Vizinho velho tarado e taxista abusa da minha namorada
Meu nome é Agustín e quero contar o que aconteceu comigo e minha namorada por causa do velho que mora ao lado.
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Somos um casal de 30 (eu) e 25 (minha namorada). Ela se chama Mariana, estuda medicina e trabalha no escritório de contabilidade do pai. Eu, por minha vez, tenho um trabalho administrativo típico no backoffice de uma empresa.
Estamos namorando há 4 anos e há 6 meses começamos a morar juntos. Pra nós dois, essa é a primeira vez saindo do ninho e desde o início amamos a ideia de realizar esse sonho. O único problema é que moramos num prédio antigo no bairro de Villa Urquiza e temos um vizinho que é um nojo.
O cara se chama Júlio, é um velho de uns 60 e poucos anos, com o cabelo meio grisalho, meio preto, com entradas e meia careca. Claramente tá acima do peso, sempre anda de moletom e roupa largada, com um cheiro de cigarro que dá até pra sentir quando passa do lado.
Sempre, mas SEMPRE que a gente cruza com ele, ele fala umas coisas pra Mari ou fica encarando ela sem vergonha nenhuma, mesmo eu estando na frente. Nunca falamos nada porque o cara nos dá um pouco de medo, ele é bem alto e gordo, então tranquilamente poderia me encher de porrada e a gente não queria arrumar confusão com um vizinho logo na nossa primeira experiência alugando. Não sobra muita grana e sair pra procurar outro lugar nunca foi uma opção.
Um dia, sexta-feira, depois de uma semana doida nos nossos respectivos trabalhos, decidimos ir com Mari tomar um drink num bar, como há tempos não fazíamos. O clima tava bom e como tava calor, a gente tomou umas 4 cervejas cada um fácil. Entre conversa e conversa, com o álcool, começamos a ficar mais agarradinhos e a nos pegar no bar.
Mari tava uma gostosa, tinha saído com um short preto alto e um body de renda preta que destacava os peitos dela. Nas mesas, o pessoal olhava meio com inveja e meio com raiva da cena, mas a gente não tava nem aí. A gente tinha saído pra distrair a gente e queria se divertir, o que também incluía beijar e transar em casa. Vendo que tava ficando tarde e que o clima do nada piorou, decidimos pagar e vazar pra casa.
Quando chegou a conta, a gente queria se matar! Tinhamos gastado uma fortuna em 8 cervejas, umas batatas e uns salgadinhos de frango que ainda estavam ressecados. Perguntamos se aceitavam crédito e falaram que não, só dinheiro ou transferência pelo MercadoPago. Tinhamos o dinheiro contado pra pagar, então, com toda a vergonha, deixamos a grana e fomos embora sem dar gorjeta.
Pra piorar o karma, quando saímos percebemos que tinha desabado uma chuva. Então saímos correndo pra pegar um carro ou pedir um Uber, debaixo da marquise do ponto de ônibus. O Uber tava impossível, sexta à noite e com chuva, o mais perto tava a 20 minutos e a corrida saía quase o mesmo que pagamos no bar.
A: Amor, o que a gente faz? Vamos andando?
M: Cê tá louco? Olha como tá chovendo, cara, e ainda vim vestida assim, tô encharcada e morrendo de frio.
A: Encharcada você já tava antes..
Falei tentando dar uma amenizada na situação, porque tava vendo que ela já tinha começado a se irritar.
M: Cê é ou se faz, Agustin? Olha como eu tô!!! Eu sabia que a gente não devia ter vindo hoje, te falei antes de sair.
A: Calma, Mari, tivemos uma semana de merda, precisávamos espairecer.
M: É, olha como deu certo! Arrombaram a gente no bar e não temos nem um puto, ainda esse Uber de merda quer cobrar uma fortuna.
A: Por isso que eu tava falando pra gente ir andan..
M: Cê tá de sacanagem? (interrompeu).. não vou sair andando. Vamos esperar passar, já era, talvez o preço do Uber baixe, senão ligo pro meu pai.
A: Não vai encher o saco do seu velho, ele vai nos matar.
M: E então, o que cê quer fazer?
A: Tá bom, vamos esperar um pouco.
Passaram uns vinte minutos e a chuva não dava trégua, pra piorar a Mari tava puta da vida e eu não sabia como fazer pra Dá uma segurada. Passaram 10 minutos e eu comecei a mandar mensagem pros meus amigos, pra ver se algum com carro topava ou tava perto e me dava uma força; mas NADA! Enquanto isso, minha namorada não se acalmava, tava com frio por estar molhada, os pés encharcados e quase chorando. Do jeito que dava, tentei consolar ela e abraçar pra passar o frio, mas não consegui fazer muito.
A: Mari, calma, já já a gente chega. Quando menos esperar, vamos estar em casa, os dois quentinhos, depois do banho e terminando o que a gente começou no bar.
M: A única coisa que você pensa é em transar? Qual é o seu problema, Agustin?
A: Não, foi mal, tentei te distrair... desculpa.
M: Desculpa o caralho, sou só um pedaço de carne? Foi por isso que você quis morar comigo, pra poder me comer quando quiser?
A situação tinha escapado do meu controle. Ela sempre tem esses surtos quando fica puta, mas depois passa e ela pede desculpa, mas eu não conseguia fazer nada pra acalmar ela.
Naquele momento, com ela me xingando aos prantos e gritando pra caralho, a gente ouviu uma buzina. Era um táxi que parou na nossa frente e que a gente não viu por estar no nosso mundinho. Mari pulou na hora e comemorou me abraçando! Não dava pra acreditar, finalmente deu certo e Deus teve pena da gente mandando esse táxi.
Quando me aproximei um pouco pra agradecer, o motorista abaixou o vidro. Era o Júlio, o vizinho.
J: Uoo, que que tá rolando aqui? O que cê tem, cara, gritando com essa gatinha?
A: Júlio?
M: Aii, não...
J: Ué, mas é a Marianinha e o namorado! Kkkk, não tinha reconhecido vocês, não enxergo porra nenhuma sem os óculos.
A: É, somos nós, tamo esperando o busão.
Mariana me olhou com cara de bunda e me deu uma cotovelada.
J: Esse busão não vai pra casa, moleque. Ou tão indo pra farra? Tá bonita, hein, Marianinha.
M: Ah (disse com cara de nojo), é, valeu, sim...
A: Ehh, não vamos pra casa não, Júlio, pode seguir.
J: Qual é, não me enche o saco, pra onde vão com esse tempo?
M: É, a gente quer ir pra casa, pode nos levar?
Olhei pra Mari, cheia de ódio e com uma veia pulsando na testa. Que porra é essa, justo com esse gordo babaca a gente ia viajar? Claramente tava desesperada e não queria foder com o velho, ainda mais com a tesão que tava e que vinha toda molhada. Se eu pensasse friamente, a ideia não era ruim.
J: Acabei de fechar o dia, mas uma viagem a mais não faz mal hehe. Manda ver, cara, abre pra sua mina, seja cavalheiro...
Cheguei na porta e abri. A fedentina de cigarro que saía de dentro quase fez a gente passar mal, e a cara de Mari parecia que ia vomitar a qualquer momento. Sentamos no banco de trás e Mari grudou em mim, parte pelo frio, parte pelo desconforto de estar com esse cara dirigindo. Era um maluco de guerra, dirigia igual um doido, quase bateu umas 3 vezes e deve ter fumado uns 3 cigarros durante a viagem.
O tempo todo, mas TODO tempo, ele olhava pra Mari pelo retrovisor e ria baixinho. Era nojento, a gente tava passando muito mal e só queria chegar em casa logo. Falávamos baixo entre a gente e pedindo pra que aquela tortura acabasse logo.
M: Ele tá me matando com esse cigarro, pode pedir pra ele apagar?
A: Cê tá louca? Esse cara é doente, imagina se ele nos joga na merda na rua ou algo assim por pedir pra ele não fumar?
M: Fala sério, mano, ainda por cima ele tá me olhando de um jeito ruim, a puta que pariu. Que nojo, ele não para de olhar pra minhas tetas.
A: É, mas você também veio assim vestida...
M: Quêêê? Qual é a sua, agora vai me dizer como tenho que me vestir?
A: Não, desculpa, não tô falando isso... é que deu que justo esse punheteiro tá aqui e nada... ele fica te encarando, e se você tivesse posto outra roupa, talvez não fosse tão desconfortável.
M: Não acredito que você tá falando isso.
Quando ela falou isso, soltou meu braço e se afastou um pouco pro lado. Puta merda, pensei, que azar danado, tava numa boa e de repente tenho esse cuzão dirigindo e minha mina toda puta da vida do lado. Me conformei que ia demorar pra caralho pra comer ela. Feche os olhos.
Não sei como, nem quando, mas dormi e quando acordei ouvi murmúrios. Quando acordei de vez, percebi que era a Mari conversando com o Júlio... queria morrer, deixei ela sozinha falando com o cara porque dormi, com certeza ela ia me matar.
J: Você tem que fazer o que eu te falei, tem.
M: Não sei, pode ser.
A: O que foi, amor, onde a gente tá?
M: Já estamos chegando, (valeu por dormir, hein)
Isso último ela falou baixinho pra o velho não ouvir.
Quando estávamos chegando, falamos pra ele nos deixar no portão que a gente descia, mas o Júlio não quis. O PH tinha uma garagem na frente, que era dele, da primeira casa. Ele disse que ia entrar o carro pra gente não se molhar tanto, então a gente aceitou pra não prolongar mais.
O velho abriu o portão elétrico e meteu o carro na garagem, que parecia que tinha explodido uma bomba lá dentro. Só de entrar, já veio um cheiro forte e pesado de cigarro, óleo e gasolina. A cara da Mari dizia tudo, nem precisava perguntar o que ela tava sentindo.
Júlio desligou o motor, se virou e olhou de novo pra Mari, me encarou com preguiça e disse:
J: Venham, vizinhos, entrem, entrem. Fiquem à vontade que tá fresco pra cagar! Como tá a juventude que sai pelada pra farra, hein.
A: Não, obrigado, não precisa, a gente vai.
M: É, sério, Júlio, abre aí que a gente vai.
J: Não vou abrir o portão.
A: Como é?
J: Tá chovendo, vizinho, venham pra dentro e saiam pela porta do lado, jejeje.
M: Ahhh, ah, ok, ha...
Virei pra minha mina e cheguei no ouvido dela pra sussurrar:
A: Esse tá doidão, o que ele fumou?
M: Não sei, Agustin, quero chegar em casa e tô a 10 metros, vamos fazer o que ele diz.
A: Porra, ok, ok.
Júlio tava na porta da garagem que liga com a casa, esperando a gente com um braço apoiado no batente.
J: Vão entrar ou vão dormir aí? hahaha
A: Sim, sim, a gente entra, obrigado.
Acho que nem preciso falar mais nada. explicar pra elas o que era a casa. Já sabendo o que era o carro e a garagem, dá pra imaginar o resto.
Entramos e o velho não saiu de perto da porta, então no começo olhei pra ele com nojo, esperando que se mexesse. Nem preciso dizer que não fez nada e ficou com o braço apoiado; então tive que passar raspando nele e abaixando a cabeça. Quando a Mari teve que passar, o velho chegou um pouquinho mais perto e se esfregou na minha mina.. até juro que vi ele aproximar a cabeça e cheirar ela.
Passamos pela sala e fomos em direção à porta, mas o velho tinha se sentado no sofá. Ficamos um segundo eu e a Mari recalculando e sem entender a situação; até que decidi pegar a maçaneta e abrir. Estava trancada.
J: Desculpa vizinhos, mas.. a corrida deu R$ 12.600, vocês podem me pagar antes de ir?
A: QUE?
M: COMO ASSIM 12 MIL?
A: Cê tá nos cobrando? se veio pro mesmo lugar, literalmente.
J: Nunca falei que dava carona de graça, mano, lembro muito bem de ter dito que uma última corrida não vinha mal.
M: Mas.. mas a gente não tem grana no bolso, tamos cansados. Amanhã juro que sacamos dinheiro e trazemos.
J: Não, não posso. Essa última corrida deixou meu tanque quase no zero e tenho que abastecer amanhã. Não tenho dinheiro vivo, então preciso da grana, guria.
A: Mas por isso, amanhã a gente traz, Júlio, somos vizinhos.
J: Eu trabalho desde as 7 da manhã, mano, não dá.
M: Não pode abrir uma exceção dessa vez, por favor!
J: Cê me complica, Marianita, é meu trampo, meu sustento isso. Não posso sair mais tarde porque perco dinheiro, captou?
A: Dá pra transferir?
J: Não, não sei qual é minha conta, mano. Vocês têm grana ou não têm?
M: Nãão.. puta que pariu não.. não temos, por isso távamos esperando.
A Mari começou a chorar, talvez de verdade, talvez fazendo cena pra ver se o velho se apiedava.
J: Tá bom, gata, não chora mais..
A: Desculpa, Jú..
Ele me interrompeu seco com a mão levantada.
J: Posso fazer um favor pra vocês por desta vez.
M: Ayy, valeu Jul..
J: MAS
A: Mas o quê? Se amanhã a gente traz o dinheiro
J: Mas como sou um bom vizinho, podia até dar a viagem de presente.
M: Sério?
J: Sim, claro.. mas antes vocês têm que me ajudar numa coisa.
A: Ajudar em quê?
J: Cê tá linda hoje, Marianita, hein. Se vestiu assim pra sair com teu namorado?
M: Hã?
J: Gostei desse negócio de renda, o que é?
M: Ahh.. é um.. body.
J: Um o quê? um body? que porra é isso?
A: O que o senhor quer que a gente ajude? Não tô entendendo, Júlio, pelo amor.
J: Olha, vou ser direto. Se a Marianita der um desfilezinho e fizer o que eu pedir por 10 minutinhos, eu dou a viagem de graça.
A: Qual é a sua, seu velho tarado?
J: Cala a boca, mano, que com dorminhoco eu não falo
M: Desfile?
J: É, caminha um pouquinho de lá pra cá e balança essa prateleira aí que eu quero ver
Mari apertou os punhos e começou a andar. Eu não entendia nada, olhei pra ela com raiva e incredulidade, esperando uma resposta, mas só recebi um olhar fulminante dela. Entendi tudo, queria se livrar logo disso e ir pra casa, onde com certeza me esperava uma puta confusão e vai saber se ela não terminava comigo ali mesmo.
Eu também apertei os punhos e os dentes, enquanto olhava pra todo lado pra ver o que podia usar pra jogar na cabeça daquele velho, caso ele quisesse partir pra briga.
J: Tira o casaco, Mari
A: Mas que porr..
M: Chega, Agustin
A: Mas Mari..
Minha namorada virou de costas pro Júlio e foi abaixando a calça devagar, enquanto rebolava disfarçadamente. Ela quase tava dando um show pro velho e eu não podia fazer nada. Pra piorar, ver ela agir assim tava me excitando e eu não entendia por quê.
J: Assim, Mari, como combinamos
A: Que combinação?
J: Deixa ela fazer
Mari ficou só de body, por baixo tinha uma tanga preta super pequena, com tirinhas finas nas laterais e um triângulo minúsculo que sumia na raba. Tava de parar o coração, meu pau reagiu e quando me toquei, me dei conta que a pica do velho tarado também. Dava pra ver um volume grande e isso me deixou puto também.
M: Já deu? Você conseguiu ver bem minha bunda, era o que queria, não?
J: Parecia que isso tava aparecendo, vizinha. Gostei de como saí na rua, hein.
M: Já podemos ir?
J: Não, mas isso tá só começando, Mari.
M: Como?
A: Como assim só começando?
J: É, pra viagem ficar quitada...
Ele foi dizendo isso enquanto enfiava a mão na calça e pegava no próprio pau.
J: Marianita tem que me ajudar com isso.
O velho tirou uma pica grossa e inchada e balançou ela na nossa frente. Na hora, bateu um trovão lá fora e as luzes da casa piscaram, parecendo cena de filme de terror.
M: Eu não vou fazer nada...
J: Vocês têm que me pagar a viagem, é assim que é.
A: Não, isso tá saindo do controle, minha namorada não vai te ajudar a fazer nada.
J: Olha, foi ela quem falou, amigão.
Olhei pra Mari buscando aprovação no que falei, mas ela tava calada olhando pra pica do velho. Não podia acreditar, por que ela tava fazendo isso? Era por vingança? Pelo que eu falei e pela briga na rua e porque tratei ela como um pedaço de carne, segundo ela? E o velho, o que ele tava fazendo então? Por que ela continuava olhando pra pica dele?!
M: Não vou chupar a pica dele não.
J: Só precisa me ajudar, Marianita.
Mari me olhou com ódio, chegou perto do meu ouvido e falou:
M: Tudo isso é culpa sua, por ser um punheteiro, por estragar minha noite e me tratar como uma puta que só serve pra foder.
A: Mari, para...
Minha namorada se aproximou do velho, ajoelhou e pegou na pica do Júlio.
M: Melhor que com isso tudo fique quitado, velho.
J: Uhh, sim, vizinha, isso...
Mari começou a bater uma punheta pro nosso vizinho, focando na cabeça da pica.
J: Mmm sim, Mari.
M: Cê gosta assim?
J: Perfeeeeito, sim.
M: O Julio tem uma rola bem grossa, não tô acostumada com isso (e me olhou).
J: Jeje, vizinha, cê comendo bucetinha minúscula e aqui tem um baita pedaço.
A: Mari...
M: Tô sentindo ela inchada, já vai gozar?
Juro que vi a Mari morder o lábio quando falou isso e a outra mão dela tava num peito. Será que ela tinha se excitado? Não podia ser, já não entendia nada.
J: Já tô pertinho, vizinha, sim, sim.
M: Goza, Julio, quero ir pra casa, goza, por favor.
J: Só mais um pouquinho e já era, neném.
M: Velho tarado punheteiro, era isso que queria que eu fizesse, né?
J: Sim, tava morrendo de vontade, tava morrendo.
M: Faz meses que vem se masturbando só imaginando isso?
J: Todo santo dia.
M: Aproveita porque é a única vez na sua vida, pode morrer antes de acontecer de novo.
J: Jeje, mas morro feliz... uhh, já tô, Marianita.
Eu não saía do meu espanto, minha namorada tava masturbando o vizinho velho tarado e sujo que a gente tanto xingava e zoava. Não só isso, como tava falando putaria pra excitar ele e se tocando nos peitos.
J: Continua, Marianita, continua, continua que vai sair, continua.
M: Goza, Julio, goza pra vizinha, goza.
Aí o velho fez uma coisa que me irritou: levantou de repente, tirou a mão da Mari da rola e começou a se punhetar, bufando e grunhindo na cara da minha namorada. Ela passou a mão no cabelo pra trás, baixou um pouco o body e aproximou o rosto da rola do velho.
J: Toma, neném, toma.
M: Dá pra mim, Julio, essa eu mereci.
O velho começou a se masturbar mais devagar pra gozar e, na hora, jorrou na cara da minha namorada, que, ao sentir o primeiro contato do esperma, abriu a boca e, pra minha surpresa, recebeu uma porrada bem grossa na língua.
J: Siiii
M: Hmm, que delícia de gozo, Julio
Por causa da situação, eu desmaiei e tive que me apoiar na porta. Acordei desorientado e achei ouvir uns barulhos que pareciam uma chupada de pau, mas pensei que era sonho e apaguei de novo.
Quando finalmente abri os olhos, ainda estava na casa do Julio. Nem ele nem minha namorada estavam no quarto, então gritei por eles. Ninguém me respondeu e eu não entendi o que tinha acontecido — foi tudo um sonho? Eu capotei e dormi aqui jogado no chão?
Achei ouvir barulhos na garagem e vi a luz do dia entrando pela janela do portão, iluminando o quarto. Pra minha surpresa, levantei a vista e vi, agarrada no volante com a porta aberta, a Mari sendo bombada pelo Julio.
M: Ahh ahh ahh, véio, tu não para não, já é o 5º que você goza em mim
J: Marianita, a gente tem que aproveitar... esse bum come mais que eu hehehe
Meu nome é Agustín e quero contar o que aconteceu comigo e minha namorada por causa do velho que mora ao lado.
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Somos um casal de 30 (eu) e 25 (minha namorada). Ela se chama Mariana, estuda medicina e trabalha no escritório de contabilidade do pai. Eu, por minha vez, tenho um trabalho administrativo típico no backoffice de uma empresa.
Estamos namorando há 4 anos e há 6 meses começamos a morar juntos. Pra nós dois, essa é a primeira vez saindo do ninho e desde o início amamos a ideia de realizar esse sonho. O único problema é que moramos num prédio antigo no bairro de Villa Urquiza e temos um vizinho que é um nojo.
O cara se chama Júlio, é um velho de uns 60 e poucos anos, com o cabelo meio grisalho, meio preto, com entradas e meia careca. Claramente tá acima do peso, sempre anda de moletom e roupa largada, com um cheiro de cigarro que dá até pra sentir quando passa do lado.
Sempre, mas SEMPRE que a gente cruza com ele, ele fala umas coisas pra Mari ou fica encarando ela sem vergonha nenhuma, mesmo eu estando na frente. Nunca falamos nada porque o cara nos dá um pouco de medo, ele é bem alto e gordo, então tranquilamente poderia me encher de porrada e a gente não queria arrumar confusão com um vizinho logo na nossa primeira experiência alugando. Não sobra muita grana e sair pra procurar outro lugar nunca foi uma opção.
Um dia, sexta-feira, depois de uma semana doida nos nossos respectivos trabalhos, decidimos ir com Mari tomar um drink num bar, como há tempos não fazíamos. O clima tava bom e como tava calor, a gente tomou umas 4 cervejas cada um fácil. Entre conversa e conversa, com o álcool, começamos a ficar mais agarradinhos e a nos pegar no bar.
Mari tava uma gostosa, tinha saído com um short preto alto e um body de renda preta que destacava os peitos dela. Nas mesas, o pessoal olhava meio com inveja e meio com raiva da cena, mas a gente não tava nem aí. A gente tinha saído pra distrair a gente e queria se divertir, o que também incluía beijar e transar em casa. Vendo que tava ficando tarde e que o clima do nada piorou, decidimos pagar e vazar pra casa.
Quando chegou a conta, a gente queria se matar! Tinhamos gastado uma fortuna em 8 cervejas, umas batatas e uns salgadinhos de frango que ainda estavam ressecados. Perguntamos se aceitavam crédito e falaram que não, só dinheiro ou transferência pelo MercadoPago. Tinhamos o dinheiro contado pra pagar, então, com toda a vergonha, deixamos a grana e fomos embora sem dar gorjeta.
Pra piorar o karma, quando saímos percebemos que tinha desabado uma chuva. Então saímos correndo pra pegar um carro ou pedir um Uber, debaixo da marquise do ponto de ônibus. O Uber tava impossível, sexta à noite e com chuva, o mais perto tava a 20 minutos e a corrida saía quase o mesmo que pagamos no bar.
A: Amor, o que a gente faz? Vamos andando?
M: Cê tá louco? Olha como tá chovendo, cara, e ainda vim vestida assim, tô encharcada e morrendo de frio.
A: Encharcada você já tava antes..
Falei tentando dar uma amenizada na situação, porque tava vendo que ela já tinha começado a se irritar.
M: Cê é ou se faz, Agustin? Olha como eu tô!!! Eu sabia que a gente não devia ter vindo hoje, te falei antes de sair.
A: Calma, Mari, tivemos uma semana de merda, precisávamos espairecer.
M: É, olha como deu certo! Arrombaram a gente no bar e não temos nem um puto, ainda esse Uber de merda quer cobrar uma fortuna.
A: Por isso que eu tava falando pra gente ir andan..
M: Cê tá de sacanagem? (interrompeu).. não vou sair andando. Vamos esperar passar, já era, talvez o preço do Uber baixe, senão ligo pro meu pai.
A: Não vai encher o saco do seu velho, ele vai nos matar.
M: E então, o que cê quer fazer?
A: Tá bom, vamos esperar um pouco.
Passaram uns vinte minutos e a chuva não dava trégua, pra piorar a Mari tava puta da vida e eu não sabia como fazer pra Dá uma segurada. Passaram 10 minutos e eu comecei a mandar mensagem pros meus amigos, pra ver se algum com carro topava ou tava perto e me dava uma força; mas NADA! Enquanto isso, minha namorada não se acalmava, tava com frio por estar molhada, os pés encharcados e quase chorando. Do jeito que dava, tentei consolar ela e abraçar pra passar o frio, mas não consegui fazer muito.
A: Mari, calma, já já a gente chega. Quando menos esperar, vamos estar em casa, os dois quentinhos, depois do banho e terminando o que a gente começou no bar.
M: A única coisa que você pensa é em transar? Qual é o seu problema, Agustin?
A: Não, foi mal, tentei te distrair... desculpa.
M: Desculpa o caralho, sou só um pedaço de carne? Foi por isso que você quis morar comigo, pra poder me comer quando quiser?
A situação tinha escapado do meu controle. Ela sempre tem esses surtos quando fica puta, mas depois passa e ela pede desculpa, mas eu não conseguia fazer nada pra acalmar ela.
Naquele momento, com ela me xingando aos prantos e gritando pra caralho, a gente ouviu uma buzina. Era um táxi que parou na nossa frente e que a gente não viu por estar no nosso mundinho. Mari pulou na hora e comemorou me abraçando! Não dava pra acreditar, finalmente deu certo e Deus teve pena da gente mandando esse táxi.
Quando me aproximei um pouco pra agradecer, o motorista abaixou o vidro. Era o Júlio, o vizinho.
J: Uoo, que que tá rolando aqui? O que cê tem, cara, gritando com essa gatinha?
A: Júlio?
M: Aii, não...
J: Ué, mas é a Marianinha e o namorado! Kkkk, não tinha reconhecido vocês, não enxergo porra nenhuma sem os óculos.
A: É, somos nós, tamo esperando o busão.
Mariana me olhou com cara de bunda e me deu uma cotovelada.
J: Esse busão não vai pra casa, moleque. Ou tão indo pra farra? Tá bonita, hein, Marianinha.
M: Ah (disse com cara de nojo), é, valeu, sim...
A: Ehh, não vamos pra casa não, Júlio, pode seguir.
J: Qual é, não me enche o saco, pra onde vão com esse tempo?
M: É, a gente quer ir pra casa, pode nos levar?
Olhei pra Mari, cheia de ódio e com uma veia pulsando na testa. Que porra é essa, justo com esse gordo babaca a gente ia viajar? Claramente tava desesperada e não queria foder com o velho, ainda mais com a tesão que tava e que vinha toda molhada. Se eu pensasse friamente, a ideia não era ruim.
J: Acabei de fechar o dia, mas uma viagem a mais não faz mal hehe. Manda ver, cara, abre pra sua mina, seja cavalheiro...
Cheguei na porta e abri. A fedentina de cigarro que saía de dentro quase fez a gente passar mal, e a cara de Mari parecia que ia vomitar a qualquer momento. Sentamos no banco de trás e Mari grudou em mim, parte pelo frio, parte pelo desconforto de estar com esse cara dirigindo. Era um maluco de guerra, dirigia igual um doido, quase bateu umas 3 vezes e deve ter fumado uns 3 cigarros durante a viagem.
O tempo todo, mas TODO tempo, ele olhava pra Mari pelo retrovisor e ria baixinho. Era nojento, a gente tava passando muito mal e só queria chegar em casa logo. Falávamos baixo entre a gente e pedindo pra que aquela tortura acabasse logo.
M: Ele tá me matando com esse cigarro, pode pedir pra ele apagar?
A: Cê tá louca? Esse cara é doente, imagina se ele nos joga na merda na rua ou algo assim por pedir pra ele não fumar?
M: Fala sério, mano, ainda por cima ele tá me olhando de um jeito ruim, a puta que pariu. Que nojo, ele não para de olhar pra minhas tetas.
A: É, mas você também veio assim vestida...
M: Quêêê? Qual é a sua, agora vai me dizer como tenho que me vestir?
A: Não, desculpa, não tô falando isso... é que deu que justo esse punheteiro tá aqui e nada... ele fica te encarando, e se você tivesse posto outra roupa, talvez não fosse tão desconfortável.
M: Não acredito que você tá falando isso.
Quando ela falou isso, soltou meu braço e se afastou um pouco pro lado. Puta merda, pensei, que azar danado, tava numa boa e de repente tenho esse cuzão dirigindo e minha mina toda puta da vida do lado. Me conformei que ia demorar pra caralho pra comer ela. Feche os olhos.
Não sei como, nem quando, mas dormi e quando acordei ouvi murmúrios. Quando acordei de vez, percebi que era a Mari conversando com o Júlio... queria morrer, deixei ela sozinha falando com o cara porque dormi, com certeza ela ia me matar.
J: Você tem que fazer o que eu te falei, tem.
M: Não sei, pode ser.
A: O que foi, amor, onde a gente tá?
M: Já estamos chegando, (valeu por dormir, hein)
Isso último ela falou baixinho pra o velho não ouvir.
Quando estávamos chegando, falamos pra ele nos deixar no portão que a gente descia, mas o Júlio não quis. O PH tinha uma garagem na frente, que era dele, da primeira casa. Ele disse que ia entrar o carro pra gente não se molhar tanto, então a gente aceitou pra não prolongar mais.
O velho abriu o portão elétrico e meteu o carro na garagem, que parecia que tinha explodido uma bomba lá dentro. Só de entrar, já veio um cheiro forte e pesado de cigarro, óleo e gasolina. A cara da Mari dizia tudo, nem precisava perguntar o que ela tava sentindo.
Júlio desligou o motor, se virou e olhou de novo pra Mari, me encarou com preguiça e disse:
J: Venham, vizinhos, entrem, entrem. Fiquem à vontade que tá fresco pra cagar! Como tá a juventude que sai pelada pra farra, hein.
A: Não, obrigado, não precisa, a gente vai.
M: É, sério, Júlio, abre aí que a gente vai.
J: Não vou abrir o portão.
A: Como é?
J: Tá chovendo, vizinho, venham pra dentro e saiam pela porta do lado, jejeje.
M: Ahhh, ah, ok, ha...
Virei pra minha mina e cheguei no ouvido dela pra sussurrar:
A: Esse tá doidão, o que ele fumou?
M: Não sei, Agustin, quero chegar em casa e tô a 10 metros, vamos fazer o que ele diz.
A: Porra, ok, ok.
Júlio tava na porta da garagem que liga com a casa, esperando a gente com um braço apoiado no batente.
J: Vão entrar ou vão dormir aí? hahaha
A: Sim, sim, a gente entra, obrigado.
Acho que nem preciso falar mais nada. explicar pra elas o que era a casa. Já sabendo o que era o carro e a garagem, dá pra imaginar o resto.
Entramos e o velho não saiu de perto da porta, então no começo olhei pra ele com nojo, esperando que se mexesse. Nem preciso dizer que não fez nada e ficou com o braço apoiado; então tive que passar raspando nele e abaixando a cabeça. Quando a Mari teve que passar, o velho chegou um pouquinho mais perto e se esfregou na minha mina.. até juro que vi ele aproximar a cabeça e cheirar ela.
Passamos pela sala e fomos em direção à porta, mas o velho tinha se sentado no sofá. Ficamos um segundo eu e a Mari recalculando e sem entender a situação; até que decidi pegar a maçaneta e abrir. Estava trancada.
J: Desculpa vizinhos, mas.. a corrida deu R$ 12.600, vocês podem me pagar antes de ir?
A: QUE?
M: COMO ASSIM 12 MIL?
A: Cê tá nos cobrando? se veio pro mesmo lugar, literalmente.
J: Nunca falei que dava carona de graça, mano, lembro muito bem de ter dito que uma última corrida não vinha mal.
M: Mas.. mas a gente não tem grana no bolso, tamos cansados. Amanhã juro que sacamos dinheiro e trazemos.
J: Não, não posso. Essa última corrida deixou meu tanque quase no zero e tenho que abastecer amanhã. Não tenho dinheiro vivo, então preciso da grana, guria.
A: Mas por isso, amanhã a gente traz, Júlio, somos vizinhos.
J: Eu trabalho desde as 7 da manhã, mano, não dá.
M: Não pode abrir uma exceção dessa vez, por favor!
J: Cê me complica, Marianita, é meu trampo, meu sustento isso. Não posso sair mais tarde porque perco dinheiro, captou?
A: Dá pra transferir?
J: Não, não sei qual é minha conta, mano. Vocês têm grana ou não têm?
M: Nãão.. puta que pariu não.. não temos, por isso távamos esperando.
A Mari começou a chorar, talvez de verdade, talvez fazendo cena pra ver se o velho se apiedava.
J: Tá bom, gata, não chora mais..
A: Desculpa, Jú..
Ele me interrompeu seco com a mão levantada.
J: Posso fazer um favor pra vocês por desta vez.
M: Ayy, valeu Jul..
J: MAS
A: Mas o quê? Se amanhã a gente traz o dinheiro
J: Mas como sou um bom vizinho, podia até dar a viagem de presente.
M: Sério?
J: Sim, claro.. mas antes vocês têm que me ajudar numa coisa.
A: Ajudar em quê?
J: Cê tá linda hoje, Marianita, hein. Se vestiu assim pra sair com teu namorado?
M: Hã?
J: Gostei desse negócio de renda, o que é?
M: Ahh.. é um.. body.
J: Um o quê? um body? que porra é isso?
A: O que o senhor quer que a gente ajude? Não tô entendendo, Júlio, pelo amor.
J: Olha, vou ser direto. Se a Marianita der um desfilezinho e fizer o que eu pedir por 10 minutinhos, eu dou a viagem de graça.
A: Qual é a sua, seu velho tarado?
J: Cala a boca, mano, que com dorminhoco eu não falo
M: Desfile?
J: É, caminha um pouquinho de lá pra cá e balança essa prateleira aí que eu quero ver
Mari apertou os punhos e começou a andar. Eu não entendia nada, olhei pra ela com raiva e incredulidade, esperando uma resposta, mas só recebi um olhar fulminante dela. Entendi tudo, queria se livrar logo disso e ir pra casa, onde com certeza me esperava uma puta confusão e vai saber se ela não terminava comigo ali mesmo.
Eu também apertei os punhos e os dentes, enquanto olhava pra todo lado pra ver o que podia usar pra jogar na cabeça daquele velho, caso ele quisesse partir pra briga.
J: Tira o casaco, Mari
A: Mas que porr..
M: Chega, Agustin
A: Mas Mari..
Minha namorada virou de costas pro Júlio e foi abaixando a calça devagar, enquanto rebolava disfarçadamente. Ela quase tava dando um show pro velho e eu não podia fazer nada. Pra piorar, ver ela agir assim tava me excitando e eu não entendia por quê.
J: Assim, Mari, como combinamos
A: Que combinação?
J: Deixa ela fazer
Mari ficou só de body, por baixo tinha uma tanga preta super pequena, com tirinhas finas nas laterais e um triângulo minúsculo que sumia na raba. Tava de parar o coração, meu pau reagiu e quando me toquei, me dei conta que a pica do velho tarado também. Dava pra ver um volume grande e isso me deixou puto também.
M: Já deu? Você conseguiu ver bem minha bunda, era o que queria, não?
J: Parecia que isso tava aparecendo, vizinha. Gostei de como saí na rua, hein.
M: Já podemos ir?
J: Não, mas isso tá só começando, Mari.
M: Como?
A: Como assim só começando?
J: É, pra viagem ficar quitada...
Ele foi dizendo isso enquanto enfiava a mão na calça e pegava no próprio pau.
J: Marianita tem que me ajudar com isso.
O velho tirou uma pica grossa e inchada e balançou ela na nossa frente. Na hora, bateu um trovão lá fora e as luzes da casa piscaram, parecendo cena de filme de terror.
M: Eu não vou fazer nada...
J: Vocês têm que me pagar a viagem, é assim que é.
A: Não, isso tá saindo do controle, minha namorada não vai te ajudar a fazer nada.
J: Olha, foi ela quem falou, amigão.
Olhei pra Mari buscando aprovação no que falei, mas ela tava calada olhando pra pica do velho. Não podia acreditar, por que ela tava fazendo isso? Era por vingança? Pelo que eu falei e pela briga na rua e porque tratei ela como um pedaço de carne, segundo ela? E o velho, o que ele tava fazendo então? Por que ela continuava olhando pra pica dele?!
M: Não vou chupar a pica dele não.
J: Só precisa me ajudar, Marianita.
Mari me olhou com ódio, chegou perto do meu ouvido e falou:
M: Tudo isso é culpa sua, por ser um punheteiro, por estragar minha noite e me tratar como uma puta que só serve pra foder.
A: Mari, para...
Minha namorada se aproximou do velho, ajoelhou e pegou na pica do Júlio.
M: Melhor que com isso tudo fique quitado, velho.
J: Uhh, sim, vizinha, isso...
Mari começou a bater uma punheta pro nosso vizinho, focando na cabeça da pica.
J: Mmm sim, Mari. M: Cê gosta assim?
J: Perfeeeeito, sim.
M: O Julio tem uma rola bem grossa, não tô acostumada com isso (e me olhou).
J: Jeje, vizinha, cê comendo bucetinha minúscula e aqui tem um baita pedaço.
A: Mari...
M: Tô sentindo ela inchada, já vai gozar?
Juro que vi a Mari morder o lábio quando falou isso e a outra mão dela tava num peito. Será que ela tinha se excitado? Não podia ser, já não entendia nada.
J: Já tô pertinho, vizinha, sim, sim.
M: Goza, Julio, quero ir pra casa, goza, por favor.
J: Só mais um pouquinho e já era, neném.
M: Velho tarado punheteiro, era isso que queria que eu fizesse, né?
J: Sim, tava morrendo de vontade, tava morrendo.
M: Faz meses que vem se masturbando só imaginando isso?
J: Todo santo dia.
M: Aproveita porque é a única vez na sua vida, pode morrer antes de acontecer de novo.
J: Jeje, mas morro feliz... uhh, já tô, Marianita.
Eu não saía do meu espanto, minha namorada tava masturbando o vizinho velho tarado e sujo que a gente tanto xingava e zoava. Não só isso, como tava falando putaria pra excitar ele e se tocando nos peitos.
J: Continua, Marianita, continua, continua que vai sair, continua.
M: Goza, Julio, goza pra vizinha, goza.
Aí o velho fez uma coisa que me irritou: levantou de repente, tirou a mão da Mari da rola e começou a se punhetar, bufando e grunhindo na cara da minha namorada. Ela passou a mão no cabelo pra trás, baixou um pouco o body e aproximou o rosto da rola do velho.
J: Toma, neném, toma.
M: Dá pra mim, Julio, essa eu mereci.
O velho começou a se masturbar mais devagar pra gozar e, na hora, jorrou na cara da minha namorada, que, ao sentir o primeiro contato do esperma, abriu a boca e, pra minha surpresa, recebeu uma porrada bem grossa na língua.
J: Siiii M: Hmm, que delícia de gozo, Julio
Por causa da situação, eu desmaiei e tive que me apoiar na porta. Acordei desorientado e achei ouvir uns barulhos que pareciam uma chupada de pau, mas pensei que era sonho e apaguei de novo.
Quando finalmente abri os olhos, ainda estava na casa do Julio. Nem ele nem minha namorada estavam no quarto, então gritei por eles. Ninguém me respondeu e eu não entendi o que tinha acontecido — foi tudo um sonho? Eu capotei e dormi aqui jogado no chão?
Achei ouvir barulhos na garagem e vi a luz do dia entrando pela janela do portão, iluminando o quarto. Pra minha surpresa, levantei a vista e vi, agarrada no volante com a porta aberta, a Mari sendo bombada pelo Julio.
M: Ahh ahh ahh, véio, tu não para não, já é o 5º que você goza em mim J: Marianita, a gente tem que aproveitar... esse bum come mais que eu hehehe
12 comentários - El vecino tachero se cobra el viaje