Olá pessoal, obrigado por lerem. Gostaria que comentassem um pouco mais, como sabem sou nova escrevendo histórias, tento dar o melhor da sacanagem pra todo mundo. Esse capítulo é um pouco mais longo, espero que curtam, valeu a todos por lerem.
CAPÍTULO 4
Não consegui responder, as palavras não saíam da minha boca, eu tava em choque total, mas também sentia uma vergonha danada da posição que eu tava. Não dava pra acreditar, era o Alex, meu parceiro que eu achava que tinham deixado morrer naquele bar, parado na minha frente.

ALEX: Fica tranquila, fica parada aí, mexe um pouco pro lado que vou arrebentar o cadeado.
Ele sacou a arma, apontou pro cadeado, eu me afastei e, sem dizer uma palavra, o tiro estourou o cadeado, abrindo a jaula. Ele me pegou pelo braço e me tirou de lá, me virou. Não sei se foi por tudo que eu tinha passado, mas me senti observada, como se ele estivesse olhando com desejo pro meu corpo.

Pego umas ferramentas pequenas, percebi que ele tava mexendo nas algemas, quando de repente elas se abriram, tanto as das mãos quanto as dos pés. Fiquei livre, percebi que tava muito afetada. Ele tinha vindo me salvar, obviamente se virou pra tirar as algemas e eu pensando mal da atitude dele.

ALEX: Madelyn, seu rosto.. sua roupa.. O que fizeram com você?
EU: N-nada, Alex, foi horrível, mas vamos embora antes que alguém apareça.
ALEX: parece que eu te estuprei, foi assim?
EU: Não, não... só tentaram me torturar, não tem tempo pra história, vamo embora antes que alguém apareça.
ALEX: cê tem razão, vamos. Me segue.
Saquei minha arma e fui na frente, eu não fazia ideia de onde diabos estava, só segui ele. Parecia um túnel subterrâneo, a gente avançava devagar e em silêncio, caso alguém aparecesse no local.

No túnel, tinha dois caminhos, um reto por onde a gente tava andando. Eu imaginei que por aquele lado tinha mais lugares iguais ao que eu fiquei presa. Alex me falou que pela direita era a saída, e eu segui ele sem reclamar de nada. Não tava a fim de investigar nada, só queria sair dali o mais rápido possível. Finalmente, a gente chegou na saída.

ALEX: calma, entendo que você tá envergonhada por estar sem roupa, o carro tá perto, vou buscá-lo, não se mexe, não sai, não chama atenção, fica aqui escondida me esperando.
EU: sim, obrigado alex, vou ficar aqui. Vai rápido.
Ele foi buscar o carro dele pra trazer e me levar. Ele pensou que, além da minha vergonha de estar quase nua, se alguém me visse naquele estado, ia chamar atenção, iam fazer um escândalo e podia complicar tudo. A gente tinha que sair na surdina.
Chego perto do carro dele, ele tinha deixado estacionado perto de um clube, mas quando ele chegou, o clube tava fechado e agora parecia que tinha um segurança, que ele achou suspeito. Alex sabia que o lugar tava cheio de mafiosos ligados ao meu sequestrador. Ele se escondeu atrás do carro pra entrar pela outra porta, mas tinha uma sombra que ele não viu.

Fiquei esperando umas 2h, me escondia toda vez que passava alguma alma solitária naquelas horas da madrugada, pensei que era tempo demais. Mesmo com toda a vergonha e medo que eu sentia, sabia que tinha que agir, não ia ficar exposta a madrugada inteira. Saí cautelosamente pra procurar o carro e o Alex.
O lugar era horrível, as ruas eram um beco sem saída, não tinha ordem nenhuma. Pra minha sorte, a rua tava vazia por causa da madrugada. Passei por umas construções pela metade, e de repente, por entre uma parede inacabada, consegui ver o carro do Alex. Caminhei na maciota, percebi que perto dali tinha um cara parado na frente de uma espécie de clube.
Caminhei meio agachada, entrei pelo outro lado da porta do veículo, tava preocupada porque não via o Alex, mas se tivesse acontecido algo com ele, teria que voltar com reforços, não tinha nada que eu pudesse fazer naquele momento. Tentei emendar uns fios pra ligar o carro porque o Alex tava com as chaves e ele não tava ali. A última coisa que lembro é que tava tentando ligar o carro pra sair daquele lugar o mais rápido possível.

Acordei numa mesa, numa espécie de oficina, não sabia o que tinha acontecido, nem por que estava naquele lugar, tava totalmente confusa. De repente, percebo que tem alguém me observando.

Era um cara alto, imponente, cabelo comprido, esbelto, tava usando um terno e um piercing numa das orelhas, que brilhava que nem um cego. Quando vi ele, me levantei rápido e pulei da mesa, fiquei de pé no chão e me afastei um pouco dele. Enquanto recuava, senti minhas costas baterem na parede. Olhei em volta, tava num beco sem saída, o lugar parecia uma oficina, tudo fechado.
EU: Quem é você?
ESTRANHO: Você não se lembra de mim, agente Madelyn?
EU: não, quem é você, o que você quer, por que estou aqui?
ESQUISITO: você tentou fugir, Rom fez uma aposta, você seria minha a noite toda se tentasse.
EU: ROM? Esse porco... olha, não sei quem é você, mas é melhor me soltar, meu parceiro, outro policial, tá por perto e não vai hesitar em te matar se precisar.
ESTRANHO: Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento, minha vingança, minha doce vingança, meu desejo... finalmente vai se realizar?
EU: Que porra eu te fiz? Não lembro de ter te colocado atrás das grades, não sei quem você é.
ESQUISITO: É normal, eu era mais magro e não deixava o cabelo nem a barba crescer, mas a prisão de segurança máxima muda as pessoas, sou o Jackson, minha amada Madelyn.
EU: JA-JACKSON, JACKSON BURN?
JACKSON: Esse mesmo, vejo que não me esqueceu.
EU: Psicopata doente pervertido! O que você tá fazendo aqui, devia estar morrendo na prisão de segurança máxima!
JACKSON: hahahaha também senti sua falta, chefia. Digamos que fiz um acordo com um guarda do lugar, era um acordo que ele não podia recusar.
EU: Como você poderia chantagear um guarda daquela prisão..
JACKSON: Digamos que a máfia de Roma tem muitos guardas e gente do estado corrupto na folha de pagamento deles.
O cara veio na minha direção todo confiante, decidido. Tentei me defender, dei um soco na cara dele, mas foi em vão. Meu golpe não causou o menor dano, pra ele foi como se uma menininha tivesse tentado bater nele. Como ele tava perto, tentei fazer alguma chave pra imobilizar, mas não adiantou. Ele tinha ficado forte demais pra mim. Me pegou pelo pescoço e, com uma mão só, levantou meus pés do chão.
JACKSON: Te falei que a prisão de segurança máxima muda as pessoas, anos atrás, seu carinho poderia ter me machucado e sua tentativa de chave de braço teria conseguido me incapacitar como fez naquela época, agente Madelyn, mas agora, as coisas são diferentes..
EU: ughh.. guhh.. ba..bajjj.. me abaixa.. não consigo respirar.. monstro..
JACKSON: Ah é, o ROM falou que não podia te matar hahaha, quase esqueci.
Desci e consegui respirar um pouco, mas ele não soltava minha garganta, me tinha na mão dele, era impossível me libertar, ele era maior e mais forte que eu.
Quando conheci ele e o prendi, era um depravado que apalpava e estuprava minas e meninas por igual. Não que naquela época ele não fosse forte, mas eu também treino e tive força suficiente pra vencer ele. A diferença é que agora ele era muito mais forte do que antes, tinha se transformado num demônio. Me sentia indefesa e frustrada ao ver que nada do que eu tentava contra ele funcionava.
JACKSON: Sempre sonhei em ver teu corpo sem nenhuma roupa... desde aquela vez que pude apalpar só sua bunda, fiquei obcecado, minha amada Madelyn.
EU: O-que você tá dizendo, seu porco nojento, doente. Me solta ou você vai se meter em mais problemas. Eu sou uma policial, como eu disse, a qualquer momento meu parceiro vai aparecer e você vai estar ferrado.
JACKSON: Hã? Aquele cara de terno que tava escondido atrás do carro onde te encontrei.. não se preocupa, minha linda Madelyn, já cuidei pra ele não encher o saco.. hahaha, ele nem viu o que bateu..
EU: QUE? O QUE VOCÊ FEZ COM ELA?
JACKSON: Nada, só mandei ele de volta pra onde veio, falei que ia cuidar bem de você.. haha
EU: Doente filho da puta... me solta ou vou gritar...
JACKSON: Grita o quanto quiser.. vou aproveitar você, depois de tantos anos, vou realizar meu maior e mais ardente desejo, finalmente vou poder usar e olhar esse corpo..
EU: Nem pense nisso, você vai continuar na vontade, não vou deixar você me..
Ele interrompeu minhas palavras me dando um tapa, que me deixou atordoada, os golpes dele eram mais fortes que os do ROM, naquele instante todas as minhas lembranças sobre as surras que o ROM tinha me dado, o dano e a dor vieram à minha mente, o medo voltou imediatamente com apenas um golpe, fiquei dobrada como se estivesse me protegendo para que ele não me batesse mais.
Eu tava com as mãos tampando meu rosto e parte do corpo, os olhos fechados e o corpo dobrado pra tentar me proteger, mas não senti mais nenhum golpe. Só senti a mão enorme dele passando pelas minhas pernas, apertando um pouco. Dei um pulo de susto, parei de me cobrir pra tentar me mexer e não deixar ele me tocar, mas meu corpo não obedeceu do jeito que eu queria. A única coisa que fiz depois de parar de me cobrir foi tentar segurar a mão dele pra ele parar de me tocar. O medo não me deixava sair correndo dali.
JACKSON: O Rom tava certo.. tu fica mais calminha depois de um tapa, até tá tremendo.
EU: Chega… não me toca…
JACKSON: cê tá com medo.. é uma policial covarde.. hahaha, vou te comer todinha..
EU: por favor, me deixa em paz, não me toca... para!
Ele me puxou forte pelo cabelo, o que me fez ficar parada e, com medo de alguma represália, não disse nada, só olhava assustada. Ele percebia o terror nos meus olhos. Com a outra mão, segurou meu sutiã e arrancou de uma vez. Tentei cobrir meus peitos com as mãos, mas assim que fiz, senti os dedos dele dentro da minha calcinha e a puxou rapidamente até os joelhos.

Eu estava exposta na frente dele, uma mão cobrindo meus peitos, a outra cobrindo minha buceta, meio curvada, envergonhada. Ele tirou o porta-armas que estava na minha perna, me deixando completamente nua, soltou meu cabelo e se afastou um pouco pra me olhar dos pés à cabeça.
JACKSON: vira pra cá oficial, quero ver essa bunda gostosa..
EU: não, não faz isso comigo...
JACKSON: não concordo com o método do rom, mas ele me disse que se você se opuser, te dar uma surra era a solução, vou ter que fazer isso mesmo não curtindo muito.
EU: N-não, por favor... não, não me bate, eu vou fazer, vou fazer o que você pedir.
JACKSON: bom, assim tá melhor, mostra essa bunda pra mim, vira.
Quando ele disse que ia me bater, fiquei com muito medo. Sabia que não iam me matar, mas o estrago e a dor de uma surra de um cara do porte do Jackson era demais pra mim. Sabia que não aguentaria aquela dor do caralho. Quando ele pediu de novo, virei de costas, encarando a parede, deixando minha bunda à mostra. Já esperava o pior, sabia que ele queria me estuprar. Só um milagre me salvaria daquilo, e pelo que o filho da puta disse, o Alex não tava lá pra me ajudar.

JACKSON: vou aproveitar, essa bunda é o que eu mais gosto em você..
EU: ……
Fiquei em silêncio, mas por dentro tava morrendo de medo, nunca tinha feito nada por ali, nem um dedo tinha entrado, tava tentando achar um jeito de fugir dele e não ser estuprada, não conseguia aceitar aquilo, mas já tava sem roupa, sair correndo pelada ou ser estuprada por um doente, mil vezes eu preferia sair correndo pelada sem me importar se me vissem, mas pra isso teria que dar um jeito de escapar e não tava encontrando nenhum.
Não tava disposta a aceitar ser estuprada, muito menos ser comida de cu, de jeito nenhum ia permitir isso, tinha que lutar contra a situação, contra o jackson e contra meu próprio medo, tinha que fazer o milagre acontecer, mas antes que eu percebesse, senti a mão enorme dele pegando meu cabelo e me arrastando dolorosamente até ficar de frente pra mesa onde acordei.

Ele me segurava com força, eu tentava agarrar as mãos dele e fazer ele me soltar, o puxão doía pra caralho, mas era em vão, eu não conseguia mover nem um centímetro os dedos dele. Ele tinha ficado forte demais, e quando me dei conta, já estava deitada em cima da mesa, e ele estava colocando nos meus pulsos e tornozelos umas algemas que estavam ligadas a correntes na mesa.

Tentei evitar que ele me amarrasse, mas ele era muito forte. Por mais que eu me mexia, ele conseguiu e fiquei com as mãos e os pés presos naquela mesa, totalmente pelada e exposta. Eu tentava me mexer pra escapar, mas já estava acorrentada. Por mais que fizesse força, era impossível, não dava pra fugir. Senti uma sensação que me atormentou até a alma. Ele me olhava de um jeito aterrorizante.
Vi as mãos dele se aproximando de mim, tento me mexer, espernear, cobrir meu corpo com meus braços, mas não consegui, eu não tinha força pra quebrar as algemas e me proteger. As mãos dele chegaram em mim, eu gritava pra ele parar, pra não me tocar, e ele se deliciava com meus gritos e lágrimas, parecia que aquilo excitava ele ainda mais. Ele passava a mão no meu corpo inteiro enquanto eu esperneava, era fato: ele ia me estuprar e eu não podia fazer nada pra evitar.

Ele tava fascinado, dava pra ver o tesão na cara dele, tava me apalpando, era o que ele sempre quis. Eu tava no pior dos meus pesadelos, sendo agarrada, sentia as mãos enormes dele percorrendo meu corpo contra a minha vontade, tava prestes a ser estuprada pelo bandido que eu mais repudiei na história da minha vida.
Não satisfeito em me tocar e me ver chorar, ele afrouxou um pouco a corrente da minha perna esquerda pra poder levantar ela e virar o suficiente pra apreciar minha bunda. Me senti usada, como se fosse um objeto, ele tava olhando pra minha bunda como se fosse um troféu. Eu não conseguia parar de chorar e tentar me mexer.

Depois de admirar minha bunda por um tempo, ele me voltou pra posição normal, reajustando a corrente, pra ficar de barriga pra cima exposta pra ele. O próximo passo foi se aproximar pra ver minha buceta, ele curtia me olhar como um colecionador quando aprecia uma obra de arte. Tentei fechar as pernas pra ele não ver, mas ele as separou um pouco pra poder olhar com detalhe. Me senti observada, exposta, totalmente vulnerável e indefesa.

Eu estava sendo usada da forma mais perversa e cruel, como se eu fosse uma boneca. Nem sei descrever a mistura de emoções negativas que senti naquele momento, era como se eu não valesse nada, sendo só um objeto pra eles e nada mais.
Vi o Jackson abaixar o zíper da calça dele, e de lá saiu um pau enorme, uma monstruosidade, era grande demais. Quando vi, me assustei, parecia algo que não ia caber em mim.
EU: Espera.. o que você tá fazendo..
JACKSON: esperei a vida inteira pra sentir o calor do teu corpo, minha amada Madelyn.
EU: n-não... não ouse... por favor... você não precisa fazer isso... já me viu pelada... do jeito que queria...
JACKSON: Isso é parte do que eu queria, o que eu mais quero... é meter em você.
EU: P-p-por favor, não faz isso.. eu te implo..
Imediatamente, sem deixar que eu terminasse a frase, ela deu um pulo em cima da mesa, se colocou na minha frente e enfiou a pica na minha boca de um jeito brusco, fazendo com que eu engasgasse e me impedindo de falar.

Jackson: AH SIM, esperei tanto por isso, mas não se engane, Madelyn. Se você ousar me morder ou eu sentir a menor dor, vou cuidar de fazer uma cara nova e horrível pra você com minhas próprias mãos. Pode ter certeza que você não vai morrer, mas te garanto que vai sentir uma dor que nunca sentiu antes.
Não consegui dizer nada, também não me ocorreu o que falar. Naquele instante, parei de lutar. Imaginar que ele ia me bater com força com aquelas mãos enormes, aquela força descomunal, e que ainda por cima eu viveria pra sentir aquela dor... não aguentaria uma tortura daquelas. Fiquei mais dócil, não lutei mais. Deixei ele violentar minha boca. Ele segurou minha cabeça, meteu o pau dentro da minha boca como se fosse uma buceta, e foi aumentando a velocidade cada vez mais. Fazia tão rápido e forte que chegou um momento em que eu sentia os ovos dele batendo no meu queixo, e a pélvis parecia que ia quebrar meus dentes de tão duros os impactos cada vez que ele enfiava a pica na minha boca.
Quando pensei que ia gozar e esse pesadelo ia acabar, ele parou de violentar minha boca e se levantou da mesa, desabotoou e tirou a calça, subiu de novo na mesa, se ajeitou entre minhas pernas, olhei pra ele, implorei, supliquei pra ele não fazer aquilo, tentei evitar, cada vez que ele se aproximava meu coração batia mais forte, era uma tortura, cada segundo ele chegava mais perto de mim, não podia acreditar, ele ia meter, eu ia ser estuprada, a pica dele estava bem perto da minha buceta, me mexia desesperada mas era inevitável, senti a dureza do pau dele na entrada da minha buceta, senti ele apertando devagar e minha buceta foi invadida pela pica dura dele, começou a entrar aos poucos, sentia cada centímetro entrando, doía pra caralho, eu gritava e cada vez que eu gritava sentia o pau dele pulsar e inchar mais.
EU: AAAAAAAAAGHHHH, PARA PELO AMOR DE DEUS, PARA NÃOOOOO, TE SUPLICO AYYYY
JACKSON: UFFF, você tá bem apertadinha, que delícia de buceta... isso é uma maravilha, muito melhor do que eu imaginei.
EU: nãoooo para AAAAA, tô sentindo dor, cê tá me machucando, para pelo amor de Deus, pelo que cê mais quiser, para!!
JACKSON: PARAR? Esperei tanto tempo...
Sentia como ele me violentava, via o rosto dele, a satisfação que sentia, a dor era muito grande, o pau dele era bem grosso e comprido, sentia que tocava meus intestinos, minhas lágrimas caíram e meus soluços não demoraram a aparecer.
JACKSON: Isso.. chora.. assim eu gosto mais..
EU: snif. snif.. para pelo amor de deus.. snif.. te imploro.. snif..
Se esforcei mais e ele começou a me penetrar com mais força, me dava estocadas que balançavam meu corpo inteiro a cada impacto, sentia minha buceta se abrindo, meu corpo me traía, comecei a ficar molhada e me render, perdia as forças, não conseguia lutar contra ele. Senti muita dor, sim, mas mal reclamava a cada estocada, ele estava destruindo minha buceta, só conseguia chorar resignada enquanto era cruelmente estuprada.

Pareceu que foram anos ele metendo, meu sofrimento era infinito, embora já não doesse mais a entrada externa, porque tinha molhado, por dentro a parte mais funda até onde chega a pica dele, doía pra caralho, pensei que nunca gozava.
De repente ele parou, tirou a pica de dentro de mim e se levantou da mesa, eu estava totalmente fraca, largada e resignada em cima da mesa.
Tiro as correntes das algemas, mesmo estando completamente exausta pra tentar fugir, não tive tempo nem de pensar. Num movimento rápido e violento, ele me virou, me colocou de quatro na mesa e prendeu de novo as algemas nos meus pulsos e tornozelos, deixando minha bunda toda exposta.
JACKSON: Finalmente a hora da sobremesa.. o prêmio principal, meu maior objetivo, sua buceta..
EU: O-que espera... espera, Jackson... Jackson... espera... meu cu, do que cê tá falando?
JACKSON: Antes de ir preso, só consegui tocar ele, sua bunda gostosa e carnuda, tenho que meter nela.
EU: não.. não.. não.. por favor, Jackson.. por favor, faz um acordo.. faço o que você quiser.. mas meu cu não, por favor.. nunca enfiaram nada lá, é muito sensível, por favor..
JACKSON: Eu não vim fazer acordo com você, eu vim pela sua buceta, faz anos que desejo isso, não existe acordo que me impeça de pegar ela.
EU: Jackson, Jackson, pelo amor de Deus, eu te imploro... faço qualquer outra coisa que você quiser, por favor, meu cu não, faço o que for, te dou o que você quiser, mas pelo amor de Deus, eu te peço, te suplico, te imploro... por aí não... por favor... (minha voz falhando)
Não me respondia, eu gritava pra tentar convencer ele, gritava pra gente fazer um trato, mas ele parou de responder. Esperava o pior, senti que ele subiu na mesa e ficou atrás de mim. Tentei me mexer com toda minha força pra me soltar e conseguir fugir, quando de repente senti uma coisa dura e quente, pulsando na entrada do meu cu.
EU: nãooo jackson por favor por favor pelo que você mais ama não faz isso, eu te imploro.
De repente senti ele pressionando na entrada do meu cu, parecia um aríete abrindo caminho pelas minhas paredes anais. Também senti a dor infinita que aquela separação das minhas paredes anais causava por causa daquele maldito membro me atravessando. Eu me estremecia toda e soltei um grito que devia ter sido ouvido na rua inteira. De repente, ele parou.

JACKSON: Fica tranquila, só entrou a cabecinha..
EU: AAAAAGHHHHHHHHH PELO AMOR DE DEUS PELO AMOR DE DEUS TIRA TIRA ISSO DAQUIIII
O maldito ficou mais excitado, empurrou de novo e enfiou devagar, rasgando a bunda com força e me fazendo sentir uma dor que nunca imaginei que existisse, senti que ia me partir ao meio, chorava como uma menina que levam de castigo com cinto, implorava pra ele tirar, mas ele ficava mais e mais excitado.
Sem piedade, ele começou a me penetrar. A dor foi tão forte que por momentos eu sentia que ia desmaiar. Meu cu ardia, parecia que tava raspando, uma dor indescritível. Eu gritava, apertava a boca, minhas mãos, minhas pernas, meu corpo inteiro tava tenso.
A pica dele entrava e saía do meu cu, mas não era que entrava e saía fácil, não. Ele metia e tirava, e a cada entrada e saída eu sentia que tava me rasgando por dentro. Não aguentei a vontade de gritar igual uma criança, enquanto implorava por piedade.
Meus choros, minhas lágrimas, a única coisa que conseguiam era deixar ele ainda mais excitado. De repente, senti a mão enorme dele na minha cabeça, ele empurrou minha cabeça com a mão até eu tocar a mesa, fazendo com que minha bunda ficasse mais exposta e a pica dele conseguisse entrar ainda mais fundo.
JACKSON: Que buceta gostosa, sinto como se você estivesse se rasgando, Madelyn!!
EU: buááá buááá por favor, para... buááá buááá snif... snif... por favor... não aguento...
JACKSON: Que choro gostoso, valeu a pena esperar, fala que você gosta da minha pica no seu cu.
EU: aaaahhh buaaaa buaaaa snif.. po por favor.. não.não… buaaaaa snif..
JACKSON: Fala logo ou quer que eu meta mais rápido e forte (empurro um pouco mais forte e rápido)
EU: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH EU ADORO SUA PICA NO MEU CU
JACKSON: É isso aí... você gosta que eu arrebente sua buceta, né Madelyn?
EU: AHHH BUAAAA SNIF SNIF SNIF BUAAAAAA AAAAAAAAHHHHH
JACKSON: Tô esperando sua resposta oficial!
EU: Sim. Eu gosto disso Aaaah SNIF SNIF:..
JACKSON: Do que você gosta?, fala direito!! (aperta mais forte e aumenta a velocidade, me causando uma queimação infinita)
EU: AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY adoro quando você arrebenta minha buceta com essa pica ayyyyyy ahhh snf.. snif…
JACKSON: isso isso assim.. uf.. fala, você merece porque é uma inútil intrometida..
EU: snif.. snif.. mereço isso por ser uma inútil intrometida.. buaaaaaa…. snif… aAaAaA..!!
Meus choros eram fortes, tinha sido totalmente humilhada, obrigada a falar coisas tão humilhantes, a dor anal ainda tava lá, ainda tava atravessando minha buceta e raspando, de repente senti um jato líquido no meu cu que me deu uma queimação indescritível.
Ele parou, senti cada centímetro daquela pica enorme recuando pra sair do meu cu, foi horrível a dor que causou. Quando conseguiu tirar tudo, senti uma pressão lá atrás, mas não sabia por quê, já que ele tinha tirado. Ardia pra caralho e eu fiquei ali naquela posição, tão dolorida que nem tentei me mexer, só chorava sem parar.

Ouvi passos se aproximando, era ele, já estava vestido, vi a lente da câmera de um celular na minha frente e ouvi o som de quando tira uma foto, ele tinha tirado uma foto minha, não podia acreditar, mas também não tentei evitar, não tinha forças, estava destruída.

Não me importei naquela hora, só queria que esse pesadelo acabasse, achei que ele fosse embora, já tinha me estuprado pelos três buracos, não tinha mais parte do meu corpo que ele não tivesse usado.
JACKSON: Não relaxa tanto não, parceiro, ainda não terminei com você.
EU: o-que.. o que mais você quer de mim.. snif.. já conseguiu o que queria.. snif.. snif..
JACKSON: ainda tenho uns planos pra você.
EU: espera aí...
Ouvi que ela foi e depois voltou, ouvi barulhos de máquinas, como se estivesse montando alguma coisa, mas nem tive forças pra virar e ver o que tava rolando. De repente, ela soltou de novo os grilhões das correntes e, como se eu fosse um pacote bem leve, me levantou no ar e me virou de barriga pra cima pra me acorrentar de novo.
Tava toda dolorida e sem forças, meus braços e pernas abertos, não sabia o que ele tava planejando, mas sabia que não ia gostar. Quando baixei o olhar pra ver ele, me deparei com uma máquina estranha, com um consolo, e aí entendi o que vinha.
Tentei fechar minhas pernas com as poucas forças que me restavam, as algemas me impediam de fechá-las completamente, mas minhas coxas conseguiam cobrir minha buceta. Fechei o máximo que pude, não adiantou. Ele colocou a máquina perto, abriu minhas pernas com as mãos fortes e o aparelho começou a funcionar, penetrando cruelmente minha buceta.

Senti como aquela máquina perfurava minha buceta, mas a dor passou rápido, minha buceta tinha ficado molhada, o aparelho entrava sem dificuldade e me penetrava, meu corpo começava a reagir sozinho, se mexia a cada penetrada.
De repente, o aparelho aumentou a velocidade, senti minha buceta tão lubrificada que se abria sozinha, comecei a me contorcer e o Jackson me segurou pela cabeça, me fazendo olhar como aquele troço entrava em mim. Eu tava com a respiração ofegante, me sentindo mal porque meu corpo esquentou como se eu tivesse gostando daquilo.

Resignada, sem saber o que pensar de mim mesma, me entreguei, parei de lutar, meu corpo cedeu enquanto aquela máquina penetrava minha buceta.
Rom parou a máquina de repente, sem aviso nenhum, não sabia por que fez aquilo, nem imaginava o que ele tava pensando, quando de repente ele me soltou de novo e se ajeitou de quatro feito uma puta, naquela posição, fiquei com tanto medo que só voltei a chorar, acho que sabia o que vinha naquela posição.
JACKSON: adoro ver como seu cu se abre, Madelyn, não consigo evitar.
EU: chega, já me violentou, me usou, o que mais você quer de mim..
JACKSON: você é meu brinquedo, vou ver como esse dildo arrebenta sua buceta.
EU: nãooo jackson por favor, tá doendo muito, por favor.. por aí não de novo..
JACKSON: Isso é o que eu mais gosto, que você chore e implore, quero ouvir você chorar de novo!
EU: jackson, por favor, não. Faço o que você quiser, por favoooor...
Não disse mais nada e de repente senti a máquina enfiar o dildo no meu cu com violência, me fazendo soltar um grito desgarrador, devia ter dado pra ouvir até do lugar onde eu tava presa antes. Ele se divertia me vendo sofrer cada vez que a máquina entrava e saía, eu chorava e me mexia, minhas lágrimas escorriam, a ardência no meu cu era demais, não aguentava. Minha cara tava em cima da mesa, eu apertava minhas mãos pra tentar aguentar a dor.

Gritava porque tava doendo toda vez que aquele dildo enorme entrava no meu cu, mas de repente entrei numa espécie de transe, onde mesmo sentindo dor, meu corpo reagia como se fosse prazer, e meus choros começaram a se misturar com gemidos. Eu nem tava consciente disso, achava que tava chorando e gritando, mas tudo mudou de uma hora pra outra.
Percebi que estava gemendo entre lágrimas, senti uma sensação difícil de explicar, me incendiava o corpo, me fez sentir suja, mas satisfeita. Senti uma vontade de mijar, como se algo estivesse se acumulando dentro de mim e, de repente, meus olhos reviraram, meus gritos aumentaram e senti um jorro forte de líquido saindo da minha buceta, não conseguia entender.
Nunca tinha acontecido isso comigo, até aquele momento eu achava que era mentira, que só rolava em cenas pornô, com truques e coisas assim.
Eu tinha gozado, tava exausta, quando me recuperei fiquei com muita vergonha, não conseguia reclamar nem falar nada, afinal tinha curtido no final, me recusava a aceitar, mas tinha acontecido. Fiquei quieta, mas ouvi o som do celular quando ele tirou uma foto. Eu tava de quatro, pelada, acorrentada na mesa e com a bunda exposta.

Eu soube na hora que ela tinha tirado a foto, mas por vergonha não tive coragem de falar nada.
JACKSON: que linda ficou tua bunda, Madelyn, se tu visse como ela tá aberta, dá pra ver teus intestinos... hahahaha, essa foto vai ser minha favorita, vou colocar num quadro gigante na minha casa.
EU: …..
JACKSON: bom, já tá amanhecendo, vou encerrar meu turno, com certeza o ROM vem aí.
Abriu a porta, senti o ar de fora entrando, não ouvi ela fechar, assumi que deixou aberta, tentei falar pra fechar mas não tive resposta, ela tinha ido embora e me deixado completamente pelada e exposta com a porta aberta, rezava pra que ninguém passasse e me visse naquela situação.

Depois de uns longos minutos, escuto passos se aproximando, nunca imaginei que em algum momento fosse desejar tanto que esses passos fossem da ROM chegando, não saberia o que dizer se fosse outra pessoa, viesse e me visse assim, supliquei aos quatro ventos que por favor seja a ROM.

ROM: sentiu minha falta, puta?
EU: O que você quer de mim, rom? Por que você faz tudo isso comigo?
ROM: eu te deixei na segurança da sua gaiola ontem à noite, foi você quem tentou escapar.
EU: como sabia que eu ia escapar? nem eu mesma sabia se conseguiria.
ROM: você é previsível, puta, pelo estado da sua buceta, vejo que o Jackson te encontrou.
EU: Você planejou tudo isso?
ROM: Eu só apostei que você faria isso e olha o resultado aí.
EU: Você é um porco nojento e calculista do caralho..
ROM: O QUE VOCÊ DISSE, puta? Acho que você esqueceu quem eu sou!
Ela vem rapidamente na minha direção, me puxa pelo cabelo, me dá dois tapas na cara e mais dois mais fortes na bunda.
EU: AI, AI, desculpa Rom, me perdoa, por favor!!
ROM: bom, fica quietinha aí, não tenta fazer nada de besta, eu não sou o Jackson, ele é bonzinho, eu não.
Soltar os grilhões das correntes, fiquei parada, ele me virou de barriga pra cima e me acorrentou de novo nos pulsos e tornozelos, eu não resistia, sabia que o Rom não tinha a força do Jackson, mas era menos consciente e mais violento.
Deitada de barriga pra cima, amarrada, eu afrouxo um pouco uma das correntes e levanto minha perna, igual o Jackson fez, pra olhar minha bunda.

ROM: deixaram sua buceta bem aberta, sua puta.
EU: por favor, rom... tô doendo... me leva pra onde a gente tava antes... sei que você não vai me deixar ir...
ROM: Aqui quem manda sou eu, sua putinha, você não dá ordens… entendeu?
EU: Rom, por favor...
ROM: não, não... me diz, quem é a puta e quem manda?
EU: E-eu sou a putinha.. e você manda, rom..
ROM: Tá me tratando por "tu", sua puta desgraçada?
EU: Com licença, senhor Rom...
ROM: fala direito, sabichão, sabe as consequências...
EU: E-eu sou a putinha.. e o senhor manda, seu Rom..
ROM: sua putinha sortuda, escapou do castigo mas sua bunda tá uma delícia, tenho que provar.
EU: Senhor rom, por favor, não... tá ardendo demais, não aguento mais... (começando a chorar)
ROM: não importa, você é minha putinha e obedece sem questionar nada!
Reajusto as correntes, deixando minhas pernas levantadas e abertas, expondo minha bunda e buceta, assim ficava mais fácil pra ele me penetrar. Ele abaixou o zíper, tirou o pau pra fora e subiu na mesa.
EU: Por favor, senhor Rom... não faça isso... por favor... (chorando)
ROM: cala a boca, puta, já tô sentindo essa buceta toda molhada…
EU: AAAAAaaaaaaa….. paraa pelo amor de deus, tá ardendo, buaa!!
Começou a me penetrar sem piedade pelo cu, mesmo já estando aberto, ainda arranhava e ardia, eu sentia cada estocada da pica dele abrindo caminho pelas minhas paredes anais, me sentia suja, estava sendo estuprada pela segunda vez e já não fazia tanto escândalo, só reclamava um pouco da dor, ele aproveitava apesar de meu cu estar aberto, ainda era apertado pra ele.

Sentia que tava perdendo a consciência a cada estocada, me senti dominada, tava sendo comida no cu duas vezes no mesmo dia, o pior foi que eu molhei de novo e meu corpo me traiu outra vez, senti dor de novo, mas uma sensação de prazer imenso que nunca tinha sentido antes.
a situação despertou minha tarada e deixei de me importar tanto com a dor que sentia, notei como ele perfurava meu cu, eu me mexia de novo, minha boca se abriu grande, meus olhos reviraram, meu corpo, meus quadris se moviam no ritmo das investidas do rom, de repente comecei a gemer e gritar como uma puta.
ROM: Tô vendo que tu gosta disso, putinha, cê gosta da pica do teu dono?
EU: AHHH.. AHHH.. mmm. AHHH..
ROM: Me responde, sua puta! (me dá um tapa)
EU: AHHH AUU.. S-Sim senhor, eu gosto.. da sua pica.. no meu cu..
ROM: você é uma puta viciada..??
EU: s-sou sim.. AIH .. ahm aihhh
ROM: você é uma puta suja da rua, não serve pra mais nada, entendeu?
EU: s.sim, entendo senhor ROM..
ROM: eu pensei, vadia, vou te soltar, mas você vai fazer o que prometeu..
EU: mmm ahhh.. vou fazer.. prometo.. vou limpar o histórico dele.. ahhhaaa..
ROM: agora late como uma puta lateeee..
EU: au au au au auuuuu...
ROM: uff, isso mesmo, sua puta de merda, assim... esse é o seu lugar, entendeu...
YO: aaaah… ahhh.. sim, senhor.. entendi..
ROM: puta gostosa ARRRRRRRRRRRRGGGGGGG
Rom lançou um jato de fluidos no meu cu, parecia uma mangueira de bombeiro em alta pressão, ardeu e doeu, mas também gostei, senti uma sensação deliciosa e, por instinto, revirei os olhos de novo e gritei bem alto. Fiquei exausta, senti ele tirar a pica de dentro do meu cu, me contorci quando ele puxou, porque ainda doía. Meu cu estava completamente inundado de porra. Ele se levantou, guardou o pau e vi ele tirar uma foto.

Não falei nada sobre a foto, ele tirou as algemas de mim, tava solta, mas demorei um pouco pra me levantar. Quando levantei, ele olhou fixo nos meus olhos.
ROM: Bom, como te falei, vou te deixar ir, mas isso é minha garantia, caso você tente me trair.
Ela me mostra uma foto no celular dela. Antes de ver, pensei que era a foto que ela tinha acabado de tirar de mim e que ia me chantagear com aquilo. Mas quando ela me mostrou, percebi que era a imagem horrível da minha irmã mais velha, Aracely. Ela estava amarrada numa espécie de "X" e, do lado dela, estava o Jackson.

ROM: Se você não cumprir sua parte, vai dar tchau pra sua irmãzinha pra sempre.
EU: o-que... mas isso não fazia parte do acordo... eu disse que faria...
ROM: Não me importa se você gosta ou não, esse é o acordo: você limpa meu histórico e eu deixo ela ir.
EU: como é que eu vou saber que você vai deixar ela ir se eu fizer isso.
ROM: Você não sabe, mas você disse que faria se eu te deixasse ir, isso é só pra você cumprir o que prometeu.
EU: Vou fazer.. só deixa ela fora disso..
ROM: Sei que vai fazer. Agora, enquanto não cumprir sua parte, se a gente pedir algo, você faz. Senão... sua irmãzinha vai pagar o castigo no seu lugar, entendeu?
EU: Não pode ser, você disse que não ia machucar ela.
ROM: alguém tem que receber o castigo se você não obedecer, já que você não vai estar aqui, ela é sua garantia, ela te substitui.
EU: vou fazer, só não machuquem ele, por favor..
ROM: beleza, agora vira de costas.
Não sabia pra quê, de repente senti umas cordas no meu corpo e vi que ela tava me amarrando, mãos, pernas, abdômen, tava amarrando meu corpo inteiro.
EU: Não consigo fazer o que você me pede se não me deixar ir.
ROM: vou te deixar ir..
EU: Então por que você me amarra.
ROM: cê não achou que ia ser tão fácil, né, sua puta gostosa?
EU: Que, não entendi?
Rom, me joguei no chão terminando de amarrar, me deixou amarrada no chão de bruços.
ROM: não aperte tão forte, se conseguir se soltar antes que seus amigos policiais te encontrem, você vai se livrar da vergonha de ser visto assim, tudo vai depender da sua velocidade.
EU: O-que?? mas isso é demais, não pode me deixar assim.. vão me ver com marcas de tudo que rolou..
ROM: É problema seu. Se conseguir se soltar no carro, tem um uniforme de polícia aqui, pode vestir se conseguir a tempo.
EU: senhor rom por favor, além disso como vão me achar.
ROM: Deixamos seu amigo ir embora pra ele buscar reforços.
EU: Por favor, senhor Rom, o senhor já fez tudo o que quis comigo. Vou ajudar o senhor a apagar o histórico, por favor, não me deixe amarrada aqui...

EU: Senhor rom, por favor, por favor...
Ouvi passos se afastando, depois escutei o barulhão das portas de correr se abrindo, vi luz, senti o ar, quando me toquei todas as portas estavam abertas e o Rom tava na entrada, quase indo embora.

ROM: não se esqueça do nosso trato, tchau, detetive oficial Madelyn Clark.
EU: Rom, pelo amor, não faz isso comigo, me solta, rooom, rooooom!
Ele simplesmente foi embora. Não gritei mais com medo de que alguém passasse, me visse e quisesse se aproveitar de mim ou tirar fotos. Eu estava morrendo de vergonha.
tentava me soltar, passaram horas, ainda não conseguia, não sabia quando eles chegariam, quanto tempo levariam pra me encontrar, mas não queria que me encontrassem nessa situação, tentei me mexer pra me soltar, meus esforços começaram a dar resultado, a corda tava cada vez mais frouxa, parecia que era questão de tempo até eu me soltar.
Enquanto tentava me soltar, ouvi o som das viaturas, sabia que tinham vindo me buscar, tava com a adrenalina no talo, lutei pra me soltar mais rápido, ouvia passos se aproximando e eu ainda não tinha terminado de me soltar pra me vestir, não queria que me vissem, amarrada, com a buceta cheia de porra e totalmente pelada, seria uma vergonha total pra mim.
Me mexi com mais força, o mais rápido que pude, a corda parecia ceder, mas os passos chegavam cada vez mais perto, ah não, não pode ser, não quero que me vejam assim, a corda tá se soltando, tenho que conseguir.. os passos tavam cada vez mais próximos, praticamente do meu lado, e eu ainda lutava com a corda que tava cada vez mais frouxa..
continua...
CAPÍTULO 4
Não consegui responder, as palavras não saíam da minha boca, eu tava em choque total, mas também sentia uma vergonha danada da posição que eu tava. Não dava pra acreditar, era o Alex, meu parceiro que eu achava que tinham deixado morrer naquele bar, parado na minha frente.

ALEX: Fica tranquila, fica parada aí, mexe um pouco pro lado que vou arrebentar o cadeado.
Ele sacou a arma, apontou pro cadeado, eu me afastei e, sem dizer uma palavra, o tiro estourou o cadeado, abrindo a jaula. Ele me pegou pelo braço e me tirou de lá, me virou. Não sei se foi por tudo que eu tinha passado, mas me senti observada, como se ele estivesse olhando com desejo pro meu corpo.

Pego umas ferramentas pequenas, percebi que ele tava mexendo nas algemas, quando de repente elas se abriram, tanto as das mãos quanto as dos pés. Fiquei livre, percebi que tava muito afetada. Ele tinha vindo me salvar, obviamente se virou pra tirar as algemas e eu pensando mal da atitude dele.

ALEX: Madelyn, seu rosto.. sua roupa.. O que fizeram com você?
EU: N-nada, Alex, foi horrível, mas vamos embora antes que alguém apareça.
ALEX: parece que eu te estuprei, foi assim?
EU: Não, não... só tentaram me torturar, não tem tempo pra história, vamo embora antes que alguém apareça.
ALEX: cê tem razão, vamos. Me segue.
Saquei minha arma e fui na frente, eu não fazia ideia de onde diabos estava, só segui ele. Parecia um túnel subterrâneo, a gente avançava devagar e em silêncio, caso alguém aparecesse no local.

No túnel, tinha dois caminhos, um reto por onde a gente tava andando. Eu imaginei que por aquele lado tinha mais lugares iguais ao que eu fiquei presa. Alex me falou que pela direita era a saída, e eu segui ele sem reclamar de nada. Não tava a fim de investigar nada, só queria sair dali o mais rápido possível. Finalmente, a gente chegou na saída.

ALEX: calma, entendo que você tá envergonhada por estar sem roupa, o carro tá perto, vou buscá-lo, não se mexe, não sai, não chama atenção, fica aqui escondida me esperando.
EU: sim, obrigado alex, vou ficar aqui. Vai rápido.
Ele foi buscar o carro dele pra trazer e me levar. Ele pensou que, além da minha vergonha de estar quase nua, se alguém me visse naquele estado, ia chamar atenção, iam fazer um escândalo e podia complicar tudo. A gente tinha que sair na surdina.
Chego perto do carro dele, ele tinha deixado estacionado perto de um clube, mas quando ele chegou, o clube tava fechado e agora parecia que tinha um segurança, que ele achou suspeito. Alex sabia que o lugar tava cheio de mafiosos ligados ao meu sequestrador. Ele se escondeu atrás do carro pra entrar pela outra porta, mas tinha uma sombra que ele não viu.

Fiquei esperando umas 2h, me escondia toda vez que passava alguma alma solitária naquelas horas da madrugada, pensei que era tempo demais. Mesmo com toda a vergonha e medo que eu sentia, sabia que tinha que agir, não ia ficar exposta a madrugada inteira. Saí cautelosamente pra procurar o carro e o Alex.
O lugar era horrível, as ruas eram um beco sem saída, não tinha ordem nenhuma. Pra minha sorte, a rua tava vazia por causa da madrugada. Passei por umas construções pela metade, e de repente, por entre uma parede inacabada, consegui ver o carro do Alex. Caminhei na maciota, percebi que perto dali tinha um cara parado na frente de uma espécie de clube.
Caminhei meio agachada, entrei pelo outro lado da porta do veículo, tava preocupada porque não via o Alex, mas se tivesse acontecido algo com ele, teria que voltar com reforços, não tinha nada que eu pudesse fazer naquele momento. Tentei emendar uns fios pra ligar o carro porque o Alex tava com as chaves e ele não tava ali. A última coisa que lembro é que tava tentando ligar o carro pra sair daquele lugar o mais rápido possível.

Acordei numa mesa, numa espécie de oficina, não sabia o que tinha acontecido, nem por que estava naquele lugar, tava totalmente confusa. De repente, percebo que tem alguém me observando.

Era um cara alto, imponente, cabelo comprido, esbelto, tava usando um terno e um piercing numa das orelhas, que brilhava que nem um cego. Quando vi ele, me levantei rápido e pulei da mesa, fiquei de pé no chão e me afastei um pouco dele. Enquanto recuava, senti minhas costas baterem na parede. Olhei em volta, tava num beco sem saída, o lugar parecia uma oficina, tudo fechado.
EU: Quem é você?
ESTRANHO: Você não se lembra de mim, agente Madelyn?
EU: não, quem é você, o que você quer, por que estou aqui?
ESQUISITO: você tentou fugir, Rom fez uma aposta, você seria minha a noite toda se tentasse.
EU: ROM? Esse porco... olha, não sei quem é você, mas é melhor me soltar, meu parceiro, outro policial, tá por perto e não vai hesitar em te matar se precisar.
ESTRANHO: Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento, minha vingança, minha doce vingança, meu desejo... finalmente vai se realizar?
EU: Que porra eu te fiz? Não lembro de ter te colocado atrás das grades, não sei quem você é.
ESQUISITO: É normal, eu era mais magro e não deixava o cabelo nem a barba crescer, mas a prisão de segurança máxima muda as pessoas, sou o Jackson, minha amada Madelyn.
EU: JA-JACKSON, JACKSON BURN?
JACKSON: Esse mesmo, vejo que não me esqueceu.
EU: Psicopata doente pervertido! O que você tá fazendo aqui, devia estar morrendo na prisão de segurança máxima!
JACKSON: hahahaha também senti sua falta, chefia. Digamos que fiz um acordo com um guarda do lugar, era um acordo que ele não podia recusar.
EU: Como você poderia chantagear um guarda daquela prisão..
JACKSON: Digamos que a máfia de Roma tem muitos guardas e gente do estado corrupto na folha de pagamento deles.
O cara veio na minha direção todo confiante, decidido. Tentei me defender, dei um soco na cara dele, mas foi em vão. Meu golpe não causou o menor dano, pra ele foi como se uma menininha tivesse tentado bater nele. Como ele tava perto, tentei fazer alguma chave pra imobilizar, mas não adiantou. Ele tinha ficado forte demais pra mim. Me pegou pelo pescoço e, com uma mão só, levantou meus pés do chão.
JACKSON: Te falei que a prisão de segurança máxima muda as pessoas, anos atrás, seu carinho poderia ter me machucado e sua tentativa de chave de braço teria conseguido me incapacitar como fez naquela época, agente Madelyn, mas agora, as coisas são diferentes..
EU: ughh.. guhh.. ba..bajjj.. me abaixa.. não consigo respirar.. monstro..
JACKSON: Ah é, o ROM falou que não podia te matar hahaha, quase esqueci.
Desci e consegui respirar um pouco, mas ele não soltava minha garganta, me tinha na mão dele, era impossível me libertar, ele era maior e mais forte que eu.
Quando conheci ele e o prendi, era um depravado que apalpava e estuprava minas e meninas por igual. Não que naquela época ele não fosse forte, mas eu também treino e tive força suficiente pra vencer ele. A diferença é que agora ele era muito mais forte do que antes, tinha se transformado num demônio. Me sentia indefesa e frustrada ao ver que nada do que eu tentava contra ele funcionava.
JACKSON: Sempre sonhei em ver teu corpo sem nenhuma roupa... desde aquela vez que pude apalpar só sua bunda, fiquei obcecado, minha amada Madelyn.
EU: O-que você tá dizendo, seu porco nojento, doente. Me solta ou você vai se meter em mais problemas. Eu sou uma policial, como eu disse, a qualquer momento meu parceiro vai aparecer e você vai estar ferrado.
JACKSON: Hã? Aquele cara de terno que tava escondido atrás do carro onde te encontrei.. não se preocupa, minha linda Madelyn, já cuidei pra ele não encher o saco.. hahaha, ele nem viu o que bateu..
EU: QUE? O QUE VOCÊ FEZ COM ELA?
JACKSON: Nada, só mandei ele de volta pra onde veio, falei que ia cuidar bem de você.. haha
EU: Doente filho da puta... me solta ou vou gritar...
JACKSON: Grita o quanto quiser.. vou aproveitar você, depois de tantos anos, vou realizar meu maior e mais ardente desejo, finalmente vou poder usar e olhar esse corpo..
EU: Nem pense nisso, você vai continuar na vontade, não vou deixar você me..
Ele interrompeu minhas palavras me dando um tapa, que me deixou atordoada, os golpes dele eram mais fortes que os do ROM, naquele instante todas as minhas lembranças sobre as surras que o ROM tinha me dado, o dano e a dor vieram à minha mente, o medo voltou imediatamente com apenas um golpe, fiquei dobrada como se estivesse me protegendo para que ele não me batesse mais.
Eu tava com as mãos tampando meu rosto e parte do corpo, os olhos fechados e o corpo dobrado pra tentar me proteger, mas não senti mais nenhum golpe. Só senti a mão enorme dele passando pelas minhas pernas, apertando um pouco. Dei um pulo de susto, parei de me cobrir pra tentar me mexer e não deixar ele me tocar, mas meu corpo não obedeceu do jeito que eu queria. A única coisa que fiz depois de parar de me cobrir foi tentar segurar a mão dele pra ele parar de me tocar. O medo não me deixava sair correndo dali.
JACKSON: O Rom tava certo.. tu fica mais calminha depois de um tapa, até tá tremendo.
EU: Chega… não me toca…
JACKSON: cê tá com medo.. é uma policial covarde.. hahaha, vou te comer todinha..
EU: por favor, me deixa em paz, não me toca... para!
Ele me puxou forte pelo cabelo, o que me fez ficar parada e, com medo de alguma represália, não disse nada, só olhava assustada. Ele percebia o terror nos meus olhos. Com a outra mão, segurou meu sutiã e arrancou de uma vez. Tentei cobrir meus peitos com as mãos, mas assim que fiz, senti os dedos dele dentro da minha calcinha e a puxou rapidamente até os joelhos.

Eu estava exposta na frente dele, uma mão cobrindo meus peitos, a outra cobrindo minha buceta, meio curvada, envergonhada. Ele tirou o porta-armas que estava na minha perna, me deixando completamente nua, soltou meu cabelo e se afastou um pouco pra me olhar dos pés à cabeça.
JACKSON: vira pra cá oficial, quero ver essa bunda gostosa..
EU: não, não faz isso comigo...
JACKSON: não concordo com o método do rom, mas ele me disse que se você se opuser, te dar uma surra era a solução, vou ter que fazer isso mesmo não curtindo muito.
EU: N-não, por favor... não, não me bate, eu vou fazer, vou fazer o que você pedir.
JACKSON: bom, assim tá melhor, mostra essa bunda pra mim, vira.
Quando ele disse que ia me bater, fiquei com muito medo. Sabia que não iam me matar, mas o estrago e a dor de uma surra de um cara do porte do Jackson era demais pra mim. Sabia que não aguentaria aquela dor do caralho. Quando ele pediu de novo, virei de costas, encarando a parede, deixando minha bunda à mostra. Já esperava o pior, sabia que ele queria me estuprar. Só um milagre me salvaria daquilo, e pelo que o filho da puta disse, o Alex não tava lá pra me ajudar.

JACKSON: vou aproveitar, essa bunda é o que eu mais gosto em você..
EU: ……
Fiquei em silêncio, mas por dentro tava morrendo de medo, nunca tinha feito nada por ali, nem um dedo tinha entrado, tava tentando achar um jeito de fugir dele e não ser estuprada, não conseguia aceitar aquilo, mas já tava sem roupa, sair correndo pelada ou ser estuprada por um doente, mil vezes eu preferia sair correndo pelada sem me importar se me vissem, mas pra isso teria que dar um jeito de escapar e não tava encontrando nenhum.
Não tava disposta a aceitar ser estuprada, muito menos ser comida de cu, de jeito nenhum ia permitir isso, tinha que lutar contra a situação, contra o jackson e contra meu próprio medo, tinha que fazer o milagre acontecer, mas antes que eu percebesse, senti a mão enorme dele pegando meu cabelo e me arrastando dolorosamente até ficar de frente pra mesa onde acordei.

Ele me segurava com força, eu tentava agarrar as mãos dele e fazer ele me soltar, o puxão doía pra caralho, mas era em vão, eu não conseguia mover nem um centímetro os dedos dele. Ele tinha ficado forte demais, e quando me dei conta, já estava deitada em cima da mesa, e ele estava colocando nos meus pulsos e tornozelos umas algemas que estavam ligadas a correntes na mesa.

Tentei evitar que ele me amarrasse, mas ele era muito forte. Por mais que eu me mexia, ele conseguiu e fiquei com as mãos e os pés presos naquela mesa, totalmente pelada e exposta. Eu tentava me mexer pra escapar, mas já estava acorrentada. Por mais que fizesse força, era impossível, não dava pra fugir. Senti uma sensação que me atormentou até a alma. Ele me olhava de um jeito aterrorizante.
Vi as mãos dele se aproximando de mim, tento me mexer, espernear, cobrir meu corpo com meus braços, mas não consegui, eu não tinha força pra quebrar as algemas e me proteger. As mãos dele chegaram em mim, eu gritava pra ele parar, pra não me tocar, e ele se deliciava com meus gritos e lágrimas, parecia que aquilo excitava ele ainda mais. Ele passava a mão no meu corpo inteiro enquanto eu esperneava, era fato: ele ia me estuprar e eu não podia fazer nada pra evitar.

Ele tava fascinado, dava pra ver o tesão na cara dele, tava me apalpando, era o que ele sempre quis. Eu tava no pior dos meus pesadelos, sendo agarrada, sentia as mãos enormes dele percorrendo meu corpo contra a minha vontade, tava prestes a ser estuprada pelo bandido que eu mais repudiei na história da minha vida.
Não satisfeito em me tocar e me ver chorar, ele afrouxou um pouco a corrente da minha perna esquerda pra poder levantar ela e virar o suficiente pra apreciar minha bunda. Me senti usada, como se fosse um objeto, ele tava olhando pra minha bunda como se fosse um troféu. Eu não conseguia parar de chorar e tentar me mexer.

Depois de admirar minha bunda por um tempo, ele me voltou pra posição normal, reajustando a corrente, pra ficar de barriga pra cima exposta pra ele. O próximo passo foi se aproximar pra ver minha buceta, ele curtia me olhar como um colecionador quando aprecia uma obra de arte. Tentei fechar as pernas pra ele não ver, mas ele as separou um pouco pra poder olhar com detalhe. Me senti observada, exposta, totalmente vulnerável e indefesa.

Eu estava sendo usada da forma mais perversa e cruel, como se eu fosse uma boneca. Nem sei descrever a mistura de emoções negativas que senti naquele momento, era como se eu não valesse nada, sendo só um objeto pra eles e nada mais.
Vi o Jackson abaixar o zíper da calça dele, e de lá saiu um pau enorme, uma monstruosidade, era grande demais. Quando vi, me assustei, parecia algo que não ia caber em mim.
EU: Espera.. o que você tá fazendo..
JACKSON: esperei a vida inteira pra sentir o calor do teu corpo, minha amada Madelyn.
EU: n-não... não ouse... por favor... você não precisa fazer isso... já me viu pelada... do jeito que queria...
JACKSON: Isso é parte do que eu queria, o que eu mais quero... é meter em você.
EU: P-p-por favor, não faz isso.. eu te implo..
Imediatamente, sem deixar que eu terminasse a frase, ela deu um pulo em cima da mesa, se colocou na minha frente e enfiou a pica na minha boca de um jeito brusco, fazendo com que eu engasgasse e me impedindo de falar.

Jackson: AH SIM, esperei tanto por isso, mas não se engane, Madelyn. Se você ousar me morder ou eu sentir a menor dor, vou cuidar de fazer uma cara nova e horrível pra você com minhas próprias mãos. Pode ter certeza que você não vai morrer, mas te garanto que vai sentir uma dor que nunca sentiu antes.
Não consegui dizer nada, também não me ocorreu o que falar. Naquele instante, parei de lutar. Imaginar que ele ia me bater com força com aquelas mãos enormes, aquela força descomunal, e que ainda por cima eu viveria pra sentir aquela dor... não aguentaria uma tortura daquelas. Fiquei mais dócil, não lutei mais. Deixei ele violentar minha boca. Ele segurou minha cabeça, meteu o pau dentro da minha boca como se fosse uma buceta, e foi aumentando a velocidade cada vez mais. Fazia tão rápido e forte que chegou um momento em que eu sentia os ovos dele batendo no meu queixo, e a pélvis parecia que ia quebrar meus dentes de tão duros os impactos cada vez que ele enfiava a pica na minha boca.
Quando pensei que ia gozar e esse pesadelo ia acabar, ele parou de violentar minha boca e se levantou da mesa, desabotoou e tirou a calça, subiu de novo na mesa, se ajeitou entre minhas pernas, olhei pra ele, implorei, supliquei pra ele não fazer aquilo, tentei evitar, cada vez que ele se aproximava meu coração batia mais forte, era uma tortura, cada segundo ele chegava mais perto de mim, não podia acreditar, ele ia meter, eu ia ser estuprada, a pica dele estava bem perto da minha buceta, me mexia desesperada mas era inevitável, senti a dureza do pau dele na entrada da minha buceta, senti ele apertando devagar e minha buceta foi invadida pela pica dura dele, começou a entrar aos poucos, sentia cada centímetro entrando, doía pra caralho, eu gritava e cada vez que eu gritava sentia o pau dele pulsar e inchar mais.
EU: AAAAAAAAAGHHHH, PARA PELO AMOR DE DEUS, PARA NÃOOOOO, TE SUPLICO AYYYY
JACKSON: UFFF, você tá bem apertadinha, que delícia de buceta... isso é uma maravilha, muito melhor do que eu imaginei.
EU: nãoooo para AAAAA, tô sentindo dor, cê tá me machucando, para pelo amor de Deus, pelo que cê mais quiser, para!!
JACKSON: PARAR? Esperei tanto tempo...
Sentia como ele me violentava, via o rosto dele, a satisfação que sentia, a dor era muito grande, o pau dele era bem grosso e comprido, sentia que tocava meus intestinos, minhas lágrimas caíram e meus soluços não demoraram a aparecer.
JACKSON: Isso.. chora.. assim eu gosto mais..
EU: snif. snif.. para pelo amor de deus.. snif.. te imploro.. snif..
Se esforcei mais e ele começou a me penetrar com mais força, me dava estocadas que balançavam meu corpo inteiro a cada impacto, sentia minha buceta se abrindo, meu corpo me traía, comecei a ficar molhada e me render, perdia as forças, não conseguia lutar contra ele. Senti muita dor, sim, mas mal reclamava a cada estocada, ele estava destruindo minha buceta, só conseguia chorar resignada enquanto era cruelmente estuprada.

Pareceu que foram anos ele metendo, meu sofrimento era infinito, embora já não doesse mais a entrada externa, porque tinha molhado, por dentro a parte mais funda até onde chega a pica dele, doía pra caralho, pensei que nunca gozava.
De repente ele parou, tirou a pica de dentro de mim e se levantou da mesa, eu estava totalmente fraca, largada e resignada em cima da mesa.
Tiro as correntes das algemas, mesmo estando completamente exausta pra tentar fugir, não tive tempo nem de pensar. Num movimento rápido e violento, ele me virou, me colocou de quatro na mesa e prendeu de novo as algemas nos meus pulsos e tornozelos, deixando minha bunda toda exposta.
JACKSON: Finalmente a hora da sobremesa.. o prêmio principal, meu maior objetivo, sua buceta..
EU: O-que espera... espera, Jackson... Jackson... espera... meu cu, do que cê tá falando?
JACKSON: Antes de ir preso, só consegui tocar ele, sua bunda gostosa e carnuda, tenho que meter nela.
EU: não.. não.. não.. por favor, Jackson.. por favor, faz um acordo.. faço o que você quiser.. mas meu cu não, por favor.. nunca enfiaram nada lá, é muito sensível, por favor..
JACKSON: Eu não vim fazer acordo com você, eu vim pela sua buceta, faz anos que desejo isso, não existe acordo que me impeça de pegar ela.
EU: Jackson, Jackson, pelo amor de Deus, eu te imploro... faço qualquer outra coisa que você quiser, por favor, meu cu não, faço o que for, te dou o que você quiser, mas pelo amor de Deus, eu te peço, te suplico, te imploro... por aí não... por favor... (minha voz falhando)
Não me respondia, eu gritava pra tentar convencer ele, gritava pra gente fazer um trato, mas ele parou de responder. Esperava o pior, senti que ele subiu na mesa e ficou atrás de mim. Tentei me mexer com toda minha força pra me soltar e conseguir fugir, quando de repente senti uma coisa dura e quente, pulsando na entrada do meu cu.
EU: nãooo jackson por favor por favor pelo que você mais ama não faz isso, eu te imploro.
De repente senti ele pressionando na entrada do meu cu, parecia um aríete abrindo caminho pelas minhas paredes anais. Também senti a dor infinita que aquela separação das minhas paredes anais causava por causa daquele maldito membro me atravessando. Eu me estremecia toda e soltei um grito que devia ter sido ouvido na rua inteira. De repente, ele parou.

JACKSON: Fica tranquila, só entrou a cabecinha..
EU: AAAAAGHHHHHHHHH PELO AMOR DE DEUS PELO AMOR DE DEUS TIRA TIRA ISSO DAQUIIII
O maldito ficou mais excitado, empurrou de novo e enfiou devagar, rasgando a bunda com força e me fazendo sentir uma dor que nunca imaginei que existisse, senti que ia me partir ao meio, chorava como uma menina que levam de castigo com cinto, implorava pra ele tirar, mas ele ficava mais e mais excitado.
Sem piedade, ele começou a me penetrar. A dor foi tão forte que por momentos eu sentia que ia desmaiar. Meu cu ardia, parecia que tava raspando, uma dor indescritível. Eu gritava, apertava a boca, minhas mãos, minhas pernas, meu corpo inteiro tava tenso.
A pica dele entrava e saía do meu cu, mas não era que entrava e saía fácil, não. Ele metia e tirava, e a cada entrada e saída eu sentia que tava me rasgando por dentro. Não aguentei a vontade de gritar igual uma criança, enquanto implorava por piedade.
Meus choros, minhas lágrimas, a única coisa que conseguiam era deixar ele ainda mais excitado. De repente, senti a mão enorme dele na minha cabeça, ele empurrou minha cabeça com a mão até eu tocar a mesa, fazendo com que minha bunda ficasse mais exposta e a pica dele conseguisse entrar ainda mais fundo.
JACKSON: Que buceta gostosa, sinto como se você estivesse se rasgando, Madelyn!!
EU: buááá buááá por favor, para... buááá buááá snif... snif... por favor... não aguento...
JACKSON: Que choro gostoso, valeu a pena esperar, fala que você gosta da minha pica no seu cu.
EU: aaaahhh buaaaa buaaaa snif.. po por favor.. não.não… buaaaaa snif..
JACKSON: Fala logo ou quer que eu meta mais rápido e forte (empurro um pouco mais forte e rápido)
EU: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH EU ADORO SUA PICA NO MEU CU
JACKSON: É isso aí... você gosta que eu arrebente sua buceta, né Madelyn?
EU: AHHH BUAAAA SNIF SNIF SNIF BUAAAAAA AAAAAAAAHHHHH
JACKSON: Tô esperando sua resposta oficial!
EU: Sim. Eu gosto disso Aaaah SNIF SNIF:..
JACKSON: Do que você gosta?, fala direito!! (aperta mais forte e aumenta a velocidade, me causando uma queimação infinita)
EU: AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY adoro quando você arrebenta minha buceta com essa pica ayyyyyy ahhh snf.. snif…
JACKSON: isso isso assim.. uf.. fala, você merece porque é uma inútil intrometida..
EU: snif.. snif.. mereço isso por ser uma inútil intrometida.. buaaaaaa…. snif… aAaAaA..!!
Meus choros eram fortes, tinha sido totalmente humilhada, obrigada a falar coisas tão humilhantes, a dor anal ainda tava lá, ainda tava atravessando minha buceta e raspando, de repente senti um jato líquido no meu cu que me deu uma queimação indescritível.
Ele parou, senti cada centímetro daquela pica enorme recuando pra sair do meu cu, foi horrível a dor que causou. Quando conseguiu tirar tudo, senti uma pressão lá atrás, mas não sabia por quê, já que ele tinha tirado. Ardia pra caralho e eu fiquei ali naquela posição, tão dolorida que nem tentei me mexer, só chorava sem parar.

Ouvi passos se aproximando, era ele, já estava vestido, vi a lente da câmera de um celular na minha frente e ouvi o som de quando tira uma foto, ele tinha tirado uma foto minha, não podia acreditar, mas também não tentei evitar, não tinha forças, estava destruída.

Não me importei naquela hora, só queria que esse pesadelo acabasse, achei que ele fosse embora, já tinha me estuprado pelos três buracos, não tinha mais parte do meu corpo que ele não tivesse usado.
JACKSON: Não relaxa tanto não, parceiro, ainda não terminei com você.
EU: o-que.. o que mais você quer de mim.. snif.. já conseguiu o que queria.. snif.. snif..
JACKSON: ainda tenho uns planos pra você.
EU: espera aí...
Ouvi que ela foi e depois voltou, ouvi barulhos de máquinas, como se estivesse montando alguma coisa, mas nem tive forças pra virar e ver o que tava rolando. De repente, ela soltou de novo os grilhões das correntes e, como se eu fosse um pacote bem leve, me levantou no ar e me virou de barriga pra cima pra me acorrentar de novo.
Tava toda dolorida e sem forças, meus braços e pernas abertos, não sabia o que ele tava planejando, mas sabia que não ia gostar. Quando baixei o olhar pra ver ele, me deparei com uma máquina estranha, com um consolo, e aí entendi o que vinha.
Tentei fechar minhas pernas com as poucas forças que me restavam, as algemas me impediam de fechá-las completamente, mas minhas coxas conseguiam cobrir minha buceta. Fechei o máximo que pude, não adiantou. Ele colocou a máquina perto, abriu minhas pernas com as mãos fortes e o aparelho começou a funcionar, penetrando cruelmente minha buceta.

Senti como aquela máquina perfurava minha buceta, mas a dor passou rápido, minha buceta tinha ficado molhada, o aparelho entrava sem dificuldade e me penetrava, meu corpo começava a reagir sozinho, se mexia a cada penetrada.
De repente, o aparelho aumentou a velocidade, senti minha buceta tão lubrificada que se abria sozinha, comecei a me contorcer e o Jackson me segurou pela cabeça, me fazendo olhar como aquele troço entrava em mim. Eu tava com a respiração ofegante, me sentindo mal porque meu corpo esquentou como se eu tivesse gostando daquilo.

Resignada, sem saber o que pensar de mim mesma, me entreguei, parei de lutar, meu corpo cedeu enquanto aquela máquina penetrava minha buceta.
Rom parou a máquina de repente, sem aviso nenhum, não sabia por que fez aquilo, nem imaginava o que ele tava pensando, quando de repente ele me soltou de novo e se ajeitou de quatro feito uma puta, naquela posição, fiquei com tanto medo que só voltei a chorar, acho que sabia o que vinha naquela posição.
JACKSON: adoro ver como seu cu se abre, Madelyn, não consigo evitar.
EU: chega, já me violentou, me usou, o que mais você quer de mim..
JACKSON: você é meu brinquedo, vou ver como esse dildo arrebenta sua buceta.
EU: nãooo jackson por favor, tá doendo muito, por favor.. por aí não de novo..
JACKSON: Isso é o que eu mais gosto, que você chore e implore, quero ouvir você chorar de novo!
EU: jackson, por favor, não. Faço o que você quiser, por favoooor...
Não disse mais nada e de repente senti a máquina enfiar o dildo no meu cu com violência, me fazendo soltar um grito desgarrador, devia ter dado pra ouvir até do lugar onde eu tava presa antes. Ele se divertia me vendo sofrer cada vez que a máquina entrava e saía, eu chorava e me mexia, minhas lágrimas escorriam, a ardência no meu cu era demais, não aguentava. Minha cara tava em cima da mesa, eu apertava minhas mãos pra tentar aguentar a dor.

Gritava porque tava doendo toda vez que aquele dildo enorme entrava no meu cu, mas de repente entrei numa espécie de transe, onde mesmo sentindo dor, meu corpo reagia como se fosse prazer, e meus choros começaram a se misturar com gemidos. Eu nem tava consciente disso, achava que tava chorando e gritando, mas tudo mudou de uma hora pra outra.
Percebi que estava gemendo entre lágrimas, senti uma sensação difícil de explicar, me incendiava o corpo, me fez sentir suja, mas satisfeita. Senti uma vontade de mijar, como se algo estivesse se acumulando dentro de mim e, de repente, meus olhos reviraram, meus gritos aumentaram e senti um jorro forte de líquido saindo da minha buceta, não conseguia entender.
Nunca tinha acontecido isso comigo, até aquele momento eu achava que era mentira, que só rolava em cenas pornô, com truques e coisas assim.
Eu tinha gozado, tava exausta, quando me recuperei fiquei com muita vergonha, não conseguia reclamar nem falar nada, afinal tinha curtido no final, me recusava a aceitar, mas tinha acontecido. Fiquei quieta, mas ouvi o som do celular quando ele tirou uma foto. Eu tava de quatro, pelada, acorrentada na mesa e com a bunda exposta.

Eu soube na hora que ela tinha tirado a foto, mas por vergonha não tive coragem de falar nada.
JACKSON: que linda ficou tua bunda, Madelyn, se tu visse como ela tá aberta, dá pra ver teus intestinos... hahahaha, essa foto vai ser minha favorita, vou colocar num quadro gigante na minha casa.
EU: …..
JACKSON: bom, já tá amanhecendo, vou encerrar meu turno, com certeza o ROM vem aí.
Abriu a porta, senti o ar de fora entrando, não ouvi ela fechar, assumi que deixou aberta, tentei falar pra fechar mas não tive resposta, ela tinha ido embora e me deixado completamente pelada e exposta com a porta aberta, rezava pra que ninguém passasse e me visse naquela situação.

Depois de uns longos minutos, escuto passos se aproximando, nunca imaginei que em algum momento fosse desejar tanto que esses passos fossem da ROM chegando, não saberia o que dizer se fosse outra pessoa, viesse e me visse assim, supliquei aos quatro ventos que por favor seja a ROM.

ROM: sentiu minha falta, puta?
EU: O que você quer de mim, rom? Por que você faz tudo isso comigo?
ROM: eu te deixei na segurança da sua gaiola ontem à noite, foi você quem tentou escapar.
EU: como sabia que eu ia escapar? nem eu mesma sabia se conseguiria.
ROM: você é previsível, puta, pelo estado da sua buceta, vejo que o Jackson te encontrou.
EU: Você planejou tudo isso?
ROM: Eu só apostei que você faria isso e olha o resultado aí.
EU: Você é um porco nojento e calculista do caralho..
ROM: O QUE VOCÊ DISSE, puta? Acho que você esqueceu quem eu sou!
Ela vem rapidamente na minha direção, me puxa pelo cabelo, me dá dois tapas na cara e mais dois mais fortes na bunda.
EU: AI, AI, desculpa Rom, me perdoa, por favor!!
ROM: bom, fica quietinha aí, não tenta fazer nada de besta, eu não sou o Jackson, ele é bonzinho, eu não.
Soltar os grilhões das correntes, fiquei parada, ele me virou de barriga pra cima e me acorrentou de novo nos pulsos e tornozelos, eu não resistia, sabia que o Rom não tinha a força do Jackson, mas era menos consciente e mais violento.
Deitada de barriga pra cima, amarrada, eu afrouxo um pouco uma das correntes e levanto minha perna, igual o Jackson fez, pra olhar minha bunda.

ROM: deixaram sua buceta bem aberta, sua puta.
EU: por favor, rom... tô doendo... me leva pra onde a gente tava antes... sei que você não vai me deixar ir...
ROM: Aqui quem manda sou eu, sua putinha, você não dá ordens… entendeu?
EU: Rom, por favor...
ROM: não, não... me diz, quem é a puta e quem manda?
EU: E-eu sou a putinha.. e você manda, rom..
ROM: Tá me tratando por "tu", sua puta desgraçada?
EU: Com licença, senhor Rom...
ROM: fala direito, sabichão, sabe as consequências...
EU: E-eu sou a putinha.. e o senhor manda, seu Rom..
ROM: sua putinha sortuda, escapou do castigo mas sua bunda tá uma delícia, tenho que provar.
EU: Senhor rom, por favor, não... tá ardendo demais, não aguento mais... (começando a chorar)
ROM: não importa, você é minha putinha e obedece sem questionar nada!
Reajusto as correntes, deixando minhas pernas levantadas e abertas, expondo minha bunda e buceta, assim ficava mais fácil pra ele me penetrar. Ele abaixou o zíper, tirou o pau pra fora e subiu na mesa.
EU: Por favor, senhor Rom... não faça isso... por favor... (chorando)
ROM: cala a boca, puta, já tô sentindo essa buceta toda molhada…
EU: AAAAAaaaaaaa….. paraa pelo amor de deus, tá ardendo, buaa!!
Começou a me penetrar sem piedade pelo cu, mesmo já estando aberto, ainda arranhava e ardia, eu sentia cada estocada da pica dele abrindo caminho pelas minhas paredes anais, me sentia suja, estava sendo estuprada pela segunda vez e já não fazia tanto escândalo, só reclamava um pouco da dor, ele aproveitava apesar de meu cu estar aberto, ainda era apertado pra ele.

Sentia que tava perdendo a consciência a cada estocada, me senti dominada, tava sendo comida no cu duas vezes no mesmo dia, o pior foi que eu molhei de novo e meu corpo me traiu outra vez, senti dor de novo, mas uma sensação de prazer imenso que nunca tinha sentido antes.
a situação despertou minha tarada e deixei de me importar tanto com a dor que sentia, notei como ele perfurava meu cu, eu me mexia de novo, minha boca se abriu grande, meus olhos reviraram, meu corpo, meus quadris se moviam no ritmo das investidas do rom, de repente comecei a gemer e gritar como uma puta.
ROM: Tô vendo que tu gosta disso, putinha, cê gosta da pica do teu dono?
EU: AHHH.. AHHH.. mmm. AHHH..
ROM: Me responde, sua puta! (me dá um tapa)
EU: AHHH AUU.. S-Sim senhor, eu gosto.. da sua pica.. no meu cu..
ROM: você é uma puta viciada..??
EU: s-sou sim.. AIH .. ahm aihhh
ROM: você é uma puta suja da rua, não serve pra mais nada, entendeu?
EU: s.sim, entendo senhor ROM..
ROM: eu pensei, vadia, vou te soltar, mas você vai fazer o que prometeu..
EU: mmm ahhh.. vou fazer.. prometo.. vou limpar o histórico dele.. ahhhaaa..
ROM: agora late como uma puta lateeee..
EU: au au au au auuuuu...
ROM: uff, isso mesmo, sua puta de merda, assim... esse é o seu lugar, entendeu...
YO: aaaah… ahhh.. sim, senhor.. entendi..
ROM: puta gostosa ARRRRRRRRRRRRGGGGGGG
Rom lançou um jato de fluidos no meu cu, parecia uma mangueira de bombeiro em alta pressão, ardeu e doeu, mas também gostei, senti uma sensação deliciosa e, por instinto, revirei os olhos de novo e gritei bem alto. Fiquei exausta, senti ele tirar a pica de dentro do meu cu, me contorci quando ele puxou, porque ainda doía. Meu cu estava completamente inundado de porra. Ele se levantou, guardou o pau e vi ele tirar uma foto.

Não falei nada sobre a foto, ele tirou as algemas de mim, tava solta, mas demorei um pouco pra me levantar. Quando levantei, ele olhou fixo nos meus olhos.
ROM: Bom, como te falei, vou te deixar ir, mas isso é minha garantia, caso você tente me trair.
Ela me mostra uma foto no celular dela. Antes de ver, pensei que era a foto que ela tinha acabado de tirar de mim e que ia me chantagear com aquilo. Mas quando ela me mostrou, percebi que era a imagem horrível da minha irmã mais velha, Aracely. Ela estava amarrada numa espécie de "X" e, do lado dela, estava o Jackson.

ROM: Se você não cumprir sua parte, vai dar tchau pra sua irmãzinha pra sempre.
EU: o-que... mas isso não fazia parte do acordo... eu disse que faria...
ROM: Não me importa se você gosta ou não, esse é o acordo: você limpa meu histórico e eu deixo ela ir.
EU: como é que eu vou saber que você vai deixar ela ir se eu fizer isso.
ROM: Você não sabe, mas você disse que faria se eu te deixasse ir, isso é só pra você cumprir o que prometeu.
EU: Vou fazer.. só deixa ela fora disso..
ROM: Sei que vai fazer. Agora, enquanto não cumprir sua parte, se a gente pedir algo, você faz. Senão... sua irmãzinha vai pagar o castigo no seu lugar, entendeu?
EU: Não pode ser, você disse que não ia machucar ela.
ROM: alguém tem que receber o castigo se você não obedecer, já que você não vai estar aqui, ela é sua garantia, ela te substitui.
EU: vou fazer, só não machuquem ele, por favor..
ROM: beleza, agora vira de costas.
Não sabia pra quê, de repente senti umas cordas no meu corpo e vi que ela tava me amarrando, mãos, pernas, abdômen, tava amarrando meu corpo inteiro.
EU: Não consigo fazer o que você me pede se não me deixar ir.
ROM: vou te deixar ir..
EU: Então por que você me amarra.
ROM: cê não achou que ia ser tão fácil, né, sua puta gostosa?
EU: Que, não entendi?
Rom, me joguei no chão terminando de amarrar, me deixou amarrada no chão de bruços.
ROM: não aperte tão forte, se conseguir se soltar antes que seus amigos policiais te encontrem, você vai se livrar da vergonha de ser visto assim, tudo vai depender da sua velocidade.
EU: O-que?? mas isso é demais, não pode me deixar assim.. vão me ver com marcas de tudo que rolou..
ROM: É problema seu. Se conseguir se soltar no carro, tem um uniforme de polícia aqui, pode vestir se conseguir a tempo.
EU: senhor rom por favor, além disso como vão me achar.
ROM: Deixamos seu amigo ir embora pra ele buscar reforços.
EU: Por favor, senhor Rom, o senhor já fez tudo o que quis comigo. Vou ajudar o senhor a apagar o histórico, por favor, não me deixe amarrada aqui...

EU: Senhor rom, por favor, por favor...
Ouvi passos se afastando, depois escutei o barulhão das portas de correr se abrindo, vi luz, senti o ar, quando me toquei todas as portas estavam abertas e o Rom tava na entrada, quase indo embora.

ROM: não se esqueça do nosso trato, tchau, detetive oficial Madelyn Clark.
EU: Rom, pelo amor, não faz isso comigo, me solta, rooom, rooooom!
Ele simplesmente foi embora. Não gritei mais com medo de que alguém passasse, me visse e quisesse se aproveitar de mim ou tirar fotos. Eu estava morrendo de vergonha.
tentava me soltar, passaram horas, ainda não conseguia, não sabia quando eles chegariam, quanto tempo levariam pra me encontrar, mas não queria que me encontrassem nessa situação, tentei me mexer pra me soltar, meus esforços começaram a dar resultado, a corda tava cada vez mais frouxa, parecia que era questão de tempo até eu me soltar.
Enquanto tentava me soltar, ouvi o som das viaturas, sabia que tinham vindo me buscar, tava com a adrenalina no talo, lutei pra me soltar mais rápido, ouvia passos se aproximando e eu ainda não tinha terminado de me soltar pra me vestir, não queria que me vissem, amarrada, com a buceta cheia de porra e totalmente pelada, seria uma vergonha total pra mim.
Me mexi com mais força, o mais rápido que pude, a corda parecia ceder, mas os passos chegavam cada vez mais perto, ah não, não pode ser, não quero que me vejam assim, a corda tá se soltando, tenho que conseguir.. os passos tavam cada vez mais próximos, praticamente do meu lado, e eu ainda lutava com a corda que tava cada vez mais frouxa..
continua...
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