Aqui vai a parte 3 dessa história
Deixo o link da parte 2 pra quem perdeuhttp://m.poringa.net/posts/relatos/5463287/Flor-de-descubrimiento-Parte-2.htmlEu ia começar a contar pra Nadia o que tinha rolado ontem à noite com a Flor no quarto. Dei um gole no café fresquinho pra molhar os lábios, olhei pra Flor pedindo permissão pra começar, e ela balançou a cabeça num aceno, piscando um olho com um jeito despreocupado (os gestos silenciosos da Flor destacavam a introversão dela, era uma parada que me dava uma ternura e ao mesmo tempo um ar de mistério que me deixava bobão).
Nadia — Pera aí que vou me ajeitar! (como se fosse ver um filme, se acomodou no sofá do lado da Flor).
Sentado na frente delas, me encarreguei de contar a noite inteira que a gente passou. Fui detalhista em cada beijo, cada roçada, cada suspiro e posição que a gente ficou.
Enquanto contava a história, fiquei de olho na Nadia, era a primeira chance que eu tinha de fazer isso em detalhes. A gatinha era uma bomba, passei o olho nela desde as mechas loiras, passando pelos olhos claros até a boca carnuda que me enchia a cabeça de pensamento sujo. Ela se destacava por ser alta e ter um corpo de modelo, com uma raba impressionante e uns peitos que não eram grandes, mas bem empinados, o que dava a oportunidade dela andar sem sutiã. Por causa disso, notei que os bicos estavam bem durinhos, o tesão tava brotando na pele dela. Não sou de apostar, mas teria apostado 10 a 1 que a calcinha fio dental dela tava molhada.
Flor também, atenta ao relato, relembrava a noite, mas dessa vez do meu ponto de vista.
Nadia, com algumas dúvidas, começou a perguntar pra Flor:
Nadia — Ele é bom no oral?
Flor só virou os olhos pra trás e olhou pra ela de um jeito cúmplice.
Nadia — No sexo?
Flor — fez um sinal com o número que não consegui ver, mas supus que era bom, porque ela usou as duas mãos pra fazer.
Nadia — (mudando de assunto) Flor, vou precisar da chave do seu apê.
Flor levantou pra pegar no quarto, então aproveitei pra fazer uma pergunta rápida pra Nadia.
Nico — Te contei tudo, me diz com quantos caras ela ficou.
Ela respondeu rápido: 2, Román e... (quando ia ia nomear o segundo, teve que se calar, porque Flor entra de novo no quarto)
O que acontece em seguida é sublime, não só pela informação que eu ia receber, mas por todo o resto.
Nadia — Bom, Flor, você sabe que é minha amiga e eu te quero bem, mas esse cara te deu um oral espetacular, tirou a uruca de 8 meses sem dar pra ninguém e ainda fez ele ir embora sem gozar, todo duro. Por isso essa chave vou dar pra ele e, de agora em diante, ele pode te convidar pra vir aqui, e você só vai pegar a chave de novo quando for digna (fazendo alusão ao Thor).
Nico — Fico feliz de ser digno da chave e vou ser um excelente guardião dela, mas por enquanto esse guardião tem que ir embora.
Me despeço da Nadia, que me dá um beijo daqueles que estalam, encostando a boca na minha bochecha (diferente do beijo frio que me deu no dia em que me conheceu).
Flor — Vou te acompanhar pra te mostrar como abrir a garagem pra tirar a moto.
Enquanto descíamos no elevador, Flor se aproxima e me beija, percebendo que eu tinha uma leve ereção (por causa do tesão de ver a Nadia se excitando com a história de como comi a amiga dela).
Flor — Amanhã não, mas na segunda-feira vou precisar da chave de novo. Se você quiser, a gente se encontra aqui e você me explica o que tenho que fazer pra ser digna de novo. (Enquanto falava, meio babando).
Nico — Tenho o domingo inteiro pra pensar no que você tem que fazer (com uma cara safada).
Segurando ela pela bunda, levanto ela pra ficar na minha altura e me despeço com um beijo que devolveu a umidade pros meus lábios, que o frio da garagem tinha tirado. Subo na moto e volto pra casa.
Em casa, vi as mensagens do Mati, tinha deixado ele na mão. Eu tinha que dar uma força com uma amiga de uma gatinha, já que eu era o reserva da banda e isso me deu uma vasta experiência sexual na minha pouca idade.
Convidei ele pro bar como desculpa e o domingo passou voando entre cervejas e colocando a conversa em dia com meu amigo.
Na segunda-feira de manhã, perto das 11, recebi um mensagem da Flor.
Flor - Você não faz ideia do que eu me segurei ontem pra não te mandar mensagem e parecer chata.
Nico - Como você vai ser chata se você é a coisa mais linda que me aconteceu em muito tempo (e sim, eu também tava envolvido com essa mina, não sei se do mesmo jeito que ela, mas tava envolvido).
Flor - Quer que a gente se veja hoje às 15:30, quando eu sair da facul? Tenho certeza que vamos ficar sozinhos pelo menos até as 19.
Nico - Fechou, eu termino umas coisas no centro às 14. Muita ousadia se eu for direto pro apê e te esperar lá, assim não preciso cruzar Rosário inteiro e voltar.
Flor - Sem problemas, a gente se vê lá.
Às 14h chego no apê e quando termino de largar o capacete junto com a carteira, ouço a voz da Nadia. Levei um tempo pra perceber que vinha de uma câmera inteligente perto da TV. Falei que ia ficar até as 15:30 no apê esperando a Flor, que chegava nesse horário. Ela me avisou que ia passar pra resolver uma parada e depois seguir. Coloquei uma música e me deitei no sofá pra matar o tempo.
Nadia entra meio apressada, para pra me dar um beijo no rosto e entra no banho deixando a porta entreaberta, não sei se por descuido ou se queria que eu visse (coisa que não dava, já que eu tava deitado na mira da câmera que poderia me foder no futuro). Quando termina de se lavar, me pede pra pegar um secador de cabelo. Quando levo, encontro ela de toalha no banheiro, com a toalha dobrada de um jeito apertado que mal cobria a bunda e marcava perfeitamente as auréolas dos peitos (óbvio que pra provocar). Entrego o secador e fico besta olhando.
Nadia - Perdeu alguma coisa?
Nico - Tava olhando a tatuagem no seu ombro (era uma ondinha com algo escrito).
Nadia - Tenho outra, se você tiver sorte um dia vai conhecer.
Nico - Sabe que a sorte já me levou pra muitos lugares?
Nadia - Bom, por enquanto deixa ela te levar até meu carro pra me trazer. O perfume do porta-luvas.
Subindo de novo com o perfume, pensei em vez de mandar ela descer porque ela não tinha passado o perfume quando entrou no carro. Entreguei pra ela e voltei a me deitar no sofá, quando ela se aproxima já toda produzida e me pergunta.
Nadia - Como eu tô?
Antes de responder, parei um momento pra medir minhas palavras, olhei pra câmera acusadora e percebi que ela NÃO ESTAVA MAIS LÁ. Ao me dar conta, dei uma resposta ambígua e ela me cumprimenta de novo com um beijo barulhento, mas dessa vez mais perto da minha boca, antes de sumir atrás da porta de saída.
O que ela fez com a câmera? Tirou pra eu avançar e ficar de otário? Mudou ela de lugar?
Com a desculpa do perfume, me tirou do apartamento só pra fazer alguma coisa com a câmera, mas eu não sabia o quê. Se eu procurasse e estivesse sendo filmado, ia ficar muito na cara, então só fui até o roteador, vi o usuário embaixo, me conectei ao Wi-Fi e olhei os dispositivos conectados. Depois de baixar o app, consegui acessar a câmera que, pra minha surpresa, estava no quarto onde a Flor dormia, com a cama em primeiro plano. A filha da puta da Nadia mudou ela de lugar, ficou excitada com a história e queria viver a experiência em Full HD. Faltavam 15 minutos pra Flor chegar. O que eu devia fazer? Ir pro outro quarto? Desconectar a câmera?
Acessei no app uma linha do tempo que mostrava as gravações. Me vi chegando no apartamento e, um tempo antes, vejo a Nadia saindo de toalha do banheiro. Ela já tinha tomado banho e voltou pro apartamento pra tomar outro só pra me provocar, e agora queria nos filmar. Já sabia o que tinha que fazer.
Flor entra no apartamento sem me dar chance de fazer nada do que eu tinha em mente. Me dá um beijo caliente, fala pra eu esperar que ela já sai, e entra no banheiro.
Isso me dá o tempo exato. Ia dar um show pra Nadia que ela nunca ia esquecer. Configurei a câmera pra não poder baixar os vídeos remotamente (não queria que o vazasse, mas queria que possa ver ao vivo).
Flor sai do banho trocada, com o cabelo meio úmido. Vestia uma legging roxa com aqueles shorts que realçam o bumbum, deixando a raba dela perfeita, e um top branco de academia que apertava forte os peitos dela, fazendo eles parecerem ainda maiores.
Quando entrou, o quarto ficou tomado por um cheiro de sabonete e shampoo que me deixou completamente chapado.
Ela chega perto de mim e me joga no sofá da sala, arrasta um puff e, enquanto se ajoelha nele, prende o cabelo com um elástico bem fininho.
Flor — Então, eu não faço sexo oral e deixo você ir embora sem gozar? Você vai parar de falar merda e vai ter que me devolver essa chave (ela queria fazer um papel de garota má, mas claramente não tava conseguindo porque não era a cara dela).
Ela puxa minha calça até o tornozelo, deixando meu pau meio duro à mostra, e na mesma hora enfia ele na boca dela. A língua molhada e aqueles lábios de coelhinha fizeram em 2 minutos meu pau ficar a ponto de explodir. Ela tirou da boca e examinou meu pau depilado, depois começou a lamber desde minhas bolas até a ponta, com a boca ocupando cada vez mais até chegar na metade. O resto ela completou com a mão, enquanto começava um movimento de cima pra baixo, uma cabeçada linda a cada segundo me levando mais perto do orgasmo.
Eu tava olhando pra cima de olhos fechados, aí Flor parou e eu olhei na hora pra ver o que tava rolando. Ela me encarou (a mensagem era clara: "quero que você me veja enfiar seu pau inteiro na minha boca"). Ela tirou a mão e ficou só o contato da boca, que foi engolindo mais e mais do meu pau até quase o final. Ela entendeu que aquele era o limite e começou um movimento cada vez mais forte e frenético. Era impossível não gozar, meu orgasmo era inevitável.
Nico — Flor!!
Flor — Ajanmm!
Nico — Flor, vou gozar, olha, vou gozar!!
Flor — Mhmmmm! (Ela me deu a entender que era pra fazer).
Eu não podia acreditar, tava com meu pau dentro da boca dela. boca dessa mina que me deixava louco.
Os lábios e a língua dela apertavam forte meu pau com uma sucção que me deixava imóvel.
Não aguentava mais, peguei ela pela bundinha que tinha feito no cabelo e com força enfiei meu tronco inteiro na boca dela, não deixei nada pra fora, dava pra ver as lágrimas nos olhos dela enquanto eu gozava em jatos intermitentes, meu grito preso ecoou pela sala inteira, Flor continuava me olhando com os olhos marejados enquanto meu pau se esvaziava na boca dela, as bochechas já cheias não conseguiam segurar minhas descargas e dos lábios dela começava a escorrer meu leite esbranquiçado, a façanha que essa guria queria fazer pra me agradar não ia se concretizar.
Ela não aguentou mais (já tinha feito demais), tirou meu pau da boca, imediatamente o queixo dela virou uma cachoeira de saliva e porra acumulada liberando a pressão.
Virando as costas, levantou rápido e foi pro banheiro segurando com as mãos o líquido que escorria da boca dela.
Com as duas mãos na testa e suspirando forte, tentava me recompor desejando que Flor fizesse o mesmo, já que tínhamos um show pra dar no quarto ao lado.
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Deixo o link da parte 2 pra quem perdeuhttp://m.poringa.net/posts/relatos/5463287/Flor-de-descubrimiento-Parte-2.htmlEu ia começar a contar pra Nadia o que tinha rolado ontem à noite com a Flor no quarto. Dei um gole no café fresquinho pra molhar os lábios, olhei pra Flor pedindo permissão pra começar, e ela balançou a cabeça num aceno, piscando um olho com um jeito despreocupado (os gestos silenciosos da Flor destacavam a introversão dela, era uma parada que me dava uma ternura e ao mesmo tempo um ar de mistério que me deixava bobão).
Nadia — Pera aí que vou me ajeitar! (como se fosse ver um filme, se acomodou no sofá do lado da Flor).
Sentado na frente delas, me encarreguei de contar a noite inteira que a gente passou. Fui detalhista em cada beijo, cada roçada, cada suspiro e posição que a gente ficou.
Enquanto contava a história, fiquei de olho na Nadia, era a primeira chance que eu tinha de fazer isso em detalhes. A gatinha era uma bomba, passei o olho nela desde as mechas loiras, passando pelos olhos claros até a boca carnuda que me enchia a cabeça de pensamento sujo. Ela se destacava por ser alta e ter um corpo de modelo, com uma raba impressionante e uns peitos que não eram grandes, mas bem empinados, o que dava a oportunidade dela andar sem sutiã. Por causa disso, notei que os bicos estavam bem durinhos, o tesão tava brotando na pele dela. Não sou de apostar, mas teria apostado 10 a 1 que a calcinha fio dental dela tava molhada.
Flor também, atenta ao relato, relembrava a noite, mas dessa vez do meu ponto de vista.
Nadia, com algumas dúvidas, começou a perguntar pra Flor:
Nadia — Ele é bom no oral?
Flor só virou os olhos pra trás e olhou pra ela de um jeito cúmplice.
Nadia — No sexo?
Flor — fez um sinal com o número que não consegui ver, mas supus que era bom, porque ela usou as duas mãos pra fazer.
Nadia — (mudando de assunto) Flor, vou precisar da chave do seu apê.
Flor levantou pra pegar no quarto, então aproveitei pra fazer uma pergunta rápida pra Nadia.
Nico — Te contei tudo, me diz com quantos caras ela ficou.
Ela respondeu rápido: 2, Román e... (quando ia ia nomear o segundo, teve que se calar, porque Flor entra de novo no quarto)
O que acontece em seguida é sublime, não só pela informação que eu ia receber, mas por todo o resto.
Nadia — Bom, Flor, você sabe que é minha amiga e eu te quero bem, mas esse cara te deu um oral espetacular, tirou a uruca de 8 meses sem dar pra ninguém e ainda fez ele ir embora sem gozar, todo duro. Por isso essa chave vou dar pra ele e, de agora em diante, ele pode te convidar pra vir aqui, e você só vai pegar a chave de novo quando for digna (fazendo alusão ao Thor).
Nico — Fico feliz de ser digno da chave e vou ser um excelente guardião dela, mas por enquanto esse guardião tem que ir embora.
Me despeço da Nadia, que me dá um beijo daqueles que estalam, encostando a boca na minha bochecha (diferente do beijo frio que me deu no dia em que me conheceu).
Flor — Vou te acompanhar pra te mostrar como abrir a garagem pra tirar a moto.
Enquanto descíamos no elevador, Flor se aproxima e me beija, percebendo que eu tinha uma leve ereção (por causa do tesão de ver a Nadia se excitando com a história de como comi a amiga dela).
Flor — Amanhã não, mas na segunda-feira vou precisar da chave de novo. Se você quiser, a gente se encontra aqui e você me explica o que tenho que fazer pra ser digna de novo. (Enquanto falava, meio babando).
Nico — Tenho o domingo inteiro pra pensar no que você tem que fazer (com uma cara safada).
Segurando ela pela bunda, levanto ela pra ficar na minha altura e me despeço com um beijo que devolveu a umidade pros meus lábios, que o frio da garagem tinha tirado. Subo na moto e volto pra casa.
Em casa, vi as mensagens do Mati, tinha deixado ele na mão. Eu tinha que dar uma força com uma amiga de uma gatinha, já que eu era o reserva da banda e isso me deu uma vasta experiência sexual na minha pouca idade.
Convidei ele pro bar como desculpa e o domingo passou voando entre cervejas e colocando a conversa em dia com meu amigo.
Na segunda-feira de manhã, perto das 11, recebi um mensagem da Flor.
Flor - Você não faz ideia do que eu me segurei ontem pra não te mandar mensagem e parecer chata.
Nico - Como você vai ser chata se você é a coisa mais linda que me aconteceu em muito tempo (e sim, eu também tava envolvido com essa mina, não sei se do mesmo jeito que ela, mas tava envolvido).
Flor - Quer que a gente se veja hoje às 15:30, quando eu sair da facul? Tenho certeza que vamos ficar sozinhos pelo menos até as 19.
Nico - Fechou, eu termino umas coisas no centro às 14. Muita ousadia se eu for direto pro apê e te esperar lá, assim não preciso cruzar Rosário inteiro e voltar.
Flor - Sem problemas, a gente se vê lá.
Às 14h chego no apê e quando termino de largar o capacete junto com a carteira, ouço a voz da Nadia. Levei um tempo pra perceber que vinha de uma câmera inteligente perto da TV. Falei que ia ficar até as 15:30 no apê esperando a Flor, que chegava nesse horário. Ela me avisou que ia passar pra resolver uma parada e depois seguir. Coloquei uma música e me deitei no sofá pra matar o tempo.
Nadia entra meio apressada, para pra me dar um beijo no rosto e entra no banho deixando a porta entreaberta, não sei se por descuido ou se queria que eu visse (coisa que não dava, já que eu tava deitado na mira da câmera que poderia me foder no futuro). Quando termina de se lavar, me pede pra pegar um secador de cabelo. Quando levo, encontro ela de toalha no banheiro, com a toalha dobrada de um jeito apertado que mal cobria a bunda e marcava perfeitamente as auréolas dos peitos (óbvio que pra provocar). Entrego o secador e fico besta olhando.
Nadia - Perdeu alguma coisa?
Nico - Tava olhando a tatuagem no seu ombro (era uma ondinha com algo escrito).
Nadia - Tenho outra, se você tiver sorte um dia vai conhecer.
Nico - Sabe que a sorte já me levou pra muitos lugares?
Nadia - Bom, por enquanto deixa ela te levar até meu carro pra me trazer. O perfume do porta-luvas.
Subindo de novo com o perfume, pensei em vez de mandar ela descer porque ela não tinha passado o perfume quando entrou no carro. Entreguei pra ela e voltei a me deitar no sofá, quando ela se aproxima já toda produzida e me pergunta.
Nadia - Como eu tô?
Antes de responder, parei um momento pra medir minhas palavras, olhei pra câmera acusadora e percebi que ela NÃO ESTAVA MAIS LÁ. Ao me dar conta, dei uma resposta ambígua e ela me cumprimenta de novo com um beijo barulhento, mas dessa vez mais perto da minha boca, antes de sumir atrás da porta de saída.
O que ela fez com a câmera? Tirou pra eu avançar e ficar de otário? Mudou ela de lugar?
Com a desculpa do perfume, me tirou do apartamento só pra fazer alguma coisa com a câmera, mas eu não sabia o quê. Se eu procurasse e estivesse sendo filmado, ia ficar muito na cara, então só fui até o roteador, vi o usuário embaixo, me conectei ao Wi-Fi e olhei os dispositivos conectados. Depois de baixar o app, consegui acessar a câmera que, pra minha surpresa, estava no quarto onde a Flor dormia, com a cama em primeiro plano. A filha da puta da Nadia mudou ela de lugar, ficou excitada com a história e queria viver a experiência em Full HD. Faltavam 15 minutos pra Flor chegar. O que eu devia fazer? Ir pro outro quarto? Desconectar a câmera?
Acessei no app uma linha do tempo que mostrava as gravações. Me vi chegando no apartamento e, um tempo antes, vejo a Nadia saindo de toalha do banheiro. Ela já tinha tomado banho e voltou pro apartamento pra tomar outro só pra me provocar, e agora queria nos filmar. Já sabia o que tinha que fazer.
Flor entra no apartamento sem me dar chance de fazer nada do que eu tinha em mente. Me dá um beijo caliente, fala pra eu esperar que ela já sai, e entra no banheiro.
Isso me dá o tempo exato. Ia dar um show pra Nadia que ela nunca ia esquecer. Configurei a câmera pra não poder baixar os vídeos remotamente (não queria que o vazasse, mas queria que possa ver ao vivo).
Flor sai do banho trocada, com o cabelo meio úmido. Vestia uma legging roxa com aqueles shorts que realçam o bumbum, deixando a raba dela perfeita, e um top branco de academia que apertava forte os peitos dela, fazendo eles parecerem ainda maiores.
Quando entrou, o quarto ficou tomado por um cheiro de sabonete e shampoo que me deixou completamente chapado.
Ela chega perto de mim e me joga no sofá da sala, arrasta um puff e, enquanto se ajoelha nele, prende o cabelo com um elástico bem fininho.
Flor — Então, eu não faço sexo oral e deixo você ir embora sem gozar? Você vai parar de falar merda e vai ter que me devolver essa chave (ela queria fazer um papel de garota má, mas claramente não tava conseguindo porque não era a cara dela).
Ela puxa minha calça até o tornozelo, deixando meu pau meio duro à mostra, e na mesma hora enfia ele na boca dela. A língua molhada e aqueles lábios de coelhinha fizeram em 2 minutos meu pau ficar a ponto de explodir. Ela tirou da boca e examinou meu pau depilado, depois começou a lamber desde minhas bolas até a ponta, com a boca ocupando cada vez mais até chegar na metade. O resto ela completou com a mão, enquanto começava um movimento de cima pra baixo, uma cabeçada linda a cada segundo me levando mais perto do orgasmo.
Eu tava olhando pra cima de olhos fechados, aí Flor parou e eu olhei na hora pra ver o que tava rolando. Ela me encarou (a mensagem era clara: "quero que você me veja enfiar seu pau inteiro na minha boca"). Ela tirou a mão e ficou só o contato da boca, que foi engolindo mais e mais do meu pau até quase o final. Ela entendeu que aquele era o limite e começou um movimento cada vez mais forte e frenético. Era impossível não gozar, meu orgasmo era inevitável.
Nico — Flor!!
Flor — Ajanmm!
Nico — Flor, vou gozar, olha, vou gozar!!
Flor — Mhmmmm! (Ela me deu a entender que era pra fazer).
Eu não podia acreditar, tava com meu pau dentro da boca dela. boca dessa mina que me deixava louco.
Os lábios e a língua dela apertavam forte meu pau com uma sucção que me deixava imóvel.
Não aguentava mais, peguei ela pela bundinha que tinha feito no cabelo e com força enfiei meu tronco inteiro na boca dela, não deixei nada pra fora, dava pra ver as lágrimas nos olhos dela enquanto eu gozava em jatos intermitentes, meu grito preso ecoou pela sala inteira, Flor continuava me olhando com os olhos marejados enquanto meu pau se esvaziava na boca dela, as bochechas já cheias não conseguiam segurar minhas descargas e dos lábios dela começava a escorrer meu leite esbranquiçado, a façanha que essa guria queria fazer pra me agradar não ia se concretizar.
Ela não aguentou mais (já tinha feito demais), tirou meu pau da boca, imediatamente o queixo dela virou uma cachoeira de saliva e porra acumulada liberando a pressão.
Virando as costas, levantou rápido e foi pro banheiro segurando com as mãos o líquido que escorria da boca dela.
Com as duas mãos na testa e suspirando forte, tentava me recompor desejando que Flor fizesse o mesmo, já que tínhamos um show pra dar no quarto ao lado.
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