Tava na aula super distraída com meus novos amigos. Até que era grata por ter esses amigos, mas às vezes era impossível não ficar desconcentrada com as piadas e comentários deles.
Por sorte, já faltava pouco pra gente ir embora.
Vejo meu celular avisando de uma mensagem nova e, já que tava perdida mesmo, fui ver quem era...
Miguel Empresa: "Oi Ceci, acho que por essas datas você tava em Buenos Aires. Quer vir numa expo que a gente vai fazer em Dolores?"
"Oi Migueeee! Que legal que você lembrou!! Você é demais!! Sim, claro, quando?"
"É esse domingo, se quiser a gente coloca o papo em dia e passo aí pra te pegar às 9h e vamos de carro tomando mate"
"Pode contar comigo! De novo, muito obrigada por lembrar!"
A verdade é que nesses primeiros meses, eu não tinha procurado muito trabalho, tava meio pra baixo sentindo falta da minha casa, da minha cidade e dos meus amigos. Também usava a desculpa de "acabei de chegar", mas já tavam indo 4 meses...
Isso vinha bem a calhar e com certeza ia me motivar a procurar algo mais estável.
Chegou o domingo, acordei 15min antes dele vir, vesti uma calça jeans e uma camiseta, bem simples. Por cima um casaquinho e na hora combinada o Miguel veio me buscar, de terno e super perfumado igual da primeira vez que a gente se conheceu. Fomos tomando mate e conversando como dois velhos amigos. Mesmo tendo o dobro da minha idade, não me tratava como uma criancinha nem nada, era super compreensivo e dava pra aprender um monte com ele. A viagem até lá passou voando.
Quando cheguei no lugar, ele me levou até uma mina que era a chefe de Relações Públicas da empresa. Ela me explicou como era a parada, só tinha que vestir a roupa da empresa e identificar os participantes.
O conjunto que me deram era uma calça social preta e uma camisa branca com o logo da empresa. Não era nada demais, o problema é que o tamanho da camisa não deixava eu fechar direito os últimos botões. Tava com um sutiã branco que dava pra ver pelo decote da camisa. As tetas pareciam que iam explodir. Enfim, não tinha jeito, era trabalhar.
"Acho que nunca tivemos tanta gente inscrita" — Miguel me disse de passagem, rindo. Já tinha passado pelo menos 1h30 do evento.
"Kkkkk e nunca olharam tanto pra minhas tetas! Os engenheiros são tudo uns tarados!! kkkkk" — falei bem baixinho, cúmplice, no ouvido dele.
Ele começou a rir, ficou pensando, como quem checa duas vezes antes de falar.
"E olha que eles não sabem o que são suas massagens!"
Aiiii, queria sumir!! Dei uma risadinha nervosa e não respondi mais nada. Obviamente lembrava daquele dia, mas não achei que o assunto fosse rolar.
"Difícil não lembrar, desculpa"
"Tranquilo, Migue! Foi só uma massagem, nada mais!" — e pisquei o olho enquanto ia buscar mais gente pra anotar na planilha.
Tinha escapado do melhor jeito que dava. Não sabia se era uma indireta ou só uma piada interna meio sem graça. Por via das dúvidas, fugi que nem uma covarde. Não queria ofender ele.
Passou mais um tempo e a moça do RH me chamou de novo, disse que eu tinha uma hora pra comer. Então fui procurar onde comprar alguma coisa no local...
No caminho, vejo o Migue conversando com dois caras de terno. Só que um pouco mais novos que ele, deviam ter uns 35/40. Parecia que tava dando bronca neles, me surpreendi pra caralho vendo ele assim e fiquei feito uma boba olhando demais. Um desses caras, quando o Miguel soltou ele, veio na minha direção e me esculachou porque eu tinha visto e era falta de respeito ficar ouvindo conversa alheia, que ia me tirar dali sem me pagar. Eu tentava pedir desculpa, não queria ter deixado ele desconfortável, e queria me explicar, mas ele não me deixava nem abrir a boca, continuava me enchendo o saco.
Tava super nervosa, queria sair correndo que nem uma idiota!
De repente, senti uma mão no ombro e o Miguel interrompeu com um tom bem bravo.
Miguel: "Me desculpa, Mateo, o que tá rolando aqui?"
Mateo: "Essa mina aí tava agindo de forma inadequada, tava explicando as regras de comportamento"
Miguel: "E por acaso você é o encarregado de fazer isso? O que ela fez?"
Mateo: "É... não... mas quando a gente tava falando com você, ela tava ali parada olhando pro nada"
Miguel: "É porque pedi pra ela me esperar. Agora pede desculpa pra ela, que a coitada não fez nada além do que eu mandei"
Mateo: "Desculpa, não sabia disso, me perdoa"
Eu: "Fica tranquilo! Não tem problema mesmo, obrigada pelas desculpas e obrigada, Miguel, por mediar" minha voz ainda tava tremendo.
Miguel: "Vem, deixa eu te convidar pra almoçar, que eu também ia agora"
Fomos pra uma casa grande que tinha do lado do lugar, onde tinha um catering que parecia ser pra executivos ou gente mais importante.
Miguel: "De novo, desculpa. Esse idiota, depois que eu briguei com ele, foi procurar alguém pra descontar a raiva e você tava no caminho"
Eu: "Sério, já foi. No começo fiquei super nervosa porque tava com medo de ter te causado um problema, mas fico feliz que tudo se resolveu. Você é um doce!" saiu da alma eu abraçar ele. Mas percebi na hora que não era o momento, porque tinha mais gente por perto e eu parecia uma puta do Diretor daquela empresa, a merda já tava feita. Soltei ele rápido e fiquei roxa de vergonha.
Eu: "AI MEU DEUS, esqueci onde a gente tava, desculpa, desculpa, desculpa"
Miguel: "Pfff, sou a inveja do lugar, agora todo mundo vai querer fechar negócio comigo, fica tranquila!"
Ele me fez rir e a gente continuou conversando besteiras.
Pouco depois, voltei pro meu posto, fiquei umas duas horas a mais e o evento acabou. Meus pés tavam matando. Fiquei sentada vendo o pessoal guardar tudo e esperei o Miguel. Depois de 40 minutos, vejo ele chegar meio sem fôlego, quase correndo.
"Ué, já foram todos?"
Eu: "Sim, sim, só ficaram os da manutenção e eu hahaha"
Miguel: "Porra, é que eu precisava pedir pra te levarem de volta. Tenho que ficar mais um tempo reunido com um pessoal daqui que quer fechar um negócio"
Eu: "Fica suave, Migue, sem problema, eu dou um jeito de voltar. Você é um amor que Preocupei pra caramba, mas sério, não é sua responsabilidade!"
Miguel: "Não, nem louco vou deixar você ir sozinha. Me espera aqui."
10 minutos depois ele volta e me dá uma chave.
"Olha, aqui tem uns quartos, pedi pra me darem um. Deita, tira um cochilo, faz o que quiser. Depois você volta comigo."
Não me deu nem tempo de responder, foi embora e deixou a chave comigo.
Procurei o quarto, me troquei e me joguei na cama pra dormir um pouquinho, tava morta de cansaço.
Quando acordei, já era noite lá fora. Achei que eles ainda estavam negociando ou algo assim. Aproveitei que tinha chuveiro e fui tomar um banho, já era um passo a menos pra quando voltasse, e esses chuveiros com certeza eram melhores que os da residência! Depois do banho, ainda tinha uns cremes corporais, então fui passando no corpo todo. Comecei pelo pescoço, ombros, braços, peitos, barriga e a raba. Quando comecei nas pernas, ouvi a porta abrir, entrei em pânico e vesti rápido a única coisa que tinha à mão. Era a camisa da empresa, abotoei uns 2 ou 3 botões no máximo e o Miguel apareceu.
"DESCULPA CECI, NÃO SABIA!"
A cena era eu, a camisa branca da empresa com só uns 3 botões abotoados, sem calcinha, mal cobrindo metade da raba. Tentei me cobrir, mas era quase impossível.
"HAHAHA" – soltei uma risada nervosa.
Miguel desviou o olhar e ficou de lado pra mim.
"Devia ter batido na porta, me desculpa."
Eu: "Já foi, como você ia saber que eu ia tomar banho! Me passa a roupa, por favor, em cima da cama, e aí a gente já pode ir!"
Miguel, me evitando com o olhar, pegou minhas roupas e, esticando o braço como se eu estivesse infectada, me entregou.
Nesse movimento, consegui ver que ele tava com o pau totalmente duro. A calça social marcava e denunciava a ereção dele.
Algo em mim despertou. Não sei se foi o perfume dele, as lembranças da última vez ou o jeito que eu tava exposta pra ele. Mas tive o impulso de pegar na mão dele e dar um abraço igual ao do Meio-dia. A diferença é que dessa vez eu podia sentir a pica dura dele contra minha barriga, e eu estava sem calcinha e seminua num quarto sozinha com ele.
Ele não hesitou. Me abraçou, segurando minha cintura bem lá embaixo, quase onde começava minha bunda.
"Posso te pedir um favor?" Ele me disse.
"Uma massagem?" Eu respondi.
Ele riu e afrouxou a gravata.
Foi tirando a roupa na minha frente, até ficar com a pica dura apontando pra mim.
De novo eu estava num quarto sozinha com ele. De novo o senhor que tinha o dobro da minha idade (ou mais) estava pelado na minha frente. O corpo dele continuava tão gostoso quanto da primeira vez. Uns pelinhos brancos no peito eram os únicos que entregavam a idade, se a gente ignorasse a barba e o cabelo da mesma cor.
Peguei o mesmo pote de creme que tinha usado em mim e com a outra mão agarrei ele, levando até a cama. Nesse curto trajeto pelo quarto, fui na frente e devo ter dado uma boa vista da minha bunda e talvez de algo mais. Não sei.
Deitei ele e dessa vez escolhi começar com ele de barriga pra cima. Sentei nas pernas dele, deixando a pica dele apoiar de leve contra minha pelve. Comecei a massagear o peito dele e vi como ele mais uma vez se entregava às minhas mãos.
Eu ia descendo até a pélvis dele, chegando quase na pica dele e voltava a subir. Brincava com os pelinhos do peito dele e repetia.
Quando eu me inclinava pra chegar a massagear o pescoço dele, era minha buceta que ficava contra a pica dura dele. Comecei a sentir o calor do membro dele contra meus lábios. Uma umidade apareceu e senti como fui molhando o tronco dele a cada tentativa de acariciar o pescoço.
Tentei me acalmar um pouco, voltei uns centímetros pra trás e acariciava os braços dele, descendo até chegar nas mãos e nos dedos. A aliança no dedo dele deveria ter sido algo que me parasse. O problema é que foi o contrário. Peguei aquela mão e levei até meu peito. Deixei ele tirar o pouco que a camisa cobria e se divertir brincando com meu mamilo.
Ele tinha aberto os olhos e não perdia nenhum detalhe. centímetro do meu corpo. Ele desabotoou minha camisa e me deixou completamente nua em cima dele.
Eu continuei com minha massagem no peito dele. Ele, no meu.
"Ceci, posso te pedir mais um favor?" ele disse com a voz entrecortada...
"Sim, Migue" com voz suave enquanto me aproximava da boca dele com as mãos no peito dele e nossos sexos novamente frente a frente.
"Você me faz gozar?"
Nunca tão poucas palavras me deixaram tão excitada. Uma frase me fez ficar molhada, literalmente.
Dei um beijo bem pequenininho, quase um selinho nos lábios dele e desci da cama.
Me ajoelhei na beira da cama e puxei ele pra mais perto. Dessa vez, não ia masturbá-lo. Tava com vontade de chupá-lo. Então foi isso que fiz. Aproximei meus lábios da cabecinha dele e comecei a descer dando beijos. Chegava até a base do tronco e seguia até as bolas dele. Comecei a intercalar os beijos com lambidas, fui subindo e descendo, percorrendo toda a pica dele com minha língua. As veias estavam marcadas e eu amava isso.
Quando vi que ele tava prestes a explodir, dei o gosto e engoli a pica toda dele sem dar tempo de pensar. Ele revirou os olhos e se agarrou forte no lençol. Aí comecei a chupá-lo com toda velocidade. Eu me segurava firme na cintura dele e a pica dele sumia entre meus lábios.
Ele ofegava, respirava entrecortado e suspirava.
A cada vez a intensidade crescia e ele ficava mais louco.
Enquanto eu continuava devorando a glande toda dele, ele pela primeira vez tomou o controle. Puxou meu cabelo e me tirou, deixando uma ponte fininha de saliva entre meus lábios e a pica dele. Ele se levantou, apontou a pica pra minha boca e começou a me foder segurando minha cabeça.
Glu glu glu glu... Era só o que se ouvia.
Glu glu glu continuava.
Glu glu glu glu glu... A única coisa que eu sentia, além da pica dele na minha garganta, era a saliva escorrendo pelos meus peitos.
Eu continuava recebendo aquela penetração oral a qual ele me submetia. Algumas lágrimas caíam dos meus olhos por causa da asfixia, mas nunca pensei em parar de oferecer minha boca pra ele.
Glub glub glub glub...
Até que ele tirou e, batendo uma punheta na minha cara, começou a soltar fios de porra que foram parar na minha testa, nariz, lábios e peitos. O banho que eu tinha tomado tinha perdido o sentido. Eu estava suada, despenteada e cheia de porra.
Ele não se contentou, encostou nos meus lábios o pau dele, que já tinha parado de gozar, e com um movimento de quadril, empurrou pra eu abrir a boca e limpar ele.
Cumpri. Ironicamente, agora eu era a única coberta de porra.
Ele caiu exausto na cama. Eu entrei no chuveiro de novo e, quando saí, ele estava me esperando novamente impecável de terno.
Dessa vez, presenteei ele com toda a minha nudez enquanto arrumava minhas coisas e me trocava.
Ele só sentou pra olhar e apreciar.
Já com todas as minhas coisas organizadas, me troquei e vesti minha roupa original.
Voltamos pro centro e ele me deixou na residência quase 11 da noite.
Que otária que nunca aprende, sai do carro e agradeci ele por tudo.
"Ceci, espera! Não te paguei. Toma"
Ele me deu um envelope com o logo da empresa e mais 1500 dólares. O mais engraçado foi que ele entregou com a mão que usava a aliança. A mesma mão que horas depois estava sobre meus peitos.
Entrei na residência, fui pro meu quarto e, quase como um ritual, tirei a roupa e me masturbei até gozar.
Por sorte, já faltava pouco pra gente ir embora.
Vejo meu celular avisando de uma mensagem nova e, já que tava perdida mesmo, fui ver quem era...
Miguel Empresa: "Oi Ceci, acho que por essas datas você tava em Buenos Aires. Quer vir numa expo que a gente vai fazer em Dolores?"
"Oi Migueeee! Que legal que você lembrou!! Você é demais!! Sim, claro, quando?"
"É esse domingo, se quiser a gente coloca o papo em dia e passo aí pra te pegar às 9h e vamos de carro tomando mate"
"Pode contar comigo! De novo, muito obrigada por lembrar!"
A verdade é que nesses primeiros meses, eu não tinha procurado muito trabalho, tava meio pra baixo sentindo falta da minha casa, da minha cidade e dos meus amigos. Também usava a desculpa de "acabei de chegar", mas já tavam indo 4 meses...
Isso vinha bem a calhar e com certeza ia me motivar a procurar algo mais estável.
Chegou o domingo, acordei 15min antes dele vir, vesti uma calça jeans e uma camiseta, bem simples. Por cima um casaquinho e na hora combinada o Miguel veio me buscar, de terno e super perfumado igual da primeira vez que a gente se conheceu. Fomos tomando mate e conversando como dois velhos amigos. Mesmo tendo o dobro da minha idade, não me tratava como uma criancinha nem nada, era super compreensivo e dava pra aprender um monte com ele. A viagem até lá passou voando.
Quando cheguei no lugar, ele me levou até uma mina que era a chefe de Relações Públicas da empresa. Ela me explicou como era a parada, só tinha que vestir a roupa da empresa e identificar os participantes.
O conjunto que me deram era uma calça social preta e uma camisa branca com o logo da empresa. Não era nada demais, o problema é que o tamanho da camisa não deixava eu fechar direito os últimos botões. Tava com um sutiã branco que dava pra ver pelo decote da camisa. As tetas pareciam que iam explodir. Enfim, não tinha jeito, era trabalhar.
"Acho que nunca tivemos tanta gente inscrita" — Miguel me disse de passagem, rindo. Já tinha passado pelo menos 1h30 do evento.
"Kkkkk e nunca olharam tanto pra minhas tetas! Os engenheiros são tudo uns tarados!! kkkkk" — falei bem baixinho, cúmplice, no ouvido dele.
Ele começou a rir, ficou pensando, como quem checa duas vezes antes de falar.
"E olha que eles não sabem o que são suas massagens!"
Aiiii, queria sumir!! Dei uma risadinha nervosa e não respondi mais nada. Obviamente lembrava daquele dia, mas não achei que o assunto fosse rolar.
"Difícil não lembrar, desculpa"
"Tranquilo, Migue! Foi só uma massagem, nada mais!" — e pisquei o olho enquanto ia buscar mais gente pra anotar na planilha.
Tinha escapado do melhor jeito que dava. Não sabia se era uma indireta ou só uma piada interna meio sem graça. Por via das dúvidas, fugi que nem uma covarde. Não queria ofender ele.
Passou mais um tempo e a moça do RH me chamou de novo, disse que eu tinha uma hora pra comer. Então fui procurar onde comprar alguma coisa no local...
No caminho, vejo o Migue conversando com dois caras de terno. Só que um pouco mais novos que ele, deviam ter uns 35/40. Parecia que tava dando bronca neles, me surpreendi pra caralho vendo ele assim e fiquei feito uma boba olhando demais. Um desses caras, quando o Miguel soltou ele, veio na minha direção e me esculachou porque eu tinha visto e era falta de respeito ficar ouvindo conversa alheia, que ia me tirar dali sem me pagar. Eu tentava pedir desculpa, não queria ter deixado ele desconfortável, e queria me explicar, mas ele não me deixava nem abrir a boca, continuava me enchendo o saco.
Tava super nervosa, queria sair correndo que nem uma idiota!
De repente, senti uma mão no ombro e o Miguel interrompeu com um tom bem bravo.
Miguel: "Me desculpa, Mateo, o que tá rolando aqui?"
Mateo: "Essa mina aí tava agindo de forma inadequada, tava explicando as regras de comportamento"
Miguel: "E por acaso você é o encarregado de fazer isso? O que ela fez?"
Mateo: "É... não... mas quando a gente tava falando com você, ela tava ali parada olhando pro nada"
Miguel: "É porque pedi pra ela me esperar. Agora pede desculpa pra ela, que a coitada não fez nada além do que eu mandei"
Mateo: "Desculpa, não sabia disso, me perdoa"
Eu: "Fica tranquilo! Não tem problema mesmo, obrigada pelas desculpas e obrigada, Miguel, por mediar" minha voz ainda tava tremendo.
Miguel: "Vem, deixa eu te convidar pra almoçar, que eu também ia agora"
Fomos pra uma casa grande que tinha do lado do lugar, onde tinha um catering que parecia ser pra executivos ou gente mais importante.
Miguel: "De novo, desculpa. Esse idiota, depois que eu briguei com ele, foi procurar alguém pra descontar a raiva e você tava no caminho"
Eu: "Sério, já foi. No começo fiquei super nervosa porque tava com medo de ter te causado um problema, mas fico feliz que tudo se resolveu. Você é um doce!" saiu da alma eu abraçar ele. Mas percebi na hora que não era o momento, porque tinha mais gente por perto e eu parecia uma puta do Diretor daquela empresa, a merda já tava feita. Soltei ele rápido e fiquei roxa de vergonha.
Eu: "AI MEU DEUS, esqueci onde a gente tava, desculpa, desculpa, desculpa"
Miguel: "Pfff, sou a inveja do lugar, agora todo mundo vai querer fechar negócio comigo, fica tranquila!"
Ele me fez rir e a gente continuou conversando besteiras.
Pouco depois, voltei pro meu posto, fiquei umas duas horas a mais e o evento acabou. Meus pés tavam matando. Fiquei sentada vendo o pessoal guardar tudo e esperei o Miguel. Depois de 40 minutos, vejo ele chegar meio sem fôlego, quase correndo.
"Ué, já foram todos?"
Eu: "Sim, sim, só ficaram os da manutenção e eu hahaha"
Miguel: "Porra, é que eu precisava pedir pra te levarem de volta. Tenho que ficar mais um tempo reunido com um pessoal daqui que quer fechar um negócio"
Eu: "Fica suave, Migue, sem problema, eu dou um jeito de voltar. Você é um amor que Preocupei pra caramba, mas sério, não é sua responsabilidade!"
Miguel: "Não, nem louco vou deixar você ir sozinha. Me espera aqui."
10 minutos depois ele volta e me dá uma chave.
"Olha, aqui tem uns quartos, pedi pra me darem um. Deita, tira um cochilo, faz o que quiser. Depois você volta comigo."
Não me deu nem tempo de responder, foi embora e deixou a chave comigo.
Procurei o quarto, me troquei e me joguei na cama pra dormir um pouquinho, tava morta de cansaço.
Quando acordei, já era noite lá fora. Achei que eles ainda estavam negociando ou algo assim. Aproveitei que tinha chuveiro e fui tomar um banho, já era um passo a menos pra quando voltasse, e esses chuveiros com certeza eram melhores que os da residência! Depois do banho, ainda tinha uns cremes corporais, então fui passando no corpo todo. Comecei pelo pescoço, ombros, braços, peitos, barriga e a raba. Quando comecei nas pernas, ouvi a porta abrir, entrei em pânico e vesti rápido a única coisa que tinha à mão. Era a camisa da empresa, abotoei uns 2 ou 3 botões no máximo e o Miguel apareceu.
"DESCULPA CECI, NÃO SABIA!"
A cena era eu, a camisa branca da empresa com só uns 3 botões abotoados, sem calcinha, mal cobrindo metade da raba. Tentei me cobrir, mas era quase impossível.
"HAHAHA" – soltei uma risada nervosa.
Miguel desviou o olhar e ficou de lado pra mim.
"Devia ter batido na porta, me desculpa."
Eu: "Já foi, como você ia saber que eu ia tomar banho! Me passa a roupa, por favor, em cima da cama, e aí a gente já pode ir!"
Miguel, me evitando com o olhar, pegou minhas roupas e, esticando o braço como se eu estivesse infectada, me entregou.
Nesse movimento, consegui ver que ele tava com o pau totalmente duro. A calça social marcava e denunciava a ereção dele.
Algo em mim despertou. Não sei se foi o perfume dele, as lembranças da última vez ou o jeito que eu tava exposta pra ele. Mas tive o impulso de pegar na mão dele e dar um abraço igual ao do Meio-dia. A diferença é que dessa vez eu podia sentir a pica dura dele contra minha barriga, e eu estava sem calcinha e seminua num quarto sozinha com ele.
Ele não hesitou. Me abraçou, segurando minha cintura bem lá embaixo, quase onde começava minha bunda.
"Posso te pedir um favor?" Ele me disse.
"Uma massagem?" Eu respondi.
Ele riu e afrouxou a gravata.
Foi tirando a roupa na minha frente, até ficar com a pica dura apontando pra mim.
De novo eu estava num quarto sozinha com ele. De novo o senhor que tinha o dobro da minha idade (ou mais) estava pelado na minha frente. O corpo dele continuava tão gostoso quanto da primeira vez. Uns pelinhos brancos no peito eram os únicos que entregavam a idade, se a gente ignorasse a barba e o cabelo da mesma cor.
Peguei o mesmo pote de creme que tinha usado em mim e com a outra mão agarrei ele, levando até a cama. Nesse curto trajeto pelo quarto, fui na frente e devo ter dado uma boa vista da minha bunda e talvez de algo mais. Não sei.
Deitei ele e dessa vez escolhi começar com ele de barriga pra cima. Sentei nas pernas dele, deixando a pica dele apoiar de leve contra minha pelve. Comecei a massagear o peito dele e vi como ele mais uma vez se entregava às minhas mãos.
Eu ia descendo até a pélvis dele, chegando quase na pica dele e voltava a subir. Brincava com os pelinhos do peito dele e repetia.
Quando eu me inclinava pra chegar a massagear o pescoço dele, era minha buceta que ficava contra a pica dura dele. Comecei a sentir o calor do membro dele contra meus lábios. Uma umidade apareceu e senti como fui molhando o tronco dele a cada tentativa de acariciar o pescoço.
Tentei me acalmar um pouco, voltei uns centímetros pra trás e acariciava os braços dele, descendo até chegar nas mãos e nos dedos. A aliança no dedo dele deveria ter sido algo que me parasse. O problema é que foi o contrário. Peguei aquela mão e levei até meu peito. Deixei ele tirar o pouco que a camisa cobria e se divertir brincando com meu mamilo.
Ele tinha aberto os olhos e não perdia nenhum detalhe. centímetro do meu corpo. Ele desabotoou minha camisa e me deixou completamente nua em cima dele.
Eu continuei com minha massagem no peito dele. Ele, no meu.
"Ceci, posso te pedir mais um favor?" ele disse com a voz entrecortada...
"Sim, Migue" com voz suave enquanto me aproximava da boca dele com as mãos no peito dele e nossos sexos novamente frente a frente.
"Você me faz gozar?"
Nunca tão poucas palavras me deixaram tão excitada. Uma frase me fez ficar molhada, literalmente.
Dei um beijo bem pequenininho, quase um selinho nos lábios dele e desci da cama.
Me ajoelhei na beira da cama e puxei ele pra mais perto. Dessa vez, não ia masturbá-lo. Tava com vontade de chupá-lo. Então foi isso que fiz. Aproximei meus lábios da cabecinha dele e comecei a descer dando beijos. Chegava até a base do tronco e seguia até as bolas dele. Comecei a intercalar os beijos com lambidas, fui subindo e descendo, percorrendo toda a pica dele com minha língua. As veias estavam marcadas e eu amava isso.
Quando vi que ele tava prestes a explodir, dei o gosto e engoli a pica toda dele sem dar tempo de pensar. Ele revirou os olhos e se agarrou forte no lençol. Aí comecei a chupá-lo com toda velocidade. Eu me segurava firme na cintura dele e a pica dele sumia entre meus lábios.
Ele ofegava, respirava entrecortado e suspirava.
A cada vez a intensidade crescia e ele ficava mais louco.
Enquanto eu continuava devorando a glande toda dele, ele pela primeira vez tomou o controle. Puxou meu cabelo e me tirou, deixando uma ponte fininha de saliva entre meus lábios e a pica dele. Ele se levantou, apontou a pica pra minha boca e começou a me foder segurando minha cabeça.
Glu glu glu glu... Era só o que se ouvia.
Glu glu glu continuava.
Glu glu glu glu glu... A única coisa que eu sentia, além da pica dele na minha garganta, era a saliva escorrendo pelos meus peitos.
Eu continuava recebendo aquela penetração oral a qual ele me submetia. Algumas lágrimas caíam dos meus olhos por causa da asfixia, mas nunca pensei em parar de oferecer minha boca pra ele.
Glub glub glub glub...
Até que ele tirou e, batendo uma punheta na minha cara, começou a soltar fios de porra que foram parar na minha testa, nariz, lábios e peitos. O banho que eu tinha tomado tinha perdido o sentido. Eu estava suada, despenteada e cheia de porra.
Ele não se contentou, encostou nos meus lábios o pau dele, que já tinha parado de gozar, e com um movimento de quadril, empurrou pra eu abrir a boca e limpar ele.
Cumpri. Ironicamente, agora eu era a única coberta de porra.
Ele caiu exausto na cama. Eu entrei no chuveiro de novo e, quando saí, ele estava me esperando novamente impecável de terno.
Dessa vez, presenteei ele com toda a minha nudez enquanto arrumava minhas coisas e me trocava.
Ele só sentou pra olhar e apreciar.
Já com todas as minhas coisas organizadas, me troquei e vesti minha roupa original.
Voltamos pro centro e ele me deixou na residência quase 11 da noite.
Que otária que nunca aprende, sai do carro e agradeci ele por tudo.
"Ceci, espera! Não te paguei. Toma"
Ele me deu um envelope com o logo da empresa e mais 1500 dólares. O mais engraçado foi que ele entregou com a mão que usava a aliança. A mesma mão que horas depois estava sobre meus peitos.
Entrei na residência, fui pro meu quarto e, quase como um ritual, tirei a roupa e me masturbei até gozar.
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