Sou um moleque de 19 anos do interior, queria estudar jornalismo esportivo, mas as opções na minha província eram uma merda, então fui pra capital tentar a sorte no DeporTEA, um curso pra estudar. O tempo passou e eu me destaquei dos meus colegas, então depois de alguns meses tive a chance de fazer um estágio na TNT Sports. Tava empolgado pra caralho. Me apresentei e me falaram que ia ficar de teste num programa chamado TNTfem. Quando cheguei no estúdio, cumprimentei um colega e, de repente, as portas do set se abriram e lá chegou ela: era a Angela Lerena, vestida de preto. Pessoalmente, parecia uma milf completa.


Ela me cumprimentou a mim e ao meu colega que já tinha trabalhado com ela. Em mim, ela deu um beijo na bochecha e disse:
— Você é o novo?
— Sim, prazer, Angela.
— O prazer é meu, cara. Boa sorte e dá tudo de si. — piscando o olho.
O programa foi bem, era curto e simples. Quando terminou, ela se aproximou e disse:
— Você é bom, cara. Continua assim que pode ter uma recompensa...
O tempo passou, o programa ia bem e eu também. Um dia, ao terminar, comecei a conversar com ela e ela disse:
— Quer vir na minha casa jantar hoje à noite? Meu marido e filhos não estão, e eu pensei em convidar o Franco (meu outro colega).
— Claro — respondi.
Já de noite, fui na casa dela, em Palermo. Ela abriu a porta com um conjuntinho verde muito sexy que me deixava louco.
— Eyyy, bem-vindo, entra!
— Que casa bonita você tem.
— Ah, obrigada. Desculpa, mas tenho que dar uma má notícia: o Franco não vai poder vir, disse que está com febre. Mas tudo bem, a gente come só nós dois, sem problema.
Eu fingi que estava chateado, mas no fundo comemorei pra caralho. Estava sozinho com uma milf incrível, pronta pra eu comer toda.
O jantar foi normal, bebemos vinho e rimos. Ela se levantou pra lavar a louça e foi pra cozinha rebolando aquela bunda linda de forma provocante. Então pensei: é agora.
Na cozinha, ela me viu e deu um sorrisinho safado que me deixou ainda mais duro.
— Precisa de ajuda? — perguntei.
Me aproximei dela e fingi que ajudava, até que virei de costas e encostei todo o volume na bunda dela. Fiquei de lado secando uns copos, e ela deu uma olhada no volume e disse:
— Epa, e isso?
— Desculpa, mas é assim que você me deixa, haha.
— Vou ter que resolver isso, então.
Ela desabotoou minha calça e baixou minha cueca, viu minha pica bem dura.
— Uh, que coisa linda você tem aí, cara.
— É toda sua, Angie.
Começamos a nos beijar, a puta enfiava a língua bem fundo e eu apalpava aquela bunda. Agarrei ela pela cintura e levei pro quarto, joguei na cama e comecei a tirar a roupa dela bruscamente.
— Ahh, você é um animal.
— Vou te comer todinha. destroçar toda puta de merda -vê se consegue, cara. Eu tirei toda a roupa dela, também tirei a minha e comecei a chupar aquela buceta perfeita que ela tinha. Ela começou a gritar: <<>> dizia enquanto gozava pra caralho. Eu agarrei ela e falei -agora é tua vez, puta. Ela começou a chupar minha pica como uma profissional, brincava, fazia o que queria, enfiava bem fundo até fazer gargarejo. Eu não aguentava mais e joguei uma porrada de leite na garganta dela -era só isso, gostoso? Que pouquinho, só um cuspinho, haha. Fui no banheiro, tomei água e esperei uns minutos, e falei pra mim mesmo: tenho que foder essa puta até não poder mais. Saí do banheiro e ela estava deitada na cama, terminando de limpar o rosto -quem disse que eu terminei com você, puta? Agarrei ela, abri as pernas e enfiei a pica bem fundo, comecei a bombar com tudo. Ela não parava de gritar, eu segurava aqueles peitões enormes que ela tem e beijava ela enquanto metia sem parar -você é bom, gostoso, deixa eu agora. Ela me deitou na cama, subiu em cima de mim e da minha pica e começou a pular como uma louca. Olhava pro teto e gritava fortíssimo enquanto eu segurava os peitos dela. Assim por um tempo até que eu tava quase gozando -vou encher essa sua buceta de porra, filha da puta. Peguei aquela cara de puta que ela tem, olhei fixo nos olhos dela, nós dois começamos a nos mover mais forte até gozarmos juntos, e enchi aquela buceta toda de porra -Ufa, você se superou, gostoso, foi incrível -não terminei ainda, puta. Agarrei ela e coloquei de quatro, ela já tava exausta mas não importava, eu tinha que arrebentar aquele cu -vou te destruir, puta. Comecei a meter com tudo, ela não parava de gemer, se segurava nos lençóis e mordia o travesseiro. A cama se mexia como se fosse um terremoto, eu tava metendo com tudo, o som do meu quadril e das bolas batendo na bunda dela era ensurdecedor. Também dava uns tapas nela, chamando ela de puta do rabo e filha da puta. Já não aguentava mais e enchi o cu dela bem cheio de porra. Deitei do lado dela na cama, ela não Não conseguia nem se mexer, as pernas tremendo e a buceta também — Ahhh, você me destruiu, cara — Eu te avisei, puta. Esta história é FICTÍCIA, só para entreter.



Ela me cumprimentou a mim e ao meu colega que já tinha trabalhado com ela. Em mim, ela deu um beijo na bochecha e disse: — Você é o novo?
— Sim, prazer, Angela.
— O prazer é meu, cara. Boa sorte e dá tudo de si. — piscando o olho.
O programa foi bem, era curto e simples. Quando terminou, ela se aproximou e disse:
— Você é bom, cara. Continua assim que pode ter uma recompensa...
O tempo passou, o programa ia bem e eu também. Um dia, ao terminar, comecei a conversar com ela e ela disse:
— Quer vir na minha casa jantar hoje à noite? Meu marido e filhos não estão, e eu pensei em convidar o Franco (meu outro colega).
— Claro — respondi.
Já de noite, fui na casa dela, em Palermo. Ela abriu a porta com um conjuntinho verde muito sexy que me deixava louco.
— Eyyy, bem-vindo, entra!
— Que casa bonita você tem.
— Ah, obrigada. Desculpa, mas tenho que dar uma má notícia: o Franco não vai poder vir, disse que está com febre. Mas tudo bem, a gente come só nós dois, sem problema.
Eu fingi que estava chateado, mas no fundo comemorei pra caralho. Estava sozinho com uma milf incrível, pronta pra eu comer toda.
O jantar foi normal, bebemos vinho e rimos. Ela se levantou pra lavar a louça e foi pra cozinha rebolando aquela bunda linda de forma provocante. Então pensei: é agora.
Na cozinha, ela me viu e deu um sorrisinho safado que me deixou ainda mais duro.
— Precisa de ajuda? — perguntei.
Me aproximei dela e fingi que ajudava, até que virei de costas e encostei todo o volume na bunda dela. Fiquei de lado secando uns copos, e ela deu uma olhada no volume e disse:
— Epa, e isso?
— Desculpa, mas é assim que você me deixa, haha.
— Vou ter que resolver isso, então.
Ela desabotoou minha calça e baixou minha cueca, viu minha pica bem dura.
— Uh, que coisa linda você tem aí, cara.
— É toda sua, Angie.
Começamos a nos beijar, a puta enfiava a língua bem fundo e eu apalpava aquela bunda. Agarrei ela pela cintura e levei pro quarto, joguei na cama e comecei a tirar a roupa dela bruscamente.
— Ahh, você é um animal.
— Vou te comer todinha. destroçar toda puta de merda -vê se consegue, cara. Eu tirei toda a roupa dela, também tirei a minha e comecei a chupar aquela buceta perfeita que ela tinha. Ela começou a gritar: <<
3 comentários - Relato de famosa:Angela Lerena
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