Garota simples (5)

Saí de lá com mil dólares no bolso e as mãos cheirando a porra de um desconhecido há duas horas atrás. Pra piorar, meu novo amigo era casado e eu tava andando pelo hotel com o gozo dele entre meus peitos, só salva pelo moletom da NBA que meu irmão tinha me dado.

Voltei pra casa e, entrando feito uma penetra, fui correndo pro chuveiro tirar a porra já seca entre meus peitos. Lavei umas roupas na água quente pra evitar manchas e saí relaxada, quase superando a experiência de ter sido uma puta por uma hora.

BIANCA. Pensei.

Meu cérebro, no relaxamento, deu espaço pro grande problema que vinha me perturbando no último dia. Ajudar minha amiga sem decepcionar meu irmão.

Quase como numa conexão (bem inoportuna) de melhores amigas, chegou a mensagem clássica dela. "Indo", ela tava vindo pra minha casa lanchar. Como eu ia olhar na cara dela? Como ia mentir fingindo que tava tudo bem?

Os minutos passaram e eu ainda de toalha sentada na cama. Consegui reagir e vesti uma tanga preta e uma camiseta velha que tinha por ali.

Fui colocar a água e preparar o mate pra esperar ela.

"Abreeee éguaaaa" ouvi lá de fora, de um jeito nada sutil.

Abri a porta e ela se jogou num abraço que eu não merecia, como se não tivéssemos nos visto em anos.

"Oi, amiga!" Ela disse, toda animada.

"Oi, Bian!" Tentei imitar a euforia dela, mas sabia que soou falso. Ela deixou passar.

Conversamos como sempre, a fofoca foi me distraindo um pouco, mas eu não parava de pensar como o Franco era tão imbecil de desperdiçar uma mina como ela. Não exagero se digo que ela é o sonho de todo mundo que conheci. Os olhos verdes, o cabelo ruivo, os traços tão delicados e a simpatia de sempre, tudo isso acompanhado de um corpaço de matar com uma raba que ninguém consegue ignorar.

O desprezo pelo Franco era total nesse ponto. Talvez porque ele tinha algo que eu queria. e não dava o valor que ela merecia.

— Tá bem? Te notei viajando, amiga — interrompeu meus pensamentos a Bian.

— Sim, desculpa, tava pensando em nada.

— Então não te incomoda se o Fran passar aqui um pouquinho?

QUÊ.

A vida não podia ser assim, não podia me testar desse jeito. Não tinha resposta em que eu ganhasse. Ou eu tinha que explicar por que não queria que ele viesse, ou colocar minha melhor cara de paisana na frente daquele imbecil.

— Sim, claro! — De novo, meu tom falso passou porque ela deixou passar.

Ele chegou em poucos minutos e eu tentei disfarçar o máximo possível. Tratei ele normal ao receber e fui colocar um shortinho pra, por um descuido, não aparecer nada. Talvez em outro momento eu não me preocupasse, mas a verdade é que ele nem merecia ter essa sorte.

Seguimos tomando chimarrão, a conversa foi como sempre e consegui agir com a maior naturalidade. Mas a vida me deu um sinal.

Bian: — Te notei resfriado, Fran. Tá bem?

Fran: — Tô, tô. Deve ter pegado frio na sexta.

DE NOVO, QUÊ.

Minha amiga não fez as contas nem se ligou no que o namorado dela tinha feito. Sem querer, esqueceu que naquele dia ele "tava doente em casa".

Foi minha hora.

— Fran, mas sexta você não tava na sua casa, e por isso a Bian ficou?

Ele: — Ah, sim, sim, claro. Falei besteira.

Não, não vai escapar agora, filho da puta, mentindo tão fácil.

— Não, pera, tô confusa também. Acho que você tem razão. É que o João me disse que te viu naquela noite. (A gente tinha uns quatro João em comum, joguei a isca.)

Bian: — Pera, como? Se você na sexta me disse que tava doente.

Fran: — Sim, mas saí pra tomar um ar pra ver se passava a náusea.

Pá, começou a quebrar. Era agora. Por sorte, minha amiga percebeu algo estranho.

Bian: — Ah, então, seu idiota. Vaza daqui, ok? Depois a gente fala, mas agora não me fode a tarde com ela.

Ele foi embora e, mal passou pela porta, eu desabafei tudo que sabia pra Bian. Falei pra ela, por favor, não usar a informação. que sabia, mas que aproveitasse o que rolou pra ir fundo no assunto que ia quebrar ele de vez. Que inventasse alguma testemunha igual eu fiz.

Quem quebrou foi ela. Aqueles olhos verdes lindos se encheram de lágrima e ela se jogou no sofá, desabada.

Não queria que vissem ela daquele jeito, levei ela pro meu quarto, abracei ela e pedi desculpa por ter guardado essa informação.

"Fica tranquila, amiga, sei o quanto deve ter sido difícil pra você e percebo que em todo momento você fez o que podia pra me ajudar. Obrigada, te amo de coração"

Ela falou essas palavras e eu só consegui chorar junto com ela. Ela era tão boa, mesmo no pior momento dela, ainda pensava no melhor dos outros.

Ela continuava abraçada em mim feito um bichinho de pelúcia. Eu por nada nesse mundo ia soltar ela naquele momento. Os choros das duas pararam e a gente fez umas piadas sobre chifre e essas coisas. Juntas, a gente tentou dar a outra face.

Bian: "será que eu merecia isso pelo que a gente fez juntas?"

Me deixou pensando. Qual era a diferença? Porque eu era amiga dela ou do mesmo sexo, isso era válido?

Não sabia o que responder. Pensei e falei:

"Olha, você nunca vai merecer uma parada dessas, isso é certeza. E o que rolou entre a gente, tô muito feliz que aconteceu"

Ela respondeu com um silêncio, um sorriso e um beijo carinhoso. Olhei pra ela e respondi com outro, que foi virando um mais apaixonado e que acabou com nossas línguas desesperadas brincando uma com a outra e as mãos das duas percorrendo o corpo da outra.

Em dois movimentos, ela deixou meus peitos de fora e se jogou pra chupar eles enquanto me esfregava com uma das mãos, por cima do short.

Me entreguei pra ela, sabia que era isso que ela precisava e tava feliz em dar meu corpo inteiro se fosse preciso.

Ela continuou chupando meus bicos, alternando com umas mordidinhas que me davam descargas de prazer. Eu aproveitava pra massagear a bunda dela por cima da roupa até que, quase lendo minha mente, ela se levantou, tirou tudo muito rápido e de um puxão, ele baixou meu short me deixando de fio dental na frente dela.
"Que gostosa que você é" ela me disse. Admirando meu corpo naquele momento.
Ela se jogou entre minhas pernas e, afastando o fio dental, me deu uma chupada de pussy inesquecível. Enquanto brincava com a linguinha, foi enfiando dedos na minha pussy e na minha bunda. Brincou com meus peitos e com cada centímetro do meu corpo que achou que pudesse me estimular.
Eu, em troca, enquanto mordia o travesseiro, dei uma gozada na boquinha dela como prêmio por tamanho desempenho.
Ela, não satisfeita, quase sem pensar, subiu a bunda na minha carinha, apoiou a pussy dela que estava encharcada e começou a esfregar contra meu rosto. Eu esticava a língua tentando alcançar tudo que podia, seja a pussy dela, o cu, o que fosse que ela quisesse colocar na minha frente.
Quando ela deixou a pussy dela paradinha, se inclinou em busca da minha de novo e começamos um 69 que servia pra abafar os gemidos uma da outra. Eu gozei de novo, dessa vez junto com ela, que caiu exausta em cima de mim. Já tinha passado quase uma hora que a gente tava se dando prazer. O cheiro de sexo no quarto era absurdo. Nossos corpos suados mostravam como a gente tinha se divertido. Mas ainda faltava uma coisa. Virei ela de bruços, fiz ela levantar a bunda e comecei a chupar o cu dela.
"Ai, filha da puta, pelo amor de deus, siiiiiim" ela respondeu.
"Não, não, não, por favor não para"
"Vai, vai, vai, vai, mais, mais, mais"
"Ah... Ahhh... Siiiiim"
As frases dela me mostravam que ela amava como minha língua brincava no cu dela, minha amiga tinha a melhor bunda que eu já vi e eu tava feliz em poder consolá-la enquanto aproveitava.
Comecei a enfiar um dedo, dois, três e até quatro. Era incrível como o cu dela só tinha limite na minha imaginação. Fui comendo ela com muita força enquanto continuava chupando a pussy dela de quatro.
Ela jorrou um líquido grosso na minha boca e no meu queixo, até respingou nos meus peitos e em boa parte da cama.

Ela se virou quase com uma mistura de raiva e prazer, se jogou em cima de mim e me beijou com tudo, o beijo mais intenso que a gente já tinha trocado até agora. Entre nossas línguas estavam os fluidos dela. As duas tinham um gostinho de buceta delicioso.

"Valeu, Ceci, eu precisava disso, te amo"

"Também te amo, Bian"

A gente dormiu de novo juntas, como já tinha virado costume. As duas cheias dos fluidos uma da outra, as bucetinhas encharcadas e descabeladas como nunca.

1 comentários - Garota simples (5)

Bellos ardores, infidelidades cruzadas, penetraciones con pasión y una narración que le hace un inmenso honor a tanto fuego.
🔥🔥 adoro tus resúmenes!