Mocosos Rebeldes #5

Não posso negar o imenso prazer que isso está me dando... por favor não... aaaa... por favor não deixa esse ser o último orgasmo". O rosto dela permanece imóvel, mas as coxas e pernas tremem. Ele sente a buceta dela se apertando em volta do pau enquanto ela goza em cima dele. Ver isso foi difícil de aguentar. Ahtil esperava não ter perdido para ele, que de repente ela revelaria que ainda tinha aquela raiva fervendo e que bateria nele ainda mais forte do que antes, talvez deixando-o caído no chão onde não pudesse mais foder. Em vez disso, o árabe só viu a anã gozar no pau dele só de penetrar. Tão cedo, ele já tinha percebido que ela queria isso tanto quanto as outras garotas, e que a fantasia dela de vingança na vida real foi acelerada e depois interrompida. A satisfação que ele teve ao ver a pirralha colocada no lugar dela sumiu completamente no momento em que a irmã se submeteu a ele. "Por favor, não deixa minha hostilidade anterior te impedir de me foder o mais forte que puder, eu te encorajo..." "Continua olhando, seu árabe filho da puta, parece que sua irmã mais velha adora meu pau mais grosso!" Ele diz com uma risadinha. Depois de chegar ao colo do útero dela, ele começa a meter para dentro e para fora. A bunda gigantesca dela começa a balançar para cima e para baixo. O prazer que ela sente se multiplica e ela começa a soltar gemidos mais monótonos. Uma das mãos dela se estende para agarrar a coxa enorme e cilíndrica dele enquanto ele a penetra. "Estou adorando que você vai tão rápido, por favor continua nessa velocidade, ou... aaaa... mais rápido se você acha que aguenta". Ela pede. A cabeça do homem aparece por trás de uma das tetas enormes dela para sorrir para Ahtil, esfregando na cara dele que está fodendo a irmã logo depois de foder a namorada e a avó dele. "Seu pau... é muito maior que o dos meus irmãos...", ela comenta. Ela acha que é o suficiente para que ele não ouça, mas Ahtil escutou. Isso só joga sal na ferida, a última coisa que ela precisava ouvir era mais comparações de paus. Por causa do quão apertada a buceta dela está em volta do pau dele, ela leva a mão até a própria buceta pra abri-la com dois dedos. Ela se escancara pra caralho, mostrando sem vergonha o quanto precisa do pauzão branco dele. O anão levanta a coxa dela mais alto pra Ahtil poder ver, esperando se sentir humilhado como sempre. "O tamanho menor do meu irmão significa que minha buceta não tá acostumada com seu pau largo. Olha só como fica quando eu estico com meus dedos..." Ele começa a foder ela de novo, num ritmo mais lento que antes. O pivete levanta a cabeça pra começar a beijar ela. Ele coloca a boca na dela e ela abre como se fosse porta automática de loja. A língua dele desliza direto pra dentro e se aprofunda na hora, brincando com a língua dela e babando tudo. A língua dela age bem passiva, se mexendo um pouco mas deixando ele fazer a maior parte do trabalho. Ela continua soltando gemidos na boca dele enquanto ele fode, com os olhos fixos nos de Ahtil. O touro tá dando um contato visual intenso, onde ela quer desviar, mas sente como se as pupilas estivessem acorrentadas no lugar, forçadas a testemunhar a visão dolorosa. Os olhos e músculos do rosto dele ficam imóveis o tempo todo, mostrando desinteresse por fora e contrastando com a luxúria interna que cresce pelo homem branco. Ele joga a cabeça um pouco pra trás, a baba escorre pelo travesseiro enquanto continuam se beijando. "Não liga pra gente se divertir na sua frente, perdedor. Fica aí e chora, só não enche o saco da sua irmã preciosa!" O pivete fala num tom debochado. As línguas deles se deslizam perfeitamente uma na outra enquanto a saliva dos dois é compartilhada generosamente. O beijo parecia muito mais apaixonado do que qualquer um que Ahtil já tinha trocado com ela. Ele achou que era só por causa da atitude fria dela, mas a certeza de que outro homem podia fazer melhor que ele bateu com força. "Parece que você também beija muito melhor que meu irmão, tá me deixando com muito tesão..." O anão interrompe o beijo e enfia a cabeça no lugar confortável entre as tetas suculentas e tremendo dela. Começa a foder ela muito mais rápido, aumentando o ritmo devagar que tava enquanto beijava. Isso faz ela começar a gemer de novo, Ahtil não consegue ver o rosto dela, mas consegue ver o saco de bolas do homem branco, que era grande igual a cabeça dela, subindo e descendo no ritmo da bunda gorda dele. "Mmm, valeu por foder ela tão gostoso, seu filho da puta! Isso aqui é basicamente uma buceta virgem, tá uma delícia no meu pau grosso!" Diz o anão. A cama range, lembrando Ahtil da putaria e das porradas que a outra irmã dela levou não faz muito tempo. Igual com ela, uma sensação de desespero aparece como um peso no peito. A irmã mais velha dela foi a salvadora, o raio de luz num vazio de se sentir insuficiente, humilhada e rebaixada. Mas ela só se juntou naquela escuridão, ajudando a espalhar ela por todo lado e a consumir tudo devagar. "D-De vagar" ela pede, gaguejando mas sem nenhuma vergonha, igual um robô que falha ao converter texto em fala. "P-Por favor, vai mais devagar... aaaaa... senão meu irmãozinho... não vai conseguir entrar em mim de novo..." Ela pergunta. Ahtil não se sentiu tão ferido por essa declaração quanto pelo resto, e naquele momento ele já tava esperando por isso. O que é muito pior é o sorriso debochado que o anão dá pra ela ao ouvir isso tantas vezes. Parecia que a família dele amava ele o suficiente pra falar essas coisas, mas apesar de ela já ter mostrado como podia dominar ele fisicamente, não fez nada. Se quisesse proteger a buceta dela pra ele, podia forçar o homem a sair e depois deixar ele no chão, machucado e implorando pra ela até que ele para enquanto chora. Até a mente divagar sobre o porquê, tentando evitar as possibilidades que doem de pensar. "Comparado com minha avó e a namorada dela, minhas... aaa... paredes vaginais são mais duras. Também são mais elásticas e um pouco mais espaçosas..." Ela diz enquanto ele continua fodendo ela, só um pouco. Um pouco mais devagar para se adaptar ao pedido anterior dela. A mão na coxa dela sobe para bater numa das enormes nádegas dela, mandando uma onda por toda a bunda e coxa. "Tenho certeza que você tá adorando isso, seu bastardo árabe! Quer dizer, deve estar, pelo jeito que você tá aí parado sem fazer nada!" Ela provoca Ahtil. Igual às outras pessoas que ela ama e que foram colonizadas recentemente, parece que ele não consegue fazer nada. Ele só fica ali como uma estátua, completamente imóvel e sem resistir de jeito nenhum, nem verbalmente. Quem olhasse de fora acharia que é uma sessão de chifre consentida e que Ahtil tá entregando todas as mulheres dele de boa vontade pra esses dois anões; não é que ele tá tão intimidado pelas pirocas enormes, pulsantes e sem circuncisão deles que congela completamente. Cada vez mais a capa do prepúcio começa a se desenrolar dentro dela enquanto ele fode, fazendo ela soltar mais gemidos frios. "Seu prepúcio desce mais enquanto você me fode. Por favor… aaa… por favor fica à vontade pra continuar pra ele descer mais e você sentir mais… Essa é uma sensação muito nova pra mim, já que meu irmão não tem prepúcio nenhum…", ela diz. "Ouviu isso, perdedor? Até sua irmã ama meu prepúcio! Sua porra de família toda é viciada! Caralho, vocês, bastardos árabes, levam suas mulheres a esse ponto!" Ele pergunta retoricamente, rindo no final. Tinha certeza que mesmo depois de terminar com a irmã dele, o que restasse da outra família dele também ia elogiar o prepúcio, o queijo e o tamanho irrealista dele. "Minhas entranhas tão se mexendo... aaa... reflexivamente para espremer seu sêmen. Aproveite para gozar dentro dessa... aaa... buceta especialmente projetada para chupar sêmen de pica..." Ela diz. Apesar de falar como uma espécie de IA sexual que ainda não teve um módulo de voz desenvolvido, o que ela diz é atraente. Isso excita muito o moleque e o leva a empurrá-la ainda mais rápido, seus grunhidos e gemidos aumentam em frequência e volume, proporcionalmente à sua agilidade. No entanto, ele se certifica de não ir num ritmo tão rápido que não consiga ser consistente, garantindo com amor que ela ainda esteja aproveitando. Ela sente a respiração quente dele entre os peitos do tamanho de uma cidade enquanto ele enfia a pica dentro e fora dela. Ela acha que ele merece sentir mais prazer, então começa a empurrar o quadril contra ele. Enquanto ele enfia a pica safada, os quadris dela empurram de volta sincronizadamente para ajudá-lo e fazer com que ele penetre mais fundo facilmente. Ele consegue ir muito mais rápido com isso e fica excitado o suficiente para não conseguir mais se segurar. Como se fosse um animal, a pica larga dele, que rasga a buceta, começa a devastar o interior apertado dela numa velocidade alucinante. Os dedos dele mal conseguem manter a buceta dela aberta, muitas vezes escorregam e precisam voltar rapidamente. Os peitos monstruosamente grandes dela balançam para cima e para baixo rápido o suficiente para Ahtil ver o rosto dela aparecendo entre os peitos. Ela olha para ele fodendo ela com força, observando para garantir que ele esteja se divertindo. "Você está me fodendo muito mais rápido que meu... aaa... irmão, é bem impressionante..." ela comenta. A voz dela não tinha emoções. Não houve maldade nisso, mas a falta de culpa ou remorso visíveis só tornou tudo mais doloroso. Ela disse como uma verdade objetiva: ele era melhor que o irmão dela. A namorada de Ahtil, as duas irmãs dela e a avó concordaram, e se ele não acreditasse, sabia que estaria mentindo para si mesmo. "Por favor, continue aproveitando o sexo sem camisinha por agora..." "Vou entrar aí mesmo! Vou enfiar meu pau direto no colo do útero e esticar até o fundo!" Anuncia com orgulho, ainda indo incrivelmente rápido com muita força em cada golada do pau dele. "Por favor, não... aaaa... entra no meu colo do útero..." De um jeito bem incomum, a irmã não explica por que diz isso. Ela mesma não tinha muita certeza do porquê hesitava. Se tentasse explicar, teria a ver principalmente com a sensação de que deixá-lo entrar ali deixaria claro que ela realmente está traindo o irmão dela. É um sentimento desconfortável, ela ainda amava ele, afinal. Outro fator que contribuiria seria o medo instintivo dela de que algo tão comprido, grosso e poderoso entrasse tão fundo na buceta dela, mesmo sabendo que ficaria tudo bem. "Vamos ver se você muda de ideia sobre isso!" Diz o moleque num tom levemente ameaçador. A ponta dele localiza o ponto G dela, como uma águia localiza a presa pequena no chão para poder pegá-la e voar com ela. Vai naquele ponto exato, pega a presa dele e depois volta repetidamente para ela a cada empurrão do pau gigantesco dentro dela. "Não mudo de ideia sobre... aaa..." Ela tenta protestar, mas os próprios gemidos interrompem ela. Até uma rainha fria, Coodere, gelada como ela, não consegue se segurar quando os moleques cortam a gordura e focam só no que dá mais prazer pra eles. Ele destilou a experiência sexual só nas partes que ela gostava e focou completamente nisso, com pouco esforço pra ele. Os gemidos dela continuam sem emoção e confusos, mas ficam muito mais altos. Os olhos dela se viram pros olhos de Ahtil de novo, congelando ele no contato visual novamente, planejando manter ele ali pelo resto da sessão. O rosto dele é uma mistura de emoções: maior parte orgulho, mas também raiva. Como se estivesse puto por ele ter tocado alguma vez nas mulheres árabes que ele acredita serem grandes e grossas. brinquedos de prazer, ela achava que na verdade só pertenciam a ele. A mudança repentina é um grande choque para a irmã mais velha de Ahtil. Ele ter batido no ponto G dela foi algo que ele fez só por acidente, ser atingida deliberadamente, mesmo que uma vez, já a faria se sentir incrível, mas uma e outra vez com uma consistência tão precisa inunda o cérebro dela com êxtase e alegria que só aumenta o padrão dela para o sexo. Muito mais alto. Mais alto do que ela jamais poderia alcançar. Por causa do grande choque, leva só alguns minutos para ela gozar no pau do homem. O corpo dela treme como antes, mas dessa vez muito mais; agora até os peitões dela balançam junto com as coxas grossas e a bunda grande o suficiente para alimentar dez pessoas. "Porra, parece que sua puta adora isso! Sei que você nunca fez ela gozar assim antes, seu perdedor árabe de pau pequeno!" O moleque zoa Ahtil. "Caralho, adoro a buceta dessa gostosa! É tão boa e apertada!" "Obrigada... por... aaa... mudar... minha... opinião..." Ela diz entre algumas respirações pesadas e gemidos. "Peço desculpas... pela minha... hesitação anterior, parece que... minha buceta decidiu... por mim... Fico feliz que você esteja gostando. Recomendo gozar enquanto tenta enfiar... no meu útero..." Ela diz praticamente implorando, considerando como ela falava normalmente. Ele começa a enfiar o pau dentro do útero dela enquanto a fode. Isso faz os dois gemerem ao mesmo tempo. Ele continua olhando para Ahtil enquanto a fode, o pau fedorento dele esmaga o interior de um dos lugares que o homem árabe mais valoriza. Ela não consegue parar de olhar para o nariz ensanguentado do homem: um lembrete de como ele conseguiu transformar uma situação em que as probabilidades estavam contra ele, em uma onde ele manda e decide o que acontece, e decide que vai foder a mulher gostosa e gozar dentro dela. "... Já vai terminar? Tá bom, não me importa... aaa... por favor, vai fundo." Ela diz enquanto ele fode ela rápido e forte. "Me segura firme... aaa... me abraça, e... aaa... goza como se tivesse me conquistando." Ela incentiva ele. Ahtil ficou surpreso com o quão puta ela conseguia soar com uma voz tão fria, e embora pro cara fosse foda ouvir aquilo, pra Ahtil era uma merda. "Porra, você tá tão desesperado pelo meu leite! Nunca ficou tão excitado com uma porra do seu irmãozinho árabe, né?" Ele pergunta enquanto continua encarando o corno. "Nunca fiquei." A pergunta era retórica, mas ela responde mesmo assim. Só joga mais sal na ferida já infeccionada e insuportavelmente dolorosa que ele levou desse rolê. Logo, o moleque começa a gozar dentro dela. Ele quase para de se mexer, empurrando só um pouquinho enquanto a ponta do pau dele jorra uma enxurrada de leite grosso e denso pra dentro da buceta dela. Mas ele sabe que ela tá desesperada. Na real, ele não enfia o pau até o fundo do útero dela, como ela quer. Pra provocar, ele deixa o pau bem na entrada, longe o bastante pra mal entrar a porra dele. "...Parece que você não consegue me ouvir. Vou repetir... aaa... por favor goza enquanto... aaa... enfia sua cabeça dentro do meu útero..." Ela implora num tom esperado, robótico. Ele não aguenta mais, o moleque enfia o pau direto no colo do útero, empurrando todo aquele mar de esperma quente pra dentro com força suficiente pra fazer um pouco vazar pra fora, antes do pau dele começar a inundar muito, muito mais. As pernas dela tremem com o orgasmo tremendo que varre o corpo dela, tipo um terremoto de magnitude 9. "Tá bom... você gozou... aaa... Recebi seu sêmen dentro da minha buceta... maravilhoso... aaa... Isso... aaa... é uma satisfação completa... aaaaa... gozar que nem um pistão... aaa... simples assim." Ela também goza, mostrando com orgulho o quão mega porca ela é. é através do gemido ensurdecedor dela e do abraço forte nas costas dele enquanto ela o apertava com força. O moleque se certifica de manter o contato visual penetrante com Ahtil, mesmo enquanto range os dentes por causa do orgasmo que derrete a mente. Depois de descansar um pouco na cama e ficar olhando por um bom tempo, o moleque tenta sair. Ele espera bastante dificuldade com o aperto das entranhas dela... mas não consegue tirar, por mais que tente. "Se não se importa, seria útil se você pudesse colocar seu peso nele e jorrar ainda mais sêmen...", ele pergunta com toda a educação. Ela estava pronta para deixá-lo ir, mas a necessidade frenética de sentir mais porra dentro dela deu a ele toda a motivação que precisava para continuar. Ele dá um beijo rápido nos lábios grossos e bobos dela antes de começar a bombear o pau enorme dentro dela, continuando implacável na velocidade. Ahtil sabia que se fosse agora para outro cômodo, se sentiria menos miserável. A dor não iria passar, mas melhoraria só um pouquinho, embora perceptível. No entanto, ela só precisava continuar olhando. O moleque dominou o árabe só com o olhar e o obrigou a assistir quando Ahtil soube que o anão podia continuar por mais algumas cargas. "Isso... aaa... como se você estivesse tentando moer e esmagar... aaa... isso. Foca toda sua mente... aaa... no seu pau..." Ela vai dando os passos, como se fosse uma boneca com instruções de como fazer ele sentir o maior prazer possível. Ahtil conseguia ver através da casca das palavras dela e perceber que ela nunca queria deixar o moleque se retirar e sentir muitas outras cargas de porra caindo dentro dela. "Você não... aaa... gozou o suficiente?... aaa... por favor usa minha... aaa... buceta para apertar... seu pau até... aaa... o fim. ... Meu útero já tá... aaa... cheio, mas eu... aaa... não ligo se você usar... aaa... usa até sua porra transbordar..." Ela diz isso enquanto os estalos e Os movimentos da cama, junto com o som do rabão dela batendo, eram altos o suficiente pra dificultar a Ahtil ouvir ela falar. O anão com certeza já tinha planejado encher o útero dela até demais, não precisava da sugestão dela. Só alguns segundos depois que ela falou, o pau dele jorra outra leva de geleia de esperma fermentando. O tamanho da carga era quase 5 litros, o que realmente botava o interior dela à prova pra ver quanto aguentava. Mas ele ainda não terminou. Ele vai levar o que ela disse ao pé da letra e vai usar a buceta dela até os tanques enormes dele estarem completamente vazios da porra que mora dentro. Logo depois de soltar a última leva, ele continua fodendo a buceta dela como se nada tivesse acontecido. O árabe tá preocupado que a cama quebre com o estrago que ele tá fazendo a cada estocada do pau dentro dela. Ele quase sente lágrimas nos olhos quando vê o cara despejar a terceira carga nela. Como se precisasse se convencer ainda mais de que o homem é melhor que o irmão dele, ele mostra que consegue durar muito mais. Ahtil nunca passa da primeira carga, que de qualquer jeito nunca demora mais de 2 minutos pra sair. A luta é ainda maior quando o homem humilhado vê o touro terminar com outra carga, cujo tamanho é só uma poça comparado com as anteriores, mas um oceano comparado com o que Ahtil aguenta nos melhores dias dele. Quando termina, ele finalmente quebra o contato visual e a gente solta o controle intenso que ele tem sobre Ahtil. Ele cai no chão e ajoelha. O corpo dele tava fisicamente fraco depois de ver 4 pessoas que ele ama de coração traírem ele tão facilmente. Ele começa a desejar nunca ter se mudado pra cá enquanto olha pro chão. Só quer voltar no tempo e ficar onde tava antes pra esses dois pivetes nunca terem encontrado o caminho pra dentro e tomado as mulheres dele. Finalmente, o pivete solta ele. Tira a pica. Ainda é uma luta, mas tá mole o suficiente pra ele mal conseguir tirar a pica. Ela deita de costas, com a buceta pra cima e exposta pro irmão dela. Ele adorou ver o buraco enorme, redondo e aberto dela. Que nem um vulcão, entra em erupção com um fluxo constante e aparentemente interminável de esperma grosso. Cada vez que ele pulsa, uma corda de alta velocidade da massa de bebê dele jorra da buceta cheia dela. A quantidade que sai é incrivelmente maior do que o depósito dentro da vagina e do útero dela. Ahtil nem sai do caminho, só deixou muita porra bater nele. Se sente derrotado demais pra fazer algo, preso no ódio de si mesmo pelos acontecimentos recentes. Ele se levanta do chão, todo melado de sêmen. Aceita o fato de que não fez nada pra impedir os pivetes de roubarem as mulheres dele e só observa feito um corno manso. Sai do quarto, com a cabeça cheia de desesperança. Deduz que vale a pena ir até a mãe dele pra ver se ela dá algum tipo de consolo, como sempre faz. Ele imagina que, mesmo que não dê, os pivetes vão chegar nela e transformar ela numa vaca de qualquer jeito. Ele entra no quarto dela, pingando a porra fedida. Vê a mãe dele: ela é a mais gostosa de toda a família. As tetas dela são tão grandes que ela não consegue ficar de frente pra alguma coisa, precisa ficar a uns metros de distância pra acomodar elas. Não consegue abraçar elas com os braços inteiros, nem nenhum sutiã ou roupa; não sem rasgar tudo. A bunda gigantesca dela é outro destruidor de roupa. Qualquer calça que ela veste vira fio dental em segundos depois de colocar. As coxas grossas dela fizeram o trabalho de rasgar a parte de baixo dessas calças, fazendo com que tudo que ela usasse fosse, no máximo, um short. Se ela abrisse as pernas o suficiente, dava pra ver os lábios carnudos da A buceta e o dedo de camelo dela, com a roupa tão colada no corpo que bem que podia estar pelada. Cada vez que andava, a bunda balançava pra um lado, acertando quem tivesse do lado. Muitas vezes também rasgava a calça, deixando ela ainda mais inútil. Ela tinha a vantagem de ter os lábios maiores de toda a família: pareciam dois pares de linguiça se batendo toda vez que ela falava. Era só um pouco mais baixa que a vó, mas ainda assim tão alta que mal conseguia ficar de pé num cômodo que não fosse tão alto quanto o interior de uma igreja. A mamãe se vira, a bunda e os peitos balançando. Fica de boca aberta ao ver Ahtil coberto de porra grudenta e fedida. "Meu Deus! Meu bebê!" Ela corre na direção dele, os peitos balançando na frente do rosto dele e a bunda rebolando.

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