Minha sogra no sigilo

Minha esposa Verônica e eu estamos casados há dois meses e, por motivos de trabalho, tivemos que nos mudar para outra cidade, uma cidade bem tropical onde todo dia é verão, calor e umidade são típicos dessa região. Minha esposa começou a trabalhar numa empresa importadora de carros e peças, então durante a semana ela trabalhava das 8h às 19h, e aos sábados até as 14h — uma rotina pesada pra ela. Além disso, por causa da distância, era difícil vir pra casa almoçar e depois ter que voltar pro trabalho, então ela preferia ficar no escritório mesmo na hora do almoço. Eu, por outro lado, trabalhava pra uma empresa de análise de dados em Londres, então tudo era remoto e eu praticamente não saía de casa.



Seis meses depois, já acostumados com a rotina, conseguimos nos mudar pra uma casa gostosa dentro de um condomínio que tinha todas as facilidades: piscina, sauna, academia, etc. A casa tinha um jardim espaçoso e dois quartos extras pra visitas. Normalmente, a gente aproveitava os fins de semana pra relaxar na piscina ou passar umas horas no sauna.
Minha esposa era uma morena alta, filha de pais mexicanos, extremamente gostosa, com uns peitões enormes e um quadril típico de mexicana. Além disso, a rotina pesada na academia ajudava ela a manter a forma todo santo dia. Ela era muito apegada à mãe e à irmã; quando a gente morava na mesma cidade, normalmente no fim de semana sempre tinha algum evento de família onde elas podiam se ver e trocar ideias sobre a semana. Alguns dias na semana, a mãe dela vinha em casa pra almoçar e até ficava uns dias com a gente. Ela era uma mulher linda de 57 anos, magra, de olhos claros, mas pele morena. Na idade dela, se mantinha em forma e praticava ioga praticamente todo dia, por isso o corpinho dela era muito bem cuidado. Às vezes, quando ficava pra dormir no fim de semana, ela adorava vestir seus pijamas de seda que marcavam a silhueta enquanto a gente jogava jogos de tabuleiro. Eu não conseguia evitar de reparar nos peitos lindos dela desenhados na seda ou nas pernas longas e tonificadas. Tenho certeza que ela percebia quando eu olhava, e acho que até curtia. Fato é que era um verdadeiro banquete pros olhos. Quando a gente se mudou, foi um baque danado pra minha mulher, pra irmã e pra mãe dela, porque não iam mais poder se encontrar tanto quanto antes. Por isso, a gente decidiu que tanto a mãe quanto a irmã dela podiam nos visitar quantas vezes quisessem e ficar o tempo que bem entendessem na nossa casa nova. Afinal, a gente tinha quartos extras e elas sempre seriam bem-vindas.
Numa ocasião, a Adriana, minha sogra, veio nos visitar por um mês antes do Natal. Por isso, planejamos uma série de atividades, geralmente para os fins de semana, e um ou outro jantar esporádico na cidade durante a semana, já que durante o dia a Vero e eu precisávamos trabalhar. Como eu trabalhava de casa, a Adriana e eu passávamos muito tempo juntos. No começo, com silêncios prolongados, mas aos poucos fomos conversando bem mais à vontade. Ela era agradável e muito inteligente, distinta e tinha um porte de autoridade que eu admirava. Conforme os dias passavam, nossa relação ficava mais leve e cheia de confiança.
Num fim de semana, resolvemos ir pra piscina passar o dia. Eu, a Vero e a Adriana compramos umas cervejas e curtimos o calor tropical da cidade. A Adriana não tinha maiô, então teve que pedir um emprestado pra Vero. Ela vestiu um biquíni azul bem pequenininho. Assim que vi ela, senti meu pau pulsar. Ela começou a passar bronzeador no corpo todo, estendeu uma toalha na grama, deitou e ficou lendo um livro. Minha esposa Vero preferiu ler um pouco na sombra de uma árvore, e eu fui nadar por uns minutos. Saindo da piscina, peguei o bronzeador e comecei a passar no corpo pra pegar um pouco de cor. Minha sogra me viu e pediu pra, quando eu terminasse, passar o produto pra ela fazer o mesmo. Como ela tava lendo e com as mãos ocupadas, perguntei se preferia que eu ajudasse com o óleo pra não estragar o livro. Ela topou, moveu o livro pro lado e eu comecei a passar no peito e nos braços dela. Passei as mãos quase roçando os peitos dela, o abdômen perigosamente perto da barriga. Quando cheguei nas pernas, já tava com o pau duro e ereto. Comecei pelos pés e fui subindo devagar até as coxas. Minha excitação era tanta que nem liguei de pegar as pernas dela com as duas mãos, quase chegando na buceta. Pedi pra ela virar de costas, e enquanto virava, vi os olhos dela cravarem rapidinho na minha ereção. Ela tentou disfarçar, e eu, ainda mais excitado com aquilo, continuei com a parte de trás das coxas. Comecei pelas nádegas, invadindo a parte interna da coxa com uma pressão forte pra baixo até chegar nos tornozelos. Por último, peguei mais óleo e passei nas costas dela. Não consegui evitar invadir os lados dos peitos dela com meus dedos enquanto massageava as costas. Quando terminei, falei: "Pronto, servida, Adri." Ela respondeu: "Valeu pelo serviço de primeira!" e piscou um olho pra mim. O resto do dia passou sem mais novidades.
Voltando da piscina, comecei a preparar uns tacos enquanto a Vero e minha sogra tomavam banho. Quando terminei, a Adriana entrou e perguntou se podia ajudar em alguma coisa. Ela tava usando um pijama branco comprido que ia até os joelhos e não tava de sutiã, então dava pra ver o contorno dos peitos dela e os biquinhos aparecendo. Pedi pra ela me ajudar com a mesa, ela se abaixou do meu lado pra pegar uns guardanapos na gaveta e eu pude ver aqueles peitos lindos dela e os biquinhos pretos. Meu pau endureceu na hora e uma onda de tesão tomou conta de mim. Acho que ela viu o volume enquanto eu tentava esconder. Naquela noite, fiquei fantasiando com os peitos dela e o corpo dela, revivendo a tarde na piscina.
Era 1h da manhã e acordei com sede, então fui pra cozinha pegar um copo d'água. Saindo do quarto, notei a luz da TV no quarto da Adriana. Quando passei, olhei e ela estava com as pernas semiabertas e sem calcinha — pude ver aquela buceta deliciosa e os lábios lindos enfeitando a fenda dela. Ela não percebeu minha presença, e eu continuei olhando, aproveitando a escuridão do corredor. Não aguentei a safadeza e bati na porta pra perguntar: "Oi, Adri, vou na cozinha, precisa de algo?" enquanto meus olhos não saíam daquela pussy linda. Nervosa, ela respondeu: "Não, Jorge, obrigada, vou dormir agora." Aí eu falei com segundas intenções: "Qualquer coisa que precisar, é só me avisar", fazendo alusão à boceta dela. Ela deu um sorrisinho.
No dia seguinte, já segunda-feira, o Varo foi trabalhar e eu sentei na sala pra trabalhar. Minha sogra saiu pouco depois de tomar um banho e sentou na sala também pra ver TV. Ela tava usando uns shorts curtos e uma regata preta de rede que deixava ver o sutiã preto dela. Depois de alguns minutos, ela foi pra cozinha cozinhar. Às vezes a gente conversava enquanto eu tava nos intervalos e depois almoçávamos juntos, falando de tudo um pouco. Essa rotina se repetiu por vários dias, e a única coisa que passava pela minha cabeça era enfiar meu pau dentro da buceta dela.
Um dia, enquanto eu estava no banho, a Adriana bateu na porta freneticamente. Era a Vero no telefone e precisava falar comigo com urgência. Saí com uma toalha na cintura e peguei o telefone. A Adriana saiu do quarto. Quando terminei de falar com a Vero, coloquei o telefone em cima da cama e tirei a toalha pra vestir a cueca. Nessa hora, a Adriana entrou no quarto. Quando me viu pelado, ela ficou quase paralisada, olhando fixamente pro meu pau, sem se mexer por uns segundos. Nervosa, ela disse: "Mil desculpas, Jorge, pensei que você tinha voltado pro chuveiro". "Fica tranquila, Adri..." respondi. Ela deu um sorriso sem graça e saiu rapidinho.
Durante o almoço, notei ela calada e nervosa. Tentei puxar assunto sobre vários temas pra distrair ela do que tinha acontecido e, aos poucos, ela foi se soltando. Tivemos uma conversa agradável. No fim da tarde, a Vero chegou em casa e decidimos todos ir pra sauna antes do jantar. A sauna era pequena e tinha uma jacuzzizinha. A Adriana tava com um biquíni branco que amarrava no pescoço, mal cobrindo ela. Dava pra ver os lados dos peitos dela e os mamilos pretos através do tecido molhado. A buceta linda dela aparecia cada vez mais conforme o pano ficava molhado. Eu sentia meu pau molhando enquanto ela sentava na minha frente na pose clássica de ioga dela. Não sei se ela sabia que a buceta dela tava praticamente toda exposta pra mim. A excitação e o calor foram demais, então tive que sair pra jacuzzi pra me refrescar um pouco, já que não tava muito quente. Minutos depois, a Vero e minha sogra se juntaram a mim. Nós três lá dentro, nossos pés se tocavam e eu fingia que não sentia nada. A gente se olhava espontaneamente, como se tivesse compartilhando algum segredo. Meu pau tava duro e pulsando. De repente, a Vero fala: "Ok, vou voltar pra sauna. Vocês vêm?" Eu respondi: "Me dá uns minutos..." E minha sogra completou: "É, eu também... Tô gostando daqui." A Vero entrou na sauna e nos deixou sozinhos. Eu comecei a ser mais agressivo com meus pés, tocando nela, fingindo que era sem querer. A gente conversou um pouco, só nós dois:
- "E aí, curtiu a estadia até agora, Adri?
Tô muito satisfeita com tudo, o clima, minha filha com tudo
Que bom Adri, fico feliz, amanhã vou cozinhar algo delicioso pra você no jantar..." já que sou muito bom na cozinha.
Muito obrigada, Jorge. Se continuarem me mimando assim, nunca vou embora..." e sorriu.
- "Você é bem-vinda quantas vezes e quando quiser" respondi...
Enquanto a gente conversava, meu olhar ficava preso nos mamilos dela e minha pica ficava dura de tanto tesão que eu tava sentindo na hora. Decidi que ela precisava ver minha pica e o que o corpo dela causava em mim.
- "Agora sim vou pro sauna, cê vem?" falei, enquanto me levantava na jacuzzi, meu pau duro ficou na altura do olhar dela, vi como os olhos dela se cravaram no meu membro e eu, como se nada, continuei meu caminho pro sauna, nervosa ela respondeu "ah, vou já..." com uma voz trêmula.
Era uma sexta-feira e eu e a Vero tínhamos uma reunião com uns amigos. Entre tequilas e uísque, passaram-se algumas horas. A Vero tinha exagerado nas doses e eu decidi que era hora de encerrar a noite. Eram 2h da manhã quando chegamos. Deitei ela, depois me despi e apaguei as luzes pra dormir. Quando eu estava quase pegando no sono, a Vero acordou, levantou e saiu correndo feito uma louca pro banheiro pra vomitar. Com o barulho, minha sogra acordou e entrou no quarto pra ver o que tava rolando. Ela estava com uma camisolinha de seda cinza que fez meu pau endurecer na hora. A Vero, completamente bêbada, vomitava no vaso enquanto eu segurava ela. A Adriana se aproximou pra me ajudar: "Vero, você precisa aprender a se controlar", ela disse. A gente limpou ela e, enquanto me ajudava a levantar a Vero, a Adriana encostou a mão inteira no meu pau. "Ah, desculpa, Jorge, é que eu não vi como segurar ela direito." Eu sorri pra ela. Levantei a Vero pra deitar ela de novo. "Valeu, Jorge. Tomara que ela não levante de novo", ela me disse.
Com tudo que ele bebeu, duvido..." falei pra ela.
Quer que eu prepare um café pra você?" ela me perguntou.
Se você me acompanhar, claro
Mas claro" respondi.
Ela foi pra cozinha e eu fui atrás, vendo a bunda dela se desenhando na seda. Na cozinha, não conseguia parar de olhar pra ela, e o álcool me deixava ainda mais excitado. Adriana me entregou uma xícara e eu me apoiei na pia enquanto tomava meu café. Notei que Adriana olhava pro meu volume, meu pau já se formava claramente na minha cueca branca.
Mas é que amanhã é sábado e você não trabalha", ela me disse.
É, mas a Vero trabalha, coitada..." respondi.
— "Que malvado, Jorge... kkkkk" — ela sorriu e derramou o café quente no peito dele.
Porraaa..." gritei, me aproximei na hora com um guardanapo pra secar o café quente e esfreguei os peitos dela.
— "Acho que o café não tava tão quente assim, deixa eu ver se você se machucou" — falei pra ela.
- "Não, Jorge, como..." ela me disse
Me aproximei e levantei a camisola dela até tirar. "Que vergonha, Jorge", ela disse, envergonhada. Ali estavam os peitos dela nus na minha frente, um pouco irritados pelo café, mas nada sério. Peguei um creme na gaveta pra cobrir a lesão, coloquei um pouco na minha mão e comecei a esfregar o peito dela devagar, chegando até os mamilos. Ela evitava me olhar nos olhos, mas dava pra sentir o coração dela batendo cada vez mais forte, e os mamilos eretos não escondiam a excitação. Meu pau pulsava e eu já não conseguia me controlar. Me aproximei e beijei os lábios dela, enfiei minha língua enquanto apertava os peitos dela. Ela correspondeu com a língua. Minha mão chegou na buceta dela, tava molhada, e ela gemia enquanto eu acariciava os lábios dela. Senti a mão dela apertando meu pau. Nossa respiração ficou ofegante.
quero comer sua buceta" eu sussurrei
Enquanto eu esfregava o clitóris dela, levei ela pro quarto, coloquei ela de barriga pra baixo na cama e puxei a fio dental pra baixo.
- "Jorge não, você é casado com a minha filha
Mas ela não resistiu muito, arranquei a tanga dela e separei as bundas dela pra expor o cuzinho lindo dela e comecei a chupar o cu dela feito louco, enfiava minha língua enquanto beijava o cu dela igual tinha beijado a boca dela antes, meu pau pulsava e ela gemia de prazer, peguei um dedo e enfiei na buceta dela
Ayyy, meu Deus..." exclamei.
Enquanto minha língua abria o esfínter dela, a buceta dela pulsava e os sucos molhavam toda a minha mão. Peguei os sucos dela pra lubrificar meu pau e enfiei no cu dela, primeiro a cabeça da minha rola bem devagar.
Ela gemia "Ahhh que grosso teu pau...
E, aos poucos, o cuzinho dela engolia toda a minha pica, meu pau tava prestes a explodir, comecei a meter minha pica dentro do cu dela enquanto separava as nádegas dela, ela gritava.
Mete teu pau em mim, Jorge, quero teu pau no meu cu
Comecei a acelerar o ritmo,
- "Jorge, enfia essa pica na sua sogra, enche o cu da sua sogra com essa porra quente
Meu pau já não aguentava mais, tirei meu pau do cu dilatado dela e me aproximei de novo pra acariciar a abertura anal dela com minha língua, ela gritava de prazer enquanto a Vero dormia a bebedeira dela no outro quarto.
Sim, assim mesmo, lambe meu cu... aaaah sim, assim, assim..." ela gemia.
Uma vez lubrificada novamente, minha pica invadiu o cu dela.
Aaah, meu deus, que pau grosso, amo teu pau, Jorge" — ela gritou, sem se importar que a Vero dormia perto.
Quero sua pica sempre, me dá sua pica grossa Jorge, isso, assim, assim, mais!
Peguei ela e coloquei de quatro, e meu pau penetrou na buceta molhada e gostosa dela.
- "Ahh deus!!! Sim, assim mesmo, faz de mim sua putinha, Jorge, quero ser sua putinha!
Meu pau penetrava fundo na buceta dela, apertando meu pau como se a Adriana estivesse controlando tudo à vontade, a buceta dela apertava meu pau igual uma novinha de 20 anos, os sucos escorriam pela cama.
- "Amo teu pau, dá o teu leite pra tua sogra, Jorge" gritava
Tô gozando, Jorge, assim, me dá assim!!
Peguei meu polegar e enfiei no cu dela enquanto meu pau polia a buceta dela.
Finalmente um homem de verdade, assim!! Que delícia!! Jorge, me fode!! Sou tua mulher!!
Eu já não aguentava mais, senti meu pau explodir dentro da buceta dela.
aaahhh Ahhh, Ahhh!!!" ela gritou.
Enquanto toda minha porra enchia a matriz dela, o corpo dela tremia e a buceta pulsava apertando meu pau quase convulsionando, minha sogra ficou deitada de barriga enquanto tentava recuperar o fôlego. Deitei ao lado dela, ofegante, beijando os peitos dela e chupando os mamilos.
Que homem, meu Deus!!" ela disse ofegante, dei um beijo na boca dela e saí do quarto.
Uma vez no meu quarto, a Vero ainda tava completamente dormindo, bateu aquela putaria na hora e meu pau endureceu de novo. A ideia de comer minha sogra e a filha dela na mesma noite era algo único na vida. Tirei a roupa da Verônica, arranquei a calcinha fio dental dela, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela. O cheiro dela me excitou pra caralho e meu pau, completamente duro, começou a ficar molhado de novo. Levantei as pernas dela nos meus ombros e comecei a lamber o cu dela, enfiei minha língua garantindo que deixasse bem lubrificado. O cu dela começou a abrir, enfiei dois dedos pra dilatar ainda mais, abri o cu dela e cuspi dentro. Peguei meu pau e enfiei fundo, ela gemeu baixinho. Comecei a me mexer e a polir o reto dela, meu pau grosso e quente dilatava o cu dela. Quando eu tirava, o cu dela ficava aberto. Cuspi dentro de novo e penetrei outra vez. Meu pau já não aguentava mais e jorrou toda a porra dentro do cu dela. Tirei meu pau do rabo dela e o leite começou a escorrer do buraco. Cobri ela e, exausto, fui dormir.
No dia seguinte, a Vero saiu cedo pro trabalho, quase nem percebi. Acordei lembrando que na noite anterior tinha comido a Adriana. O nervosismo me dominou por uns minutos e eu não queria sair do quarto. Tomei um banho, vesti um shorts e uma camiseta e fui tomar café. Enquanto comia, a Adriana saiu do quarto dela com o cabelo molhado, tinha acabado de tomar banho.
Oi Jorge, bom dia...", ela disse, me olhando nos olhos enquanto ia pra cozinha.
Bom dia, Adri..." respondi.
Ela tava vestindo uma legging branca e uma blusa verde, meu pau endureceu lembrando da noite anterior. Fui pra cozinha atrás dela pra ver se tava tudo bem.
- "Como você dormiu, Adri..." perguntei
Não consegui dormir a noite inteira" respondi nervosa, com a voz embargada.
— "Me sinto muito mal, não devia ter rolado o que aconteceu ontem à noite, tô morrendo de vergonha" — ela continuou.
—Você é o marido da minha filha, e sinto que sou a pior mãe, não sei o que deu em mim — disse ela, com a voz falhando.
Não é só culpa sua, eu também me sinto mal. Mas o que aconteceu vai nos marcar pro resto da vida, só depende da gente como lidar com isso", respondi.
Eu amo minha filha e ela nunca pode saber disso, Jorge, eu te imploro, por favor, você tem que me prometer que ela nunca vai descobrir." respondeu.
— "Te prometo, Adri, nem a Verônica nem seu marido. Esse tem que ser nosso segredo até o fim" — falei pra ela.
O que tá feito, tá feito — nada do que a gente fizer vai apagar o fato de que a gente transou", continuei.
É verdade, isso não pode se repetir" ela me disse
Isso vai se repetir sim, e você sabe que vai ser assim. Quando você vier dormir aqui, no Natal, em casamentos, vou ver a oportunidade de te fazer minha mulher. Não vamos conseguir evitar nem negar isso...
Olhei nos olhos dela, me aproximei e beijei ela com paixão, nossas línguas se encontraram de novo e nossa respiração acelerada não conseguia esconder a excitação que sentíamos um pelo outro. Ela pegou com uma mão minha rola dura através do meu short e apertou com força. Levei ela pro quarto dela e deitei ela na cama, puxei o short dela pra baixo e abri as pernas dela. A buceta dela, recém-depilada, tava molhada. Beijei a buceta dela e lambi toda a umidade. Minha língua brincava com o clitóris dela e penetrava, saboreando os sucos vaginais dela.
- "Ai sim, assim... Ahh" ela gemia. Levantei as pernas dela na altura da minha cabeça e comecei a lamber o cuzinho dela.
- "Jorge, assim... Amo sua língua, sim, assim... Coloca no meu cu" — disse quase sussurrando. Enfiei minha língua no cu dela, fazendo círculos enquanto ele se dilatava.
- "Ah sim... Quero montar em você, Jorge, quero sua piroca grossa no meu cu" sussurrei. Virei de costas e ela montou em mim, pegou minha piroca e deslizou lentamente dentro do reto dela.
- "Ahh, que gostoso sentir teu pau abrindo meu esfíncter... Assim, me dá tudo..." ela disse. Meu pau entrava cada vez mais até ficar completamente dentro dela, ela começou a me montar e pegar ritmo enquanto gemia de prazer, meu pau pulsava a cada investida do seu lindo cu. Tirei a camiseta dela, peguei seus lindos peitos e apertei enquanto Adri me montava mais forte, comecei a lamber os bicos e chupá-los como se ela me amamentasse, seus bicos pretos engrossaram.
- "Amo seu pau dentro de mim" ela disse.
- "Você gosta de me comer no cu, Jorge? Gosta do cheiro?" continuou
- "Amo sua bunda, amo seu cheiro, Adri... enfia tudo" respondi. Ela se desmontou e começou a chupar meu pau, eu enfiei dois dedos dentro da buceta dela enquanto ela limpava minha rola com a boca, a buceta dela estava quente e molhada. Peguei ela pela cintura e coloquei a boceta dela na minha boca, no 69 lambi toda a buceta dela enquanto bebia os sucos dela, o cu dilatado dela agora na minha frente estava molhado e irritado pelo atrito, comecei a lamber e beijar enquanto minha língua invadia, ela gemia de prazer.
Senta na minha boca", falei pra ela. Ela sentou nos meus lábios e usou minha língua pra dilatar o cu dela e molhar a buceta, minha língua penetrava ela e ela montava como se fosse um pau, lambia a buceta e o cu dela enquanto ela se mexia na minha cara, deixei ela limpa e molhada, ela montou em mim de novo e dessa vez enfiou meu pau na buceta dela.
Me dá essa sua piroca grossa, Jorge... ahh sim" ela sussurrou. Minha piroca penetrou ela devagar enquanto ela mordia os lábios.
Como eu pulo no teu pau, assim, me dá assim" — ela começou a se mexer com mais ritmo.
Tô gozando..." ele disse. Senti a buceta dela apertando meu pau com força enquanto ela se mexia com mais vontade.
- "Deus assim... assim... assim..." ela gemia, chupava os peitos dela enquanto ela me montava mais rápido
Jorge, eu vou gozar, não para, assim, me dá, minha velha, me dá essa buceta" — ela estava chegando ao orgasmo.
- "Ahhh!!! Siimmm!! Ahhh Sim, sim, sim, assim," explodi num orgasmo, ela desabou sobre mim enquanto se contorcia no meu peito.
Meu pau ainda tava duro, porque não tinha gozado.
— "Monta em mim, Adri..." eu falei. Ela obedeceu.
— Quero que você me dê seu cu... — eu disse. Ela pegou minha pica e enfiou no rabo dela.
- "Ahh, adoro isso" sussurrou. Começou a se mexer e a cavalgar minha pica com o cu, a bunda dela estava quente e apertada.
Quero toda sua porra dentro do meu cu, Jorge..." ela ordenou. Comecei a chupar os peitos dela e a morder os bicos duros.
Vou gozar, Jorge, assim, assim, assim" — ela começou a acelerar o ritmo enquanto, com a outra mão, esfregava os lábios da buceta e o clitóris.
Ahh, Ahh, ahh deus, finalmente uma rola dura... me fala Jorge, me fala que você sempre vai me dar essa rola!" ela gritava
Dá pra sua sogra o seu leite, sim, sim, sim... Me enche de porra, Jorge" ela tava quase gozando e eu também.
Tô gozando..." gritei enquanto o orgasmo dela começava e o cu apertava com força meu pau, uma explosão de urina encheu minha cara enquanto o reto dela se contorcia abraçando meu membro, meu pau explodiu dentro do cu dela enchendo ela de porra enquanto eu bebia a urina dela.
- "sim, sinto seu leite quente enchendo meu cu, sim assim, dá todo seu leite pra sua sogra... sim" ela continuou seu orgasmo.
Deus sim, que gostoso, que gostosoo Jorge" e ela se desmanchou na cama.
Me coloquei por cima dela e terminei de limpar a buceta dela com minha boca, chupando e lambendo toda a umidade dela, enquanto meu leite escorria do cu dela. Cheguei perto e beijei ela.
Você vai ser meu homem e eu vou ser sua putinha, e de mais ninguém. Nem seu sogro vai me tocar com a flacidez dele", ela me disse.
Desde aquele momento, minha sogra e eu curtimos o sexo e a putaria em toda oportunidade.

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2 comentários - Minha sogra no sigilo

Yo me coji a mi cuñada y a mi suegra es muy exitante y muy morboso