Este é um dos nossos contos mais recentes. Tudo começou numa época de crise, era plena pandemia. Minha esposa, Sil, ficou sem emprego porque não deixavam atender o público nesse tipo de trabalho (ela trabalhava como dançarina numa academia e professora de dança). Eu também tava com pouco trabalho naquela época pelo mesmo motivo, mesmo assim, eu segurava todas as despesas nossas e das crianças. Depois dos primeiros meses, a coisa tava feia. A ideia de vender pack e tal já tinha sido descartada por causa do que contei em outro relato: alguém que comprou espalhou e muita gente conhecida viu. Desde então, descartamos a parada de OnlyFans e afins. Ela até fazia uns trabalhos com fotógrafos, mas era outra coisa e tava bem escasso pelo mesmo motivo.
Aí, a Sil teve outra ideia: voltar a trabalhar como massagista. Ela nunca estudou pra isso, mas já tinha sido massagista num spa. Ela fazia muito bem, sempre me faz massagem. O problema é que no spa ela não ganhava bem e por isso largou. O que ela propôs era fazer de forma particular, mas pra isso precisava investir o pouco dinheiro que a gente tinha numa maca. A verdade é que achei uma boa ideia, podia ser um extra legal, então investi e comprei a maca. Colocamos no nosso quarto, já que era o cômodo maior. Ela começou a fazer massagens em amigas e conhecidas. Depois, começou com uns amigos da academia (que também não deveria estar aberta, mas ia pouca gente e mantinham as persianas fechadas — sim, uma época de merda!) que viviam doloridos. E eu entendo, porque também treino; uma massagem no dia seguinte ao treino é maravilhosa.
Assim, as semanas foram passando com esse extra que a Sil conseguia, até que uma noite tudo mudou. Essa noite, uns amigos vieram em casa. A gente começou a conversar e tomar cervejas ouvindo música, era algo casual. A Sil sempre participava dessas reuniões porque adorava farrear como se fosse um a mais. Na conversa, surgiu o assunto de que a Sil tinha começado a fazer massagens. Um dos meus amigos, que Chamamos o Ariel, ele tava interessado. Era mais velho que a gente e grandão, passava o tempo todo treinando. Muitos zoavam ele falando que usava anabolizante. Quando perguntaram quanto a Sil cobrava, ela respondeu um preço exagerado, tipo umas quatro vezes mais do que o normal. Achei estranho, pensei que talvez fosse porque ele exigia mais esforço do que os outros, por causa do tamanho dele. Umas horas depois, todo mundo foi embora, menos o Ariel. Ele se convenceu e quis experimentar. Depois que todo mundo saiu, fomos pro quarto. Decidimos levar as cervejas e botar música no computador. A Sil mandou o Ariel ficar à vontade e deitar de bruços na maca. Ele ficou só de cueca boxer preta folgada e se deitou. A Sil tava com uma saia curta branca tipo legging, uma regata branca também e umas havaianas. Eu, enquanto isso, batia papo com eles e bebia cerveja, mas fiquei viciado no computador, mas isso não vem ao caso. Continuando a história, a Sil deu um gole, acendeu um cigarro e começou a massagem. Subiu em cima do Ariel e começou a amolecer ele com os pés. Ela tem uma garrafinha tipo spray que usa nas massagens. Todo mundo acha que é óleo de massagem, mas na verdade é vaselina líquida. Segundo falaram pra ela no spa, funciona igual ou melhor que o óleo. Ela passou óleo no corpo todo dele e espalhou. Continuou fazendo massagem com o cotovelo e, por último, com as mãos: cabeça, rosto, pescoço, braços, mãos, costas altas, lombar, pernas e pés. Quando chegou na lombar, puxou um pouco mais a cueca dele pra baixo e massageou as coxas superiores. O Ariel tava tão relaxado que nem falava. Percebi como a Sil aproveitava pra apalpar os músculos dele. Foi aí que comecei a entender tudo. Perdi a massagem de vista, e quando olhei de novo, a Sil massageava subindo e descendo das pernas dele até a cueca, e cada vez subia mais, enfiando os dedos por baixo da cueca, roçando os ovos e a bunda dele. Depois, pediu pra ele virar de barriga pra cima. Colocou um pano molhado nos olhos dele e começou de novo. Mesmo esquema, aceita o corpo dele, massageia tudo e sobe e desce com as mãos pelas pernas, enfiando a mão por baixo da cueca cada vez mais sem vergonha. Depois massageava tudo em volta da base do pau e das bolas, já roçando a parte de trás da mão no pau, e dava pra ver que o pau do Ariel ia ficando duro. Eu não falava nada porque já sabia que ela ia me propor fazer essas massagens por mais grana, igual naquele dia. Claro que dessa vez o álcool ajudou pra caralho, supus. A Sil já só parava naquela região, massageava os sulcos das bolas e a base do pau, dava pra ver o Ariel excitado, torcendo os pés. Nessa altura, a Sil já tava apalpando as bolas dele e passando vaselina, e continuou fazendo o mesmo com o pau dele. O Ariel continuava sem falar uma palavra, só se deixava levar. A Sil foi em frente, tirou a cueca dele de vez, passou vaselina no pau e começou a bater uma. Primeiro com os pés (pra isso sentou na frente dele), e depois que levantou, continuou com as mãos, suave e devagar, e depois rápido. Parou na cabeça do pau pra roçar só aquela parte. Não dava pra ver tudo em detalhe porque a Sil tava em pé quase de costas pra mim, tipo na diagonal, mas depois consegui ver que ela passou vaselina numa mão e esfregava as bordas da cabeça do pau com velocidade contra a mão dela. O Ariel já não torcia só os pés, mas também um pouco o corpo, até que finalmente gozou, jorrando porra na mão da Sil. Depois a Sil saiu de lá falando que ia tomar banho. O Ariel ficou uns minutos na maca e depois levantou e me disse: "Que surpresa foi essa, não esperava". Não falou muito e foi embora em silêncio. Como eu bem sabia, foi assim. Depois disso, a Sil me propôs que não fosse só um extra, que eu ganharia mais grana e não precisaria transar com ninguém nem nada. Depois fiquei com muita curiosidade sobre o famoso mito, perguntei se o Ariel tinha o pau pequeno, e ela me disse que era normal, não é que seja pequenininho, mas pro corpo enorme dele... Grande faz ela parecer assim, mas o tamanho é normal. Foi assim que com o Gus a gente tinha mais confiança e às vezes ele recomendava algum amigo.
Aí, a Sil teve outra ideia: voltar a trabalhar como massagista. Ela nunca estudou pra isso, mas já tinha sido massagista num spa. Ela fazia muito bem, sempre me faz massagem. O problema é que no spa ela não ganhava bem e por isso largou. O que ela propôs era fazer de forma particular, mas pra isso precisava investir o pouco dinheiro que a gente tinha numa maca. A verdade é que achei uma boa ideia, podia ser um extra legal, então investi e comprei a maca. Colocamos no nosso quarto, já que era o cômodo maior. Ela começou a fazer massagens em amigas e conhecidas. Depois, começou com uns amigos da academia (que também não deveria estar aberta, mas ia pouca gente e mantinham as persianas fechadas — sim, uma época de merda!) que viviam doloridos. E eu entendo, porque também treino; uma massagem no dia seguinte ao treino é maravilhosa.
Assim, as semanas foram passando com esse extra que a Sil conseguia, até que uma noite tudo mudou. Essa noite, uns amigos vieram em casa. A gente começou a conversar e tomar cervejas ouvindo música, era algo casual. A Sil sempre participava dessas reuniões porque adorava farrear como se fosse um a mais. Na conversa, surgiu o assunto de que a Sil tinha começado a fazer massagens. Um dos meus amigos, que Chamamos o Ariel, ele tava interessado. Era mais velho que a gente e grandão, passava o tempo todo treinando. Muitos zoavam ele falando que usava anabolizante. Quando perguntaram quanto a Sil cobrava, ela respondeu um preço exagerado, tipo umas quatro vezes mais do que o normal. Achei estranho, pensei que talvez fosse porque ele exigia mais esforço do que os outros, por causa do tamanho dele. Umas horas depois, todo mundo foi embora, menos o Ariel. Ele se convenceu e quis experimentar. Depois que todo mundo saiu, fomos pro quarto. Decidimos levar as cervejas e botar música no computador. A Sil mandou o Ariel ficar à vontade e deitar de bruços na maca. Ele ficou só de cueca boxer preta folgada e se deitou. A Sil tava com uma saia curta branca tipo legging, uma regata branca também e umas havaianas. Eu, enquanto isso, batia papo com eles e bebia cerveja, mas fiquei viciado no computador, mas isso não vem ao caso. Continuando a história, a Sil deu um gole, acendeu um cigarro e começou a massagem. Subiu em cima do Ariel e começou a amolecer ele com os pés. Ela tem uma garrafinha tipo spray que usa nas massagens. Todo mundo acha que é óleo de massagem, mas na verdade é vaselina líquida. Segundo falaram pra ela no spa, funciona igual ou melhor que o óleo. Ela passou óleo no corpo todo dele e espalhou. Continuou fazendo massagem com o cotovelo e, por último, com as mãos: cabeça, rosto, pescoço, braços, mãos, costas altas, lombar, pernas e pés. Quando chegou na lombar, puxou um pouco mais a cueca dele pra baixo e massageou as coxas superiores. O Ariel tava tão relaxado que nem falava. Percebi como a Sil aproveitava pra apalpar os músculos dele. Foi aí que comecei a entender tudo. Perdi a massagem de vista, e quando olhei de novo, a Sil massageava subindo e descendo das pernas dele até a cueca, e cada vez subia mais, enfiando os dedos por baixo da cueca, roçando os ovos e a bunda dele. Depois, pediu pra ele virar de barriga pra cima. Colocou um pano molhado nos olhos dele e começou de novo. Mesmo esquema, aceita o corpo dele, massageia tudo e sobe e desce com as mãos pelas pernas, enfiando a mão por baixo da cueca cada vez mais sem vergonha. Depois massageava tudo em volta da base do pau e das bolas, já roçando a parte de trás da mão no pau, e dava pra ver que o pau do Ariel ia ficando duro. Eu não falava nada porque já sabia que ela ia me propor fazer essas massagens por mais grana, igual naquele dia. Claro que dessa vez o álcool ajudou pra caralho, supus. A Sil já só parava naquela região, massageava os sulcos das bolas e a base do pau, dava pra ver o Ariel excitado, torcendo os pés. Nessa altura, a Sil já tava apalpando as bolas dele e passando vaselina, e continuou fazendo o mesmo com o pau dele. O Ariel continuava sem falar uma palavra, só se deixava levar. A Sil foi em frente, tirou a cueca dele de vez, passou vaselina no pau e começou a bater uma. Primeiro com os pés (pra isso sentou na frente dele), e depois que levantou, continuou com as mãos, suave e devagar, e depois rápido. Parou na cabeça do pau pra roçar só aquela parte. Não dava pra ver tudo em detalhe porque a Sil tava em pé quase de costas pra mim, tipo na diagonal, mas depois consegui ver que ela passou vaselina numa mão e esfregava as bordas da cabeça do pau com velocidade contra a mão dela. O Ariel já não torcia só os pés, mas também um pouco o corpo, até que finalmente gozou, jorrando porra na mão da Sil. Depois a Sil saiu de lá falando que ia tomar banho. O Ariel ficou uns minutos na maca e depois levantou e me disse: "Que surpresa foi essa, não esperava". Não falou muito e foi embora em silêncio. Como eu bem sabia, foi assim. Depois disso, a Sil me propôs que não fosse só um extra, que eu ganharia mais grana e não precisaria transar com ninguém nem nada. Depois fiquei com muita curiosidade sobre o famoso mito, perguntei se o Ariel tinha o pau pequeno, e ela me disse que era normal, não é que seja pequenininho, mas pro corpo enorme dele... Grande faz ela parecer assim, mas o tamanho é normal. Foi assim que com o Gus a gente tinha mais confiança e às vezes ele recomendava algum amigo.
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