
Fazia algumas semanas que todos os amantes dela tinham falhado, seja porque as festas estavam chegando e eles precisavam ficar com a família, coisa normal, ou porque esse inverno louco estava afetando a saúde. O fato é que Alina só tinha como consolo Manuel e os brinquedos dele. O namorado dela já estava moído de tanto usar e não ganhava pra pilha.
- Oi, amor! – Ouviu-se na entrada. Barulho de largar os chinelos, o casaco, as tralhas no quarto da entrada. – "Já cheguei", o que tem de comidinha?
- Como foi, querido? – Respondeu Alina com uma voz engraçada – Tô na cozinha, vem que tô fazendo agora.
- Ah, um dia normal, cansado – Ele foi dizendo enquanto andava pelo corredor até a sala.
Entrou na cozinha e ela não viu o primeiro contato, mas imaginou.
- Buceta! – Uma pausa – Se você pular alguma coisa, vai se queimar toda!
Alina morria de rir. Um beijinho na bochecha enquanto mexia as lentilhas, jogando páprica da Vera, e um tapa na bunda nua dela. Ela se virou pra ver o namorado e, segurando o avental – a única coisa que vestia – balançou ele pra frente com cara de obviedade. "Tá vendo? Só tô isso aqui", diziam os olhos dela.
Manuel pegou uma cerveja e abriu. Apoiou-se na geladeira.
- E essa recepção? Onde deixou a pequena?
- Com a minha mãe, sabia que você voltava cedo e... bom, a gente se entende.
Alina abaixou o fogo e se aproximou pra beijá-lo. Um beijo apaixonado, refrescante e gostoso. Pegou a mão dele pra que acariciasse a bunda dela, enquanto ela massageava o volume dele.
- As lentilhas vão grudar, sua safada!
- Precisam cozinhar um pouco, vem...
Ela queria que ele comesse ela na cozinha, sentia um tesão danado em estar ocupada fazendo alguma coisa e levando piroca ao mesmo tempo; mas a cara de Manuel era de puro cansaço. Ela pegou ele pela mão, levou até o sofá, fez ele sentar, abriu a braguilha e puxou o pau, que já estava meio duro. Depois de bater uma punheta por uns instantes, meteu na boca.
- Porra, amor! Me Você tá seco! De novo? Já passamos a noite inteira transando, essa manhã também... Tô há uns dias que nem quando você tava grávida... minhas bolas tão doendo! - Deu um gole na cerveja e largou na mesinha, aproveitando o boquete.
Alina, com as bochechas vermelhas de tesão e os olhos semicerrados, tava ignorando completamente o que ele dizia. "Tô pouco me fodendo", pensou. Chupou a cabeça da piroca fazendo ele gemer e tirou da boca, balançando com a mão. Sem muito pudor, lambeu a mão e enfiou por baixo do avental pra molhar a parte de fora da buceta, que por dentro ardia e já tava bem lubrificada, e aos poucos sentou em cima da rola, ficando de joelhos no sofá.
- Hummm... - Gemeu, enfiando devagar até o fundo. - Cê não gosta, não?
- Claro que sim, amor - Disse Manuel, quente e resignado, enfiando as mãos pelos lados do avental pra pegar nos peitos dela. Alina cavalgava devagar com a cara mais safada.
- Cê não tá comendo a "Laurinha", né? - Fez voz fininha pra falar o nome e beijou ele. Quase tirando a piroca, conseguiu mexer a buceta com frenesi, estimulando a cabeça. - Quero você só pra mim, se guarda.
- Qual o quê! Ela tá de férias.
Alina voltou a cavalgar normal, dessa vez se esfregando no clitóris. Não tinha muito tempo antes das lentilhas irem pro saco e ela tinha gastado chouriço e morcela que valiam meio apartamento, precisava gozar logo. Manuel tava mais disposto, acompanhava o movimento segurando na cintura dela. Logo Alina já tava que não aguentava mais.
- Já melhorou, amor? Eu tô quase... - Falou. Normalmente, quando iam no mesmo ritmo, as respirações ficavam juntas e gozavam ao mesmo tempo, mas ela sentiu uma leve relaxada nos movimentos e gemidos do namorado.
- Eu... eu... eu ainda tô um pouco, love... - Respondeu entre as subidas e descidas da namorada. - Cê não pode me fazer transar o dia inteiro...
Parou de cavalgar, enfiando até o fundo. Manuel olhou assustado, com medo de que ela tivesse Irritado, e respirou aliviado ao ver que ela ainda tava com cara de safada.
Ela deu um beijinho nele, passou a mão no rosto dele com os dedos molhados e fedendo a buceta pelo nariz. Desabotoou o avental, deixando os peitos soltos, apontando bem na cara dele. Levou uma mão na buceta e começou a se esfregar no clitóris, a outra atrás, apertando os ovos dele espremidos entre as nádegas dela.
— Essa rola é minha — falou apertando os colhões dele, fazendo ele fechar os olhos de dor e prazer. Ela se movia pra frente e pra trás, enfiando rápido — Chora o quanto quiser, mas se mamãe mandar você foder, você fode, esteja cansado, dormindo ou o que for; e se eu mandar gozar, você goza.
— Você é a piranha mais puta do planeta — respondeu Manuel com força e vigor renovados. Agarrou ela pela bunda e levantou com muito esforço, levando ela de pernas abertas até a parede na frente. Deu uma porrada seca ao encaixar ela e começou a meter com fúria — É assim que você quer?
— Sim… ai… me dá mais… — Ela segurou o pescoço dele com um braço só pra poder esfregar o clitóris rapidinho. Ele mordia o pescoço dela e beijava.
Ela sentiu de novo que estavam no mesmo ritmo, no mesmo nível de tesão. “É que os homens têm que ser colocados no lugar deles de vez em quando, senão ficam moles”, pensou ao ter o homem dela fodendo como Deus manda. Batidas e gemidos dos dois ecoavam pelo cômodo por uns minutos intensos. Alina abriu bem a boca com o orgasmo; Manuel mordeu o lábio inferior dela, enfiando até o fundo mais umas duas vezes. Os dois explodiram num orgasmo forte que deixou eles paralisados.
Ele soltou ela no chão de novo. Alina procurou no bolso da calça do namorado um pacote de lenços e usou pra se limpar; ele, todo acabado e com uma dor visível nas costas, foi meio sorrindo pro quarto tomar banho e trocar de roupa. Lembrou das lentilhas e correu pra ver. “Uff… mais uns minutos…” falou, desgrudando do fundo com a concha as que tinham ficado paradas sem dançar na panela. Caldo.
— O problema é que você só pega casados — disse Manuel quando terminaram de comer, já vestidos com roupas confortáveis, vendo TV, depois que Alina disse que sentia muito, mas que estava com muita vontade e faltando homens pra ela.
— Usa o Tinder ou algo assim.
— Os solteiros não me descem. Maturidade, sei lá o que têm. E se pelo menos fossem boas transas, eu ficava satisfeita por um tempo…
— Obrigado pela parte que me toca — respondeu Manuel, indignado.
Alina deu um beijo carinhoso nele, não queria ofendê-lo e ele interpretou mal as palavras dela. Bom, interpretar mal também não, era fato, mas de todos os caras que tinham comido ela, ele era de longe o melhor. Não se referia ao prazer em si, mas à sessão. Mediu as palavras com todo cuidado:
— Não é isso, amor — beijou ele de novo — Você é o "fucker number one", e até com o Seve, depois de um tempo, preciso de outra descarga... Ou será que não chego bem comida do trabalho por causa da tranca de burro dele e procuro meu papai pra me montar? — Outro beijinho pra mostrar o ponto.
— Então você precisa de outro amante fixo.
— Qual nada! São essas putas festas que ocupam todo mundo! Normalmente até tenho que agendar, mas chega o Natal e fico sem gente. O que preciso é uma boa dose de "love" que cubra até voltar ao normal — veio a inspiração e a lembrança de alguns menages esporádicos que acabaram em noite de luxúria e ficar uns dias sem aquela necessidade urgente de sexo.
— E se eu te arranjar algo "divertido" pra esse fim de semana? — disse Manuel, visivelmente animado com a ideia. Alina fez as contas; ainda teria que usar o namorado dela pelo resto da semana, mas se fosse uma boa sessão, talvez alguns dos amantes dela já estivessem ativos de novo quando ela precisasse, porque no meio disso vinha a menstruação, e são os únicos dias em que não tem vontade nenhuma.
"Tipo o quê" perguntou Alina. "Deixa comigo... só me diz as condições" respondeu ele. Quem ela pegasse tinha que ser bonitinho e, acima de tudo Saudável. Precisava ter certeza de que ele estava saudável, manias dele, fruto do ofício.
Nos dias seguintes, Manuel ficou bem ocupado com o computador e dando prazer a ela quando precisava, enquanto a filha dormia. Uma manhã, antes de ir pro trabalho, ele chegou com umas folhas.
— Olha, você que entende… — Entregou pra ela, era um exame de sangue completo — O que a gente olha aqui pra saber se não tá “contaminado”?
Alina interpretou os resultados, procurando os parâmetros das doenças, ensinando ao namorado o que ele devia observar.
— É esse que você tá me arrumando? — Perguntou com sarcasmo, excitada com a ideia de um brinquedo novo
— Você cuida da sua vida, já vai ver… — Respondeu, voltando pro quarto do computador
Alina ficou com a buceta latejando o dia inteiro com a ideia. No trabalho, não conseguia se concentrar. “O que será que ele preparou…” Pensava. “Pizza, filme e pica…”
Ao sair do trabalho, encontrou o namorado, que tinha ido buscá-la de carro.
— Que surpresa! Saiu mais cedo?
— Sim, já deixei a menina com seus pais e a gente vai jantar fora — Disse ele quando abriu a porta. — Não, não! Senta atrás e troca de roupa
Alina obedeceu, adorava a expectativa. “Deve ser um novo, ele deve ter combinado em algum lugar” Pensava, se despindo sob o olhar curioso de algum transeunte que a viu quase nua quando pararam numa faixa de pedestres, enquanto ela se debatia com a roupa que vestia. Abriu a bolsa onde o inepto do namorado tinha colocado o conjunto todo amassado e embolado.
— É isso que eu tenho que vestir pra jantar? Dá pra ver tudo! — Era sua “roupa de puta” mais ousada, que consistia num baby doll de rede de malha, manga curta e saia preta. Vinha com uma calcinha sexy também preta, de tecido fino, quase transparente, e um casaco comprido de lã cinza pra cobrir.
— Só veste. Não se preocupa, tá tudo planejado
Ela terminou de se despir na ronda litoral com o carro andando, e vestiu o modelito o mais rápido que conseguiu. Manuel saiu da estrada e parou ao lado de um McDonald's, pedindo alguns combos. "Que banquete mais chique."
Deu uma voltinha curta e estacionou. Ela passou na frente sem perguntar, e ele entregou o hambúrguer e a bebida dela, dizendo "não se suja". Manuel olhava o relógio do carro com frequência entre uma mordida e outra. O bom da comida rápida é isso, é rápida, e em nada saíram do carro e andaram poucos metros até um motel por hora, um que, raro nela, ela não tinha visitado. Como de costume, esperou afastada do homem que negociava com o recepcionista e anotou algo num papel. Manuel escreveu no celular e caminharam até o quarto no mesmo andar.
Só o cheiro de incenso e putaria já a deixou mais tesuda do que já estava. Os nervos estavam à flor da pele; o que ela ia encontrar lá dentro? Ninguém. "Que decepção", pensou ao não ver viva alma, só a cama gigante, um banheiro e algo parecido com uma escrivaninha minúscula.
- Não gostou? - Perguntou Manuel tirando a jaqueta e colocando-a na escrivaninha.
- Cara... sim, mas... vamos ficar só nós?
- Esperava mais alguém? - Primeiro aumentou o termostato, se aproximou dela, tirou o casaco dela e a beijou. Em seguida, se jogou na cama e ligou a televisão.
Era uma cama redonda imensa, com pelo menos três metros de diâmetro, com um lençol de seda rosa choque berrante. Manuel pegou o telefone, começaram a chegar mensagens e ele respondia. O "pi-pi... pi-pi" contínuo do celular era a única coisa que a fazia manter um fio de esperança de que aquela noite não fosse só uma trepada a dois. Na última mensagem, Manuel pulou rápido da cama e a fez levantar do lugar confortável dela na beirada. Tirou do bolso uma venda preta de seda.
- Vem - Disse ele, ficando atrás dela e vendando seus olhos. - Tá pronta?
- Sim - Respondeu com firmeza, condizente com a dureza dos mamilos dela.
Escuridão. Todos os sentidos dela se aguçaram. Ela ouvia uma voz em... O patamar, passos. Ela ouviu o namorado caminhar até a porta antes de uns nós dos dedos baterem e ele abrir. "Tsss" Foi a última coisa que ouviu.
Passos, muitos passos. Movimento ao redor dela, roupa caindo no chão, roupa amontoada onde estava o casaco dela. "Que seja bom pelo amor de Deus... que seja bom" Ela suplicava, mordendo o lábio e com a buceta já encharcada.
Um beijo no pescoço a despertou do devaneio. Carícias nos ombros. As mãos passaram rapidamente para os peitos dela, apertando-os. Ela sentia o calor de um corpo nu atrás dela; o cheiro não era o do Manuel, nem as mãos dele, bem maiores. Sentiu um volume na bunda, passou a mão para trás e agarrou uma piroca de bom tamanho. "É, isso sim..." Ela dizia, sacudindo-a. Virou-se para agarrá-la bem, queria chupá-la o mais rápido possível, mas antes de se abaixar, sentiu outras mãos acariciando suas nádegas. "Manuel?" Ela se perguntou.
Ela sacudia a piroca com vontade. Não conseguiu se segurar e se abaixou para chupar a piroca. "Mmmm... que gostosa" Ela disse ao enfiar a cabecinha na boca. Chupava com avidez, enfiava tudo o que podia antes de sentir ânsia. Estava calor, muito calor, ela começava a suar por causa da temperatura, do tesão e do nervosismo.
Uma mão passou pelo pescoço até tocar um peito dela. Outra, pelo outro lado, se aventurou por baixo do vestido, beliscando o mamilo. Por trás, duas mãos acariciavam suas nádegas e beijavam perto da calcinha. "Que delícia!"
Ela percebeu que havia mais mãos do que dois homens poderiam ter, por maiores que fossem as mãos. Seus peitos bem amassados, com vontade. Alina continuava mamando, seguraram sua cabeça para que ela fizesse mais devagar e fundo. De repente, o peito esquerdo foi liberado e, pelo mesmo lado, ela sentiu uma piroca roçar sua bochecha. Num instante, soltou a que estava chupando para pegar essa, que também não era a do Manuel. Confirmou isso chupando-a também.
Já nem pensava, tinha perdido a conta e pouco se importava. Eles pararam um instante para subir na cama. Ela ficou de joelhos na borda e os outros homens Se colocaram na frente e ao lado. Ela tinha uma rola em cada mão, uma delas enfiada até a garganta quando os beijos nas nádegas chegaram à virilha e começaram a lamber por cima do tecido. Não demorou pra sentir a língua se enfiando de lado até sua buceta molhada, fazendo-a gemer.
- Ummm... sim... oh... - Ela tirava a rola da boca pra respirar e gemer, balançando ambas pra frente e pra trás com rapidez. Voltou a chupar a da frente.
Ouviu barulho à sua direita quando pararam de pegar naquela teta. Instintivamente soltou a que chupava pra esticar a mão pro lado, tateando o vazio até encontrar umas pernas. Foi subindo às cegas. "Uns ovos", pensou apalpando-os. Seguiu o caminho até substituir a mão que batia pra aquela rola, medindo-a ao subir e descer a pele. "Também é grande", pensou enfiando a nova na boca. Ambas as tetas voltaram a ser apalpadas, dessa vez a partir do pescoço.
A língua parou de comer a buceta dela. A calcinha foi puxada mais pro lado e um dedo se enfiou lá dentro enquanto ela alternava entre chupar e bater punheta pras três pirocas que tinha à mão. "Vai, gato, mete logo que tô a mil", pensou ao sentir os dedos subirem até a borda da calcinha e começarem a puxar.
- Não tira - ouviu o namorado à distância, descobrindo que eram quatro caras que estavam curtindo o corpo dela, nenhum era Manuel. - Ela gosta com roupa.
O silêncio voltou. Quando chupava uma rola, o dono segurava a cabeça dela pra acompanhar os movimentos. Começou a ouvir sons de prazer e palavras de baixo calão.
"Ah... mmm... chupa... que gostosa... continua, puta", sentia sussurros ao redor em vários tons de voz.
Dois dedos na buceta fodiam ela com rapidez. Tava tão excitada que levou uma mão à venda, mas antes de tirar, a voz de Manuel a parou. "Não, deixa ela."
- Quero pica! - implorou, e de novo se enfiou na rola da frente, a maior das três que tinha provado e a que mais dedicava a boca.
Atrás, pararam de comer a buceta dela e de enfiar dedo pra sentir O calor de algo maior na entrada dela, e aos poucos foi se introduzindo, empurrando ela tanto que perdeu o equilíbrio, ficando apoiada com o braço direito na cama, chupando e batendo punheta só pro cara da frente e pro da esquerda dela. "Ufff…porra…é grande…mmm…que delícia…" Pensava ao sentir ele entrando até o talo, ajudando a penetração segurando na cintura dela. O da direita também se colocou na frente pra não perder a chance de ganhar um boquete.
Pam, pam, pam. Com uma cadência lenta e uniforme, metiam nela até ouvir o barulhão dos corpos se chocando. A cada estocada, a pica que ela chupava entrava até a garganta, soltando uns sons guturais.
- Mete forte, que ela adora - Ouviu de novo a voz do namorado, dessa vez atrás dela.
- Tem certeza? - Perguntou uma voz com sotaque francês.
Ela não ouviu resposta. Quem ela chamaria de "O Francês" entendeu como carta branca; começou a meter o mais rápido que podia.
- Ah…ah…oh…isso…assim…oh…mais! - Ela gemia, se acabando de tesão. Caindo de bruços na cama, ignorando o boquete, e mais por movimento automático do que por vontade, batia uma pro cara da esquerda. - Ah, que pica! - Continuava falando. Era grande, maior que a dos amantes dela, mas menor que a do chefe, ainda assim tava deixando ela toda arrombada e dando um puta prazer. Passou a mão na buceta pra gozar no clitóris.
De tanto esfregar o rosto na cama, parte da venda caiu e ela conseguiu vislumbrar as pernas clarinhas do homem que ela batia punheta. Também a pica dele, não muito grande, mas gordinha e circuncidada. Também viu de relance, passando atrás dele, outra pica, essa bem curvada pra cima, bem clarinha, tanto que dava pra ver as veias e a cabecinha vermelha se destacando. Mais passos atrás dela. Não parava de ouvir sussurros do cara que tava fodendo ela, "Zoccola", ele dizia. Nem ideia do que era, mas bonito, pelo tom que ele sussurrava a palavra, não era.
Outra mão acariciou a bunda dela entre as duas do Francês. Tava quase gozando quando ouviu ele. Falar com o Manuel sem entender nada do que diziam, de tanto sangue pulsando nos ouvidos. Parou de repente, um movimento rápido em cima da cama e, pelo pouco que conseguia ver, estava convidando educadamente o cara que a estava comendo a se afastar.
Viu as pernas pretas como a noite e um pau ainda mais preto. Uma mão pegou seu rosto e ela se levantou o suficiente para chupar aquele bendito pedaço de carne preta e rosada com gosto de buceta. Entrava pouco, mas ela curtiu aquele pau na boca, agitado pela mão do dono.
- Abre a boca, gostosa - pediu o Francês quando percebeu que outro homem ocupava seu lugar na buceta, metendo de uma estocada depois de afastar a calcinha dela.
Ela estava tão puta que se deixou levar pelo tesão, abrindo a boca e colocando a língua pra fora pra receber o que aquele preto queria dar, se masturbando com raiva e apoiando a cabecinha na língua dela. Com os movimentos causados pelas penetrações, mais suaves que as do Francês, ela lambia o freio.
Primeiro um jato na cara, perto da venda, quente e grosso; outro mais perto do nariz e depois vários borrifos do mesmo líquido escorreram pela língua dela com um gosto nojento, mas que, na situação em que estava, até deu prazer. "Oh… mon Dieu" ela chegou a ouvir enquanto gozava na boca, usando a língua como pano pra esfregar a ponta da cabecinha e limpar. Agradeceu pela foda tão boa que ele tinha dado, fazendo algo que odiava: fechar a boca e engolir. Já mais calmo, aquele preto percebeu que Alina tinha parte de um olho descoberto e o filho da puta colocou a venda de volta, cegando ela de novo. "Assim que você me paga…"
Depois de liquidar o Francês, ela focou no próprio prazer. Estavam comendo ela bem. De um lado, tocavam o peito dela, e ela tinha de novo dois paus à disposição da boca. De quatro, alternava as chupadas conforme ofereciam pau, chegando até a ter as duas cabecinhas juntas. Espera" — ela ouviu, e o cara à sua esquerda se afastou. Mais ou menos ela já sacava os movimentos e a posição dele: ele tava se enfiando por baixo dela de lado, de cabeça pra baixo, fazendo o que vulgamente chamam de sessenta e nove. Assim, finalmente alguém se dignava a estimular o clitóris dela com gosto, e ela tinha uma rola pra chupar sem forçar o pescoço e as costas. Do mesmo jeito, conseguiu descansar se largando em cima dele.
"Porra! Já que tão me comendo, podiam me foder enquanto me chupam!" — pensou ao perder o tesão da penetração em troca de uma boa chupada de buceta. "Mas o filho da puta manda bem nisso." — completou pra si mesma, enfiando a rola bem fundo na boca e sugando, chupando rápido ao sentir a língua focada no clitóris inchado dela. Quase no clímax, o cara nem precisava se mexer: Alina tava tão excitada que esfregava a buceta na língua dele, e não o contrário.
Não conseguiu se segurar: se ergueu, esfregando a buceta molhada e grande na cara dele. Ele tentava levantar ela um pouco pra lamber melhor e respirar, mas ela tava tão safada que não deixava — só passava a buceta na cara dele e, de quebra, continuava batendo uma punheta nele enquanto uivava de prazer.
— Ah!... Isso!... Toma buceta!... Chupa mais!... Come ela! — dizia, derramando os fluidos na boca do "Chupa-Buceta".
Ela batia punheta com tanta força e rapidez que, nos últimos espasmos do orgasmo, sentiu a rola escorregar na mão e se lambuzar de porra. Terminou de ordenhar até não sair mais nada.
Relaxou. O Chupa-Buceta debaixo dela empurrou ela pro lado pra sair, fazendo ela rolar de barriga pra cima. Sentiu o frescor da calcinha encharcada de saliva e fluido, mas rapidamente um cara montou nela, esfregando a rola ali. Enfiou as duas mãos pelos lados pra apalpar os peitos dela à vontade.
Alina não queria perder o tesão depois daquele orgasmo bom, então provocou pra ser fodida: puxou a calcinha pro lado, sentindo pele com pele. Largou os peitos pra levantar as pernas dela e, num movimento só... Com precisão, ele a penetrou.
Fodia ela com rapidez. Dava pra ver que tava doido pra pegar ela de jeito e meter. "Mais, mais, continua", ela sussurrava. Tava a mil, estranhamente não perdeu a excitação nem o prazer, as pernas dela se levantavam o máximo que podiam sem nem pensar.
Antes de se dar conta dos atos que a faziam se mover tão instintivamente, sentiu movimento perto da cabeça, umas mãos acariciaram seu rosto e a convidaram a chupar uma pica que, com uma mão, ela levou à boca. Ele, grato, tirou os braços dela das mangas e baixou o babydoll até descobrir os peitos, que ele apalpou e apalpou por um bom tempo. De vez em quando, largava eles pra descer a mão até a buceta dela, que não parava de ser penetrada, e esfregava o clitóris em círculos.
- Não para... - implorou ela na terceira vez que ele tocou lá embaixo, quase gozando de novo. - Mais rápido... - E continuou chupando a pica do "Morcillas", como pensou em chamá-lo pelo tamanho grosso da pica dele.
Foi uma instrução ambígua, que ia pro dedo brincalhão do Morcillas, mas a pica do "Curvas", o que faltava por exclusão, também levou a sério. Ela levantou as pernas pra ele penetrar mais fundo.
- Ahhhh! Já! Tô gozando! - gritou ela, tirando a pica da boca e tremendo de prazer até cair exausta da descarga de endorfina. "Que rápido eu gozei!", pensou. A mão do Morcillas voltou pros peitos, beliscando os mamilos e amassando eles como pão antes de assar.
O Curvas continuou por uns instantes, metendo o mais rápido que podia. "oh... oh... mmm... brrr..." Parecia um cachorrinho fodendo ela.
- Ei! - ouviu ela Manuel exclamar do lado da cama, e ele parou como uma mola, saindo de dentro dela. - Já, já - respondeu ele, se masturbando o mais rápido que podia e derramando por cima da calcinha e da barriga dela.
O Morcillas, de joelhos, se moveu alguns centímetros mais perto de Alina, que ainda ofegava do orgasmo. Antes de levar a outra mão também pros peitos, agarrou a cabeça dela e levantou. o rosto até que os lábios da garota tocaram nas bolas dele.
Alina lambeu elas e enfiou uma na boca, chupando de leve.
- Ah, sim, assim, putinha. - Ela ouviu ele dizer, amassando os peitos dela com mais força.
"Você gosta disso, hein? Então espera." Alina pensou, safada, já satisfeita com o prazer e focada em dar. A língua dela passava das bolas para o períneo, e de lá para o cu, limpinho, e voltava até os testículos; tudo isso com uma punheta que nem as putas mais bem pagas fariam.
- Que peitos você tem, putinha! - Ele disse - Vou... vou... vou encher eles de porra - gaguejou, gozando neles e esfregando o esperma enquanto amassava.
Alina sorriu, aliviada e satisfeita, ao se livrar do Morcillas. "Peguei quatro caras." Como se fosse um marco.
- Querida, pode tirar a venda. - O namorado dela disse.
Ela viu ele primeiro na frente dela, ainda vestido, mas com o pau na mão e segurando um cigarro aceso na outra.
Olhou para a esquerda. Quatro homens bem feitos, corpos atléticos, altos, fortes, três brancos e um negro. O negro, o Francês dela, estava com o pau duro de novo, igual um porrete. Os outros já estavam meio murchos, até o do Come-cu, que se limpava com uma toalhinha o pau e a barriga. O Morcillas pedia cigarro pros que tinham terminado antes dele, e Manuel disse que ele podia pegar um da bolsa transversal dele.
- Você tá um nojo. - Ele disse quando ela tirou a venda. Era verdade; ela tinha esperma de um lado do rosto, nos peitos e na calcinha. - O que acharam? - Ela perguntou.
O Morcillas levantou o polegar. Curvas e Come-cu concordaram com a cabeça, sorrindo, e o Francês ainda olhava pra ela, impassível. Alina se levantou da cama e tirou a calcinha e o baby doll de uma vez, usando como pano pra limpar os peitos. Ele se aproximou, sem parar de olhar pra ela com desejo.
- Quer mais? - Alina concordou com a pergunta do namorado - O que você gostaria? Agora?
Alina sussurrou no ouvido dele e mostrou os atributos, especialmente pro francês. Queria ser fodida do jeito que quisessem, sem frescura e sem tabus. Manuel se aproximou deles e falou umas merdas, ela só ouviu do francês “Dentro”, que ele dizia algo sobre “nojo” olhando pros outros e que os demais negavam.
Sorrindo, com o pau na mão, ele se aproximou, chutou pra longe o babydoll e a calcinha e, pegando o corpo nu de Alina, sentou ela de pernas abertas no cu, deixando-a em cima da mesinha encostada na parede. Com um movimento certeiro, começou a penetrar a buceta encharcada dela.
— Quer gozar de novo? — perguntou Alina com a voz melosa e quente, antes de fechar os olhos quando ele enfiou tudo de uma vez.
— Sim, mas dessa vez, bem “zoccola”.
“Deus, que animal!” pensava ela de olhos fechados, mordendo o lábio com força e cravando as unhas nas costas dele. “E que costas, pelo amor de Deus!” Ele começou bem devagar, mas num instante acelerou tanto que parecia um martelo pneumático. Nem com os dedos tinham fodido ela tão rápido. Não sentia o prazer completo de um orgasmo, mas sim um ardor intenso e gostoso na buceta e, principalmente, tesão; Ele tava fodendo ela bem fodida, do jeito que ela gostava, sem carinho, sem frescura.
— Ah! Assim! Oh! Deus! — ela gritava, e ele aproveitava pra devorar a boca dela — Continua! Continua!
Dá pra ver mil filmes pornô com atos parecidos, onde homens fodem a mulher em mil posições e por horas, mas a real é que aquele negão fodeu a Alina por não mais que cinco minutos, e olhe lá, embora pra ela fosse uma eternidade, uma eternidade maravilhosa. “Deus, minha buceta!” Sentia que ele tava arrebentando ela, já não percebia nem o pau enorme entrando e saindo.
Até que ele enfiou tão fundo e tão de uma vez, tão forte, que os olhos dela quase saltaram das órbitas. Ele tirou e meteu de novo rapidamente mais algumas vezes, e ela sentiu as costas fortes dele relaxarem. Sem perder a força nos braços, ele a afastou da parede, que bem podia ter se partido e levou ela pra cama, onde com cuidado a deitou e saiu de dentro dela. Alina ofegava no mesmo ritmo que a buceta dela pulsava, voltando a sentir como um órgão que ela podia controlar. Ficou olhando pro Francês dela. "Filho da puta, como você fode bem!"
Ele também tava exausto, mas sorrindo. Do pau dele ainda caía umas gotas de porra no chão. Na mesinha tinha uma caixa de lenços que ele não demorou a atacar, rasgando a tampa pra pegar um e se limpar. Se virou e, fazendo gesto de que tava carregando peso, insinuou pro Manuel que... ele tava uns quilos a mais. Ele caiu na gargalhada sem parar de se punhetar.
- É minha vez - soltou o Morcillas, dando uns passinhos até a beira da cama. Alina pegou o travesseiro e colocou debaixo da nuca, abrindo as pernas e esfregando o clitóris. "Tô nem aí quem é, mas que a festa não pare."
- Ei! - o Comecoños segurou ele pelo braço - Você foi o último!
- Cara, não enche o saco - mostrou o pau moreno e duro - Tô a mil, não demoro, prometo.
Não esperou resposta. Se soltou do braço, se colocou entre as pernas de Alina, abaixou a rola como pôde e meteu, se jogando por cima. Ela recebeu ele cruzando as pernas no rabo dele e deixando que a fodesse à vontade, aguentando a posição com os braços esticados e apoiados na cama.
- Toma! Toma! - ele falava, soltando uma mão de vez em quando pra apalpar ela - Que peitos você tem, porra!
- Ah, sim! Me fode! Me fode! - ela repetia como um mantra, mais pelo tesão do que pelo prazer, já que entre fluxo, porra e o quanto o Francês tinha dilatado ela, a rola do Morcillas, por mais grossa que fosse, entrava e saía sem problema.
O Comecoños já tava na bunda esperando a vez dele, batendo uma. Curvas foi mais esperto e subiu na cama, aproximando o pau até que Alina pegou e começou a subir e descer a pele a cada metida. Olhava pro Comecoños pra ver se ele animava, mas não queria perder a posição.
Fiel à promessa, o Morcillas não demorou pra gozar. Alina tava muito tesuda, fazia um tempão sem orgasmo e as fodas seguidas deixaram ela a mil, fazendo ela se sentir uma putinha, coisa que ela adorava. Quando ele saiu de dentro dela, ela enfiou a pica do Curvas na boca e chupou gostoso, esperando que o Comecoños fosse mais compreensivo. Ela o incentivou abrindo a buceta com o indicador e o anular e esfregando o clitóris com o dedo do meio, pegando o que saía de dentro dela pra se dar mais prazer.
Comecoños chegou perto e fez a mesma coisa que o anterior: deitou em cima dela, procurando a entrada com a mão, mexendo a pica, e quando encontrou, enfiou de uma vez. “Esses caras não têm pena nenhuma”, pensou ela com tesão, enfiando a pica do Curvas até a garganta e babando tudo.
Comecoños seria um ótimo amante pra ter por perto; era gostoso, devia ter uns quarenta e poucos anos. Bem barbeado, cabelo preto e liso de três dedos, bagunçado e muito cool. Forte e tatuado nos braços e no peito até o pescoço. Além disso, mantinha um bom ritmo, entre “vim te foder, cê não me importa” e “vamo lá, vou ser bonzinho com ela”. As mulheres vão entender…
Ele metia num ritmo bom, marcando as penetradas, tentando esfregar o máximo o púbis contra o clitóris dela. Não tinha uma pica ruim, mas Alina tinha sido seduzida pela língua dele, que ela via bastante tempo fora da boca. Ela chupava e batia uma pro Curvas, e olhava pra ele com tesão, dizendo com os olhos: “Continua, campeão, cê tá fudendo como uma puta mãe.”
Ele fez ela virar e ficar de lado. Assim ela podia bater uma e chupar melhor o Curvas, e as penetradas davam um toque gostoso. Mas o golpe final veio quando ela sentiu a mão que tava nos peitos descer pela barriga até a buceta e esfregar o clitóris dela.
— Ah! Sim! Filho da puta, que delícia! — ela não conseguiu evitar de falar ao sentir que tavam dedicando um tempinho pra ela. Ela levantou o joelho pra ele tocar melhor, e ele, com o tesão aumentado pelos resultados das ações dela, fodeu com força e um sorriso no rosto. — Deus, não para! Suplicou já só batendo uma pra Curvas.
Explodiu num orgasmo sonoro e molhado que deixou ela tremendo como se tivesse uma convulsão. Comecoños ainda massageava o clitóris dela e a fodia; se fosse o namorado dela, teria parado, não gostava de ficar naquele estado por muito tempo, os espasmos e tremores incomodavam ele. Mas ele continuou e no fim conseguiu se controlar. Ele, por sua vez, continuou curtindo ela por uns minutos, depois saiu de dentro dela fazendo sinal pro Curvas e subindo na cama pra colocar a pica na cara dela.
O Curvas desceu da cama, o Francês e o Morcillas estavam duros de novo, observando com atenção. Manuel tinha se sentado ao lado dela, batendo uma lentamente e olhando pra ela com tesão.
— Tá se divertindo? — perguntou o namorado dela
— Sim — uma caretinha ao sentir outra pica entrando nela. — Aaahhh! — gemeu se contorcendo na cama, procurando pica com a mão sem pensar, de olhos fechados. “O que tá acontecendo comigo?”
A pica era bem curvada pra cima, nunca tinham fodido ela com um pau daquele jeito. Ela se mexia toda trêmula.
Além do namorado, que sabia foder ela exatamente do jeito que ela gostava, o normal era que as picas que comiam ela fossem de um tamanho e formato “normal”, por assim dizer. O melhor amante dela, o chefe Severino, tinha uma pica tão grande que esfregava bem lá dentro e dava um prazer contínuo parecido com o orgasmo, e por isso ela enlouquecia fodendo com ele. Os outros quase sempre precisavam de estímulo no clitóris. Mas aquela pica, mesmo não sendo muito grande, tava dando um prazer parecido com o de quando ela se acariciava o clitóris desde os lábios. Agora ela consegue explicar isso analisando, mas na hora só sentia o prazer de uma boa fodida com o extra de mimarem o clitóris dela suavemente no ritmo da penetração, como se dessem tapinhas cada vez que a pica entrava, querendo só que continuasse mais e mais rápido, se mexendo por instinto pra pica continuar esfregando a parede frontal da buceta dela. Ela não percebeu nem percebeu que estava se segurando pelas próprias pernas, apontando os pés para o teto. Os outros três se posicionaram ao lado da cabeça dela e ofereciam as picas, que ela chupava com gula.
O Curvas continuava metendo nela, levantando-a ainda mais, empurrando suas pernas.
— Continua! Continua, filho da puta, que eu vou gozar! — ela dizia — Porra, mais!
E quando sentiu a buceta pulsando e ela gritava de prazer, o homem ofegou, dando os últimos empurrões. “Buceta! Ela acabou comigo com essa pica!” E percebeu que outro orgasmo anterior provavelmente tinha sido dado pela pica do Curvas, e não pelos dedos do Morcillas. “Ele é feio, mas seria uma boa aquisição também.” Olhou relaxada e sorrindo para o namorado quando o Curvas baixou as pernas dela. “Porra, cuck, você sabe foder, mas escolher quem me come é ainda melhor…”
O Curvas saiu de dentro dela e se deitou. Alina subiu em cima dele, queria continuar aproveitando, e cavalgou por mais um tempo, chupando os paus do Francês e do Comecoños. O Morcillas ficou atrás, tocando a bunda dela e enfiando um dedo. Quando tentou enfiar o segundo, Alina tirou a pica da boca para dizer que era melhor não. “Com aquele hambúrguer amadurecido, quem sabe como a coisa tava…” Então ele parou de dedar e sentou para bater uma punheta, olhando a penetração de pertinho. Aproveitou uma vez que a pica do Curvas saiu para enfiar a dele, e assim os dois ficaram alternando quem a fodia. O Francês entrou no esquema, afastando o Morcillas. “Ah, sim… hummm.” Ela gemeu alto, se erguendo o máximo que podia e esfregando a buceta no Comecoños, que não parava de amassar os peitos dela.
— Vou gozar! — disse o Curvas, bem agarrado na bunda dela, esperando que ela se mexesse para ele poder penetrar e descarregar.
Alina tentou pensar, embora não fosse fácil no estado de excitação em que estava. Calculou mais ou menos o nível de tesão dos amantes. Obviamente, o Comecoños era o que estava mais longe do orgasmo, e ela dedicou a ele um boquete de campeão. Agarrou a pica do Francês e o incentivou a foder ela. E assim ela fez. Ela, por sua vez, esfregava a barriga contra o Curvas, pra não perder o tesão. Pelo jeito que ele tinha fodido ela, o rápido que gozava e a aparência dele, sacou que o Morcillas era o mais tarado e safado e que se viraria bem sozinho. Mesmo assim, depois que o Francês não precisou mais da mão dela pra foder, deu uns carinhos no pau grosso dele. Olhou pro Manuel, já pelado e batendo uma bem devagar; sabia que ele também tava no limite.
O Francês acelerou. "Também tá perto". Olhou nos olhos do Comecoños, enfiando só a cabecinha na boca e girando com a língua, observando a cara dele de olhos fechados olhando pro teto, prestes a quebrar o pescoço de tão tenso que tava. "Pouquinho... pouquinho". Curvas não parava de esfregar o pau dela por baixo e chupava os peitos dela quando o Comecoños soltava, falando "Que peitos, minha mãe, que peitos".
- Porra! - Exclamou ao sentir que o pau do Morcillas começava a soltar líquido pré-gozo.
Virou-se pra ele, saindo de cima do Francês e do Curvas, parando a punheta pra controlar a gozada. Deitou-se na cama de barriga pra cima com as pernas abertas, olhando nos olhos dele, deu umas lambidas e continuou batendo uma pra ele.
Os quatro rodearam ela. Manuel tentou se juntar, mas ela fez sinal de "para" com a mão e deixou ele se tocando.
Passava de pau em pau chupando. Batia uma pra dois e chupava um terceiro, ligada nos sinais que eles davam do estado deles. De vez em quando, o que não tava sendo chupado metia entre as pernas dela e enfiava o dedo, batendo uma ou fodendo um pouco, mas se sentia que ia gozar, passava a mão no queixo dele e mostrava a língua pra dizer que queria chupar ele.
- Quero gozo - Falou sensual, e como se apertasse um botão, todos aceleraram o ritmo.
O primeiro a gozar foi o Morcillas. Ela tava chupando ele, e dessa vez nem abriu a boca pra receber o que ele tava espremendo, caindo pela bochecha e pescoço dela. O Comecoños fez ela virar de cabeça puxando pelo e de olhos fechados, também gozou na cara dela, perto do nariz e da testa. O Curvas quis nas tetas, esfregando a cabecinha no mamilo. O Francês tirou a pica da buceta e, esfregando no púbis, gozou nos pelos.
Ela se sentia muito suja e promíscua, física e mentalmente. Podia muito bem ser a cena final de um filme pornô, se não fossem os sete ou oito quilos a mais, as varizes, a buceta peluda embora bem aparada, o cabelo cacheado já meio grisalho e descuidado. Mas ela tava nem aí. Manuel se enfiou entre os homens.
— Porra, amor! Que puta foda!
— Falta você… — sussurrou pra ele.
— Sim, por favor — quase não mexia a pica pra não gozar — toma um banho e me deixa, já não aguento mais.
— Não — se mexeu como um caranguejo, fazendo com que ele ficasse entre as pernas dela — me fode assim.
Ele hesitou uns segundos. Não que tivessem deixado litros de porra no corpo dela, mas devia estar bem suja, pelo menos tinha gotas pra todo lado.
— Quero que meu macho me coma com as gozadas dos caras que acabaram de me foder — faltou dizer pra animá-lo.
Manuel se deitou por cima dela. Não teve problema pra meter, já que ela tava bem lubrificada e ele tava duro. Se beijaram.
— Você tem gosto de pica, amor — sussurrou. Ela fez ele abraçá-la, sentindo o nojo dele quando os corpos ficaram tão grudados.
Ele fodiu como só um mestre do corpo dela poderia; como conhecia o estado de excitação dela, metia a pica o mais rápido que podia e massageava suavemente o clitóris inchado e já dolorido, usando a porra do Francês pra lubrificar mais.
Pareciam duas cobras enroscadas, abraçados com força. O orgasmo da Alina chegou, ela esticando bem o pescoço e ele mordendo.
— Me fode! Isso! Dá tua porra, filho da puta! — gritou quando gozaram juntos.
Manuel descarregou tanta porra na buceta dela que, quando relaxaram e a pica saiu, ainda abraçados, ela sentiu escorrendo pela coxa até a cama. Quando Recuperaram as forças e ficaram os dois deitados de barriga pra cima, rindo e ofegando, alheios aos quatro olheiros. Já tinham umas duas horas de vai-e-vem, enrolando e metendo. Alina tava exausta e fedendo a suor e porra. Ela se levantou meio sem graça e falou que ia tomar um banho. Enquanto procurava uma roupa pra trocar, os caras já tinham encerrado a sessão e iam se vestindo, uns em silêncio, outros batendo papo. Ela ouviu o ComeBuceta falando do transporte público que ia pegar com o Francês; o Curvas e o Morcillas conversavam com o Manuel, imaginou que sobre como tinham se divertido. Antes de entrar no chuveiro, se despediu, na dúvida se dava beijo com a cara cheia de porra. O Francês largou a conversa e tirou a dúvida dela, estendendo a mão e falando com o sotaque dele que tinha sido um prazer e que, se ela quisesse repetir, era só chamar. Feito um grupinho, os outros três fizeram o mesmo. Ela se sentiu como numa reunião de trabalho que acabou, concordando com um sorriso e mentindo ao dizer que sim, que tinha que repetir. Quase dormiu no chuveiro. Quando saiu, o Manuel já tava vestido.
— Gostou?
— Foi... diferente.
— Espero que tenha ficado satisfeita. Foi um parto encontrar "candidatos". — Ele falou, enfatizando a palavra, entregando a bolsa dela e abrindo a porta.
— Vou te contratar como secretário. Você ganharia mais do que aí e faria um trabalho melhor.
Saíram dando gargalhadas. O Manuel acenou de longe pro recepcionista, que pelo grupinho de homens entendeu que tinha sido uma festa boa, piscando o olho e balançando a mão no ar também.
- Oi, amor! – Ouviu-se na entrada. Barulho de largar os chinelos, o casaco, as tralhas no quarto da entrada. – "Já cheguei", o que tem de comidinha?
- Como foi, querido? – Respondeu Alina com uma voz engraçada – Tô na cozinha, vem que tô fazendo agora.
- Ah, um dia normal, cansado – Ele foi dizendo enquanto andava pelo corredor até a sala.
Entrou na cozinha e ela não viu o primeiro contato, mas imaginou.
- Buceta! – Uma pausa – Se você pular alguma coisa, vai se queimar toda!
Alina morria de rir. Um beijinho na bochecha enquanto mexia as lentilhas, jogando páprica da Vera, e um tapa na bunda nua dela. Ela se virou pra ver o namorado e, segurando o avental – a única coisa que vestia – balançou ele pra frente com cara de obviedade. "Tá vendo? Só tô isso aqui", diziam os olhos dela.
Manuel pegou uma cerveja e abriu. Apoiou-se na geladeira.
- E essa recepção? Onde deixou a pequena?
- Com a minha mãe, sabia que você voltava cedo e... bom, a gente se entende.
Alina abaixou o fogo e se aproximou pra beijá-lo. Um beijo apaixonado, refrescante e gostoso. Pegou a mão dele pra que acariciasse a bunda dela, enquanto ela massageava o volume dele.
- As lentilhas vão grudar, sua safada!
- Precisam cozinhar um pouco, vem...
Ela queria que ele comesse ela na cozinha, sentia um tesão danado em estar ocupada fazendo alguma coisa e levando piroca ao mesmo tempo; mas a cara de Manuel era de puro cansaço. Ela pegou ele pela mão, levou até o sofá, fez ele sentar, abriu a braguilha e puxou o pau, que já estava meio duro. Depois de bater uma punheta por uns instantes, meteu na boca.
- Porra, amor! Me Você tá seco! De novo? Já passamos a noite inteira transando, essa manhã também... Tô há uns dias que nem quando você tava grávida... minhas bolas tão doendo! - Deu um gole na cerveja e largou na mesinha, aproveitando o boquete.
Alina, com as bochechas vermelhas de tesão e os olhos semicerrados, tava ignorando completamente o que ele dizia. "Tô pouco me fodendo", pensou. Chupou a cabeça da piroca fazendo ele gemer e tirou da boca, balançando com a mão. Sem muito pudor, lambeu a mão e enfiou por baixo do avental pra molhar a parte de fora da buceta, que por dentro ardia e já tava bem lubrificada, e aos poucos sentou em cima da rola, ficando de joelhos no sofá.
- Hummm... - Gemeu, enfiando devagar até o fundo. - Cê não gosta, não?
- Claro que sim, amor - Disse Manuel, quente e resignado, enfiando as mãos pelos lados do avental pra pegar nos peitos dela. Alina cavalgava devagar com a cara mais safada.
- Cê não tá comendo a "Laurinha", né? - Fez voz fininha pra falar o nome e beijou ele. Quase tirando a piroca, conseguiu mexer a buceta com frenesi, estimulando a cabeça. - Quero você só pra mim, se guarda.
- Qual o quê! Ela tá de férias.
Alina voltou a cavalgar normal, dessa vez se esfregando no clitóris. Não tinha muito tempo antes das lentilhas irem pro saco e ela tinha gastado chouriço e morcela que valiam meio apartamento, precisava gozar logo. Manuel tava mais disposto, acompanhava o movimento segurando na cintura dela. Logo Alina já tava que não aguentava mais.
- Já melhorou, amor? Eu tô quase... - Falou. Normalmente, quando iam no mesmo ritmo, as respirações ficavam juntas e gozavam ao mesmo tempo, mas ela sentiu uma leve relaxada nos movimentos e gemidos do namorado.
- Eu... eu... eu ainda tô um pouco, love... - Respondeu entre as subidas e descidas da namorada. - Cê não pode me fazer transar o dia inteiro...
Parou de cavalgar, enfiando até o fundo. Manuel olhou assustado, com medo de que ela tivesse Irritado, e respirou aliviado ao ver que ela ainda tava com cara de safada.
Ela deu um beijinho nele, passou a mão no rosto dele com os dedos molhados e fedendo a buceta pelo nariz. Desabotoou o avental, deixando os peitos soltos, apontando bem na cara dele. Levou uma mão na buceta e começou a se esfregar no clitóris, a outra atrás, apertando os ovos dele espremidos entre as nádegas dela.
— Essa rola é minha — falou apertando os colhões dele, fazendo ele fechar os olhos de dor e prazer. Ela se movia pra frente e pra trás, enfiando rápido — Chora o quanto quiser, mas se mamãe mandar você foder, você fode, esteja cansado, dormindo ou o que for; e se eu mandar gozar, você goza.
— Você é a piranha mais puta do planeta — respondeu Manuel com força e vigor renovados. Agarrou ela pela bunda e levantou com muito esforço, levando ela de pernas abertas até a parede na frente. Deu uma porrada seca ao encaixar ela e começou a meter com fúria — É assim que você quer?
— Sim… ai… me dá mais… — Ela segurou o pescoço dele com um braço só pra poder esfregar o clitóris rapidinho. Ele mordia o pescoço dela e beijava.
Ela sentiu de novo que estavam no mesmo ritmo, no mesmo nível de tesão. “É que os homens têm que ser colocados no lugar deles de vez em quando, senão ficam moles”, pensou ao ter o homem dela fodendo como Deus manda. Batidas e gemidos dos dois ecoavam pelo cômodo por uns minutos intensos. Alina abriu bem a boca com o orgasmo; Manuel mordeu o lábio inferior dela, enfiando até o fundo mais umas duas vezes. Os dois explodiram num orgasmo forte que deixou eles paralisados.
Ele soltou ela no chão de novo. Alina procurou no bolso da calça do namorado um pacote de lenços e usou pra se limpar; ele, todo acabado e com uma dor visível nas costas, foi meio sorrindo pro quarto tomar banho e trocar de roupa. Lembrou das lentilhas e correu pra ver. “Uff… mais uns minutos…” falou, desgrudando do fundo com a concha as que tinham ficado paradas sem dançar na panela. Caldo.
— O problema é que você só pega casados — disse Manuel quando terminaram de comer, já vestidos com roupas confortáveis, vendo TV, depois que Alina disse que sentia muito, mas que estava com muita vontade e faltando homens pra ela.
— Usa o Tinder ou algo assim.
— Os solteiros não me descem. Maturidade, sei lá o que têm. E se pelo menos fossem boas transas, eu ficava satisfeita por um tempo…
— Obrigado pela parte que me toca — respondeu Manuel, indignado.
Alina deu um beijo carinhoso nele, não queria ofendê-lo e ele interpretou mal as palavras dela. Bom, interpretar mal também não, era fato, mas de todos os caras que tinham comido ela, ele era de longe o melhor. Não se referia ao prazer em si, mas à sessão. Mediu as palavras com todo cuidado:
— Não é isso, amor — beijou ele de novo — Você é o "fucker number one", e até com o Seve, depois de um tempo, preciso de outra descarga... Ou será que não chego bem comida do trabalho por causa da tranca de burro dele e procuro meu papai pra me montar? — Outro beijinho pra mostrar o ponto.
— Então você precisa de outro amante fixo.
— Qual nada! São essas putas festas que ocupam todo mundo! Normalmente até tenho que agendar, mas chega o Natal e fico sem gente. O que preciso é uma boa dose de "love" que cubra até voltar ao normal — veio a inspiração e a lembrança de alguns menages esporádicos que acabaram em noite de luxúria e ficar uns dias sem aquela necessidade urgente de sexo.
— E se eu te arranjar algo "divertido" pra esse fim de semana? — disse Manuel, visivelmente animado com a ideia. Alina fez as contas; ainda teria que usar o namorado dela pelo resto da semana, mas se fosse uma boa sessão, talvez alguns dos amantes dela já estivessem ativos de novo quando ela precisasse, porque no meio disso vinha a menstruação, e são os únicos dias em que não tem vontade nenhuma.
"Tipo o quê" perguntou Alina. "Deixa comigo... só me diz as condições" respondeu ele. Quem ela pegasse tinha que ser bonitinho e, acima de tudo Saudável. Precisava ter certeza de que ele estava saudável, manias dele, fruto do ofício.
Nos dias seguintes, Manuel ficou bem ocupado com o computador e dando prazer a ela quando precisava, enquanto a filha dormia. Uma manhã, antes de ir pro trabalho, ele chegou com umas folhas.
— Olha, você que entende… — Entregou pra ela, era um exame de sangue completo — O que a gente olha aqui pra saber se não tá “contaminado”?
Alina interpretou os resultados, procurando os parâmetros das doenças, ensinando ao namorado o que ele devia observar.
— É esse que você tá me arrumando? — Perguntou com sarcasmo, excitada com a ideia de um brinquedo novo
— Você cuida da sua vida, já vai ver… — Respondeu, voltando pro quarto do computador
Alina ficou com a buceta latejando o dia inteiro com a ideia. No trabalho, não conseguia se concentrar. “O que será que ele preparou…” Pensava. “Pizza, filme e pica…”
Ao sair do trabalho, encontrou o namorado, que tinha ido buscá-la de carro.
— Que surpresa! Saiu mais cedo?
— Sim, já deixei a menina com seus pais e a gente vai jantar fora — Disse ele quando abriu a porta. — Não, não! Senta atrás e troca de roupa
Alina obedeceu, adorava a expectativa. “Deve ser um novo, ele deve ter combinado em algum lugar” Pensava, se despindo sob o olhar curioso de algum transeunte que a viu quase nua quando pararam numa faixa de pedestres, enquanto ela se debatia com a roupa que vestia. Abriu a bolsa onde o inepto do namorado tinha colocado o conjunto todo amassado e embolado.
— É isso que eu tenho que vestir pra jantar? Dá pra ver tudo! — Era sua “roupa de puta” mais ousada, que consistia num baby doll de rede de malha, manga curta e saia preta. Vinha com uma calcinha sexy também preta, de tecido fino, quase transparente, e um casaco comprido de lã cinza pra cobrir.
— Só veste. Não se preocupa, tá tudo planejado
Ela terminou de se despir na ronda litoral com o carro andando, e vestiu o modelito o mais rápido que conseguiu. Manuel saiu da estrada e parou ao lado de um McDonald's, pedindo alguns combos. "Que banquete mais chique."
Deu uma voltinha curta e estacionou. Ela passou na frente sem perguntar, e ele entregou o hambúrguer e a bebida dela, dizendo "não se suja". Manuel olhava o relógio do carro com frequência entre uma mordida e outra. O bom da comida rápida é isso, é rápida, e em nada saíram do carro e andaram poucos metros até um motel por hora, um que, raro nela, ela não tinha visitado. Como de costume, esperou afastada do homem que negociava com o recepcionista e anotou algo num papel. Manuel escreveu no celular e caminharam até o quarto no mesmo andar.
Só o cheiro de incenso e putaria já a deixou mais tesuda do que já estava. Os nervos estavam à flor da pele; o que ela ia encontrar lá dentro? Ninguém. "Que decepção", pensou ao não ver viva alma, só a cama gigante, um banheiro e algo parecido com uma escrivaninha minúscula.
- Não gostou? - Perguntou Manuel tirando a jaqueta e colocando-a na escrivaninha.
- Cara... sim, mas... vamos ficar só nós?
- Esperava mais alguém? - Primeiro aumentou o termostato, se aproximou dela, tirou o casaco dela e a beijou. Em seguida, se jogou na cama e ligou a televisão.
Era uma cama redonda imensa, com pelo menos três metros de diâmetro, com um lençol de seda rosa choque berrante. Manuel pegou o telefone, começaram a chegar mensagens e ele respondia. O "pi-pi... pi-pi" contínuo do celular era a única coisa que a fazia manter um fio de esperança de que aquela noite não fosse só uma trepada a dois. Na última mensagem, Manuel pulou rápido da cama e a fez levantar do lugar confortável dela na beirada. Tirou do bolso uma venda preta de seda.
- Vem - Disse ele, ficando atrás dela e vendando seus olhos. - Tá pronta?
- Sim - Respondeu com firmeza, condizente com a dureza dos mamilos dela.
Escuridão. Todos os sentidos dela se aguçaram. Ela ouvia uma voz em... O patamar, passos. Ela ouviu o namorado caminhar até a porta antes de uns nós dos dedos baterem e ele abrir. "Tsss" Foi a última coisa que ouviu.
Passos, muitos passos. Movimento ao redor dela, roupa caindo no chão, roupa amontoada onde estava o casaco dela. "Que seja bom pelo amor de Deus... que seja bom" Ela suplicava, mordendo o lábio e com a buceta já encharcada.
Um beijo no pescoço a despertou do devaneio. Carícias nos ombros. As mãos passaram rapidamente para os peitos dela, apertando-os. Ela sentia o calor de um corpo nu atrás dela; o cheiro não era o do Manuel, nem as mãos dele, bem maiores. Sentiu um volume na bunda, passou a mão para trás e agarrou uma piroca de bom tamanho. "É, isso sim..." Ela dizia, sacudindo-a. Virou-se para agarrá-la bem, queria chupá-la o mais rápido possível, mas antes de se abaixar, sentiu outras mãos acariciando suas nádegas. "Manuel?" Ela se perguntou.
Ela sacudia a piroca com vontade. Não conseguiu se segurar e se abaixou para chupar a piroca. "Mmmm... que gostosa" Ela disse ao enfiar a cabecinha na boca. Chupava com avidez, enfiava tudo o que podia antes de sentir ânsia. Estava calor, muito calor, ela começava a suar por causa da temperatura, do tesão e do nervosismo.
Uma mão passou pelo pescoço até tocar um peito dela. Outra, pelo outro lado, se aventurou por baixo do vestido, beliscando o mamilo. Por trás, duas mãos acariciavam suas nádegas e beijavam perto da calcinha. "Que delícia!"
Ela percebeu que havia mais mãos do que dois homens poderiam ter, por maiores que fossem as mãos. Seus peitos bem amassados, com vontade. Alina continuava mamando, seguraram sua cabeça para que ela fizesse mais devagar e fundo. De repente, o peito esquerdo foi liberado e, pelo mesmo lado, ela sentiu uma piroca roçar sua bochecha. Num instante, soltou a que estava chupando para pegar essa, que também não era a do Manuel. Confirmou isso chupando-a também.
Já nem pensava, tinha perdido a conta e pouco se importava. Eles pararam um instante para subir na cama. Ela ficou de joelhos na borda e os outros homens Se colocaram na frente e ao lado. Ela tinha uma rola em cada mão, uma delas enfiada até a garganta quando os beijos nas nádegas chegaram à virilha e começaram a lamber por cima do tecido. Não demorou pra sentir a língua se enfiando de lado até sua buceta molhada, fazendo-a gemer.
- Ummm... sim... oh... - Ela tirava a rola da boca pra respirar e gemer, balançando ambas pra frente e pra trás com rapidez. Voltou a chupar a da frente.
Ouviu barulho à sua direita quando pararam de pegar naquela teta. Instintivamente soltou a que chupava pra esticar a mão pro lado, tateando o vazio até encontrar umas pernas. Foi subindo às cegas. "Uns ovos", pensou apalpando-os. Seguiu o caminho até substituir a mão que batia pra aquela rola, medindo-a ao subir e descer a pele. "Também é grande", pensou enfiando a nova na boca. Ambas as tetas voltaram a ser apalpadas, dessa vez a partir do pescoço.
A língua parou de comer a buceta dela. A calcinha foi puxada mais pro lado e um dedo se enfiou lá dentro enquanto ela alternava entre chupar e bater punheta pras três pirocas que tinha à mão. "Vai, gato, mete logo que tô a mil", pensou ao sentir os dedos subirem até a borda da calcinha e começarem a puxar.
- Não tira - ouviu o namorado à distância, descobrindo que eram quatro caras que estavam curtindo o corpo dela, nenhum era Manuel. - Ela gosta com roupa.
O silêncio voltou. Quando chupava uma rola, o dono segurava a cabeça dela pra acompanhar os movimentos. Começou a ouvir sons de prazer e palavras de baixo calão.
"Ah... mmm... chupa... que gostosa... continua, puta", sentia sussurros ao redor em vários tons de voz.
Dois dedos na buceta fodiam ela com rapidez. Tava tão excitada que levou uma mão à venda, mas antes de tirar, a voz de Manuel a parou. "Não, deixa ela."
- Quero pica! - implorou, e de novo se enfiou na rola da frente, a maior das três que tinha provado e a que mais dedicava a boca.
Atrás, pararam de comer a buceta dela e de enfiar dedo pra sentir O calor de algo maior na entrada dela, e aos poucos foi se introduzindo, empurrando ela tanto que perdeu o equilíbrio, ficando apoiada com o braço direito na cama, chupando e batendo punheta só pro cara da frente e pro da esquerda dela. "Ufff…porra…é grande…mmm…que delícia…" Pensava ao sentir ele entrando até o talo, ajudando a penetração segurando na cintura dela. O da direita também se colocou na frente pra não perder a chance de ganhar um boquete.
Pam, pam, pam. Com uma cadência lenta e uniforme, metiam nela até ouvir o barulhão dos corpos se chocando. A cada estocada, a pica que ela chupava entrava até a garganta, soltando uns sons guturais.
- Mete forte, que ela adora - Ouviu de novo a voz do namorado, dessa vez atrás dela.
- Tem certeza? - Perguntou uma voz com sotaque francês.
Ela não ouviu resposta. Quem ela chamaria de "O Francês" entendeu como carta branca; começou a meter o mais rápido que podia.
- Ah…ah…oh…isso…assim…oh…mais! - Ela gemia, se acabando de tesão. Caindo de bruços na cama, ignorando o boquete, e mais por movimento automático do que por vontade, batia uma pro cara da esquerda. - Ah, que pica! - Continuava falando. Era grande, maior que a dos amantes dela, mas menor que a do chefe, ainda assim tava deixando ela toda arrombada e dando um puta prazer. Passou a mão na buceta pra gozar no clitóris.
De tanto esfregar o rosto na cama, parte da venda caiu e ela conseguiu vislumbrar as pernas clarinhas do homem que ela batia punheta. Também a pica dele, não muito grande, mas gordinha e circuncidada. Também viu de relance, passando atrás dele, outra pica, essa bem curvada pra cima, bem clarinha, tanto que dava pra ver as veias e a cabecinha vermelha se destacando. Mais passos atrás dela. Não parava de ouvir sussurros do cara que tava fodendo ela, "Zoccola", ele dizia. Nem ideia do que era, mas bonito, pelo tom que ele sussurrava a palavra, não era.
Outra mão acariciou a bunda dela entre as duas do Francês. Tava quase gozando quando ouviu ele. Falar com o Manuel sem entender nada do que diziam, de tanto sangue pulsando nos ouvidos. Parou de repente, um movimento rápido em cima da cama e, pelo pouco que conseguia ver, estava convidando educadamente o cara que a estava comendo a se afastar.
Viu as pernas pretas como a noite e um pau ainda mais preto. Uma mão pegou seu rosto e ela se levantou o suficiente para chupar aquele bendito pedaço de carne preta e rosada com gosto de buceta. Entrava pouco, mas ela curtiu aquele pau na boca, agitado pela mão do dono.
- Abre a boca, gostosa - pediu o Francês quando percebeu que outro homem ocupava seu lugar na buceta, metendo de uma estocada depois de afastar a calcinha dela.
Ela estava tão puta que se deixou levar pelo tesão, abrindo a boca e colocando a língua pra fora pra receber o que aquele preto queria dar, se masturbando com raiva e apoiando a cabecinha na língua dela. Com os movimentos causados pelas penetrações, mais suaves que as do Francês, ela lambia o freio.
Primeiro um jato na cara, perto da venda, quente e grosso; outro mais perto do nariz e depois vários borrifos do mesmo líquido escorreram pela língua dela com um gosto nojento, mas que, na situação em que estava, até deu prazer. "Oh… mon Dieu" ela chegou a ouvir enquanto gozava na boca, usando a língua como pano pra esfregar a ponta da cabecinha e limpar. Agradeceu pela foda tão boa que ele tinha dado, fazendo algo que odiava: fechar a boca e engolir. Já mais calmo, aquele preto percebeu que Alina tinha parte de um olho descoberto e o filho da puta colocou a venda de volta, cegando ela de novo. "Assim que você me paga…"
Depois de liquidar o Francês, ela focou no próprio prazer. Estavam comendo ela bem. De um lado, tocavam o peito dela, e ela tinha de novo dois paus à disposição da boca. De quatro, alternava as chupadas conforme ofereciam pau, chegando até a ter as duas cabecinhas juntas. Espera" — ela ouviu, e o cara à sua esquerda se afastou. Mais ou menos ela já sacava os movimentos e a posição dele: ele tava se enfiando por baixo dela de lado, de cabeça pra baixo, fazendo o que vulgamente chamam de sessenta e nove. Assim, finalmente alguém se dignava a estimular o clitóris dela com gosto, e ela tinha uma rola pra chupar sem forçar o pescoço e as costas. Do mesmo jeito, conseguiu descansar se largando em cima dele.
"Porra! Já que tão me comendo, podiam me foder enquanto me chupam!" — pensou ao perder o tesão da penetração em troca de uma boa chupada de buceta. "Mas o filho da puta manda bem nisso." — completou pra si mesma, enfiando a rola bem fundo na boca e sugando, chupando rápido ao sentir a língua focada no clitóris inchado dela. Quase no clímax, o cara nem precisava se mexer: Alina tava tão excitada que esfregava a buceta na língua dele, e não o contrário.
Não conseguiu se segurar: se ergueu, esfregando a buceta molhada e grande na cara dele. Ele tentava levantar ela um pouco pra lamber melhor e respirar, mas ela tava tão safada que não deixava — só passava a buceta na cara dele e, de quebra, continuava batendo uma punheta nele enquanto uivava de prazer.
— Ah!... Isso!... Toma buceta!... Chupa mais!... Come ela! — dizia, derramando os fluidos na boca do "Chupa-Buceta".
Ela batia punheta com tanta força e rapidez que, nos últimos espasmos do orgasmo, sentiu a rola escorregar na mão e se lambuzar de porra. Terminou de ordenhar até não sair mais nada.
Relaxou. O Chupa-Buceta debaixo dela empurrou ela pro lado pra sair, fazendo ela rolar de barriga pra cima. Sentiu o frescor da calcinha encharcada de saliva e fluido, mas rapidamente um cara montou nela, esfregando a rola ali. Enfiou as duas mãos pelos lados pra apalpar os peitos dela à vontade.
Alina não queria perder o tesão depois daquele orgasmo bom, então provocou pra ser fodida: puxou a calcinha pro lado, sentindo pele com pele. Largou os peitos pra levantar as pernas dela e, num movimento só... Com precisão, ele a penetrou.
Fodia ela com rapidez. Dava pra ver que tava doido pra pegar ela de jeito e meter. "Mais, mais, continua", ela sussurrava. Tava a mil, estranhamente não perdeu a excitação nem o prazer, as pernas dela se levantavam o máximo que podiam sem nem pensar.
Antes de se dar conta dos atos que a faziam se mover tão instintivamente, sentiu movimento perto da cabeça, umas mãos acariciaram seu rosto e a convidaram a chupar uma pica que, com uma mão, ela levou à boca. Ele, grato, tirou os braços dela das mangas e baixou o babydoll até descobrir os peitos, que ele apalpou e apalpou por um bom tempo. De vez em quando, largava eles pra descer a mão até a buceta dela, que não parava de ser penetrada, e esfregava o clitóris em círculos.
- Não para... - implorou ela na terceira vez que ele tocou lá embaixo, quase gozando de novo. - Mais rápido... - E continuou chupando a pica do "Morcillas", como pensou em chamá-lo pelo tamanho grosso da pica dele.
Foi uma instrução ambígua, que ia pro dedo brincalhão do Morcillas, mas a pica do "Curvas", o que faltava por exclusão, também levou a sério. Ela levantou as pernas pra ele penetrar mais fundo.
- Ahhhh! Já! Tô gozando! - gritou ela, tirando a pica da boca e tremendo de prazer até cair exausta da descarga de endorfina. "Que rápido eu gozei!", pensou. A mão do Morcillas voltou pros peitos, beliscando os mamilos e amassando eles como pão antes de assar.
O Curvas continuou por uns instantes, metendo o mais rápido que podia. "oh... oh... mmm... brrr..." Parecia um cachorrinho fodendo ela.
- Ei! - ouviu ela Manuel exclamar do lado da cama, e ele parou como uma mola, saindo de dentro dela. - Já, já - respondeu ele, se masturbando o mais rápido que podia e derramando por cima da calcinha e da barriga dela.
O Morcillas, de joelhos, se moveu alguns centímetros mais perto de Alina, que ainda ofegava do orgasmo. Antes de levar a outra mão também pros peitos, agarrou a cabeça dela e levantou. o rosto até que os lábios da garota tocaram nas bolas dele.
Alina lambeu elas e enfiou uma na boca, chupando de leve.
- Ah, sim, assim, putinha. - Ela ouviu ele dizer, amassando os peitos dela com mais força.
"Você gosta disso, hein? Então espera." Alina pensou, safada, já satisfeita com o prazer e focada em dar. A língua dela passava das bolas para o períneo, e de lá para o cu, limpinho, e voltava até os testículos; tudo isso com uma punheta que nem as putas mais bem pagas fariam.
- Que peitos você tem, putinha! - Ele disse - Vou... vou... vou encher eles de porra - gaguejou, gozando neles e esfregando o esperma enquanto amassava.
Alina sorriu, aliviada e satisfeita, ao se livrar do Morcillas. "Peguei quatro caras." Como se fosse um marco.
- Querida, pode tirar a venda. - O namorado dela disse.
Ela viu ele primeiro na frente dela, ainda vestido, mas com o pau na mão e segurando um cigarro aceso na outra.
Olhou para a esquerda. Quatro homens bem feitos, corpos atléticos, altos, fortes, três brancos e um negro. O negro, o Francês dela, estava com o pau duro de novo, igual um porrete. Os outros já estavam meio murchos, até o do Come-cu, que se limpava com uma toalhinha o pau e a barriga. O Morcillas pedia cigarro pros que tinham terminado antes dele, e Manuel disse que ele podia pegar um da bolsa transversal dele.
- Você tá um nojo. - Ele disse quando ela tirou a venda. Era verdade; ela tinha esperma de um lado do rosto, nos peitos e na calcinha. - O que acharam? - Ela perguntou.
O Morcillas levantou o polegar. Curvas e Come-cu concordaram com a cabeça, sorrindo, e o Francês ainda olhava pra ela, impassível. Alina se levantou da cama e tirou a calcinha e o baby doll de uma vez, usando como pano pra limpar os peitos. Ele se aproximou, sem parar de olhar pra ela com desejo.
- Quer mais? - Alina concordou com a pergunta do namorado - O que você gostaria? Agora?
Alina sussurrou no ouvido dele e mostrou os atributos, especialmente pro francês. Queria ser fodida do jeito que quisessem, sem frescura e sem tabus. Manuel se aproximou deles e falou umas merdas, ela só ouviu do francês “Dentro”, que ele dizia algo sobre “nojo” olhando pros outros e que os demais negavam.
Sorrindo, com o pau na mão, ele se aproximou, chutou pra longe o babydoll e a calcinha e, pegando o corpo nu de Alina, sentou ela de pernas abertas no cu, deixando-a em cima da mesinha encostada na parede. Com um movimento certeiro, começou a penetrar a buceta encharcada dela.
— Quer gozar de novo? — perguntou Alina com a voz melosa e quente, antes de fechar os olhos quando ele enfiou tudo de uma vez.
— Sim, mas dessa vez, bem “zoccola”.
“Deus, que animal!” pensava ela de olhos fechados, mordendo o lábio com força e cravando as unhas nas costas dele. “E que costas, pelo amor de Deus!” Ele começou bem devagar, mas num instante acelerou tanto que parecia um martelo pneumático. Nem com os dedos tinham fodido ela tão rápido. Não sentia o prazer completo de um orgasmo, mas sim um ardor intenso e gostoso na buceta e, principalmente, tesão; Ele tava fodendo ela bem fodida, do jeito que ela gostava, sem carinho, sem frescura.
— Ah! Assim! Oh! Deus! — ela gritava, e ele aproveitava pra devorar a boca dela — Continua! Continua!
Dá pra ver mil filmes pornô com atos parecidos, onde homens fodem a mulher em mil posições e por horas, mas a real é que aquele negão fodeu a Alina por não mais que cinco minutos, e olhe lá, embora pra ela fosse uma eternidade, uma eternidade maravilhosa. “Deus, minha buceta!” Sentia que ele tava arrebentando ela, já não percebia nem o pau enorme entrando e saindo.
Até que ele enfiou tão fundo e tão de uma vez, tão forte, que os olhos dela quase saltaram das órbitas. Ele tirou e meteu de novo rapidamente mais algumas vezes, e ela sentiu as costas fortes dele relaxarem. Sem perder a força nos braços, ele a afastou da parede, que bem podia ter se partido e levou ela pra cama, onde com cuidado a deitou e saiu de dentro dela. Alina ofegava no mesmo ritmo que a buceta dela pulsava, voltando a sentir como um órgão que ela podia controlar. Ficou olhando pro Francês dela. "Filho da puta, como você fode bem!"
Ele também tava exausto, mas sorrindo. Do pau dele ainda caía umas gotas de porra no chão. Na mesinha tinha uma caixa de lenços que ele não demorou a atacar, rasgando a tampa pra pegar um e se limpar. Se virou e, fazendo gesto de que tava carregando peso, insinuou pro Manuel que... ele tava uns quilos a mais. Ele caiu na gargalhada sem parar de se punhetar.
- É minha vez - soltou o Morcillas, dando uns passinhos até a beira da cama. Alina pegou o travesseiro e colocou debaixo da nuca, abrindo as pernas e esfregando o clitóris. "Tô nem aí quem é, mas que a festa não pare."
- Ei! - o Comecoños segurou ele pelo braço - Você foi o último!
- Cara, não enche o saco - mostrou o pau moreno e duro - Tô a mil, não demoro, prometo.
Não esperou resposta. Se soltou do braço, se colocou entre as pernas de Alina, abaixou a rola como pôde e meteu, se jogando por cima. Ela recebeu ele cruzando as pernas no rabo dele e deixando que a fodesse à vontade, aguentando a posição com os braços esticados e apoiados na cama.
- Toma! Toma! - ele falava, soltando uma mão de vez em quando pra apalpar ela - Que peitos você tem, porra!
- Ah, sim! Me fode! Me fode! - ela repetia como um mantra, mais pelo tesão do que pelo prazer, já que entre fluxo, porra e o quanto o Francês tinha dilatado ela, a rola do Morcillas, por mais grossa que fosse, entrava e saía sem problema.
O Comecoños já tava na bunda esperando a vez dele, batendo uma. Curvas foi mais esperto e subiu na cama, aproximando o pau até que Alina pegou e começou a subir e descer a pele a cada metida. Olhava pro Comecoños pra ver se ele animava, mas não queria perder a posição.
Fiel à promessa, o Morcillas não demorou pra gozar. Alina tava muito tesuda, fazia um tempão sem orgasmo e as fodas seguidas deixaram ela a mil, fazendo ela se sentir uma putinha, coisa que ela adorava. Quando ele saiu de dentro dela, ela enfiou a pica do Curvas na boca e chupou gostoso, esperando que o Comecoños fosse mais compreensivo. Ela o incentivou abrindo a buceta com o indicador e o anular e esfregando o clitóris com o dedo do meio, pegando o que saía de dentro dela pra se dar mais prazer.
Comecoños chegou perto e fez a mesma coisa que o anterior: deitou em cima dela, procurando a entrada com a mão, mexendo a pica, e quando encontrou, enfiou de uma vez. “Esses caras não têm pena nenhuma”, pensou ela com tesão, enfiando a pica do Curvas até a garganta e babando tudo.
Comecoños seria um ótimo amante pra ter por perto; era gostoso, devia ter uns quarenta e poucos anos. Bem barbeado, cabelo preto e liso de três dedos, bagunçado e muito cool. Forte e tatuado nos braços e no peito até o pescoço. Além disso, mantinha um bom ritmo, entre “vim te foder, cê não me importa” e “vamo lá, vou ser bonzinho com ela”. As mulheres vão entender…
Ele metia num ritmo bom, marcando as penetradas, tentando esfregar o máximo o púbis contra o clitóris dela. Não tinha uma pica ruim, mas Alina tinha sido seduzida pela língua dele, que ela via bastante tempo fora da boca. Ela chupava e batia uma pro Curvas, e olhava pra ele com tesão, dizendo com os olhos: “Continua, campeão, cê tá fudendo como uma puta mãe.”
Ele fez ela virar e ficar de lado. Assim ela podia bater uma e chupar melhor o Curvas, e as penetradas davam um toque gostoso. Mas o golpe final veio quando ela sentiu a mão que tava nos peitos descer pela barriga até a buceta e esfregar o clitóris dela.
— Ah! Sim! Filho da puta, que delícia! — ela não conseguiu evitar de falar ao sentir que tavam dedicando um tempinho pra ela. Ela levantou o joelho pra ele tocar melhor, e ele, com o tesão aumentado pelos resultados das ações dela, fodeu com força e um sorriso no rosto. — Deus, não para! Suplicou já só batendo uma pra Curvas.
Explodiu num orgasmo sonoro e molhado que deixou ela tremendo como se tivesse uma convulsão. Comecoños ainda massageava o clitóris dela e a fodia; se fosse o namorado dela, teria parado, não gostava de ficar naquele estado por muito tempo, os espasmos e tremores incomodavam ele. Mas ele continuou e no fim conseguiu se controlar. Ele, por sua vez, continuou curtindo ela por uns minutos, depois saiu de dentro dela fazendo sinal pro Curvas e subindo na cama pra colocar a pica na cara dela.
O Curvas desceu da cama, o Francês e o Morcillas estavam duros de novo, observando com atenção. Manuel tinha se sentado ao lado dela, batendo uma lentamente e olhando pra ela com tesão.
— Tá se divertindo? — perguntou o namorado dela
— Sim — uma caretinha ao sentir outra pica entrando nela. — Aaahhh! — gemeu se contorcendo na cama, procurando pica com a mão sem pensar, de olhos fechados. “O que tá acontecendo comigo?”
A pica era bem curvada pra cima, nunca tinham fodido ela com um pau daquele jeito. Ela se mexia toda trêmula.
Além do namorado, que sabia foder ela exatamente do jeito que ela gostava, o normal era que as picas que comiam ela fossem de um tamanho e formato “normal”, por assim dizer. O melhor amante dela, o chefe Severino, tinha uma pica tão grande que esfregava bem lá dentro e dava um prazer contínuo parecido com o orgasmo, e por isso ela enlouquecia fodendo com ele. Os outros quase sempre precisavam de estímulo no clitóris. Mas aquela pica, mesmo não sendo muito grande, tava dando um prazer parecido com o de quando ela se acariciava o clitóris desde os lábios. Agora ela consegue explicar isso analisando, mas na hora só sentia o prazer de uma boa fodida com o extra de mimarem o clitóris dela suavemente no ritmo da penetração, como se dessem tapinhas cada vez que a pica entrava, querendo só que continuasse mais e mais rápido, se mexendo por instinto pra pica continuar esfregando a parede frontal da buceta dela. Ela não percebeu nem percebeu que estava se segurando pelas próprias pernas, apontando os pés para o teto. Os outros três se posicionaram ao lado da cabeça dela e ofereciam as picas, que ela chupava com gula.
O Curvas continuava metendo nela, levantando-a ainda mais, empurrando suas pernas.
— Continua! Continua, filho da puta, que eu vou gozar! — ela dizia — Porra, mais!
E quando sentiu a buceta pulsando e ela gritava de prazer, o homem ofegou, dando os últimos empurrões. “Buceta! Ela acabou comigo com essa pica!” E percebeu que outro orgasmo anterior provavelmente tinha sido dado pela pica do Curvas, e não pelos dedos do Morcillas. “Ele é feio, mas seria uma boa aquisição também.” Olhou relaxada e sorrindo para o namorado quando o Curvas baixou as pernas dela. “Porra, cuck, você sabe foder, mas escolher quem me come é ainda melhor…”
O Curvas saiu de dentro dela e se deitou. Alina subiu em cima dele, queria continuar aproveitando, e cavalgou por mais um tempo, chupando os paus do Francês e do Comecoños. O Morcillas ficou atrás, tocando a bunda dela e enfiando um dedo. Quando tentou enfiar o segundo, Alina tirou a pica da boca para dizer que era melhor não. “Com aquele hambúrguer amadurecido, quem sabe como a coisa tava…” Então ele parou de dedar e sentou para bater uma punheta, olhando a penetração de pertinho. Aproveitou uma vez que a pica do Curvas saiu para enfiar a dele, e assim os dois ficaram alternando quem a fodia. O Francês entrou no esquema, afastando o Morcillas. “Ah, sim… hummm.” Ela gemeu alto, se erguendo o máximo que podia e esfregando a buceta no Comecoños, que não parava de amassar os peitos dela.
— Vou gozar! — disse o Curvas, bem agarrado na bunda dela, esperando que ela se mexesse para ele poder penetrar e descarregar.
Alina tentou pensar, embora não fosse fácil no estado de excitação em que estava. Calculou mais ou menos o nível de tesão dos amantes. Obviamente, o Comecoños era o que estava mais longe do orgasmo, e ela dedicou a ele um boquete de campeão. Agarrou a pica do Francês e o incentivou a foder ela. E assim ela fez. Ela, por sua vez, esfregava a barriga contra o Curvas, pra não perder o tesão. Pelo jeito que ele tinha fodido ela, o rápido que gozava e a aparência dele, sacou que o Morcillas era o mais tarado e safado e que se viraria bem sozinho. Mesmo assim, depois que o Francês não precisou mais da mão dela pra foder, deu uns carinhos no pau grosso dele. Olhou pro Manuel, já pelado e batendo uma bem devagar; sabia que ele também tava no limite.
O Francês acelerou. "Também tá perto". Olhou nos olhos do Comecoños, enfiando só a cabecinha na boca e girando com a língua, observando a cara dele de olhos fechados olhando pro teto, prestes a quebrar o pescoço de tão tenso que tava. "Pouquinho... pouquinho". Curvas não parava de esfregar o pau dela por baixo e chupava os peitos dela quando o Comecoños soltava, falando "Que peitos, minha mãe, que peitos".
- Porra! - Exclamou ao sentir que o pau do Morcillas começava a soltar líquido pré-gozo.
Virou-se pra ele, saindo de cima do Francês e do Curvas, parando a punheta pra controlar a gozada. Deitou-se na cama de barriga pra cima com as pernas abertas, olhando nos olhos dele, deu umas lambidas e continuou batendo uma pra ele.
Os quatro rodearam ela. Manuel tentou se juntar, mas ela fez sinal de "para" com a mão e deixou ele se tocando.
Passava de pau em pau chupando. Batia uma pra dois e chupava um terceiro, ligada nos sinais que eles davam do estado deles. De vez em quando, o que não tava sendo chupado metia entre as pernas dela e enfiava o dedo, batendo uma ou fodendo um pouco, mas se sentia que ia gozar, passava a mão no queixo dele e mostrava a língua pra dizer que queria chupar ele.
- Quero gozo - Falou sensual, e como se apertasse um botão, todos aceleraram o ritmo.
O primeiro a gozar foi o Morcillas. Ela tava chupando ele, e dessa vez nem abriu a boca pra receber o que ele tava espremendo, caindo pela bochecha e pescoço dela. O Comecoños fez ela virar de cabeça puxando pelo e de olhos fechados, também gozou na cara dela, perto do nariz e da testa. O Curvas quis nas tetas, esfregando a cabecinha no mamilo. O Francês tirou a pica da buceta e, esfregando no púbis, gozou nos pelos.
Ela se sentia muito suja e promíscua, física e mentalmente. Podia muito bem ser a cena final de um filme pornô, se não fossem os sete ou oito quilos a mais, as varizes, a buceta peluda embora bem aparada, o cabelo cacheado já meio grisalho e descuidado. Mas ela tava nem aí. Manuel se enfiou entre os homens.
— Porra, amor! Que puta foda!
— Falta você… — sussurrou pra ele.
— Sim, por favor — quase não mexia a pica pra não gozar — toma um banho e me deixa, já não aguento mais.
— Não — se mexeu como um caranguejo, fazendo com que ele ficasse entre as pernas dela — me fode assim.
Ele hesitou uns segundos. Não que tivessem deixado litros de porra no corpo dela, mas devia estar bem suja, pelo menos tinha gotas pra todo lado.
— Quero que meu macho me coma com as gozadas dos caras que acabaram de me foder — faltou dizer pra animá-lo.
Manuel se deitou por cima dela. Não teve problema pra meter, já que ela tava bem lubrificada e ele tava duro. Se beijaram.
— Você tem gosto de pica, amor — sussurrou. Ela fez ele abraçá-la, sentindo o nojo dele quando os corpos ficaram tão grudados.
Ele fodiu como só um mestre do corpo dela poderia; como conhecia o estado de excitação dela, metia a pica o mais rápido que podia e massageava suavemente o clitóris inchado e já dolorido, usando a porra do Francês pra lubrificar mais.
Pareciam duas cobras enroscadas, abraçados com força. O orgasmo da Alina chegou, ela esticando bem o pescoço e ele mordendo.
— Me fode! Isso! Dá tua porra, filho da puta! — gritou quando gozaram juntos.
Manuel descarregou tanta porra na buceta dela que, quando relaxaram e a pica saiu, ainda abraçados, ela sentiu escorrendo pela coxa até a cama. Quando Recuperaram as forças e ficaram os dois deitados de barriga pra cima, rindo e ofegando, alheios aos quatro olheiros. Já tinham umas duas horas de vai-e-vem, enrolando e metendo. Alina tava exausta e fedendo a suor e porra. Ela se levantou meio sem graça e falou que ia tomar um banho. Enquanto procurava uma roupa pra trocar, os caras já tinham encerrado a sessão e iam se vestindo, uns em silêncio, outros batendo papo. Ela ouviu o ComeBuceta falando do transporte público que ia pegar com o Francês; o Curvas e o Morcillas conversavam com o Manuel, imaginou que sobre como tinham se divertido. Antes de entrar no chuveiro, se despediu, na dúvida se dava beijo com a cara cheia de porra. O Francês largou a conversa e tirou a dúvida dela, estendendo a mão e falando com o sotaque dele que tinha sido um prazer e que, se ela quisesse repetir, era só chamar. Feito um grupinho, os outros três fizeram o mesmo. Ela se sentiu como numa reunião de trabalho que acabou, concordando com um sorriso e mentindo ao dizer que sim, que tinha que repetir. Quase dormiu no chuveiro. Quando saiu, o Manuel já tava vestido.
— Gostou?
— Foi... diferente.
— Espero que tenha ficado satisfeita. Foi um parto encontrar "candidatos". — Ele falou, enfatizando a palavra, entregando a bolsa dela e abrindo a porta.
— Vou te contratar como secretário. Você ganharia mais do que aí e faria um trabalho melhor.
Saíram dando gargalhadas. O Manuel acenou de longe pro recepcionista, que pelo grupinho de homens entendeu que tinha sido uma festa boa, piscando o olho e balançando a mão no ar também.
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