Corria o ano de 2005 na Cidade do México, na época ainda Distrito Federal. Aline é uma linda universitária de 20 anos que adora reggaeton, um gênero musical erótico e vulgar que estava começando a se popularizar. Aline tem um corpo espetacular, uns peitos firmes dos sonhos, uma bunda grande e bem trabalhada, pernas muito bem torneadas, uma barriga chapada e, claro, uma carinha angelical que fazem dessa mulher a perfeição latina e o desejo de qualquer homem. Com essas características, Aline poderia muito bem ser modelo em qualquer clipe de reggaeton.
Ela está cursando nutrição, então com dois semestres já sabe como manter sua figura linda e complementar com treino. Mora em um apartamento alugado perto da universidade, se sustenta com uma mesada mensal dos pais e também trabalha como recepcionista de eventos em uma agência. Aline ocupa o tempo livre para sair pra balada com as amigas. É uma mina de gostos refinados, objetivos altos e uma visão acima do terceiro-mundismo. Uma garota que frequenta os melhores salões da cidade, que se veste sexy mas na medida. Apesar de ser uma jovem muito gostosa, a vida sexual de Aline não é lá essas coisas. Pra começar, ela não é uma mina fácil que sai com qualquer malandro sem futuro. Ela sonha em se mudar pra Miami e casar com um moreno porto-riquenho ou panamenho que lhe dê uma vida cheia de prosperidade e aventura. Por isso, ainda não conhece os grandes prazeres que o sexo pode proporcionar... mas tudo pode mudar de uma hora pra outra.
Era um sábado qualquer e Aline estava no apartamento descansando, assistindo na TV um episódio de "Decisiones de Mujeres", curtindo suas férias, quando de repente recebeu uma ligação da sua chefe.
— Alô... Como assim? Mas eu pensei que estava de férias. Como? Mas por que esse lugar? Isso é o fim... Tá bom, vou estar lá.
Aline estava de férias, mas sua... O gerente avisou que no próximo fim de semana ela tinha que se apresentar numa comunidade carente, num barraquinha de óleo de carro. Ela, que tava acostumada a trabalhar em shoppings e concessionárias, recebeu a notícia de que agora ia ter que trampar num camelódromo de alguma quebrada, num ponto de óleo de automóvel. Algo que, claro, não deu nem um pingo de graça pra ela.
Aline e a equipe da agência chegaram numa caminhonete e num camarim móvel, onde ela e as outras minas se preparavam antes de sair pro evento. Só que dessa vez a Aline era a única edecã, a única que não respeitaram as férias — talvez por ser a edecã mais gostosa da agência e por ser uma exceção pro dono da agência, já que fazia duas semanas que não aceitavam pedidos de eventos.
Aline se maquiou e vestiu o conjunto pro evento, que era só um biquíni preto e umas sandálias de salto preto. Se olhou no espelho e se viu realmente sensual, realmente espetacular.
Aline abriu a porta, olhou pra frente e viu um camelô normal, igual qualquer outro de qualquer quebrada da Cidade do México, só que essa era uma comunidade um pouco mais feia. Aline saiu e começou a andar em direção à barraquinha onde ia trabalhar. Claro que não passou despercebida pelos velhos tarados do lugar, que começaram a gritar todo tipo de vulgaridade na passagem dela: "Fiu fiu", "Mas olha só que mulher", "Mamasota", "Minha rainha", "Gostosa, olha só essas pernas", "Ai mamãe, que vontade de te empinar", "Meu pau já subiu", "Tsss", "Senta aqui no meu colo, coração".
Aline sentia o olhar dos velhos cravado no corpo lindo dela. Se sentia desconfortável no meio de tanto velho sem-vergonha numa comunidade popular, onde não tava acostumada a se exibir. Quase se sentia uma puta vulgar.
Aline tava tão incomodada sendo observada pelos homens que rodeavam aquele camelô que nem percebeu que, a poucos metros dela, dois caras estavam de olho. Em especial, era o verdureiro e o mecânico, o Rouco e o Preto, dois velhos cinquentões, barrigudos, com caras intimidadoras. O Rouco era de pele branca, com cabelos grisalhos, tinha uma tatuagem no braço esquerdo, um homem forte, já tinha sido preso na juventude. O Preto, como o apelido já diz, era um cara de pele bem morena, quase preta. Os dois tinham uns membros de tamanho bem considerável: o Rouco tinha um pau de 18 cm mesmo mole e bem grosso, com uns ovo pendurado, e o Preto tinha um pau completamente preto que vivia brilhando de suor. Eram amigos desde a juventude, quando foram motoristas de kombi. Ainda lembram com humor dos tempos em que estupravam umas mulheres oitentistas que eram bem gostosas dentro daquelas kombis com seus paus enormes e potentes. Assistiam filmes do Alfonso Zayas e Tun Tun, do Alberto Rojas "o cavalo" e tudo que era comédia sexy, e ainda liam os sensacionalistas, "As Trabalhadoras", "Beijo Negro", etc., etc. Ainda tinham a kombi e, mesmo não podendo mais estuprar mulheres, usavam ela pra relembrar os velhos tempos enquanto fumavam maconha.
No entanto, naquela tarde, não paravam de olhar pra linda jovem Aline. Desde que a viram, estavam com os paus bem duros.
— Aí, mano, já viu essa mina, Preto?
— Bucetuda!
— Essa puta já é nossa, Preto.
— Aí sim, Rouco. Essa puta não sai daqui sem provar nossos paus.
— Como nos velhos tempos.
— Vamos perguntar pro seu Macano (dono da banca de óleos) que porra é essa com essa guria. Tem que ir pegando mais informação.
— Isso aí, Preto.
— Qual é, seu Macano?
— E aí, seus velhos sem-vergonha? A que devo a visita?
— Escuta, qual é a dessa edecã, meu bom? Ela é muito gostosa.
— Hahaha, seus velhos porcos. Sim, mano, trouxe ela pra aumentar as vendas. Tenho um amigo dono de uma agência que me deu uma força.
— Ah, não fode. E aí, ela dá? As vendas aumentaram ou não, meu bom?
- Simão, véi, hoje tô vendendo metade do que vendi na semana passada e ainda nem acabou o primeiro dia
- ayy véi, vai ficar mais de um dia?
- Simão, véi, o fim de semana inteiro
- ayy puta, fala pro teu parceiro que depois a gente aluga uma edecã
- simão, essas putas velhas
- beleza
- enquanto isso vai ficar 3 dias, pra vocês darem aquela olhada, seus putos velhos safados
Enquanto se afastavam, o rouco e o negão conversavam
- já ouviu, seu negão? Agora essa puta não escapa da gente
- aí sim
Enquanto isso, Aline se sentia bem assediada, não dançava nem nada, só ficava como um atrativo visual com uma cara de brava metida que a deixava ainda mais gostosa e apetitosa, todo tipo de homem se aproximava pra admirá-la e tirar uma fotinho pra bater uma punheta depois
- O que foi, minha rainha? Por que tão séria? Tá brava? Se quiser, foge comigo pra ver o que é bom, sim ou não, meu amor?
Aline ignorava e não respondia a toda essa parte de propostas de homens loucos por ver uma mulher do tipo dela num humilde mercadão, e até os moleques que iam com as mães ficavam de olho nela e broxavam o pau, olhavam pras tetas, pro rabão, pros pés, pro rostinho bonito, tiravam alguma foto, já tinha dois moleques que tinham se apaixonado literalmente por ela, um gordinho moreninho bem cagado que trabalhava ali mesmo no mercadão, comprou um buquê de flores e deu pra Aline, que só sorriu e deixou o dia mais agradável pra ele, mais tarde um velhinho pachuco se aproximou
- que lindo é o mundo quando seus anjos descem pra alegrar nossa vista
- obrigada
- as que te enfeitam, gata
Aline continuava se sentindo assediada, mas depois do moleque e do velhinho pachuco, começou a pensar até onde sua beleza era capaz de dominar os homens, chamava a atenção de todos, tiravam fotos, faziam propostas indecentes, moleques se apaixonavam por ela e ela percebeu que durante aquele fim de semana era como uma estrela famosa sem nem ser conhecida, e de se sentir desconfortável, começou a ficar excitada involuntariamente, pensava em quantos homens desejavam penetrar sua buceta e não podiam fazer isso pelo simples fato de não terem a permissão dela, ela era o desejo de muitos homens naquela vila e o que pensava não era mentira nenhuma, era realmente o desejo de qualquer um daqueles caras
Já era domingo e Aline estava de saco cheio, 3 dias naquela vila de merda de biquíni e salto alto, e foi aí que aconteceu o inesperado, já eram umas 5-6 da tarde, o pessoal parava de comprar e as barracas começavam a fechar e guardar as coisas quando de repente o coroa e o negão se aproximaram da garota sorrindo, como se fossem fazer alguma merda, fecharam o caminho de Aline, puxaram as picas enormes do zíper das calças e começaram a bater punheta sorrindo, bem perto dela... era o cúmulo para Aline
Mas o que mais a surpreendeu foi o tamanho daquelas rolas potentes, o namorado dela, um moleque de 17 anos, tinha um pau muito longe do que eram aquelas rolas velhas e potentes, Aline estava assustada, se sentia assediada, não sabia se gritava ou não, mas apesar disso sua buceta estava dilatada e molhada por apreciar bem de perto aquelas picas velhas e violadoras enormes, o ato não durou mais de 2 minutos, os velhos se afastaram sorrindo olhando para Aline, sem dizer uma única palavra, ela pensava que eram um par de loucos, mas estava aliviada que finalmente tinham ido embora
Ao terminar o expediente, Aline estava irritada, puta da vida, já tinha se trocado e estava esperando receber o pagamento, esperava receber algo a mais pelo transtorno e pela situação em que a mandaram
- A mesma merda? Fiquei 3 dias nessa vila horrível, de férias, e me paga a mesma coisa?
- Desculpa, regras da empresa
- Quer saber? Me deixa aqui, vou embora sozinha
Aline estava bem Incomodada, a raiva fez ela cometer a imprudência de voltar sozinha pra casa à noite e naquela quebrada de merda, à mercê de qualquer maluco que tivesse dado em cima dela durante aqueles 3 dias que andou de biquíni. Ela tava assustada, olhando pra todos os lados pra garantir que ninguém tava seguindo ela, mas as ruas estavam vazias, o pessoal aproveitava o domingo à noite pra descansar em casa, só tinha uns moleques jogando bola. O objetivo dela era caminhar até a avenida e pegar um busão, quando de repente, de uma das ruas que ela tinha deixado pra trás, uma kombi saiu e começou a andar devagarzinho, seguindo o passo dela.
Aline percebeu a kombi e sacou que tavam seguindo ela, acelerou o passo. Ela tava de jeans justinho, as sandálias de salto preto que tinha usado e uma blusinha preta que chegava até o umbigo, deixando a barriga lisa à mostra.
Aline sentiu medo, começou a correr. A kombi chegou do lado dela e pela janela o coroa apareceu e falou:
— Cê vai aonde, mamacita? Vem, a gente te leva, mas antes a gente te deixa bem fudidinha, hahaha.
Os velhos meteram ela à força dentro da kombi, ela resistiu, mas os caras eram muito fortes. Os velhos logo se pelaram, tiraram a blusa da Aline e as tetonas gostosas dela ficaram à mercê.
— Vai chupar meu pau — disse o negão, empurrando a cara da Aline pro pau preto e suado dele, que só se limitou a chupar e agradar o negão, pensando que assim ele não ia comer ela.
Aline chupava gostosão o pau do mecânico negão. O pau tava bem suado e soltava um aroma e um sabor sexualmente delicioso. Aline sugava o pau deliciosamente, era como se aquele sabor e aquele aroma incitassem a bela mulher a soltar a mulher sedenta de sexo que tinha dentro dela. Os biquinhos dela ficaram duros e a buceta dela se dilatou lindamente.
— Não dizia que não queria, sua puta? Olha só pra você.
Por trás dela, o coroa começou a baixar o jeans e a calcinha fio dental dela e viu como a buceta dela já tava bem molhadinha. só por chupar a pica do amigo negão
- olha, essa velha já tá bem molhada
O ronco tinha aquele rabo gostoso na frente, via as reboladas e a centímetros do rosto tinha aquela bunda branca deliciosa, com a buceta bem molhadinha, parecia tão indefesa, tão à mercê, tão disponível pros desejos mais depravados dele com ela, e ainda por cima o cheiro de mulher quente invadia o nariz dele, deixando o pau dele durasso, começou a chupar a buceta quente e molhada dela
- aiiii gritava Aline do gostoso que era sentir o ronco chupando a bucetinha dela
- mmmmm mmmmm dizia Aline enquanto levava uma chupada gostosa na xereca dela enquanto chupava a pica do negão
Depois o ronco colocou o pau na cara dela e Aline, já bem excitada, começou a chupar os dois, chupava com total depravação, sem se importar mais com nada, sem se preocupar com nada além de continuar curtindo o gosto das picas velhas gostosas deles, babava muito, alternava uma e outra, e o gosto das duas picas juntas deixava ela louca e com vontade de transar, chupava os ovoões deles, beijava igual uma mulher submissa, deixava os paus bem brilhantes, bem molhados e com fios de saliva na ponta que ligavam a boca dela, era um deleite total
Depois o ronco se posicionou atrás de Aline, com o pau bem duro, bem chupado, bem lubrificado, bem sensibilizado pelas carícias com a boca que a gostosa da Aline deu, colocou a ponta do pau na entrada da intimidade gostosa dela e aos poucos começou a penetrar com aquela pica violadora de velho safado, o pau tava bem lubrificado e mimado, e a intimidade da Aline tava bem molhada e quente, o que facilitou o trabalho e fez o pau chegar até o fundo, a ponta do pau foi tão fundo que deu um beijo na entrada do colo do útero dela, o velho começou o vai e vem gostoso
Aiiii sim oiii que gostoso aiiii papai
Isso vadia, aproveita como teu papai sexy te fode, assim que eu gosto, vadia, assim que eu gosto se comportem as velhas, complacentes e submissas como deve ser
Aline estava sendo deliciosamente violentada, a adrenalina tinha ido ao máximo e agora ela só tentava aproveitar a puta trepada que esses 2 velhos estavam dando nela
Aiiii sim aiiii papai maaaais
Aline começou a sentir uns orgasmos gostosos, um atrás do outro e a buceta dela toda dilatada molhava a piroca do ronco deliciosamente enquanto ela chupava a piroca do preto, o ronco teve o primeiro orgasmo e disparou toda a semente dele na barriga da linda edecã
Tomaaaa filha da puta ahhhhh
Ahhhhh ahhhhhh asiiiiii
O preto que era mais gordo se deitou no colchonete, Aline sabia o que tinha que fazer e montou nele, Aline começou a pular na piroca dele, a cada pulo as tetonas gostosas dela balançavam gostoso
Aiiii sim asiiiiii maaaais.... Que gostosooooo maaaaissssasiiiii
Os velhos e a Aline estavam bem suados, a kombi cheirava a sexo e balançava no ritmo do sexo, o ronco já estava bem duro de novo vendo a edecã e o compadre dele trepando tão gostoso que enfiou a piroca no cu da Aline
Aiiiiii não é muito grande nãooooo
Ora agora você vai sentir o pescoção com toda a força, sua puta filha da puta!
Depois de alguns minutos de adaptação entre os 3, os 2 velhos começaram a meter sem piedade na jovem edecã, metiam e tiravam frenético com as pirocas velhas potentes deles, sentiam a piroca do outro entrar e sair por uma parede fina dentro do corpo da Aline
O que esses 3 não imaginavam é que do lado de fora da kombi estava passando o moleque gordo apaixonado pela Aline que tinha dado o buquê de flores pra ela, ele tinha saído porque em casa mandaram ele comprar na venda e foi então que o garoto notou que a kombi balançava bastante, chamou muito a atenção dele e ele se aproximou, conforme se aproximava ouvia gemidos com voz sensual, o que ele viu pela janela deixou ele pasmo, na noite anterior ele tinha abraçado o travesseiro imaginando que Ela era a namorada dele, a bela recepcionista Aline estava sendo deliciosamente macetada por 2 velhos safados enquanto seu coraçãozinho acelerava as batidas e seu pintinho, minúsculo perto do tamanho daquelas pirocas velhas, ficava durinho. O menino puxou seu pintinho e, apesar da mistura de sentimentos — tristeza, decepção e ciúmes —, começou a se masturbar vendo a mulher dos seus sonhos tendo a melhor foda da vida dela.
Os velhos safados estavam comendo ela bem gostoso, os filhos da puta estavam metendo sem camisinha.
-Ahhhhh assim assim aiii que gostosooo
-Já viu que você gosta, gostosa? Era isso que você queria, putinha? Que a gente te comesse?
-Aiiii não
-Como não, sua puta? Se você tá aproveitando bem gostoso
-Sim sim aiii que gostosooo
Os barrigudos se olharam sorrindo por um momento e enfiaram os paus até o fundo, até bater nos sacos peludos, e os três se fundiram num orgasmo delicioso.
-ahhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhh
-ohhhhhhh ohhhhhhhhhh
-tomaaaa sua putaaa
Aline sentia jorros abundantes de porra quente invadindo sua buceta e seu útero deliciosamente.
Os três terminaram ofegantes. Depois de alguns minutos, os velhos tiraram os paus murchos e gozados, e a porra começou a escorrer dos buraquinhos de Aline.
Aline virou para o para-brisa e viu, envergonhada, o menininho que tinha dado o buquê de flores, que só a encarava de boca aberta.
Ela, como pôde, se vestiu e foi embora sem dizer absolutamente nada... Dentro do útero dela, uma guerra de espermatozoides disputava a fecundação do futuro bebê de Aline.
FIM
P.S.: Fique ligado, se inscreva no meu Patreon porque essa história vai virar quadrinhos.
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Ela está cursando nutrição, então com dois semestres já sabe como manter sua figura linda e complementar com treino. Mora em um apartamento alugado perto da universidade, se sustenta com uma mesada mensal dos pais e também trabalha como recepcionista de eventos em uma agência. Aline ocupa o tempo livre para sair pra balada com as amigas. É uma mina de gostos refinados, objetivos altos e uma visão acima do terceiro-mundismo. Uma garota que frequenta os melhores salões da cidade, que se veste sexy mas na medida. Apesar de ser uma jovem muito gostosa, a vida sexual de Aline não é lá essas coisas. Pra começar, ela não é uma mina fácil que sai com qualquer malandro sem futuro. Ela sonha em se mudar pra Miami e casar com um moreno porto-riquenho ou panamenho que lhe dê uma vida cheia de prosperidade e aventura. Por isso, ainda não conhece os grandes prazeres que o sexo pode proporcionar... mas tudo pode mudar de uma hora pra outra.
Era um sábado qualquer e Aline estava no apartamento descansando, assistindo na TV um episódio de "Decisiones de Mujeres", curtindo suas férias, quando de repente recebeu uma ligação da sua chefe.
— Alô... Como assim? Mas eu pensei que estava de férias. Como? Mas por que esse lugar? Isso é o fim... Tá bom, vou estar lá.
Aline estava de férias, mas sua... O gerente avisou que no próximo fim de semana ela tinha que se apresentar numa comunidade carente, num barraquinha de óleo de carro. Ela, que tava acostumada a trabalhar em shoppings e concessionárias, recebeu a notícia de que agora ia ter que trampar num camelódromo de alguma quebrada, num ponto de óleo de automóvel. Algo que, claro, não deu nem um pingo de graça pra ela.
Aline e a equipe da agência chegaram numa caminhonete e num camarim móvel, onde ela e as outras minas se preparavam antes de sair pro evento. Só que dessa vez a Aline era a única edecã, a única que não respeitaram as férias — talvez por ser a edecã mais gostosa da agência e por ser uma exceção pro dono da agência, já que fazia duas semanas que não aceitavam pedidos de eventos.
Aline se maquiou e vestiu o conjunto pro evento, que era só um biquíni preto e umas sandálias de salto preto. Se olhou no espelho e se viu realmente sensual, realmente espetacular.
Aline abriu a porta, olhou pra frente e viu um camelô normal, igual qualquer outro de qualquer quebrada da Cidade do México, só que essa era uma comunidade um pouco mais feia. Aline saiu e começou a andar em direção à barraquinha onde ia trabalhar. Claro que não passou despercebida pelos velhos tarados do lugar, que começaram a gritar todo tipo de vulgaridade na passagem dela: "Fiu fiu", "Mas olha só que mulher", "Mamasota", "Minha rainha", "Gostosa, olha só essas pernas", "Ai mamãe, que vontade de te empinar", "Meu pau já subiu", "Tsss", "Senta aqui no meu colo, coração".
Aline sentia o olhar dos velhos cravado no corpo lindo dela. Se sentia desconfortável no meio de tanto velho sem-vergonha numa comunidade popular, onde não tava acostumada a se exibir. Quase se sentia uma puta vulgar.
Aline tava tão incomodada sendo observada pelos homens que rodeavam aquele camelô que nem percebeu que, a poucos metros dela, dois caras estavam de olho. Em especial, era o verdureiro e o mecânico, o Rouco e o Preto, dois velhos cinquentões, barrigudos, com caras intimidadoras. O Rouco era de pele branca, com cabelos grisalhos, tinha uma tatuagem no braço esquerdo, um homem forte, já tinha sido preso na juventude. O Preto, como o apelido já diz, era um cara de pele bem morena, quase preta. Os dois tinham uns membros de tamanho bem considerável: o Rouco tinha um pau de 18 cm mesmo mole e bem grosso, com uns ovo pendurado, e o Preto tinha um pau completamente preto que vivia brilhando de suor. Eram amigos desde a juventude, quando foram motoristas de kombi. Ainda lembram com humor dos tempos em que estupravam umas mulheres oitentistas que eram bem gostosas dentro daquelas kombis com seus paus enormes e potentes. Assistiam filmes do Alfonso Zayas e Tun Tun, do Alberto Rojas "o cavalo" e tudo que era comédia sexy, e ainda liam os sensacionalistas, "As Trabalhadoras", "Beijo Negro", etc., etc. Ainda tinham a kombi e, mesmo não podendo mais estuprar mulheres, usavam ela pra relembrar os velhos tempos enquanto fumavam maconha.
No entanto, naquela tarde, não paravam de olhar pra linda jovem Aline. Desde que a viram, estavam com os paus bem duros.
— Aí, mano, já viu essa mina, Preto?
— Bucetuda!
— Essa puta já é nossa, Preto.
— Aí sim, Rouco. Essa puta não sai daqui sem provar nossos paus.
— Como nos velhos tempos.
— Vamos perguntar pro seu Macano (dono da banca de óleos) que porra é essa com essa guria. Tem que ir pegando mais informação.
— Isso aí, Preto.
— Qual é, seu Macano?
— E aí, seus velhos sem-vergonha? A que devo a visita?
— Escuta, qual é a dessa edecã, meu bom? Ela é muito gostosa.
— Hahaha, seus velhos porcos. Sim, mano, trouxe ela pra aumentar as vendas. Tenho um amigo dono de uma agência que me deu uma força.
— Ah, não fode. E aí, ela dá? As vendas aumentaram ou não, meu bom?
- Simão, véi, hoje tô vendendo metade do que vendi na semana passada e ainda nem acabou o primeiro dia
- ayy véi, vai ficar mais de um dia?
- Simão, véi, o fim de semana inteiro
- ayy puta, fala pro teu parceiro que depois a gente aluga uma edecã
- simão, essas putas velhas
- beleza
- enquanto isso vai ficar 3 dias, pra vocês darem aquela olhada, seus putos velhos safados
Enquanto se afastavam, o rouco e o negão conversavam
- já ouviu, seu negão? Agora essa puta não escapa da gente
- aí sim
Enquanto isso, Aline se sentia bem assediada, não dançava nem nada, só ficava como um atrativo visual com uma cara de brava metida que a deixava ainda mais gostosa e apetitosa, todo tipo de homem se aproximava pra admirá-la e tirar uma fotinho pra bater uma punheta depois
- O que foi, minha rainha? Por que tão séria? Tá brava? Se quiser, foge comigo pra ver o que é bom, sim ou não, meu amor?
Aline ignorava e não respondia a toda essa parte de propostas de homens loucos por ver uma mulher do tipo dela num humilde mercadão, e até os moleques que iam com as mães ficavam de olho nela e broxavam o pau, olhavam pras tetas, pro rabão, pros pés, pro rostinho bonito, tiravam alguma foto, já tinha dois moleques que tinham se apaixonado literalmente por ela, um gordinho moreninho bem cagado que trabalhava ali mesmo no mercadão, comprou um buquê de flores e deu pra Aline, que só sorriu e deixou o dia mais agradável pra ele, mais tarde um velhinho pachuco se aproximou
- que lindo é o mundo quando seus anjos descem pra alegrar nossa vista
- obrigada
- as que te enfeitam, gata
Aline continuava se sentindo assediada, mas depois do moleque e do velhinho pachuco, começou a pensar até onde sua beleza era capaz de dominar os homens, chamava a atenção de todos, tiravam fotos, faziam propostas indecentes, moleques se apaixonavam por ela e ela percebeu que durante aquele fim de semana era como uma estrela famosa sem nem ser conhecida, e de se sentir desconfortável, começou a ficar excitada involuntariamente, pensava em quantos homens desejavam penetrar sua buceta e não podiam fazer isso pelo simples fato de não terem a permissão dela, ela era o desejo de muitos homens naquela vila e o que pensava não era mentira nenhuma, era realmente o desejo de qualquer um daqueles caras
Já era domingo e Aline estava de saco cheio, 3 dias naquela vila de merda de biquíni e salto alto, e foi aí que aconteceu o inesperado, já eram umas 5-6 da tarde, o pessoal parava de comprar e as barracas começavam a fechar e guardar as coisas quando de repente o coroa e o negão se aproximaram da garota sorrindo, como se fossem fazer alguma merda, fecharam o caminho de Aline, puxaram as picas enormes do zíper das calças e começaram a bater punheta sorrindo, bem perto dela... era o cúmulo para Aline
Mas o que mais a surpreendeu foi o tamanho daquelas rolas potentes, o namorado dela, um moleque de 17 anos, tinha um pau muito longe do que eram aquelas rolas velhas e potentes, Aline estava assustada, se sentia assediada, não sabia se gritava ou não, mas apesar disso sua buceta estava dilatada e molhada por apreciar bem de perto aquelas picas velhas e violadoras enormes, o ato não durou mais de 2 minutos, os velhos se afastaram sorrindo olhando para Aline, sem dizer uma única palavra, ela pensava que eram um par de loucos, mas estava aliviada que finalmente tinham ido embora
Ao terminar o expediente, Aline estava irritada, puta da vida, já tinha se trocado e estava esperando receber o pagamento, esperava receber algo a mais pelo transtorno e pela situação em que a mandaram
- A mesma merda? Fiquei 3 dias nessa vila horrível, de férias, e me paga a mesma coisa?
- Desculpa, regras da empresa
- Quer saber? Me deixa aqui, vou embora sozinha
Aline estava bem Incomodada, a raiva fez ela cometer a imprudência de voltar sozinha pra casa à noite e naquela quebrada de merda, à mercê de qualquer maluco que tivesse dado em cima dela durante aqueles 3 dias que andou de biquíni. Ela tava assustada, olhando pra todos os lados pra garantir que ninguém tava seguindo ela, mas as ruas estavam vazias, o pessoal aproveitava o domingo à noite pra descansar em casa, só tinha uns moleques jogando bola. O objetivo dela era caminhar até a avenida e pegar um busão, quando de repente, de uma das ruas que ela tinha deixado pra trás, uma kombi saiu e começou a andar devagarzinho, seguindo o passo dela.
Aline percebeu a kombi e sacou que tavam seguindo ela, acelerou o passo. Ela tava de jeans justinho, as sandálias de salto preto que tinha usado e uma blusinha preta que chegava até o umbigo, deixando a barriga lisa à mostra.
Aline sentiu medo, começou a correr. A kombi chegou do lado dela e pela janela o coroa apareceu e falou:
— Cê vai aonde, mamacita? Vem, a gente te leva, mas antes a gente te deixa bem fudidinha, hahaha.
Os velhos meteram ela à força dentro da kombi, ela resistiu, mas os caras eram muito fortes. Os velhos logo se pelaram, tiraram a blusa da Aline e as tetonas gostosas dela ficaram à mercê.
— Vai chupar meu pau — disse o negão, empurrando a cara da Aline pro pau preto e suado dele, que só se limitou a chupar e agradar o negão, pensando que assim ele não ia comer ela.
Aline chupava gostosão o pau do mecânico negão. O pau tava bem suado e soltava um aroma e um sabor sexualmente delicioso. Aline sugava o pau deliciosamente, era como se aquele sabor e aquele aroma incitassem a bela mulher a soltar a mulher sedenta de sexo que tinha dentro dela. Os biquinhos dela ficaram duros e a buceta dela se dilatou lindamente.
— Não dizia que não queria, sua puta? Olha só pra você.
Por trás dela, o coroa começou a baixar o jeans e a calcinha fio dental dela e viu como a buceta dela já tava bem molhadinha. só por chupar a pica do amigo negão
- olha, essa velha já tá bem molhada
O ronco tinha aquele rabo gostoso na frente, via as reboladas e a centímetros do rosto tinha aquela bunda branca deliciosa, com a buceta bem molhadinha, parecia tão indefesa, tão à mercê, tão disponível pros desejos mais depravados dele com ela, e ainda por cima o cheiro de mulher quente invadia o nariz dele, deixando o pau dele durasso, começou a chupar a buceta quente e molhada dela
- aiiii gritava Aline do gostoso que era sentir o ronco chupando a bucetinha dela
- mmmmm mmmmm dizia Aline enquanto levava uma chupada gostosa na xereca dela enquanto chupava a pica do negão
Depois o ronco colocou o pau na cara dela e Aline, já bem excitada, começou a chupar os dois, chupava com total depravação, sem se importar mais com nada, sem se preocupar com nada além de continuar curtindo o gosto das picas velhas gostosas deles, babava muito, alternava uma e outra, e o gosto das duas picas juntas deixava ela louca e com vontade de transar, chupava os ovoões deles, beijava igual uma mulher submissa, deixava os paus bem brilhantes, bem molhados e com fios de saliva na ponta que ligavam a boca dela, era um deleite total
Depois o ronco se posicionou atrás de Aline, com o pau bem duro, bem chupado, bem lubrificado, bem sensibilizado pelas carícias com a boca que a gostosa da Aline deu, colocou a ponta do pau na entrada da intimidade gostosa dela e aos poucos começou a penetrar com aquela pica violadora de velho safado, o pau tava bem lubrificado e mimado, e a intimidade da Aline tava bem molhada e quente, o que facilitou o trabalho e fez o pau chegar até o fundo, a ponta do pau foi tão fundo que deu um beijo na entrada do colo do útero dela, o velho começou o vai e vem gostoso
Aiiii sim oiii que gostoso aiiii papai
Isso vadia, aproveita como teu papai sexy te fode, assim que eu gosto, vadia, assim que eu gosto se comportem as velhas, complacentes e submissas como deve ser
Aline estava sendo deliciosamente violentada, a adrenalina tinha ido ao máximo e agora ela só tentava aproveitar a puta trepada que esses 2 velhos estavam dando nela
Aiiii sim aiiii papai maaaais
Aline começou a sentir uns orgasmos gostosos, um atrás do outro e a buceta dela toda dilatada molhava a piroca do ronco deliciosamente enquanto ela chupava a piroca do preto, o ronco teve o primeiro orgasmo e disparou toda a semente dele na barriga da linda edecã
Tomaaaa filha da puta ahhhhh
Ahhhhh ahhhhhh asiiiiii
O preto que era mais gordo se deitou no colchonete, Aline sabia o que tinha que fazer e montou nele, Aline começou a pular na piroca dele, a cada pulo as tetonas gostosas dela balançavam gostoso
Aiiii sim asiiiiii maaaais.... Que gostosooooo maaaaissssasiiiii
Os velhos e a Aline estavam bem suados, a kombi cheirava a sexo e balançava no ritmo do sexo, o ronco já estava bem duro de novo vendo a edecã e o compadre dele trepando tão gostoso que enfiou a piroca no cu da Aline
Aiiiiii não é muito grande nãooooo
Ora agora você vai sentir o pescoção com toda a força, sua puta filha da puta!
Depois de alguns minutos de adaptação entre os 3, os 2 velhos começaram a meter sem piedade na jovem edecã, metiam e tiravam frenético com as pirocas velhas potentes deles, sentiam a piroca do outro entrar e sair por uma parede fina dentro do corpo da Aline
O que esses 3 não imaginavam é que do lado de fora da kombi estava passando o moleque gordo apaixonado pela Aline que tinha dado o buquê de flores pra ela, ele tinha saído porque em casa mandaram ele comprar na venda e foi então que o garoto notou que a kombi balançava bastante, chamou muito a atenção dele e ele se aproximou, conforme se aproximava ouvia gemidos com voz sensual, o que ele viu pela janela deixou ele pasmo, na noite anterior ele tinha abraçado o travesseiro imaginando que Ela era a namorada dele, a bela recepcionista Aline estava sendo deliciosamente macetada por 2 velhos safados enquanto seu coraçãozinho acelerava as batidas e seu pintinho, minúsculo perto do tamanho daquelas pirocas velhas, ficava durinho. O menino puxou seu pintinho e, apesar da mistura de sentimentos — tristeza, decepção e ciúmes —, começou a se masturbar vendo a mulher dos seus sonhos tendo a melhor foda da vida dela.
Os velhos safados estavam comendo ela bem gostoso, os filhos da puta estavam metendo sem camisinha.
-Ahhhhh assim assim aiii que gostosooo
-Já viu que você gosta, gostosa? Era isso que você queria, putinha? Que a gente te comesse?
-Aiiii não
-Como não, sua puta? Se você tá aproveitando bem gostoso
-Sim sim aiii que gostosooo
Os barrigudos se olharam sorrindo por um momento e enfiaram os paus até o fundo, até bater nos sacos peludos, e os três se fundiram num orgasmo delicioso.
-ahhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhh
-ohhhhhhh ohhhhhhhhhh
-tomaaaa sua putaaa
Aline sentia jorros abundantes de porra quente invadindo sua buceta e seu útero deliciosamente.
Os três terminaram ofegantes. Depois de alguns minutos, os velhos tiraram os paus murchos e gozados, e a porra começou a escorrer dos buraquinhos de Aline.
Aline virou para o para-brisa e viu, envergonhada, o menininho que tinha dado o buquê de flores, que só a encarava de boca aberta.
Ela, como pôde, se vestiu e foi embora sem dizer absolutamente nada... Dentro do útero dela, uma guerra de espermatozoides disputava a fecundação do futuro bebê de Aline.
FIM
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1 comentários - Chiquiteando a edecán