Sou uma pessoa com deficiência, estou em cadeira de rodas. Meu acidente foi quando eu tinha vinte anos. Minha esposa, ao ver que eu ficaria na cadeira de rodas para o resto da vida, me abandonou e foi embora, levando minhas duas filhas, que na época eram pequenas. Mas nem liguei que ela fosse embora. Sofri um pouco pela distância das minhas filhas, mas tinha que seguir sem elas, pelo menos naquele momento. Meus pais cuidaram de mim, porque obviamente tinham que fazer tudo por mim. Meu pai trabalhava a semana toda, e eu ficava em casa com minha mãe, que era quem me ajudava em tudo. Anos depois do acidente, já me acostumei a ficar na cadeira de rodas. Comprei um computador e, de tanto ver pornô, encontrei sites de incesto e descobri o que era esse tipo de assunto. No entanto, não fiquei indiferente a esse tema, já que, pelo menos modestamente, eu passava tempo com minha mãe: saídas, pequenos passeios, restaurantes e, claro, tudo o que ela fazia por mim — me dar banho, me limpar, me vestir e fazer tudo como se eu fosse um criança pequena. E, óbvio, ao ver toda a dedicação da minha mãe por mim e continuar vendo pornô de incesto, fiquei cheio de paixão e desejo por ela, já que também estava há muito tempo sem sexo e sem ver uma mulher nua. Claro que minha mãe nunca encontrou isso no meu computador. Naquela época, minha mãe tinha 46 anos, e eu, 30. Já estava há dez anos na cadeira de rodas e tinha uma atitude diferente em relação à vida e à deficiência. Mas minha mente estava invadida por esse assunto, e com uma mãe normal, meio gordinha, mas ainda assim com muito para dar sexualmente. Meu pai era pedreiro e trabalhava em cidades do interior, ficando fora por semanas. Eu ficava sozinho com minha mãe. A solidão de nós dois nos uniu muito. Sempre comíamos juntos, dormíamos juntos, saíamos juntos, e eu com aquele desejo por ela. No entanto, quando ela me dava banho, meu pau sempre ficava duro. E numa dessas vezes, eu disse a ela que aquela ereção era de desejo por ela. Ela me disse que isso era impossível e que não podia ser. E ali mesmo eu... Disse que tava apaixonado por ela e queria que a gente ficasse junto escondido de todo mundo. Óbvio que ela se irritou e não falou nada. Depois de me arrumar, fui pra rua e não voltei. Aí, de noite, quando viu que eu não voltava, ela começou a me ligar. Eu falei que ela não voltasse pra casa se não aceitasse ser minha mina.
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