Aluguei um quarto pra poder morar junto com a minha mãe.
Juntos arrumamos a casa e ficou muito gostosa, naquela noite minha mãe fez o jantar pra gente celebrar a casa nova que a gente tinha.
Depois disso, começamos a ver televisão pra pegar no sono, não estávamos cansados nem um pouco. Minha mãe tava tirando fotos desse momento lindo, ela tava muito feliz.
Mamãe insiste em almoçar junto, então na hora do almoço saí com ela e não voltei a trabalhar, sou meu próprio chefe.
Adoro passar tempo com você, mamãe. Já era noite e a gente tinha bebido um pouco de álcool.
Naquela noite, eu transei selvagem com a minha mãe, como se fôssemos dois animais. Não sei como tudo começou, não lembro direito, só acho que a gente se deixou levar. Mesmo minha mãe tendo quase 20 anos a mais que eu, ela estava muito excitada. Os gemidos dela me enlouqueciam, o que me fazia ser bem mais agressivo com ela. Meu pai não fez ideia do que tinha perdido.


Descansamos até a tarde, o melhor sexo que tive em muito tempo. Assim que acordei, liguei o ar-condicionado. Minha mãe estava do meu lado com um lençol entre as pernas. Tirei o lençol e ela estava completamente nua, então eu comi ela de novo. Ela acordou com uma cara muito sensual no rosto, aquela cara que a gente nunca esquece. Gozamos juntos, nos abraçamos, e ela sussurrou no meu ouvido que eu era muito melhor que meu pai. A putinha.
À noite fui buscar comida e ela tinha tomado um banho, peguei ela de novo assim que vi.
Os peitos da minha mãe são pequenos, mas a buceta dela é o paraíso. É um prazer poder comer, foder, transar — chame como quiser — mas essa buceta ainda aperta. Falo assim dela porque, à noite, ela me confessou que nunca quis engravidar do meu pai, muito menos acabar casada com ele. Durante muitos anos, ela foi infeliz. Desde que recentemente me mudei pra casa dela e comecei a comê-la, ela sente que me dar à luz valeu a pena, porque assim pode sentir a alegria de ser mulher de novo. Já não tenho mais mãe, agora tenho uma mulher.
Naquela tarde, levei ela pra um motel que tinha uma cadeira sexual. Minha mãe não sabia como usar aquilo, então expliquei umas paradas. Ela foi uma aluna muito boa, diria até que virou uma verdadeira expert. Ela sussurrou no meu ouvido que queria continuar brincando com a cadeira por muito mais tempo, e que a gente devia comprar uma pra casa.
Vivo comendo minha mãe até cansar todo dia depois de chegar do trabalho, não tem um canto dessa casa que eu não tenha fodido ela. A pele dela melhorou cada dia desde que começamos nosso relacionamento, ela tá mais alegre e mais viva. Não chamo mais ela de mãe em particular, ela pediu pra eu chamar pelo nome, o que não ia rolar, então comecei a chamar de puta. No começo ela não gostava muito desse nome, mas tá se acostumando a ser chamada assim, principalmente quando eu faço ela gozar. Agora ela não briga mais pelo apelido novo, ela é minha puta. De propósito, nesses últimos dois dias não comi ela, e ela já começou a tomar a iniciativa. Hoje, assim que cheguei do trabalho, ela me fez um boquete até esvaziar minhas bolas. Essa noite vou dar uma recompensa pra minha puta, ela mereceu.
Quase fomos descobertos, mamãe me disse que não importa o que os outros digam, ela e eu podemos ser felizes, não tem nada de errado em uma mãe ter reações sexuais com o filho, nós somos felizes e é isso que importa.
Saímos pra dar uma volta, tinha tanta coisa na minha cabeça que nem percebi no que minha mãe estava se transformando — não, a nossa relação. A gente se beijava na rua e andava de mãos dadas, ela tava radiante. A gente emagreceu depois de tanto sexo que tivemos, então só dei ouvidos às palavras dela. E quem se importa, né? No fim das contas, a gente é feliz.
Pra ser sincero, tava tão estressado que ela sugeriu a gente viajar. Comprei as passagens e fomos. Tentamos transar, mas não consegui — o medo daqueles vizinhos filhos da puta encherem o saco da minha mãe de novo sobre nosso relacionamento me deixava exausto. Naquela noite, ela dormiu e eu saí pra falar com quem tava perturbando ela. Um por um, eu disse que ela era minha mina, então que parassem de inventar fofoca na boa. Eu sabia uns podres dos vizinhos, e foi o suficiente pra nunca mais mexerem comigo e com ela.
Saímos pra viajar no Dia dos Namorados, uma turista perguntou sobre minha relação com minha mãe, minha mãe respondeu que a gente era um casal nos primeiros meses de namoro, e que a viagem tava deixando ela toda animada, uns recém apaixonados disse a mulher e ficou super feliz, ela e minha mãe começaram a rir, recém apaixonados repetia minha mãe, essa frase agradou tanto ela que repetiu o dia inteiro, à noite não deu pra fazer muita coisa, estávamos cansados, só uns beijinhos e dormir de conchinha.
No dia seguinte, saímos pra passear como planejado pro Dia dos Namorados. Pedimos pra uma mulher tirar uma foto nossa, e eu ia dar um beijo na boca dela, quando essa mulher falou: "Nossa, quantos filhos viajam com as mães assim?" Caí na real: ela e eu somos parecidos. Naquela noite também chegamos exaustos.
A viagem passou muito rápido. Quando voltamos pra casa, a gente não tinha transado, então assim que ela largou as malas, eu ataquei ela com beijos, abraços e apertões nos peitos. Ela também tava com vontade, tava bem molhadinha. Só fechei a porta, virei ela, puxei a calça pra baixo e comecei a meter rápido e com violência. Ela gemia bem alto. Feliz Dia dos Namorados, mamãe (vadia).
Nossa relação continuou assim por um tempo, até que um dia ela simplesmente foi embora. Me deixou um bilhete dizendo que tinha ido pra casa da irmã por um tempo, que precisava descansar de ser minha putinha, que precisava de um tempo pra ela. Não falei nada. Minha tia morava no campo, pensei em ir atrás dela, mas a carta continuava. Dizia que, como mãe dela, eu não devia procurá-la, que eu tinha que seguir meu caminho, que ela não podia me oferecer nada além de um corpo velho, uns peitos pequenos e uma bunda gorda. Escreveu que foi muito feliz por ter sentido, na "velhice", a felicidade de ser uma mulher apaixonada. O resto da carta guardo pra mim. Foi assim que nossa relação terminou. Me mudei, aquela casa me lembrava dela. O tempo passou e conheci uma garota um pouco mais nova que eu, uns dois anos. Com ela vivi momentos lindos: viagens, festa da empresa, até Natais. Ela não era do meu país, então tivemos a ideia de começar a morar juntos.


Nosso namoro durou muito tempo e a gente ainda não tinha transado. O corpo dela nunca me lembrava o da minha mãe, ela era muito diferente em certos aspectos, como vocês podem ver. Mas minha perversão surgiu de novo naquela noite, eu esqueci da minha putinha. Uma noite inesquecível.


E aí ela me mandou uma foto, já tinha esquecido dela e ela volta pra minha vida de novo, não sei por que ela fez isso, sério, não sei. Gosto de pensar que alguém falou pra ela sobre eu e minha nova amante. Minha atual parceira viu a foto e me perguntou quem era, eu disse que era minha mãe e que ela morava com minha tia. Ela parece tão jovem, ela disse. Falei a idade que ela tinha e ela ficou muito surpresa. A gente conversou até de noite sobre nossas famílias. Ela planejou uma viagem pra conhecer a futura sogra, e eu concordei.
Pedimos nossa autorização de viagem, já que essa história começou na pandemia, então conversei com minha tia pra poder ir visitar ela e minha mãe, e assim elas conhecerem minha namorada. Elas foram muito legais, nos ajudaram com a hospedagem. Meu namorado tá muito feliz.
No dia que cheguei na casa da minha tia, minha mãe não estava. Ela tinha um novo trabalho limpando escritórios, então saía à noite. Mandou uma foto dela dizendo que ia demorar pra chegar em casa porque tinha um controle de vacinação. Minha mina tava meio nervosa pra conhecer minha mãe.
Minha mãe me ligou, escreveu e pediu pra gente se ver antes. Meu coração tava batendo muito rápido, não sabia como sair de noite sem ninguém me acompanhar. Minha tia também ligou pra ela e pediu ajuda com o cartão de vacinação. Minha tia foi buscar, e me disse pra devolver, e que talvez isso fosse demorar pra caralho, porque o posto de controle isolava as pessoas, então eu tinha que me apressar. Minha namorada ficou com minha tia e eu saí pra encontrar minha mãe. Ela me mandou a localização, era um motel. Assim que cheguei, ela me mandou uma foto sorrindo. Não conversamos sobre nada. Entrei no quarto e comecei a foder ela como nunca tinha feito antes. Ela não gemia, só gritava de prazer.
Tava deitado quando ela começou a falar: então você tem namorada, parabéns pra você. Valeu. E você ama ela? Sim, amo. E eu? Também, amo as duas. Ela ficou vermelha e a gente se beijou, ajudei ela a se vestir, ela examinou meu corpo inteiro pra ver se não tinha marca, enquanto eu passava a mão na buceta dela. Vamos embora antes que fique mais tarde, saímos do motel rumo pra casa. Ainda não sei se a gente já se reconciliou.
Tava com um puta sono quando minha mina me chamou pra sair, ela não faz ideia.
Os dias seguintes foram bem normais, minha tia e minha mãe conversavam muito com minha namorada, até compraram roupas que ela gostava. Minha mãe não me escreveu mais, nem sequer olha nos meus olhos.


Minha mãe, vendo como eu tava, falou que eu deveria passar mais tempo com a minha namorada, que a gente precisava ficar mais junto. Enquanto a gente tirava fotos dela, eu virei pra olhar e minha namorada tava toda corada. Ela disse que tudo bem se a gente passasse tempo juntos, já que era pra isso que a gente tava ali. Minha mãe não soube o que responder. A sem-vergonha ainda falou que ia me roubar por um dia, pra ter uma conversa de mãe pra filho. Todo mundo riu, mas nossos olhares eram cúmplices, ela ficava me encarando de novo.


Minha mãe, eu e meu namorado passamos uma tarde incrível. Eu flertava muito com meu namorado e minha mãe às vezes ficava com ciúmes, fazia careta, mas agora ela precisa entender que quem sempre teve o controle aqui fui eu, só eu. Minha mãe voltou sozinha para a casa da minha tia naquela tarde, eu e meu namorado precisávamos do nosso tempo a sós.


Na casa da minha tia, eu já tinha tirado fotos da minha namorada pelada, agora tinha pra quem mandar, mas ainda não ia fazer isso. No motel que a gente foi, também tirei fotos e começamos a trepar.
Mandei essa foto pra minha mãe, ela é quem tá te roubando sua buceta favorita, escrevi pra ela, recebi a resposta dela: "Por favor, não chega cansado, eu também preciso dessa pica dura na minha boca". Minha putinha tinha voltado, continuei fodendo com minha namorada até a noite, minha mãe e minha tia estavam nos esperando em casa pra jantar, e aí fomos dormir.
Na manhã seguinte, minha mãe me mandou fotos com a legenda: "queria ter seu pau na minha boca pra apagar esse fogo por você, beijos e abraços de entreperna com carinho, mamãe.

Naquele dia, minha mina se arrumou toda pro nosso encontro, queria continuar o que a gente tinha começado ontem: foder até doer, transar até morrer, e foi isso que eu fiz.


Nos últimos dias da viagem, ela tava cada vez mais gostosa, mais desejável, mais yummy, mais a fim. Ela queria que eu conhecesse a família dela — tanto eu quanto ela sabíamos pra onde essa relação tava indo. Aceitei, e ela me abraçou e beijou. Tô feliz pra caralho.


O último dia junto com minha tia e minha mãe foi num sábado. Eu e minha mina falamos pra onde a gente ia e que esperassem notícias nossas em breve. Minha mãe e minha tia me abraçaram, e a gente se despediu. Minha mãe falou: "Se cuida, a gente se fala, meu filho.


Pra encurtar a história, minha mãe me escrevia todo dia pra saber como tava nosso relacionamento. Eu contei que eu e minha namorada íamos casar, que essa viagem era pra conhecer as famílias e que era bem provável que ela viraria avó. Minha mãe me parabenizou e pediu que o casamento fosse na cidade onde ela cresceu, e eu aceitei. Chamei ela pelo nome e perguntei: "E você, como tá lidando com tudo isso?" Ela disse que voltaria a morar comigo e com minha namorada pra ser uma avó atenciosa e uma puta fiel. Fiquei sem palavras. Enquanto minhas férias acabavam, ela já tava viajando pra minha casa. Perguntei onde ela morava e contei pra minha esposa, que também ficou super feliz, pegou meu telefone e conversou com minha mãe, toda empolgada com a ideia.






Eu sabia o que isso significava: tinha que escolher entre uma e outra. Minha esposa não podia engravidar. Recebi essa notícia triste um mês depois de nós três morarmos juntos em casa. Nesse tempo, eu dava umas escapadas com a minha mãe — desculpa, minha puta — enquanto eu comia como se o mundo fosse acabar. Minha esposa sofria em nossa casa; o maior sonho dela era ser mãe e, ao ver que não podia ter filhos, ela me pediu o divórcio. Não vou mentir, chorei quando ela pediu. Sim, sofri. Ela voltou por um tempo pra casa dos pais, e eu fiquei na minha casa com a minha mãe.




Pra me animar, ela me mandou fotos do nosso tempo juntos naquela primeira casa que a gente dividiu. Eu tava destruído e ela me levantou. Desde aquele dia, chamo ela pelo nome, não uso mais o apelido. Naquele dia, eu reconheci minha mãe de novo. Naquele dia, eu fiz amor com minha mãe. Naquele dia, eu amei ela pela primeira vez. Amei. Agora meu coração pertence a ela. Ela não é mais uma desconhecida, uma puta, uma mulher que eu fazia o que queria. Agora ela é minha mãe. Agora ela é e vai ser a única mulher que vai estar comigo. Deixei claro pra ela, e ela aceitou. Coloquei o anel nela e vou casar com ela. Com ela vou formar uma família e com ela vou envelhecer. Por ela, vou trabalhar duro e só com ela vou compartilhar minha felicidade.


Naquela noite, a gente continuou conversando até de madrugada. A gente se entregou, não de um jeito carnal, mas se abriu um pro outro — nem ela com meu pai, nem eu com minha esposa tinham feito aquilo. A gente chorou, transou, riu, e de mãos dadas a gente dormiu. De manhã, a gente já se chamava pelo nome e planejou o que fazer naquele dia. Ela sugeriu confessar nosso amor pros quatro cantos. A gente se apressou e combinou um lugar onde ninguém fosse nos julgar. Fomos pros cais. Eu comecei gritando: "Sou ..........., tenho 2x anos e amo minha mãe. Adoro fazer amor com ela, amo os peitos dela, amo o cabelo dela, amo o corpo dela, amo o jeito dela comigo, amo que essa relação existe. Não tem nada de errado no que a gente faz e a gente vai continuar fazendo. MÃE, CASA COMIGO!" Ela tava chorando e correu pra me abraçar. Eu enchi ela de beijos e ainda passei a mão na bunda dela. Depois de umas horas, ela começou...
Sou ........ ...... ........... .........., tenho 4x, moro com meu filho, tenho uma relação incestuosa com ele desde 202x e gosto desde o início da nossa relação incestuosa, desde que ele me levou pra morar com ele, desde o primeiro dia que pisei na nossa casa, no nosso ninho de amor. EU TRANSÔ COM MEU FILHO e não me arrependo de nada. Ele me fez muito feliz como mãe (começou a chorar), como mulher, como amiga e agora como esposa dele. Sim, é isso, a gente vai CASAR, mas eu já não posso te dar filhos. Quero ter seus filhos. O motivo de eu ter me afastado de você foi porque naquela época, se eu engravidasse, seria muito arriscado pra mim. Eu não queria te deixar com a responsabilidade de ser pai solteiro de um bebê que teria dificuldades. Eu desejo sua felicidade, mas não a esse custo. Sou ...... .... ....... ..... Meu filho é ........ ...... E hoje à noite vamos fazer amor. Eu abracei ela e saímos correndo de lá sem olhar pra trás. Chegamos em casa muito cansados.
Naquela mesma noite, ela me deu algo que nunca tinha pedido, algo que ninguém nunca teve. Selamos nosso "casamento" transando no cu.


Juntos arrumamos a casa e ficou muito gostosa, naquela noite minha mãe fez o jantar pra gente celebrar a casa nova que a gente tinha.
Depois disso, começamos a ver televisão pra pegar no sono, não estávamos cansados nem um pouco. Minha mãe tava tirando fotos desse momento lindo, ela tava muito feliz.
Mamãe insiste em almoçar junto, então na hora do almoço saí com ela e não voltei a trabalhar, sou meu próprio chefe.
Adoro passar tempo com você, mamãe. Já era noite e a gente tinha bebido um pouco de álcool.
Naquela noite, eu transei selvagem com a minha mãe, como se fôssemos dois animais. Não sei como tudo começou, não lembro direito, só acho que a gente se deixou levar. Mesmo minha mãe tendo quase 20 anos a mais que eu, ela estava muito excitada. Os gemidos dela me enlouqueciam, o que me fazia ser bem mais agressivo com ela. Meu pai não fez ideia do que tinha perdido.


Descansamos até a tarde, o melhor sexo que tive em muito tempo. Assim que acordei, liguei o ar-condicionado. Minha mãe estava do meu lado com um lençol entre as pernas. Tirei o lençol e ela estava completamente nua, então eu comi ela de novo. Ela acordou com uma cara muito sensual no rosto, aquela cara que a gente nunca esquece. Gozamos juntos, nos abraçamos, e ela sussurrou no meu ouvido que eu era muito melhor que meu pai. A putinha.
À noite fui buscar comida e ela tinha tomado um banho, peguei ela de novo assim que vi.
Os peitos da minha mãe são pequenos, mas a buceta dela é o paraíso. É um prazer poder comer, foder, transar — chame como quiser — mas essa buceta ainda aperta. Falo assim dela porque, à noite, ela me confessou que nunca quis engravidar do meu pai, muito menos acabar casada com ele. Durante muitos anos, ela foi infeliz. Desde que recentemente me mudei pra casa dela e comecei a comê-la, ela sente que me dar à luz valeu a pena, porque assim pode sentir a alegria de ser mulher de novo. Já não tenho mais mãe, agora tenho uma mulher.
Naquela tarde, levei ela pra um motel que tinha uma cadeira sexual. Minha mãe não sabia como usar aquilo, então expliquei umas paradas. Ela foi uma aluna muito boa, diria até que virou uma verdadeira expert. Ela sussurrou no meu ouvido que queria continuar brincando com a cadeira por muito mais tempo, e que a gente devia comprar uma pra casa.
Vivo comendo minha mãe até cansar todo dia depois de chegar do trabalho, não tem um canto dessa casa que eu não tenha fodido ela. A pele dela melhorou cada dia desde que começamos nosso relacionamento, ela tá mais alegre e mais viva. Não chamo mais ela de mãe em particular, ela pediu pra eu chamar pelo nome, o que não ia rolar, então comecei a chamar de puta. No começo ela não gostava muito desse nome, mas tá se acostumando a ser chamada assim, principalmente quando eu faço ela gozar. Agora ela não briga mais pelo apelido novo, ela é minha puta. De propósito, nesses últimos dois dias não comi ela, e ela já começou a tomar a iniciativa. Hoje, assim que cheguei do trabalho, ela me fez um boquete até esvaziar minhas bolas. Essa noite vou dar uma recompensa pra minha puta, ela mereceu.
Quase fomos descobertos, mamãe me disse que não importa o que os outros digam, ela e eu podemos ser felizes, não tem nada de errado em uma mãe ter reações sexuais com o filho, nós somos felizes e é isso que importa.
Saímos pra dar uma volta, tinha tanta coisa na minha cabeça que nem percebi no que minha mãe estava se transformando — não, a nossa relação. A gente se beijava na rua e andava de mãos dadas, ela tava radiante. A gente emagreceu depois de tanto sexo que tivemos, então só dei ouvidos às palavras dela. E quem se importa, né? No fim das contas, a gente é feliz.
Pra ser sincero, tava tão estressado que ela sugeriu a gente viajar. Comprei as passagens e fomos. Tentamos transar, mas não consegui — o medo daqueles vizinhos filhos da puta encherem o saco da minha mãe de novo sobre nosso relacionamento me deixava exausto. Naquela noite, ela dormiu e eu saí pra falar com quem tava perturbando ela. Um por um, eu disse que ela era minha mina, então que parassem de inventar fofoca na boa. Eu sabia uns podres dos vizinhos, e foi o suficiente pra nunca mais mexerem comigo e com ela.
Saímos pra viajar no Dia dos Namorados, uma turista perguntou sobre minha relação com minha mãe, minha mãe respondeu que a gente era um casal nos primeiros meses de namoro, e que a viagem tava deixando ela toda animada, uns recém apaixonados disse a mulher e ficou super feliz, ela e minha mãe começaram a rir, recém apaixonados repetia minha mãe, essa frase agradou tanto ela que repetiu o dia inteiro, à noite não deu pra fazer muita coisa, estávamos cansados, só uns beijinhos e dormir de conchinha.
No dia seguinte, saímos pra passear como planejado pro Dia dos Namorados. Pedimos pra uma mulher tirar uma foto nossa, e eu ia dar um beijo na boca dela, quando essa mulher falou: "Nossa, quantos filhos viajam com as mães assim?" Caí na real: ela e eu somos parecidos. Naquela noite também chegamos exaustos.
A viagem passou muito rápido. Quando voltamos pra casa, a gente não tinha transado, então assim que ela largou as malas, eu ataquei ela com beijos, abraços e apertões nos peitos. Ela também tava com vontade, tava bem molhadinha. Só fechei a porta, virei ela, puxei a calça pra baixo e comecei a meter rápido e com violência. Ela gemia bem alto. Feliz Dia dos Namorados, mamãe (vadia).
Nossa relação continuou assim por um tempo, até que um dia ela simplesmente foi embora. Me deixou um bilhete dizendo que tinha ido pra casa da irmã por um tempo, que precisava descansar de ser minha putinha, que precisava de um tempo pra ela. Não falei nada. Minha tia morava no campo, pensei em ir atrás dela, mas a carta continuava. Dizia que, como mãe dela, eu não devia procurá-la, que eu tinha que seguir meu caminho, que ela não podia me oferecer nada além de um corpo velho, uns peitos pequenos e uma bunda gorda. Escreveu que foi muito feliz por ter sentido, na "velhice", a felicidade de ser uma mulher apaixonada. O resto da carta guardo pra mim. Foi assim que nossa relação terminou. Me mudei, aquela casa me lembrava dela. O tempo passou e conheci uma garota um pouco mais nova que eu, uns dois anos. Com ela vivi momentos lindos: viagens, festa da empresa, até Natais. Ela não era do meu país, então tivemos a ideia de começar a morar juntos.


Nosso namoro durou muito tempo e a gente ainda não tinha transado. O corpo dela nunca me lembrava o da minha mãe, ela era muito diferente em certos aspectos, como vocês podem ver. Mas minha perversão surgiu de novo naquela noite, eu esqueci da minha putinha. Uma noite inesquecível.


E aí ela me mandou uma foto, já tinha esquecido dela e ela volta pra minha vida de novo, não sei por que ela fez isso, sério, não sei. Gosto de pensar que alguém falou pra ela sobre eu e minha nova amante. Minha atual parceira viu a foto e me perguntou quem era, eu disse que era minha mãe e que ela morava com minha tia. Ela parece tão jovem, ela disse. Falei a idade que ela tinha e ela ficou muito surpresa. A gente conversou até de noite sobre nossas famílias. Ela planejou uma viagem pra conhecer a futura sogra, e eu concordei.
Pedimos nossa autorização de viagem, já que essa história começou na pandemia, então conversei com minha tia pra poder ir visitar ela e minha mãe, e assim elas conhecerem minha namorada. Elas foram muito legais, nos ajudaram com a hospedagem. Meu namorado tá muito feliz.
No dia que cheguei na casa da minha tia, minha mãe não estava. Ela tinha um novo trabalho limpando escritórios, então saía à noite. Mandou uma foto dela dizendo que ia demorar pra chegar em casa porque tinha um controle de vacinação. Minha mina tava meio nervosa pra conhecer minha mãe.
Minha mãe me ligou, escreveu e pediu pra gente se ver antes. Meu coração tava batendo muito rápido, não sabia como sair de noite sem ninguém me acompanhar. Minha tia também ligou pra ela e pediu ajuda com o cartão de vacinação. Minha tia foi buscar, e me disse pra devolver, e que talvez isso fosse demorar pra caralho, porque o posto de controle isolava as pessoas, então eu tinha que me apressar. Minha namorada ficou com minha tia e eu saí pra encontrar minha mãe. Ela me mandou a localização, era um motel. Assim que cheguei, ela me mandou uma foto sorrindo. Não conversamos sobre nada. Entrei no quarto e comecei a foder ela como nunca tinha feito antes. Ela não gemia, só gritava de prazer.
Tava deitado quando ela começou a falar: então você tem namorada, parabéns pra você. Valeu. E você ama ela? Sim, amo. E eu? Também, amo as duas. Ela ficou vermelha e a gente se beijou, ajudei ela a se vestir, ela examinou meu corpo inteiro pra ver se não tinha marca, enquanto eu passava a mão na buceta dela. Vamos embora antes que fique mais tarde, saímos do motel rumo pra casa. Ainda não sei se a gente já se reconciliou.
Tava com um puta sono quando minha mina me chamou pra sair, ela não faz ideia.
Os dias seguintes foram bem normais, minha tia e minha mãe conversavam muito com minha namorada, até compraram roupas que ela gostava. Minha mãe não me escreveu mais, nem sequer olha nos meus olhos.


Minha mãe, vendo como eu tava, falou que eu deveria passar mais tempo com a minha namorada, que a gente precisava ficar mais junto. Enquanto a gente tirava fotos dela, eu virei pra olhar e minha namorada tava toda corada. Ela disse que tudo bem se a gente passasse tempo juntos, já que era pra isso que a gente tava ali. Minha mãe não soube o que responder. A sem-vergonha ainda falou que ia me roubar por um dia, pra ter uma conversa de mãe pra filho. Todo mundo riu, mas nossos olhares eram cúmplices, ela ficava me encarando de novo.


Minha mãe, eu e meu namorado passamos uma tarde incrível. Eu flertava muito com meu namorado e minha mãe às vezes ficava com ciúmes, fazia careta, mas agora ela precisa entender que quem sempre teve o controle aqui fui eu, só eu. Minha mãe voltou sozinha para a casa da minha tia naquela tarde, eu e meu namorado precisávamos do nosso tempo a sós.


Na casa da minha tia, eu já tinha tirado fotos da minha namorada pelada, agora tinha pra quem mandar, mas ainda não ia fazer isso. No motel que a gente foi, também tirei fotos e começamos a trepar.
Mandei essa foto pra minha mãe, ela é quem tá te roubando sua buceta favorita, escrevi pra ela, recebi a resposta dela: "Por favor, não chega cansado, eu também preciso dessa pica dura na minha boca". Minha putinha tinha voltado, continuei fodendo com minha namorada até a noite, minha mãe e minha tia estavam nos esperando em casa pra jantar, e aí fomos dormir.
Na manhã seguinte, minha mãe me mandou fotos com a legenda: "queria ter seu pau na minha boca pra apagar esse fogo por você, beijos e abraços de entreperna com carinho, mamãe.

Naquele dia, minha mina se arrumou toda pro nosso encontro, queria continuar o que a gente tinha começado ontem: foder até doer, transar até morrer, e foi isso que eu fiz.


Nos últimos dias da viagem, ela tava cada vez mais gostosa, mais desejável, mais yummy, mais a fim. Ela queria que eu conhecesse a família dela — tanto eu quanto ela sabíamos pra onde essa relação tava indo. Aceitei, e ela me abraçou e beijou. Tô feliz pra caralho.


O último dia junto com minha tia e minha mãe foi num sábado. Eu e minha mina falamos pra onde a gente ia e que esperassem notícias nossas em breve. Minha mãe e minha tia me abraçaram, e a gente se despediu. Minha mãe falou: "Se cuida, a gente se fala, meu filho.


Pra encurtar a história, minha mãe me escrevia todo dia pra saber como tava nosso relacionamento. Eu contei que eu e minha namorada íamos casar, que essa viagem era pra conhecer as famílias e que era bem provável que ela viraria avó. Minha mãe me parabenizou e pediu que o casamento fosse na cidade onde ela cresceu, e eu aceitei. Chamei ela pelo nome e perguntei: "E você, como tá lidando com tudo isso?" Ela disse que voltaria a morar comigo e com minha namorada pra ser uma avó atenciosa e uma puta fiel. Fiquei sem palavras. Enquanto minhas férias acabavam, ela já tava viajando pra minha casa. Perguntei onde ela morava e contei pra minha esposa, que também ficou super feliz, pegou meu telefone e conversou com minha mãe, toda empolgada com a ideia.






Eu sabia o que isso significava: tinha que escolher entre uma e outra. Minha esposa não podia engravidar. Recebi essa notícia triste um mês depois de nós três morarmos juntos em casa. Nesse tempo, eu dava umas escapadas com a minha mãe — desculpa, minha puta — enquanto eu comia como se o mundo fosse acabar. Minha esposa sofria em nossa casa; o maior sonho dela era ser mãe e, ao ver que não podia ter filhos, ela me pediu o divórcio. Não vou mentir, chorei quando ela pediu. Sim, sofri. Ela voltou por um tempo pra casa dos pais, e eu fiquei na minha casa com a minha mãe.




Pra me animar, ela me mandou fotos do nosso tempo juntos naquela primeira casa que a gente dividiu. Eu tava destruído e ela me levantou. Desde aquele dia, chamo ela pelo nome, não uso mais o apelido. Naquele dia, eu reconheci minha mãe de novo. Naquele dia, eu fiz amor com minha mãe. Naquele dia, eu amei ela pela primeira vez. Amei. Agora meu coração pertence a ela. Ela não é mais uma desconhecida, uma puta, uma mulher que eu fazia o que queria. Agora ela é minha mãe. Agora ela é e vai ser a única mulher que vai estar comigo. Deixei claro pra ela, e ela aceitou. Coloquei o anel nela e vou casar com ela. Com ela vou formar uma família e com ela vou envelhecer. Por ela, vou trabalhar duro e só com ela vou compartilhar minha felicidade.


Naquela noite, a gente continuou conversando até de madrugada. A gente se entregou, não de um jeito carnal, mas se abriu um pro outro — nem ela com meu pai, nem eu com minha esposa tinham feito aquilo. A gente chorou, transou, riu, e de mãos dadas a gente dormiu. De manhã, a gente já se chamava pelo nome e planejou o que fazer naquele dia. Ela sugeriu confessar nosso amor pros quatro cantos. A gente se apressou e combinou um lugar onde ninguém fosse nos julgar. Fomos pros cais. Eu comecei gritando: "Sou ..........., tenho 2x anos e amo minha mãe. Adoro fazer amor com ela, amo os peitos dela, amo o cabelo dela, amo o corpo dela, amo o jeito dela comigo, amo que essa relação existe. Não tem nada de errado no que a gente faz e a gente vai continuar fazendo. MÃE, CASA COMIGO!" Ela tava chorando e correu pra me abraçar. Eu enchi ela de beijos e ainda passei a mão na bunda dela. Depois de umas horas, ela começou...
Sou ........ ...... ........... .........., tenho 4x, moro com meu filho, tenho uma relação incestuosa com ele desde 202x e gosto desde o início da nossa relação incestuosa, desde que ele me levou pra morar com ele, desde o primeiro dia que pisei na nossa casa, no nosso ninho de amor. EU TRANSÔ COM MEU FILHO e não me arrependo de nada. Ele me fez muito feliz como mãe (começou a chorar), como mulher, como amiga e agora como esposa dele. Sim, é isso, a gente vai CASAR, mas eu já não posso te dar filhos. Quero ter seus filhos. O motivo de eu ter me afastado de você foi porque naquela época, se eu engravidasse, seria muito arriscado pra mim. Eu não queria te deixar com a responsabilidade de ser pai solteiro de um bebê que teria dificuldades. Eu desejo sua felicidade, mas não a esse custo. Sou ...... .... ....... ..... Meu filho é ........ ...... E hoje à noite vamos fazer amor. Eu abracei ela e saímos correndo de lá sem olhar pra trás. Chegamos em casa muito cansados.
Naquela mesma noite, ela me deu algo que nunca tinha pedido, algo que ninguém nunca teve. Selamos nosso "casamento" transando no cu.

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