O turno da Andrea, amigas da minha mulher

aqui vai a próxima parte dessa história
agora é a vez da Andrea, finalmente a última das amigas dela
Espero que vocês gostem e aproveitem.
também que comentem e, se gostaram, uns pontinhos não vêm nada mal


desde já, muito obrigado por me ler.












Agora só faltava a Andrea pra completar o quarteto, segundo a Laura não ia ser fácil, de todas elas era a mais quieta e recatada, nunca contava nada do que fazia e, como bem sabemos, as mosquinhas mortas são as piores, embora minha prioridade agora fosse a Rocío, a putinha barata da minha cunhada, a história dela despertou em mim um tesão perverso, uma autêntica puta como falam aqui, logo lembrei das poucas vezes que a via em alguma festa, sempre vestida com aqueles shorts curtinhos e apertados que com certeza sufocavam a buceta dela e aquela camiseta que mal cobria a metade das tetonas enormes dela, que também deixavam ver o sutiã velho que servia pra deixá-las empinadas o tempo todo, e aquela carinha mistura de engole porra e menina inocente que às vezes fazia biquinho, dava vontade de arrebentar ela ali mesmo, muitas vezes ela já tinha dado em cima de mim, mas só agora eu percebia, porque naquela época eu só tinha olhos pra minha Laura e não dava bola pra puta nesse sentido, o que com certeza deixava ela louca, o Pedro, marido dela, é um cara legal, meio preguiçoso, se contenta com pouco e a paixão dele é jogo e vinho, talvez por isso eu tenha pensado em me juntar com ele na casa dele, sabendo que ele era um perdedor como jogador, não custou nada organizar um jogo com o Raul e o Jorge, só precisava esperar o momento certo pra propor ao Pedro uma partida na casa dele, meu plano era simples, deixar ele seco e fazer com que apostasse a puta da Rocío pra perdê-la e botar ela pra foder, mas pra isso eu precisava esperar pra propor quando visse ele em outra festa, na quarta-feira eu tava pensando nisso quando o Alan apareceu na oficina, se ofereceu pra me ajudar a consertar e assim aprender um ofício, já que segundo ele tava saindo com uma garota, achei estranho ele, sendo tão viado, querer sair com uma garota, mas ele disse com quem e eu percebi na hora, a Íris, a puta mais vadia do bairro, uma mina que por um baseado entregava tudo, falei que na oficina não tinha sexo, ali tudo era trabalho, acabei aceitando e logo ele me pôs pra trabalhar comigo, foi assim que uma tarde ele começou a me contar as aventuras da mãe dele com os dois melhores amigos e como ela gostava de ver a gordinha reclamona ser dominada por eles, coisa que levou vários meses até conseguir. Raul, o pai dele, quase nunca estava em casa e, como não incomodava, aceitava que ela fosse mais uma visita e tinha certeza de que nunca tocava na Brenda, fazia anos que tinham parado de transar entre eles e talvez por isso a mãe dele vivia sempre no tesão e histérica. Com o tempo, ele percebia quando ela tinha sido comida por alguém porque o humor dela mudava naquele dia. Descobriu por dedução que o velho do armazém comia ela e depois também o açougueiro, mas isso foi por pouco tempo até ele começar a levar os amigos pra casa com a desculpa de estudar. No começo, a Brenda se comportava normal, até que um dia tudo mudou. Nesse dia, ela vestiu o mesmo vestido de quando eu fui ajudar ele em matemática, e os amigos dele não demoraram nada pra insinuar coisas até que um deles se animou na cozinha e acabou comendo ela. Aquela tarde foi muito longa, os dois amigos não paravam de dominar ela ali mesmo, em cima da mesa da cozinha, primeiro um e depois o outro, e dois dias depois voltaram, mas trouxeram mais dois amiguinhos. A Brenda quis negar, mas os caras ameaçaram contar tudo pro marido dela. Segundo o Alan, essa foi a primeira festa que a Brenda teve, e segundo ele, ela teve várias assim, coisa que ele adorava porque a Brenda era muito rígida com ele. Espiar e ver como os amiguinhos humilhavam ela deixava ele muito feliz, o promíscuo. Mas tudo acabou quando um deles comeu ele. Ele me confessou que não gostou do jeito que o cara fez e nunca mais levou ninguém pra casa dele. Ele ter me contado isso me deixou a mil, talvez fosse isso que ele queria pra eu comer ele na oficina, mas não foi assim. A questão é que ele foi embora e daí a pouco a Brenda entrou pra pegar a mochila que o Alan tinha esquecido. Nem preciso dizer que eu dei uma tremenda Pegada no depósito da oficina, a puta gorda foi embora toda banhada de porra. Tenho que admitir que a Brenda transava muito bem, amante de pica, adora chupar e saborear, se entrega de corpo e alma em cada boquete, a língua dela faz estragos na pica. O ruim é que ela não curte nada entregar a rabeta, por isso arrebentar ela me dá tanto prazer. Um cuzinho apertado que quando a pica entra, aperta pra caralho, e os gemidos e reclamações dela deixam a transa ainda mais intensa. Depois disso, eu ficava exausto e ela satisfeita, mas dolorida. O tempo passou, os encontros foram rareando, e foi assim que num sábado à noite isso aconteceu.


Laura, o que houve, não vai sair hoje? E os caras não vão se encontrar?


O Raul tem uma reunião na oficina, o Gustavo e o Jorge iam pra quadra, então como tô detonado, vou ficar em casa.


Laura, você sabe que hoje a gente vai se encontrar, que merda, vou falar pra Susana a gente se encontrar na casa dela.


Nadaaa, vou pro quarto, quero descansar um tempão, além disso você já sabe que quando durmo não escuto nada, mas quando forem embora me chama pra jantar.


Laura não é mais a mesma, sabe? Você quer ouvir a gente conversar, ver o que elas falam de você.


Isso é errado?


Beleza, vai lá, toma um banho e deita, mas que seja a última vez. Tu quer ouvir o que tão falando de você?
Você sabe que eu durmo e não escuto nada.


Quando eles forem embora, quero ir pra balada, faz anos que a gente não sai.


Feito, até mais tarde.


Foi assim que descobri que o Raul, marido da Brenda, tava comendo várias clientas, e a mina contou com todos os detalhes como ele tinha me comido na oficina. Também fiquei sabendo que o Gustavo tinha muita dificuldade pra transar com a Susana, mal conseguia manter o pau duro, coitado, e eles tinham comprado um vibrador que ela usava na cama cada vez mais — culpa minha por ter deixado ela tão puta. Da Alicia, o Jorge tinha compartilhado ela com um cara, levou o sujeito pra casa e vazou pra eles transarem à vontade. Agora o cara vai quase todo dia comer ela enquanto o Jorge trabalha, e quer trazer uns amiguinhos. Aí a Brenda lembrou do que aconteceu com os amigos do Alan, e a Laura perguntou pra Andrea o que tinha rolado.
Andrea, você já sabe, quando ouço vocês falarem do Oscar, penso que ele deve ser foda pra caralho na cama, porque tem que deixar satisfeita uma puta como a Brenda ou como a Alicia.


Alicia, eu troco o Oscar pelos guys sem pensar duas vezes, valeu amiga por emprestar ele
Andrea, sério, é tão bom assim?
A Brenda tem uma ferramenta importante, não é pra qualquer um.
Susana contou pro Gustavo, você não tem ideia de como o otário chorava quando o Oscar arrombou o cu dele.


Brenda, igualzinho ao coitado do Alan.


Andrea, bom, os viados gostam disso, e eu também gostaria, mas não é violento?


Susana, nada disso, ele é muito suave no começo, te pega com carinho, pelo menos comigo primeiro ele comeu minha pussy, isso me deixou louca do jeito que ele fez, e depois da primeira transa você só quer sentir aquela cock, é aí que o filho da puta te fode e nunca para, eu não dava o cu pra quase ninguém, mas pra ele não consegui negar, você tinha que ver a carinha do Gustavo quando o Oscar arrebentava meu cu, coisa que ele nunca tinha feito, acabou umas duas vezes batendo punheta, depois bom, depois chegou a vez dele, coitadinho, você tinha que experimentar.


Andrea, verdade que sim, e você, Laura, como tá o negão que você anda comendo nos domingos?


Laura não é minha, para um pouco com ele. O idiota do Oscar tá se ligando, então troquei os dias.


Brenda, mas então ela é melhor que o Oscar?


Laura não, de jeito nenhum, você já sabe como o Oscar é na cama, melhor que ele é difícil, mas cê sabe, meu trampo depende dele e enquanto ele continuar com tesão em comer a mulher de outro, melhor ainda. Quarta-feira pedi um aumento e não sabe o que ele me disse.


Alicia, o que o negão te disse?


A Laura queria um fim de semana comigo, não sei o que fazer, amigas


Andrea, isso sim que tá fudido.


Na hora eu já soube quem era meu corno, o Roberto, aquele gerente babaca do escritório. Só assim um otário como ele podia ter uma mulher igual a minha. Pensei comigo: se é isso que ela quer, vai sair caro pra esse filho da puta punheteiro. E depois disso, a Laura ia largar o emprego, essa seria minha condição. Percebi que ela falou sabendo que eu tava ouvindo, e se era isso que ela queria, tava perfeito. Eu ia fundo com a cunhada e ainda contaria pra Laura. Ela passava um fim de semana com o chefe dela, e eu com a puta vila da irmã dela. Fiquei escutando mais um pouco e, sem perceber, acabei dormindo. A Laura me acordou já toda trocada pra ir pra balada.
Laura love, vou pro baile com a Andrea e a Susana, tu quer vir?


Se a Andrea tiver a fim, sim, adoraria dançar com ela.


Laura e te comer também, né?


Fomos pra balada e eu me agarrei com a Andrea, sabia que a Laura e a Susana iam caçar um pente e conseguiram na hora, enquanto eu tava focado na mais puta das amigas delas. A gente transou rápido e foi uma delícia, tão bom que no final a gente se separou da minha mulher e da Susana, e quando saímos da balada eu levei ela pro hotel. Tava muito no fogo mesmo, a putinha. Lá ela me confessou que o Carlos tem um micro-pau e que ela é muito fogosa, e ela me mostrou isso com força. O melhor que ela fazia era esquentar o macho dela falando do corno e da impotência dele pra dar prazer, humilhando ele o tempo todo. Era incrível como ela se mexia na cama e a adoração dela pelo meu pau. Depois de duas horas de trepada, a gente ficou conversando.


Andrea, a verdade é que a Laura não mente em nada, isso aí a gente tem que repetir.


Adoraria repetir isso na frente do Carlinhos.


Andrea, isso vai ser mais difícil, acho.


Mas tu ia gostar, não é verdade? Tu ia adorar que eu fizesse igual ao Gustavito, todo promíscuo, né?


Andrea, a verdade é que não sei se já não é assim minha corninha.


Isso é muito fácil de saber, enfia um dedinho na bunda dela, se entrar fácil já sabe.


Andrea, já fiz isso e entrou muito fácil, ainda por cima o babaca até gemeu, mas você conhece ele melhor que eu.


A verdade é que ele não tem cara de ser viado, mas fazer o quê, tentar não custa nada, você pode convencer ele. Agora me fala a verdade: teu filho é dele?


Andrea, a verdade é que não sei.

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