História e Fatos Quentes de uma Família Divorciada
Este Relato é um Piloto da história, pois vou estar aprimorando-a. Por enquanto, terá 5 episódios, mas podem ser mais dependendo do sucesso da história.
Me chamo Damián, tenho 18 anos recém-completados, acabei de terminar o ensino médio e estou me inscrevendo na faculdade. Meus pais se divorciaram há dois anos, numa separação bem feia, porque minha mãe descobriu a infidelidade do meu pai com uma funcionária administrativa da empresa dele, com quem ele acabou "casando" – entre aspas mesmo, eu diria que eles vivem juntos sem papelada, já que meu pai tinha dito pra mulher que, ao se separar da minha mãe, a herança que ele deixasse seria toda pro seu único filho, ou seja, eu. Minha mãe sempre dizia que ela era uma puta destruidora de lares e que não ligou de desmembrar uma família. Meu pai tinha chegado a um acordo financeiro bem gordo com minha mãe, mas ela viu ele beijando a amante – agora namorada oficial – no meio da rua e moveu um processo por adultério, tirando uma fortuna dele. Meu pai nunca reclamou do dinheiro do acordo, porque isso devia deixá-la tranquila e não fazer a vida dele impossível. Desde isso já se passaram dois anos. Minha mãe é uma mulher muito atraente e jovem, já que meu pai sempre gostou de novinhas – ela tem 36 anos e me teve quando ainda nem tinha terminado a escola. Minha mãe é idêntica à SexStar Alexis Fawx: loira, peitão e com um rabão que mais de uma vez me deixou babando, olhando pra ela como um idiota, e ela sorria porque isso levantava o ego dela depois do descaso que vinha sofrendo do meu pai. Depois do divórcio, ela flertava muito comigo, se vestia de um jeito bem sugestivo e se mexia como se estivesse me provocando, e eu tinha que lutar contra o desejo de possuí-la que vinha escondendo desde a puberdade. Certo dia, já depois do divórcio – tinham passado quase três anos –, ela me provocou sensual como sempre fazia, e eu perdi a cabeça. Uma ideia errada entrou na minha mente: "Cheguei a pensar que ela queria transar comigo pra se sentir poderosa no ego e se vingar da traição do meu pai". Aí tudo desandou num dia que eu estava deitado numa espreguiçadeira ao lado da piscina de casa, e ela apareceu com um biquíni minúsculo... biquíni verde que mal conseguia esconder seus peitões enormes. Ela sentou na beirada da minha espreguiçadeira e começou a acariciar meu cabelo. Foi quando me sentei e ataquei - segurei sua cintura com os dois braços e puxei ela pra perto. Ela entendeu o que eu queria e cruzou um limite que havia prometido manter entre a gente.
Ela abriu as pernas e sentou de cavalinho em cima de mim. Nos olhamos fixamente, ela mordeu o lábio inferior com uma cara de puta incrível. Puxei ela ainda mais pra mim, colando nossos corpos, e meti uma mão dentro do top do biquíni, apertando um dos seus peitos. Ela suspirou e aproximou o rosto devagar, ficamos nariz com nariz. Ela foi chegando os lábios nos meus e me beijou de leve, enquanto rebolava a cintura em cima de mim. Isso fez minha ereção cutucar a buceta dela - só o biquíni e meu shorts nos separavam de uma penetração certa.
—¡Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ohhhh Siiii Comoooo Tava Sentindo Faltaaa Dissooo Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh!
Ela dizia entre gemidos altíssimos de tesão, e aquele beijo suave virou o beijo de língua mais tarado que já recebi na vida. Já beijei uma porrada de minas da minha idade, mas nada se compara - isso aqui é uma refeição na boca de uma mulher madura, uma milf. E essa milf era minha própria mãe. Ela me olhou:
—¡Amor, isso nunca devia ter acontecido entre a gente, mas não consigo evitar, filho... quero transar com você!
Ela falou e levou minhas mãos até os peitos, guiando pra que eu tirasse o top do biquíni, deixando aquele par de melões ao ar.
—¡Você relaxa e vai ver como a gente começa uma nova fase nas nossas vidas: eu como sua mulher e você como meu homem bem dotado!
Disse, me beijando de novo, mas começou a descer, beijando e lambendo meu peito. Quando chegou no meu shorts, mordeu de leve meu pau por cima da roupa, de um jeito tão sensual que perdi a cabeça por ela. Ia falar alguma coisa, mas não consegui. porque justo quando eu ia falar ela puxa meu short e minha cueca pra baixo, libertando meu pau completamente ereto. Ela fica surpresa olhando minha pica.
— Nossa, que filho de puta, olha só essa rola! — disse mamãe de boca aberta.
— Meu Deus, amor, esse pau é três vezes maior e mais grosso que o do seu pai! — ela falou e começou a examinar meus genitais com atenção, e minhas bolas enormes chamaram sua atenção.
— Caramba, olha o tamanho desses ovões!
Ela disse, aproximando o rosto e começando a devorar minhas bolas. Mamãe lambia minhas duas bolas, dedicando-se a uma e depois à outra, e quando subiu, passou a língua pelo tronco do meu pau enorme e se dedicou a chupetear minha glande. Depois voltou ao meu rosto me encarando.
— É enorme e bem grossa, amor! Quanto mede?
Disse mamãe. Eu a olhei e devorei sua boca sem responder. Aquela língua experiente entrou na minha boca e a percorreu com muita perícia. Mamãe perdeu o controle e subiu em cima de mim com o pau pra fora da minha roupa, e quando ela soltou o corpo sobre o meu, notei que a calcinha do biquíni estava de lado porque minha pica encontrou a buceta ardente e molhada da minha mãe, que estava totalmente depilada.
— Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhh Porraaaa Siiiii Assimmmm Ohhhh Deeeus do Céuuuu Queee Pauuu Enormeee Você Temmm Amoooor Me Comeeeeee Diiii Me Comeee Toda Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Foi o grito da minha mãe, já que assim que ela soltou o corpo sobre mim, a ponta do meu pau espetou a entrada de sua vagina molhada e começou a penetrá-la. Mamãe se abraçou a mim, envolvendo meu pescoço com os dois braços e gemeu de prazer me olhando nos olhos. Depois, ela jogou a cabeça no meu pescoço e, tirando um braço, começou a me beijar e lamber o pescoço. Minha boca ficou perto da sua orelha e eu, ofegante, disse:
— Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ohhhhh Deeeus Siiii 28x8cm, você está enfiando um pau de 28x8cm na minha bucetaaaaaa Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh! E ela me olhava fixo, gemendo com luxúria nos olhos azuis que pareciam fogo.
—¡Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhhh DiiiooosEeees Enormeeee E Euuuu Adoroooo Ohhhh Siiii Filhoooooo Meteeeeee AmorMeteeee Na Mamãããeee Meteeeeee Com Tudoooo E Joga Todaaa Suaaa PorraaaDe Machoooo Acaba Comigoooo Dentroooo Com Essse Pauzããão Lindoooo AaaahhhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Ela disse gemendo, ficamos quase meia hora fodendo até que ela sentiu meu pau explodir dentro da sua buceta, os jatos saíram disparados com força e violentamente atingiam seu útero, enchendo-o de sêmen quente do seu único filho.
—¡Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhhh Diiioooos Siiiii Queee Acabadaaaaa Voocêe Me PegouuuBebeee Acaboooo Filhooo Voocê Fezzzz Acabaaaar a Mamãeee Como Uma PutaArdidaaaa Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Ela gritava sem censura enquanto meu pau continuava jorrando porra dentro da sua vagina, da força que ela fazia para que meu pau entrasse mais, senti claramente como ela fez meu pau entrar no colo do seu útero fértil, a mamãe ficou com os olhos brancos, já que isso fez com que eu tivesse um novo orgasmo no meio do que já estava tendo e uma nova onda de sêmen a encheu totalmente, ela caiu em cima de mim totalmente agitada. Mamãe, sem tirar meu pau da sua vagina, me olha e me agarra pelo queixo docemente e me beija na boca e eu, com medo de que... A espreguiçadeira quebrou com o peso de nós dois, então me levantei segurando ela pelas pernas e fui deitando numa toalha no chão perto da piscina que eu usava para pegar sol.
Ela, vendo que meu pau não perdeu um centímetro de ereção, começou a se enfiar de novo e começamos outra foda que durou uma hora, e eu gozei dentro dela de novo. Ela se deitou em cima de mim e me olhava com o rosto feliz e cheio de vida. Eu, vendo ela assim, disse:
— Devolvi a alma ao seu rosto!
E ela, me ouvindo, sorriu.
— Vou te comer tantas vezes até você esquecer o papai!
Eu disse. Ela me olhou, me deu um beijo de língua molhado.
— Amor, você me fez esquecer dele na primeira foda e com a primeira porra animal que você jogou em mim, sinto como se nunca tivesse conhecido ele!
Ela disse, e depois ficou me olhando e voltou a falar:
— Amor, isso não foi por desquite ou despeito do seu pai!
Ela me olhou assustada e depois tomou coragem e me disse:
— Olha, amor, tem uma coisa que eu quero que você saiba! — disse fazendo uma pausa.
— O que fizemos hoje não foi espontâneo, isso devia ter acontecido há muito tempo! — Ela disse de novo, engoliu saliva e falou:
— Eu, um ano e meio atrás, entrei no seu quarto para buscar sua roupa suja e justo você estava se vestindo, e vi pela primeira vez esse pau lindo que você tem, embora agora esteja muito maior que naquele dia! — disse mordendo o lábio.
— Desde aquele dia que vi sua rola balançando como um pêndulo enquanto você terminava de se secar, não parei de me masturbar pensando em você me comendo. Desde aquele dia, senti uma atração sexual por você que não conseguia controlar, e uma noite que queria transar com seu pai e ele dizia que estava cansado, me levantei toda excitada! — Ela relatou.
— Pensei em você imediatamente e entrei de fininho no seu quarto, fiquei parada te olhando dormir e fiquei tocando minha buceta até que não pude controlar meu desejo. Eu queria seu pau a qualquer custo e me aproximei sorrateira da sua cama, com muito cuidado abri seus lençóis pensando que você estava de cueca, mas você estava completamente pelado.
— Eu pude ver o pau que tanto desejar estar repousando contra sua perna era enorme e muito gordo meu corpo começou a tremer a tesão me invadiu por completo me ajoelhei abrindo meu roupão ficando só de calcinha fio dental com meus peitos desnudos peguei seu pau com uma mão você se masturbava suavemente você suspirava dormindo e eu abri minha boca e engoli seu pau comecei o melhor boquete da minha vida seu pau terminou de ficar duro dentro da minha boca fiquei uns 45 minutos chupando com devoção até fiz uma garganta profunda e aí seu pau explodiu dentro da minha boca suas porradas iam direto pro meu estômago eu tirei seu pau da minha boca e me lambuzei toda a cara e meus enormes peitos com sua porra limpei seu pau a chupadas e depois de beijar sua cabeça coloquei o roupão e fui pra minha cama com toda sua porra na minha cara e nos meus peitos. Termino de relatar mãe
—Uau que história! Disse eu surpreso
—Ainda bem que não acordei senão te dava uma surra de foda! Voltei a dizer
—Poxa com a tesão que eu tava aquele dia se isso acontecesse a gente ia ficar fodendo até amanhecer e eu com certeza terminava grávida!
Disse ela nos beijamos de novo ela coloca a parte de cima do biquíni e me convida pra entrar na piscina com ela. Nadamos brincamos na água e encurralando ela contra a borda da piscina a comi pela terceira vez e quis fazer o cu e ela se negou por medo de partir ao meio. Logo depois do jantar ela lavava os pratos e venho por trás apoiei ela toda ela me comeu a boca estávamos transando a todo vapor ela largou o que estava fazendo e se ajoelha tira meu pau e começa uma chupada depois de uma garganta profunda ela tira o pau da boca e me olha de baixo
—Quem fica melhor chupando seu pau? Eu ou Valéria? Perguntou ela competitiva e ressentida Valéria era minha madrastra era a mulher que tinha roubado o marido dela.
—Ai mãe não sei ela nunca me chupou! Disse eu ela me olhou séria os ciúmes floresceram
—Pelo seu bem melhor que continue assim porque te juro que te corto as bolas! Disse ela em tom de raiva e reproche
—Você é meu, é meu macho, meu filho e meu homem! — disse possessiva, e eu não consegui manter a boca fechada e falei inconscientemente:
—Mesmo que o papai tenha me enviado umas fotos dela na piscina e eu também tenha falado com ela no WhatsApp e achei ela muito simpática e atraente, Vale é muito linda e, na verdade, aí eu entendi por que o papai não conseguiu resistir e caiu aos pés dela! O rosto da mamãe se transformou, uma fúria irada nasceu dentro dela.
—O quêêê?! O quêêê você disseee?! — gritou irada.
—Desde quando você recebe fotos dessa puta de merda?! Você também quer comer ela?! — gritou. —Calma, Mãe, só disse que ela era linda e sensual e falei com ela algumas vezes por videchamada! — falei, e sua resposta foi um tapa tremendo que quase me deixou lesado. Eu agarrei meu rosto dolorido.
—Vai pro seu quarto, traidor, filho de puta! — disse furiosa.
—E amanhã você já vai embora desta casa, vai pros braços dessa puta e come ela melhor do que a mim!
Me gritou, me expulsando de casa. Ao ouvi-la, fui irritado para meu quarto, peguei minhas malas de viagem e comecei a colocar todas as minhas coisas, e pedi um Uber. Depois de um tempo, desci com minhas duas malas do quarto. Ela me vê e fica com os braços na cintura.
—O que você está fazendo?! — me perguntou. Eu olhei pra ela com raiva.
—O que você tá vendo, louca do caralho, tô indo embora, não vou esperar até amanhã, vou agora mesmo!
Disse bravo, e acho que naquele instante ela entendeu o grave erro que cometeu por não controlar seu temperamento. E eu, antes de ir, soltei minhas malas e a encurralei contra a parede.
—Escuta aqui, tóxica do caralho, eu te amava de verdade, nunca faria com você o que o papai fez, mas você com isso acabou de cruzar um limite e eu não vou perdoar você ter me expulsado de casa e me deixado na rua por causa da sua puta ciúmes!
Disse severamente e, pegando minhas malas, me dirigi para a porta.
—Para, Damián, espera, vamos conversar, eu exagerei, eu reconheço! — disse mamãe.
—Não, maldita puta histérica, não vou perdoar isso nunca, por causa do seu ciúme estúpido você arruinou algo que poderia ter sido... Que sonho! Eu disse, abrindo a porta para sair de casa.
Mamãe, ao me ver indo embora, caiu de joelhos e começou a chorar sem parar. Ela tinha estragado tudo por causa dos seus ciúmes idiotas. Ela me viu saindo naquele carro e se entregou ao choro sem consolo, ao saber que por seu temperamento estúpido não conseguiu se controlar e perdeu a cabeça, e ela mesma me expulsou de casa. Eu viajava sem rumo, disse um endereço, mas só porque no aplicativo você tem que colocar um destino de qualquer jeito. Eu tinha colocado o endereço de uma confeitaria que ficava perto do bairro onde eu sabia que o papai morava.
Ao chegar, paguei o Uber e, ao descer, entrei na confeitaria e me sentei. Veio um garçom e pedi uma cerveja. Enquanto o garçom trazia a cerveja, eu peguei meu celular e disciei o número do papai.
— Oi, papai, sou eu! Eu disse, com o fio de voz que me restava.
— Oi, Dami, quanto tempo sem você me ligar, filho! Como você está? Disse meu pai.
— Mal, papai, a mamãe pirou totalmente! Eu disse, chorando. Quando meu pai ouviu meu choro, ele soube que o assunto era sério.
— O que aquela arpia fez com você agora? Perguntou papai, com desprezo pela mamãe.
— Mamãe me expulsou de casa, papai! Eu disse, quebrado pelo choro.
— Me diz onde você está que eu vou agora mesmo! Ele disse. Passei o endereço e em menos de 40 minutos papai estacionou seu carro luxuoso e entrou na confeitaria, sentando-se comigo na mesa.
— Por que você demorou tanto se você mora a algumas quadras? Perguntei. Meu pai sorriu.
— Filho, eu vendi aquela casa há mais de um ano e me mudei para uma maior! Ele disse, rindo.
— Pedimos outras? Perguntei.
— Para mim uma Sprite, que estou dirigindo. Disse papai. Pedimos, bebemos enquanto conversávamos.
— E por que sua mãe te expulsou? Perguntou papai, me olhando.
— Você ainda está com ela? Perguntei.
— Sim, filho, ela se chama Valéria. Respondeu meu pai.
— Sim, eu já sei! Eu disse.
— Bom, o assunto foi assim: ela saiu falando dela e não estava exatamente jogando flores! Eu disse.
— Estávamos conversando e ela começou a xingar a Valéria, e eu disse para ela não ser assim, que eu converso com ela quando falo com você. Os yambos me mandaram as fotos da praia que com certeza era a lua de mel deles porque se casaram! Eu disse:
— Sim, filho, casei há alguns meses com a Valeria. E aí, me conta mais!
— Bom, pai, ela pirou, surtou, me chamou de traidor, filho da puta, me deu um tapa que quase arrancou minha cabeça e me expulsou, dizendo que eu fosse pros braços daquela puta e comesse ela à vontade, que de você ela esperava, mas de mim nunca! Eu disse.
— Essa mulher tá doente, sério! Falei com raiva da minha mãe.
— Eu juro que faria você comer a Valeria e filmar pra mandar o vídeo pra essa frígida tóxica! Meu pai falou furioso e depois me olhou.
— Não se fala mais, Damián. Você vem agora mesmo morar com a gente! Papá falou taxativo e terminamos nossas bebidas, ele pagou a conta e eu subi com minhas duas malas no carro luxuoso do meu pai. E partimos pra casa dele, meu novo lar.
Logo que chegamos, minha madrastra me olhou ao entrar pela porta, na frente do meu pai, e me encarou com certa indiferença, mas eu tinha percebido algo na expressão dela que fingia desinteresse e ignorância sobre mim. Me instalei inicialmente no quarto de hóspedes e no outro dia meu pai me ajudou a me instalar no meu novo quarto. Depois do café da manhã, fiquei sentado no mesmo sofá onde vi, na noite que cheguei, minha madrastra com um vestido justo que destacava suas curvas perfeitas e seus peitões. Eu estava mudando de canal quando a Valeria, minha madrastra, desce e, me vendo sentado no sofá, franze a testa e vem até mim com raiva.
— Esse é o meu sofá! Agora vou ter que comprar outro! Ela falou de forma desdenhosa. Eu olhei pra ela.
— Mas tô sentado um pouco vendo TV, daqui a pouco vou pra faculdade terminar minha matrícula! Respondi.
— Não me importa, é meu sofá! Ela falou como uma menina mimada e birrenta. Eu me levantei com raiva, fiquei na frente dela e, jogando o controle remoto contra o sofá, falei:
— Toma, seu sofá, puta! Enfia no cu! Minha mãe tinha razão sobre você, é uma cobra!
Falei com raiva, dei meia-volta e fui embora. Meu quarto deixando ela boquiaberta me vendo como fui furioso para o meu quarto. 2 horas depois desço as escadas e ela quer me interceptar.
—Pra você acha certo falar comigo do jeito que falou? Você está numa casa alheia e tem que ter respeito!
Ela disse. Eu olhei pra ela lançando um olhar que a encolheu como um quatro de copas.
—Respeito não se exige, respeito é recíproco, se ganha com o mesmo respeito pela outra pessoa!
Respondi muito irritado e fazendo ela ver que não era nenhum imbecil ignorante. Dei meia-volta e saí pela porta dando um portasso e fui fazer as burocracias pra inscrição na facul. À noite, quando o papai chega do escritório, ela alterando a realidade dos fatos contou tudo pro papai, mas uma versão onde o vilão era eu. Eu estava no meu quarto ouvindo música quando sinto que batem na minha porta.
—Sim? — falei.
—Filho, sou eu, podemos conversar um instante? — Era a voz do meu pai.
—Sim, entra, pai! — respondi. Ele entrou, fechou a porta e sentou na minha cama.
—Filho, eu sei que você tá passando por uma situação foda com essa coisa de mãe, você era muito apegado a ela! — disse o papai.
—Mas falar mal pra Valê não é certo, não se desquite com ela nem deixe que grudem em você as coisas que sua mãe inventa. Aproxime-se dela e conheça-a, a Valê é incrível quando se abre! — disse meu pai. E eu não conseguia entender como ele podia ser tão hipócrita e me defendi com a verdade. Olhei pro meu pai nos olhos.
—Mas pai, eu não fiz nada, ela começou a me atacar por causa daquela merda de sofá! — falei, e depois contei tudo que ela tinha me dito e por isso respondi daquele jeito.
Obviamente meu pai acreditou em mim, porque na minha vida menti sobre algo, nunca. Ele me ensinou desde pequeno, ele sempre disse: "Sempre é importante e com a verdade, porque a mentira sempre piora as coisas". Eu fiquei pensativo, lembrando da frase dele e deduzi.
—Tá lembrando das minhas palavras que eu disse quando você era pequeno, né? — perguntou ele.
—Sim, pai, por isso você sabe que nunca menti pra você e nunca mentiria. Ele me olhou e disse:
—Sim, filho, isso eu sei, mas... O que te falei quando era pequeno é verdade, se não olha pra mim e pro rolo que me meti com sua mãe por não ter falado na cara logo de início que nosso relacionamento não ia mais pra frente. Tentei esconder com mentiras e acabou sendo pior do que o que eu queria evitar! — disse, reconhecendo seu erro com mamãe, e se despediu indo pro seu quarto.
E na mesma hora comecei a ouvir os gritos de raiva do meu pai. "Valéria, por que mentiu assim? Você sabe desde o começo que eu odeio mentira!" — gritava papai. "Se tem rancor, amor, me perdoa" — ela dizia, sem se atrever a rebater meu pai. "Outra coisa, você começou de novo a encher o saco com aquele sofá de merda!" — gritou papai. "Me perdoa, céu, por favor". "Não, Valéria, você me fez de trouxa na frente do meu único filho, o único herdeiro da minha empresa!" — ele gritou, e ela baixou a cabeça. "Depois do meu divórcio, o Damián é o único herdeiro de quase tudo que tenho". Falou e encerrou a discussão de forma seca.
"Amanhã você arruma toda essa confusão e te peço que passe um tempo com o Damián, pra conhecê-lo melhor. Vou pedir o mesmo pra ele". "Mas amor, ele é influenciado pela mãe, sua ex" — disse ela, choramingando. "Valéria, eu conheço bem meu filho e sei que ele nunca foi assim. Ele não se deixa influenciar por ninguém e busca a verdade como eu, porque isso eu ensinei a ele desde pequeno". Saiu do quarto e foi tomar banho, ardendo de raiva ao ver que quem tinha saído mal era ela. Depois, todos descemos pra jantar — papai tinha pedido comida.Comemos em silêncio e ninguém tentou puxar conversa.
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Me chamo Damián, tenho 18 anos recém-completados, acabei de terminar o ensino médio e estou me inscrevendo na faculdade. Meus pais se divorciaram há dois anos, numa separação bem feia, porque minha mãe descobriu a infidelidade do meu pai com uma funcionária administrativa da empresa dele, com quem ele acabou "casando" – entre aspas mesmo, eu diria que eles vivem juntos sem papelada, já que meu pai tinha dito pra mulher que, ao se separar da minha mãe, a herança que ele deixasse seria toda pro seu único filho, ou seja, eu. Minha mãe sempre dizia que ela era uma puta destruidora de lares e que não ligou de desmembrar uma família. Meu pai tinha chegado a um acordo financeiro bem gordo com minha mãe, mas ela viu ele beijando a amante – agora namorada oficial – no meio da rua e moveu um processo por adultério, tirando uma fortuna dele. Meu pai nunca reclamou do dinheiro do acordo, porque isso devia deixá-la tranquila e não fazer a vida dele impossível. Desde isso já se passaram dois anos. Minha mãe é uma mulher muito atraente e jovem, já que meu pai sempre gostou de novinhas – ela tem 36 anos e me teve quando ainda nem tinha terminado a escola. Minha mãe é idêntica à SexStar Alexis Fawx: loira, peitão e com um rabão que mais de uma vez me deixou babando, olhando pra ela como um idiota, e ela sorria porque isso levantava o ego dela depois do descaso que vinha sofrendo do meu pai. Depois do divórcio, ela flertava muito comigo, se vestia de um jeito bem sugestivo e se mexia como se estivesse me provocando, e eu tinha que lutar contra o desejo de possuí-la que vinha escondendo desde a puberdade. Certo dia, já depois do divórcio – tinham passado quase três anos –, ela me provocou sensual como sempre fazia, e eu perdi a cabeça. Uma ideia errada entrou na minha mente: "Cheguei a pensar que ela queria transar comigo pra se sentir poderosa no ego e se vingar da traição do meu pai". Aí tudo desandou num dia que eu estava deitado numa espreguiçadeira ao lado da piscina de casa, e ela apareceu com um biquíni minúsculo... biquíni verde que mal conseguia esconder seus peitões enormes. Ela sentou na beirada da minha espreguiçadeira e começou a acariciar meu cabelo. Foi quando me sentei e ataquei - segurei sua cintura com os dois braços e puxei ela pra perto. Ela entendeu o que eu queria e cruzou um limite que havia prometido manter entre a gente.
Ela abriu as pernas e sentou de cavalinho em cima de mim. Nos olhamos fixamente, ela mordeu o lábio inferior com uma cara de puta incrível. Puxei ela ainda mais pra mim, colando nossos corpos, e meti uma mão dentro do top do biquíni, apertando um dos seus peitos. Ela suspirou e aproximou o rosto devagar, ficamos nariz com nariz. Ela foi chegando os lábios nos meus e me beijou de leve, enquanto rebolava a cintura em cima de mim. Isso fez minha ereção cutucar a buceta dela - só o biquíni e meu shorts nos separavam de uma penetração certa.
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—¡Amor, isso nunca devia ter acontecido entre a gente, mas não consigo evitar, filho... quero transar com você!
Ela falou e levou minhas mãos até os peitos, guiando pra que eu tirasse o top do biquíni, deixando aquele par de melões ao ar.
—¡Você relaxa e vai ver como a gente começa uma nova fase nas nossas vidas: eu como sua mulher e você como meu homem bem dotado!
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— Nossa, que filho de puta, olha só essa rola! — disse mamãe de boca aberta.
— Meu Deus, amor, esse pau é três vezes maior e mais grosso que o do seu pai! — ela falou e começou a examinar meus genitais com atenção, e minhas bolas enormes chamaram sua atenção.
— Caramba, olha o tamanho desses ovões!
Ela disse, aproximando o rosto e começando a devorar minhas bolas. Mamãe lambia minhas duas bolas, dedicando-se a uma e depois à outra, e quando subiu, passou a língua pelo tronco do meu pau enorme e se dedicou a chupetear minha glande. Depois voltou ao meu rosto me encarando.
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— Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ohhhhh Deeeus Siiii 28x8cm, você está enfiando um pau de 28x8cm na minha bucetaaaaaa Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh! E ela me olhava fixo, gemendo com luxúria nos olhos azuis que pareciam fogo.
—¡Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhhh DiiiooosEeees Enormeeee E Euuuu Adoroooo Ohhhh Siiii Filhoooooo Meteeeeee AmorMeteeee Na Mamãããeee Meteeeeee Com Tudoooo E Joga Todaaa Suaaa PorraaaDe Machoooo Acaba Comigoooo Dentroooo Com Essse Pauzããão Lindoooo AaaahhhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Ela disse gemendo, ficamos quase meia hora fodendo até que ela sentiu meu pau explodir dentro da sua buceta, os jatos saíram disparados com força e violentamente atingiam seu útero, enchendo-o de sêmen quente do seu único filho.
—¡Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhhh Diiioooos Siiiii Queee Acabadaaaaa Voocêe Me PegouuuBebeee Acaboooo Filhooo Voocê Fezzzz Acabaaaar a Mamãeee Como Uma PutaArdidaaaa Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh AaaahhhhhhhhhhhhhhhhAaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Ela gritava sem censura enquanto meu pau continuava jorrando porra dentro da sua vagina, da força que ela fazia para que meu pau entrasse mais, senti claramente como ela fez meu pau entrar no colo do seu útero fértil, a mamãe ficou com os olhos brancos, já que isso fez com que eu tivesse um novo orgasmo no meio do que já estava tendo e uma nova onda de sêmen a encheu totalmente, ela caiu em cima de mim totalmente agitada. Mamãe, sem tirar meu pau da sua vagina, me olha e me agarra pelo queixo docemente e me beija na boca e eu, com medo de que... A espreguiçadeira quebrou com o peso de nós dois, então me levantei segurando ela pelas pernas e fui deitando numa toalha no chão perto da piscina que eu usava para pegar sol.
Ela, vendo que meu pau não perdeu um centímetro de ereção, começou a se enfiar de novo e começamos outra foda que durou uma hora, e eu gozei dentro dela de novo. Ela se deitou em cima de mim e me olhava com o rosto feliz e cheio de vida. Eu, vendo ela assim, disse:
— Devolvi a alma ao seu rosto!
E ela, me ouvindo, sorriu.
— Vou te comer tantas vezes até você esquecer o papai!
Eu disse. Ela me olhou, me deu um beijo de língua molhado.
— Amor, você me fez esquecer dele na primeira foda e com a primeira porra animal que você jogou em mim, sinto como se nunca tivesse conhecido ele!
Ela disse, e depois ficou me olhando e voltou a falar:
— Amor, isso não foi por desquite ou despeito do seu pai!
Ela me olhou assustada e depois tomou coragem e me disse:
— Olha, amor, tem uma coisa que eu quero que você saiba! — disse fazendo uma pausa.
— O que fizemos hoje não foi espontâneo, isso devia ter acontecido há muito tempo! — Ela disse de novo, engoliu saliva e falou:
— Eu, um ano e meio atrás, entrei no seu quarto para buscar sua roupa suja e justo você estava se vestindo, e vi pela primeira vez esse pau lindo que você tem, embora agora esteja muito maior que naquele dia! — disse mordendo o lábio.
— Desde aquele dia que vi sua rola balançando como um pêndulo enquanto você terminava de se secar, não parei de me masturbar pensando em você me comendo. Desde aquele dia, senti uma atração sexual por você que não conseguia controlar, e uma noite que queria transar com seu pai e ele dizia que estava cansado, me levantei toda excitada! — Ela relatou.
— Pensei em você imediatamente e entrei de fininho no seu quarto, fiquei parada te olhando dormir e fiquei tocando minha buceta até que não pude controlar meu desejo. Eu queria seu pau a qualquer custo e me aproximei sorrateira da sua cama, com muito cuidado abri seus lençóis pensando que você estava de cueca, mas você estava completamente pelado.
— Eu pude ver o pau que tanto desejar estar repousando contra sua perna era enorme e muito gordo meu corpo começou a tremer a tesão me invadiu por completo me ajoelhei abrindo meu roupão ficando só de calcinha fio dental com meus peitos desnudos peguei seu pau com uma mão você se masturbava suavemente você suspirava dormindo e eu abri minha boca e engoli seu pau comecei o melhor boquete da minha vida seu pau terminou de ficar duro dentro da minha boca fiquei uns 45 minutos chupando com devoção até fiz uma garganta profunda e aí seu pau explodiu dentro da minha boca suas porradas iam direto pro meu estômago eu tirei seu pau da minha boca e me lambuzei toda a cara e meus enormes peitos com sua porra limpei seu pau a chupadas e depois de beijar sua cabeça coloquei o roupão e fui pra minha cama com toda sua porra na minha cara e nos meus peitos. Termino de relatar mãe
—Uau que história! Disse eu surpreso
—Ainda bem que não acordei senão te dava uma surra de foda! Voltei a dizer
—Poxa com a tesão que eu tava aquele dia se isso acontecesse a gente ia ficar fodendo até amanhecer e eu com certeza terminava grávida!
Disse ela nos beijamos de novo ela coloca a parte de cima do biquíni e me convida pra entrar na piscina com ela. Nadamos brincamos na água e encurralando ela contra a borda da piscina a comi pela terceira vez e quis fazer o cu e ela se negou por medo de partir ao meio. Logo depois do jantar ela lavava os pratos e venho por trás apoiei ela toda ela me comeu a boca estávamos transando a todo vapor ela largou o que estava fazendo e se ajoelha tira meu pau e começa uma chupada depois de uma garganta profunda ela tira o pau da boca e me olha de baixo
—Quem fica melhor chupando seu pau? Eu ou Valéria? Perguntou ela competitiva e ressentida Valéria era minha madrastra era a mulher que tinha roubado o marido dela.
—Ai mãe não sei ela nunca me chupou! Disse eu ela me olhou séria os ciúmes floresceram
—Pelo seu bem melhor que continue assim porque te juro que te corto as bolas! Disse ela em tom de raiva e reproche
—Você é meu, é meu macho, meu filho e meu homem! — disse possessiva, e eu não consegui manter a boca fechada e falei inconscientemente:
—Mesmo que o papai tenha me enviado umas fotos dela na piscina e eu também tenha falado com ela no WhatsApp e achei ela muito simpática e atraente, Vale é muito linda e, na verdade, aí eu entendi por que o papai não conseguiu resistir e caiu aos pés dela! O rosto da mamãe se transformou, uma fúria irada nasceu dentro dela.
—O quêêê?! O quêêê você disseee?! — gritou irada.
—Desde quando você recebe fotos dessa puta de merda?! Você também quer comer ela?! — gritou. —Calma, Mãe, só disse que ela era linda e sensual e falei com ela algumas vezes por videchamada! — falei, e sua resposta foi um tapa tremendo que quase me deixou lesado. Eu agarrei meu rosto dolorido.
—Vai pro seu quarto, traidor, filho de puta! — disse furiosa.
—E amanhã você já vai embora desta casa, vai pros braços dessa puta e come ela melhor do que a mim!
Me gritou, me expulsando de casa. Ao ouvi-la, fui irritado para meu quarto, peguei minhas malas de viagem e comecei a colocar todas as minhas coisas, e pedi um Uber. Depois de um tempo, desci com minhas duas malas do quarto. Ela me vê e fica com os braços na cintura.
—O que você está fazendo?! — me perguntou. Eu olhei pra ela com raiva.
—O que você tá vendo, louca do caralho, tô indo embora, não vou esperar até amanhã, vou agora mesmo!
Disse bravo, e acho que naquele instante ela entendeu o grave erro que cometeu por não controlar seu temperamento. E eu, antes de ir, soltei minhas malas e a encurralei contra a parede.
—Escuta aqui, tóxica do caralho, eu te amava de verdade, nunca faria com você o que o papai fez, mas você com isso acabou de cruzar um limite e eu não vou perdoar você ter me expulsado de casa e me deixado na rua por causa da sua puta ciúmes!
Disse severamente e, pegando minhas malas, me dirigi para a porta.
—Para, Damián, espera, vamos conversar, eu exagerei, eu reconheço! — disse mamãe.
—Não, maldita puta histérica, não vou perdoar isso nunca, por causa do seu ciúme estúpido você arruinou algo que poderia ter sido... Que sonho! Eu disse, abrindo a porta para sair de casa.
Mamãe, ao me ver indo embora, caiu de joelhos e começou a chorar sem parar. Ela tinha estragado tudo por causa dos seus ciúmes idiotas. Ela me viu saindo naquele carro e se entregou ao choro sem consolo, ao saber que por seu temperamento estúpido não conseguiu se controlar e perdeu a cabeça, e ela mesma me expulsou de casa. Eu viajava sem rumo, disse um endereço, mas só porque no aplicativo você tem que colocar um destino de qualquer jeito. Eu tinha colocado o endereço de uma confeitaria que ficava perto do bairro onde eu sabia que o papai morava.
Ao chegar, paguei o Uber e, ao descer, entrei na confeitaria e me sentei. Veio um garçom e pedi uma cerveja. Enquanto o garçom trazia a cerveja, eu peguei meu celular e disciei o número do papai.
— Oi, papai, sou eu! Eu disse, com o fio de voz que me restava.
— Oi, Dami, quanto tempo sem você me ligar, filho! Como você está? Disse meu pai.
— Mal, papai, a mamãe pirou totalmente! Eu disse, chorando. Quando meu pai ouviu meu choro, ele soube que o assunto era sério.
— O que aquela arpia fez com você agora? Perguntou papai, com desprezo pela mamãe.
— Mamãe me expulsou de casa, papai! Eu disse, quebrado pelo choro.
— Me diz onde você está que eu vou agora mesmo! Ele disse. Passei o endereço e em menos de 40 minutos papai estacionou seu carro luxuoso e entrou na confeitaria, sentando-se comigo na mesa.
— Por que você demorou tanto se você mora a algumas quadras? Perguntei. Meu pai sorriu.
— Filho, eu vendi aquela casa há mais de um ano e me mudei para uma maior! Ele disse, rindo.
— Pedimos outras? Perguntei.
— Para mim uma Sprite, que estou dirigindo. Disse papai. Pedimos, bebemos enquanto conversávamos.
— E por que sua mãe te expulsou? Perguntou papai, me olhando.
— Você ainda está com ela? Perguntei.
— Sim, filho, ela se chama Valéria. Respondeu meu pai.
— Sim, eu já sei! Eu disse.
— Bom, o assunto foi assim: ela saiu falando dela e não estava exatamente jogando flores! Eu disse.
— Estávamos conversando e ela começou a xingar a Valéria, e eu disse para ela não ser assim, que eu converso com ela quando falo com você. Os yambos me mandaram as fotos da praia que com certeza era a lua de mel deles porque se casaram! Eu disse:
— Sim, filho, casei há alguns meses com a Valeria. E aí, me conta mais!
— Bom, pai, ela pirou, surtou, me chamou de traidor, filho da puta, me deu um tapa que quase arrancou minha cabeça e me expulsou, dizendo que eu fosse pros braços daquela puta e comesse ela à vontade, que de você ela esperava, mas de mim nunca! Eu disse.
— Essa mulher tá doente, sério! Falei com raiva da minha mãe.
— Eu juro que faria você comer a Valeria e filmar pra mandar o vídeo pra essa frígida tóxica! Meu pai falou furioso e depois me olhou.
— Não se fala mais, Damián. Você vem agora mesmo morar com a gente! Papá falou taxativo e terminamos nossas bebidas, ele pagou a conta e eu subi com minhas duas malas no carro luxuoso do meu pai. E partimos pra casa dele, meu novo lar.
Logo que chegamos, minha madrastra me olhou ao entrar pela porta, na frente do meu pai, e me encarou com certa indiferença, mas eu tinha percebido algo na expressão dela que fingia desinteresse e ignorância sobre mim. Me instalei inicialmente no quarto de hóspedes e no outro dia meu pai me ajudou a me instalar no meu novo quarto. Depois do café da manhã, fiquei sentado no mesmo sofá onde vi, na noite que cheguei, minha madrastra com um vestido justo que destacava suas curvas perfeitas e seus peitões. Eu estava mudando de canal quando a Valeria, minha madrastra, desce e, me vendo sentado no sofá, franze a testa e vem até mim com raiva.
— Esse é o meu sofá! Agora vou ter que comprar outro! Ela falou de forma desdenhosa. Eu olhei pra ela.
— Mas tô sentado um pouco vendo TV, daqui a pouco vou pra faculdade terminar minha matrícula! Respondi.
— Não me importa, é meu sofá! Ela falou como uma menina mimada e birrenta. Eu me levantei com raiva, fiquei na frente dela e, jogando o controle remoto contra o sofá, falei:
— Toma, seu sofá, puta! Enfia no cu! Minha mãe tinha razão sobre você, é uma cobra!
Falei com raiva, dei meia-volta e fui embora. Meu quarto deixando ela boquiaberta me vendo como fui furioso para o meu quarto. 2 horas depois desço as escadas e ela quer me interceptar.
—Pra você acha certo falar comigo do jeito que falou? Você está numa casa alheia e tem que ter respeito!
Ela disse. Eu olhei pra ela lançando um olhar que a encolheu como um quatro de copas.
—Respeito não se exige, respeito é recíproco, se ganha com o mesmo respeito pela outra pessoa!
Respondi muito irritado e fazendo ela ver que não era nenhum imbecil ignorante. Dei meia-volta e saí pela porta dando um portasso e fui fazer as burocracias pra inscrição na facul. À noite, quando o papai chega do escritório, ela alterando a realidade dos fatos contou tudo pro papai, mas uma versão onde o vilão era eu. Eu estava no meu quarto ouvindo música quando sinto que batem na minha porta.
—Sim? — falei.
—Filho, sou eu, podemos conversar um instante? — Era a voz do meu pai.
—Sim, entra, pai! — respondi. Ele entrou, fechou a porta e sentou na minha cama.
—Filho, eu sei que você tá passando por uma situação foda com essa coisa de mãe, você era muito apegado a ela! — disse o papai.
—Mas falar mal pra Valê não é certo, não se desquite com ela nem deixe que grudem em você as coisas que sua mãe inventa. Aproxime-se dela e conheça-a, a Valê é incrível quando se abre! — disse meu pai. E eu não conseguia entender como ele podia ser tão hipócrita e me defendi com a verdade. Olhei pro meu pai nos olhos.
—Mas pai, eu não fiz nada, ela começou a me atacar por causa daquela merda de sofá! — falei, e depois contei tudo que ela tinha me dito e por isso respondi daquele jeito.
Obviamente meu pai acreditou em mim, porque na minha vida menti sobre algo, nunca. Ele me ensinou desde pequeno, ele sempre disse: "Sempre é importante e com a verdade, porque a mentira sempre piora as coisas". Eu fiquei pensativo, lembrando da frase dele e deduzi.
—Tá lembrando das minhas palavras que eu disse quando você era pequeno, né? — perguntou ele.
—Sim, pai, por isso você sabe que nunca menti pra você e nunca mentiria. Ele me olhou e disse:
—Sim, filho, isso eu sei, mas... O que te falei quando era pequeno é verdade, se não olha pra mim e pro rolo que me meti com sua mãe por não ter falado na cara logo de início que nosso relacionamento não ia mais pra frente. Tentei esconder com mentiras e acabou sendo pior do que o que eu queria evitar! — disse, reconhecendo seu erro com mamãe, e se despediu indo pro seu quarto.
E na mesma hora comecei a ouvir os gritos de raiva do meu pai. "Valéria, por que mentiu assim? Você sabe desde o começo que eu odeio mentira!" — gritava papai. "Se tem rancor, amor, me perdoa" — ela dizia, sem se atrever a rebater meu pai. "Outra coisa, você começou de novo a encher o saco com aquele sofá de merda!" — gritou papai. "Me perdoa, céu, por favor". "Não, Valéria, você me fez de trouxa na frente do meu único filho, o único herdeiro da minha empresa!" — ele gritou, e ela baixou a cabeça. "Depois do meu divórcio, o Damián é o único herdeiro de quase tudo que tenho". Falou e encerrou a discussão de forma seca.
"Amanhã você arruma toda essa confusão e te peço que passe um tempo com o Damián, pra conhecê-lo melhor. Vou pedir o mesmo pra ele". "Mas amor, ele é influenciado pela mãe, sua ex" — disse ela, choramingando. "Valéria, eu conheço bem meu filho e sei que ele nunca foi assim. Ele não se deixa influenciar por ninguém e busca a verdade como eu, porque isso eu ensinei a ele desde pequeno". Saiu do quarto e foi tomar banho, ardendo de raiva ao ver que quem tinha saído mal era ela. Depois, todos descemos pra jantar — papai tinha pedido comida.Comemos em silêncio e ninguém tentou puxar conversa.
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