Fala, amigĂŁo, beleza? Hoje vim contar o que rolou com a minha sobrinha. SĂł pra contextualizar, Ă© a sobrinha da minha parceira, entĂŁo chamo ela assim. A gente sempre viaja junto há 3 anos pro litoral, com a minha mina, e nesse Ăşltimo verĂŁo ela fez aniversário, os tĂŁo esperados 18 anos, e pra mim foi um deleite, porque passei a olhar pra ela com outros olhos. Minha sobrinha Ă© uma mina de pele morena, com um sorriso bonito e um corpĂŁo bem de adolescente. Barriga chapada, cinturinha fina, uma bunda linda e uns peitos pequenos, mas se vocĂŞs conhecessem ela, iam concordar comigo: sĂŁo maravilhosos. Nesse Ăşltimo ano, sabendo que a gente ia comemorar o aniversário dela, ela começou a me pedir umas coisas. Zoava que queria tomar um daiquiri, que ela nĂŁo bebe álcool, me contou que já tinha tomado vinho branco doce e que queria curtir o aniversário dela pra valer. Da minha parte, nĂŁo ia deixar ela birita, ela provou fernet mas nĂŁo gostou, entĂŁo comprei um vinho branco que a gente curtiu depois do jantar. Naquele dia, a gente aproveitou a praia, tava calor e a gente entrou no mar várias vezes. Numa dessas, a gente foi os trĂŞs pra água, minha mina ficou perto da areia e nĂłs fomos um pouco mais pra dentro zuar com as ondas. Numa hora, ela me pediu pra fazer pĂ© pra ela pular a onda, e quando subiu, sem querer, passou parte do corpo no meu rosto, e me deu uma vontade danada de pecar. Minha mina tinha cozinhado e tava meio insolação, entĂŁo foi deitar, e eu fiquei lá embaixo, com a mĂşsica, tomando vinho com a minha sobrinha na garagem da casinha na frente, que dá pra porta das casas vizinhas, mas o quarto onde minha mina tava era bem embaixo. Quando a gente começou a guardar as cadeiras, ela tava alegre, e quando tentou levantar, tive que puxar ela pelos braços e segurar na cintura, e ela continuou com um abraço no meu pescoço e o rosto dela desmaiado no meu peito. Juro pra vocĂŞs, minha vontade de pegar o rosto dela e beijar a boca dela era enorme, mas me segurei e levei ela atĂ© a cama. AĂ eu abri a cama pra ela e ela se jogou quase como um saco de batatas. Falei pra ela ficar confortável pra dormir, e ela tirou a camiseta na minha frente, deixando eu ver os peitos dela de sutiĂŁ, aĂ ela me olhou e riu. Na hora senti que nossa confiança tinha ido pra outro nĂvel e mandei ela se enfiar bem debaixo do lençol, onde ela tirou o short, largou no chĂŁo e dormiu. Quando tĂ´ indo pro meu quarto, vejo o short dela no chĂŁo, pego ele e nĂŁo me segurei: cheirei e continuei fantasiando com ela.
Continua...
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4 comentários - 📒 [Relato] Complicidad con mi sobrina (Real)