Capítulo II: Minha esposa Mônica: O jogo sujo dos meus ami

Capítulo II: Minha esposa Mônica: O jogo sujo dos meus ami




Descobri que aquela noite no bar com meus colegas de trabalho tinha sido mais vantajosa pra eles do que pra mim. Minha esposa tinha recebido mensagens do meu celular, pedindo fotos dela. Só que não fui eu quem tinha solicitado aquilo.


Eu tinha encontrado umas fotos que minha esposa mandou pra nossa conversa particular. Só que não fui eu quem recebeu elas.


Tinha encontrado elas numa pasta de arquivos thumbnails. Imagens de baixa qualidade, mas que mostravam o quanto minha esposa era gostosa quando ela queria.


Me incomodava que meus colegas tivessem fotos da minha esposa gostosa. Ela, por sua vez, continuou achando que tinha sido eu quem as tinha.


Quando voltei ao trabalho, me deparei com o olhar desconfortável de todos os meus colegas. Eles sabiam o que tinham feito, mas mesmo assim só ficaram ali, curtindo aquilo e falando nas minhas costas.


Na quarta-feira daquela semana recebi a visita da Mônica, tava revisando as perdas com o Antônio e o Juanito.


Quando notei que eles pararam de prestar atenção em mim e ficaram olhando pra minha bunda.


Umas mãos cobriram meus olhos e um perfume doce e gostoso tomou conta do lugar onde a gente tava.


Senti os peitos dela na minha costa.


—Mônica?


—Oi?


Sorri ainda com as mãos dela nos meus olhos, aos poucos as tiro pra ver os olhos dos meus colegas nela.


—Oi, não sabia que você vinha hoje — falei.


—Nem eu, mas meu chefe queria falar com o seu chefe.


Caminhamos até meu escritório e pude notar como todo mundo olhava o jeito que a saia marcava o corpo da Mônica. Não conseguia explicar tudo que aquilo me causava — uma parte de mim ficava incomodada, e a outra fazia endurecer minha virilha. Me despedi dela, mas não do jeito que eu queria; as câmeras e os protocolos de ética da empresa não permitiam ser tão efusivo.


Não consegui evitar olhar para as pernas dela envoltas naquelas meias e a saia curta tentando cobrir a bunda dela ao sair do escritório. Sabia que não era o único que curtia essas visitas da minha esposa e não entendia como isso podia me incomodar e ao mesmo tempo me excitar de certo jeito.


Comecei a gostar das visitas dela porque, no fim do dia, quando Mônica e eu chegávamos em casa, as sessões de sexo tinham ficado mais animadas desde que ela estava mais gostosa e linda com o uniforme novo… e com as visitas dela na empresa.
Tô no teu trampo. Cadê você?


Recebi a mensagem dela numa quinta às 4 da tarde, enquanto tava no escritório com minha assistente revisando uns documentos.


No meu escritório. E você?Respondi.


Ainda tô ocupada, vamos juntos?


—Sim, mas vou sair às 6. Quer me esperar?


—Se eu esperar por você, te mando mensagem depois, tô com seu chefe, tchau.


Tentei não pensar em muita coisa e em nada, honestamente a semana, fora as visitas da Mônica, tinha sido extremamente cansativa no trampo. Naquele dia, não tava disposto a me deixar levar pelas novas sensações que tava sentindo e que não conseguia entender.


Meu auxiliar me entregou o relatório e fui falar com o Juanito, o das bitácoras, pra confirmar a entrada e saída de mercadoria.


—Viu essas pernudas?


—Uff sim, não quero soar malvado, mas como agradeço que ela tenha escorregado.


—O ruim é que não conseguimos ajudar ela, os sortudos que estavam lá e puderam pegar ela, acho que meteram a mão nela.


Não via ninguém no escritório, mas a voz vinha de trás de umas caixas empilhadas.


Me aproximei fazendo barulho pra avisar que tava chegando. Fiquei me perguntando o que tava rolando, mas eles só se despediram e foram cada um pro seu trampo. Juanito meio que me ignorou, dava pra ver que tava puto por eu ter interrompido.
Percebi que o tempo tava voando e, quando menos esperava, já passava das 6 da tarde. Meu assistente Javier terminou o serviço e vazou do escritório.


Tava quase indo embora quando meu chefe chegou no meu escritório.


—Ei, acho que tem problema com uma mercadoria que sai de manhã cedo amanhã, uns certificados não batem. Preciso que você revise e resolva isso. Vou estar no escritório quando você terminar, passa lá me ver, vai ser uma tarde longa.


Porra, não dava pra acreditar, não tinha saída.


Me apressei pra ligar pra Mônica e avisar ela da situação.


—Mônica, tô com um problema, não posso ir embora porque acabaram de me dar uma tarefa.


—Sério? Não pode ser!
—Desculpa, amor, não sei como resolver isso.


Mônica não sabia dirigir carro manual e já era muito tarde pra ela ir sozinha, só restava esperar. Esperar eu terminar pra gente poder ir embora.


Imprimi os certificados que meu chefe tinha me mandado por e-mail e me apressei pro computador pra revisar o resto.


Passaram-se alguns minutos, eu esperava que a Mônica me mandasse alguma coisa no chat que ainda tava aberto na minha tela.


Clica aqui, clica ali. Corri pra sala de entregas, revisei os documentos, já tinham passado mais de 20 minutos quando ouvi meu celular receber uma notificação.


—Amor, te vejo em casa, vão me dar uma carona.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.


Eu ia responder quando meu chefe apareceu.
—Vem corre, temos uma reunião no Zoom com o fornecedor amanhã.


Guarda meu celular e fomos pro escritório do meu chefe.


Entramos no escritório, a primeira coisa que chamou minha atenção foi um tênis que tava num canto do lugar. Me parecia familiar.


A ligação rolou e passou quase uma hora até a gente conseguir encerrar.


Saí no estacionamento e peguei meu celular. Liguei pra Mônica, mas ela não atendeu.


Li sua última mensagem, mas era a mesma da carona.


Aquele velho que tinha oferecido café pra Mônica umas semanas atrás enquanto ela me esperava, tava tirando uns latões de lixo.
Fui pra casa e, quando cheguei, encontrei a Mônica no sofá. Ela tinha caído no sono vendo TV, e o uniforme ainda nela marcava toda a sua curva gostosa.


Sentei do lado e tirei um fio de cabelo dela. Dei um beijo na testa e ela acordou.


—Chegou… Como foi? — perguntou ela.


—Não, mas… espera, e você?


—Bem, bom… também não era como eu esperava.


—Por quê?


—Não… não, nada, não se preocupa


A Mônica tentou ignorar minha pergunta, nós dois estávamos exaustos e o assunto ficou por isso mesmo naquela noite.


No dia seguinte, cheguei um pouco mais cedo que o normal no trabalho e ouvi o Antônio e o Júlio falando sobre a carona que deram pra minha esposa e como a saia dela subia nas pernas lindas dela. Então era isso que tinha rolado na noite anterior.


Tava puto ouvindo atrás de uns contêineres e de novo aconteceu alguma coisa, minha virilha tava pegando fogo de novo, não entendia como ou por que isso vinha acontecendo comigo nas últimas semanas.


Naquela mesma tarde, tinha acontecido algo parecido com as últimas semanas, o trampo tava me sufocando e eu precisei ficar depois do horário de fechar.


Mônica me confirmou que já estava em casa, pelo visto tinha saído um pouco mais cedo e foi direto do trampo pra casa.
Enquanto eu respondia uns e-mails que pareciam não ter fim, pensei numa besteira. Abri o navegador no google.com e comecei a digitar bestamente "por que eu fico excitado quando alguém vê minha esposa".


As milhares de páginas que se abriram na hora me encheram de informação com um impacto tão grande que só teria sido maior se o próprio monitor tivesse batido na minha cara.


Os minutos se transformaram em quase duas horas, meu celular vibrou, Mônica me mandou mensagem, já eram quase 9 da noite, como é que isso tinha acontecido. Peguei meu casaco e corri pra saída, sem perceber que naquele lugar eu não estava sozinho. Tempo depois, descobriria que Júlio, o operador, ainda estava por perto e encontrou meu computador com todo o histórico que eu tinha navegado naquela noite.


Os dias seguintes foram estranhos, as visitas ocasionais da minha esposa tinham virado comentários sem noção do Julio, do Juanito ou do Antonio.


Desde coisas tipo "Que gostosa é sua esposa" ou "Que sorte você tem de ter uma mulher dessas" até comentários como "Essa saia é muito justa, fica muito bem na sua mulher" e até o Júlio falou sem medo "Mônica é mulher pra caralho pra você".


De vez em quando, eu encontrava sites abertos nos computadores que eu usava no departamento, em páginas sobre Swinger e um termo chamado Cuckold. Às vezes eu ignorava, outras vezes anotava os links e abria no meu PC pessoal depois que todo mundo já tinha ido embora.


Passei vários dias assim, honestamente até parei de dar atenção pra minha esposa em casa, focado só no meu mundo de fantasia, tentando entender como era possível que algo assim me agradasse. Fiz amigos em alguns fóruns, troquei uns comentários, e quando me senti pronto, comentei num dos grupos que tinha encontrado num dos computadores, explicando o que tinha rolado no trabalho e o que acontecia comigo quando minha esposa me visitava.


Recebi uns comentários dizendo que era algo normal, outros de apoio e outros de zoação.


Não demorou muito até eu começar a receber comentários pedindo fotos da minha esposa, coisa que, na real, eu não fiz. Achei que esse ponto era algo que eu ainda não queria alcançar; curtir o olhar dos outros sobre a minha esposa era diferente de compartilhar uma foto dela num grupo onde eu não conhecia ninguém.


Li um comentário onde me diziam que era melhor deixar as coisas seguirem seu curso e permitir que outro ou outros aproveitassem uma mulher como a que eu escrevia. Que mesmo se eu quisesse evitar, em algum momento a vida ia nos colocar numa encruzilhada onde rolaria algo além do que já vivemos agora e que, se eu não estivesse pronto, ainda assim podia acontecer.


Saí de novo tarde quando vi que a luz no escritório do meu chefe ainda estava acesa.


—Se esses tênis são daquela gostosa esposa do perdedor.


—Tá muito gostosa, chefe, dá pra ver que é uma putinha, aqui todo mundo olha pra ela e ela parece que adora ser observada.
—Mulheres como ela são assim, e que bom que são, porque pode crer que essa rabuda é algo que quero ter na minha cara kkkkkk


Não podia acreditar em tudo que ouvia do escritório do meu chefe, uma ereção enorme na minha virilha tava me matando de novo. Me refugiei no banheiro e comecei a me masturbar igual um louco.


Termina como se tivesse tido uma sessão de sexo com a minha esposa, acho que pensando bem, nesse último mês inteiro, eu tinha batido uma duas ou três vezes por dia até ficar exausto.


Voltei pra casa com todo o cansaço acumulado das horas extras, do estresse e, claro, das punhetas que eu vinha batendo. Tava procurando minha cama na maior urgência.


Desci do carro e vi as luzes da casa apagadas, só o nosso quarto tava aceso, imaginei que a Mônica tava vendo alguma série. Mas quando desliguei o veículo e desci, as luzes do nosso quarto se apagaram. Achei estranho, talvez uma coincidência.


Caminhei até a casa e entrei, tudo estava em silêncio.


—Mônica? —perguntei, sem resposta.


Ouvi passos no quarto e subi.


—Mônica? — repeti.


Quando aquela mulher com quem eu tinha dividido anos de casamento entrou, ela tinha se tornado a mulher mais gostosa do mundo inteiro, uma lingerie sensual caía sobre o corpo dela. Um conjunto justinho de renda preta cobria os atributos mais sensuais dela, as pernas cobertas de meia-calça preta se curvavam nas panturrilhas e nas coxas dela.


—Tô te esperando… você me deixou sozinha por muito tempo…


Disse Mônica com voz de menina repreendida, mordendo o lábio.
Ela se aproximou como uma leoa caçando a presa. Me beijando ansiosa e desesperada, passou a mão no meu peito, tirou meu paletó, e começou a soltar meu cinto, tentando libertar meu pau coberto pela roupa.


A calça caiu, ela me olhou nos olhos e começou a descer, me beijando pelo torso nu. O rosto dela ficou bem na altura e as mãos começaram a baixar minha cueca.


Nada se comparava às expressões que ela fez no rosto na hora de tirar minha cueca e ficar cara a cara com aquele corpo impressionante e peludo... dormindo e pequeno... escondido, exausto pelas punhetas pesadas de todos os dias que passaram.


—O que foi? —perguntou Mônica


Enquanto brincava com ele, e até lambia tentando fazer esse corpo voltar à vida. A gente se beijou, tentou de tudo por uns minutos até que o rosto dele se transformou em decepção.
Não disse, mas sabia que a Mônica não tava satisfeita, mesmo com as palavras de incentivo e compreensão sobre o trampo pesado da semana e o estresse.


Tentamos a semana inteira, mas nada funcionou. Parece que meu amigo funcionava durante as visitas da Mônica no meu trabalho, sob o olhar de outros homens nela, mas não no nosso quarto.


No fim de semana, acordei e olhei meu relógio marcando 2:30 da manhã. Do meu lado, a Mônica não estava. Achei que tinha ido ao banheiro, fechei os olhos e esperei. Fiquei incomodado quando ela não voltou pra cama, então fui procurar ela. Desci até a cozinha, mas a luz estava apagada. Ouvi um barulhinho vindo do banheiro do quarto de hóspedes.


Lá dentro dele, a luz escapava pela fresta estreita da porta e um som vibrante saía de lá. Era a Mônica sentada na privada, com o corpo jogado pra trás, uma mão segurando na pia e a outra na própria buceta enquanto um orgasmo se aproximava. A cara dela tava vermelha, a respiração ofegante, e as pernas lindas abertas, mostrando os lábios quentes apertando com força um brinquedo rosa que entrava, saía e se contorcia com tudo.
Era o primeiro sinal de que o corpo gostoso dela pedia pra satisfazer as necessidades… necessidades que eu não tava dando conta.Fim do Capítulo II

Minhas redes:

Meu PATREON: patreon.com/RelatosAbraxasCuckold

Grupo FACEBOOK: facebook.com/groups/122933574200585

Canal TELEGRAM: https://t.me/+9bKOkeI9wgU5OGVh

1 comentários - Capítulo II: Minha esposa Mônica: O jogo sujo dos meus ami

cfydcul +1
Donde puedo comprar la continuación de tus relatos?
Patreon al final de cada relato puedes encontrar enlaces para ponerte en contacto