My boyfriend and I had planned a trip to Buenos Aires, and there was a guy there I really liked—totally normal, we’d always flirt back and forth over messages. When we arrived in Buenos Aires, I knew I’d see him no matter what. I’m not sure if, the moment I stepped into the terminal, I felt more adrenaline about going to see him or if my pussy was tingling, because I couldn’t stay still—I needed to see him with some excuse. As soon as we arranged to meet up to go for a walk, I left my boyfriend sorting things out at reception and went out to see him, who had just arrived. We melted into a hug, and I gave him such a fiery kiss on the cheek that I wished I could’ve devoured him right then and there, though I never imagined I’d actually do it later.
We went out for a stroll around the area, and later a friend joined us to keep him company. As we walked through the streets of Buenos Aires, I couldn’t help but imagine his arms grabbing me, throwing me against a table, and slowly penetrating me from behind—first the tip, then his entire cock, just savoring it, making me feel like his, at least once.
Then my boyfriend grabbed my ass, and I remembered I was still in a relationship. But between the ass grab and the thought, I’d already gotten wet down there. Clearly, my body was craving something my mind was denying—begging me to cheat.
As evening fell, the four of us headed back to his apartment. Between food and drinks, we started playing a game—innocent at first, then with increasingly suggestive questions. I was dying to ask him what his cock was like or if he’d give it to me, but my boyfriend’s presence held me back. Then my friend got bold and asked him what his cock was like, and he gestured with his hands—about 18 cm, give or take. So I got wet again, imagining those 18 cm inside me.
The next question came from my boyfriend, and I was startled when he asked me if I was wet. I told him yes, that this game had turned me on so much. And the guy from Buenos Aires, without missing a beat, challenged my boyfriend: if he... Ela me incentivou a enfiar a mão e lamber meus fluidos. Eu, nessa hora, já depois de fumar uns baseados e tomar duas cervejas, só me acomodei, fechei os olhos e imaginei que era o Juan, esse portenho de classe média, que enfiava a mão por baixo da minha calça e levava os dedos à boca, enquanto me dizia que adorava meu cheiro e meu gosto. Terminando isso, abro os olhos e vejo minha amiga chupando a boca dele e com a mão no pau dele (QUE EU ADORARIA DIZER QUE ESSE É O MEU PAU) e meu namorado desabotoando a calça pra foder ou pra eu fazer um boquete. A ideia dos dois homens foi ir pro quarto e foder cada um numa cama, do lado do outro.
Fomos e eu, como não uso calcinha, fui a primeira a ficar pelada, e ficava olhando atentamente pro Juan me encarando enquanto meu namorado chupava meus peitos, enquanto me chupavam os peitos e estavam enfiando dois dedos na minha buceta super molhada até aquele momento, não parava de olhar pra ele também e morder o lábio, pensando por que as coisas aconteceram daquele jeito. Enquanto meu namorado me comia, a gente olhou pro casal do lado, que nos separavam uns poucos metros, e ele me disse: "E ELE? NÃO QUER FODER ELE?" É inexplicável a sensação que percorreu meu corpo, de fazer isso, senti culpa, medo, desejo, coragem e tudo junto. O Juan olha pra ela e diz: "vem, experimenta" e sobe em cima dele, começando a foder com a vontade que sempre tiveram, eram dois corpos unidos pela luxúria, comentava meu namorado.
Os outros dois na sala desapareceram, naquele momento era o Juan e eu, a única coisa que existia no mundo, sentir cada empurrada dele dentro de mim era inexplicável, só sentia que queria mais, mais e mais. Saí e comecei a chupar o pau dele com a maior paixão da minha vida, gozando e engolindo toda a porra que pode ter saído, e assim foi como concluiu nossa visita por Baires e algo que possivelmente não sei se repetiria, mas que levo comigo pra sempre.
Meu namorado, no meio do boquete, me disse: "posa pra câmera, porque essa foto você vai querer ver mais tarde
E de quebra, ela tá de quatro, que o Juan me deu tão forte, que meu gemido fez até meu namorado gozar
We went out for a stroll around the area, and later a friend joined us to keep him company. As we walked through the streets of Buenos Aires, I couldn’t help but imagine his arms grabbing me, throwing me against a table, and slowly penetrating me from behind—first the tip, then his entire cock, just savoring it, making me feel like his, at least once.
Then my boyfriend grabbed my ass, and I remembered I was still in a relationship. But between the ass grab and the thought, I’d already gotten wet down there. Clearly, my body was craving something my mind was denying—begging me to cheat.
As evening fell, the four of us headed back to his apartment. Between food and drinks, we started playing a game—innocent at first, then with increasingly suggestive questions. I was dying to ask him what his cock was like or if he’d give it to me, but my boyfriend’s presence held me back. Then my friend got bold and asked him what his cock was like, and he gestured with his hands—about 18 cm, give or take. So I got wet again, imagining those 18 cm inside me.
The next question came from my boyfriend, and I was startled when he asked me if I was wet. I told him yes, that this game had turned me on so much. And the guy from Buenos Aires, without missing a beat, challenged my boyfriend: if he... Ela me incentivou a enfiar a mão e lamber meus fluidos. Eu, nessa hora, já depois de fumar uns baseados e tomar duas cervejas, só me acomodei, fechei os olhos e imaginei que era o Juan, esse portenho de classe média, que enfiava a mão por baixo da minha calça e levava os dedos à boca, enquanto me dizia que adorava meu cheiro e meu gosto. Terminando isso, abro os olhos e vejo minha amiga chupando a boca dele e com a mão no pau dele (QUE EU ADORARIA DIZER QUE ESSE É O MEU PAU) e meu namorado desabotoando a calça pra foder ou pra eu fazer um boquete. A ideia dos dois homens foi ir pro quarto e foder cada um numa cama, do lado do outro.
Fomos e eu, como não uso calcinha, fui a primeira a ficar pelada, e ficava olhando atentamente pro Juan me encarando enquanto meu namorado chupava meus peitos, enquanto me chupavam os peitos e estavam enfiando dois dedos na minha buceta super molhada até aquele momento, não parava de olhar pra ele também e morder o lábio, pensando por que as coisas aconteceram daquele jeito. Enquanto meu namorado me comia, a gente olhou pro casal do lado, que nos separavam uns poucos metros, e ele me disse: "E ELE? NÃO QUER FODER ELE?" É inexplicável a sensação que percorreu meu corpo, de fazer isso, senti culpa, medo, desejo, coragem e tudo junto. O Juan olha pra ela e diz: "vem, experimenta" e sobe em cima dele, começando a foder com a vontade que sempre tiveram, eram dois corpos unidos pela luxúria, comentava meu namorado.
Os outros dois na sala desapareceram, naquele momento era o Juan e eu, a única coisa que existia no mundo, sentir cada empurrada dele dentro de mim era inexplicável, só sentia que queria mais, mais e mais. Saí e comecei a chupar o pau dele com a maior paixão da minha vida, gozando e engolindo toda a porra que pode ter saído, e assim foi como concluiu nossa visita por Baires e algo que possivelmente não sei se repetiria, mas que levo comigo pra sempre.
Meu namorado, no meio do boquete, me disse: "posa pra câmera, porque essa foto você vai querer ver mais tarde
E de quebra, ela tá de quatro, que o Juan me deu tão forte, que meu gemido fez até meu namorado gozar
3 comentários - Le chupe la pija a Juan frente mi novio
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