Ser segurança em balada é uma delícia

Faz um mês que eu tinha ficado sem trampo, mas por sorte eu tinha um bico de fim de semana. Como não tenho dívidas nem família pra sustentar, dava pra ir me virando enquanto arrumava outro emprego. Bom, o fato é que nesse sábado que passou fui pro meu trampo de fim de semana. Sou patovica (segurança) numa balada (discoteca) da minha cidade. Na equipe de trabalho não tem só a gente da segurança, mas também bartenders, tanto homens quanto mulheres, e garçonetes ou camareiras, ou como vocês conhecem (mulheres). A gente sempre tem que chegar umas horas antes de abrir pra organizar direitinho a noite e os intervalos. Nosso uniforme é básico: a segurança usa calça e camisa preta com sapato preto, e os bartenders e garçonetes, camisa branca e calça preta com sapato preto. Como o local não é rigoroso com a roupa, desde que seja da cor pedida e lisa (sem estampas nem nada), muitas minas vão de jeans ou legging.


Em especial, tem uma das minhas colegas que é garçonete, é uma das mais gostosas... Cabelo preto, olhos verdes; peitão bonito e uma raba muito boa. Ela tinha ido trabalhar com uma camisa branca de seda e uma legging preta de cintura alta que marcava toda a bunda linda que ela tem...
Ser segurança em balada é uma delícia
Tanto ela quanto eu tínhamos que trabalhar no pátio ao ar livre e, por sorte, pegávamos o mesmo horário de descanso. Eu já não aguentava mais ver ela daquele jeito, tão puta, e já estava com a pica dura igual pedra, então tive que começar a trabalhar. Durante a primeira parte da noite, ela, que tinha muita intimidade comigo, piscava o olho e desfilava com a bandeja por toda a pista, enquanto eu via os caras por ali dançando e se fazendo de bestas passando a mão na bunda dela. E como ela é uma puta, às vezes deixava por prazer, outras porque os clientes deixavam uma boa gorjeta por esse privilégio. Eu via tudo, mas me fazia de besta porque aquilo me excitava, e também porque se eu intervisse, ia dar merda.


Chegou a hora do descanso e um colega me substituiu pra eu dar uma pausa, mesma coisa com a minha colega, a brunette slut. Na sala onde a gente descansa, que fica no segundo andar, tem uma varanda grande pros fumantes saírem e acenderem um cigarro, já que dentro é proibido. Como eu não fumo e essa mina também não, ficamos lá dentro sozinhos, porque os outros saíram. Ela me olhou e, se fazendo de sonsa, abriu as pernas bem despreocupada e me disse...


vadia
Valeu por me deixar ganhar essa grana extra" – e eu respondi que, enquanto ninguém mais da equipe visse, não tinha problema, contanto que ela se deixasse tocar por vontade própria.


Você é um doce, gosta de ver me tocarem, não é?


Por que você pensa isso?" Respondi.

Por que eu vi como você ficava, e além disso porque você tá com o pau bem duro, buceta


Gosta? É tua quando quiser" — respondi pra elas.


Como a gente tava fora da vista dos outros e os que fumavam estavam lá fora vendo como tava a festa, ela se aproximou e abaixou o zíper da minha calça, tirou ela da cueca e começou a passar a mão na minha rola e a me masturbar enquanto eu tocava as pernas abertas dela, mais perto da área da buceta, fazendo ela gemer baixinho pra ninguém ouvir...


sexo
Ela me fez uma punheta gostosa enquanto a gente se beijava, eu tava tão excitado que gozei pra caralho, de um jeito que um pouco caiu na cara dela e entre os peitos, que por sorte ela tava com a camisa aberta mostrando um decantão. Isso me deixou mais relaxado e consegui sair pra trabalhar mais focado no serviço, mas ela disse que isso não ia acabar ali, que depois ela engolia toda a minha porra e limpava o resto dos peitos dela.


A noite seguiu normal, ela dançando meio disfarçada pra esquentar uns otários que soltassem mais uns trocados e eu tive que tirar uns dois idiotas que tinham passado do ponto com a bebida e queriam brigar, depois disso tudo normal. A noite começou a acabar e o sol já tava raiando, a balada tinha fechado, nos pagaram e quando eu tava indo pro meu carro, a "Olhinhos" — como eu chamava aquela puta morena por causa dos lindos olhos verdes que ela tinha — tava me esperando na saída.


Imagino que você não vai deixar o que a gente começou assim, do nada, né?" ela me disse com aquela cara de puta sedutora.


Nem ferrando", falei pra ela. "Que tal a gente ir pra um motel e passar o resto da noite juntos?


Tá bom, gostosa, mas vamos aproveitar até depois de terminar" — ela me disse.


Essa última parte me deixou pensando um pouco porque não entendi o que ela quis dizer, mas não dei muita importância e subimos no carro. Fui dirigindo enquanto a putinha me fazia uma bela punheta pra não perder tempo, pra quando chegássemos no hotel já começar de uma vez. Ela tinha trazido uma mochila pra ficar mais confortável depois do trabalho, mas mesmo não tendo trocado de roupa na hora por causa dos planos imprevistos que surgiram, ela fez isso mais tarde no hotel. Mais puta do que aquela roupa não podia ser.


Chegamos no hotel, fizemos o check-in e, assim que entramos no quarto, ela se trocou.


Boliche

hotel

Chupa o pau
Blusa azul brilhante e a mesma legging colada do trabalho... a mudança foi pouca, só tirou a camisa e vestiu a blusa azul. A putinha ficou na minha frente, de pé, empinando a raba, e logo se ajoelhou de quatro na cama. Enquanto eu beijava ela, passava a mão na bunda dela por cima da legging, e ela abria meu cinto, puxava minha calça e a cueca pra continuar me masturbando. Eu não aguentei mais, peguei ela pela cabeça e, sem ela esperar, enfiei na boca dela pra me chupar... Na real, ela até viu chegando, mas achou que eu ia me segurar mais um pouco, mas não. Como me segurar depois de beijar aquela boca linda de dar aula e ainda sentir como ela chupava bem? Percebi que é uma expert.


Depois de um tempo, ela se deitou na cama e era óbvio o que estava esperando, e eu tava felizão em realizar o desejo dela, o desejo de levar porrada de todos os lados.


peitao gostosa

gostosa
Aí, sem mais, peguei ela pela cintura, desci um pouco a legging, puxei a fio dental e comecei a meter forte na pussy dela. O jeito que ela gemia e como ficou quando eu enfiei e comecei a bombar duro... não teve pressão, qualquer outro teria gozado rápido, porque a excitação que essa puta te dá é impressionante. Depois de um bom tempo, ela pediu pra eu tirar a legging dela pra aproveitar melhor, e obviamente eu obedeci...


bunda grande gostosa
Tirei a legging dela e aquela calcinha fio dental azul que tinha "Olhinhos" — era um luxo, mas pouco me importei, porque pouco tempo depois tirei ela e comecei a meter na bunda dela. Uff, se antes meter na buceta era um luxo prazeroso, meter na bunda é a mesma experiência multiplicada por 10. Ela gritava igual uma louca, falando coisas tipo: "Vai, filho da p... você faz muito bem" ou "Vai, Papi, me dá mais, me dá mais que você faz gostoso, Papi". Isso me esquentou ainda mais, então peguei ela pelos cabelos e acelerei meus movimentos enquanto ela gritava mais de prazer. E pra aumentar ainda mais a experiência, dava uns tapas na bunda, o que ela curtiu ainda mais.


Mais tarde, já chegando no clímax, ajoelhei ela na minha frente e gozei na cara toda e nos peitos dela, sujando a blusa azul, tendo que usar de novo a camisa do trabalho. Ela também gozou igual uma louca e limpou minha pica com a legging dela.


calcas Busty
Depois ela vestiu a legging, deitou na cama e pediu pra eu deitar com ela. Aí eu entendi o que ela quis dizer com aquilo de aproveitar até depois de gozar. Nós dois dormimos abraçados por umas horas, depois levantamos e fomos tomar café da manhã pra levar a "Ojitos" pra casa dela... Desde aquele dia, começamos um relacionamento onde os dois se divertiam e éramos seguros o bastante pra deixar ela continuar fazendo as gorjetas dela do jeito que sempre fez. E como ela sempre realiza meus desejos, tenho minha galeria de fotos que ela deixa eu tirar.



adryojitos


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Comentarios Destacados

14 comentários - Ser segurança em balada é uma delícia

Perdon por darte 10 puntos, pero más no se puede jeje.
Las gitos son de adryojitos de acá de pero igual +10 por el relato Gracias por compartir
Si, ella me pidió que las use para armar el relato.