cu pra Sandra, mas talvez por inércia continuou comendo ela, querendo gozar também. Mas eu tirei ele e comecei a comer ela eu mesmo. Sandra sentiu a diferença e teve outro orgasmo. Saí do quarto junto com o Carlos, tomei um banho e depois ele tomou outro. Tomamos uma cerveza enquanto Sandra ficava num banho demorado.
Carlos, o que foi que você fez, cara? Por que fez isso? Por que me arrombou o cu?
É que já estava bem aberto, tenho certeza que não fui o primeiro e você adorou demais
Carlos, tudo bem, mas disso você não conta pra ninguém, hein?
Fica tranquilo, e se você gostou, podemos repetir. Eu adoraria fazer de novo.
Carlos, e a Sandra? Como eu sei que ela não vai falar nada?
Sandra é minha putinha, não é uma boa ideia fazer isso, te garanto. Me veio uma ideia, que tal a gente se encontrar no sábado?
Carlos, no sábado? Pra gente se encontrar, pra gente transar de novo?
Eu tava pensando em a gente se reunir os cinco, Sandra, Ariel, você e sua mulher, só um jantarzinho legal mesmo
Carlos, me fala a verdade, você quer comer minha mulher, não é?
A verdade é que eu sempre quis comer a gostosa.
Carlos, você sabe que se pegar ela, vai rachar ela no meio, né?
E você adoraria ver, não pode negar
Carlos, então não convida eles, melhor ficar sozinhos, não acha?
Perfeito
espero não entediar vocês
e já sabem
seus comentários são muito bem-vindos
igualmente agradecido pelos seus pontos
mas principalmente por me ler
Desde aquele dia, Sandra foi se transformando na minha puta submissa e obediente, e o que mais me excitava era ver como ela dominava o corno do meu filho. Sempre desconfiei da impotência dele, do pau pequeno, e ao lado dela ele ficava cada vez mais mariconzinho. Claro que toda vez que a minha puta da nora vinha, ela levava uns bons trocados, o que não me desagradava nem um pouco. A única condição que eu havia imposto era que ela mudasse completamente seu jeito de se vestir. Para isso, comprei as roupas adequadas que ela deveria usar sempre que viesse aqui – roupas que mostravam o que ela era: uma puta barata. No início, ela não gostou nada de sair na rua vestida daquele jeito: um vestidinho minúsculo ou leggings semitransparentes, sempre com os peitos quase nus. Era assim que eu a mostrava para o amigo do meu filho, o único que restou desde que se casaram, só a observava. Minha ideia não era compartilhá-la, embora o Carlos morresse de vontade de comê-la. Foi assim que, numa quarta-feira à tarde, Carlos veio me visitar com a intenção de me convencer a compartilhar a minha puta.
Carlos, meu velho, você já me contou como conquistou sua nora. Agora quero saber se tenho alguma chance de comer ela também. Você disse que ela é só sua?
É isso aí, não quero que a Ariel continue sendo humilhada por qualquer um. De agora em diante, ela só fode comigo e mais ninguém.
Carlos, mas eu sou seu amigo e você sabe muito bem que não vou humilhá-lo. Se fosse por isso, já teria feito, pode ter certeza.
Como assim? Humilhar ele por ser corno ou por quê?
Carlos, se eu te contar, você me entrega pra Sandra? Juro que você vai ficar com o pau latejando
Se for assim amanhã você come ela, enrola bem mas que seja completo, quero saber tudinho
Carlos, foi assim, a gente tava no ensino médio, lembra?
Sim, sim, claro, várias vezes elas ficavam em casa estudando
Carlos, bom, numa daquelas noites ele estava muito mal por causa de você e acabou me contando tudo. Ele ficou muito apegado a mim e, bem, a verdade é que me aproveitei dele e acabei comendo ele.
Nãoooo, como foi que aconteceu?
Carlos, bom, o Ariel tem o pau pequeno, eu tinha encontrado umas revistas pornô e a gente começou a ver, ficamos muito excitados e começamos a bater punheta. Quando eu tirei meu pau e ele o dele, ele logo fixou o olhar, percebi que ele gostou e então pedi pra ele me masturbar e eu a ele. Aí o Ariel acabou chupando meu pau, mas não parou por aí. Ele não conseguiu gozar, mas acabou engolindo minha porra e isso o deixou irritado. Depois de conversar bastante, acalmei ele e terminamos deitados na cama. Aí eu comi ele depois de dar muito carinho, arrombei o cu dele. No começo ele se arrependeu de ter se entregado, mas acabou pedindo pra eu comer ele e eu comi a noite toda.
É por isso que eu larguei o ensino médio então?
Carlos, sim, claro. Depois de uma tarde de academia, a gente pegou ele entre três no vestiário. Depois disso, ele nunca mais voltou pro colégio.
Que baitola do caralho que o Ariel se revelou, sempre desconfiei. E o que aconteceu depois?
Carlos, não, não rolou mais nada. Mesmo a gente se vendo, ele não queria repetir. Só até o dia que ele casou com a Sandra, quando ele só me chupou no banheiro — acho que de tão bêbado que ele tava.
Amanhã vem a Sandra, te espero, quando você sair do trabalho a gente come ela juntos.
Carlos, então até amanhã, velho.
Manda um abraço pra sua mulher, ela também merece uma boa foda.
Carlos, você não dá ponto sem nó, né? Não é verdade?
Pior que não, sempre tive uma queda pela Sandra, igual você.
Ele não disse nada, só terminou a cerveja e foi embora. Eu fiquei pensando na Ariel. Agora eu sabia que ele era viado e que queria me comer também, mas primeiro eu tinha que compartilhar a Sandrita. Ela costumava vir à tarde para limpar minha casa, já que, segundo a Ariel, eu estava muito ruim da cintura. Na quarta-feira ela chegou e, como de costume, tinha colocado o vestidinho, mas também uma blusa larga, e por isso eu dei uma boa bronca nela.
Já te falei como quero que você venha me ver.
Sandra, mas papi, é muito cedo e o bairro inteiro não pode me ver vestida assim. O que o Ariel vai dizer se ele descobrir?
Tô pouco me fudendo pro que o corno tem a dizer.
Sandra, é que assim eu pareço uma prostituta, e o que eu faço então? Você quer que eu seja só sua?
Tem razão, a partir de agora você só sai assim à noite. Vou comprar um casaco para esse vestido de puta. Agora vai se arrumar porque hoje temos visita. Lembra do Carlos, amigo do Ariel? Daqui a pouco ele vem te comer.
Sandra, ai não, papi, com ele não, por favor. Ele sempre me tratou muito mal, sempre quis me comer.
Você acabou de dizer que é minha putinha e vai transar com quem eu mandar, agora pega uma cerveja, na geladeira tem a que você gosta.
Sandra, já resignada, pegou a cerveja e começamos a beber enquanto eu me aproximei dela. Assim que sentiu meu pau encostar no corpo dela, a resistência acabou. Beijei seu pescoço do jeito que ela gosta e ela se entregou completamente. Pude então apalpar seus peitos grandes, apertando seus mamilos, o que a deixa louca, e comecei a chupá-los. Os gemidos dela começaram a aparecer, então me afastei e ela quis avançar. Nos sentamos no sofá e continuamos nos esfregando.
Sandra, vamos pra cama, papi.
Ainda não sou uma puta
Sandra, o que foi, papi? Não quer me comer? Pra que me esquentar desse jeito?
Calma, gata, o Carlitos já tá chegando e eu quero ver como ele vai foder essa minha putinha
Sandra promete que você vai me comer, quero seu pau, a buceta dele não me excita, só a sua, papi, só a sua que é enorme
Beleza, vai se divertindo chupando ela um pouco, ele já deve estar chegando.
E foi assim, a Sandra estava chupando meu pau quando o Carlos chegou, foi assim que ele a viu, com o vestidinho levantado e os peitos à mostra ainda sentada no sofá, imediatamente o Carlos se sentou ao lado dela e a abraçou.
Carlos, você não sabe as noites que sonhei com você assim, meu bem. Nunca soube o que você viu naquele babaca do Ariel.
Enquanto eu dizia isso, minhas mãos já estavam brincando com sua buceta encharcada. Sandra gemeu, estava ardendo e, para completar, me coloquei ao lado dela e coloquei meu pau na sua cara. Minha putinha ficou descontrolada, abriu sua boca de cabeçadora e seus lábios grossos devoraram meu pau.
Chupa a buceta dela, olha como a vadia tá pedindo por pau aos gritos
Carlos fez imediatamente e enquanto chupava a buceta dela, apertava os peitos ao mesmo tempo que sentia meu pau crescer na boca dela, a puta soltou um gemido enorme, tinha chegado ao orgasmo e seu corpo continuava tremendo
Sandra, me comam logo, quero os seus paus dentro!
Vamos pra cama pra isso
Em um minuto estávamos no quarto, o pau do Carlos não era grande coisa comparado com o meu, parecia pequeno, agora eu entendia porque a Sandra nunca quis dar pra ele. Ele deitou de costas e ela enfiou o pau dele na buceta e começou a cavalgar como uma louca, gemendo aos gritos pra que depois ele a colocasse de quatro.
Carlos, vou arrombar seu cuzinho igual arrombei o do seu marido.
Sandra, não, pelo cu não! O cu é do meu papito!
Quebra tudo, você tem minha permissão
Carlos estava ficando mais macho que eu e naquele momento não gostei nem um pouco, então me coloquei atrás dele e enquanto ele ia enfiando o pau dele no cu da Sandra, eu abri o dele.
Carlos, não, velho, não, não, o que você tá fazendoooo ahhhhh tira, filho da putaaa, tira esse pau do meu cuuu
Quando ele disse isso, eu já tinha a cabeça do meu pau lá dentro e, com um empuxo só, enfiei até o fundo. O que aquele filho da puta gritou!
Carlos, você me arrebentou o cuuuu, tá doendooo, tira essa porra, filho da puta, tira de uma vezzzz
Agora você tá tão viado quanto o Ariel, segura um minuto que você vai ver como você gosta... você arromba o cu da putinha enquanto eu arrombo o seu
Finalmente o Carlos cedeu e deixou eu tomar conta do seu rabo, e depois de um tempo ouvi ele gemendo, ele estava gostando de sentir minha pica entrando e saindo.
Viu que você gosta, viu que é gostoso sentir ela, agora sério quer que eu tire?
Carlos, continua, filho da puta, não para, me arromba bem essa bunda, você já acabou com ela, assim assim assimii agora eu sou tão puto quanto o Ariellll ahhh ahhhh ahhhh que pau você temmmm
Cada vez que eu metia, era uma metida que a Sandrita recebia e ela ficava louca com o que estava acontecendo. Assim continuamos até que no final eu gozei dentro do cu arrombado do Carlos, fazendo ele gemer que nem uma putinha. Tinha certeza que ele já não estava mais curtindo dar o cu pra Sandra, mas talvez por inércia continuou comendo ela, querendo gozar também. Mas eu tirei ele e comecei a comer ela eu mesmo. Sandra sentiu a diferença e teve outro orgasmo. Saí do quarto junto com o Carlos, tomei um banho e depois ele tomou outro. Tomamos uma cerveza enquanto Sandra ficava num banho demorado.
Carlos, o que foi que você fez, cara? Por que fez isso? Por que me arrombou o cu?
É que já estava bem aberto, tenho certeza que não fui o primeiro e você adorou demais
Carlos, tudo bem, mas disso você não conta pra ninguém, hein?
Fica tranquilo, e se você gostou, podemos repetir. Eu adoraria fazer de novo.
Carlos, e a Sandra? Como eu sei que ela não vai falar nada?
Sandra é minha putinha, não é uma boa ideia fazer isso, te garanto. Me veio uma ideia, que tal a gente se encontrar no sábado?
Carlos, no sábado? Pra gente se encontrar, pra gente transar de novo?
Eu tava pensando em a gente se reunir os cinco, Sandra, Ariel, você e sua mulher, só um jantarzinho legal mesmo
Carlos, me fala a verdade, você quer comer minha mulher, não é?
A verdade é que eu sempre quis comer a gostosa.
Carlos, você sabe que se pegar ela, vai rachar ela no meio, né?
E você adoraria ver, não pode negar
Carlos, então não convida eles, melhor ficar sozinhos, não acha?
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