Olá a todos, meu nome é Alejandro e quero compartilhar uma história real, cem por cento.
Estou casado com a Sil há 9 anos.
A Sil é uma mulher atraente e tem uma bunda incrível.
Apesar de tudo isso, ela sempre foi muito clássica no sexo e uma senhora.
Há um tempo, me deu na cabeça a vontade de ver ela sendo comida por outro.
Insisti muito, mas nunca tive resultado.
Neste verão, em fevereiro, decidimos ir alguns dias a Tandil para descansar fora dos lugares habituais com muita gente.
Alugamos um apartamento dividido com outro contíguo, habitado pelo dono.
O cara, um homem de uns 50 anos, muito agradável e amigão.
Nos instalamos e começou a melhor semana que já vivemos.
O primeiro dia, logicamente, foi para explorar e curtir.
Cada manhã nos cruzávamos com o Carlos, o dono, e conversávamos um pouco.
A Sil o achou agradável e não se incomodava que o Carlos sempre tivesse alguma atenção para os mates, salgados ou bolachas que eram seu presente matinal.
No terceiro dia da nossa estadia, o mundo veio abaixo com uma tempestade terrível.
O Carlos bateu na nossa porta para ver se estava tudo bem e a Sil abriu para ele não se molhar, sem perceber que ainda estava só com uma camisetinha e seu fio dental.
Cabe contar que minha mulher usa fio dental minúsculo, o que deixa tudo à vista, e o que ela tinha era um triângulo com uma tira enfiada na bunda separando as nádegas.
O efeito foi imediato: o Carlos prendeu os olhos na bunda da minha mulher e não tirou mais.
Como pôde, nos explicou como travar a porta da varanda e foi embora visivelmente excitado.
Bem, fechei a porta e fiz minha mulher perceber que ela tinha estado quase pelada na frente do cara, e ela quase morreu de vergonha.
Desde o incidente, aproveitei cada vez que transávamos para fazer a cabeça dela, inventava que com certeza o Carlos estaria espiando e milhares de besteiras, tentando fazer ela se soltar.
O lugar nos encantou e decidimos ficar mais uma semana, e eu tinha que perguntar ao Carlos se não estava reservado.
Mandei um WhatsApp e ele respondeu que não havia problema. e se a gente aceitasse comer um churrasco com ele.
Perguntei à Sil e ela aceitou, mesmo que desde que aquilo tinha acontecido ela não quisesse mais se encontrar com Carlos. Sábado à noite batemos na porta com uma garrafa de vinho e sorvete.
Ele abriu alegre e notei que seus olhos ficaram grudados na minha esposa. Jantamos tranquilos, ele nos contou que estava divorciado, que era de Mar del Plata mas depois da separação tinha se instalado em Tandil. Que trabalhava num banco e que alugava na temporada o apartamento que estávamos ocupando. Tudo super normal e desde o começo minha ideia era outra, mas não sabia como fazer. Mas de repente falei: Carlos, minha esposa está muito constrangida porque no outro dia ela não percebeu e não estava vestida para receber visitas e não quer que você pense que foi de propósito.
Olhei pra Sil e notei que ela estava surpresa. Carlos, talvez por causa do vinho, soltou: Eu é que deveria agradecer!! Fazia muito tempo que eu não via uma coisa daquelas. Para minha surpresa, Sil perguntou: O que é "uma coisa daquelas"? Eu sou uma mulher comum.
Carlos, com um sorriso enorme, respondeu: Comum? Perdona, senhora, mas seu bumbum é de loucos, não comum. Esperei um tsunami, mas ao contrário, minha mulher soltou uma gargalhada e agradeceu. Fomos nos soltando com o passar da noite e nos sentimos amigos de anos.
Carlos nos ofereceu uísque e minha mulher se ofereceu para servir. Eu a conheço e quando ela balança demais a bunda ao andar é porque deseja ser vista.
Seu shorts de lycra era devorado por aquelas duas nádegas tipo pêssego. Senti quando Carlos disse em voz baixa: que raba, meu Deus. Senti que era minha oportunidade e, justo quando Sil voltava com os copos servidos, eu disse a Carlos: Não quer se soltar? E você tem minha permissão.
Sil não conseguia acreditar no que eu estava dizendo e quase derrubou os copos. Carlos, como uma mola, agarrou o copo que escapava da mão dela. Sil disse com a voz trêmula: Aleeeee. Carlos, como bom veterano, pegou a mão dela e pediu calma.
Sil estava congelada. De repente, Carlos colocou a mão da minha esposa sobre seu volume já visivelmente duro.
Sil gemeu, e senti que não tinha mais volta.
Fiquei duro. cock e vi que minha mulher já não estava quieta, mas sim amassando a cock por cima do short.
E o que você acha, gostosa? Disse Carlos.
Tá com a cock muito grossa e dura, me disse minha esposa me olhando já com o brilho de tesão que eu conheço. É sua, meu amor, eu disse enquanto soltava minha cock.
Carlos me imitou e soltou no ar a cock dele, era muito grossa, super cabessuda, mas a perdi de vista porque minha esposa ajoelhada já tinha engolido até as bolas. Carlos pegou a boca dela literalmente, entrava e saía enquanto minha esposa chupava desesperada.
Não demorou muito e ele encheu a boca dela de porra.
Ele a levantou e, beijando-a, a despiu.
Não posso acreditar nesse rabo que você tem, ele dizia. Eu me masturbava enquanto Carlos amassava a bunda dela. Eles foram para o sofá, Sil voltou a chupar a cock dele até deixá-la dura de novo.
Quando ela estava bem durão, ela montou, enchendo sozinha a buceta com a cock. Cavalgou um bom tempo, tendo vários orgasmos. Carlos pediu para ela ficar de quatro e chupou seu cu com maestria.
Depois de um tempo chupando a bunda linda dela, minha mulher disse super excitada: Vai, me come no cu! Vi aquele cano entrando aos poucos, alargando o cu da minha esposa, que chorava e pedia mais. Ele a fodeu pelo cu até encher de porra.
Sil caiu exausta.
Quando se recuperou, me olhou e disse obrigada.
Até que tivemos que ir embora, ela me fez de corno de mil formas com Carlos.
Doía voltar, mas as portas e o cu da minha esposa ficaram abertos para a próxima.
Estou casado com a Sil há 9 anos.
A Sil é uma mulher atraente e tem uma bunda incrível.
Apesar de tudo isso, ela sempre foi muito clássica no sexo e uma senhora.
Há um tempo, me deu na cabeça a vontade de ver ela sendo comida por outro.
Insisti muito, mas nunca tive resultado.
Neste verão, em fevereiro, decidimos ir alguns dias a Tandil para descansar fora dos lugares habituais com muita gente.
Alugamos um apartamento dividido com outro contíguo, habitado pelo dono.
O cara, um homem de uns 50 anos, muito agradável e amigão.
Nos instalamos e começou a melhor semana que já vivemos.
O primeiro dia, logicamente, foi para explorar e curtir.
Cada manhã nos cruzávamos com o Carlos, o dono, e conversávamos um pouco.
A Sil o achou agradável e não se incomodava que o Carlos sempre tivesse alguma atenção para os mates, salgados ou bolachas que eram seu presente matinal.
No terceiro dia da nossa estadia, o mundo veio abaixo com uma tempestade terrível.
O Carlos bateu na nossa porta para ver se estava tudo bem e a Sil abriu para ele não se molhar, sem perceber que ainda estava só com uma camisetinha e seu fio dental.
Cabe contar que minha mulher usa fio dental minúsculo, o que deixa tudo à vista, e o que ela tinha era um triângulo com uma tira enfiada na bunda separando as nádegas.
O efeito foi imediato: o Carlos prendeu os olhos na bunda da minha mulher e não tirou mais.
Como pôde, nos explicou como travar a porta da varanda e foi embora visivelmente excitado.
Bem, fechei a porta e fiz minha mulher perceber que ela tinha estado quase pelada na frente do cara, e ela quase morreu de vergonha.
Desde o incidente, aproveitei cada vez que transávamos para fazer a cabeça dela, inventava que com certeza o Carlos estaria espiando e milhares de besteiras, tentando fazer ela se soltar.
O lugar nos encantou e decidimos ficar mais uma semana, e eu tinha que perguntar ao Carlos se não estava reservado.
Mandei um WhatsApp e ele respondeu que não havia problema. e se a gente aceitasse comer um churrasco com ele.
Perguntei à Sil e ela aceitou, mesmo que desde que aquilo tinha acontecido ela não quisesse mais se encontrar com Carlos. Sábado à noite batemos na porta com uma garrafa de vinho e sorvete.
Ele abriu alegre e notei que seus olhos ficaram grudados na minha esposa. Jantamos tranquilos, ele nos contou que estava divorciado, que era de Mar del Plata mas depois da separação tinha se instalado em Tandil. Que trabalhava num banco e que alugava na temporada o apartamento que estávamos ocupando. Tudo super normal e desde o começo minha ideia era outra, mas não sabia como fazer. Mas de repente falei: Carlos, minha esposa está muito constrangida porque no outro dia ela não percebeu e não estava vestida para receber visitas e não quer que você pense que foi de propósito.
Olhei pra Sil e notei que ela estava surpresa. Carlos, talvez por causa do vinho, soltou: Eu é que deveria agradecer!! Fazia muito tempo que eu não via uma coisa daquelas. Para minha surpresa, Sil perguntou: O que é "uma coisa daquelas"? Eu sou uma mulher comum.
Carlos, com um sorriso enorme, respondeu: Comum? Perdona, senhora, mas seu bumbum é de loucos, não comum. Esperei um tsunami, mas ao contrário, minha mulher soltou uma gargalhada e agradeceu. Fomos nos soltando com o passar da noite e nos sentimos amigos de anos.
Carlos nos ofereceu uísque e minha mulher se ofereceu para servir. Eu a conheço e quando ela balança demais a bunda ao andar é porque deseja ser vista.
Seu shorts de lycra era devorado por aquelas duas nádegas tipo pêssego. Senti quando Carlos disse em voz baixa: que raba, meu Deus. Senti que era minha oportunidade e, justo quando Sil voltava com os copos servidos, eu disse a Carlos: Não quer se soltar? E você tem minha permissão.
Sil não conseguia acreditar no que eu estava dizendo e quase derrubou os copos. Carlos, como uma mola, agarrou o copo que escapava da mão dela. Sil disse com a voz trêmula: Aleeeee. Carlos, como bom veterano, pegou a mão dela e pediu calma.
Sil estava congelada. De repente, Carlos colocou a mão da minha esposa sobre seu volume já visivelmente duro.
Sil gemeu, e senti que não tinha mais volta.
Fiquei duro. cock e vi que minha mulher já não estava quieta, mas sim amassando a cock por cima do short.
E o que você acha, gostosa? Disse Carlos.
Tá com a cock muito grossa e dura, me disse minha esposa me olhando já com o brilho de tesão que eu conheço. É sua, meu amor, eu disse enquanto soltava minha cock.
Carlos me imitou e soltou no ar a cock dele, era muito grossa, super cabessuda, mas a perdi de vista porque minha esposa ajoelhada já tinha engolido até as bolas. Carlos pegou a boca dela literalmente, entrava e saía enquanto minha esposa chupava desesperada.
Não demorou muito e ele encheu a boca dela de porra.
Ele a levantou e, beijando-a, a despiu.
Não posso acreditar nesse rabo que você tem, ele dizia. Eu me masturbava enquanto Carlos amassava a bunda dela. Eles foram para o sofá, Sil voltou a chupar a cock dele até deixá-la dura de novo.
Quando ela estava bem durão, ela montou, enchendo sozinha a buceta com a cock. Cavalgou um bom tempo, tendo vários orgasmos. Carlos pediu para ela ficar de quatro e chupou seu cu com maestria.
Depois de um tempo chupando a bunda linda dela, minha mulher disse super excitada: Vai, me come no cu! Vi aquele cano entrando aos poucos, alargando o cu da minha esposa, que chorava e pedia mais. Ele a fodeu pelo cu até encher de porra.
Sil caiu exausta.
Quando se recuperou, me olhou e disse obrigada.
Até que tivemos que ir embora, ela me fez de corno de mil formas com Carlos.
Doía voltar, mas as portas e o cu da minha esposa ficaram abertos para a próxima.
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