Na manhã seguinte, acordei e ouvi minha mãe na cozinha, ainda era cedo e meu pai não tinha chegado, minha irmã ainda estava dormindo.
Levantei da cama e, quando saí do quarto, ela nem virou o rosto, sabia que precisava dar o tempo dela pra pensar. Subi pro meu quarto, tomei banho e me troquei.
Tava na sala com minha irmã esperando meu pai chegar, minha mãe continuava na cozinha. Até que ele chegou.
Minha irmã cumprimentou ele de um jeito bonitinho, mas eu, mesmo tentando disfarçar, o cumprimento foi meio agridoce. Por outro lado, minha mãe foi carinhosa ao recebê-lo.
Não queria olhar nos olhos da minha mãe por causa do dia anterior, eu mesmo tinha coisas pra pensar. Naquele dia, tudo rolou tecnicamente normal, saí com uns amigos enquanto meus pais passavam tempo juntos, queria dar tempo pra minha mãe pensar, mas só pra ela se decidir a continuar trepando comigo. A única coisa clara na minha cabeça era que eu tinha que ter total controle da situação.
O fim de semana tava só começando, eu precisava esperar pra fazer os movimentos certos, sem chance de erro.
No começo da semana, minha irmã continuava com as aulas de vôlei à tarde, e naquele dia minha mãe disse que queria falar sério comigo, eu já imaginava sobre o que era.
Então, quando elas saíram, fiquei sozinho e depois de um tempo fui tomar banho no banheiro dela, como sempre, obviamente pra que, se minha mãe voltasse, desse vontade de trepar de novo.
Quando terminei, fui pro quarto dela e comecei a me trocar, e aí ela chegou.
Senti os passos dela se aproximando e comecei a ficar com vontade de comer ela igual naquele dia. Me surpreendeu ela ter entrado sem bater nem perguntar se eu ainda tava me trocando, porque o mais provável é que ela tenha pensado nisso ou talvez já soubesse e fez de propósito.
Mãe: Filho, precisamos conversar.
Eu: Mãe! Não dava pra avisar ou algo assim?
Me cobri com a toalha na entreperna.
Mãe: Não, porque vai ser rápido.
Eu: Percebi, mas mesmo assim, mãe. Tô me trocando
Ela parecia meio irritada e também parecia se sentir culpada.
Mãe: é, desculpa, filho
Mudou drasticamente o comportamento
Mãe: é que eu queria falar com você sobre o outro dia
Eu: ahh, sim. Fica tranquila, mãe, aconteceu por algum motivo e pronto
Mãe: não, porque foi errado, filho
Eu: tecnicamente sim, mãe, não sou louco, mas na real aconteceu por um motivo, tipo, você queria
Mãe: filho... não fala besteira
Eu: é que sim, mãe, e fica tranquila, eu também não passei mal não
Mãe: filho, nãooo, pelo amor
Eu: mãe, calma, vai dar tudo certo. Além disso, ninguém vai ficar sabendo
Mãe: filho, pra começar, ninguém vai ficar sabendo
Meu pau já tava ficando duro
Mãe: e segundo, isso não pode acontecer de novo
Eu: mas...
Mãe: como assim "mas"?
Eu: você parecia feliz e... sei lá. Nunca te vi assim
Parecia que ia começar a chorar, se aproximou e sentou do meu lado
Mãe: ai, filho, sério, não sei o que deu em mim naquele dia
Eu: mãe, fica tranquila, ok?
Eu ajeitava meu pau disfarçadamente
Mãe: é que não, filhooo...
Aí ela começou a chorar
Eu: mas mãe... calma, não foi sua culpa nem nada
Mãe: não, filhooo, me perdoa de verdade
Então aproveitei e abracei ela
Tava bem perto do meu pau, que por sinal, parecia que ia explodir. Fui me aproximando devagarzinho dela. Aí tentei começar igual da última vez, com uns toques devagar. Então ela, sem querer, talvez, encostou no meu pau, mas não tirou a mão, só continuou reclamando
Mãe: aiii nãooo, filhooo, pelo amorrr
Eu: calma, mãe
Enquanto eu continuava esfregando meu pau, as lágrimas pararam de cair
Me aproximei do rosto dela, dei um beijo e continuei
Eu: vai dar tudo certo
Mãe: aiii, filhinhooo, mas... e se alguém nos ver?
Eu: fica tranquila, mãe, estamos sozinhos
Mãe: aiii, maaas...
Ela não tirou a mão do meu pau, aproximei o rosto dela do meu, começamos a nos beijar, mas dessa vez foi diferente, porque obviamente, dessa vez ela não tava bêbada. Voltamos a meter a língua as bocas.
mamãe: aiiii, mas, bebeeee
ajeitei minhas pernas pra toalha sair do lugar. Aí meu pau ficou mais à mostra do que o normal. Minha mãe continuou esfregando meu pau.
eu: fica tranquila, mãe, só vem
continuei beijando ela e, cada vez, a mão dela esfregava um pouco mais meu pau.
ela começou a me masturbar devagar, eu parei de passar a mão no rosto dela e tirei a roupa dela de baixo pra cima, puxei as mangas dela pra baixo pra ver os peitões dela. Ela se ajeitou melhor e tirou minha toalha.
segurei ela pelo cabelo e guiei ela pro meu pau.
mamãe: aiiii, mas, filhinhooo
eu: fica tranquila só, mãe. não tem problema
sabia que ela tava se fazendo de difícil. Por dentro, ela queria fazer.
baixei a cabeça dela, e ela começou a chupar meu pau. Tentou enfiar tudo na boca, mas não conseguiu, mesmo assim. Babou todo meu pau e minhas bolas. Foi tipo estar no céu. Deixei ela por vários minutos até que, por um momento, parei de sentir meu pau. Por incrível que pareça.
ela parou de chupar e me beijou de novo. Mesmo que a boca dela agora tivesse gosto do meu pau, não me incomodou. Parei de beijar ela e puxei ela pelo braço pra dentro da cama, aí ela tirou as sandálias. Deitei e ela veio de quatro na minha direção, cara a cara, me perguntou meio com medo ou nervosa.
mamãe: cê tem certeza que quer fazer isso, bebê?
eu: vem cá, mãe
beijei ela, ela se afastou um pouco. Me chupou por uns segundos, tirou a blusa e a calça. Deixou de lado e ficou só de calcinha fio dental. Eu tava batendo uma depois de ver aquela cena linda. Ela puxou a calcinha pra um lado da bunda e enfiou sozinha meu pau na buceta dela.
mamãe: aiiii, bebeeeee
eu: ooohhh, mamãe
eu já tava no clima, queria morder a bunda dela e fazer de tudo, mas tinha que ir devagar.
mamãe: aiiii, meu bebeeee
ela começou a se mexer mais rápido e forte.
eu já não aguentava mais.
eu: aiiii, isso, mamãe
mamãe: aiiii, filhinho, não fala isso
agi rápido. Passei a mão meio forte na bunda dela e virei ela pra vai continuar me cavalgando.
eu: desculpa mamiiii, mas você tá tão gostosaaaa
mãe: aii amorrr
eu tinha os pés da minha mãe de cada lado, enquanto a bunda dela quicava no meu pau, a cada momento que passava, eu dava tapas nela e falava o quanto ela era gostosa.
tava faltando cada vez menos pro meu pai e minha irmã voltarem, então aproveitei o momento ao máximo.
ela tirou meu pau, passou a mão devagar e, infelizmente, quis parar por ali.
mãe: já filhinho, não sei se isso tá certo
eu: mãe, mas já te falei pra ficar tranquiila, nada vai acontecer
mãe: ai não filhinho, mas
eu: mãe, cê tá me falando isso depois de tudo que rolou?
mãe: ai isso tudo tá errado, me desculpa filhinho
eu levantei e me ajoelhei na frente dela.
eu: mãe, me escuta, tá? vai dar tudo certo, eu sei que você também quer isso e não tem problema nenhum, contanto que ninguém saiba além de nós dois. Não é sua culpa, fica tranquila que nada de ruim vai acontecer. É uma parada que a gente curte, se diverte um pouco
mãe: mas... você é meu filho...
eu: e eu te amo muito mãe, não pensa que você tá me fazendo mal.
mãe: aiiii filho, mas cê tem certeza?
eu: você já me perguntou isso, mãe, e eu falei que sim
mãe: ai mas não sei...
eu: mãe, a gente acabou de ter essa conversa, já vimos que os dois querem.
passei a mão no rosto dela
eu: ninguém vai ficar sabendo do que a gente faz.
mãe: mas... seu pai já vai chegar
eu: então... vamos nos apressar
ela entendeu, começou a se soltar. Mesmo que tivesse pouco tempo, a gente tentou aproveitar ao máximo.
ela segurou meu pau com cuidado e começou a me masturbar. A gente se beijou e continuou. Imaginem ver sua mãe lambuzando a buceta dela, enquanto fica de quatro pra você meter o pau o mais forte que der.
passei um pouco de saliva no meu pau, enfiei devagar na buceta dela, mesmo tendo o cu dela na minha frente, deu vontade de meter por lá, mas acho que ia ter que esperar pra isso Momento.
Ela começou a gemer, tão gostosa que quase gozei, mas tive que me concentrar. Parecia que ela realmente tava curtindo.
Mãe: aii filhooo
Eu: aii mamãe
Tava com uma vontade imensa de ouvir ela falar putaria.
Continuei metendo, ver a bunda dela batendo na minha pélvis foi incrível. Tava vivendo um sonho.
Eu: mamãe que delíciaaa
Mãe: aii filhinhooo aiiii
Com uma mão comecei a puxar o cabelo dela e com a outra, meu polegar esfregava de leve o cu dela, ela começou a gemer cada vez mais forte. Meu pau tava completamente molhado, cada vez mais difícil não gozar, a bunda dela tava tão gostosa, e dava pra ver que ela curtia a força.
Mãe: aii filhinhooo aiiii
Eu: assim, mamãe?
Tirei o dedo do cu dela e coloquei na boca dela. Ela lambeu com gosto, imaginei que sabia onde tinha estado antes.
Levei minha mão até a bunda dela pra dar um tapa e falei de novo.
Eu: Assim, mamãe???
Mãe: aiiii hmm sim filhinho aaahhh... hmm
Tentei segurar por mais uns minutos até que não aguentei mais.
Eu: ohhh mãe vou gozar
Mãe: ohhh vai filho, goza
Ela se virou de lado, aproximou a boca do meu pau, me masturbou e quando gozei, jorrou no rosto inteiro dela, o pouco que caiu na boca ela engoliu na hora, o resto ela levou com o dedo até a boca. Achei extremamente gostoso ver aquilo. Ela chupou mais um pouco meu pau e depois engoliu o que sobrou do meu leite.
Quando terminamos, só sentei na cama, olhei pra ela enquanto se levantava, com os peitos de fora enquanto tentava se cobrir, desci da cama e comecei a dar tapas na bunda dela, ela sorriu pra mim.
Mãe: aii bebê
Ela se aproximou pra pegar a calça e eu toquei com meus dedos a buceta dela, queria ver se depois de tudo ela não se sentia mal, mas parecia que tava tudo "normal". Quem ainda se sentia estranho era eu, ainda era minha mãe e, bom, toda a tesão já tinha passado.
Ela vestiu toda a roupa e saiu, não sem antes dizer:
Mãe: agora sim filho, se troca antes do seu pai chegar e começar a encher o saco. Incrível, pra caralho. Ali eu pensei que tava começando uma relação incestuosa, óbvio que nos primeiros passos, ainda com umas dúvidas, nos escondendo e tal, mas aparentemente ia dar tudo certo.
O que poderia ser melhor pra um adolescente que só tem vontade de meter a toda hora?
Levantei da cama e, quando saí do quarto, ela nem virou o rosto, sabia que precisava dar o tempo dela pra pensar. Subi pro meu quarto, tomei banho e me troquei.
Tava na sala com minha irmã esperando meu pai chegar, minha mãe continuava na cozinha. Até que ele chegou.
Minha irmã cumprimentou ele de um jeito bonitinho, mas eu, mesmo tentando disfarçar, o cumprimento foi meio agridoce. Por outro lado, minha mãe foi carinhosa ao recebê-lo.
Não queria olhar nos olhos da minha mãe por causa do dia anterior, eu mesmo tinha coisas pra pensar. Naquele dia, tudo rolou tecnicamente normal, saí com uns amigos enquanto meus pais passavam tempo juntos, queria dar tempo pra minha mãe pensar, mas só pra ela se decidir a continuar trepando comigo. A única coisa clara na minha cabeça era que eu tinha que ter total controle da situação.
O fim de semana tava só começando, eu precisava esperar pra fazer os movimentos certos, sem chance de erro.
No começo da semana, minha irmã continuava com as aulas de vôlei à tarde, e naquele dia minha mãe disse que queria falar sério comigo, eu já imaginava sobre o que era.
Então, quando elas saíram, fiquei sozinho e depois de um tempo fui tomar banho no banheiro dela, como sempre, obviamente pra que, se minha mãe voltasse, desse vontade de trepar de novo.
Quando terminei, fui pro quarto dela e comecei a me trocar, e aí ela chegou.
Senti os passos dela se aproximando e comecei a ficar com vontade de comer ela igual naquele dia. Me surpreendeu ela ter entrado sem bater nem perguntar se eu ainda tava me trocando, porque o mais provável é que ela tenha pensado nisso ou talvez já soubesse e fez de propósito.
Mãe: Filho, precisamos conversar.
Eu: Mãe! Não dava pra avisar ou algo assim?
Me cobri com a toalha na entreperna.
Mãe: Não, porque vai ser rápido.
Eu: Percebi, mas mesmo assim, mãe. Tô me trocando
Ela parecia meio irritada e também parecia se sentir culpada.
Mãe: é, desculpa, filho
Mudou drasticamente o comportamento
Mãe: é que eu queria falar com você sobre o outro dia
Eu: ahh, sim. Fica tranquila, mãe, aconteceu por algum motivo e pronto
Mãe: não, porque foi errado, filho
Eu: tecnicamente sim, mãe, não sou louco, mas na real aconteceu por um motivo, tipo, você queria
Mãe: filho... não fala besteira
Eu: é que sim, mãe, e fica tranquila, eu também não passei mal não
Mãe: filho, nãooo, pelo amor
Eu: mãe, calma, vai dar tudo certo. Além disso, ninguém vai ficar sabendo
Mãe: filho, pra começar, ninguém vai ficar sabendo
Meu pau já tava ficando duro
Mãe: e segundo, isso não pode acontecer de novo
Eu: mas...
Mãe: como assim "mas"?
Eu: você parecia feliz e... sei lá. Nunca te vi assim
Parecia que ia começar a chorar, se aproximou e sentou do meu lado
Mãe: ai, filho, sério, não sei o que deu em mim naquele dia
Eu: mãe, fica tranquila, ok?
Eu ajeitava meu pau disfarçadamente
Mãe: é que não, filhooo...
Aí ela começou a chorar
Eu: mas mãe... calma, não foi sua culpa nem nada
Mãe: não, filhooo, me perdoa de verdade
Então aproveitei e abracei ela
Tava bem perto do meu pau, que por sinal, parecia que ia explodir. Fui me aproximando devagarzinho dela. Aí tentei começar igual da última vez, com uns toques devagar. Então ela, sem querer, talvez, encostou no meu pau, mas não tirou a mão, só continuou reclamando
Mãe: aiii nãooo, filhooo, pelo amorrr
Eu: calma, mãe
Enquanto eu continuava esfregando meu pau, as lágrimas pararam de cair
Me aproximei do rosto dela, dei um beijo e continuei
Eu: vai dar tudo certo
Mãe: aiii, filhinhooo, mas... e se alguém nos ver?
Eu: fica tranquila, mãe, estamos sozinhos
Mãe: aiii, maaas...
Ela não tirou a mão do meu pau, aproximei o rosto dela do meu, começamos a nos beijar, mas dessa vez foi diferente, porque obviamente, dessa vez ela não tava bêbada. Voltamos a meter a língua as bocas.
mamãe: aiiii, mas, bebeeee
ajeitei minhas pernas pra toalha sair do lugar. Aí meu pau ficou mais à mostra do que o normal. Minha mãe continuou esfregando meu pau.
eu: fica tranquila, mãe, só vem
continuei beijando ela e, cada vez, a mão dela esfregava um pouco mais meu pau.
ela começou a me masturbar devagar, eu parei de passar a mão no rosto dela e tirei a roupa dela de baixo pra cima, puxei as mangas dela pra baixo pra ver os peitões dela. Ela se ajeitou melhor e tirou minha toalha.
segurei ela pelo cabelo e guiei ela pro meu pau.
mamãe: aiiii, mas, filhinhooo
eu: fica tranquila só, mãe. não tem problema
sabia que ela tava se fazendo de difícil. Por dentro, ela queria fazer.
baixei a cabeça dela, e ela começou a chupar meu pau. Tentou enfiar tudo na boca, mas não conseguiu, mesmo assim. Babou todo meu pau e minhas bolas. Foi tipo estar no céu. Deixei ela por vários minutos até que, por um momento, parei de sentir meu pau. Por incrível que pareça.
ela parou de chupar e me beijou de novo. Mesmo que a boca dela agora tivesse gosto do meu pau, não me incomodou. Parei de beijar ela e puxei ela pelo braço pra dentro da cama, aí ela tirou as sandálias. Deitei e ela veio de quatro na minha direção, cara a cara, me perguntou meio com medo ou nervosa.
mamãe: cê tem certeza que quer fazer isso, bebê?
eu: vem cá, mãe
beijei ela, ela se afastou um pouco. Me chupou por uns segundos, tirou a blusa e a calça. Deixou de lado e ficou só de calcinha fio dental. Eu tava batendo uma depois de ver aquela cena linda. Ela puxou a calcinha pra um lado da bunda e enfiou sozinha meu pau na buceta dela.
mamãe: aiiii, bebeeeee
eu: ooohhh, mamãe
eu já tava no clima, queria morder a bunda dela e fazer de tudo, mas tinha que ir devagar.
mamãe: aiiii, meu bebeeee
ela começou a se mexer mais rápido e forte.
eu já não aguentava mais.
eu: aiiii, isso, mamãe
mamãe: aiiii, filhinho, não fala isso
agi rápido. Passei a mão meio forte na bunda dela e virei ela pra vai continuar me cavalgando.
eu: desculpa mamiiii, mas você tá tão gostosaaaa
mãe: aii amorrr
eu tinha os pés da minha mãe de cada lado, enquanto a bunda dela quicava no meu pau, a cada momento que passava, eu dava tapas nela e falava o quanto ela era gostosa.
tava faltando cada vez menos pro meu pai e minha irmã voltarem, então aproveitei o momento ao máximo.
ela tirou meu pau, passou a mão devagar e, infelizmente, quis parar por ali.
mãe: já filhinho, não sei se isso tá certo
eu: mãe, mas já te falei pra ficar tranquiila, nada vai acontecer
mãe: ai não filhinho, mas
eu: mãe, cê tá me falando isso depois de tudo que rolou?
mãe: ai isso tudo tá errado, me desculpa filhinho
eu levantei e me ajoelhei na frente dela.
eu: mãe, me escuta, tá? vai dar tudo certo, eu sei que você também quer isso e não tem problema nenhum, contanto que ninguém saiba além de nós dois. Não é sua culpa, fica tranquila que nada de ruim vai acontecer. É uma parada que a gente curte, se diverte um pouco
mãe: mas... você é meu filho...
eu: e eu te amo muito mãe, não pensa que você tá me fazendo mal.
mãe: aiiii filho, mas cê tem certeza?
eu: você já me perguntou isso, mãe, e eu falei que sim
mãe: ai mas não sei...
eu: mãe, a gente acabou de ter essa conversa, já vimos que os dois querem.
passei a mão no rosto dela
eu: ninguém vai ficar sabendo do que a gente faz.
mãe: mas... seu pai já vai chegar
eu: então... vamos nos apressar
ela entendeu, começou a se soltar. Mesmo que tivesse pouco tempo, a gente tentou aproveitar ao máximo.
ela segurou meu pau com cuidado e começou a me masturbar. A gente se beijou e continuou. Imaginem ver sua mãe lambuzando a buceta dela, enquanto fica de quatro pra você meter o pau o mais forte que der.
passei um pouco de saliva no meu pau, enfiei devagar na buceta dela, mesmo tendo o cu dela na minha frente, deu vontade de meter por lá, mas acho que ia ter que esperar pra isso Momento.
Ela começou a gemer, tão gostosa que quase gozei, mas tive que me concentrar. Parecia que ela realmente tava curtindo.
Mãe: aii filhooo
Eu: aii mamãe
Tava com uma vontade imensa de ouvir ela falar putaria.
Continuei metendo, ver a bunda dela batendo na minha pélvis foi incrível. Tava vivendo um sonho.
Eu: mamãe que delíciaaa
Mãe: aii filhinhooo aiiii
Com uma mão comecei a puxar o cabelo dela e com a outra, meu polegar esfregava de leve o cu dela, ela começou a gemer cada vez mais forte. Meu pau tava completamente molhado, cada vez mais difícil não gozar, a bunda dela tava tão gostosa, e dava pra ver que ela curtia a força.
Mãe: aii filhinhooo aiiii
Eu: assim, mamãe?
Tirei o dedo do cu dela e coloquei na boca dela. Ela lambeu com gosto, imaginei que sabia onde tinha estado antes.
Levei minha mão até a bunda dela pra dar um tapa e falei de novo.
Eu: Assim, mamãe???
Mãe: aiiii hmm sim filhinho aaahhh... hmm
Tentei segurar por mais uns minutos até que não aguentei mais.
Eu: ohhh mãe vou gozar
Mãe: ohhh vai filho, goza
Ela se virou de lado, aproximou a boca do meu pau, me masturbou e quando gozei, jorrou no rosto inteiro dela, o pouco que caiu na boca ela engoliu na hora, o resto ela levou com o dedo até a boca. Achei extremamente gostoso ver aquilo. Ela chupou mais um pouco meu pau e depois engoliu o que sobrou do meu leite.
Quando terminamos, só sentei na cama, olhei pra ela enquanto se levantava, com os peitos de fora enquanto tentava se cobrir, desci da cama e comecei a dar tapas na bunda dela, ela sorriu pra mim.
Mãe: aii bebê
Ela se aproximou pra pegar a calça e eu toquei com meus dedos a buceta dela, queria ver se depois de tudo ela não se sentia mal, mas parecia que tava tudo "normal". Quem ainda se sentia estranho era eu, ainda era minha mãe e, bom, toda a tesão já tinha passado.
Ela vestiu toda a roupa e saiu, não sem antes dizer:
Mãe: agora sim filho, se troca antes do seu pai chegar e começar a encher o saco. Incrível, pra caralho. Ali eu pensei que tava começando uma relação incestuosa, óbvio que nos primeiros passos, ainda com umas dúvidas, nos escondendo e tal, mas aparentemente ia dar tudo certo.
O que poderia ser melhor pra um adolescente que só tem vontade de meter a toda hora?
3 comentários - mis aventuras con mi madre #2