Solteirão de Verão (2): A Escort II




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Próximo postPropor a "girlfriend experience" ainda é algo fora do normal. Geralmente, quando alguém contrata uma acompanhante, é porque está com tesão e precisa se aliviar.

Mas no meu caso, eu ainda dependo da Marisol e não tê-la ao meu lado realmente me desequilibra.

A Nicole ficou com pena e a ideia pareceu mais atraente pra ela, então me fez um preço. Mesmo assim, ela ficava checando se o valor me parecia excessivo, mas não era tanto assim.

Fomos até um caixa eletrônico e eu paguei adiantado. Ela ficou surpresa ao ver aquele maço de notas.
Solteirão de Verão (2): A Escort II

·E aí… Onde você mora? – perguntou ela, enquanto continuava contando as notas.

- Ah, não! Nós não vamos para a minha casa!
·O quê? – eu a distraí na contagem dela.

- Preciso de você só por uma noite, nada mais.

A Nicole estava complicando as coisas.
·Também não posso te levar pro meu quarto. Se minhas amigas descobrirem... - disse cabisbaixa.

- Por isso, vamos ficar aqui.
·O quê?

Como vocês podem imaginar, estávamos na frente do Hyatt de Melbourne. A Nicole achou que eu estava brincando, mas quando me viu puxando ela pela cintura, direto para dentro do hotel, os olhos dela arregalaram de surpresa.

- Oi, preciso de um quarto! – falei para o recepcionista num tom casual.

Ele era um jovem de uns 20, 25 anos, com uma leve semelhança com o James Franco. Felizmente, e diferente de outras vezes, não me discriminou pela aparência nem veio com sermão. Politicamente correto, perguntou:
ØJá se hospedou aqui antes?

Dei meu nome e o número do meu cartão e, depois de confirmar que eu estava no sistema, ele me perguntou que tipo de quarto eu queria.

Aliás, a Nicole estava parada, quase deixando o queixo cair. Não tinha dúvidas de que era a primeira vez dela num lugar tão glamouroso.

No entanto, o que não me escapou foram as comodidades estranhas que o hotel oferecia: tinha um show de jazz no auditório, onde seria sorteada uma viagem para as Bahamas para um casal por uma semana.

Certamente, teria me interessado se eu estivesse com a Marisol. Mas mesmo assim não escaparia de ter que comprar as passagens para as meninas ou para o Bastián, se a Sonia me autorizasse.

De qualquer forma, optei por uma suíte no 4º andar por uma noite.
ØAté que horas?

- Até as 20h. Amanhã estreia "The Last of Us" e quero assistir em casa. - respondi animado.
ØMhm, então eu devia cobrar por 2 noites. As reservas duram até o meio-dia. – ele disse, levemente motivado.

Não era problema e eu paguei o valor. Finalmente, o recepcionista percebeu algo muito importante…
Pau– Vocês têm… malas? – perguntou confuso, levantando-se da escrivaninha.

Ele olhou Nicole de cima a baixo, que, embora não fosse extremamente atraente, claramente estava mais a par do lugar. Eu, por minha vez, mesmo não estando mal, estava muito mais informal que minha colega.

– Não, mas vou precisar de um carregador para nos levar ao quarto. – respondi com um largo sorriso.

Ele gostou de mim.
ØEntendo. Muito obrigada pela preferência. – disse, sorrindo para mim com cumplicidade.

No caminho até o elevador, Nicole estava tensa.
·Caralho! Isso não é brincadeira, né? Você não é policial, tá?

Discretamente, pedi para ela ficar quieta. O carregador olhou para mim, entendendo um pouco da situação, mas se segurou para não falar nada.

Depois de dar a gorjeta para o carregador e ele me entregar o cartão, Nicole parecia prestes a ter um ataque de pânico.

– Quer beber alguma coisa? – perguntei, vendo que ela começou a andar sem parar, mordendo um dos dedos de impaciência.
·Não… sim… Você tem que pagar?… Meu Deus! – ela respondeu confusa.

Peguei duas garrafas de suco de pêssego e ofereci uma pra ela, pra ver se ela se recompunha.
·Ok… ok… O que você quer? – perguntou, sentando-se e dando um suspiro profundo. -         Eu? Nada. Por enquanto, só conversar.·Mentira! Ninguém paga essa quantia e reserva só um quarto, só pra conversar! – ela retrucou, exaltada.

- Na verdade, você se surpreenderia em saber a verdade. – eu disse, tomando o último gole da minha bebida. – Mas sim. Você tem razão. Precisa de uma explicação.

Contei que aquela semana tinha sido horrível: além de ter que revisar os projetos do banco de dados, alguém na gerência foi irresponsável e não nomeou um substituto para a chefe de pessoal dos programadores, que estava há 3 semanas incomunicável por estar de licença-maternidade, mas não a sua equipe de 15 pessoas sob seu comando, que nos atormentavam constantemente, a Sonia e a mim, por videoconferências sobre os projetos que havíamos reportado durante o ano.
·Ok, ok. Você teve uma semana terrível. Tá bom. E eu? O que eu faço aqui? – perguntou ela, indo direto ao ponto.

- Já te falei. Minha esposa foi pro exterior e eu tô com saudade.

Ela se levantou, claramente irritada.
·Você tem noção do quão maluco tudo isso soa? – perguntou ela, andando em círculos. – O que você quer que eu faça? Que finja ser ela?

– Não, claro que não. Só quero conversar.

Nicole ficou exasperada de novo…
·Caralho! E o sexo? Ninguém paga essa grana por um dia só pra conversar!

- Não se preocupa. Vamos transar. Mas fique à vontade pra fazer o que quiser.

Obviamente, a situação tava demais pra ela e ela precisava botar as ideias no lugar.
·Posso tomar banho? – perguntou, pedindo um pouco de privacidade.

- Claro. No banheiro, tem roupões e toalhas, caso precise.

Ela entrou no banheiro e me ameaçou com suas intenções...
·Vou usar a banheira quente e os sais de banho. - Pode ir. – falei para ela, pegando o controle remoto e ligando a televisão.NamoradaDemorou cerca de 1 hora. Não sei se foi porque curtiu a banheira ou porque precisava se reorganizar, mas ela saiu envolta num roupão e com uma toalha na cabeça.·Ok, vamos nessa. – ela disse para si mesma, ao sair do banheiro. Assim como eu, Nicole não sabia o que esperar.·Oi, querido! Como você está? –perguntou num tom extremamente fingido. -         Muito bem. E você? Como está se sentindo?·Sozinha, porque você sabe que eu senti sua falta. – comentou, rastejando pela cama. -         E como foi sua semana?·Mal, porque estou com tesão e senti muito sua falta...

Ela claramente queria fazer o trabalho de sempre. Mas eu precisava de mais que isso...

- E como foi o seu fim de semestre? – perguntei, desligando a TV e dando toda minha atenção a ela.
·O quê?" - perguntou ela, desconcertada com a quebra do papel que estava interpretando.

- Pois é. Queria saber como foi pra você. Lembro que quando eu estudava na faculdade, as coisas ficaram bem mais pesadas quando entrei no terceiro ano.
·Melhor não falarmos sobre isso, tá bom? Só quero ficar com você agora…

- Por que não? Obviamente, é um assunto importante pra você…

Nicole parou e me olhou estranho.
·Por que você quer saber isso?

- Não sei. Talvez você tenha tido algum problema com alguma matéria ou algum colega se apaixonou por você...

Ela sorriu de maneira genuína.
·Se os problemas fossem tão fáceis assim. - admitiu com um olhar nostálgico.

- Então, teve um cara... - perguntei, mais animado.

Ela me olhou de novo e sorriu.
·Não. Eu sei lidar com caras.

- Então, alguma matéria...

Ela me olhou de novo, intrigada.
·Por que você quer saber?

- Já te falei. Com minha esposa, a gente sempre fala desses assuntos e ajuda muito, porque ela pode desabafar.

Ela tirou a toalha da cabeça e se ajeitou, deitando ao meu lado.
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·Tá bom! Tá bom! – ela resmungou com resignação. – Por onde você quer que eu comece? Pelas putinhas das minhas colegas de turma que eu tive em "Administração" ou o problema que tive com "Estatística Avançada"?

– Sei lá. Você decide.

Nicole sorriu de novo.

Ela me contou que era uma aluna destacada. Que, desde o começo do curso, sempre tirou notas altas e que, por isso mesmo, plantou sementes de inveja no resto das colegas. Diferente das outras, que ainda veem a faculdade como continuação das festas do colégio, Nicole adotou uma visão muito mais profissional, o que frequentemente entra em conflito com as colegas, já que elas percebem que o tratamento dela com os professores é muito mais pessoal do que com o resto.

Por outro lado, Nicole pratica judô pela seleção universitária, pra manter uma de suas bolsas, então o tempo dela tá bem comprometido com treinos e torneios, razão pela qual surgiu a situação na matéria de "Administração".

Por alguma razão, o professor da disciplina decidiu passar trabalhos em grupo, sendo que, naquela altura, o resto das matérias já estavam passando trabalhos individuais. Pra nivelar o desempenho, Nicole foi colocada num grupo de garotas pouco comprometidas com os estudos, que ainda por cima detestavam a ideia de trabalhar com Nicole.

Embora devessem se reunir virtualmente, os horários propostos pelas colegas coincidiam com os treinos de Nicole, e nas reuniões onde conseguiam combinar, o resto das colegas não cumpria as responsabilidades, ou então criticavam a qualidade do trabalho de Nicole, então ela decidiu fazer os relatórios dos trabalhos sozinha.

Qual não foi sua surpresa no final do semestre quando, depois de muito esforço do professor, ele conseguiu o WhatsApp de Nicole pra informar que não tinha nenhuma nota dos trabalhos em nome dela e ele estava prestes a fechar o semestre. Nicole identificou o grupo com o qual havia trabalhado e, embora o professor tivesse ficado muito impressionado com a melhora na qualidade do trabalho entregue, em nenhum momento a incluíram no grupo. Para provar a veracidade do seu relato, Nicole compartilhou os relatórios que redigiu com o professor, que decidiu advertir as colegas, baixando a nota delas e dando a Nicole a avaliação máxima.

Ao perceber que realmente se sentia melhor depois de me contar seu relato, ela ficou muito mais à vontade para me contar o problema mais grave que enfrentou no semestre.

Não conseguiu disfarçar o sorriso nem a mudança no olhar dos seus olhos azuis. Soltaram uma centelha de inocência genuína, de uma jovem experimentando um primeiro amor bastante agradável.

Com um pouco de vergonha, ela não conseguia entender exatamente o que aconteceu com ela em relação ao professor da disciplina. Ela o descreveu como não muito alto, bastante franzino e magro, sempre usando o mesmo colete verde sem mangas, mas sempre com camisas e jeans que lhe davam o estilo de um pai fora de moda.

Por outro lado, seu rosto era muito sem graça: olhos castanhos pequenos, nariz fino e arrebitado, lábios enormes com dentes grandes, uma testa larga e enrugada, que mostrava o início da calvície, e um corte de cabelo raspado, sem nenhum tipo de charme.

E por alguma razão que ela mesma não conseguia explicar, o achava irresistível.

Ensinando, ele não era o professor mais claro de se entender. Certamente, tinha habilidades matemáticas excepcionais, mas no aspecto social, deixava muito a desejar.

Assim como nas outras disciplinas, ela constantemente ia ao seu escritório para tirar dúvidas. No entanto, não conseguia entender bem por que só ia até ele para fazer consultas bestas, sendo que seu desempenho acadêmico era destacado.

Não demorou muito para o professor perceber que havia algo entre eles e, embora nunca tenha feito nada a respeito no seu escritório, Nicole... Ela admitia que ficava muito excitada quando a outra ia embora.

Até que chegaram as provas finais...

Naquela época, Nicole trabalhava num bar perto da universidade e nunca imaginou que fosse encontrá-lo lá. Na verdade, ela nunca soube direito como ele descobriu o que ela fazia. Talvez tivesse visto quando alguns homens mais velhos se aproximaram para conversar com ela, ou pelo simples fato de que, mesmo com o lugar lotado de jovens, ela não socializava com nenhum deles. Mas ela me confessou que nunca se sentiu tão exposta diante de um homem como naquela noite.
mulher jovemComo era de esperar, ao receber a última avaliação, além de vir com a nota mais baixa, a prova dela veio com um recado para ir até a sala do professor.

Indignada e sabendo que seus cálculos tinham sido perfeitos, ela se aproximou da sala do docente.
PauQuerida, não posso negar que você tem grandes habilidades e um talento enorme para essa carreira. – ele disse, num tom condescendente. – No entanto, vai contra a política da universidade permitir que você continue avançando, se você continuar conseguindo fundos dessa maneira.·Do que você está falando? – perguntou, confusa.

O cara a encarou com uma expressão muito mais séria.
ØEstou falando do seu 'negócio' no bar." – ele respondeu de forma arrogante, como ela nunca o tinha visto na sala de aula. – "Vários alunos e colegas me disseram que te viram 'trabajando' naquele bar."

Ela confessou que o modo como ele destacou essas palavras a fez se sentir tão suja. De qualquer forma, o que ele dizia não era verdade, porque naquela época, ela só tinha feito isso com um ou dois estudantes de outras universidades e nem sequer tinham tido sexo formal, apenas umas mamadas e masturbações.
·Mas não pode fazer isso comigo! Eu preciso dessa nota! – insistiu Nicole, caindo no jogo dele.

O cara se achou um pouco…
PauVamos. Em quem vocês vão acreditar? – disse o sujeito com uma arrogância nojenta, que arrancou de uma vez toda a admiração inicial que ela sentia por ele. – Em alguém como eu, que trabalha há 15 anos nesta instituição de ensino, sem nenhuma reclamação dos alunos? Ou em você, uma estudante do segundo ano, que eu já vi trabalhando num bar?

Ouvir isso da boca de uma pessoa que ela tanto admirava deixou sua mente confusa, e ela não teve outra opção a não ser entrar no jogo dele.
·– O que você quer que eu faça? – perguntou, perdendo completamente a vontade.

Ele deu um endereço, uma data e um horário. Pelo visto, o cara era casado e ela foi. Não entrou em muitos detalhes, mas deu pra sentir que rolou penetração mesmo.

– Por que não me contou? – perguntei, me deixando levar pelo momento.
·Do que você está falando?

- Você podia ter me contado, eu teria te ajudado.

Além de ficar indignada, Nicole começou a chorar.
·Ah, é mesmo? E o que você teria feito? Hein?

Eu sentia o estômago embrulhar...

- Tem regulamentos. – eu disse, tentando racionalizar a situação naquele momento. – Essas decisões não são tomadas de forma unilateral. Tem um conselho, onde as provas são apresentadas e seu caso é avaliado.

Nicole não conseguia acreditar...
·É sério mesmo?

Contei pra ela que quando eu estava fazendo meu mestrado, meu orientador era membro do comitê de ética e, assim como ela, eu vivia enchendo o saco dele pelos avanços do meu trabalho de pesquisa. Em várias oportunidades, ele me explicou por que a gente tinha que mudar as datas das reuniões.
·Você quer dizer que ele mentiu para mim? – perguntou, sentindo o mundo desmoronar.

Eu a abracei por cima do roupão, já que ela estava desolada…

- Ele disse que te viu, não que te filmou. Isso não é evidência suficiente, porque poderiam estar te difamando.
·Mas era verdade! Era verdade!
Eu estava fazendo isso! – ela confessou, explodindo em lágrimas.

De alguma forma, eu tinha acabado posicionado sobre ela, com meus braços estendidos, como se estivesse fazendo uma flexão.

- Não, a menos que consigam o testemunho de alguém. Por que você não me contou, Marisol? – perguntei, sem pensar.
·Marisol?

E sem perceber, começamos a nos beijar.

Minhas mãos procuravam ansiosas apalpar seus peitos. De fato, eram muito mais volumosos que os da minha jovem namorada otaku da época, mas eu não me importava.

Seu jeito de beijar era parecido. Poucos lábios haviam transitado por aquela boca e aquela língua, doce e agradecida, fazia o possível para me retribuir o favor.

Ela sentiu um arrepio ao sentir minha mão percorrendo seu ventre, buscando tocar seu tesouro mais preciado.

- Machuquei?
·Não. – ela respondeu com um longo suspiro, enquanto meus dedos começavam a explorar sua fenda úmida.

Seus braços me envolviam pelos ombros, como tantas tardes faziam quando vivíamos juntos, sozinhos na casa dos meus sogros. Seus beijos e suspiros, assim como naquela época, ainda resistiam a que eu tomasse como meu o que, então, pertencia à minha noiva.

– Deixa eu pegar uma camisinha! – eu disse, seguindo os impulsos que tinha naquela época, revirando o criado-mudo.
·Não faça isso! Não se preocupe! — disse ela, pegando minha mão. — Quero sentir você! Preciso de você dentro!

(Preciso de você dentro de mim)

Sua voz delicada estava sedenta. Melosa. Desesperada.

Meu ariete estava pronto. Sua buceta, encharcada.

Assim como naquelas primeiras vezes, ela soltou aquele suspiro de surpresa ao me sentir entrar.
·É… tão… grande! – ela exclamou entrecortada, enquanto minha glande lutava para entrar naquele lugar tão quente, úmido e apertado.

Aos poucos, foi abrindo caminho e, gradualmente, os movimentos foram ficando mais fluidos.
·Você está me abrindo!" – exclamou como um soluço.

- Ela era mais larga que eu? – perguntei o que realmente importa.
·Não. – respondi num suspiro silencioso.

Me encaixei nela novamente, investindo com mais confiança. Marisol continuava sendo minha garota...

Agarrei sua bunda, mas senti algo diferente. Menor e menos redonda do que a da colegial que eu lembrava.

Mas não importava. Porque assim como naqueles tempos, Marisol me abraçava forte pelos ombros e, como sempre fazia, me envolvia com as pernas, impedindo que eu retirasse meu pau de dentro dela.
·Ahh! Ahh! Você está… tão fundo!

Pela primeira vez, ouvir Marisol falando em inglês me deixou em curto-circuito.

Mas não dava pra negar. Tinha que ser ela, ouvindo ela gritar como eu estava apertando o lugar especial dela.
·Ahh! Ahh! Aí! Bem aí! Continua! Ai, Deus! Ahh! Ahh! Ahh! A ponta da minha glande encaixa direitinho na entrada da sua buceta. Continuei metendo, curtindo como a ponta do meu pau era coroada pelos lábios mais profundos dela, fazendo com que ela me abraçasse mais forte.·Ahh! Ahh! Vem dentro! Vem dentro! Agh!

(Goza dentro de mim! Goza dentro de mim!)

Foi aí que saí do meu devaneio. A Marisol realmente estava me pedindo para gozar dentro dela, mas sempre em espanhol.

No entanto, meu corpo tinha uma inércia própria e, embora minha mente tentasse freá-la, a cabeça de baixo arrasou com ela com muita iniciativa, e senti a cabeça do meu pau começar a formigar cada vez mais, anunciando sua gozada iminente.
·Ahhhhh! Ahhhh! Ahhhh! Ai, Deus! Ai, Deus! Ai, Deus! Ah, isso!

Nicole ainda estava agarrada forte no meu pescoço, enquanto eu sentia tanto os espasmos da buceta dela quanto os meus, que pareciam querer engolir a porra que eu estava entregando nela.

- Desculpa! Desculpa! Não consegui me controlar! – me desculpei.

A resposta dela foi me dar um beijo grato nos lábios…
·Tá bom! Faz tempo que não gozam dentro de mim.

- Mas a camisinha... - repliquei, mas ela me calou com o dedo.
·Tá bom! Ninguém mais gozou dentro.

Meu ego inchou sem querer...
·Caralho! Você ainda tá durão! – comentou ela, sorrindo com uma surpresa agradável.

- Te falei. Faz uma semana que minha esposa viajou.

De novo, ela adotou um tom mais doce. Mas dava pra perceber que era muito mais genuíno.
·Coitadinho! Quer que eu tome conta de você e faça você se sentir melhor? - comentou, acariciando meu rosto de forma melosa. - Sim, eu gostaria... - admiti, ainda mantendo a racionalidade. - Mas deveríamos usar uma camisinha... Mais uma vez, ela pegou minha mão que tentava alcançar o criado-mudo.·Tá bom, gata! É meu "serviço especial" por me comer tão bem. – ela me disse, se aconchegando no meu peito, como se estivesse ouvindo meu coração acelerado. – Você tem 100% de privilégios.

Nos beijamos mais uma vez. Como eu disse, dava pra notar algo diferente na Nicole. Mesmo estando na vida, ela ainda tinha um ar de inocência de quem tá começando, a ponto de que quando ela me disse que ninguém mais tinha gozado dentro, me fez pensar sinceramente que fui seu primeiro homem.

Na segunda vez, eu fiquei por cima. Vê-la seminu, com o roupão aberto mostrando todos os seus tesouros, destacava perfeitamente seu corpo.

Eu metia com força e confiança, sentindo como nossos corpos se encaixavam melhor no frenesi rítmico constante das nossas próprias sacudidas.

Seus peitos modestos, com formato de pãezinhos, estavam bem excitados, com os biquinhos pontudos apontando pro teto.

Meus movimentos faziam eles balançarem pra frente e pra trás, como se estivessem numa dança constante.

Tive que segurá-la pela cintura, pra enfiá-la mais fundo e afundar meu rosto naquela teta instável, com minha língua lambendo desesperada, tentando pegar aquele mamilo rebelde que, uma vez capturado, minha boca cuidou de chupar e meus dentes, de mordiscar levemente a ponta e a base, pra deixar claro que naquela noite eles eram meus.

Nicole soltava suspiros de prazer, enquanto minha cabeça descansava no vale entre seus seios. Virei a cabeça e fiz o mesmo com o outro biquinho, gesto que mais uma vez agradou a Nicole.

Nos beijamos, não só porque eu precisava, mas porque ela desejava mais ainda. Foram seus lábios que vieram me buscar uma fração de segundo antes dos meus.

As carícias que fazíamos com as línguas anunciavam tristemente nosso desejo mútuo de terminar a odisseia. Sem dúvida, nossos corpos estavam se sentindo muito bem, mas os dois estávamos ansiosos pra finalizar a transação, motivo pelo qual Comecei a meter com mais força e beijá-la com mais intensidade, até que gozei mais uma vez dentro dela.

A reação dela foi fechar os olhos e se esticar na cama, sentindo meus espasmos explodindo dentro de seu ser sedento. Não houve palavras, nem comentários carinhosos. Apenas o alívio do orgasmo de uma mulher.

Enquanto meu corpo ofegava sobre ela, pude notar que minha ereção mal diminuía. Se era verdade que ficar uma semana sem transar com a Marisol me deixava desregulado, fazer isso com uma desconhecida como a Nicole me dava um novo gás, fazendo com que ela curtisse demais.
·- Querido, não acredito que você ainda está assim! - perguntou ela, docemente, saindo do seu devaneio. - Tomou alguma coisa? O que tinha no seu suco?

- Não, já te falei. É só que não fiz amor com minha esposa faz uma semana.

Ela riu...
·Caralho! Você ainda está tão duro! – comentou, rebolando a cintura para confirmar. – Sabe que poderia conquistar qualquer mulher com uma coisa dessas, né?

Seus olhos me encaravam com uma sinceridade intensa.

Mais uma vez, nossos lábios se encontraram. Dessa vez, foi ela quem quis ficar por cima. Seu ritmo era de infartar, ao se mover com violência total sobre meu pau excitado. Nicole percebia que, mesmo exigindo um esforço tremendo dela, estava me proporcionando um prazer imenso, pois sentia seu corpo sugando o meu com malícia. Seus peitos balançavam como pêndulos, mas sua habilidade no movimento do quadril era tanta, que eu só conseguia vê-los balançando perto de mim.

O orgasmo, então, veio de forma explosiva e violenta, muito mais rápido do que eu imaginaria. Nicole, por sua vez, se mantinha ereta e perfeita, fazendo com que seu ventre sugasse até a última gota do meu sêmen.

Exaustos pela foda, desabamos na cama. Eram 2h40 da manhã quando começamos a dormir, com meu corpo ainda preso dentro dela.
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1 comentários - Solteirão de Verão (2): A Escort II

Tremendo relato
Gracias por comentar. Acabo de subir algo más reciente. Como te digo, estoy aprovechando el mes libre para ponerme al día. Espero que lo disfrutes.