Trio com minha cunhada Nahiara e minha gata

Naquela altura, eu já não pensava muito, só me deixava levar e aproveitava. Minha cabeça já funcionava igual à de um maloqueiro e eu não me preocupava com absolutamente nada. Acho que era justamente isso que fazia as minas ficarem ainda mais atraídas por mim. Essa demonstração de que eu não ligava pro risco, nem pra situação, nem pra nada, e que se elas queriam rola, rola elas iam ter.

Uma tarde quente do auge do verão, a gente tava todo mundo na piscininha. O calor no barraco era insuportável, e o único lugar onde dava pra se refrescar um pouco era na piscininha. Minha mina, antes de entrarmos, foi preparar um pouco de Gancia com Sprite. A Nahiara tava ajudando ela com os limões. Um pouco mais atrás, cuidando da bendi, era eu olhando pra elas, apreciando seus belos bundões. A Jésica, minha mina, tinha uma bunda grande, bem carnuda. Redonda e com algumas imperfeições na pele (furinhos) que a deixavam ainda mais putinha por exibir sem problemas. Uma calcinha fio dental vermelha mal conseguia segurar um papo que tinha crescido com o passar dos filhos. Carnudo divino, o fio da calcinha se enfiava bem entalado pra morrer e parecia que aquele papo carnudo queria respirar ar livre. A barriga de grávida já tava maior e fazia a curva perfeita, dando aquele toque de lutadora que esquenta pica que me deixava louco.

A bundinha da Nahiara, por outro lado, ainda tava em desenvolvimento, próprio da idade, era pequena, redondinha, perfeita, divina. Não era carnuda, mas combinava bem com o físico dela e sua baixa estatura. Uma calcinha fio dental branca cobria confortavelmente sua buceta apertada. Como eu disse antes, mesmo não sendo virgem, ela tinha muito poucas gozadas em cima, e aquela bunda tava virgem, disso eu tinha certeza. A cinturinha pequena e tudo durinho, um espetáculo. O piercing no umbigo ficava um espetáculo.

Elas rebolavam a bunda até preparando o Gancia, as putinhas, e quando ficou pronto, a gente saiu pra piscininha. Entramos e ficamos do lado da sombra, nós três. A Jésica tava especialmente... Naquele dia, a bebada veio pra cima de mim, me deu beijinhos na boca, esfregou-se em mim, encostou aquele rabo empinado no meu volume mal contido por um short do San Lorenzo sem cueca. Com a desculpa do calor sufocante, minha mina tirou a regata e ficou de peitos pra fora como se nada. A gravidez tinha deixado eles maiores, e os mamilos estavam inchados e durinhos.

Jésica: "Ai, Nai, tira isso, me dá calor". Apontando pra blusinha curta dela.

Nahiara: "Não tô de sutiã, vou ficar de tetas, mó errado."

Jésica: "Tira, nena, tá calor, já era."

Nahiara, muito obediente com sua irmã putinha, tirou a blusinha e ficou também com seus peitinhos pequenos à mostra. Eu morria de vontade de chupar os dois. Nahiara tinha eles pequenos, menores que dois limõezinhos, mas me deixavam louco por saber que eram dela, da minha cunhada, pela idade, pela situação, por tudo. Como sempre disse, minha fraqueza foram, são e serão as mais pequenininhas, e Nahiara cumpria todos esses requisitos com sobra: novinha, novinha, favelada e piranha. Como disse no começo do capítulo, você vai ficando malandro e começa a falar e fazer coisas sem pensar, porque se pensar, não faz. Então, como se nada, me saiu do nada um: "Que vontade de foder as duas juntas". Eu tava de pau duro, dava pra ver bem marcado no short, e as minas sabiam. As irmãzinhas, longe de se ofender, soltaram uma risadinha cúmplice, como se o que eu tinha dito não fosse uma ideia tão ruim. E minha mina, bebendo, colou bem em mim de costas, encostando aquele rabo empinado no meu pau duro e, com o copo de Gancia na mão, me disse: "Te dá pau pras duas, amor?".

Como disse antes, eu tava completamente no meu modo malandro, e não só não me encolhi com o comentário dela, como ainda joguei mais lenha na fogueira.

Eu: "As duas vão ficar bem grávidas, bebê."

Jésica, num tom desafiador: "Hmm, não sei, não sei se você dá conta de duas putas como a gente, hein."

Nahiara, que observava toda a situação com seus peitinhos pequenos virados pra onde a gente tava, se... Percebi que a vontade estava aumentando, as ganas de sentir meu pau dentro dela de novo, e a mina, toda favelada, como se nada fosse, solta: "já era, vamos foder". Soltou uma risadinha no final, tipo "é brincadeira se quiser, mas não é brincadeira". Algo assim. A tensão sexual, a tesão, dava pra sentir no ar naquele piscininha, mas obviamente não dava pra fazer nada ali porque as Bendis estavam por perto.

Com o passar da tarde, a tesão foi subindo cada vez mais, tanto que só de nos roçarmos, de nos sentirmos, de passarmos perto, a gente ficava mais e mais excitado. Claro, o Gancia ajudava. A questão é que, no começo da noite, estávamos igual chaleira fervendo, nós três. Eu literalmente não conseguia baixar o pau de tão duro que ele estava, quase impossível disfarçar um pouco. As minas deviam estar com a buceta molhada pra caralho, porque dava pra sentir na respiração delas, toda agitada, excitada. Já com a noitinha avançada, no nosso quarto, toda essa tesão acumulada explodiu. Por sorte, as Bendis tinham dormido cedo, então tínhamos via livre pra curtir.

Começamos a nos beijar, eu e minha mina, bem apaixonadamente, bem quente, língua com língua e mordendo os lábios. Eu apertava as nádegas dela, a bunda pelada, e apertava ela contra minha cintura pra que sentisse meu pau todo duro na pele macia dela. Nahiara olhava cheia de desejo da cama dela, a um metro de distância. Minha mina tirou meu short do San Lorenzo e jogou pelo quarto como se nada fosse. Me deixando com o pau duro ao ar livre. Na frente da irmãzinha, ela começou a dar uns beijos gostosos, uma chupada linda de pau. Passava a língua suave na cabeça do pau e, dois segundos depois, já estava se engasgando com ele. Repetiu isso duas ou três vezes. Como eu disse, eu tinha virado um tarado completo, um loucão que não tava nem aí pra nada e, sem nenhuma vergonha, falei o que queria que acontecesse: "Olha sua irmãzinha, coitada, ela também quer, parece".

Jésica: "Vem, putinha, mas olho que é minha, hein, não vai se apaixonar".

Nahiara se aproximou pelada, de peitos pra fora, e se... Ela subiu na nossa cama. Naquele momento não me surpreendeu, foi como se eu simplesmente estivesse esperando por aquilo. Jésica parou de chupar meu pau e Nahiara começou a me masturbar. A imagem daquela carinha de menina da favela chupando meu pau nunca mais saiu da minha cabeça. "Se joga pra trás" ela disse com meu pau ainda na boca. Eu encostei as costas na parede sem reboco e a gostosinha começou a fazer um boquete extraordinário. Passava a linguinha, chupava, ela curtia e obviamente eu ficava louco de tesão. Enquanto Nahiara chupava meu pau com uma vontade que dava gosto e aqueles olhinhos de menina se cravavam em mim, minha mina se aproximou, encostou os peitos no meu peito, me beijou com força e disse: "esse presentinho vai te sair caro, hein".

Nahiara parou de chupar meu pau e subiu em cima de mim. Deixou meu pau todo babado deslizar e se enfiar completamente na sua buceta encharcada. Isso sim me surpreendeu, que ela me comesse primeiro. Jésica ficou de pé na cama e colocou sua buceta literal na minha cara, na minha boca. A buceta da minha mina é uma beleza, bem carnuda, bem buceta e com um pouquinho de pelo. Eu já comecei a chupar com prazer enquanto Nahiara cavalgava em mim como uma puta. Eu sentia na boca o fluxo que saía da buceta da minha mina e engolia com gosto. "Come toda minha buceta" minha mina dizia, empurrando minha cabeça contra sua buceta. Nahiara pulava em cima de mim fazendo meu pau cravar sem camisinha no fundo da sua buceta apertada. Ficamos assim por um bom tempo até que as safadas trocaram. Nahiara veio colocar sua buceta na minha cara e minha mina sentou no meu pau que já estava pronto para explodir.

A buceta da Nahiara era muito especial, pequenina, apertada, divina. É difícil colocar em palavras, mas tinha aquele cheiro de buceta de menina suja, favelada e safada. Uma combinação linda e toda melada que me deixava louco de vontade de chupar. Minha mina cavalgava no meu pau, pulando em cima de mim, obviamente pele com pele. Eu passava a língua na Nahiara e ela gozava que parecia uma doida. Não tinha passado nem dez ou quinze minutos nessa situação maravilhosa quando a Nahiara gozou pra caralho, literalmente. Começou a jorrar uns fluxo e mijo que me encheram a boca e me molharam absolutamente tudo. A Nahiara tava curtindo, gemendo e continuou soltando aquele fluxo e aquele mijo incrível. Eu tava todo encharcado, a cama era um mar de lubrificação. A putinha não tirava a buceta da minha boca e continuava gozando. Como o colchão não aguentava mais, onde eu tava sentado tinha afundado e feito uma poça de fluxo e mijo. Eu tava no meu limite e a putinha da Nahiara chegou perto do meu ouvido e disse: "É assim que você vai chupar minha xota o dia todo". Ela levantou de cima de mim e sem nem ir se lavar nem nada, pegou uma das minhas camisetas favoritas e limpou a buceta com ela. Amassou, fez uma bola e jogou no chão; vestiu a calcinha toda melada e serviu mais um copo de Gancia enquanto botava cumbia no som. Minha mina continuou cavalgando em cima de mim naquela cama toda encharcada e melada mais um pouco. Mas eu tava que não aguentava mais. A Jésica gozou bastante, mas nem perto da porra da Nahiara. Foram dois jatinhos de porra que deixaram meu pau encharcado e fervendo de tesão. Sem aguentar mais, acabei enchendo a buceta dela de porra pra caralho. Foi uma gozada violenta da minha parte. Explosão de porra dentro da buceta dela. Minha mina recebeu com prazer, gozou de um jeito que dava gosto. Sentindo toda a buceta bem melada e cheia de porra, ela chegou perto e começou a me beijar, devorando minha boca. Com voz de puta me disse: "Quero a sapata que a gente viu outro dia". Eu sem trampo nem sabia como ia fazer, mas não liguei, disse que sim e retribuí o beijo. A Jésica levantou de cima de mim e também não foi se lavar. Deitou na cama da Nahiara com a buceta toda cheia de porra e dormiu assim, peladinha e cheia de leite. Eu tava com o pau duro de novo e a Nahiara percebeu. Voltou pra cama toda melada e me... ela disse: "e se eu me foder sozinha agora?"

Aproveitem a calcinha fio dental molhada da JésicaTrio com minha cunhada Nahiara e minha gata
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18 comentários - Trio com minha cunhada Nahiara e minha gata

Van los 10 sos un Genio idolo💪
gracias 😊 pero la berdad las turras son lo maximo
van 10...cada vez mejor, mucha calidad, me imagino hasta los olores ufff tremendo
me encanta q buenos alagos
Capo sos el mejor!!! La verga al palo me dejaste me imagino esa pendeja
es un fuego mal pero mal
Que groso, de los mejores relatos! Nahiara me viene dejando al palo mal jaja
nahiara es un infierno mal una diablita
Hacer changas o cartonear para comprar las zapas jaja, sino te quedas sin concha.
aunque paresca joda x ahi fue la cosa jaja ya vas a ver el próximo capítulo
@Joaquinyjesica te recomiendo mojar el carton asi pesa mas al venderlo.
y la turra putona divina con sus zapas y su polleríta corta engomada
Vamos genio....se dio!!!!!..que lindo conocer esas turras...y enfiestar a la cuñadita...groso!!!!! +10
gracias crack
La Jessi no se va a conformar con unas zapatillas, va a querer trío con algún chongo
Que lindo lpm!!!! Esa pendejita me tiene loco!! Me hace acordar a mi ex cuñadita que tenía una rica concha tmb!!! 😋😋😈😈🔥🔥 Poné alguna foto de ésas colitas, no hace falta que muestres las caras de las turras!!!
Sos un crack!!!! Para cuando un relato asiendole la cola a las turras o a tu suegra?