Perguntaram quem estava batendo na porta, reconhecendo a voz da peituda. Quando souberam que era eu, abri a porta e entrei sem olhar. Prestando atenção, vejo ela de minissaia e top, alisando o cabelo. Perguntei se queria que eu fosse embora pra deixar ela terminar de se arrumar, mas ela disse que não tinha problema. Então, enquanto ela cuidava do cabelo, eu me deitei numa das camas e começamos a conversar sobre tudo um pouco, até que ela pergunta do que eu ia me fantasiar. Eu tinha esquecido completamente que era uma noite temática, então não tinha levado nada. Falei a verdade, e ela, brava, disse que eu tinha que me fantasiar de alguma coisa, se oferecendo pra me emprestar algo dela, tentando colocar uns chifrinhos de diabo em mim. Eu recusei, mas ela insistiu, e começamos a ter uma briga amigável até que eu perco o equilíbrio e caio sentado na cama. Ela, convencida de que ganhou, senta no meu colo de frente pra mim e coloca o adereço, me dá o espelhinho dela e pergunta como eu tô. Depois de dizer que me sentia um idiota, ela ri e se acomoda no meu colo, me obrigando a segurar o mesmo espelho enquanto ela continua com o cabelo e a gente segue conversando. Até que ela finalmente termina de alisar e pergunta como ficou. Eu, pensando em outra coisa, acabei soltando que ela estava linda. Em parte era verdade, em parte era a resposta automática que eu dava pra minha ex-namorada toda vez que ela perguntava. Ela fica meio corada, mas acha que tô falando de brincadeira. Eu ignoro o assunto, que me pareceu meio desconfortável, mas ela pergunta por que, se esse era o motivo de a gente nunca ter namorado nem nada. Eu disse que nunca houve vontade nem interesse. Por sorte, ela não investigou a resposta, mas seguiu com outra pergunta que dessa vez me desconcertou: "Tá, mas por que a gente também nunca transou? Por que você ficou com (insira o nome) e não vai me dizer que ela é melhor do que eu", falando essa última parte enquanto segurava uma teta. E, embora eu não entendesse o motivo daquilo, Sua pergunta tinha razão, eu tinha estado com praticamente todas, menos ela, e as pessoas que mais associavam ou que mais achavam que seriam o "casal perfeito" éramos nós dois. Nunca tinha pensado nisso, então não soube o que responder. Só olhei pra ela e notei que os olhos dela fitavam os meus e depois minha boca, subiam e desciam. Ela começou a tocar meus braços e meu peito, rindo e se referindo à minha atividade pra pular pra outro assunto totalmente diferente, me perguntando se eu já tinha ficado com alguém naquela viagem. Respondi com a verdade, que não, e ela se aproximou mais de mim e disse que também não, mas que queria ficar com alguém e se eu tinha alguma opção. Por sorte, meu inconsciente assumiu o controle do meu cérebro e me fez entrar na brincadeira, dizendo que tinha alguém em mente e, em seguida, beijei ela. Ela correspondeu ao beijo, continuando, e começou a passar a mão no meu pau por cima da roupa. Eu desabotoei o sutiã dela, vendo os peitos dela caírem na minha cara. Comecei a chupá-los e ela passou a mão por dentro da minha calça, agora sim pegando no meu pau e começando a me bater uma punheta. Eu também meti a mão, começando a tocar ela. Continuamos assim por uns minutos até que ela decidiu avançar um pouco mais. Começou a desabotoar a saia dela aos poucos, me deixando ver a calcinha fio dental já molhada. Ela tirou a saia junto com a calcinha e, quando eu ia meter a mão, alguém bateu na porta, fazendo nós dois acordarmos. Ela ficou vermelha e, pegando a roupa dela, entrou rápido no banheiro. Eu ajustei um pouco a ereção e abri a porta, tirando os chifrinhos de última hora. No fim, eram duas das meninas querendo ver o que a gente estava fazendo sozinhos no quarto. Ela gritou que nada, e eu também menti, dizendo que tinha acabado de chegar. Ela abriu a porta pra mim e, em seguida, entrou no banheiro. Conversando assim, chegou a noite e não tive outra opção a não ser me fantasiar. As meninas me deram mil ideias, mas o que eu resolvi foi ir pelo mais fácil: ir pro meu quarto com os caras e ver o que eles tinham. Resolvemos Vestir de espartano, já que a única coisa que eu precisava fazer era pintar um pouco de vermelho no corpo e ir sem camisa, no máximo arrumar algo vermelho pra servir de capa. O problema é que a gente não tinha nada, então tive que voltar pro quarto das minas. Bati na porta, perguntaram quem era e eu falei que só queria pedir tinta vermelha ou algo assim. Elas abriram animadas porque eu tinha decidido fazer alguma coisa e me deixaram entrar, mas não sem antes avisar uma das minas que tava no banheiro que eu tinha entrado no quarto. Era uma daquelas que não me despertava nada. Ela sai do banheiro toda tampada e leva a roupa dela pro banheiro, pelo visto entre elas andavam peladas, mas comigo ali não deu. Ignorei e expliquei o que ia fazer. De novo recebi um monte de ideias que, segundo elas, eram melhores, mas pouco me importei. Até que a tábua fala pra eu tirar a camisa pra ver como elas fariam. Eu só queria pegar um pouco de tinta e me pintar no outro quarto, mas elas insistiram que ia ficar ruim se a gente fizesse sozinho. Não contradisse, porque pensando bem, elas tinham razão. No momento em que tirei a camisa, com a outra saindo do banheiro, as cinco ficaram me encarando. Eu nem percebi até perguntar por que estavam demorando tanto, e aí elas reagiram. A big booty decide ir tomar banho, ganhando a disputa da outra mina que não importava. E assim começaram. As duas que fizeram o "design" eram a tábua e a big breast. As outras duas quiseram participar, mas elas não deixaram, com duas já bastava. E quase como se ignorasse o resto, a big breast começou a pintar minhas costas, mas esfregando os peitos na minha cara. Uma das que queria participar reclamou, mas ela respondeu com toda confiança que tava exagerando. Claro, ela já tinha se preparado muito antes, já tava de minissaia com uma tiny ass colada, mais um top bem pequenininho, sem sutiã, que querendo ou não marcava todos os bicos dos peitos e uns chifrinhos. Eu comecei a pensar em outra coisa. coisa quando vejo que do banheiro sai como se nada a bunda grande, e esquecendo totalmente dos seus complexos se vê, com um top mas só uma tanga na parte de baixo, quase parecia que tinha saído com a bunda nua, a mesma mina de antes, talvez se sentindo atacada entre tanto corpo e ela sem nada e também reclamou que como ela ia sair assim estando eu no quarto, a bunda grande olha pra ela e fala que só ia buscar a calça que esqueceu, eu continuei sem falar nada e quando terminei de me maquiar fui rapidamente pro meu quarto com a desculpa de que tinha que terminar de me vestir, fomos pra balada e me encontrei de novo com as minas que tinham me pedido meu instagram mais cedo, começamos a dançar mas quando vi que uma delas começava a se encostar em mim dessa vez foi a peituda que se mete no meio e sarcasticamente me pede emprestado por um tempo, me tirando daquele grupo, eu reclamo com ela porque fez isso e ela me deu a desculpa mais ridícula que tinha, "ah é, você começa a dançar, a se divertir com todas e esquece que tem amigas, nos deixa sozinhas aqui" eu ri da impotência de não poder falar que não e assim passou a noite, de volta pro hotel iam saindo em grupos que começavam às 3:30 e a cada 15 minutos formavam novos, caso alguns quisessem ir embora mais cedo pra não irem sozinhos, até chegar às 6 quando obrigatoriamente íamos todos, tipo 4:15 eu tava fora conversando com uns amigos, trocando o ar pra voltar a entrar quando vejo que a bunda grande sai brava da balada, esbarrando e sem olhar pra quem, só queria ir embora, aproveitando que era mais rápido cruzo com ela e pergunto o que aconteceu, ela quer me dispensar mas não consegue, se vira e vejo ela com os olhos cheios de lágrimas, de novo perguntei o que tava rolando e ela me contou que ela e a tábua gostaram do mesmo cara, ela sempre foi tímida pra chegar mas criou coragem pra ser a primeira a ir, dançou com o cara, ele pagou um drink e toda a manobra, até que ela teve que ir ao banheiro, aí Voltei a ver que a tal "amiga" dela era quem tava em cima do cara e, pra piorar, talvez sabendo que não podia competir fisicamente, começou a espalhar mentiras sobre ela pra queimar ela. Por isso ela queria ir pro hotel. Eu não queria deixar ela assim, mas também não queria ir. O coordenador chegou pra perguntar se tava tudo bem, e ela respondeu que sim, que queria ir pro hotel e me perguntou se eu queria ir com ela. O sentimento falou mais alto e fui com ela na kombi, abraçando ela o caminho todo. Chegamos, pedimos a chave de cada um do seu quarto, mas ela me convidou pra entrar no dela. Assim, eu deixava o meu pra algum dos caras caso quisesse ir. Aceitei, já que tanto fazia pra mim. Avisei os outros por mensagem sobre a movimentação e fomos. Ela entrou primeiro e eu fechei a porta, vendo ela se jogar em cima da cama e ficar em posição fetal. Sentei do lado dela, querendo deitar ao lado pra consolar ela, mas acontece que ela tava fantasiada de empregada sexy, com uma saia que só tinha a mesma calcinha fio dental de antes por baixo. E entre a posição e a bunda enorme dela, a saia subiu e as nádegas ficaram expostas, apontando pra minha virilha. Tentei pensar rápido, mas ao ouvir ela chorar um pouco, reagi e deitei de conchinha com ela, abraçando. Ela começou a se xingar e eu interrompia pra consolar ela, até que ela disse que não acreditava que a amiga falava aquilo, sendo que era ela quem motivava a amiga a chegar em alguém. Aí eu já cansei e respondi: "Ela fala isso por pura inveja, porque (insira outro nome) não tem tudo isso que você tem", pegando na bunda dela na hora. Mas me toquei do que fiz depois, tipo, depois de tanto tempo com aquilo colado em mim, meu cérebro agiu no automático. Pedi desculpas várias vezes por ter feito aquilo, e ela disse que não se importava que eu fizesse, se aconchegando mais perto de mim, perguntando se eu realmente achava a bunda dela bonita. Falei que sim, uma rabeta grande é sempre apreciada. Ela riu da minha piada. E ela me confessa que, apesar de ter tido namorado até pouco tempo, já fazia um bom tempo que não transava, porque o ex não queria comer ela até ela emagrecer, tendo que se contentar em chupar ele e depois se tocar sozinha, já que ele só aceitava isso. Foi por isso que terminaram, e também por isso que ela queria tentar algo com alguém da viagem. E a amiga dela, sabendo disso, agiu daquele jeito mesmo assim. Isso me fez concluir que era por esse motivo que ela era tão insegura. Quis falar algo bonito, mas por causa da bebida, respondi mais com a cabeça de baixo do que com a de cima: "Mano, isso é uma idiotice. Se eu fosse seu namorado, com essa bunda à disposição, eu estaria te comendo a toda hora." Ela fica vermelha, mas fica feliz. Eu só falei o que ela queria ouvir, além de que minha fraqueza são bundas boas. Então, perdendo também a vergonha por causa da bebida, ela me pergunta o que eu faria se a tivesse à minha mercê. Já nesse jogo, não ia recuar e comecei a descrever como ia comer ela, até que percebi que ela começou a se tocar. Aí ela me manda calar a boca e diz que queria testar essa teoria. Ela abaixou a saia e, sozinha, puxou a calcinha fio dental. Olhei pra baixo e meu pau já estava duro e pronto pra ação, como sempre. Antes de entrar, comecei a beijar o pescoço dela, quando ela deu um gritinho de desespero, deixando claro que era verdade a falta de sexo. Toquei um pouco e ela estava realmente molhada só pela ideia de ter um pau perto de novo. Comecei a roçar, passei meu pau na entrada da buceta dela até que ela se cansou e disse: "Chega de preliminares, preciso transar e preciso que você faça isso agora. Quero seu pau até o fundo." Isso me motivou ainda mais e decidi começar.
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