Espero que vocês gostem desse relato, de qualquer jeito que imaginarem. No nosso ambiente de trabalho, que é de atendimento ao público, todo mundo sabia que o nosso patrão gostava de passivos, o que me chamou a atenção e me deu curiosidade. Bom, um dia de muito trabalho, com descarga e entregas em várias partes da cidade, a gente tava conversando sobre qualquer coisa e, de repente, ele fala: "E aí? Como é que cê tá no love e nos namoros? Faz tempo que não te vejo namorando." E eu respondi: "Faz muito tempo que parei de sair, mas ainda me encontro com gente, só que ultimamente tô com vontade de experimentar." Ele: "Experimentar como? Coisas novas ou com caras?" Eu: "É, tô com vontade de saber como é, mas fico com medo do que minha família vai pensar." Ele: "Pois é, é complicado. Minha família também não curte minha atração sexual, mas fazer o quê. Escuta, você quer experimentar o quê?" Eu: "Tenho atração por ser passivo." Ele: "Ah, olha só." Depois disso, chegamos no local e eu fui pro banheiro, ele me seguiu e meteu a mão no meu rabo todo, me olhando com uma cara de tarado. Depois, fomos fazer outra entrega e ele começou a tocar no assunto de homossexualidade enquanto a gente tava na kombi. Ele: "Você gosta de pica?" Eu: "Sim, por quê? Cê me dá?" Ele me olhou fixo e eu comecei a passar a mão por cima da calça jeans dele. Ele falou: "Tira ela e vê se cê gosta." Eu abaixei o zíper e tirei a pica dele, que era grande e muito bonita, e falei: "Quer que eu chupe, papai?" Ele respondeu na hora: "Óbvio, putinha." E me agarrou pelos cabelos, enfiou a pica toda na minha garganta. Eu engasgava muito enquanto ele dirigia e dizia: "Que putinha, que garganta você tem, chupa-pica." Eu ficava cada vez mais excitado e ele me apalpava muito. Ele percebeu e falou: "Vamos pra minha casa, quer?" E eu aceitei na hora. Chegamos, ele sentou na cama e disse: "Vai continuar chupando? Cê faz tão bem, seu viado." Eu me ajoelhei e comecei a chupar tanto a pica dele que ele começou a se contorcer e a empurrar minha cabeça até que, depois de 30... Minutos de chupar, fiz ele gozar na minha boca. Ele gozou muito, era muito sêmen, e ele gritou: "Engole a porra, promíscua". E eu engoli. Eu tava tão excitado que já tinha o cu preparado pra ele meter, e falei: "Vai me foder ou não?" Ele disse que sim, enquanto passava a mão no pau todo. Me agarrou pelo pescoço e começou a tirar minha roupa, falando: "Vou foder esse cu todinho, viado". Eu tava muito excitado e, de repente, me coloquei de quatro pra ele me possuir. Ele começou a chupar meu cu todo, enfiou os dedos, passou muito lubrificante, colocou uma camisinha e meteu bem devagar. Depois foi aumentando a força, cada vez mais forte, até que num momento ele tirou o pau de dentro de mim, eu tirei a camisinha, e ele disse: "Agora você vai sentir ele bem duro, e vou deixar a porra dentro de novo". Continuou me comendo enquanto puxava meu cabelo, falando: "Que gostoso, por favor, tá muito apertado, não vou durar muito sem camisinha, mas vou te foder do mesmo jeito". Eu apertava o cu pra fazer ele gozar e se excitar mais. Ele gozou uma vez e disse: "Se quiser, a gente continua". Eu falei que sim, e continuamos. Ele batia o próprio sêmen dele dentro de mim, e a gente tava muito excitado. Eu continuei apertando e fiz ele gozar três vezes. Aí ele falou: "Já deu, não aguento mais". Me deixou com o cu todo aberto e gozado. Ele me fez ter muito orgasmo, e eu também gozei umas duas vezes. Espero que vocês gostem dessa história.
Assim era o pau dele, meu Deus, me lembro e fico excitada de novo, maior que eu, de 37, que gostoso, meu Deus.
Assim ela/ele me deixou por uma hora e meia, que delícia
Assim era o pau dele, meu Deus, me lembro e fico excitada de novo, maior que eu, de 37, que gostoso, meu Deus.
Assim ela/ele me deixou por uma hora e meia, que delícia
5 comentários - Mi patrón