Treino de Crossfit (Parte 1 Carla)

Fala galera, deixo aqui a parte 1 desse relato, espero que curtam.

Escravo do trânsito do anel viário e na solidão do meu carro, tentava me recompor da correria da mudança. Xime, minha parceira de 8 anos de namoro, tinha pedido um tempo.
O relógio do carro marcava 19h45 e os 23 graus mostravam sinais da primavera. Olhei pelo retrovisor: o banco de trás, com restos da mudança e pilhas de processos do escritório, mostrava como a semana tinha sido difícil. Me encontro no espelho: um cara de 30 anos, por trás de óculos de descanso, olhos azuis cansados e uma barba preta de dois dias. A pergunta que faço na minha cabeça: "Javi, o que aconteceu com você? Supera, já passaram mais de duas semanas, ela não vai ligar."

O monumento à bandeira me avisa que cheguei em casa. Pego um caminho pouco usual para o apartamento, como se isso fosse mudar o destino. A região estava meio diferente, alguns comércios novos, entre eles uma academia de Crossfit de onde não paravam de sair mulheres.
Parei, desci só pra observar de onde saíam aqueles corpos suados. Era um espetáculo de leggings, regatas e tops de ginástica. Dava pra ver morenas, loiras e ruivas, parecia mais um showroom de mulheres do que uma academia.

De longe, vejo Carla (uma amiga da minha ex) saindo. Seus 1,80m e seu bumbum loiro de cavalo se destacavam no meio da galera da academia. Nos encontramos na saída. Parando ao meu lado, ela termina de beber de uma garrafinha, seus olhos castanhos se fixam em mim. Dava pra ver um detalhe moderno feito com navalha em uma de suas sobrancelhas, que pareciam ter três cortes. Era magra, com seios pequenos, tatuagens que enfeitavam seu braço direito e perna esquerda. Seu corpo era bem estilizado, mas aquele bumbum quebrava a harmonia, mostrando o tempo e exercício que ela tinha dedicado.

Carla – Javi, o que você faz aqui com esse visual, trabalho? (referindo-se à camisa e sapatos sociais).

Javi – Prazer, eu diria (encarando ela). libidinosamente).

Há alguns anos, rolou um leve flerte com a Carla que acabou não dando em nada. Passamos dois anos juntos na escola e, naquela época, conheci a Xime e comecei a namorar. A Carla era mais "girl" e não tão chamativa naquela época, mas sempre ficou aquela tensão de algo que não se concretizou de vez.

Javi - Tava em dúvida se me inscrevia, mas agora que vejo caras conhecidas, vou entrar.

Carla - Se você começar, a gente vai se ver bastante (ela disse, se despedindo apressada).

Fiquei olhando enquanto ela levantava aquele bumbum suado pra tirar o cadeado da bike. Quando me viu, sorriu e foi embora.

Cheguei no apartamento pensando em como a Carla tinha ficado gostosa. No celular, entrei com meu usuário no app da academia, que não passava de uma agenda com horários. O mais surpreendente era que ele mostrava o nome e sobrenome de quem estava inscrito naquele horário (se a academia era um showroom de gatinhas, isso era tipo o cardápio à la carte). Procurei rápido pra ver se a Carla tinha se inscrito e marquei o mesmo horário das 19h (parecia que ela sempre ia no mesmo turno).

Depois de um dia longo de estudo, só queria chegar na academia. Cheguei 10 minutos antes e, enquanto a Carla alongava, me aproximei pra puxar papo. Sutilmente, comentei que tava solteiro (coisa que ela já sabia) e que tinha me mudado pra um apartamento a 10 quadras dali.

O papo foi interrompido pela professora, que começou o treino.

Alguns minutos depois de começar, percebi que ficar parado tanto tempo tava me pregando uma peça. Dei tudo de mim e consegui completar a rotina que ela passou. Queria parecer forte (por dentro, tava morrendo).

Na saída, vi que a Carla não tinha trazido a bike. Me ofereci pra levá-la e ela aceitou. No caminho, fomos conversando.

Javi - Além do Crossfit, o que mais você faz? Tá com um corpão, hein.

Carla - Só isso mesmo, alimentação boa e o trabalho com fotografia, que você viu como é: correndo pra todo lado.

Javi - Eu, agora que tô sozinho, não cozinho. Faz 15 dias que tô na comida chatarra. Carla - Pega no Pellegrini que te mostro um lugar onde eu compro. Javi - Levo duas porções porque você vai me acompanhar, né? Carla - Aonde você quer chegar com isso, Javi? Javi - Na minha casa pra comer essa delícia verde que você me recomendou (fazendo-se de desentendido). Carla - Deixa, vamos pro meu apartamento, que com essa separação, você com certeza nem pratos tem. Chegamos, o apartamento da Carla era amplo, tinha um espaço para tirar fotos bem iluminado junto a uma sala de estar com uma grande bagunça no sofá que indicava que ela não esperava visitas. Uma cozinha com uma bancada cheia de vinhos onde ela apoiou a comida e, mais adiante, dava pra ver a porta do quarto junto à do banheiro. Carla - Quanto tempo vai levar esse joguinho? Javi - Que joguinho? Carla - O jogo de que eu esqueço a bicicleta, você arruma uma desculpa pra comer comigo. Não tem coragem de falar mais nada porque sou amiga da Xime... o joguinho que a gente faz. Incisiva e indo direto ao ponto, rompendo toda a tensão que havia no ar, "o joguinho", como ela chamava agora, estava sendo jogado com as cartas na mesa. Javi - Epaaa, você é um pouco direta, hein... Carla - Javi, a gente tava rolando algo, apareceu a Xime e você sumiu. Todos esses anos nunca soube por quê, se foi porque não gostou, porque amarelou ou qual foi o motivo. O que você quer que eu espere? Javi - O, o, o que aconteceu foi... Carla - Espera, vamos fazer assim, pra você não gaguejar e organizar as ideias: eu vou tomar um banho, quando sair você me conta. Às vezes a gente não percebe o quanto a verdade é libertadora. A gostosa em 3 minutos quebrou toda a tensão, disse o que tava rolando e, resumindo, passou a bola pra eu "organizar minhas ideias". Não tinha nada a ver com a adolescente insegura e indecisa que eu conheci. Carla era uma gostosa direta, moderna, independente e agora tinha um corpão. Decidi me aproximar da porta do banheiro, que deixava uma pequena fresta aberta por onde saía uma leve brisa de vapor, e comecei a falar com ela. Javi - Me... Tá ouvindo? Mal posso esperar você terminar de tomar banho (comecei a falar sentado ao lado da porta).

Carla - Tô te ouvindo, Javi...

Javi - Não sei o que aconteceu entre a gente oito anos atrás, gata, não sei porque terminei com a Xime e pelo visto me enganei com ela, parece que tudo deu errado.
O que posso deixar claro é que eu gostava de você antes e também agora... não quero ficar com o gosto amargo na boca do que poderia ter rolado entre a gente e não rolou, não me faz falar mais que tô fora de prática e pareço um otário.

Carla - Pode entrar, já terminei.

Dentro do banheiro, ao dissipar o vapor, meus olhos se deslumbraram ao ver Carla recém-saída do banho com uma toalha na cabeça, um conjunto de calcinha com elástico na cintura escrito Calvin Klein, com sutiã branco e meias curtas da mesma cor, seu corpo todo marcado e as tatuagens tribais que tinha no braço e perna destacavam ainda mais com a cor da sua roupa íntima.
Ao ver aquilo, meu membro deu uma cabeçada dentro do meu short suado.

Carla - Quer tomar banho? Ali tem toalhas e ali tem uma cueca daquelas que uso pra dormir.

Javi - Quero tomar banho sim, o que não quero é incomodar...

Carla - Vai lá, enquanto isso eu esquento a comida que já deve estar fria.

Na tranquilidade do chuveiro me senti em casa depois de tanto tempo, comida quente e companhia era uma experiência que não vivia há semanas.

Carla já estava sem a toalha na cabeça e com o cabelo um pouco mais seco, mas continuava de roupa íntima sentada no balcão onde comemos cara a cara.
Contei minha parte da história de como terminei com a Xime, lembramos coisas de quando éramos crianças, rimos muito e era como se o tempo não tivesse passado.

Javi - Bom, essa é a história da minha vida, meus desencontros e tudo que me trouxe até aqui, gata.

Carla - Não me chama de gata, não tô mais magra... ou tô?

Ela se levanta, dá uma voltinha na minha frente e apoia as duas mãos no espaço do banco que ficou entre minhas pernas, me olhando. a cara.

Carla - Não me faça dormir sozinha e fica, só pra dormir, mas depois a gente vai vendo.

Javi - Vamos vendo agora.

Dei um beijo forte nela, a levantei pelas nádegas, abrindo-as com força, e ela me abraçou com as pernas. A linguagem dos nossos corpos era clara, sem sutilezas. Abrimos caminho até o quarto e a joguei na cama. Acendi a luz do quarto, porque não queria perder nenhum detalhe. Seus braços estavam completamente abertos, seus cabelos loiros espalhados no travesseiro e sua pele delicada tatuada me davam a imagem de uma Valquíria Nórdica querendo ser possuída. Parecia um desígnio divino ao qual eu não podia me negar. Me joguei sobre ela para percorrer seu pescoço com pequenos beijos, terminando em seus lábios com um beijo profundo que esperou anos. Só quando explorei com minha língua cada canto de sua boca, comecei a descer por seu corpo, desabotoando seu sutiã e expondo seus seios rosados para lambê-los alternadamente. Naquele momento, o líquido pré-seminal já manchava o boxer que ela me emprestou.

Carla - Desce... continua. (Ela estava me convidando a chupar sua buceta.)

Encantado em satisfazê-la, desci para saborear seu abdômen definido enquanto tirava sua calcinha, deixando à vista uma buceta perfeitamente depilada nos lábios, com pelos loiros em cima, extremamente bem cuidados e aparados, que chupei instintivamente assim que vi. Fui abrindo caminho entre seus lábios e comecei a dar pequenas mordidas em seu clitóris, para depois mergulhar com lambidas profundas em toda sua buceta. O tempo que Xime me pediu eu estava aproveitando muito bem. Para começar, estava chupando a buceta da amiga de infância dela e fazendo isso de uma forma que ela nunca esqueceria. Seus gemidos deixavam claro... - Mmm, isso, Javi, forte, não para.

Continuei mais vigorosamente, e ela seguia me incentivando a fazer mais forte, e assim foi até chegar a mordidas cuidadosas em sua buceta loira. Meu pau ia estourar o boxer, já estava doendo de tão duro. Decidi... tirei minha calcinha para libertá-la, ela entendeu como um sinal e ficou de quatro na cama olhando enquanto eu ali parado desembainhava meu pau duro que ficou na altura do rosto dela.

Carla - ahhh mas olha o que você tava guardando esse tempo todo, safado.

Não deu tempo de agradecer o elogio que ela já tinha na boca, foi experimentando devagar e cada vez metendo mais e mais e mais... até achar o ponto certo onde começou a dar estocadas fortes pra frente e chupava lentamente enquanto tirava a boca, de forma constante continuou assim por um tempo.

Enquanto ela fazia isso, minha vista se fixou nas pernas dela ajoelhadas na cama e no balanço da bunda indo e vindo, dava pra ver aquele pêssego perfeito se mexendo no ritmo do som das chupadas.

Carla (levantando a cabeça me olha sem tirar a língua da minha cabeça) - Gosta da minha raba? Sem nem olhar percebo que você tá olhando.

Javi - Desde o primeiro dia na academia que tô olhando.

Carla - Vai ficar só olhando?

Isso foi mais um convite do que pergunta, então dei a volta ficando em pé na beirada da cama de frente pra aquela raba linda, salivei meu dedo médio e passei na sua buceta metendo só a pontinha pra ela notar que eu tava atrás, ela ainda continuava com os cotovelos apoiados na cama olhando o colchão com o olhar perdido, esperando o que ia vir.

Meti meu pau devagar sentindo o calor da boceta dela e comecei a me mexer com movimentos curtos que fui alongando até ocupar completamente o percurso todo do meu pau enchendo totalmente a cavidade dela, buscando intensidade ela começou a arremeter com a buceta contra meu pau cada vez mais forte, não dava pra ficar em pé, perdi o equilíbrio então subi na cama, agarrei ela pela cintura com força e comecei a meter com força nela, a boceta molhada dela percorrendo meu pau e a batida contra aquela raba perfeita me fizeram chegar no limite de Dureza.
Mais uma vez ela começou a investir, era um sexo forte e físico entre as minhas investidas e as investidas dela, onde ela venceu, meu pau dizia sim mas meu físico dizia não, já não aguentava mais, parei de investir e sentado sobre meus calcanhares sentia seus empurrões fortes.

Carla – Vai, Javi, falta pouco, vai (me incentivava igual a professora de Crossfit).

Agarrei seu cabelo e puxei forte para trás, estávamos fazendo sexo ajoelhados um sobre o outro, minha mão direita torce seus mamilos, enquanto minha mão livre acaricia a tatuagem de sua perna e entra na sua buceta para tocar seu clitóris, podia sentir o atrito do meu pau enquanto a masturbava, ela adorava e o orgasmo não demorou a chegar, ela soltou um gemido abafado e se inclinou para frente apoiando os cotovelos na cama, só mais duas bombadas no seu corpo já gozado foram suficientes para eu gozar junto, tirei meu pau já melado de dentro dela tentando segurar minha porra mas explodiu na minha mão caindo sobre sua panturrilha e pé, um sorriso rápido saiu de sua boca pela satisfação de ter me feito gozar.

Desabando na cama olhando para o teto sinto Carla se acomodar ao meu lado, dando as costas já que não conseguia me olhar na cara uma vez que a luxúria do sexo tinha acabado e caíamos de volta na realidade em que ela era minha amiga e ainda mais amiga da minha ex.

Javi – O que foi? Remorso?

Carla – Minha consciência está intacta, só curto o momento depois de um bom sexo.

Javi – Obrigado pelo elogio, pensei que você tivesse remorso por causa da Xime.

Carla – Não tenho remorso pela Xime e se prepara que vou te contar umas coisas da sua ex.

Continua…



Próxima parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/5497997/Pena-de-Crossfit-Parte-2-Emilia.html

2 comentários - Treino de Crossfit (Parte 1 Carla)

Muy bueno
La otra serie continuara?
s3rious +1
Obvio Man, que clase de monstruo crees que soy de dejar algo así inconcluso 😂