Uma cidade dominada por duas máfias. Salvador controlava a maior parte do território, eu, Constantino, tinha menos poder, mas estava satisfeito. Não queria confronto com Salvador. Nós dois controlávamos a droga e a prostituição na cidade. Um dia, Salvador me ligou e propôs uma sociedade. Assim, não teríamos rivais, trabalharíamos juntos e poderíamos expandir nossos negócios para outras cidades. Marcamos uma reunião na mansão dele num sábado à tarde. Fui acompanhado pelos meus dois homens de confiança.
— Muito boa tarde, Constantino, bem-vindo à minha casa. Agora, é a sua também.
— Boa tarde, Salvador.
— Vamos para o meu escritório.
Eu o segui até o escritório com meus homens. Ele também entrou com dois dos seus. Lá, começamos a discutir nosso novo acordo. Ele serviu uísque, expôs suas condições, e eu ouvia atentamente.
— Fábio, sirva mais bebida.
Salvador continuava expondo todas as ideias dele, quando, de repente, comecei a me sentir mal. Fortes dores no corpo começaram, e eu me contorcia. Senti meus dois homens também se queixando.
— O que você fez, seu filho da puta? Nos envenenou?
— Não, algo muito melhor.
Continuei me contorcendo e senti meu corpo mudando. Meus braços ficaram mais finos, minha cintura encolheu, minha bunda arredondou. Uma dor forte no peito e, de repente, dois peitos cresceram. Meu corpo perdeu altura. Eu tinha 1,85m e agora, no máximo, 1,65m. Minhas calças caíram no chão, minha roupa ficou toda grande, e a dor desapareceu. Meu corpo era de uma mulher. A única coisa que ainda estava lá era meu pau. Vi meus dois homens também transformados em mulheres.
— O que você fez comigo, maldito? Vou te matar por isso.
— Duvido. Você está sob meu controle agora. Ali em cima tem a roupa nova que você vai usar.
Olhei e vi um conjunto de lingerie vermelha: fio dental, sutiã, liga, meia-calça e uns saltos vermelhos.
— Não vou vestir essa merda. Vou te matar.
Mas meu corpo não obedecia às minhas ordens. Me aproximei daquela roupa e tirei a que estava usando. comecei a colocar. - pra isso, filho da puta, não quero vestir essa roupa, não sou nenhuma mulher. - acho que você quer sim, já tá colocando as meias. Comecei a vestir aquelas meias, depois coloquei a cinta-liga, a calcinha fio dental, o sutiã e por último os saltos. - que merda você fez com a gente. - esse era meu plano, agora sou dono da cidade inteira. - isso eu nunca vou permitir. - olha que lindas ficaram seus homens, já estão prontas pra começar a trabalhar, eles, quer dizer, elas não lembram mais nada da vida anterior. Olhei pra eles, os dois eram mulheres e estavam vestidas como putas, e então ele se virou pros seus homens. - levem essas duas putas e coloquem elas pra fazer a esquina. Passaram na minha frente sem me olhar, as minissaias mal cobriam as bundas delas. - olha que contentes vão, mais duas putas trabalhando pra mim. - você é um filho da puta, vou acabar com você. - o difícil é que você tá muito gostosa agora, devia ficar feliz, seus homens se deram mal, são duas putas de esquina, e olha o lado bom, você ainda tem a rola, mas você vai ser minha putinha pessoal, passa uma maquiagem pra mim, Stefânia. - filho da puta, não vou ser sua puta, juro que vou te matar, não me chama assim, não sou nenhuma mulher. Fiquei na frente do espelho e comecei a me maquiar, passei um batom bem vermelho. - agora sim, tá pronta pra mim, chega mais, quero esses lábios vermelhos gostosos em volta da minha rola. - você é louco, não vou fazer isso. Eu reclamava enquanto me aproximava dele, me ajoelhava, tirava a rola dele e a aproximava. - eu diria que você vai fazer sim, né, Stefâni? Eu negava falando com ele, mas já tava de joelhos chupando a rola dele enquanto ele acariciava minha cabeça. - assim, hummm, que bem que você chupa, putinha, te falei que ainda tem a rola, mas não vai ser por muito tempo, quando você engolir meu leite, ela vai virar uma buceta linda, me olha nos olhos, quero ver a cara de puta que você faz enquanto chupa. Eu xingava por dentro, não queria fazer aquilo, mas não controlava meu corpo. vamos passar uns momentos muito bons juntos, Steffani, mas vamos brincar um pouco. Para de chupar e olha pra mim. - seu filho da puta, por isso vou te matar. - você não vai matar ninguém, tô quase gozando. Se você conseguir não engolir meu leite, vou deixar você ir e desfazer o que fiz com você. - não vou engolir seu leite. Ele começou a se masturbar na minha frente. - tá preparada? Vou gozar agora. - então goza, filho da puta. Assim que terminei de falar, ele enfiou o pau na minha boca. - você perdeu, Steffani. Mmm, isso, continua chupando, toma todo meu leite. Assim, muito bem. Agora você já deve estar sentindo sua virilha mais livre. Enquanto eu continuava chupando, desci uma mão e me toquei. Enfiei a mão por baixo da calcinha procurando meu pau e só encontrei uma racha toda molhada. Tirei o pau da boca. - agora você é uma puta completa e quer me satisfazer. Sabe que já é minha puta. Ele começou a se masturbar na minha frente, ainda de joelhos. - levanta e tira essa calcinha, me mostra a buceta. - você é um filho da p... - eu sei, mas você é uma puta. Levantei e tirei a calcinha. - mmmm, que bucetinha mais gostosa você tem. Deixa eu tocar, mmmm, tá bem molhadinha. Acho que tá ansiosa pra sentar no meu pau. - não quero fazer isso, por favor, para. - vem, puta, senta e aproveita. - não quero, isso não. Mas enquanto falava, eu abria as pernas e me colocava por cima do Salvador, pegava o pau dele e colocava na minha buceta, sentando. - isso, boa puta, rebola. Vai, fode você mesma. Comecei a rebolar em cima dele e rapidamente comecei a gemer. - isso, continua, que gemido gostoso. Vai, puta, mais rápido. Assim que eu gozar no seu lindo cuzinho, você vai esquecer de tudo, não vai ter mais lembranças da sua vida anterior. Continua assim, muito bem, como você se mexe bem, puta. Siiim, mmmm, vou gozar. - não, por favor, não goza. Mmmm, que gostoso sentir seu leite dentro da minha buceta. - você gostou, sua puta? - sim, senhor. - como você se chama e o que você é? - Steffani, sou sua puta.
— Muito boa tarde, Constantino, bem-vindo à minha casa. Agora, é a sua também.
— Boa tarde, Salvador.
— Vamos para o meu escritório.
Eu o segui até o escritório com meus homens. Ele também entrou com dois dos seus. Lá, começamos a discutir nosso novo acordo. Ele serviu uísque, expôs suas condições, e eu ouvia atentamente.
— Fábio, sirva mais bebida.
Salvador continuava expondo todas as ideias dele, quando, de repente, comecei a me sentir mal. Fortes dores no corpo começaram, e eu me contorcia. Senti meus dois homens também se queixando.
— O que você fez, seu filho da puta? Nos envenenou?
— Não, algo muito melhor.
Continuei me contorcendo e senti meu corpo mudando. Meus braços ficaram mais finos, minha cintura encolheu, minha bunda arredondou. Uma dor forte no peito e, de repente, dois peitos cresceram. Meu corpo perdeu altura. Eu tinha 1,85m e agora, no máximo, 1,65m. Minhas calças caíram no chão, minha roupa ficou toda grande, e a dor desapareceu. Meu corpo era de uma mulher. A única coisa que ainda estava lá era meu pau. Vi meus dois homens também transformados em mulheres.
— O que você fez comigo, maldito? Vou te matar por isso.
— Duvido. Você está sob meu controle agora. Ali em cima tem a roupa nova que você vai usar.
Olhei e vi um conjunto de lingerie vermelha: fio dental, sutiã, liga, meia-calça e uns saltos vermelhos.
— Não vou vestir essa merda. Vou te matar.
Mas meu corpo não obedecia às minhas ordens. Me aproximei daquela roupa e tirei a que estava usando. comecei a colocar. - pra isso, filho da puta, não quero vestir essa roupa, não sou nenhuma mulher. - acho que você quer sim, já tá colocando as meias. Comecei a vestir aquelas meias, depois coloquei a cinta-liga, a calcinha fio dental, o sutiã e por último os saltos. - que merda você fez com a gente. - esse era meu plano, agora sou dono da cidade inteira. - isso eu nunca vou permitir. - olha que lindas ficaram seus homens, já estão prontas pra começar a trabalhar, eles, quer dizer, elas não lembram mais nada da vida anterior. Olhei pra eles, os dois eram mulheres e estavam vestidas como putas, e então ele se virou pros seus homens. - levem essas duas putas e coloquem elas pra fazer a esquina. Passaram na minha frente sem me olhar, as minissaias mal cobriam as bundas delas. - olha que contentes vão, mais duas putas trabalhando pra mim. - você é um filho da puta, vou acabar com você. - o difícil é que você tá muito gostosa agora, devia ficar feliz, seus homens se deram mal, são duas putas de esquina, e olha o lado bom, você ainda tem a rola, mas você vai ser minha putinha pessoal, passa uma maquiagem pra mim, Stefânia. - filho da puta, não vou ser sua puta, juro que vou te matar, não me chama assim, não sou nenhuma mulher. Fiquei na frente do espelho e comecei a me maquiar, passei um batom bem vermelho. - agora sim, tá pronta pra mim, chega mais, quero esses lábios vermelhos gostosos em volta da minha rola. - você é louco, não vou fazer isso. Eu reclamava enquanto me aproximava dele, me ajoelhava, tirava a rola dele e a aproximava. - eu diria que você vai fazer sim, né, Stefâni? Eu negava falando com ele, mas já tava de joelhos chupando a rola dele enquanto ele acariciava minha cabeça. - assim, hummm, que bem que você chupa, putinha, te falei que ainda tem a rola, mas não vai ser por muito tempo, quando você engolir meu leite, ela vai virar uma buceta linda, me olha nos olhos, quero ver a cara de puta que você faz enquanto chupa. Eu xingava por dentro, não queria fazer aquilo, mas não controlava meu corpo. vamos passar uns momentos muito bons juntos, Steffani, mas vamos brincar um pouco. Para de chupar e olha pra mim. - seu filho da puta, por isso vou te matar. - você não vai matar ninguém, tô quase gozando. Se você conseguir não engolir meu leite, vou deixar você ir e desfazer o que fiz com você. - não vou engolir seu leite. Ele começou a se masturbar na minha frente. - tá preparada? Vou gozar agora. - então goza, filho da puta. Assim que terminei de falar, ele enfiou o pau na minha boca. - você perdeu, Steffani. Mmm, isso, continua chupando, toma todo meu leite. Assim, muito bem. Agora você já deve estar sentindo sua virilha mais livre. Enquanto eu continuava chupando, desci uma mão e me toquei. Enfiei a mão por baixo da calcinha procurando meu pau e só encontrei uma racha toda molhada. Tirei o pau da boca. - agora você é uma puta completa e quer me satisfazer. Sabe que já é minha puta. Ele começou a se masturbar na minha frente, ainda de joelhos. - levanta e tira essa calcinha, me mostra a buceta. - você é um filho da p... - eu sei, mas você é uma puta. Levantei e tirei a calcinha. - mmmm, que bucetinha mais gostosa você tem. Deixa eu tocar, mmmm, tá bem molhadinha. Acho que tá ansiosa pra sentar no meu pau. - não quero fazer isso, por favor, para. - vem, puta, senta e aproveita. - não quero, isso não. Mas enquanto falava, eu abria as pernas e me colocava por cima do Salvador, pegava o pau dele e colocava na minha buceta, sentando. - isso, boa puta, rebola. Vai, fode você mesma. Comecei a rebolar em cima dele e rapidamente comecei a gemer. - isso, continua, que gemido gostoso. Vai, puta, mais rápido. Assim que eu gozar no seu lindo cuzinho, você vai esquecer de tudo, não vai ter mais lembranças da sua vida anterior. Continua assim, muito bem, como você se mexe bem, puta. Siiim, mmmm, vou gozar. - não, por favor, não goza. Mmmm, que gostoso sentir seu leite dentro da minha buceta. - você gostou, sua puta? - sim, senhor. - como você se chama e o que você é? - Steffani, sou sua puta.
3 comentários - La puta del jefe de la mafia