Vou te contar sobre um encontro que tive com uma prima minha. Ela é um ano mais nova que eu. Minha família sempre foi mais próxima da família da minha mãe, então sempre me dei muito bem com minha prima Cami. E sabendo que ela, a irmã dela e minha tia ficaram morando comigo por um tempo, fez a gente ficar ainda mais unido. Eu e minha prima Cami, desde pequenos, sempre nos demos super bem, porque somos os únicos da família que têm idades próximas; nossos outros primos são pelo menos 6 anos mais velhos. Também quero dizer que, depois que ela e a família dela se mudaram para outro lugar, a única vez que a gente se via era no Natal e Ano Novo, quando minha família viajava para a casa da minha avó. E como minha prima Cami morava perto, ela passava mais tempo com a gente, já que ficávamos uns 10 dias por ano lá. Eu e minha prima, conforme fomos crescendo, fomos nos dando cada vez melhor, porque o resto da família já era mais velha e perdia o interesse em ficar com a gente. Então, passávamos mais tempo sozinhos e ficávamos mais próximos. Por muitos anos, nunca rolou nada interessante, até que a gente chegou na puberdade: eu com 16 e ela com 15. Num Natal em que fui, estávamos nos divertindo pra caramba com a família, conversando e jogando jogos de tabuleiro. Tudo muito legal, até que anoiteceu e todo mundo foi dormir. Minha prima insistiu com a mãe dela para ficar dormindo com a gente, e minha tia deixou. O quarto onde eu dormia era grande, com três camas. Numa cama, minha mãe dormia sozinha; noutra, meus irmãos; e na última, eu dormia sozinho. Minha prima Cami ficou no nosso quarto, e a gente ficou vendo filmes até a hora de dormir. Como na minha cama só tinha eu, ela foi dormir comigo. Apagaram a luz e a TV. Aí, ela e eu nos cobrimos com o cobertor. Passou um tempo, eu não conseguia dormir e soltei um suspiro. Ela se virou para mim e... Cami sussurrou: "Não consegue dormir?"
Eu: "Não, não tô com sono."
Cami: "Tô igual. Ei, posso te pedir uma coisa?"
Eu: "Claro, fala."
Cami: "Pode me abraçar? É que assim eu durmo melhor."
Eu: "Tá bom."
Quando ela pediu isso, eu aceitei. Aí ela se aproximou de mim, eu passei a mão na cintura dela e ela passou a mão nas minhas costas. Nesse ponto, meu coração já tava acelerado. Ela passou a perna entre as minhas, e meu coração foi acelerando cada vez mais. Ela sussurrou:
Cami: "Gosto de dormir assim."
Eu: "Eu também tô gostando."
Então ela me abraçou mais forte, e eu, adolescente hormonal, comecei a ficar de pau duro. Rezando pra ela não perceber. E naquela noite não rolou mais nada além disso.
No dia seguinte, acordamos todo mundo e o dia seguiu normal. Quando chegou a hora de dormir de novo, minha prima Cami ficou pra dormir de novo. Essa noite foi mais interessante. Já que eu sabia que ela gostava de dormir abraçada, dormimos de conchinha. E percebi que ela já não era mais a priminha adorável que eu conhecia. Enquanto estávamos de conchinha, ela rebolava a bunda encostando na minha virilha, enquanto eu abraçava ela por trás na cintura. Em certo momento, fiquei com uma ereção que era mais que óbvia, e ela só ficava mexendo a bunda de um lado pro outro, fazendo meu pau encaixar no meio das nádegas dela. Nesse ponto, eu tava muito excitado e não aguentei. Passei a mão por baixo da blusa dela e comecei a apalpar os peitos dela, que eram de um tamanho que encaixavam quase perfeitamente nas minhas mãos. Quanto mais eu apalpava, mais duro eu ficava. Em certo momento, senti a mão dela passando pelas costas dela e chegando na minha virilha, onde senti a mão dela me acariciando. Aí ela se virou e, sem dizer nada, começou a baixar minha calça e puxou meu pau pra fora. Eu, tão excitado que só dava pra ouvir meu coração batendo forte e minha respiração ofegante, igual a dela. Depois de tirar meu pau, ela começou a me masturbar com a mão até eu gozar. nela, e depois disso nós dois ficamos de barriga pra cima, um do lado do outro, e ela com a mão dela tava me masturbando, e eu com a minha mão enfiava por baixo do pijama rosa dela e enquanto ia descendo sentia um pouco dos pelinhos dela até chegar na buceta dela e sentir ela molhada, aí devagar com meus dois dedos fui abrindo ela lentamente até enfiar meus dois dedos na buceta dela e ela soltou um gemido baixinho e gostoso que me excitou ainda mais, e nós dois continuamos nos masturbando até gozarmos juntos depois disso, aí subimos as calças e ela me abraçou de novo, me deu um beijo e depois riu um pouco e a gente dormiu. Nas noites seguintes aconteceu parecido, mas mesmo querendo transar sabíamos que era muito arriscado, porque nossa família tava muito perto e podia nos pegar, além disso podia rolar dela engravidar e a gente se ferrar, então só nos divertíamos com as mãos de noite enquanto os outros dormiam, mas saber que a gente tava fazendo aquilo enquanto nossa família dormia a poucos metros deixava tudo mais excitante. Passou o Natal e o Ano Novo e eu tive que voltar pra minha casa, e ninguém além de mim e dela sabe o que rolou naquele ano. Depois disso, quando voltei pra casa, a gente começou a conversar por mensagem sobre o que aconteceu e ela, assim como eu, queria repetir, e nossa conversa ficava excitante, a gente começou a falar sobre nossas fantasias sexuais, as coisas que a gente gosta e o que faria na próxima vez que se visse, também planejamos como fazer as coisas sem sermos descobertos, e mais coisas assim, e começamos a mandar fotos e vídeos íntimos um pro outro. E na verdade a gente ainda manda fotos e vídeos, e morrendo de vontade de repetir tudo de novo. E mesmo já tendo passado vários anos desde aquilo, pensar que foi a última vez que a gente se viu me faz sentir falta e querer fazer tudo de novo com ela.
O que acharam da minha história??
Eu: "Não, não tô com sono."
Cami: "Tô igual. Ei, posso te pedir uma coisa?"
Eu: "Claro, fala."
Cami: "Pode me abraçar? É que assim eu durmo melhor."
Eu: "Tá bom."
Quando ela pediu isso, eu aceitei. Aí ela se aproximou de mim, eu passei a mão na cintura dela e ela passou a mão nas minhas costas. Nesse ponto, meu coração já tava acelerado. Ela passou a perna entre as minhas, e meu coração foi acelerando cada vez mais. Ela sussurrou:
Cami: "Gosto de dormir assim."
Eu: "Eu também tô gostando."
Então ela me abraçou mais forte, e eu, adolescente hormonal, comecei a ficar de pau duro. Rezando pra ela não perceber. E naquela noite não rolou mais nada além disso.
No dia seguinte, acordamos todo mundo e o dia seguiu normal. Quando chegou a hora de dormir de novo, minha prima Cami ficou pra dormir de novo. Essa noite foi mais interessante. Já que eu sabia que ela gostava de dormir abraçada, dormimos de conchinha. E percebi que ela já não era mais a priminha adorável que eu conhecia. Enquanto estávamos de conchinha, ela rebolava a bunda encostando na minha virilha, enquanto eu abraçava ela por trás na cintura. Em certo momento, fiquei com uma ereção que era mais que óbvia, e ela só ficava mexendo a bunda de um lado pro outro, fazendo meu pau encaixar no meio das nádegas dela. Nesse ponto, eu tava muito excitado e não aguentei. Passei a mão por baixo da blusa dela e comecei a apalpar os peitos dela, que eram de um tamanho que encaixavam quase perfeitamente nas minhas mãos. Quanto mais eu apalpava, mais duro eu ficava. Em certo momento, senti a mão dela passando pelas costas dela e chegando na minha virilha, onde senti a mão dela me acariciando. Aí ela se virou e, sem dizer nada, começou a baixar minha calça e puxou meu pau pra fora. Eu, tão excitado que só dava pra ouvir meu coração batendo forte e minha respiração ofegante, igual a dela. Depois de tirar meu pau, ela começou a me masturbar com a mão até eu gozar. nela, e depois disso nós dois ficamos de barriga pra cima, um do lado do outro, e ela com a mão dela tava me masturbando, e eu com a minha mão enfiava por baixo do pijama rosa dela e enquanto ia descendo sentia um pouco dos pelinhos dela até chegar na buceta dela e sentir ela molhada, aí devagar com meus dois dedos fui abrindo ela lentamente até enfiar meus dois dedos na buceta dela e ela soltou um gemido baixinho e gostoso que me excitou ainda mais, e nós dois continuamos nos masturbando até gozarmos juntos depois disso, aí subimos as calças e ela me abraçou de novo, me deu um beijo e depois riu um pouco e a gente dormiu. Nas noites seguintes aconteceu parecido, mas mesmo querendo transar sabíamos que era muito arriscado, porque nossa família tava muito perto e podia nos pegar, além disso podia rolar dela engravidar e a gente se ferrar, então só nos divertíamos com as mãos de noite enquanto os outros dormiam, mas saber que a gente tava fazendo aquilo enquanto nossa família dormia a poucos metros deixava tudo mais excitante. Passou o Natal e o Ano Novo e eu tive que voltar pra minha casa, e ninguém além de mim e dela sabe o que rolou naquele ano. Depois disso, quando voltei pra casa, a gente começou a conversar por mensagem sobre o que aconteceu e ela, assim como eu, queria repetir, e nossa conversa ficava excitante, a gente começou a falar sobre nossas fantasias sexuais, as coisas que a gente gosta e o que faria na próxima vez que se visse, também planejamos como fazer as coisas sem sermos descobertos, e mais coisas assim, e começamos a mandar fotos e vídeos íntimos um pro outro. E na verdade a gente ainda manda fotos e vídeos, e morrendo de vontade de repetir tudo de novo. E mesmo já tendo passado vários anos desde aquilo, pensar que foi a última vez que a gente se viu me faz sentir falta e querer fazer tudo de novo com ela.

O que acharam da minha história??
2 comentários - Experiencia con mi prima