Meu filho me pegou sendo comida por um negro pt3

A última parte que contei pra vocês foi como depois que o José gozou nos meus peitos, eu, toda puta no cio, sentei na pica dele pra foder de novo. Subi até ficar de costas pro José e deixar minha bunda na altura da pica dele, o José me diz com voz baixa: "Mami, levanta um pouco". Eu obedeci, levantando enquanto o José guiava a pica dele pra minha buceta, que fui descendo devagarinho até conseguir enfiar toda aquela pica. Já com a pica dentro de mim, comecei a cavalgar o José um pouco mais devagar pra não fazer barulho, sentia que a pica do José não estava completamente dura já que ele tinha gozado antes, mas mesmo assim estava uma delícia. Fiquei cavalgando e cavalgando o José por mais de 5 minutos enquanto ele tinha as mãos na minha cintura, me guiando a cada subida e descida até que ele apertou minha cintura com um resfôlego, mostrando que tinha gozado de novo. Ele tirou a pica da minha buceta e me afastou, sentando ao lado na cama. O José, que ficou deitado depois de vários gemidos, levanta o abdômen e, puxando-me pelos ombros, me deita com os peitos pra cima pra começar a chupar meus peitos enquanto baixava a mão pra minha boceta. Começou a acariciar meus pelos e a passar os dedos por toda minha vagina até que enfiou dentro pra começar a me masturbar. Eu encolhia e apertava as pernas pela sensação maravilhosa que estava sentindo, me aproximei do rosto dele pra beijá-lo enquanto ele continuava me masturbando cada vez mais forte. O José, nesse momento, meteu outro dedo e agora eram dois dedos me fodendo. Senti um prazer inexplicável, não sabia como reagir: mordia o lençol, beijava ele, mordia meus dedos, tapava a boca pra não gemer alto até que não aguentei mais e, soltando um gemido abafado, gozei de novo.Meu filho me pegou sendo comida por um negro pt3Depois dessa rápida sessão de sexo, ficamos deitados um ao lado do outro para dormir o que restava da noite. Ao amanhecer, meu filho, por costume, tinha que acordar cedo para ver seus desenhos, então fiquei sozinha de novo com José, que ainda dormia ao meu lado, completamente nu, com o pau mole de lado. Acho que na hora que meu filho saiu do quarto, me levantei para preparar o café da manhã para ele e para o José. Saí de novo como na noite, só de roupão, sem nada por baixo, preparei o café, sentei meu filho para comer e fiquei lá até ele terminar. Já tinha passado um tempo e não havia sinais do José. Levei meu filho de volta para a sala para ele continuar vendo os desenhos e, enquanto trocava o vídeo, ouvi a porta do meu quarto abrindo. José saía do meu quarto com passos silenciosos e fazendo sinais de silêncio, mas o que chamava minha atenção era que José saiu nu de novo do meu quarto, sem pudor, com destino ao banheiro, sem tentar se cobrir ou se esconder atrás de algo. Em vez disso, ele segurava o pau, que estava completamente duro de novo, e o acariciava enquanto sorria para mim. Assim que José entrou no banheiro, deixei meu filho e caminhei até lá. Na porta do banheiro, ouvi José urinando, aquele som que sempre achei nojento, mas com ele me parecia excitante. Esperei José sair do banheiro e, assim que ele abriu a porta, agarrei sua mão e o guiei de volta para o meu quarto.vadiaEmbora o caminho até meu quarto fosse bem curto, foi tão excitante passar atrás do meu filho com um negro completamente pelado. Já dentro do quarto, começamos a nos beijar até cairmos na cama. José passava as mãos por todo o meu corpo enquanto eu também acariciava suas costas musculosas. Nesses movimentos, ele levantou meu roupão, deixando minha bucetinha bem à vista, já toda vermelha de tanto sexo, e com um empurrão, José enfiou toda a sua rola em mim. Nessa posição, só consegui levantar um pouco as pernas nas laterais do José para ele começar a me comer com força. José estava como um touro, me fodendo, me fazendo gemer e gemer a cada investida, me comia com a mesma força da primeira vez que transamos. Entre beijos, ele só dizia: "Você gosta do seu café da manhã?" "Pede pra eu te comer" "Você gosta de sexo matinal?" Eu só gemia, gemia e gemia sem levantar muito a voz, mas também respondia: "Me come, me come mais forte, mais forte" "Que rola negra gostosa, aaa". Ficamos uns 10 minutos nessa posição até que, nos impulsos, José se afastou do meu corpo e tirou a rola para gozar nos meus pelos... Depois da gozada, José ficou de pé enquanto eu ainda estava deitada, exausta e ofegante. José me diz: "Que buceta gostosa" "Pode limpar minha rola?" Eu afirmo com a cabeça e ele se aproxima, colocando sua rola na minha boca. Reagi chupando primeiro a cabeça e passando a ponta da língua no buraquinho de onde saía seu gozo gostoso. Não tentei enfiar toda a rola, mas passei a língua por toda ela, sentindo o sabor da sua rola e dos meus fluidos combinados. Ele não deixou eu chupar por muito tempo, agarrou a rola e começou a bater nos meus lábios e bochechas com ela enquanto dizia: "Que delícia" "Aaaa" "Aaa".VoyeurDepois disso, conversamos um pouco sobre como havíamos nos divertido e como manteríamos o segredo para poder repetir quantas vezes quiséssemos (e adianto que foram muitos encontros que tivemos depois). Também planejamos como ele sairia do meu apartamento, e o mais difícil: como sairia do quarto sem que meu filho o visse, mas não havia problema com o prédio, já que o porteiro do condomínio era amigo dele. Quanto ao meu filho, enquanto José se vestia, saí primeiro para ver o que ele estava fazendo, e o encontrei dormindo no sofá. Então disse ao José para sair rápido e comer alguma coisa. O café da manhã foi rápido e normal, e toda vez que nos olhávamos, dávamos risada, até ele terminar de comer. José se despediu de mim com um beijo rápido, dizendo que havia passado a melhor noite da vida dele, e eu respondi algo parecido.

Assim que ele saiu do meu apartamento, comecei a limpar a cozinha e lavar a louça, sem conseguir parar de lembrar das sessões intensas de sexo. Entrei no banho e fiquei quase uma hora me ensaboando e limpando para tirar o cheiro de sexo que eu exalava. Quando terminei de tomar banho, me olhei no espelho como na noite anterior e comecei a rir, pensando que havia deixado meu lado de dona de casa para me transformar numa putinha por uma noite. Naquele dia, não saí do apartamento de jeito nenhum, só andei de roupão pela casa, passando creme no corpo e me massageando para disfarçar os chupões que o José tinha me deixado.mamaNos dias seguintes, eu conversava com o José por telefone, entre papos normais e putarias que me deixavam com tesão, a ponto de eu me masturbar assim que a ligação terminava, porque não aguentava ficar molhada e com a buceta vazia. Ao longo dos dias, fui virando uma putinha promíscua, porque a semana toda depois da noite de sexo com o José, nossas ligações viraram sexo telefônico. Com o que ele me dizia, eu beliscava meus mamilos, metia os dedos e gemiamos juntos na ligação, enquanto ele também se masturbava e ofegava. Se estão se perguntando por que o José não vinha ao meu apartamento me comer, era porque meu filho mais velho veio passar uns dias comigo, já que o pai dele viajou, e também tínhamos combinado que, se fôssemos nos encontrar, seria nas noites em que o amigo dele fosse o porteiro, ou nos dias em que ele vinha fazer manutenção na piscina ou algum serviço para meus vizinhos. Assim passamos duas semanas com ligações e punhetas virtuais. Eu não aguentava mais o tesão, queria o pau do José na minha boca ou na minha buceta, e não podia porque o bicha do pai dos meus filhos não voltava, e meu filho ficava o tempo todo em casa. Mas um sábado, ele veio checar a piscina e podar as árvores, então desde a noite anterior eu e o José combinamos o que faríamos para ficar um tempo sozinhos. De manhã cedo, levei meus filhos para a piscina, e eu coloquei um short curto sem calcinha e uma camisola branca de praia. Então, num descuido dos meus filhos, escapei e fui encontrar o José na sala das bombas, sem que meus filhos ou algum vizinho me vissem. Lá, o José me jogou na cama e começamos a nos beijar e acariciar descontroladamente. Nos beijamos de língua enquanto dizíamos "senti sua falta", "estou com tesão", "meu pau está duro", "quero te comer". O José começou a beijar meu pescoço enquanto eu abria a calça dele para começar a masturbá-lo. Meti minha mão na cueca dele, sentindo seu pau tão duro que, por instinto, quis me abaixar para enfiá-lo na boca. Mas eu ia falar, mas José me segurou dizendo "não tem tempo" "quero te comer agora". Ele me virou, me encostou numa bomba, levantou meu roupão, puxou meu short para baixo e se agachou para passar a língua duas vezes, do meu grelo até meu cu, acompanhado de um cuspe no meu grelo. Depois se levantou e enfiou de uma só vez o pau dele. Ele começou a me comer rápido nessa posição, eu sentindo o que tanto queria: o pau dele entrando e saindo do meu grelo, que estava o mais molhado possível. José ofegava e ofegava, enquanto eu só aguentava gemer alto.

Ficamos assim transando um tempo, até que ele disse: "Não quero gozar". Eu respondi: "Não, me dá mais forte", "me fode mais", "me fode mais", "quero seu pau". José não me deu ouvidos, tirou o pau da minha buceta para se masturbar e gozar no chão. Eu fiquei muito puta e subi meu short de uma vez, já que tanto tempo esperando para uma sessão tão curta. José, me vendo irritada, me puxou e disse: "Desculpa, gata, mas não temos muito tempo", "é só um rapidinho", "te recompenso outro dia". Eu continuei irritada e saí do quarto.

Fui para a piscina e meus filhos, me vendo chegar, perguntaram onde eu fui. Só disse que fui ao banheiro e eles continuaram brincando na água. Eu continuei puta e, pior ainda, mais tesuda, já que senti o pau do José, mas por pouco tempo... Não tive outra alternativa quando subi para o meu apartamento a não ser me masturbar no chuveiro, lembrando da noite inteira de sexo que tivemos antes e daquela sessão de sexo tão gostosa, embora curta, na piscina.

Vendo a recepção que esse relato tiver, verei se continuo escrevendo mais dessa história, saudações. Não sou profissional escrevendo e não pretendo me tornar uma. Se não gostaram, não leiam e também não deem conselhos que não pedi KKKKK, Obrigada....

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