Olá a todos, aqui está a parte 2 do relato traduzido, espero que gostem. MEU FILHO ME FEZ DE CORNO - PARTE 2
Bom, como eu havia comentado na parte anterior, descobri que meu filho se masturbava com vídeos da mãe dele, vídeos que havíamos gravado com diferentes pessoas, especialmente com um amigo do pai da Madison. Ver meu "filho" se masturbando com vídeos da mãe dele me causou uma mistura de sensações, principalmente lembrar do pai dele esticando a buceta da Madison me gerou uma sensação entre excitação e confusão. Pensei em deixar pra lá, mas minha curiosidade de saber até onde meu "filho" seria capaz de ir para poder transar com a mãe dele me invadiu. Então, à noite, enquanto a Madison me masturbava e me contava como os vizinhos a olhavam (coisa que fazíamos regularmente, já que isso me excitava), eu comentei o que havia acontecido. Enquanto eu contava detalhadamente o que tinha visto, ela, em vez de parar, começou a mover a mão mais rápido. Quando eu estava prestes a gozar, ela me parou e disse: "Fica quieto um minuto". Pegou um pouco de lubrificante na gaveta, passou na bunda, e enfiou meu pau naquele traseiro enorme que ela tem. As nádegas dela eram tão grandes e carnudas que só entrava uma parte do meu pau. Ela me pediu para continuar contando desde o começo o que eu tinha visto, o que eu fiz. Enquanto eu contava, ela enfiava meu pau cada vez mais fundo no cu dela enquanto esfregava o clitóris com os dedos. Quando eu gozei naquele lindo rabo, ela já tinha tido alguns orgasmos.
Depois que a calma voltou, decidimos conversar com a cabeça fria. Ela tentou me explicar para não dar importância, que todos os jovens em certo ponto se sentem atraídos pela mãe e tal, ao que eu comentei como me senti ao saber que meu "filho" a desejava, e até queria engravidá-la. Então, juntos, bolamos um plano para ver até onde nosso "filho" seria capaz de ir. Organizamos um encontro no qual convidamos para uns vizinhos, os vizinhos eram pais do melhor amigo do nosso filho, então nosso filho e seu melhor amigo conversavam na sala junto com a gente enquanto bebíamos licor. Quando percebemos que nossos vizinhos estavam muito bêbados, soltamos um comentário no ar: "é, a Madison quando tá bêbada não diferencia ninguém, seria capaz de dar pra vinte caras e achar que sou eu". E rimos. Como os vizinhos estavam bêbados, não levaram a mal e também riram, mas notamos que nosso filho e seu melhor amigo estavam prestando atenção. Bebemos mais um pouco, o suficiente pra parecer bêbados sem realmente estar, despedimos nossos vizinhos junto com o filho deles, minha esposa foi pro quarto dela, e eu finji que ia dormir na sala. Meu "filho" se aproximou cuidadosamente pra ver se eu tinha adormecido no sofá. Pra ele não suspeitar, eu disse: "Filho, vai cobrir sua mãe com um lençol, ela é capaz de ter dormido pelada, vai pegar um resfriado. Eu durmo aqui". Meu "filho" obviamente não é burro, então ficou alguns minutos do lado pra se certificar de que eu dormia no sofá. Quando ouviu meus roncos falsos, foi apressado pro quarto da mãe. Madison e eu havíamos combinado que ela ficaria supostamente dormindo, mas nua, com a bunda virada pra porta, de forma que sua buceta e seu cu ficassem majestosamente à mostra. Quando meu filho subiu pra ver a mãe, eu o segui sorrateiramente. Vi ele parado na porta do quarto, olhando surpreso. Pensei que ele só ia ficar olhando ou se masturbar, mas ele pegou o celular e tirou algumas fotos da porta. E não parou por aí: ali mesmo na porta, ele tirou a calça e a cueca, entrou no quarto da mãe só de camiseta e sem nada por baixo, apagou a luz do quarto. Eu me aproximei um pouco, o suficiente pra ouvir, mas não pra ver, caso meu "filho" saísse. Aí ouvi Madison fingindo estar... meio adormecida, disse ao meu filho como se fosse eu: "amor, vem me acariciar, estou com vontade". Meu filho apenas respondeu "hmm" como quem concorda para que sua mãe não desconfie. Aproximei-me um pouco mais e pude ver como nosso "filho" acariciava a bunda de sua mãe com os olhos bem abertos e as mãos trêmulas, ao mesmo tempo em que uma ereção me fez notar que seu pau era maior que o do seu verdadeiro pai. Ele começou a esfregar devagar e com medo o pênis na bunda de sua mãe, depois notou o lubrificante na mesinha de cabeceira, pegou-o e começou a aplicar aos poucos no ânus de Madison. Não pensei que ele se arriscaria tanto. Uma vez bem lubrificados o ânus de Madison e seu pênis, meu "filho" colocou a cabeça do pau no ânus de sua mãe e o inseriu lentamente. Minha esposa soltou um pequeno gemido entre dor e prazer, era óbvio que também tinha doído um pouco, já que nunca um daquele tamanho havia entrado em sua bunda. Nosso filho, para se certificar, a colocou de bruços de forma que ela não pudesse ver, e com todo o seu peso introduziu o pênis, a ponto de eu conseguir distinguir levemente como seus testículos pendentes tocavam a vagina de sua mãe. Também vi como ele colocou as mãos na nuca de sua mãe para evitar que ela virasse a cabeça ou se levantasse. Podia ver como meu "filho" colocava a língua para fora e seus olhos ficavam quase brancos cada vez que ele tirava quase todo o pênis e o enfiava novamente até o fundo na bunda de sua mãe. Ficou assim por uns 15 ou 20 minutos até que se animou a se mover com mais rudeza, mas sem exagerar. Via como o rosto do meu "filho" fazia caretas de prazer enquanto enfiava seu pênis uma e outra vez até o mais recôndito da bunda de sua mãe. Sua respiração pesada, as veias de seus braços marcando constantemente enquanto empurrava a nuca de sua mãe com as mãos, seus quadris tremendo cada vez que reinseria toda aquela monstruosidade no pequeno ânus de sua mãe; tudo isso me gerou uma ereção muito dura, a ponto de quase doer. Depois de alguns minutos, dava para ouvir uma mistura entre o impacto do quadril dele contra a bunda da mãe e o som dos fluidos e lubrificante se misturando. E assim ficou, sem exagero, por 2 horas ou um pouco mais. Acho que ele não se preocupou com o tempo, pois estava muito concentrado em gozar no cu da mãe. Tanto que, quando ela virou a cabeça algumas vezes, pude ver os olhos da minha esposa revirando, numa mistura de prazer e dor, mas ele nem percebeu. Quando meu filho finalmente ejaculou no cu da mãe, pude ouvir ele suspirar tão pesado que deu pra entender que estava liberando toda a porra. Assim que ele acabou, desci silenciosamente de volta para o andar de baixo e me joguei no sofá. Ele desceu e espiou pra ter certeza de que eu estava dormindo. Depois que foi pro quarto, esperei 20 minutos e fui pro meu. Quando cheguei, encontrei uma cena do crime sexual: Madison tinha realmente adormecido de bruços, com a bunda um pouco levantada. Nem precisava abrir as nádegas da minha esposa pra ver a bagunça que tinham deixado no cu dela. Dava pra ver tudo só de olhar. Tanto que, se eu quisesse enfiar meu punho no cu dela naquele momento, teria conseguido sem nem precisar de lubrificante. O cu da minha esposa estava absurdamente aberto, vermelho e, principalmente, ainda escorrendo porra. Fiquei tão excitado que me masturbei enquanto Madison dormia e joguei toda minha gozação dentro do cu dela. Pra deixar claro: não enfiei meu pau no cu da minha mulher, só me masturbei e deixei meu sêmen cair no cu dela, que estava tão aberto que, mesmo com quase 30 centímetros de distância entre meu pau e o cu dela, consegui acertar toda a porra sem derramar uma gota fora. Tão aberta assim que ela estava, e ela dormia tranquilamente. Depois de alguns segundos, percebi que não era só o cu: praticamente todo o cu, as nádegas, a buceta e parte das coxas estavam melados, era uma mistura de sêmen e lubrificante, como se tivessem feito um bukkake no cu da minha mulher. E pensar que o culpado por deixar um cu tão aberto, quase do tamanho da circunferência de uma lata grande de cerveja, morava debaixo do meu teto. Era lindo ver aquele rabo tão enorme e ao mesmo tempo tão absurdamente aberto. Deitei para dormir com minha mulher, depois de algumas horas nós levantamos, ela ficou literalmente andando como um pato por dois dias inteiros, mas com um sorriso enorme no rosto. A coisa não parou por aí, se meu "filho" era capaz de chegar a esses níveis, queríamos saber até onde mais ele poderia ir, para o qual bolamos um plano um pouco menos preparado, queríamos ver se ele era capaz de ir muito além. Então, numa ocasião, minha mulher esperou que meu filho começasse a se masturbar no quarto dele como de costume, assim que surgiu a oportunidade, minha mulher entrou totalmente nua no quarto com a desculpa de que tinha esquecido algo, ao que meu "filho" gritou "mãe, não entra assim de repente, não tá vendo que estou pelado?" E sim, nosso filho gosta de se masturbar totalmente pelado no quarto. A esposa só respondeu: "Ah, filho, por isso mesmo, eu te trocava as fraldas, já vi seu pau, além do mais já sei que você estava se masturbando, não é nada de outro mundo, só vim pegar umas coisas que deixei no seu armário". Aí minha mulher se abaixou para supostamente procurar algo no armário, ficando na posição de cachorrinha, mostrando todo aquele rabão enorme para nosso filho, e ainda disse: "Filho, vem rápido, preciso que você me ajude com umas coisas, quanto mais rápido a gente terminar, mais rápido eu vou embora". E bem, vou deixar essa parte da minha história por agora, na próxima parte conto o que aconteceu. Beleza, pessoal, essa é a tradução desse capítulo do relato desse corno, logo posto a parte seguinte.
Bom, como eu havia comentado na parte anterior, descobri que meu filho se masturbava com vídeos da mãe dele, vídeos que havíamos gravado com diferentes pessoas, especialmente com um amigo do pai da Madison. Ver meu "filho" se masturbando com vídeos da mãe dele me causou uma mistura de sensações, principalmente lembrar do pai dele esticando a buceta da Madison me gerou uma sensação entre excitação e confusão. Pensei em deixar pra lá, mas minha curiosidade de saber até onde meu "filho" seria capaz de ir para poder transar com a mãe dele me invadiu. Então, à noite, enquanto a Madison me masturbava e me contava como os vizinhos a olhavam (coisa que fazíamos regularmente, já que isso me excitava), eu comentei o que havia acontecido. Enquanto eu contava detalhadamente o que tinha visto, ela, em vez de parar, começou a mover a mão mais rápido. Quando eu estava prestes a gozar, ela me parou e disse: "Fica quieto um minuto". Pegou um pouco de lubrificante na gaveta, passou na bunda, e enfiou meu pau naquele traseiro enorme que ela tem. As nádegas dela eram tão grandes e carnudas que só entrava uma parte do meu pau. Ela me pediu para continuar contando desde o começo o que eu tinha visto, o que eu fiz. Enquanto eu contava, ela enfiava meu pau cada vez mais fundo no cu dela enquanto esfregava o clitóris com os dedos. Quando eu gozei naquele lindo rabo, ela já tinha tido alguns orgasmos.
Depois que a calma voltou, decidimos conversar com a cabeça fria. Ela tentou me explicar para não dar importância, que todos os jovens em certo ponto se sentem atraídos pela mãe e tal, ao que eu comentei como me senti ao saber que meu "filho" a desejava, e até queria engravidá-la. Então, juntos, bolamos um plano para ver até onde nosso "filho" seria capaz de ir. Organizamos um encontro no qual convidamos para uns vizinhos, os vizinhos eram pais do melhor amigo do nosso filho, então nosso filho e seu melhor amigo conversavam na sala junto com a gente enquanto bebíamos licor. Quando percebemos que nossos vizinhos estavam muito bêbados, soltamos um comentário no ar: "é, a Madison quando tá bêbada não diferencia ninguém, seria capaz de dar pra vinte caras e achar que sou eu". E rimos. Como os vizinhos estavam bêbados, não levaram a mal e também riram, mas notamos que nosso filho e seu melhor amigo estavam prestando atenção. Bebemos mais um pouco, o suficiente pra parecer bêbados sem realmente estar, despedimos nossos vizinhos junto com o filho deles, minha esposa foi pro quarto dela, e eu finji que ia dormir na sala. Meu "filho" se aproximou cuidadosamente pra ver se eu tinha adormecido no sofá. Pra ele não suspeitar, eu disse: "Filho, vai cobrir sua mãe com um lençol, ela é capaz de ter dormido pelada, vai pegar um resfriado. Eu durmo aqui". Meu "filho" obviamente não é burro, então ficou alguns minutos do lado pra se certificar de que eu dormia no sofá. Quando ouviu meus roncos falsos, foi apressado pro quarto da mãe. Madison e eu havíamos combinado que ela ficaria supostamente dormindo, mas nua, com a bunda virada pra porta, de forma que sua buceta e seu cu ficassem majestosamente à mostra. Quando meu filho subiu pra ver a mãe, eu o segui sorrateiramente. Vi ele parado na porta do quarto, olhando surpreso. Pensei que ele só ia ficar olhando ou se masturbar, mas ele pegou o celular e tirou algumas fotos da porta. E não parou por aí: ali mesmo na porta, ele tirou a calça e a cueca, entrou no quarto da mãe só de camiseta e sem nada por baixo, apagou a luz do quarto. Eu me aproximei um pouco, o suficiente pra ouvir, mas não pra ver, caso meu "filho" saísse. Aí ouvi Madison fingindo estar... meio adormecida, disse ao meu filho como se fosse eu: "amor, vem me acariciar, estou com vontade". Meu filho apenas respondeu "hmm" como quem concorda para que sua mãe não desconfie. Aproximei-me um pouco mais e pude ver como nosso "filho" acariciava a bunda de sua mãe com os olhos bem abertos e as mãos trêmulas, ao mesmo tempo em que uma ereção me fez notar que seu pau era maior que o do seu verdadeiro pai. Ele começou a esfregar devagar e com medo o pênis na bunda de sua mãe, depois notou o lubrificante na mesinha de cabeceira, pegou-o e começou a aplicar aos poucos no ânus de Madison. Não pensei que ele se arriscaria tanto. Uma vez bem lubrificados o ânus de Madison e seu pênis, meu "filho" colocou a cabeça do pau no ânus de sua mãe e o inseriu lentamente. Minha esposa soltou um pequeno gemido entre dor e prazer, era óbvio que também tinha doído um pouco, já que nunca um daquele tamanho havia entrado em sua bunda. Nosso filho, para se certificar, a colocou de bruços de forma que ela não pudesse ver, e com todo o seu peso introduziu o pênis, a ponto de eu conseguir distinguir levemente como seus testículos pendentes tocavam a vagina de sua mãe. Também vi como ele colocou as mãos na nuca de sua mãe para evitar que ela virasse a cabeça ou se levantasse. Podia ver como meu "filho" colocava a língua para fora e seus olhos ficavam quase brancos cada vez que ele tirava quase todo o pênis e o enfiava novamente até o fundo na bunda de sua mãe. Ficou assim por uns 15 ou 20 minutos até que se animou a se mover com mais rudeza, mas sem exagerar. Via como o rosto do meu "filho" fazia caretas de prazer enquanto enfiava seu pênis uma e outra vez até o mais recôndito da bunda de sua mãe. Sua respiração pesada, as veias de seus braços marcando constantemente enquanto empurrava a nuca de sua mãe com as mãos, seus quadris tremendo cada vez que reinseria toda aquela monstruosidade no pequeno ânus de sua mãe; tudo isso me gerou uma ereção muito dura, a ponto de quase doer. Depois de alguns minutos, dava para ouvir uma mistura entre o impacto do quadril dele contra a bunda da mãe e o som dos fluidos e lubrificante se misturando. E assim ficou, sem exagero, por 2 horas ou um pouco mais. Acho que ele não se preocupou com o tempo, pois estava muito concentrado em gozar no cu da mãe. Tanto que, quando ela virou a cabeça algumas vezes, pude ver os olhos da minha esposa revirando, numa mistura de prazer e dor, mas ele nem percebeu. Quando meu filho finalmente ejaculou no cu da mãe, pude ouvir ele suspirar tão pesado que deu pra entender que estava liberando toda a porra. Assim que ele acabou, desci silenciosamente de volta para o andar de baixo e me joguei no sofá. Ele desceu e espiou pra ter certeza de que eu estava dormindo. Depois que foi pro quarto, esperei 20 minutos e fui pro meu. Quando cheguei, encontrei uma cena do crime sexual: Madison tinha realmente adormecido de bruços, com a bunda um pouco levantada. Nem precisava abrir as nádegas da minha esposa pra ver a bagunça que tinham deixado no cu dela. Dava pra ver tudo só de olhar. Tanto que, se eu quisesse enfiar meu punho no cu dela naquele momento, teria conseguido sem nem precisar de lubrificante. O cu da minha esposa estava absurdamente aberto, vermelho e, principalmente, ainda escorrendo porra. Fiquei tão excitado que me masturbei enquanto Madison dormia e joguei toda minha gozação dentro do cu dela. Pra deixar claro: não enfiei meu pau no cu da minha mulher, só me masturbei e deixei meu sêmen cair no cu dela, que estava tão aberto que, mesmo com quase 30 centímetros de distância entre meu pau e o cu dela, consegui acertar toda a porra sem derramar uma gota fora. Tão aberta assim que ela estava, e ela dormia tranquilamente. Depois de alguns segundos, percebi que não era só o cu: praticamente todo o cu, as nádegas, a buceta e parte das coxas estavam melados, era uma mistura de sêmen e lubrificante, como se tivessem feito um bukkake no cu da minha mulher. E pensar que o culpado por deixar um cu tão aberto, quase do tamanho da circunferência de uma lata grande de cerveja, morava debaixo do meu teto. Era lindo ver aquele rabo tão enorme e ao mesmo tempo tão absurdamente aberto. Deitei para dormir com minha mulher, depois de algumas horas nós levantamos, ela ficou literalmente andando como um pato por dois dias inteiros, mas com um sorriso enorme no rosto. A coisa não parou por aí, se meu "filho" era capaz de chegar a esses níveis, queríamos saber até onde mais ele poderia ir, para o qual bolamos um plano um pouco menos preparado, queríamos ver se ele era capaz de ir muito além. Então, numa ocasião, minha mulher esperou que meu filho começasse a se masturbar no quarto dele como de costume, assim que surgiu a oportunidade, minha mulher entrou totalmente nua no quarto com a desculpa de que tinha esquecido algo, ao que meu "filho" gritou "mãe, não entra assim de repente, não tá vendo que estou pelado?" E sim, nosso filho gosta de se masturbar totalmente pelado no quarto. A esposa só respondeu: "Ah, filho, por isso mesmo, eu te trocava as fraldas, já vi seu pau, além do mais já sei que você estava se masturbando, não é nada de outro mundo, só vim pegar umas coisas que deixei no seu armário". Aí minha mulher se abaixou para supostamente procurar algo no armário, ficando na posição de cachorrinha, mostrando todo aquele rabão enorme para nosso filho, e ainda disse: "Filho, vem rápido, preciso que você me ajude com umas coisas, quanto mais rápido a gente terminar, mais rápido eu vou embora". E bem, vou deixar essa parte da minha história por agora, na próxima parte conto o que aconteceu. Beleza, pessoal, essa é a tradução desse capítulo do relato desse corno, logo posto a parte seguinte.
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