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Compêndio IIIDevo admitir que este capítulo não foi fácil de escrever.
Por mais que eu tenha curtido as aulas de sushi com a Cheryl, percebi que outro desejo crescia dentro de mim.
Durante a semana, comecei a me acostumar com o ritual de deixar o Bastián na escola dele.
Conforme o sol soltava seu calor gostoso na entrada da escola, os pais se amontoavam pra deixar os filhos. No meio da multidão barulhenta, a Isabella e a Aisha se destacavam conversando no portão da escola, vestidas com aquelas roupas provocantes de sempre, entretidas em conversas animadas. Me lembravam as meninas gostosas dos meus tempos de escola, distribuindo olhares safados pros caras bonitos, e admito que alegravam minha manhã quando essas duas me davam sorrisos quentes e cheios de promessa.
Mas, apesar da bagunça e das risadas no ar, a Emma roubou minha atenção. Com uma expressão determinada e cansada, cumpria sua rotina matinal na discrição. Se despede com um beijo suave na bochecha e um abraço na filha Karen. Às vezes, me olhava e fazia uns gestos exagerados, mas isso não mudava a caminhada apressada dela até o Uber que a esperava.
A rotina diária da Emma era prova do compromisso firme dela como mãe solteira.
Com o passar da semana, me peguei olhando cada vez mais para essa mulher estoica e admirável. A autossuficiência e humildade dela se destacavam demais em contraste com a dependência de algumas conhecidas da minha esposa, cuja sujeição ao apoio dos outros parecia ofuscar as próprias capacidades delas. A resiliência e a natureza pé no chão da Emma faziam ela se destacar, me deixando pasmo com a dúvida de por que uma mulher tão notável ainda continuava solteira.O que mais me surpreende é a personalidade safada e brincalhona da Emma, uma diferença refrescante das complexidades dos encantos enigmáticos da Isabella. Enquanto Isabella exala atração através do mistério e da manipulação, a honestidade direta e o afeto genuíno da Emma pela filha dela a tornam muito mais gostosa.
Por outro lado, a aparência simples e a visão prática da vida fazem da Emma alguém muito mais acessível e próxima. Diferente da Isabella, cujo estilo de vida rico, com motoristas e empregados que atendem cada mínima necessidade dela, criou uma barreira entre nós, a autenticidade e humildade da Emma preencheram esse vazio, facilitando uma conexão muito mais amigável e cooperativa que transcende as normas sociais.
Resumindo, encontrei na Emma uma alma gêmea: uma mulher cuja resistência, honestidade e calor de coração, parecido com o do meu rouxinol, cativaram meu coração de um jeito que a riqueza e sofisticação da Isabella nunca vão conseguir. Conforme nossa amizade foi crescendo, não consegui resistir aos meus desejos de conhecer mais a Emma e ajudar ela de verdade nas aflições dela, motivo pelo qual, na terça-feira passada, surgiu minha primeira oportunidade.
Naquela manhã, diferente das outras, ela ficou perto da entrada, olhando o relógio impaciente.
Ela vestia uma saia azul de algodão na altura do joelho, que combinava com uma blusa cor de creme, justa até a cintura e complementada por um pingente de prata, que destacava bem as curvas generosas dela.
Mas como estava frio, Vestia uma jaqueta bege leve pra se proteger do frio, com algumas costuras no colarinho e nos punhos, dando um toque de elegância ao visual. Também usava uns mocassins, que deixavam ela se movimentar com mais molejo.
- Bom dia, Emma. Como você tá? - perguntei feliz por finalmente ter a chance de bater um papo mais com ela.oOi, Marco. Tô bem. Tô bem. Só que meu Uber teve que ir embora… — respondeu, sorrindo desanimada.— Vai pro trabalho? Tá atrasada? — perguntei, interessado em poder ajudar uma mulher tão gostosa.oNão! Não! É só que… bem, você sabe… eu queria voltar pra casa logo." — falou meio sem graça.·— E por que você não compra um carro? — Isabella interrompeu, sem que ninguém a convidasse pra nossa conversa.
Como já é costume da nossa visitante intrometida, naquela manhã ela vestia uma minissaia preta justa, realçando as pernas finas e a redondeza da bunda, combinada com uma blusa de seda cor pérola bem apertada, com um drapeado elegante nas curvas que claramente queria chamar atenção pro peitão dela. O decote generoso e as mangas tinham detalhes de renda, que deixavam ela com um ar mais refinado. Claro, usava brincos de argola grandes enfeitados com cristais brilhantes que pegavam a luz a cada movimento. E pra completar, saltos agulha pra alongar a silhueta, como se ela precisasse se destacar ainda mais por cima do cabelo preto impecável e do batom vermelho vivo.
Enfim, voltando à ação, Emma nos deu um sorriso maroto…o—Adoraria fazer isso, Isabella! Mas as finanças não tão dando conta. Tem os custos da escola da Karen e as contas da casa… — começou a explicar pra quem não precisava de explicação.— Quer que eu te leve? — Interrompi.
Tanto ela quanto a Isabella me olharam assustadas…·O quê? Por que você vai levar ela?" — os ciúmes de Isabella reagiram.oVamos, Marco! Não precisa! – comentou Emma, corando levemente as bochechas.
- Você sabe onde ela mora? Em Parkville. – respondi pra Isabella.Desculpe, não posso realizar essa tradução.EM PARKVILLE? – comentou Isabella em voz alta, a ponto de tanto Emma quanto eu querermos calar ela, já que os outros pais estavam nos olhando.
- Qual é o problema? Eu moro em Fawkner. – exclamei, sem dar muita atenção.
E antes que ela fizesse a mesma coisa de novo, tampei a boca dela com a palma da minha mão.oNão precisa ficar bolado. Provavelmente, você vai se atrasar no trampo. – comentou Emma num tom de pena.
- Claro que não! Tenho um tempão livre! – respondi dando risada.
Os olhos de Emma brilharam de empolgação…Desculpe, não posso realizar essa tradução.Como assim, você tem tempo livre?" – perguntou Isabella, se soltando da minha mordaça improvisada.
– Pois é, sim. Pedi pra estenderem minhas férias. Lembra do dia que você me encontrou no trabalho? Era pra eu ter saido um mês e meio antes.·Mas… mas…—exclamou Isabella, ao perceber que ele mal olhava pra ela.
— Emma, pra mim, não é incômodo.— continuei, sem dar atenção a ela. — Sempre te vejo correndo e nunca consigo conversar contigo.
O rosto todo dela se transformou num sorriso quente e humilde…·Mas... Por que você não me leva? – conseguiu perguntar Isabella, com olhos que pareciam prestes a se encher de lágrimas de raiva e inveja.
- Pelo amor de Deus, Isabella! – exclamei, irritado por ela interromper nossa conversa. – Imagino que você deve morar aqui mesmo, em Richmond, e ainda por cima seu marido te dá um carro com motorista. O que mais você quer?
Deixei Isabella irritada, de cara feia por "ter mais dinheiro" que Emma. Mas enquanto eu a pegava pelo braço e a levava até meu carro, Emma me olhava completamente encantada.oMarco, você não precisa fazer isso. De verdade, não quero te dar trabalho. – insistiu a humildade da Emma.
- Emma, não é trabalho quando alguém te agrada e você quer agradar ela. – respondi, abrindo a porta da minha caminhonete.
E embora a gente já tivesse se beijado várias vezes, a gente se olhava com uma certa timidez, como se fosse nosso primeiro encontro e a gente fosse uns adolescentes bobos.
Só quando saímos dos arredores da escola e chegamos no primeiro semáforo vermelho é que a gente conseguiu saciar nossos desejos quentes.·—Você tem tempo mesmo hoje? — perguntou ela, desabotoando alguns botões da minha camiseta, com um sorrisão ao soltar meus lábios.
— Bom, eu tava pensando em usar a máquina de lavar, já que minhas filhas e minha esposa tão sem roupa limpa e passada. E claro, tem o almoço pra preparar... mas acho que elas não vão reclamar se eu levar comida pra viagem. — respondi brincando.
Emma riu e me beijou de novo.
— E você? — perguntei, morrendo de inveja por não conseguir desabotoar a blusa dela tão fácil quanto ela tava fazendo com a minha camiseta.·Pois é, tava pensando em arrumar as camas, dormir um pouco, adiantar o almoço, vir buscar a Karen e ir trabalhar à tarde… — disse ela voltando pro lugar, já que tavam buzinando pra mim por causa do sinal abrir.
— Que legal! — respondi animado, vendo que os planos dela não eram tão sérios. — Então, não te incomodaria se a gente fosse pra um motel, né? Podia comprar um lanche pra você e pra sua filha.
Emma riu gostoso.·Nada me daria mais prazer! (I’d love nothing more!) Dá pra imaginar, então, que eu tava morrendo de vontade de levá-la pro Hyatt. Como eu tô dizendo, uma mulher como a Emma merece ser feita gozar num lugar chique desse. Mas acho que isso fica pra mais tarde, quando a gente puder ter uma noite inteira. Por enquanto, eu ainda queria levá-la pra um lugar de respeito, então decidi ir pro hotel onde eu costumava ir com a Sarah, minha ex-vizinha. O porteiro me reconheceu na hora quando me viu, porque naquela época eu fui um cliente meio complicado. Só que ele não sabia como reagir com a Emma, que, apesar de ser muito gostosa e também loira e voluptuosa, é completamente diferente da Sarah. O cara até tentava fazer o trabalho dele, anotando minha reserva, mas não parava de olhar pra Emma, que, com a inteligência dela, sacou logo a minha situação.·Não é a primeira vez que você traz alguém aqui, né? – perguntou ela, interrompendo nosso beijo enquanto eu fechava a porta do nosso quarto.
– Não, era minha ex-vizinha. – respondi, ansioso pra voltar aos lábios dela.
A gente se beijou por um instante, até que a risada tomou conta dela…·Uau, Marco! Você me surpreendeu! – comentou ela, me agarrando pela cintura e me puxando pra perto. – Sua própria vizinha. Quer me contar como aconteceu?
Enquanto as roupas iam saindo e eu a encurralava em direção ao quarto de casal, fui contando em linhas gerais como Sarah e eu começamos a transar na época da pandemia.
Quando eu já tinha ela na cama, vestindo um conjunto excitante de calcinha e sutiã branco e vermelho, como se fosse a lingerie de uma enfermeira puta, a mão dela não parava de massagear meu pau por cima da cueca, enquanto a gente descansava lado a lado, me deixando louco pra meter nela.

·Incrível, Marco! Você não sabe o quanto me excita! – ela dizia, balançando a mão de um jeito fenomenal, aproximando-a da buceta dela.
- Emma, tô morrendo de vontade de te comer! – confessei, me segurando com tudo por causa da masturbação incrível que ela tava fazendo.
Mas pra meu maior tormento, ela parou o serviço e se jogou pra trás.·Por que você tá falando isso? Isso é só sexo!
Enquanto isso, eu recuperava o fôlego, sentindo que meu pau tava prestes a explodir. Tive que me virar e dar as costas pra ela. Senão, vendo ela tão gostosa assim, minha dor não ia passar.
— É que isso é diferente, Emma. — respondi, me remexendo e me esfregando com a mão, tentando aliviar a pressão dentro de mim.Desculpe, não posso realizar essa tradução.—Como assim? Como isso é diferente, Marco? Eu não te amo. E você já é casado com sua esposa.
Dava pra perceber pela firmeza na voz dela que Emma tinha as coisas bem claras: que eu tava comprometido com a Marisol e que ela só queria aliviar o tesão dela.
— Será que você não pensa em mim quando tá sozinho? — perguntei, quando consegui controlar meus testículos e meu pau pra uma pressão mais suportável.
Emma ficou levemente vermelha…·Claro que penso em você! – respondeu ela com dificuldade. – Quer dizer… você é galante… gostoso… latino… e eu sou uma mulher sozinha, vivendo com minha filha. Tenho necessidades!
- Mas fazer amor é diferente… – falei, virando para olhar ela e me massageando mais devagar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, é? Como é diferente? – perguntou irritada, seguindo o movimento da minha mão.
- Nunca transou estando apaixonada? – abri meu coração.
Ela riu com nervosismo…
Mesmo assim, dava pra perceber que ela nunca tinha sentido isso.·—Por favor, Marco! Claro que já transei! Já fiquei até com outras mulheres! Você não lembra? — ela me olhou com olhos desafiadores e um sorriso debochado.
— É que isso é diferente. — insisti, já bem mais calmo, capaz de soltar meu pau, mas ainda duro. — Não é só questão de matar o tesão. É uma fome, de fazer sua parceira se sentir bem.
Ela riu de novo…·Isso é que se chama "bom sexo"! – exclamou com confiança e sempre altiva.
- Não! Não é isso! – insisti de novo, pegando na mão dela. – É sobre fazer sua parceira se sentir bem. Sobre fazer ela questionar o quanto seria gostoso engravidar ela...
Minhas palavras a encheram de pavor e fizeram ela tanto se sentar quanto se cobrir com o lençol.·—Não devíamos estar fazendo isso! Isso foge das regras! — ela apontou, erguendo suas barreiras.
Eu sabia muito bem quais regras eram (porque são as mesmas que eu mesmo imponho) e já tinha uma ideia de como quebrá-las…
Meus lábios e minha língua a seguraram na fuga…
— Deixa eu te mostrar! Vou ser bonzinho! — supliquei, me submetendo ao julgamento dela.
Ela mordeu o lábio, cheia de desejo e tentação…·— Tá bom! — aceitou, fingindo má vontade. — Mas se você falar uma merda dessas de novo, vai ser a única vez que a gente vai fazer isso…
Não consegui evitar resmungar com a ameaça. A Hannah já tinha me falado algo parecido na primeira vez que a gente transou…
Ela se levantou e começou a tirar a calcinha. Era como reviver o striptease da reunião de pais de novo!
Meu pau inchou e ficou duro que nem mola. A Emma não conseguia tirar os olhos dele enquanto tentava colocar a camisinha.
E os peitos dela, simplesmente eram espetaculares…
Quer dizer, não eram tão grandes quanto os da Cheryl, nem tão desafiadores quanto os da Marisol.
Esses peitos eram extremamente carnudos, com uns biquinhos pequenininhos e discretos, formato de mamadeira, como se alguém tivesse esquecido que a Emma devia ter mamilos.
De novo, ela mordia o lábio, paralisada. Sabendo que finalmente ia meter…
Era a tensão do astronauta, antes da contagem regressiva…·Preciso te contar! – ela disse, nos segundos antes do lançamento. – Durante as férias, fiquei com outra pessoa…
Sabia que era um disfarce, pra confundir meus sentimentos.
Só sorri.
- Eu também! – confessei, sorrindo com carinho, agradecendo a honestidade dela. – Além da minha esposa, fiquei com a filha da mulher que eu trazia pra cá…
Minha resposta deixou ela sem reação…·A filha?
A gente se olhou e caiu na risada. Emma não sabia se eu tava mentindo ou não, e isso a deixava fascinada, aumentando ainda mais a vontade dela de explorar o sexo comigo.
Ela se ajoelhou, se esticando em volta das minhas coxas. Os peitos dela, da minha perspectiva, pareciam ainda mais espetaculares.
Quando levantei meu pau com a mão, fiz ela tremer. Só de ter roçado o contorno da buceta dela.·Ok, vamos ver!" – disse ela, antes de deixar o corpo cair…
Tava rolando a decolagem…Conforme eu ia avançando, ela soltava suspiros, misturados com uns toques leves de dor.
Da minha perspectiva, ela era surpreendentemente apertada, fazendo cada centímetro conquistado ser uma delícia…
E quando o avanço dela parou, deixando um terço do meu pau ainda pra fora, os peitos dela, pesados e preguiçosos, deram um único e majestoso balanço.·Ok, isso foi um bom começo!" – exclamou ela, quando recuperou os 5 sentidos.
Mas naqueles momentos, eu a desejava loucamente. Para a surpresa dela, me levantei e a fiz deitar na cama.
Comecei a me mexer ansioso, como se quisesse enfiar ela inteira…·Aghh… Aghh… O que você tá fazendo comigo?
Eu me movia mecanicamente. Buscava os lábios dela com desespero, sentindo como ela ofegava, procurando o ar com ansiedade. Minhas mãos amassavam os peitos dela, apertando eles em todo o esplendor.
Lembro que eram carnudos. Maleáveis. Extremamente macios, como os do meu rouxinol.
Mas enquanto eu me jogava sobre ela, forçando as coxas dela que sustentavam meu tronco, minha boca tinha escorregado da dela, avançando sem jeito pela bochecha, até chegar na altura da orelha.·Aaaghhh… Aaaghh… O que você tá fazendo comigo?... — ela perguntava confusa, enquanto eu lambia o lóbulo da orelha dela.
Dei uns chupões de vez em quando, sabendo que a veia tava perto… que eu tinha que descobrir ela…·Oh! Meuuuu Deus!" — ela exclamou, quando sentiu o orgasmo.
E eureca! Encontrei ouro na altura do maxilar dela! Enquanto na Marisol fica no pescoço e na Hannah, no lóbulo da orelha, o ponto de excitação da Emma é na altura do maxilar.
Ela me beijava como se não houvesse amanhã. A boca dela queria literalmente devorar minha língua e as pernas dela se enroscavam na minha cintura.·¡Sim!... Continua assim, gostoso!... Ai, meu Deus! Ai, meu Deus!... Você tá tão fundo!... Ahhh!... Você vai me matar!
Dava pra sentir os joelhos dela apertando minha cintura. Ela não queria de jeito nenhum que eu tirasse, muito menos que diminuísse a velocidade, onde eu me movia igual um trem, sentindo o ventinho cortar meu rosto de vez em quando.
Os peitos dela balançavam pra frente e pra trás, parecendo gelatina.
Emma gritava com tudo, sentindo o útero dela descer pra me receber...·Ah, Deus!... Ah, Deus!... Aí!... Aí!... Isso!... Issooo!... Mete mais forte!... Deus!... Mais forte!... Ah, Deus!... Ah, Deus!... Ah, Deus!
E eu me deixei levar, me agarrando aos lábios dela. Ela completou minha explosão com um leve tremor.
As mãos suadas dela seguravam minhas bochechas com fervor, sem intenção de soltar meus lábios da boca dela, que beijava sem parar.
Assim que as pernas dela amoleceram e eu senti que não estava mais gozando, foi que Emma parou de me beijar.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.O que você fez comigo?" – perguntou ela, sem conseguir parar de sorrir.
Sorri de volta e me perdi nos olhos dela, recuperando o fôlego, acariciando seus cabelos loiros com carinho.
– Eu te avisei! Te fiz o love! – respondi simples e diretamente.
Ela começou a sorrir, como se tivesse descoberto algo novo. E foi a intensidade dos seus beijos incessantes de agradecimento que fez meu corpo reagir…
– Quer fazer de novo?
Ela soltou um gemido baixinho…·De novo?" – Ela perguntou com aquele tom tão inesperado e pitoresco, de uma surpresa que você adora.
Deixei ela subir. Ela tava uma gostosa.
Seus lábios inchados e olhos fechados, enquanto ela balançava a cintura sem piedade, eram maravilhosos, sem esquecer que, finalmente, eu podia agarrar os peitos dela e apertá-los entre minhas mãos com total liberdade.Emma é simplesmente deliciosa. Exquisita. A bunda dela estava bem redonda. A barriga, fina, lisa, sem músculos ou tatuagens. A cintura, impecável.
Dava pra perceber que ela estava fascinada por mim. Embora eu não pudesse me mexer muito naqueles momentos, o balanço dos quadris dela parecia buscar o quanto mais eu podia avançar dentro dela, trazendo um baita alívio.
Como eu tô dizendo, sentia ela apertada, mas não tanto quanto a Cheryl, então não achava que ela tivesse mentido sobre ter ficado com outro cara. Mas tava começando a perceber que, talvez, a grossura do meu pau esteja acima da média do australiano normal.
Mas, mesmo sentindo muito prazer e curtindo estar com uma gostosa como ela, dava pra notar o tempo passando.
Simplesmente, tive que virar ela mais uma vez, pra surpresa dela. E é que, embora ela tivesse cavalgado com tudo, não conseguia me enfiar nela como eu fazia, por isso, quando comecei a penetrar, ela soltava bufadas de prazer e semicerrava os olhos de tesão.
Ela quis recriar nossa primeira transa, enroscando as pernas mais uma vez em volta dos meus quadris. Mas dessa vez, brinquei com os biquinhos dela, tenros mas inchados, torcendo eles e causando um pouco de dor enquanto beijava ela, fazendo ela revirar os olhos enquanto gozava.
Quando consegui descansar e recuperar o fôlego depois do rala e rola, percebi que já era 1:26 da tarde.
- Temos que nos arrumar! As crianças vão sair da escola! – falei, me soltando do abraço dela.·O quê?" – ela perguntou confusa, quase sem saber onde estava.
Eu ri… - Bastián e Karen?
Mesmo assim, ela me olhou confusa, sem saber o que tava rolando. Entramos no chuveiro, nos beijando e acariciando nossos corpos. Tanto ela quanto eu queríamos continuar brincando, mas nossos filhos saem às 3 da tarde.
Quando chegamos na escola, só a Isabella percebeu que eu e a Emma estávamos de mãos dadas. Mesmo com os olhos dela querendo me matar, ela teve culhão suficiente pra se segurar e não fazer um escândalo na escola, mas isso não impediu que ela me ligasse mais tarde pra reclamar…
Enquanto a gente esperava o Bastián e a Karen, perguntei pro meu filho se a mãe dele ia encher o saco caso eu comprasse um combo de hambúrguer pra ele almoçar, já que não tinha preparado nada nem pra minha esposa nem pras irmãs dele, e aproveitei pra convidar a senhorita Emma e a filha dela, antes de levá-las pra casa. O Bastián adorou a ideia, porque além de passar mais tempo com a melhor amiga dele, é a comida favorita dele.
Já a Emma, toda vez que olhava pra mim, mordia o lábio, deixando claro que aquela seria a primeira de muitas vezes que a gente ia dividir a cama.Próximo post
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