Já tinha resolvido a questão da baixa médica dois dias depois. Me despedi das minhas duas colegas pelo WhatsApp, principalmente da Nuria, com quem tinha uma amizade muito boa, e disse que quando voltasse algum dia a ligaria para nos vermos. Eu já sabia que isso não ia ser possível. No mesmo dia, procurei um endocrinologista particular. Depois de várias opções, optei por uma mulher – pensei que me sentiria mais segura sendo ela mulher. Marcaram a consulta para duas semanas depois. Expliquei tudo primeiro ao Ismael e depois à Lucía.
- Você tá indo muito rápido, gata.
- Sim, Ismael, quero deixar tudo bem amarrado logo.
- Agora que tá tudo encaminhado, quero te propor uma coisa. Você tá sem trabalho e, como é contadora, que tal trabalhar comigo na minha empresa?
- Sério que você tá me dizendo isso?
- Claro! Deixaríamos de depender de um escritório de contabilidade pra cuidar disso e você faria o serviço. E quando não tiver serviço, seria minha secretária. O que acha?
- Vou adorar ser sua secretária.
- Então você começa assim que acabarem as férias.
- Sim, que ótimo!
Quando a Gloria e o Alberto chegaram, durante a viagem decidiram morar juntos. O Alberto foi com a Gloria pro nosso apartamento e eu fiquei com o Ismael. Nesse ponto, comecei uma vida nova. Mudei meu número de celular, mas guardei alguns números importantes caso no futuro quisesse entrar em contato com algum deles. Parei de publicar nas redes sociais do Jesus – não fechei as contas pra olhar de vez em quando, além de que nelas tinha um passado que não queria apagar.
A primeira consulta com a endocrinologista foi boa. Ela pediu exames e uma semana depois comecei minha transição tomando hormônios. Meu próximo passo foi fazer a mudança de nome. Levei três meses pra resolver toda a papelada e meu nome já ficou registrado como Susy em todos os meus documentos.
As primeiras mudanças que notei foram nos mamilos – ficaram mais sensíveis e o atrito incomodava. Com dois meses, meu humor mudava do nada: de feliz eu passava a chorar. Com facilidade, enquanto em casa eu já levava uma vida completa de mulher, adorava fazer minhas tarefas domésticas, embora agora eu trabalhasse com Ismael e ele me ajudasse a fazê-las à tarde. A vida sexual era perfeita. Assim foram passando os meses. Meu corpo havia mudado bastante em um ano: eu tinha seios pequenos mas bonitos, meus quadris haviam alargado um pouco e minha bunda estava mais empinada. Meu pênis parou de ter ereções, eu sempre o mantinha trancado na minha chavinha. Ismael já me perguntou várias vezes por que eu não tirava a chavinha, que ele não se importava, mas eu preferia usá-la, me sentia confortável com ela.
Aos 12 meses, conversei com a endocrinologista para que ela me aconselhasse sobre colocar silicone. Com sua ajuda e bem orientada por ela, dois meses depois coloquei próteses de 500 gramas em cada seio. A primeira semana foi horrível, eu não conseguia nem me mexer de tanta dor, mas tem que sofrer pelo que a gente deseja. Meio ano depois, em uma das minhas consultas com a endocrinologista para ver os resultados dos últimos exames que ela havia pedido:
— Está tudo perfeito, Susy. E então, está contente com seus seios?
— Estou encantada, muito feliz.
— E não pensou em fazer uma vaginoplastia?
— Já, passou pela minha cabeça, mas tenho um certo medo.
— Eu comento isso porque você sempre foi muito aberta comigo, me explicou tudo, e não vejo como saudável você usar sempre essa jaula de castidade, por higiene e tudo mais. Seu pênis é inútil, você não o usa para nada além de urinar.
— Sim, eu sei, mas como te falei, tenho um certo receio.
— Pense bem e me liga. Posso colocar você em contato com um cirurgião amigo que pode explicar todo o processo, e aí você decide.
— Para ter informação, tudo bem.
Ela me ligou no dia seguinte e disse que eu tinha consulta marcada em uma semana com seu amigo cirurgião. Naquele dia, Lucía me acompanhou. A explicação, na verdade, me deu um pouco de angústia, mas ele disse que era segura e que eu ficaria com uma reconstrução da vagina idêntica à de uma mulher biológica. Saímos da... lá dizendo que ainda precisava pensar bem, que continuava com dúvidas sobre a operação, mas a verdade é que fiquei bem convencida, depois de conversar com a Lucía voltando pra casa e depois com meu parceiro Ismael. Dois dias depois liguei pro Alejandro, era o nome do cirurgião, e ele marcou uma consulta na clínica privada 10 dias depois. Ele fez uma inspeção no meu pênis, realizou várias análises, examinaram tudo pra ver se eu tinha AIDS ou qualquer doença e um mês depois eu entrava no centro cirúrgico. Me acompanharam Ismael, Gloria e Lucía. Quando percebi, estava acordando na sala de recuperação, me levaram pra um quarto, me sentia fraca. Mais tarde veio o Alejandro e me explicou que tudo tinha saído perfeito, não sentia nenhum incômodo forte só pequenas dores, a medicação era forte. Em 4 dias pude me ver bem sem nada entre as pernas, 3 dias depois me deram alta. Ismael estava viajando a trabalho, então veio a Lucía me buscar pra casa, ela esteve comigo todos os dias na clínica, me ajudou a me higienizar e me vestir, já em casa. - Me ajuda a tirar a roupa, quero me ver bem e me olhar no espelho. - Claro que sim. Ela me ajudou a tirar a roupa, me olhei sentada minha buceta nova, me levantei devagar e me olhei no espelho em pé, vi uma mulher completa, com seus seios, sua vagina e comecei a chorar, Lucía me abraçou. - Por que tá chorando agora? - Tô chorando de felicidade. - Pois se é por isso para de fazer isso e sorri, quero te ver feliz. - Eu sei Lucía, e obrigada por estar sempre do meu lado, você é uma grande amiga. - Você também pra mim, e olha que vai me fazer chorar também. Os dias foram passando, pareciam longos em casa, tinha que ficar colocando os dilatadores na minha buceta e mantê-la sempre lubrificada, no dia do meu aniversário um mês depois da operação, de manhã entrei na minha antiga conta do Facebook, vi várias felicitações e amigos que tinham me escrito durante um ano que eu não entrava no Messenger perguntando onde Estava que não sabiam nada de mim, não respondi ninguém, mas tinha muitas mensagens da Nuria, minha antiga colega de trabalho. Ela dizia que tinha me mandado WhatsApps que não chegavam e tentou aqui pelo Messenger. Ela tinha deixado o trabalho também e decidi responder. Falei com ela, ela pediu meu número de celular. Dei uma desculpa que agora não tinha celular, que tinha perdido, mas que se ela quisesse, a gente podia marcar de se ver. Não expliquei nada da minha nova vida, e marcamos de nos encontrar dois dias depois numa cafeteria.
Cheguei antes dela e fiquei esperando em pé na porta do bar. Vi ela chegando, sentou na varanda e acendeu um cigarro. Fiquei olhando pra ela, ela me olhou mas não me reconheceu. Chegou o garçom e perguntou o que ela ia tomar. Ela disse que estava esperando um amigo e que pedia quando chegasse. Sorri olhando pra ela, ela me olhou de novo, desviou o olhar e olhou pra mim outra vez. Foi aí que me aproximei.
- Oi, Nuria.
- Oi, a gente se conhece?
- Claro, a gente marcou de tomar um café. Olha bem pra mim.
- Espera, você é o Jesús?
- É, bom, meu nome agora é Susy.
Ela ficou boquiaberta me olhando. Me aproximei dela pra dar dois beijos.
- Tô em choque, não acredito, não sei o que dizer, fiquei em branco.
- Calma, que surpresa, né? Agora eu te ponho a par.
Expliquei tudo tomando umas cervejas, ela não saía do espanto.
- E é isso, Nuria.
- Você me surpreendeu muito, sério, não tava esperando.
- Bom, então o que você achou da minha mudança?
- Tô muito surpresa, sério, nunca teria te reconhecido. Você tá muito gata.
Passamos a tarde juntas e botamos o papo em dia. Os dias foram passando, e um mês e meio depois da operação, em casa com o Ismael, sentados no sofá:
- Tenho uma surpresa pra você, gata.
- Ah, é? O quê?
- Dia 12 de fevereiro, sexta-feira, temos horário no cartório pra casar.
- O quêêê?
- Fiquei paralisada.
- Bom, você só vai dizer que sim.
- Não tava esperando, você podia ter me avisado, assim do nada.
- Aí não seria surpresa.
Ele meteu a mão no Do bolso, ele tirou uma caixinha e, ao abri-la, me olhou nos olhos. "Susy, você quer casar comigo?" "Sim, claro que sim." Ele colocou o anel no meu dedo e me beijou na boca. Aquele beijo me deixou muito putinha, mas eu ainda não podia transar. "Não continua, amor, que você me deixa muito excitada e ainda não podemos fazer sexo." "Desculpa, Susy, sinto muito." Mas eu já estava procurando pelo pau dele dentro da calça. "Mmmm, mas como eu quero chupar isso aqui." "Mmmm, todo seu, minha garota." Eu desabotoei a calça dele, me ajoelhei entre suas pernas e aproveitei seu delicioso pau. Logo depois de gozar de tanto chupá-lo, liguei para a Lucía para explicar que ia me casar com o Ismael.
Os dias passaram rápido e eu não sabia como ir vestida no dia do meu casamento. A Lucía insistia em um vestido longo, mas eu não me convencei de usar longo. No final, dei ouvidos à Lucía e escolhi um vestido simples com mangas de renda que ficava rente ao chão, e lingerie branca de renda com cinta-liga e meias, e uns scarpins brancos de salto agulha. Dois dias antes do casamento, tive revisão médica. Faltavam 6 dias para completar 3 meses da minha vaginoplastia. Minha decepção foi enorme: o médico disse que ainda faltavam uns 10 dias para eu poder ter relações. Eu queria perder minha virgindade com a nova vagina na noite de núpcias.
Chegou o dia. Decidimos ir separados. Saí do apartamento da Gloria, meu antigo apartamento. Entre Gloria, Nuria e Lucía, me ajudaram com tudo, e o Alberto me levou ao cartório com o carro dele. A cerimônia era às 19h; cheguei 10 minutos atrasada. O juiz nos casou em poucos minutos, leu nossos deveres conjugais, depois o consentimento de ambos e assinamos. No casamento, só elas três e seus parceiros compareceram. O Ismael tinha reservado um jantar para todos em um restaurante bonito. Depois de jantar, fomos tomar algo e dançar, mas nos retiramos cedo. Alberto e Gloria nos deixaram na porta da minha penúltima surpresa: um quarto em um hotel luxuoso com vista para o mar. Uma vez no quarto, ele me agarrou pela... cintura e me beijou. - como você está, gata? - feliz. Ele meteu uma mão no bolsillo do casaco. - pega meu último presente. Me entregou um envelope que abri nervosa, não esperava o que poderia ser e comecei a ler. - "Olá Susy, sou Maria, sua endocrinologista. Desejo muita felicidade no seu casamento e seu marido Ismael quis te dar um último presente. Ele falou comigo e eu preparei isso com o médico que fez sua operação de mudança de sexo e só tenho a dizer: aproveite sua noite de núpcias, você já está pronta para ter relações como mulher. Muitas felicidades, Susy." Ao ler, fui me emocionando e comecei a chorar de alegria. Estava preocupada porque pensava que não teria uma noite de casamento perfeita e recebi a maior alegria do dia. - bom, gata, conta o que achou. - caralho, amor, você é muito mau comigo, que sou muito feliz e te amo muito. - ah, então eu sou muito mau e você não gosta que eu seja mau com você? - sim, claro, agora eu te quero bem malvadão. Ele me agarrou pela cintura e me beijou na boca enquanto baixava o zíper do vestido e o tirou, primeiro uma manga, depois a outra, e meu vestido de noiva deslizou lentamente para baixo, ficando apenas na lingerie. - mmm, que linda você está, hoje vou fazer amor com você como uma mulher completa. - te desejo, meu amor. Desabotoei a camisa dele, percorri seu peito com uma mão, tirei-a e desabotoei a calça, deixando-a cair no chão. Toquei seu pau por cima da cueca e fui meter a mão por dentro. - calma, não tão rápido, gata, hoje quero fazer você aproveitar. Me deitou na cama, deitou ao meu lado, começou a me beijar acariciando meu corpo. Uma de suas mãos acariciava meus seios por cima do sutiã primeiro e depois por baixo; com a outra, desabotoou e tirou. Desceu pelo meu pescoço, beijando, chupando, até chegar aos meus seios, chupando meus mamilos, enquanto uma mão descia pela minha barriga para baixo, chegou à minha calcinha e lentamente foi descendo por cima dela até chegar à minha virilha, tocando minha... Buceta por cima um momento, seguiu até meu cú, apertou, esfregou e voltou para minha barriga, descendo a mão e metendo por dentro da calcinha até chegar no meu grelo. Acariciou por cima, senti quando meteu um dedo, depois dois, me masturbava. Eu só sentia um leve formigamento, mas gostava, e com as chupadas no meu peito, o prazer já me deixava muito putinha. Tirou os dedos, desceu minha calcinha e a removeu. Era a primeira vez que tirava para transar. Antes da operação, eu não gostava que tirasse. Agora era diferente, tinha buceta, e o único pau que ia ver entre minhas pernas era o dele. Isso me excitava muito só de pensar. Ele se meteu entre minhas pernas.
— Tá pronta, gata?
— Sim, mas com cuidado.
Senti a ponta na entrada da minha buceta virgem. Levantei um pouco a cabeça para ver como ele metia. Me senti estranha naquele momento, vendo o pau dele na minha virilha lisa, com uma frestinha no meio. Notei como ia entrando, entrou com facilidade, os dilatadores tinham feito seu trabalho. Seus ovos bateram no meu cú, ele tinha metido tudo. Começou a meter e sacar devagar, a sensação que sentia era estranha, sentia dentro de mim como entrava e saía. Ele foi acelerando os movimentos, a sensação aos poucos foi ficando prazerosa, da minha boca já saíam pequenos gemidos.
— Mmmm, que gostoso, continua assim, não para, ahhhh.
— Tá sentindo, minha gata?
— Sim, é estranho, mas eu gosto.
— Tô quase gozar, gata, o que eu faço?
— Siii, amor, não tira, quero dentro.
— Tem certeza?
— Sim, quero saber como é a sensação da sua porra na minha buceta.
— Hummmmm, ufff, vou gozar já, gata.
— Sim, mmmm, sim, querido, que gostoso, mmmm, me deixa bem grávidinha, sinto dentro, como enche minha buceta.
Ele deixou o pau dentro e se jogou em cima de mim para me beijar.
— Você gostou, gata?
— Sim, muito, sou a mulher mais feliz do mundo, agora sim me sinto completamente mulher.
— Fico feliz em te fazer feliz.
Ele deitou ao meu lado e acariciou meus peitos. Eu sentia curiosidade, desci uma das minhas mãos... Toquei minha buceta, estava totalmente molhada e cheia de porra. — O que você está fazendo, gata? — Nada, só curiosidade de tocar pra ver como está. — E como está? — Bem molhada com a porra do meu homem e muito quente. — Mmm, e quem é seu homem? — Você, seu bobinho hahaha, e estou com muita vontade de homem. — Ahhh é? E o que você vai fazer? Peguei o pau dele com uma mão, estava escorregadio, fui masturbando devagar. — Primeiro isso, como eu gosto de tê-lo na mão — enquanto desci direto até ele e dei uma chupadinha na ponta — e agora uma boa mamada. — Mmmm, minha garota gulosa. Enquanto o masturbava com uma mão, desci até os ovos dele e comecei a chupá-los, coloquei na boca e chupei bem, o pau dele ficou bem duro rapidinho, subi chupando ele todo até a ponta, fui chupando enquanto olhava pra cara dele, me entreter na ponta é o que mais gosto, que minha boca vai ficando impregnada daquele líquido tão gostoso e viscoso que faz os lábios deslizarem no pau, quando ouvi ele gemer fui enfiando ele inteiro na boca até chegar no fundo da garganta, acelerei meus movimentos e poucos minutos depois recebi meu prêmio: a porra gostosa dele na minha boca, que engoli sem desperdiçar uma gota. — Gata, você é uma gulosa insaciável. — Sim, amor, você já sabe. Continuei masturbando enquanto voltava a chupar a ponta até deixá-lo duro de novo. — O garoto está pronto outra vez. Me levantei, abri minhas pernas e me coloquei por cima. — Minha buceta está doida pra cavalgar nesse pau lindo. — Todo seu, putinha. Coloquei a ponta na entrada da minha buceta e fui descendo devagar até ficar sentada sobre ele com o pau todo dentro de mim, comecei a cavalgar enquanto olhava nos olhos do meu homem e a gente se via aproveitando. — Que delícia, amor, sua putinha está muito quente. — Continua, não para, putinha, eu também estou. Desci de cima e me coloquei de quatro. — Agora é sua vez, garoto, me fode assim, bem putinha. — Sim, minha putinha safada. Ele me agarrou pela cintura e dessa vez enfiou de uma vez na buceta, coisa que... Ele me fez soltar um grito de prazer, dessa vez ele me deu bem forte, o corpo dele batia contra minha bunda, eu sentia o pau dele bem fundo, ele me fazia gemer de prazer.
- Você gosta, putinha.
- Sim, mmmm muito, não para, assim assim ahhh que gostoso.
- Tô quase gozando, gata.
- Sim, continua assim mmmm mais rápido, gato.
- Não aguento mais, vou gozar.
- Siiiim, que gostoso, sinto sua porra na minha buceta, adoro, te amo.
- Eu também te amo, gata.
Ficamos um tempinho deitados na cama abraçados, depois levantamos para sair na varanda fumar um cigarro e pegar um cubata da geladeira do hotel. Ele vestiu a cueca e eu a calcinha, e assim saímos na varanda. Relaxamos um pouco e, depois de ir ao banheiro, voltamos pra cama dormir. Acordei toda molhada ao amanhecer, fui ao banheiro e a calcinha estava encharcada da porra que minha buceta tinha expelido. Fiquei nua, tomei um banho e acordei o Ismael fazendo um boquete. Damos uma última transada, me vesti com a roupa que meu marido tinha deixado no hotel para podermos trocar no dia seguinte do casamento, e fomos para nosso doce lar.
FIM
- Você tá indo muito rápido, gata.
- Sim, Ismael, quero deixar tudo bem amarrado logo.
- Agora que tá tudo encaminhado, quero te propor uma coisa. Você tá sem trabalho e, como é contadora, que tal trabalhar comigo na minha empresa?
- Sério que você tá me dizendo isso?
- Claro! Deixaríamos de depender de um escritório de contabilidade pra cuidar disso e você faria o serviço. E quando não tiver serviço, seria minha secretária. O que acha?
- Vou adorar ser sua secretária.
- Então você começa assim que acabarem as férias.
- Sim, que ótimo!
Quando a Gloria e o Alberto chegaram, durante a viagem decidiram morar juntos. O Alberto foi com a Gloria pro nosso apartamento e eu fiquei com o Ismael. Nesse ponto, comecei uma vida nova. Mudei meu número de celular, mas guardei alguns números importantes caso no futuro quisesse entrar em contato com algum deles. Parei de publicar nas redes sociais do Jesus – não fechei as contas pra olhar de vez em quando, além de que nelas tinha um passado que não queria apagar.
A primeira consulta com a endocrinologista foi boa. Ela pediu exames e uma semana depois comecei minha transição tomando hormônios. Meu próximo passo foi fazer a mudança de nome. Levei três meses pra resolver toda a papelada e meu nome já ficou registrado como Susy em todos os meus documentos.
As primeiras mudanças que notei foram nos mamilos – ficaram mais sensíveis e o atrito incomodava. Com dois meses, meu humor mudava do nada: de feliz eu passava a chorar. Com facilidade, enquanto em casa eu já levava uma vida completa de mulher, adorava fazer minhas tarefas domésticas, embora agora eu trabalhasse com Ismael e ele me ajudasse a fazê-las à tarde. A vida sexual era perfeita. Assim foram passando os meses. Meu corpo havia mudado bastante em um ano: eu tinha seios pequenos mas bonitos, meus quadris haviam alargado um pouco e minha bunda estava mais empinada. Meu pênis parou de ter ereções, eu sempre o mantinha trancado na minha chavinha. Ismael já me perguntou várias vezes por que eu não tirava a chavinha, que ele não se importava, mas eu preferia usá-la, me sentia confortável com ela.
Aos 12 meses, conversei com a endocrinologista para que ela me aconselhasse sobre colocar silicone. Com sua ajuda e bem orientada por ela, dois meses depois coloquei próteses de 500 gramas em cada seio. A primeira semana foi horrível, eu não conseguia nem me mexer de tanta dor, mas tem que sofrer pelo que a gente deseja. Meio ano depois, em uma das minhas consultas com a endocrinologista para ver os resultados dos últimos exames que ela havia pedido:
— Está tudo perfeito, Susy. E então, está contente com seus seios?
— Estou encantada, muito feliz.
— E não pensou em fazer uma vaginoplastia?
— Já, passou pela minha cabeça, mas tenho um certo medo.
— Eu comento isso porque você sempre foi muito aberta comigo, me explicou tudo, e não vejo como saudável você usar sempre essa jaula de castidade, por higiene e tudo mais. Seu pênis é inútil, você não o usa para nada além de urinar.
— Sim, eu sei, mas como te falei, tenho um certo receio.
— Pense bem e me liga. Posso colocar você em contato com um cirurgião amigo que pode explicar todo o processo, e aí você decide.
— Para ter informação, tudo bem.
Ela me ligou no dia seguinte e disse que eu tinha consulta marcada em uma semana com seu amigo cirurgião. Naquele dia, Lucía me acompanhou. A explicação, na verdade, me deu um pouco de angústia, mas ele disse que era segura e que eu ficaria com uma reconstrução da vagina idêntica à de uma mulher biológica. Saímos da... lá dizendo que ainda precisava pensar bem, que continuava com dúvidas sobre a operação, mas a verdade é que fiquei bem convencida, depois de conversar com a Lucía voltando pra casa e depois com meu parceiro Ismael. Dois dias depois liguei pro Alejandro, era o nome do cirurgião, e ele marcou uma consulta na clínica privada 10 dias depois. Ele fez uma inspeção no meu pênis, realizou várias análises, examinaram tudo pra ver se eu tinha AIDS ou qualquer doença e um mês depois eu entrava no centro cirúrgico. Me acompanharam Ismael, Gloria e Lucía. Quando percebi, estava acordando na sala de recuperação, me levaram pra um quarto, me sentia fraca. Mais tarde veio o Alejandro e me explicou que tudo tinha saído perfeito, não sentia nenhum incômodo forte só pequenas dores, a medicação era forte. Em 4 dias pude me ver bem sem nada entre as pernas, 3 dias depois me deram alta. Ismael estava viajando a trabalho, então veio a Lucía me buscar pra casa, ela esteve comigo todos os dias na clínica, me ajudou a me higienizar e me vestir, já em casa. - Me ajuda a tirar a roupa, quero me ver bem e me olhar no espelho. - Claro que sim. Ela me ajudou a tirar a roupa, me olhei sentada minha buceta nova, me levantei devagar e me olhei no espelho em pé, vi uma mulher completa, com seus seios, sua vagina e comecei a chorar, Lucía me abraçou. - Por que tá chorando agora? - Tô chorando de felicidade. - Pois se é por isso para de fazer isso e sorri, quero te ver feliz. - Eu sei Lucía, e obrigada por estar sempre do meu lado, você é uma grande amiga. - Você também pra mim, e olha que vai me fazer chorar também. Os dias foram passando, pareciam longos em casa, tinha que ficar colocando os dilatadores na minha buceta e mantê-la sempre lubrificada, no dia do meu aniversário um mês depois da operação, de manhã entrei na minha antiga conta do Facebook, vi várias felicitações e amigos que tinham me escrito durante um ano que eu não entrava no Messenger perguntando onde Estava que não sabiam nada de mim, não respondi ninguém, mas tinha muitas mensagens da Nuria, minha antiga colega de trabalho. Ela dizia que tinha me mandado WhatsApps que não chegavam e tentou aqui pelo Messenger. Ela tinha deixado o trabalho também e decidi responder. Falei com ela, ela pediu meu número de celular. Dei uma desculpa que agora não tinha celular, que tinha perdido, mas que se ela quisesse, a gente podia marcar de se ver. Não expliquei nada da minha nova vida, e marcamos de nos encontrar dois dias depois numa cafeteria.
Cheguei antes dela e fiquei esperando em pé na porta do bar. Vi ela chegando, sentou na varanda e acendeu um cigarro. Fiquei olhando pra ela, ela me olhou mas não me reconheceu. Chegou o garçom e perguntou o que ela ia tomar. Ela disse que estava esperando um amigo e que pedia quando chegasse. Sorri olhando pra ela, ela me olhou de novo, desviou o olhar e olhou pra mim outra vez. Foi aí que me aproximei.
- Oi, Nuria.
- Oi, a gente se conhece?
- Claro, a gente marcou de tomar um café. Olha bem pra mim.
- Espera, você é o Jesús?
- É, bom, meu nome agora é Susy.
Ela ficou boquiaberta me olhando. Me aproximei dela pra dar dois beijos.
- Tô em choque, não acredito, não sei o que dizer, fiquei em branco.
- Calma, que surpresa, né? Agora eu te ponho a par.
Expliquei tudo tomando umas cervejas, ela não saía do espanto.
- E é isso, Nuria.
- Você me surpreendeu muito, sério, não tava esperando.
- Bom, então o que você achou da minha mudança?
- Tô muito surpresa, sério, nunca teria te reconhecido. Você tá muito gata.
Passamos a tarde juntas e botamos o papo em dia. Os dias foram passando, e um mês e meio depois da operação, em casa com o Ismael, sentados no sofá:
- Tenho uma surpresa pra você, gata.
- Ah, é? O quê?
- Dia 12 de fevereiro, sexta-feira, temos horário no cartório pra casar.
- O quêêê?
- Fiquei paralisada.
- Bom, você só vai dizer que sim.
- Não tava esperando, você podia ter me avisado, assim do nada.
- Aí não seria surpresa.
Ele meteu a mão no Do bolso, ele tirou uma caixinha e, ao abri-la, me olhou nos olhos. "Susy, você quer casar comigo?" "Sim, claro que sim." Ele colocou o anel no meu dedo e me beijou na boca. Aquele beijo me deixou muito putinha, mas eu ainda não podia transar. "Não continua, amor, que você me deixa muito excitada e ainda não podemos fazer sexo." "Desculpa, Susy, sinto muito." Mas eu já estava procurando pelo pau dele dentro da calça. "Mmmm, mas como eu quero chupar isso aqui." "Mmmm, todo seu, minha garota." Eu desabotoei a calça dele, me ajoelhei entre suas pernas e aproveitei seu delicioso pau. Logo depois de gozar de tanto chupá-lo, liguei para a Lucía para explicar que ia me casar com o Ismael.
Os dias passaram rápido e eu não sabia como ir vestida no dia do meu casamento. A Lucía insistia em um vestido longo, mas eu não me convencei de usar longo. No final, dei ouvidos à Lucía e escolhi um vestido simples com mangas de renda que ficava rente ao chão, e lingerie branca de renda com cinta-liga e meias, e uns scarpins brancos de salto agulha. Dois dias antes do casamento, tive revisão médica. Faltavam 6 dias para completar 3 meses da minha vaginoplastia. Minha decepção foi enorme: o médico disse que ainda faltavam uns 10 dias para eu poder ter relações. Eu queria perder minha virgindade com a nova vagina na noite de núpcias.
Chegou o dia. Decidimos ir separados. Saí do apartamento da Gloria, meu antigo apartamento. Entre Gloria, Nuria e Lucía, me ajudaram com tudo, e o Alberto me levou ao cartório com o carro dele. A cerimônia era às 19h; cheguei 10 minutos atrasada. O juiz nos casou em poucos minutos, leu nossos deveres conjugais, depois o consentimento de ambos e assinamos. No casamento, só elas três e seus parceiros compareceram. O Ismael tinha reservado um jantar para todos em um restaurante bonito. Depois de jantar, fomos tomar algo e dançar, mas nos retiramos cedo. Alberto e Gloria nos deixaram na porta da minha penúltima surpresa: um quarto em um hotel luxuoso com vista para o mar. Uma vez no quarto, ele me agarrou pela... cintura e me beijou. - como você está, gata? - feliz. Ele meteu uma mão no bolsillo do casaco. - pega meu último presente. Me entregou um envelope que abri nervosa, não esperava o que poderia ser e comecei a ler. - "Olá Susy, sou Maria, sua endocrinologista. Desejo muita felicidade no seu casamento e seu marido Ismael quis te dar um último presente. Ele falou comigo e eu preparei isso com o médico que fez sua operação de mudança de sexo e só tenho a dizer: aproveite sua noite de núpcias, você já está pronta para ter relações como mulher. Muitas felicidades, Susy." Ao ler, fui me emocionando e comecei a chorar de alegria. Estava preocupada porque pensava que não teria uma noite de casamento perfeita e recebi a maior alegria do dia. - bom, gata, conta o que achou. - caralho, amor, você é muito mau comigo, que sou muito feliz e te amo muito. - ah, então eu sou muito mau e você não gosta que eu seja mau com você? - sim, claro, agora eu te quero bem malvadão. Ele me agarrou pela cintura e me beijou na boca enquanto baixava o zíper do vestido e o tirou, primeiro uma manga, depois a outra, e meu vestido de noiva deslizou lentamente para baixo, ficando apenas na lingerie. - mmm, que linda você está, hoje vou fazer amor com você como uma mulher completa. - te desejo, meu amor. Desabotoei a camisa dele, percorri seu peito com uma mão, tirei-a e desabotoei a calça, deixando-a cair no chão. Toquei seu pau por cima da cueca e fui meter a mão por dentro. - calma, não tão rápido, gata, hoje quero fazer você aproveitar. Me deitou na cama, deitou ao meu lado, começou a me beijar acariciando meu corpo. Uma de suas mãos acariciava meus seios por cima do sutiã primeiro e depois por baixo; com a outra, desabotoou e tirou. Desceu pelo meu pescoço, beijando, chupando, até chegar aos meus seios, chupando meus mamilos, enquanto uma mão descia pela minha barriga para baixo, chegou à minha calcinha e lentamente foi descendo por cima dela até chegar à minha virilha, tocando minha... Buceta por cima um momento, seguiu até meu cú, apertou, esfregou e voltou para minha barriga, descendo a mão e metendo por dentro da calcinha até chegar no meu grelo. Acariciou por cima, senti quando meteu um dedo, depois dois, me masturbava. Eu só sentia um leve formigamento, mas gostava, e com as chupadas no meu peito, o prazer já me deixava muito putinha. Tirou os dedos, desceu minha calcinha e a removeu. Era a primeira vez que tirava para transar. Antes da operação, eu não gostava que tirasse. Agora era diferente, tinha buceta, e o único pau que ia ver entre minhas pernas era o dele. Isso me excitava muito só de pensar. Ele se meteu entre minhas pernas.
— Tá pronta, gata?
— Sim, mas com cuidado.
Senti a ponta na entrada da minha buceta virgem. Levantei um pouco a cabeça para ver como ele metia. Me senti estranha naquele momento, vendo o pau dele na minha virilha lisa, com uma frestinha no meio. Notei como ia entrando, entrou com facilidade, os dilatadores tinham feito seu trabalho. Seus ovos bateram no meu cú, ele tinha metido tudo. Começou a meter e sacar devagar, a sensação que sentia era estranha, sentia dentro de mim como entrava e saía. Ele foi acelerando os movimentos, a sensação aos poucos foi ficando prazerosa, da minha boca já saíam pequenos gemidos.
— Mmmm, que gostoso, continua assim, não para, ahhhh.
— Tá sentindo, minha gata?
— Sim, é estranho, mas eu gosto.
— Tô quase gozar, gata, o que eu faço?
— Siii, amor, não tira, quero dentro.
— Tem certeza?
— Sim, quero saber como é a sensação da sua porra na minha buceta.
— Hummmmm, ufff, vou gozar já, gata.
— Sim, mmmm, sim, querido, que gostoso, mmmm, me deixa bem grávidinha, sinto dentro, como enche minha buceta.
Ele deixou o pau dentro e se jogou em cima de mim para me beijar.
— Você gostou, gata?
— Sim, muito, sou a mulher mais feliz do mundo, agora sim me sinto completamente mulher.
— Fico feliz em te fazer feliz.
Ele deitou ao meu lado e acariciou meus peitos. Eu sentia curiosidade, desci uma das minhas mãos... Toquei minha buceta, estava totalmente molhada e cheia de porra. — O que você está fazendo, gata? — Nada, só curiosidade de tocar pra ver como está. — E como está? — Bem molhada com a porra do meu homem e muito quente. — Mmm, e quem é seu homem? — Você, seu bobinho hahaha, e estou com muita vontade de homem. — Ahhh é? E o que você vai fazer? Peguei o pau dele com uma mão, estava escorregadio, fui masturbando devagar. — Primeiro isso, como eu gosto de tê-lo na mão — enquanto desci direto até ele e dei uma chupadinha na ponta — e agora uma boa mamada. — Mmmm, minha garota gulosa. Enquanto o masturbava com uma mão, desci até os ovos dele e comecei a chupá-los, coloquei na boca e chupei bem, o pau dele ficou bem duro rapidinho, subi chupando ele todo até a ponta, fui chupando enquanto olhava pra cara dele, me entreter na ponta é o que mais gosto, que minha boca vai ficando impregnada daquele líquido tão gostoso e viscoso que faz os lábios deslizarem no pau, quando ouvi ele gemer fui enfiando ele inteiro na boca até chegar no fundo da garganta, acelerei meus movimentos e poucos minutos depois recebi meu prêmio: a porra gostosa dele na minha boca, que engoli sem desperdiçar uma gota. — Gata, você é uma gulosa insaciável. — Sim, amor, você já sabe. Continuei masturbando enquanto voltava a chupar a ponta até deixá-lo duro de novo. — O garoto está pronto outra vez. Me levantei, abri minhas pernas e me coloquei por cima. — Minha buceta está doida pra cavalgar nesse pau lindo. — Todo seu, putinha. Coloquei a ponta na entrada da minha buceta e fui descendo devagar até ficar sentada sobre ele com o pau todo dentro de mim, comecei a cavalgar enquanto olhava nos olhos do meu homem e a gente se via aproveitando. — Que delícia, amor, sua putinha está muito quente. — Continua, não para, putinha, eu também estou. Desci de cima e me coloquei de quatro. — Agora é sua vez, garoto, me fode assim, bem putinha. — Sim, minha putinha safada. Ele me agarrou pela cintura e dessa vez enfiou de uma vez na buceta, coisa que... Ele me fez soltar um grito de prazer, dessa vez ele me deu bem forte, o corpo dele batia contra minha bunda, eu sentia o pau dele bem fundo, ele me fazia gemer de prazer.
- Você gosta, putinha.
- Sim, mmmm muito, não para, assim assim ahhh que gostoso.
- Tô quase gozando, gata.
- Sim, continua assim mmmm mais rápido, gato.
- Não aguento mais, vou gozar.
- Siiiim, que gostoso, sinto sua porra na minha buceta, adoro, te amo.
- Eu também te amo, gata.
Ficamos um tempinho deitados na cama abraçados, depois levantamos para sair na varanda fumar um cigarro e pegar um cubata da geladeira do hotel. Ele vestiu a cueca e eu a calcinha, e assim saímos na varanda. Relaxamos um pouco e, depois de ir ao banheiro, voltamos pra cama dormir. Acordei toda molhada ao amanhecer, fui ao banheiro e a calcinha estava encharcada da porra que minha buceta tinha expelido. Fiquei nua, tomei um banho e acordei o Ismael fazendo um boquete. Damos uma última transada, me vesti com a roupa que meu marido tinha deixado no hotel para podermos trocar no dia seguinte do casamento, e fomos para nosso doce lar.
FIM
0 comentários - Minha esposa me pega vestido e me feminiza, toda uma mulher