Contexto: passei todos os anos da minha vida no mesmo lugar, então vi muita gente entrar e sair. Alguns repetiam, outros mudavam de turma, alguns chegavam anos depois, mas o grupo "original" éramos 8: 3 caras que se davam muito bem, e 5 minas. Duas delas eram muito feias, sei que não é legal falar isso, mas elas pegavam menos que ônibus lotado. Embora eu tenha que admitir que autoestima elas tinham, porque se declararam pra nós três e até o último momento tentaram chamar a atenção de algum de nós. Já com as outras três, também tivemos nossos rolos, mas nunca rolou nada sério porque seria meio estranho depois de tanto tempo. Era mais um jogo interno; fora dali, duas delas tinham namorado, mas nunca descobriram as piadas de duplo sentido nem nada. Mas essas permissões e restrições eram só com elas. Com o resto das minas da nossa turma, eu já tinha ficado, mas nada além disso. Eu tinha acabado de me separar e ainda era o atleta do grupo, então não foi difícil conseguir. Garotas de 18 anos que se viam todo dia, tava mais que claro que isso ia rolar. Até que chegou a viagem maravilhosa, coincidindo que pela primeira vez os 8 estávamos solteiros, dividindo dois quartos: os caras de um lado e as minas do outro. Como os quartos eram de frente, não tinha muito problema. As primeiras noites passaram e nada tinha rolado entre a gente. Os outros dois se juntaram pra tentar pegar alguma mina que não conheciam, e conseguiram na segunda noite. Eu fui com o objetivo de me divertir; se rolasse, rolava, mas não tava focado nisso. Então as duas primeiras noites foram tranquilas pra mim. No terceiro dia, uma das atividades era ir pra piscina. Fomos juntos e nos trocamos nos vestiários. Quando saí, notei que as minas que eu conhecia desde sempre estavam me olhando com outros olhos pela primeira vez, os mesmos olhos que usavam pra olhar pras "presas" delas, embora não tenham me dito nada. nada, entrei na água e fui direto pra parte funda nadar, depois de um tempo quis descansar, então fui pra parte mais rasa e vi elas tomando sol, dava pra perceber que estavam olhando pra todos os caras, mesmo de óculos escuros. Eu me levantei, já que a água batia na minha cintura, e decidi ir falar com elas quando me convidaram pra jogar aquele jogo de não deixar a bola cair na água. Fiquei mais um tempo até que, ao me virar pra pegar a bola, vi de canto de olho que as minhas estavam me olhando de novo. Olhei disfarçadamente, mas elas perceberam e desviaram o olhar. Fiquei confuso, mas ignorei. Pouco depois, saí do jogo de novo, porque, como não tava acostumado a fazer atividade na água, meus músculos estavam moídos. Me aproximei de onde minhas amigas estavam, e uma delas reclamou que finalmente eu lembrei que ela existia. Não tava a fim de entrar na onda, então só sentei na água, apoiando as costas na borda. Uma delas começou a brincar com meu cabelo, e eu deixei, sem saber qual era. Não tava nem aí. Fiquei pensando até que percebi que, em todos esses anos, era a primeira vez que elas me viam sem camisa, já que só tínhamos saído pra balada ou pra comer algo. Talvez isso tivesse chamado a atenção delas, embora uma parte do meu cérebro achasse que eu tava viajando demais e que era melhor parar de pensar nisso. E quando parei, veio outra coisa na cabeça: também era a primeira vez que eu via elas de roupa de piscina/praia. Fiquei tão distraído na água, olhando pras outras mulheres de biquíni, que esqueci que minhas amigas também tavam de biquíni. Tava nessa nuvem até que uma das minas me deu um tapa pra eu acordar e disse que iam pro quarto, caso eu quisesse ir depois. Fiz que não ouvi pra ter uma desculpa e me virar pra olhar elas. Uma delas era gordinha, bonita de rosto, quase não tinha peito, mas tinha uma bunda que se destacava, principalmente por causa do corpo dela, já que é daquelas que a Os quilos se distribuem: metade pra bunda dela e a outra metade pro resto do corpo. Pra quem curte tamanho acima de tudo, ela era perfeita. Naquele dia, ela tava de maiô inteiro, talvez se sentindo insegura com o corpo, mas nem isso escondia aquele rabão enorme. A outra, sendo sincero, não tinha nada. Não é por maldade, é questão de gosto. Não era muito bonita e não tinha corpo — a famosa tábua, falando simples. Por mais que fosse a única que treinava e dava pra ver os abdominais, não tinha nada que despertasse interesse sexualmente. Ela tava de maiô, mas de duas peças, querendo mostrar a barriga, mas só. Antes de chegar, ela mesma disse que não queria passar vergonha usando um biquíni do lado de outras minas que realmente tinham o que mostrar. E a última era a melhor, uma das mais disputadas: ruiva, 1,70, tinha uma bunda não muito grande, mas gostosa, redonda e firme. Mas o bom mesmo vinha nos peitos dela. Não eram exageradamente grandes, tinham o tamanho perfeito — maiores que a maioria, mas sem parecer deformados. Sabendo do que tinha, ela vestiu um biquíni apertado, e, além de ser bonita, tinha naturalmente cara de putinha. Roubava todos os olhares e adorava, embora dissesse que não percebia. Eu vi elas, e não sei se era pela minha perspectiva lá de baixo ou o quê, mas achei elas muito mais gostosas do que tinha visto o ano inteiro. A big booty já tinha virado pra ir embora, e eu consegui ver a bunda dela e parte da buceta, já que o maiô era tão apertado naquela área por causa do rabo. A big brest era a que tinha me dado o tapa e a que estava mais perto. De baixo, parecia que os peitos dela tinham dobrado de tamanho, e a buceta dela estava a meio metro de mim — parecia até que eu sentia o calor. Falei que tava tudo bem e que iria depois, vendo elas irem andando. A tábua se meteu no meio das duas. A big booty mexia o corpo todo sem querer, roubando metade dos olhares, e a big brest caminhava. Moviendo de propósito a bunda, fiquei mais um tempo conversando com amigos e gente que não conhecia até que enjoei e quis ir embora. Indo andando, vejo que a gostosona da bunda grande estava com a Tabla e outras minas do curso conversando entre elas na frente do hotel. Decidi fingir que não vi elas, já que queria ir rápido tomar banho antes que algum dos meus colegas de quarto chegasse. Mas chegando na entrada, cruzo com três minas que eu não conhecia, mas o grupo delas estava no mesmo hotel, então já tinha visto elas. Elas me cumprimentaram com um beijo cada uma e perguntaram se eu tinha namorada. Quando falei que não, começaram a falar comigo sobre coisas que não me interessavam, tipo de onde vinham e tal. Pediram meu Instagram e, na hora que passei, a gostosona da bunda grande me agarrou pelo braço, puta da vida, e começou a me puxar para dentro do hotel, se despedindo por mim das desconhecidas. As minas gritaram que a gente se veria na balada, o que deixou minha amiga ainda mais furiosa, e ela me deu uma bronca por estar falando com aquelas mulheres. Na porta estava a Tabla, que também me enciumou, e entre as duas me forçaram a ir para o quarto, que era exatamente o que eu queria fazer desde o começo. Depois de tomar banho e descer de novo, encontramos os caras e ficamos conversando no térreo do hotel. Depois de um tempo, já éramos muitos, porque as atividades tinham acabado e só restava esperar a hora de nos levarem pra balada, mas ainda faltavam umas 5 horas. Sentamos nuns sofás, o grupo "original", até que os dois caras decidiram ir falar com umas minas que tinham conhecido na noite anterior. Não tinha sinal da gostosona dos peitões, enquanto as outras duas estavam conversando entre si sobre uns caras que tinham visto. Fiquei só com as duas que não cortavam nem picavam, e decidi ir pro quarto. As quatro me perguntaram pra onde eu ia, e menti, dizendo que ia pegar algo e voltava. Subi, mas quando entrei, lembrei que a gente tinha combinado, nós oito, que se sumíssemos por muito tempo... deixávamos o mais importante nas bolsas de mão e deixávamos tudo junto num quarto, e naquela tarde a gente tinha deixado tudo no quarto das minas e eu não tinha pedido a chave, achei que não ia ter ninguém mas, só por precaução, bati. Recebi resposta do outro lado.
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