Minha esposa me trai com meu tio

A excitação que percorria meu corpo, ao saber que Vanessa ia ficar sozinha com meu tio, era duplamente perversa agora que eu sabia o quanto ele estava excitado naquele momento, ainda mais porque quando Vanessa saiu do quarto e o cumprimentou com um beijo na bochecha, pude notar como num instante ela ficou muito nervosa. Não havia dúvidas de que ela tinha visto o enorme volume que aparecia sob a calça dele, e dessa vez percebi que meu tio não fazia muito para esconder — era impossível não notar. Ela foi para a cozinha preparar o café da manhã, e ele se ofereceu muito gentilmente para ajudá-la, enquanto eu saía de casa. Ao sair, quase imediatamente senti meu celular vibrar — era uma mensagem da Vanessa.Minha esposa me trai com meu tioSinceramente, minha cabeça não conseguia pensar em mais nada que pudesse estar acontecendo fora de casa, e eu queria ver com meus próprios olhos. Na verdade, era mais minha imaginação do que qualquer outra coisa. Eu sabia que a Vanessa seria incapaz de me trair, mas também havia uma grande chance de ela se sentir atraída – não tanto pelo meu tio, mas sim pelo **pauzão** dele. Ela nunca tinha estado com alguém assim. Mas eu a conhecia, sabia como ela era fogosa e que, mesmo que não me dissesse, sem dúvida ela adoraria ver uma **pica** daquelas.

Fui até a empresa, entreguei os documentos pendentes e me deram a data e hora da minha próxima viagem. Seria em dois dias e eu levaria quase uma semana para voltar. Voltei para casa – acho que demorei cerca de uma hora. Ao chegar, estava muito nervoso. Abri a porta de entrada sem fazer muito barulho, não vi ninguém no quintal. Me aproximei da casa e, de um canto, os vi por uma das janelas. Estavam na cozinha. A Vane estava lavando a louça, e meu tio estava encostado no balcão, ao lado dela. Não conseguia ouvi-los, mas via que estavam rindo muito. Em um momento, meu tio colocou a mão nas costas dela, acariciando quase até chegar na sua **bunda** linda, de um jeito bem suave, e foi em direção ao banheiro. Nada extraordinário, segundo eu, embora deva admitir que senti um pouco de ciúmes de vê-lo tocando ela com tanta delicadeza.

Andei um pouco mais perto, aproveitando que ela estava de costas, e me escondi atrás da parede. Foi quando ouvi meu tio chamando a Vanessa.

Tio — Vane! Me ajuda?
Vane — Sim, vou já!

De novo, fiquei sem ver nem ouvir nada. Esperei um pouco para ver se ela voltava, mas demorava demais. Não queria me mover, porque de onde eu estava dava para ver bem metade da casa, exceto o banheiro e nosso quarto. Mas já estava muito tempo. Então fui para a parte de trás, onde ficava a janela do banheiro – um quadradinho pequeno de uns 40 centímetros, só para ventilação, e numa altura considerável. Era impossível enfiar a cabeça por ali. poxa, mas dava pra ouvir eles muito melhor pelo eco que tinha no banheiro, Vane —. Já vi sim kkkk "" risada nervosa "" Tio —. Você não ia gostar, Vane —. Kkkk sei não.... "" ele interrompe "" Tio —. Não tem problema, anda vem, Vane —. Mas e se ele chegar, Tio —. Naaah, ele disse que só volta pro meio-dia, Vane —. Ai, não sei, tô com muito medo, Tio —. Não se preocupa, Vane —. Kkkk mmm espera aí, deixa eu ver uma coisa. Quase na mesma hora sinto meu celular vibrar, quase certeza que era ela. Demorei pra atender, prestando atenção em qualquer coisa que eles dissessem, mas pelo jeito eles estavam esperando alguma coisa. Me encostei na parede e tirei o celular do bolso, e era ela mesmo.cuckTio --. E aí? Vane --. Ainda está lá, mas já tá quase vindo. Tio --. Viu só? Não se preocupa, te prometo que é rápido. Vane --. Haha, tô muito nervosa, sei lá. Tio --. Não dá nada, te prometo. Quase imediatamente comecei a ouvir o som clássico de beijos. Foram uns 5 minutos. Logo em seguida, um barulho forte como se algo tivesse caído no chão. Ouvi como se estivessem tirando alguma peça de roupa, talvez a calça, mas não tinha certeza. Fez-se um silêncio e, de repente, a voz do meu tio: "Gostou?" Só ouvi a risada nervosa da Vanessa e um leve "Sim". Outra vez começou o som dos beijos, mas dessa vez dava pra ouvir meu tio dizendo: "Isso, assim, por baixo... aaaaah, que gostoso!" Outro silêncio. De repente, ouço Vanessa tossir. Ela parecia meio engasgada, seguida daquele som inconfundível de quando a gente vai vomitar. Ai, eu estava quase imóvel, as pernas tremendo, ouvindo Vanessa fazer o inimaginável. Vanessa tinha soltado aquele lado que só eu conhecia. Tava ficando cada vez mais quente. Depois, ouvi meu tio dizer: "Aaaaah, quase..." seguido da risada da Vanessa. Era impossível vê-los de onde eu estava, só podia ouvir. Fez-se silêncio, talvez uns 10 segundos, e ouço Vanessa tossir de novo e tomar um fôlego enquanto dizia: Vane --. Não, não consigo, haha. Tio --. Aaaah, consegue sim!! Vane --. É muito grande. Eu estava gelado ouvindo tudo aquilo, sentia meu pau explodir na calça. Sério, ela estava chupando meu tio. Era impossível. Sempre achei que ela não seria capaz, mas mesmo assim continuei grudado na parede. Ela disse algo que não entendi e outra vez fez-se um silêncio que parecia eterno. E de repente: Vane --. Mmmm, assim?? Tio --. Aaaaah, sim, exatamente assim. Vane --. Que delícia que tá!! *Dava pra ouvir beijos e o som inconfundível da boca dela chupando* Tio --. Gostou? Vane --. Siiim, muito!!! Acho que foram mais de meia hora que fiquei ouvindo o que eles faziam. Eu estava num estado de transe, não sabia como reagir, só... Eu estava apertando meu pau por cima da calça, queria tirar ele e me masturbar ali mesmo. E foi o que fiz: tirei meu pau que estava duro como pedra e comecei a me masturbar devagar, ouvindo tudo aquilo. Mas eu queria ver com meus próprios olhos, mesmo estando em dúvida se devia ou não. A curiosidade me venceu ao ouvir como eles estavam gozando, então decidi me arriscar. Tinha que entrar em casa para ver como estavam fazendo.

Fui até a entrada principal e, ao abrir a porta, claramente ouvi alguém fazendo um "sssshhh", como quando querem que você fique quieto. Entrei e falei alto:
**Eu** — Oi, gente, cheguei!

Demoraram para responder.
**Vane** — Oi, aqui.

**Eu** — Onde é "aqui"?

De novo, demorou para responder.
**Vane** — Aqui no banheiro.

Caminhei até o final do corredor onde eles estavam. Meu coração estava saindo pela boca. Antes de chegar na porta, que estava aberta, a Vanesa saiu rapidamente, muito nervosa. Suas bochechas estavam bem vermelhas.
— Oi, amor, você foi bem rápido — ela disse, me dando um beijo na bochecha, coisa que ela nunca faz.

Pude notar aquele cheiro peculiar. Seu cabelo estava meio bagunçado, e seus olhos estavam úmidos, um pouco vermelhos, como quando você acabou de chorar. Ao contrário do que eu imaginaria, seus lábios estavam meio ressecados, mas os senti muito macios. Ela me abraçou, visivelmente tentando me segurar um pouco. Ela parecia muito nervosa. Também chamou minha atenção que ela não estava mais de moletom, só a blusinha curta sem sutiã que ela usa de pijama — e pior, seus mamilos ainda estavam duros. Percebendo como estava, ela rapidamente entrou no nosso quarto, que ficava ao lado.

**Eu** — Como vão as coisas? — perguntei, me aproximando mais do banheiro.

**Vane** — Tudo bem, já estamos quase terminando. Eu te disse para me avisar quando estivesse a caminho! Olha, eu ainda estou com essa roupa velha.

**Eu** — É, desculpa, esqueci. E foi mais rápido do que eu pensei.

Entrei no banheiro e vi meu tio David de costas, enfiando uma chave de fenda em uma fenda na parede. Ele, assim como ela, parecia muito nervoso. E com razão — a situação estava... muito denso, percebi que o cinto de ferramentas estava jogado no chão e do outro lado o moletom da Vanessa feito uma bola "ela nunca deixa roupa jogada", pude ver a camisa dela mal enfiada por trás quando me aproximo para cumprimentar vejo várias gotas de suor na testa dela

Eu — E aí, tio, como vão as coisas?
Tio — E aí, filho, tudo bem aqui, lutando um pouco, como foi pra você?
Eu — Muito bem, foi rápido
Tio — Que bom!
Eu — E a Vanessa tá te ajudando ou só tá enrolando?
Tio — Hahaha, nada disso, já me deu uma mãozinha

Nisso ele vira procurando algo, acho que alguma ferramenta, e aí confirmei o que suspeitava: ele tava com o pau estourando, mas dessa vez tava apontando pro lado como se tivesse guardado rápido. Tava tão óbvio que nem o zíper da calça fechou direito. Foi só um segundo e ele virou rápido pra continuar o que tava fazendo. De novo aquele calafrio percorreu minhas costas. Saí de lá com o estômago embrulhado e fui pra perto da Vanessa.

Ela tava no quarto separando algumas roupas, já tinha colocado uma camisa mais discreta. Ela me disse que assim que meu tio terminasse ia tomar banho. A vi nerviosa e meio esquiva, evitava olhar nos meus olhos e muito menos falar comigo de frente. Saiu do quarto e foi pra sala. O clima tava muito tenso, ninguém falava uma palavra. Tinha que relaxar a situação e não deixar perceber que eu tinha descoberto eles, além de fazer o possível pra descobrir mais do que tinha acontecido. Esperei ele terminar de trabalhar e me aproximei...

Eu — Tio, vai ficar pra comer ou tem compromisso?
Tio — Não, filho, ainda tô cheião, tomei um café da manhã reforçado com a Vane
Eu — Mas isso foi café da manhã, almoço é outra coisa
Tio — Haha, isso é verdade, mas tenho umas coisas pra fazer daqui a pouco, mas valeu
Eu — Bom, então sem problema. Ia te avisar que em 15 dias é aniversário da Vanessa, pra você não marcar nada
Tio — Ah, sim, ela já tinha me contado. O que vão fazer? Pois eu queria comemorar aqui com os amigos, mas a Vane quer sair, mano. E se fizerem na cabana, como o dono é amigo meu, posso pedir pra ele separar o lugar pra gente. E aí, Vane, o que você acha? Você topa?
Vane – Sim, seria legal. Acha que dá?
Mano – Sim, claro, sem problema.
Eu – Seria perfeito, muito obrigado, mano. Então a gente se vê lá no dia, por volta das 19h.
Mano – Beleza, até lá.

Ele também me disse que não ia poder ir trabalhar na casa no próximo sábado, mas que viria durante a semana um tempinho, mais ou menos ao meio-dia, pra adiantar.

Aquela noite, a Vanessa estava especialmente gostosa, assim como eu – e não era pra menos, depois do que tinha acontecido de manhã. Quando me deitei, vi que ela não estava com o pijama normal; estava com um biquíni marrom pequeno que ela às vezes usa quando vamos nadar, mas ela sabe que eu adoro. Era impossível resistir àquela bunda. Comecei a acariciá-la e beijá-la, meti minha mão entre as pernas dela e percebi que ela estava encharcada. No primeiro toque, já não aguentei mais – tinha que enfiar na hora. Afastei o tecido que cobria aquela xereca e, de fato, ela estava escorrendo. Antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, ela se inclinou, puxou meu pau pra fora e levou à boca. Fechei os olhos e, por um momento, minha mente recriou a cena que tinha acontecido no banheiro. Mesmo sem ter visto, consegui imaginar perfeitamente. E agora, com a boca dela no meu pau, era como se eu fosse meu tio.

Dessa vez, ela fez um esforço máximo e finalmente conseguiu engolir meu pau inteiro – algo que ela nunca tinha feito antes. Mas dessa vez, parecia que ela tinha encarado como um desafio pessoal. Eu sentia a garganta e os lábios dela chegando até a base. Meti minha mão entre as pernas dela e pude sentir o calor e a umidade. Na real, eu enfiei tudo de uma vez só. Ela soltou um gemidinho. Comecei a meter bem forte. Tava tão excitado que não durou nada – gozei na hora. Depois, comecei a cair no sono. Acho que passou cerca de uma hora, e ouvi ela ainda se... eu acordei entre abrir meus olhos e pude vê-la com o celular na mão e um sorriso no rosto. Pensei que ela estava vendo algum vídeo ou algo assim. Fechei meus olhos de novo, mas fiquei acordado. Não demorou muito até começar a ouvir sua respiração ofegante. Abri um pouco os olhos novamente. Ela estava de barriga para cima, com as pernas abertas e os joelhos flexionados, uma mão no celular e a outra perdida entre as pernas. Vi o movimento que sua mão fazia debaixo dos lençóis — ela estava se masturbando. Em um momento, ela parou e foi ao banheiro. Pude ver sua bunda linda quase engolindo a calcinha pequena marrom. Ela demorou uns 5 minutos e voltou para a cama. Colocou-se na mesma posição, olhou para mim — eu finji estar dormindo —, dessa vez acariciou um pouco o próprio peito, levou a mão à boca, chupou os dedos e começou a se tocar de novo entre as pernas, enquanto olhava o celular e ocasionalmente digitava algo.namorada infielComo eu disse, talvez eu estava vendo um vídeo ou talvez conversando com alguém, muito provavelmente "meu tio", comecei a sentir aquele formigamento e inevitavelmente fiquei duro vendo a Vanessa se masturbar, como ela fechava os olhos e apertava seus peitinhos, as pernas tremiam, mesmo fazendo o possível para não se mexer, mas os espasmos eram inevitáveis. Vi como ela apertou as pernas com a mão enfiada entre elas, enquanto arqueava um pouco as costas e mordia o lábio. Depois de alguns segundos, parou de se mexer e caiu no sono completamente. Deixei passar um tempo, quando ela estava completamente dormida, me levantei bem devagar e peguei o celular dela. Ela tem bloqueio, mas em alguma ocasião eu vi o padrão sem querer, embora nunca tivesse sido necessário bisbilhotar. Dessa vez, a curiosidade estava me matando, queria saber o que ela estava vendo para se masturbar tão intensamente. Isso foi o que encontrei.esposa puta


namorada vadiaSinceramente, me senti devastado e humilhado. Por um momento, esqueci a tesão e percebi que tudo era real, já não era um jogo da minha mente. Era verdade o que os pedreiros diziam: em menos de um mês, a Vanessa tinha caído com meu tio. E não era pra menos, com um pauzão daqueles e a falta de sexo entre a gente. Ao revisar a conversa de novo e de novo, meu pau reagia cada vez mais. Não deu pra evitar, uma ereção surgiu. Minha esposa queria que meu tio a comesse, era só questão de tempo. No aniversário dela, ela ia ganhar um presente que tanto queria, vindo do meu tio.

Voltei na sexta à noite. Aquela semana que viajei pareceu uma eternidade. Vi a Vanessa muito distante, me surpreendeu ela não estar com vontade de transar. Precisava saber o que tinha acontecido na minha ausência, e não tinha jeito melhor do que espiar os pedreiros. Eles eram mais fofoqueiros que velhas de tanque, mas no começo não tive sucesso. A Vanessa costumava sair cedo pra academia, então eles também tinham pegado o hábito de esperar pra devorá-la com os olhos quando ela saía. Mas naquele dia ela decidiu ficar comigo em casa, então tive que esperar até segunda pra descobrir algo.

Ela se levantou cedo, com toda a intenção de ir pra academia, e eu atrás, já que tinha que ir trabalhar. Quando ela saiu, espreitei pela janela e vi um dos pedreiros "trabalhando" num canto, mas na verdade não tirava os olhos da minha esposa. Assim que ela sumiu de vista, ele voltou pro outro pedreiro. Fechei a cortina e fiquei quieto pra ver se ele falava alguma coisa.

— Como eu tô com vontade dessa velha, ela me cai de mãe!
— Haha, e se você soubesse... Te falei que aquele puto do David é foda.
— E agora, por quê?
— Do que você perdeu na sexta, velho!!
— Haha, fala logo, cara.
— Te falei que nem um mês ela aguentava.

Parece que um dos pedreiros não tinha ido trabalhar naquele dia e, assim como eu, tinha perdido muita coisa. Mas o outro nos atualizou, e começou a... descrever tudo o que ele viu.........

5 comentários - Minha esposa me trai com meu tio

Van puntos sube mas por favor estoy enganchado con la historia
Siempre tus relatos muy buenos y q caliente de la esposa toda una calientilla se quiere echar al tío.
Sube mas fotos de tu vieja se ve hermosa se me pone dura la verga
Me dejaste como una pipa de caliente. Lo narras como si lo hubieras visto. Van puntos