Outro dia, um seguidor me falou que tinha uma história sobre a mãe dele que queria compartilhar:
"Tecnicamente não foi uma traição, mas o que descobri me deixou muito mal, vou te contar.
Isso foi em 2020, meu pai tinha morrido por causa daquele vírus que a gente já sabe.
Minha mãe (39) trabalhava num banco da cidade e fazia o tal do home office, eu também tava no último ano do ensino médio, estudando pelo computador. Aconteceu a morte do meu pai e a gente se despediu dele num domingo. Deram a semana de folga pra minha mãe, e a gente passou o tempo entre o silêncio e tentando animar o clima com filmes ou com o videogame (minha mãe até joga um pouco de tiro, mas bem básico).
Naquela semana, a gente foi se acostumando com a ideia da nossa nova vida, mas claro que ainda não tínhamos superado o choque.
Mas naquela sexta-feira, aconteceu uma coisa.
Eu, como sempre, acordei às 9h e, meio sonolento, ouvi o carro da minha mãe ligando. Achei que ela fosse comprar alguma coisa, então fui tomar café e ligar a TV.
Pouco depois, recebi uma mensagem:
'Filho, me ligaram do escritório pra buscar uns documentos, volto à tarde como sempre.
Pede alguma coisa pra comer se quiser.'
Eu segui meu dia normal.
Lá pelas 4h da tarde, minha mãe chegou. Não estava vestida como se fosse pro escritório, mas estava arrumada, maquiada.
Ela tava com uma blusa branca, calça social bege e salto alto, tava bonita, como antes do isolamento.
O fim de semana passou numa boa, e na segunda-feira ela saiu de novo pro trabalho, e depois na quarta, e depois na sexta, mas nesse dia ela não chegou às 4h da tarde.
A partir das 7h da noite, comecei a mandar mensagens pra ela, liguei, tava preocupado.
As mensagens chegavam, mas ela não via, a última vez que ela tava online foi à 1h da tarde.
Já passava das 2h da manhã e eu não sabia o que fazer, tava quase saindo correndo pra procurar ela.
Já ia ligar pros meus tios pra ver o que fazer, quando ouvi um carro estranho chegando.
Corri pra receber ela.
'Cadê você, doida? Já ia chamar a polícia! Tá bem? Aconteceu alguma coisa?'
'Não...' Não, tô bem, filho... fiquei com umas amigas e a gente se perdeu no horário, só isso... vou dormir, tô exausta..."
Ela tava completamente bêbada.
No dia seguinte, acordei cedo e resolvi ver o que tinha rolado.
Liguei o computador e entrei na conta do Google dela, sabia que ela nunca desativava os dados nem entendia nada do rastreamento automático das contas.
Entrei no Maps e procurei onde ela tinha estado na noite de sexta.
Fiquei surpreso quando a localização mostrava que ela tinha ido pra dois lugares... a quase 9 km do trabalho dela!
Ela nunca tinha chegado no escritório.
O dia inteiro passou num prédio de apartamentos e às 9 da noite foi pra uma casa a algumas quadras dali.
Meio nervoso, comecei a procurar nos dias em que ela supostamente tinha ido pro escritório, e na última semana aparecia aquele endereço e mais alguns, nenhum no escritório de verdade.
Fui até aquela primeira sexta em que tinham "chamado" ela do trampo.
E quase tremendo, vi que de fato, na primeira vez, ela tinha ido pro mesmo prédio de apartamentos.
Tentei pensar que talvez ela estivesse fazendo home office na casa de alguma amiga, e quem sabe até aparecesse pra trabalhar, afinal só tinham dado uma semana pra ela.
Então fui no quarto dela pegar a bolsa. Já eram 10 da manhã e minha mãe tava dormindo profundamente.
Achei a bolsa e levei pro meu quarto.
Comecei a revirar e tive que me sentar de uma vez quando encontrei isso:
(É a pílula do dia seguinte)
Não tinha dúvida, minha mãe tinha passado pelo menos a noite de sexta-feira transando com algum cara e deixou ele gozar dentro, sem camisinha.
E caí na real que ela tinha ido naquele apartamento e nos outros lugares pra dar pra eles.
Foi aí que decidi olhar o celular dela. Sei a senha, mas nunca tinha pensado em espionar ela, afinal, só tem selfies e fotos aleatórias de coisas... ou pelo menos era o que eu achava.
Entrei na galeria e lá tinha mais de 30 fotos e alguns vídeos com a data da noite anterior.
Lá aparecia um cara de uns 30 anos segurando o celular, minha mãe do lado dele bebendo, e ao redor vários homens e mulheres numa espécie de festa na sala. Reconheci alguns do trabalho dela, todos na faixa dos 30.
Fotos deles rindo.
Fui descendo...
Selfies em grupo, minha mãe segurando a câmera.
Continuei descendo...
Eles dançando.
No final, cheguei onde não queria chegar...
Minha mãe e o cara se beijando.
O grupo com menos roupa.
Minha mãe de sutiã, fio dental e cinta-liga.
Ela chupando a rola dele.
Eu estava suando de nervoso, mas criei coragem pra abrir o vídeo do lado:
A cabeça da minha mãe subia e descia na cintura do cara, ele ria.
"Vai, chupa bem, putinha."
"Mmhhm... aaagggh" a garganta dela fazia barulho quando enfiava o pau até o fundo.
Fotos dela e de uma colega de trabalho se beijando.
As duas sorrindo pra câmera tirando os sutiãs.
Até que tive que fechar os olhos antes de me animar pra continuar vendo.
Lá estavam as fotos da minha mãe de quatro enquanto o cara comia ela por trás e, na frente, ela chupava a rola de outro convidado.
Várias fotos do trio.
Ela de quatro.
Ela montando e chupando.
E um vídeo onde um dos homens filmava o lugar todo.
Era uma sala, lá nos sofás e no tapete todo mundo transava, em casais e trios, trocando de parceiros.
Até que chegou no sofá onde eles tinham minha mãe. mãe
o cara tava deitado, minha mãe montada em cima dele, e por cima dela o outro cara metendo no cu dela
ela se contorcia entre os dois, gemia e eles apertavam e batiam na bunda dela







Não consegui ver mais nada.
Fiquei procurando pra ver se tinha fotos dos primeiros dias.
Achei várias, mas só transando em casal com o cara do trabalho e outras fotos dela pelada com completos desconhecidos pra mim.
Voltei correndo pro quarto dela e deixei tudo como estava.
Ela acordou lá pro meio-dia, a gente se cumprimentou, ela preparou algo pra comer e seguimos a vida como se nada tivesse acontecido.
Durante todo o isolamento, notei que ela sumia várias vezes por semana, e nas sextas e sábados falava que ia visitar as "amigas" pra bater papo e não se sentir tão sozinha.
Eu não julgo ela, porque tecnicamente não é uma traição, mas não tinham passado nem 5 dias e ela já tava abrindo as pernas pra outro.
Nunca contei pra ela e acho que nunca vou contar. Só consigo desabafar em lugares assim, onde ninguém me conhece.
Porque também não quero que algum conhecido descubra e veja ela por mal. Ela é uma mulher respeitável.
Hoje em dia não sei se ela ainda faz isso. Só sei que teve um namorado por uns meses ano passado, mas não quis saber de mais nada. Agora eu moro sozinho por causa da faculdade e não sei se ela continua com as "reuniões", se faz em casa, ou se chega pra dormir em casa.
Tirei um peso das costas. Por favor, não divulga meu usuário.
Deixem pontos pro seguidor que teve coragem de contar. Se quiser me contar algo, teu segredo tá seguro, e se sua história for boa, eu publico.
(Todas as imagens são ilustrações.)
"Tecnicamente não foi uma traição, mas o que descobri me deixou muito mal, vou te contar.
Isso foi em 2020, meu pai tinha morrido por causa daquele vírus que a gente já sabe.
Minha mãe (39) trabalhava num banco da cidade e fazia o tal do home office, eu também tava no último ano do ensino médio, estudando pelo computador. Aconteceu a morte do meu pai e a gente se despediu dele num domingo. Deram a semana de folga pra minha mãe, e a gente passou o tempo entre o silêncio e tentando animar o clima com filmes ou com o videogame (minha mãe até joga um pouco de tiro, mas bem básico).
Naquela semana, a gente foi se acostumando com a ideia da nossa nova vida, mas claro que ainda não tínhamos superado o choque.
Mas naquela sexta-feira, aconteceu uma coisa.
Eu, como sempre, acordei às 9h e, meio sonolento, ouvi o carro da minha mãe ligando. Achei que ela fosse comprar alguma coisa, então fui tomar café e ligar a TV.
Pouco depois, recebi uma mensagem:
'Filho, me ligaram do escritório pra buscar uns documentos, volto à tarde como sempre.
Pede alguma coisa pra comer se quiser.'
Eu segui meu dia normal.
Lá pelas 4h da tarde, minha mãe chegou. Não estava vestida como se fosse pro escritório, mas estava arrumada, maquiada.
Ela tava com uma blusa branca, calça social bege e salto alto, tava bonita, como antes do isolamento.
O fim de semana passou numa boa, e na segunda-feira ela saiu de novo pro trabalho, e depois na quarta, e depois na sexta, mas nesse dia ela não chegou às 4h da tarde.
A partir das 7h da noite, comecei a mandar mensagens pra ela, liguei, tava preocupado.
As mensagens chegavam, mas ela não via, a última vez que ela tava online foi à 1h da tarde.
Já passava das 2h da manhã e eu não sabia o que fazer, tava quase saindo correndo pra procurar ela.
Já ia ligar pros meus tios pra ver o que fazer, quando ouvi um carro estranho chegando.
Corri pra receber ela.
'Cadê você, doida? Já ia chamar a polícia! Tá bem? Aconteceu alguma coisa?'
'Não...' Não, tô bem, filho... fiquei com umas amigas e a gente se perdeu no horário, só isso... vou dormir, tô exausta..."
Ela tava completamente bêbada.
No dia seguinte, acordei cedo e resolvi ver o que tinha rolado.
Liguei o computador e entrei na conta do Google dela, sabia que ela nunca desativava os dados nem entendia nada do rastreamento automático das contas.
Entrei no Maps e procurei onde ela tinha estado na noite de sexta.
Fiquei surpreso quando a localização mostrava que ela tinha ido pra dois lugares... a quase 9 km do trabalho dela!
Ela nunca tinha chegado no escritório.
O dia inteiro passou num prédio de apartamentos e às 9 da noite foi pra uma casa a algumas quadras dali.
Meio nervoso, comecei a procurar nos dias em que ela supostamente tinha ido pro escritório, e na última semana aparecia aquele endereço e mais alguns, nenhum no escritório de verdade.
Fui até aquela primeira sexta em que tinham "chamado" ela do trampo.
E quase tremendo, vi que de fato, na primeira vez, ela tinha ido pro mesmo prédio de apartamentos.
Tentei pensar que talvez ela estivesse fazendo home office na casa de alguma amiga, e quem sabe até aparecesse pra trabalhar, afinal só tinham dado uma semana pra ela.
Então fui no quarto dela pegar a bolsa. Já eram 10 da manhã e minha mãe tava dormindo profundamente.
Achei a bolsa e levei pro meu quarto.
Comecei a revirar e tive que me sentar de uma vez quando encontrei isso:
(É a pílula do dia seguinte) Não tinha dúvida, minha mãe tinha passado pelo menos a noite de sexta-feira transando com algum cara e deixou ele gozar dentro, sem camisinha.
E caí na real que ela tinha ido naquele apartamento e nos outros lugares pra dar pra eles.
Foi aí que decidi olhar o celular dela. Sei a senha, mas nunca tinha pensado em espionar ela, afinal, só tem selfies e fotos aleatórias de coisas... ou pelo menos era o que eu achava.
Entrei na galeria e lá tinha mais de 30 fotos e alguns vídeos com a data da noite anterior.
Lá aparecia um cara de uns 30 anos segurando o celular, minha mãe do lado dele bebendo, e ao redor vários homens e mulheres numa espécie de festa na sala. Reconheci alguns do trabalho dela, todos na faixa dos 30.
Fotos deles rindo.
Fui descendo...
Selfies em grupo, minha mãe segurando a câmera.
Continuei descendo...
Eles dançando.
No final, cheguei onde não queria chegar...
Minha mãe e o cara se beijando.
O grupo com menos roupa.
Minha mãe de sutiã, fio dental e cinta-liga.
Ela chupando a rola dele.
Eu estava suando de nervoso, mas criei coragem pra abrir o vídeo do lado:
A cabeça da minha mãe subia e descia na cintura do cara, ele ria.
"Vai, chupa bem, putinha."
"Mmhhm... aaagggh" a garganta dela fazia barulho quando enfiava o pau até o fundo.
Fotos dela e de uma colega de trabalho se beijando.
As duas sorrindo pra câmera tirando os sutiãs.
Até que tive que fechar os olhos antes de me animar pra continuar vendo.
Lá estavam as fotos da minha mãe de quatro enquanto o cara comia ela por trás e, na frente, ela chupava a rola de outro convidado.
Várias fotos do trio.
Ela de quatro.
Ela montando e chupando.
E um vídeo onde um dos homens filmava o lugar todo.
Era uma sala, lá nos sofás e no tapete todo mundo transava, em casais e trios, trocando de parceiros.
Até que chegou no sofá onde eles tinham minha mãe. mãe
o cara tava deitado, minha mãe montada em cima dele, e por cima dela o outro cara metendo no cu dela
ela se contorcia entre os dois, gemia e eles apertavam e batiam na bunda dela








Não consegui ver mais nada. Fiquei procurando pra ver se tinha fotos dos primeiros dias.
Achei várias, mas só transando em casal com o cara do trabalho e outras fotos dela pelada com completos desconhecidos pra mim.
Voltei correndo pro quarto dela e deixei tudo como estava.
Ela acordou lá pro meio-dia, a gente se cumprimentou, ela preparou algo pra comer e seguimos a vida como se nada tivesse acontecido.
Durante todo o isolamento, notei que ela sumia várias vezes por semana, e nas sextas e sábados falava que ia visitar as "amigas" pra bater papo e não se sentir tão sozinha.
Eu não julgo ela, porque tecnicamente não é uma traição, mas não tinham passado nem 5 dias e ela já tava abrindo as pernas pra outro.
Nunca contei pra ela e acho que nunca vou contar. Só consigo desabafar em lugares assim, onde ninguém me conhece.
Porque também não quero que algum conhecido descubra e veja ela por mal. Ela é uma mulher respeitável.
Hoje em dia não sei se ela ainda faz isso. Só sei que teve um namorado por uns meses ano passado, mas não quis saber de mais nada. Agora eu moro sozinho por causa da faculdade e não sei se ela continua com as "reuniões", se faz em casa, ou se chega pra dormir em casa.
Tirei um peso das costas. Por favor, não divulga meu usuário.
Deixem pontos pro seguidor que teve coragem de contar. Se quiser me contar algo, teu segredo tá seguro, e se sua história for boa, eu publico.
(Todas as imagens são ilustrações.)
1 comentários - Mãe de seguidor vai dar a buceta 🥵
Triste, pero candente la historia.