O DESPERTAR DE UM HOMBRE CAP28
O fantasma da minha ex
Yami:não pode ser, você tá morto,
Mal acabei de dizer essas palavras, o corpo dela desabou. Corri até ela antes que caísse no chão, por sorte cheguei a tempo. Levantei-a e novamente a levei para o quarto, deitei-a na cama e a cobri, ainda estava nua. Fiquei um tempo olhando suas marcas, hematomas e machucados. Não posso acreditar que aquele filho da puta a tenha batido assim. Fui buscar a bandeja com o café e os croissants, coloquei-a na mesinha de cabeceira. Dei-lhe uns beijos suaves para ver se conseguia reagir, ela se moveu um pouco, e aos poucos foi abrindo os olhos, até fazer contato com os meus.
Ser:bom dia, gostosa, - dessa vez não houve resposta, ela só me encarava, fixamente sem piscar -, parece que os ratos comeram sua língua,
Vira do outro lado,
Ser:Fiz um café com porra e trouxe um croissant, que você adora.
Ainda não obtinha resposta, me acomodei melhor na cama, apoiei a bandeja entre nós, ela pegou a xícara sem parar de me olhar por um segundo, tomou vários goles e levou uma meia-lua à boca, mastigando sem parar de me encarar,
Ser:tá gostoso, né? já tá quase acabando sua xícara, hein.
Tirei a bandeja, para poder fazer algo que fizesse ela reagir, a única coisa que me veio à cabeça foi beliscar o braço dela,
Yami:Também.
Ser:você percebeu que está acordada e não sonhando
Yami:love, é você
Ser:love depende de quem você diz, mas se for pra mim, Sergio,
Ela se jogou nos meus braços com um choro incontrolável, tremia entre meus braços, me abraçava forte e sussurrava palavras - me perdoa amor, me perdoa meu amor -
Ser:Ei, calma, você não precisa me pedir desculpas.
Yami:se eu devo te pedir perdão, eu te falhei
Ser:mas por que você tá pedindo desculpa? o que você fez de errado?
Yami:Falhei em te abandonar, em acreditar que você tinha morrido,
Ser:acho que você me deve uma explicação, e aliás, eu nunca estive morto, estou aqui, não é? então não precisa se preocupar. Acho que quem você deve pedir desculpas é a Sofia, não a mim.
Yami:não acho que ela me perdoe, depois de mostrar meu verdadeiro rosto assim, depois das coisas horríveis que eu disse.
E sim, eu tenho que te pedir desculpas
Ser:isso não importa, não vim pra você me pedir desculpas, vim por você, vim resgatar alguém que importa muito pra mim. Acho que é uma boa oportunidade, você poderia começar pelo começo: o que aconteceu, por que você abandonou tudo por aquele...
Yami:nem sei por onde começar, isso tudo é tão confuso – ela respirou fundo e começou a me contar – tudo começou um dia quando eu estava com a Victoria, ela falou que eu parecia deprimida, que não fazia bem ficar daquele jeito por alguém que não valia a pena, que ele nunca seria meu e esse tipo de coisa. Lembro que fomos pro quintal e ela tirou um cigarro, acendeu e me disse: "isso vai te relaxar e você vai ver como sua visão da vida muda". Na hora não pensei nas consequências, e fumei. No começo me senti tonta, tossi e o mundo ficou girando. Depois disso foram risadas e brincadeiras totalmente loucas, até que as duas ficamos entrelaçadas nos nossos braços. Nos olhamos nos olhos, com aquele olhar que ela tinha por você, nos beijamos, nos tocamos e as duas ficamos exaustas. O que não percebemos foi que alguém estava tirando fotos. Esse alguém era o Walter. Ele saiu correndo antes mesmo de a gente terminar de se vestir. Esse dia mudou tudo na minha vida. Nos dias seguintes, começaram a chegar envelopes e dentro tinha uma foto minha com a Victoria, ameaçando que se eu não me entregasse a ele, ele ia fazer cartazes e colar em toda a cidade. Eu entrei em pânico. Não queria que mostrassem, iam me apontar, me crucificar. Corri pra encontrar a Victoria, e com ela tinha acontecido a mesma coisa. Mas eu me recusava. Minha virgindade ia ser sua e de mais ninguém. Continuei me negando, não queria. Num momento pensei em mandar tudo pro inferno, até que a Victoria veio na minha casa. Me convenceu a fazer isso, falou que você nunca ia acordar e o mais provável era que morresse. Minha vida já estava destruída sem você, então aceitei fazer. A Victoria foi a encarregada de marcar o encontro. Seria na casa dela, à noite. Os pais não iam estar e o irmão também não. Esse dia eu estava nervosa porque estava prestes a fazer algo que queria que fosse mágico com você. Muitas noites sonhei com esse encontro, e em questão de dias tudo foi pro ralo. Essa noite eu estava tão nervosa que tentei ir embora, desaparecer e pensei em me matar. A Victoria acendeu um cigarro pra... relaxar, fumamos maconha exatamente e tudo mudou, tomamos cerveja até ficar bêbadas, os extorsionadores chegaram dando a ordem de deixar a porta aberta, nós peladas e com uma venda nos olhos deitadas na cama, ambas fomos e entre nós começamos a nos beijar, ouvimos a porta fechar, os dois apareceram,
Walter:começaram sem a gente
Leo:a loira é minha
Naquela hora, ignorei esses comentários e não reconheci as vozes deles. Já estávamos nus, e eles nos separaram com brutalidade. Ele agarrou minha cabeça e enfiou o pau na minha boca – "Chupa, puta, a partir de hoje você é minha". Não vou mentir, gostei, só porque na minha mente estava você. Isso me fez sentir prazer. Ele abriu minhas pernas, mergulhou entre elas, enterrou a cabeça na minha buceta. Não chupava direito, só de pensar em você me fazia esquecer que estava sendo forçada. Parou de chupar e se posicionou entre minhas pernas. Naquele momento, tentei relaxar, mas foi impossível. Ele apoiou o pênis na minha buceta e empurrou com violência, me causando uma dor terrível. Lágrimas caíram dos meus olhos e eu só disse:
Yami:você é um animalzinho safado
Loe:mano, você tirou a sorte grande, ela é virgem
Walter:essa puta vai ser minha, ela vai ficar louca com a minha rola
E ele continuou me comendo sem se importar com nada, eu era só mais uma garota para ele, ele me estragou, não sei por que, se foi pelo álcool ou pelas drogas, comecei a gostar, ele me dava cada vez mais, me mudava de posição, e enfiava de novo e de novo, eu já não aguentava mais, perdi a noção do tempo, de quanto tinha passado, ele se afastou de mim e me disse,
Walter:agora você vai ser minha garota e de mais ninguém, ou o vídeo que gravamos agora vai rodar por aí todinho.
Aí tirei minha venda e pude ver 3 caras, Walter, Leo e Hernan, enquanto a Victoria segurava a câmera na mão, me olhava sorridente como se seu plano tivesse saído perfeitamente. Naquele dia me senti tão humilhada, foi frustrante saber que fui enganada pela própria Victoria. Minha vida mudou desde aquele dia, larguei a academia, cabulei aula, tive que brigar com a Sofia, tive que desistir de você, e aquele ciclo que se criou se fechou quando me deram a notícia de que você tinha falecido. Minha vida tinha desmoronado, os amigos que eu tinha nunca mais vi, ele ameaçava qualquer um que se aproximasse, me ameaçou de matar minha mãe mais de uma vez. Estou frustrada, cansada e o pior veio depois, quando eu não tinha vontade de fazer, ele me batia no corpo, me machucava e até me queimava com cigarro. Não sei porque não tive coragem de fugir, sem você não era capaz de seguir. Com isso não espero que me perdoe, quero que entenda pelo que passei.
Ouvindo o relato dela, não havia dúvidas de que para esses dois não bastava o que haviam feito. Eu queria que esses dois estivessem mortos, enterrados. Não os fiz sofrer o suficiente. O que fizeram a Yami não se comparava a nada. Hernán e Victoria foram cúmplices, e isso me deixava ainda mais puto, enquanto ela chorava nos meus braços.
Ser:o castigo que apliquei ontem à noite não foi suficiente,
Yami:o que rolou ontem à noite, que castigo
Ser:você não lembra o que aconteceu ontem à noite?
YamiOlá! Estou aqui para traduzir conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduza.se tem uma coisa que eu lembro
Ser:o que você lembra?
Yami:não sei se devo contar, porque depois de tudo que vinha acontecendo, me senti mulher, querida, pude curtir, aquele cara me fez chegar lá, não se preocupou só com ele, se preocupou comigo.
Levantei deixando ela com as palavras na boca e fui até a cozinha, peguei a máscara e coloquei. Quando voltei, ela estava com a cabeça baixa, chorando. Me aproximei, sentei na cama, peguei o rosto dela e levantei.
Ser:gostosa, por que tá chorando?
Eu me olho confundida, seu choro parou quando tirei minha máscara.
Yami:era você, meu amor, - entre lágrimas -
Por que você não me contou?
Ela se jogou nos meus braços e nossos lábios se encontraram, um beijo apaixonado e cheio de tesão,
Ser:A noite foi um plano que eu armei pra me vingar do Walter e do Leo, o que eu não contava era com você e os irmãos Meyer, entende agora?
Yami:e você fez tudo isso por mim, para me resgatar, como você sabia de tudo isso?
Ser:Sofi, me contaram que você sumiu e tava saindo com o Walter, que tava fazendo qualquer coisa. Falei com sua mãe também, ela pediu minha ajuda. Além disso, conversei com o Emiliano e sobre o que fizeram com ele... - de repente começou a chorar de novo -
Yami:não sou mais pura, você vai pensar que sou só mais uma puta, já não me quer como antes, que quebrei nossa promessa, - e mais lágrimas escorrem de mim -
Serse você acha que eu penso isso, não teria feito nada do que fiz, não acha? Ainda te quero e se montei esse show foi pra te resgatar.
Yami:Não acredito que você ainda me queira, sou uma puta maldita, já estou marcada.
Ser:e aí, minha gostosa, tô vendo que já nem me conhece mais, esqueceu tudo a ponto de nem me reconhecer, é compreensível, muito tempo sem o meu apelido esquecido de mim, não vou te julgar, só quero que me prometa uma coisa, quero que volte pra sua vida, eles não vão te incomodar mais, e não vão mais aparecer na sua vida, ficou claro? quero que me prometa isso.
Yami:por que você me diz isso, não vou mais te ver, vê que você já não me quer como antes,
Ser:Gostosa, eu ainda te quero, não esquece disso, você ainda vai me ver por aí. E mesmo tendo sido chantageada, você não procurou as pessoas certas, se deixou influenciar, isso me decepcionou um pouco.
Yami:veja que você já não me quer mais, - ele abaixa a cabeça e um silêncio profundo tomou conta do quarto - , pode fazer amor comigo, se esta for a última vez que te verei, quero lembrar disso para sempre,
Ser:sim, gostosa, mas não vai ser a última vez que você me vê.
Levantei da cama, tirei minha roupa e deixei jogada no chão, me aproximei da cama deitando ao lado dela, a abracei e a puxei para perto. Ergui seu rostinho e beijei seus lábios úmidos de lágrimas. Sua boca mal se moveu, deixando pouco espaço para invadir seu ser. Assim que nossos lábios se tocaram tão sensualmente, sua língua procurou a minha, entrelaçando e lutando para ver quem tinha mais poder sobre a outra. Nossas bocas brigavam uma e outra vez, nossas mãos inquietas acariciavam a pele, nossas partes reagiam aos beijos e carícias que nos proporcionávamos.
Subi por cima dela, parei de beijar sua boca e ataquei seu pescoço. Com as mãos, ela acariciava minha cabeça e minhas costas. Fui descendo com meus beijos, devorando seus seios lindos. Saboreei como se fosse a última vez que ia tê-la. Se fosse ser a última, precisava ser memorável. Continuei descendo até chegar onde na noite anterior eu lhe dei o maior prazer que já teve. Abri suas pernas e minha língua atacou sua preciosidade íntima, molhando na hora sua linda bucetinha. Um orgasmo a fez tremer, suas mãos apertaram minha cabeça, movendo com força nos meus cabelos.
Atacando de novo sua xota, lambendo cada gota que soltava. Comi com devoção, com ímpeto e com paixão. Seus quadris se moviam sozinhos no ritmo da minha língua. "Você vai me fazer gozar de novo, aaaaaa aaaa aaaaaaa rrrrrssssss..." Seus quadris pararam de se mexer, e eu subi devagar. Beijei seus lábios, impregnáveis com os fluidos da sua excitação. Beijei e beijei seus lábios. Ela abriu as pernas e com os quadris se mexendo até meu pau se posicionar na entrada da sua vagina. Meu corpo fez o resto, entrando suave e constantemente dentro do seu ser. Ela abriu bem a boca ao receber esse pau que invadia por dentro dela. "Ah, faz amor comigo, faz amor como se fosse a primeira vez, me possui como na noite passada." E foi o que fiz. Fizemos amor a manhã toda, em várias posições. Não sei quantos orgasmos ela teve naquele dia, o que sei é que o último orgasmo eu terminei dentro dela. ela deixando uma porrada de porra dentro dela, naquele dia a gente tomou banho juntos, almoçamos e selamos nosso amor, o que foi, vamos lembrar pra sempre e nunca vamos esquecer daquele dia,
Caminamos juntos, sem dizer uma só palavra, de mãos dadas, até deixá-la na porta do prédio. Beijei sua testa e, sem olharmos nos olhos, me afastei. Em seu rosto caíam lágrimas, lágrimas de liberdade. Naquele dia ela entendeu que na vida não se pode ter tudo. Naquele dia, aquela menina havia amadurecido completamente, entendeu que sempre pode contar com alguém, nunca vai estar sozinha.
Atravessei a avenida, e na porta do prédio estava a Sofia. Ela me perguntou como eu estava, se eu sabia alguma coisa da Yamila.
Ser:se esse assunto tá resolvido, deixa ela vir falar com você sozinha, ela tem muito o que pensar
Sofia:sério, você falou com ela? mesmo com o jeito que ela me tratou, eu sinto falta dela,
Ser:dá um tempo, ela tá muito arrependida.
Me aproximei da boca dela e a beijei com tesão, ao que ela correspondeu. Me despedi dela, ainda tinha que falar com Matías. Toquei o interfone e subi. Fiquei surpreso ao ver alguém que já conhecia - o que eu menos imaginava é que fossem da mesma família. Lá estavam elas, Mary e Susi, ambas são primas. São garotas de programa, trabalhavam juntas num apartamento em Caballito.
Susi:mas olha quem temos aqui, como você tá?
Ser:Oi Susi, tudo bem? E você, como está? Que surpresa te encontrar aqui!
Susi;eu sou a prima da Maty e você já conhece a Mary, minha irmã
Ser:não fazia ideia que meu amigo Maty não contou que tinha duas primas gostosas, - ambas riram
Mary:não gosta de compartilhar, por isso nos esconde, não é assim, chocolatin?
Maty:não fala assim na frente dos meus amigos
Ser:tranquilo, mano, seu segredo tá seguro - kkkkkkkkkkk
Maty:você é um filho da puta, saiba disso.
Para minha surpresa, o que eu achava que ambas faziam, que era serem acompanhantes, não era bem assim. Elas costumavam sair juntas para essas festas exclusivas onde o clima de sexo, luxúria e perversão rolavam solto. Fiquei ainda mais chocado quando me contaram seu trabalho de verdade: ambas eram analistas de sistemas, engenheiras de computação. Fiquei impressionado, como dizem, as aparências enganam, não dá pra se deixar levar só pelo que se vê.
No meio da conversa, ela me perguntou exatamente o que eu queria,
Ser:preciso de fotos de vocês dois em plena ação, para deixar em um envelope e lembrar vocês do que têm que fazer. Por outro lado, preciso dos irmãos Meyer, vamos fazer alguns cartazes e espalhar em diferentes pontos de Lugano.
Maty:você não acha que é demais, tinha pensado que você mandaria pros pais dela?
Ser:eu também tinha pensado nisso, o que vocês acham?
Mari:e depende de quão rigorosos sejam os pais desses irmãos.
Susi:ambas opções são boas, eu optaria por entregar aos pais,
Ser:Eu adoraria ver a reação dela e curtir o momento.
Maty:acho que essa parte a gente pode resolver, a Victoria continua fazendo ginástica artística em outro clube de prestígio, podemos entregar as fotos lá ou espalhar cartazes por todo o corredor enquanto o evento tá rolando, e quando elas estiverem saindo vão ver as fotos,
Susi:você sabe se eles têm uma tela, poderíamos exibir um vídeo
A gente ficou surpreso com o entusiasmo da Susi, e as ideias dela que estavam me deixando cada vez mais excitado.
Ser:a gente tem que dar uma sondada no lugar e aí ver as opções.
Maty:Amigo, já tá tudo dito, provavelmente será no próximo domingo o evento e seria uma boa ocasião,
Ser:perfeito, vamos conversando durante a semana,
A gente se cumprimentou, as meninas também estavam indo embora, então descemos juntos. Enquanto desciam, elas me contaram onde moravam. Minha outra grande surpresa foi descobrir que elas moravam perto de mim, no bairro de Flores, a algumas quadras, na Rivadavia. Não estávamos longe de onde eu morava agora. Elas me ofereceram carona até Caballito, e eu pedi se podiam me esperar um pouco, porque precisava pegar algumas coisas no apartamento. A Susi pediu para entrar para usar o banheiro, então me acompanhou. Entramos no prédio, chegamos e entramos. Ela gostou do apartamento, que é bem decorado num estilo antigo. Enquanto eu procurava minhas coisas e colocava numa mochila, ela foi ao banheiro. Quando terminei de guardar tudo, esperei por ela no sofá perto da janela. Ela foi tão silenciosa que, quando percebi sua presença, ela já estava ajoelhada entre minhas pernas. Aproximou sua boca da minha e me deu um beijo luxurioso, que aceitei. Ela envolveu meu pescoço com as mãos e eu envolvi sua cintura, nos fundindo completamente na luxúria que nossos lábios soltavam. Com maestria, meti minha mão por dentro de sua camiseta larga, alcançando aqueles seios incríveis que ela tinha embaixo dela e que mal eram perceptíveis sob aquelas roupas. Ela, longe de ficar parada, levou as mãos até minha braguilha. Meu pau já estava bem duro. Com muita habilidade, ela o libertou da prisão, tirando para fora o que tanto desejava. Com a mão, ela me empurrou, e eu fiquei recostado no sofá.
Susi:deita e relaxa, hoje eu quero provar essa delícia e levar esse néctar até minha boca
Não disse nada, me masturbo até levar à sua boca, envolvo com seus lábios e sua língua se movia incrivelmente pelo comprimento do meu falo, curtia cada lambida, conseguia enfiar na sua boca ¾ da minha pica, a única coisa que podia fazer era aproveitar aquele momento, ela sempre me olhava nos olhos curtindo o prazer que me dava, ela gostava tanto que dava pra ver nos olhos dela o fogo que soltava, depois de uns longos minutos, já estava quase chegando, meus gemidos e as palpitações da minha pica avisaram que eu tava quase gozando, gemia mais forte ela sacudida sem parar, até que explodi dentro da sua boca, enchendo sua garganta de porra, chupou até que pelo canto dos lábios dela escapou um pouco de sêmen, soltou minha rola da boca, lambeu com a língua o que tinha escapado, enfiou de novo na boca pra deixar completamente limpa, sem um único traço, ainda em silêncio e minha respiração um pouco ofegante por essa corrida, tentei guardar meu pau que ainda tava meio duro,
Susi:mmm, ainda quer mais? Outro dia você vai enfiar ela todinha, agora temos que ir, a Mary está esperando lá embaixo
Ser:vou ficar esperando por esse convite
Depois daquele encontro, descemos e a Mary já tinha ligado o carro, ela tinha um Renault 19 novinho em folha, lindíssimo. Eu subi no banco de trás enquanto a Susy foi de carona no banco do passageiro,
Mary:e aí, por que demoraram tanto?
e sem dizer uma palavra, agarrei seu rosto e dei um beijo de língua que fez meu amigo se levantar,
Mary:oooh, entendi, delicioso - enquanto me olhava direto nos olhos com um sorriso safado
A viagem foi agradável, entre uma conversa e outra, mas a parte que mais se empolgaram foi ao ouvir a façanha de São Antonio de Pádua, ambas soltaram um grito de euforia. Não eram as típicas garotas fanáticas pelo mundo do espetáculo, eram fãs de gente comum que se tornava herói. Acompanhavam muito as notícias e sempre procuravam esse tipo de reportagem e em revistas. Ambas me pediram, ou melhor, me suplicaram que fosse com elas ao apartamento. Não quiseram me dizer o porquê, só que era uma surpresa. Chegamos em Rivadavia e Curapaligüe, descemos e entramos num prédio que parecia novo. Chegamos no último andar, o 14, e que tinha apenas um apartamento. Entramos e o luxo que havia era incrível: paredes brancas com quadros e móveis retrô daquela época, uma televisão de 29 polegadas que pra gente era um luxo, um aparelho de som Aiwa, o último dos últimos. Me sentaram numa poltrona espaçosa, me serviram um copo de coca enquanto me entregavam o controle da TV.
SusiAqui a gente espera pra gente se trocar.
Mary:se bombom, trouxemos o que você queria ver
Ambas foram para seus quartos, enquanto eu procurava algo para vestir. Depois de um tempo, a primeira a aparecer foi Mary. Sério, se eu não soubesse que ela é trans, nem perceberia. Ela não tinha nada de maquiagem, o cabelo solto, e usava um top sem sutiã. Embaixo, uma calça preta ou um culote, como chamam agora, bem colado no corpo. Sério, nem dava pra notar o pênis. Ela trouxe consigo um livro gigante, bem enfeitado, e na capa dessa pasta estava meu nome. Fiquei gelado ao ver aquilo, pensei: "Essas não serão psicopatas, né?" Ela apoiou o livro na mesinha de centro. Logo depois chegou Susy, com um top parecido na cor vermelha, também sem sutiã. Dava pra distinguir perfeitamente seus mamilos. Embaixo, uma saia plissada branca. Dava pra ver perfeitamente o começo da sua calcinha.
As duas se sentaram uma de cada lado, colocando o livro no meio. Susy abriu o livro e na primeira página havia uma foto minha com o título:Nosso Pequeno Grande Heróicom as iniciais S.S. de Sergio Santamarina, na página seguinte algumas coisas que conseguiram descobrir até aquele momento, na página seguinte, recortes de jornais e revistas de Buenos Aires e até havia de outras províncias - essas garotas eram viciadas nesse hobby -, esses recortes ocupavam muitas páginas e estavam todos em sequência, no final desses recortes havia uns escritos, detalhes importantes sobre mim, como se fosse uma reportagem única de mil pessoas, era estranho ler tudo aquilo sobre mim e ela me tinha ali, pessoalmente, ao vivo, sentado na sala dela, por que não me reconheceram antes, eu tinha mudado o corte de cabelo e mesmo estando perto de fazer 17 anos meu corpo não parecia em nada com o de um adolescente,
A noite foi passando e as duas estavam divertidas, provocantes, seduzindo? Sim, nas conversas dava pra ver como elas me seduziam. Nunca tinha ficado com uma garota transsexual, e me veio na cabeça aquela cena de quando eu estava metendo no cu do Leo, foi muito intenso até que ela tirou esse pensamento da minha mente.
Mary:se você tá pensando que eu vou te rachar o bumbum, tira isso da cabeça, quero que você me rache…
O fantasma da minha ex
Yami:não pode ser, você tá morto,
Mal acabei de dizer essas palavras, o corpo dela desabou. Corri até ela antes que caísse no chão, por sorte cheguei a tempo. Levantei-a e novamente a levei para o quarto, deitei-a na cama e a cobri, ainda estava nua. Fiquei um tempo olhando suas marcas, hematomas e machucados. Não posso acreditar que aquele filho da puta a tenha batido assim. Fui buscar a bandeja com o café e os croissants, coloquei-a na mesinha de cabeceira. Dei-lhe uns beijos suaves para ver se conseguia reagir, ela se moveu um pouco, e aos poucos foi abrindo os olhos, até fazer contato com os meus.
Ser:bom dia, gostosa, - dessa vez não houve resposta, ela só me encarava, fixamente sem piscar -, parece que os ratos comeram sua língua,
Vira do outro lado,
Ser:Fiz um café com porra e trouxe um croissant, que você adora.
Ainda não obtinha resposta, me acomodei melhor na cama, apoiei a bandeja entre nós, ela pegou a xícara sem parar de me olhar por um segundo, tomou vários goles e levou uma meia-lua à boca, mastigando sem parar de me encarar,
Ser:tá gostoso, né? já tá quase acabando sua xícara, hein.
Tirei a bandeja, para poder fazer algo que fizesse ela reagir, a única coisa que me veio à cabeça foi beliscar o braço dela,
Yami:Também.
Ser:você percebeu que está acordada e não sonhando
Yami:love, é você
Ser:love depende de quem você diz, mas se for pra mim, Sergio,
Ela se jogou nos meus braços com um choro incontrolável, tremia entre meus braços, me abraçava forte e sussurrava palavras - me perdoa amor, me perdoa meu amor -
Ser:Ei, calma, você não precisa me pedir desculpas.
Yami:se eu devo te pedir perdão, eu te falhei
Ser:mas por que você tá pedindo desculpa? o que você fez de errado?
Yami:Falhei em te abandonar, em acreditar que você tinha morrido,
Ser:acho que você me deve uma explicação, e aliás, eu nunca estive morto, estou aqui, não é? então não precisa se preocupar. Acho que quem você deve pedir desculpas é a Sofia, não a mim.
Yami:não acho que ela me perdoe, depois de mostrar meu verdadeiro rosto assim, depois das coisas horríveis que eu disse.
E sim, eu tenho que te pedir desculpas
Ser:isso não importa, não vim pra você me pedir desculpas, vim por você, vim resgatar alguém que importa muito pra mim. Acho que é uma boa oportunidade, você poderia começar pelo começo: o que aconteceu, por que você abandonou tudo por aquele...
Yami:nem sei por onde começar, isso tudo é tão confuso – ela respirou fundo e começou a me contar – tudo começou um dia quando eu estava com a Victoria, ela falou que eu parecia deprimida, que não fazia bem ficar daquele jeito por alguém que não valia a pena, que ele nunca seria meu e esse tipo de coisa. Lembro que fomos pro quintal e ela tirou um cigarro, acendeu e me disse: "isso vai te relaxar e você vai ver como sua visão da vida muda". Na hora não pensei nas consequências, e fumei. No começo me senti tonta, tossi e o mundo ficou girando. Depois disso foram risadas e brincadeiras totalmente loucas, até que as duas ficamos entrelaçadas nos nossos braços. Nos olhamos nos olhos, com aquele olhar que ela tinha por você, nos beijamos, nos tocamos e as duas ficamos exaustas. O que não percebemos foi que alguém estava tirando fotos. Esse alguém era o Walter. Ele saiu correndo antes mesmo de a gente terminar de se vestir. Esse dia mudou tudo na minha vida. Nos dias seguintes, começaram a chegar envelopes e dentro tinha uma foto minha com a Victoria, ameaçando que se eu não me entregasse a ele, ele ia fazer cartazes e colar em toda a cidade. Eu entrei em pânico. Não queria que mostrassem, iam me apontar, me crucificar. Corri pra encontrar a Victoria, e com ela tinha acontecido a mesma coisa. Mas eu me recusava. Minha virgindade ia ser sua e de mais ninguém. Continuei me negando, não queria. Num momento pensei em mandar tudo pro inferno, até que a Victoria veio na minha casa. Me convenceu a fazer isso, falou que você nunca ia acordar e o mais provável era que morresse. Minha vida já estava destruída sem você, então aceitei fazer. A Victoria foi a encarregada de marcar o encontro. Seria na casa dela, à noite. Os pais não iam estar e o irmão também não. Esse dia eu estava nervosa porque estava prestes a fazer algo que queria que fosse mágico com você. Muitas noites sonhei com esse encontro, e em questão de dias tudo foi pro ralo. Essa noite eu estava tão nervosa que tentei ir embora, desaparecer e pensei em me matar. A Victoria acendeu um cigarro pra... relaxar, fumamos maconha exatamente e tudo mudou, tomamos cerveja até ficar bêbadas, os extorsionadores chegaram dando a ordem de deixar a porta aberta, nós peladas e com uma venda nos olhos deitadas na cama, ambas fomos e entre nós começamos a nos beijar, ouvimos a porta fechar, os dois apareceram,
Walter:começaram sem a gente
Leo:a loira é minha
Naquela hora, ignorei esses comentários e não reconheci as vozes deles. Já estávamos nus, e eles nos separaram com brutalidade. Ele agarrou minha cabeça e enfiou o pau na minha boca – "Chupa, puta, a partir de hoje você é minha". Não vou mentir, gostei, só porque na minha mente estava você. Isso me fez sentir prazer. Ele abriu minhas pernas, mergulhou entre elas, enterrou a cabeça na minha buceta. Não chupava direito, só de pensar em você me fazia esquecer que estava sendo forçada. Parou de chupar e se posicionou entre minhas pernas. Naquele momento, tentei relaxar, mas foi impossível. Ele apoiou o pênis na minha buceta e empurrou com violência, me causando uma dor terrível. Lágrimas caíram dos meus olhos e eu só disse:
Yami:você é um animalzinho safado
Loe:mano, você tirou a sorte grande, ela é virgem
Walter:essa puta vai ser minha, ela vai ficar louca com a minha rola
E ele continuou me comendo sem se importar com nada, eu era só mais uma garota para ele, ele me estragou, não sei por que, se foi pelo álcool ou pelas drogas, comecei a gostar, ele me dava cada vez mais, me mudava de posição, e enfiava de novo e de novo, eu já não aguentava mais, perdi a noção do tempo, de quanto tinha passado, ele se afastou de mim e me disse,
Walter:agora você vai ser minha garota e de mais ninguém, ou o vídeo que gravamos agora vai rodar por aí todinho.
Aí tirei minha venda e pude ver 3 caras, Walter, Leo e Hernan, enquanto a Victoria segurava a câmera na mão, me olhava sorridente como se seu plano tivesse saído perfeitamente. Naquele dia me senti tão humilhada, foi frustrante saber que fui enganada pela própria Victoria. Minha vida mudou desde aquele dia, larguei a academia, cabulei aula, tive que brigar com a Sofia, tive que desistir de você, e aquele ciclo que se criou se fechou quando me deram a notícia de que você tinha falecido. Minha vida tinha desmoronado, os amigos que eu tinha nunca mais vi, ele ameaçava qualquer um que se aproximasse, me ameaçou de matar minha mãe mais de uma vez. Estou frustrada, cansada e o pior veio depois, quando eu não tinha vontade de fazer, ele me batia no corpo, me machucava e até me queimava com cigarro. Não sei porque não tive coragem de fugir, sem você não era capaz de seguir. Com isso não espero que me perdoe, quero que entenda pelo que passei.
Ouvindo o relato dela, não havia dúvidas de que para esses dois não bastava o que haviam feito. Eu queria que esses dois estivessem mortos, enterrados. Não os fiz sofrer o suficiente. O que fizeram a Yami não se comparava a nada. Hernán e Victoria foram cúmplices, e isso me deixava ainda mais puto, enquanto ela chorava nos meus braços.
Ser:o castigo que apliquei ontem à noite não foi suficiente,
Yami:o que rolou ontem à noite, que castigo
Ser:você não lembra o que aconteceu ontem à noite?
YamiOlá! Estou aqui para traduzir conteúdo adulto do espanhol para o português brasileiro. Por favor, envie o texto que você gostaria que eu traduza.se tem uma coisa que eu lembro
Ser:o que você lembra?
Yami:não sei se devo contar, porque depois de tudo que vinha acontecendo, me senti mulher, querida, pude curtir, aquele cara me fez chegar lá, não se preocupou só com ele, se preocupou comigo.
Levantei deixando ela com as palavras na boca e fui até a cozinha, peguei a máscara e coloquei. Quando voltei, ela estava com a cabeça baixa, chorando. Me aproximei, sentei na cama, peguei o rosto dela e levantei.
Ser:gostosa, por que tá chorando?
Eu me olho confundida, seu choro parou quando tirei minha máscara.
Yami:era você, meu amor, - entre lágrimas -
Por que você não me contou?
Ela se jogou nos meus braços e nossos lábios se encontraram, um beijo apaixonado e cheio de tesão,
Ser:A noite foi um plano que eu armei pra me vingar do Walter e do Leo, o que eu não contava era com você e os irmãos Meyer, entende agora?
Yami:e você fez tudo isso por mim, para me resgatar, como você sabia de tudo isso?
Ser:Sofi, me contaram que você sumiu e tava saindo com o Walter, que tava fazendo qualquer coisa. Falei com sua mãe também, ela pediu minha ajuda. Além disso, conversei com o Emiliano e sobre o que fizeram com ele... - de repente começou a chorar de novo -
Yami:não sou mais pura, você vai pensar que sou só mais uma puta, já não me quer como antes, que quebrei nossa promessa, - e mais lágrimas escorrem de mim -
Serse você acha que eu penso isso, não teria feito nada do que fiz, não acha? Ainda te quero e se montei esse show foi pra te resgatar.
Yami:Não acredito que você ainda me queira, sou uma puta maldita, já estou marcada.
Ser:e aí, minha gostosa, tô vendo que já nem me conhece mais, esqueceu tudo a ponto de nem me reconhecer, é compreensível, muito tempo sem o meu apelido esquecido de mim, não vou te julgar, só quero que me prometa uma coisa, quero que volte pra sua vida, eles não vão te incomodar mais, e não vão mais aparecer na sua vida, ficou claro? quero que me prometa isso.
Yami:por que você me diz isso, não vou mais te ver, vê que você já não me quer como antes,
Ser:Gostosa, eu ainda te quero, não esquece disso, você ainda vai me ver por aí. E mesmo tendo sido chantageada, você não procurou as pessoas certas, se deixou influenciar, isso me decepcionou um pouco.
Yami:veja que você já não me quer mais, - ele abaixa a cabeça e um silêncio profundo tomou conta do quarto - , pode fazer amor comigo, se esta for a última vez que te verei, quero lembrar disso para sempre,
Ser:sim, gostosa, mas não vai ser a última vez que você me vê.
Levantei da cama, tirei minha roupa e deixei jogada no chão, me aproximei da cama deitando ao lado dela, a abracei e a puxei para perto. Ergui seu rostinho e beijei seus lábios úmidos de lágrimas. Sua boca mal se moveu, deixando pouco espaço para invadir seu ser. Assim que nossos lábios se tocaram tão sensualmente, sua língua procurou a minha, entrelaçando e lutando para ver quem tinha mais poder sobre a outra. Nossas bocas brigavam uma e outra vez, nossas mãos inquietas acariciavam a pele, nossas partes reagiam aos beijos e carícias que nos proporcionávamos.
Subi por cima dela, parei de beijar sua boca e ataquei seu pescoço. Com as mãos, ela acariciava minha cabeça e minhas costas. Fui descendo com meus beijos, devorando seus seios lindos. Saboreei como se fosse a última vez que ia tê-la. Se fosse ser a última, precisava ser memorável. Continuei descendo até chegar onde na noite anterior eu lhe dei o maior prazer que já teve. Abri suas pernas e minha língua atacou sua preciosidade íntima, molhando na hora sua linda bucetinha. Um orgasmo a fez tremer, suas mãos apertaram minha cabeça, movendo com força nos meus cabelos.
Atacando de novo sua xota, lambendo cada gota que soltava. Comi com devoção, com ímpeto e com paixão. Seus quadris se moviam sozinhos no ritmo da minha língua. "Você vai me fazer gozar de novo, aaaaaa aaaa aaaaaaa rrrrrssssss..." Seus quadris pararam de se mexer, e eu subi devagar. Beijei seus lábios, impregnáveis com os fluidos da sua excitação. Beijei e beijei seus lábios. Ela abriu as pernas e com os quadris se mexendo até meu pau se posicionar na entrada da sua vagina. Meu corpo fez o resto, entrando suave e constantemente dentro do seu ser. Ela abriu bem a boca ao receber esse pau que invadia por dentro dela. "Ah, faz amor comigo, faz amor como se fosse a primeira vez, me possui como na noite passada." E foi o que fiz. Fizemos amor a manhã toda, em várias posições. Não sei quantos orgasmos ela teve naquele dia, o que sei é que o último orgasmo eu terminei dentro dela. ela deixando uma porrada de porra dentro dela, naquele dia a gente tomou banho juntos, almoçamos e selamos nosso amor, o que foi, vamos lembrar pra sempre e nunca vamos esquecer daquele dia,
Caminamos juntos, sem dizer uma só palavra, de mãos dadas, até deixá-la na porta do prédio. Beijei sua testa e, sem olharmos nos olhos, me afastei. Em seu rosto caíam lágrimas, lágrimas de liberdade. Naquele dia ela entendeu que na vida não se pode ter tudo. Naquele dia, aquela menina havia amadurecido completamente, entendeu que sempre pode contar com alguém, nunca vai estar sozinha.
Atravessei a avenida, e na porta do prédio estava a Sofia. Ela me perguntou como eu estava, se eu sabia alguma coisa da Yamila.
Ser:se esse assunto tá resolvido, deixa ela vir falar com você sozinha, ela tem muito o que pensar
Sofia:sério, você falou com ela? mesmo com o jeito que ela me tratou, eu sinto falta dela,
Ser:dá um tempo, ela tá muito arrependida.
Me aproximei da boca dela e a beijei com tesão, ao que ela correspondeu. Me despedi dela, ainda tinha que falar com Matías. Toquei o interfone e subi. Fiquei surpreso ao ver alguém que já conhecia - o que eu menos imaginava é que fossem da mesma família. Lá estavam elas, Mary e Susi, ambas são primas. São garotas de programa, trabalhavam juntas num apartamento em Caballito.
Susi:mas olha quem temos aqui, como você tá?
Ser:Oi Susi, tudo bem? E você, como está? Que surpresa te encontrar aqui!
Susi;eu sou a prima da Maty e você já conhece a Mary, minha irmã
Ser:não fazia ideia que meu amigo Maty não contou que tinha duas primas gostosas, - ambas riram
Mary:não gosta de compartilhar, por isso nos esconde, não é assim, chocolatin?
Maty:não fala assim na frente dos meus amigos
Ser:tranquilo, mano, seu segredo tá seguro - kkkkkkkkkkk
Maty:você é um filho da puta, saiba disso.
Para minha surpresa, o que eu achava que ambas faziam, que era serem acompanhantes, não era bem assim. Elas costumavam sair juntas para essas festas exclusivas onde o clima de sexo, luxúria e perversão rolavam solto. Fiquei ainda mais chocado quando me contaram seu trabalho de verdade: ambas eram analistas de sistemas, engenheiras de computação. Fiquei impressionado, como dizem, as aparências enganam, não dá pra se deixar levar só pelo que se vê.
No meio da conversa, ela me perguntou exatamente o que eu queria,
Ser:preciso de fotos de vocês dois em plena ação, para deixar em um envelope e lembrar vocês do que têm que fazer. Por outro lado, preciso dos irmãos Meyer, vamos fazer alguns cartazes e espalhar em diferentes pontos de Lugano.
Maty:você não acha que é demais, tinha pensado que você mandaria pros pais dela?
Ser:eu também tinha pensado nisso, o que vocês acham?
Mari:e depende de quão rigorosos sejam os pais desses irmãos.
Susi:ambas opções são boas, eu optaria por entregar aos pais,
Ser:Eu adoraria ver a reação dela e curtir o momento.
Maty:acho que essa parte a gente pode resolver, a Victoria continua fazendo ginástica artística em outro clube de prestígio, podemos entregar as fotos lá ou espalhar cartazes por todo o corredor enquanto o evento tá rolando, e quando elas estiverem saindo vão ver as fotos,
Susi:você sabe se eles têm uma tela, poderíamos exibir um vídeo
A gente ficou surpreso com o entusiasmo da Susi, e as ideias dela que estavam me deixando cada vez mais excitado.
Ser:a gente tem que dar uma sondada no lugar e aí ver as opções.
Maty:Amigo, já tá tudo dito, provavelmente será no próximo domingo o evento e seria uma boa ocasião,
Ser:perfeito, vamos conversando durante a semana,
A gente se cumprimentou, as meninas também estavam indo embora, então descemos juntos. Enquanto desciam, elas me contaram onde moravam. Minha outra grande surpresa foi descobrir que elas moravam perto de mim, no bairro de Flores, a algumas quadras, na Rivadavia. Não estávamos longe de onde eu morava agora. Elas me ofereceram carona até Caballito, e eu pedi se podiam me esperar um pouco, porque precisava pegar algumas coisas no apartamento. A Susi pediu para entrar para usar o banheiro, então me acompanhou. Entramos no prédio, chegamos e entramos. Ela gostou do apartamento, que é bem decorado num estilo antigo. Enquanto eu procurava minhas coisas e colocava numa mochila, ela foi ao banheiro. Quando terminei de guardar tudo, esperei por ela no sofá perto da janela. Ela foi tão silenciosa que, quando percebi sua presença, ela já estava ajoelhada entre minhas pernas. Aproximou sua boca da minha e me deu um beijo luxurioso, que aceitei. Ela envolveu meu pescoço com as mãos e eu envolvi sua cintura, nos fundindo completamente na luxúria que nossos lábios soltavam. Com maestria, meti minha mão por dentro de sua camiseta larga, alcançando aqueles seios incríveis que ela tinha embaixo dela e que mal eram perceptíveis sob aquelas roupas. Ela, longe de ficar parada, levou as mãos até minha braguilha. Meu pau já estava bem duro. Com muita habilidade, ela o libertou da prisão, tirando para fora o que tanto desejava. Com a mão, ela me empurrou, e eu fiquei recostado no sofá.
Susi:deita e relaxa, hoje eu quero provar essa delícia e levar esse néctar até minha boca
Não disse nada, me masturbo até levar à sua boca, envolvo com seus lábios e sua língua se movia incrivelmente pelo comprimento do meu falo, curtia cada lambida, conseguia enfiar na sua boca ¾ da minha pica, a única coisa que podia fazer era aproveitar aquele momento, ela sempre me olhava nos olhos curtindo o prazer que me dava, ela gostava tanto que dava pra ver nos olhos dela o fogo que soltava, depois de uns longos minutos, já estava quase chegando, meus gemidos e as palpitações da minha pica avisaram que eu tava quase gozando, gemia mais forte ela sacudida sem parar, até que explodi dentro da sua boca, enchendo sua garganta de porra, chupou até que pelo canto dos lábios dela escapou um pouco de sêmen, soltou minha rola da boca, lambeu com a língua o que tinha escapado, enfiou de novo na boca pra deixar completamente limpa, sem um único traço, ainda em silêncio e minha respiração um pouco ofegante por essa corrida, tentei guardar meu pau que ainda tava meio duro,
Susi:mmm, ainda quer mais? Outro dia você vai enfiar ela todinha, agora temos que ir, a Mary está esperando lá embaixo
Ser:vou ficar esperando por esse convite
Depois daquele encontro, descemos e a Mary já tinha ligado o carro, ela tinha um Renault 19 novinho em folha, lindíssimo. Eu subi no banco de trás enquanto a Susy foi de carona no banco do passageiro,
Mary:e aí, por que demoraram tanto?
e sem dizer uma palavra, agarrei seu rosto e dei um beijo de língua que fez meu amigo se levantar,
Mary:oooh, entendi, delicioso - enquanto me olhava direto nos olhos com um sorriso safado
A viagem foi agradável, entre uma conversa e outra, mas a parte que mais se empolgaram foi ao ouvir a façanha de São Antonio de Pádua, ambas soltaram um grito de euforia. Não eram as típicas garotas fanáticas pelo mundo do espetáculo, eram fãs de gente comum que se tornava herói. Acompanhavam muito as notícias e sempre procuravam esse tipo de reportagem e em revistas. Ambas me pediram, ou melhor, me suplicaram que fosse com elas ao apartamento. Não quiseram me dizer o porquê, só que era uma surpresa. Chegamos em Rivadavia e Curapaligüe, descemos e entramos num prédio que parecia novo. Chegamos no último andar, o 14, e que tinha apenas um apartamento. Entramos e o luxo que havia era incrível: paredes brancas com quadros e móveis retrô daquela época, uma televisão de 29 polegadas que pra gente era um luxo, um aparelho de som Aiwa, o último dos últimos. Me sentaram numa poltrona espaçosa, me serviram um copo de coca enquanto me entregavam o controle da TV.
SusiAqui a gente espera pra gente se trocar.
Mary:se bombom, trouxemos o que você queria ver
Ambas foram para seus quartos, enquanto eu procurava algo para vestir. Depois de um tempo, a primeira a aparecer foi Mary. Sério, se eu não soubesse que ela é trans, nem perceberia. Ela não tinha nada de maquiagem, o cabelo solto, e usava um top sem sutiã. Embaixo, uma calça preta ou um culote, como chamam agora, bem colado no corpo. Sério, nem dava pra notar o pênis. Ela trouxe consigo um livro gigante, bem enfeitado, e na capa dessa pasta estava meu nome. Fiquei gelado ao ver aquilo, pensei: "Essas não serão psicopatas, né?" Ela apoiou o livro na mesinha de centro. Logo depois chegou Susy, com um top parecido na cor vermelha, também sem sutiã. Dava pra distinguir perfeitamente seus mamilos. Embaixo, uma saia plissada branca. Dava pra ver perfeitamente o começo da sua calcinha.
As duas se sentaram uma de cada lado, colocando o livro no meio. Susy abriu o livro e na primeira página havia uma foto minha com o título:Nosso Pequeno Grande Heróicom as iniciais S.S. de Sergio Santamarina, na página seguinte algumas coisas que conseguiram descobrir até aquele momento, na página seguinte, recortes de jornais e revistas de Buenos Aires e até havia de outras províncias - essas garotas eram viciadas nesse hobby -, esses recortes ocupavam muitas páginas e estavam todos em sequência, no final desses recortes havia uns escritos, detalhes importantes sobre mim, como se fosse uma reportagem única de mil pessoas, era estranho ler tudo aquilo sobre mim e ela me tinha ali, pessoalmente, ao vivo, sentado na sala dela, por que não me reconheceram antes, eu tinha mudado o corte de cabelo e mesmo estando perto de fazer 17 anos meu corpo não parecia em nada com o de um adolescente,
A noite foi passando e as duas estavam divertidas, provocantes, seduzindo? Sim, nas conversas dava pra ver como elas me seduziam. Nunca tinha ficado com uma garota transsexual, e me veio na cabeça aquela cena de quando eu estava metendo no cu do Leo, foi muito intenso até que ela tirou esse pensamento da minha mente.
Mary:se você tá pensando que eu vou te rachar o bumbum, tira isso da cabeça, quero que você me rache…
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