"Mi madre se volvió mi puta" Cap 2. El inicio.

Cap 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/5382442/Mi-madre-se-volvio-mi-slut -Cap-1-Introduccion.html Se você gostou desse capítulo, lembra de votar! ---------------- -Não acredito, sério? -Falou Mirko me olhando espantado. -Sim, cara -Continuei mostrando os vídeos onde eu comia minha mãe, fetiches, lugares, posições. -Uff, então pro meu aniversário você pode me emprestar ela por um tempo, né? Já tinha passado quase um mês desde que comi minha mãe pela primeira vez. No começo foi estranho e até difícil. Mas foi questão de dias pra ela normalizar o jeito que a gente levava nossa relação. Virei mais parceiro dela do que filho, sem esquecer que ela tinha o namorado dela, mas ele vivia viajando. A gente já tinha feito em vários lugares, a putaria de fazer onde não devia deixava os orgasmos mais fortes. Mas queria testar algo novo. Tinha ganhado uma grana vendendo os vídeos dela em troca de silêncio, mas... por que não emprestar ela? Mirko foi meu amigo a vida toda, e nunca teve vergonha de compartilhar os desejos dele sobre minha mãe. Pro aniversário de 19 anos dele, queria dar algo mais que vídeos, queria emprestar minha mãe. Uma ideia que depois ia crescer, já que a sacanagem se expandiu pra participar com ela num ménage, um quarteto ou quem sabe mais. Mas tudo ia acontecer no seu tempo. Quando cheguei em casa, falei pra minha mãe que no fim de semana a gente ia pra uma cabana na praia que o namorado dela era dono. Achei certo, porque os dois merecíamos um descanso. Convenci ela, então demoramos pouco mais de um dia pra fazer uma mala leve pro fim de semana e partir pra lá. De noite, decidi chamar ela pra dar uma volta na praia. -Tá calor, não sei o que vestir -Ela disse enquanto mexia na mala. Olhei pra ela por uns segundos e resolvi procurar nas minhas coisas. -Veste isso -Da minha mala tirei a parte de cima de um biquíni (preto, com muito decote e de um tecido fino, o que provocava a distinção dos mamilos) e uma minissaia — Não use calcinha, você não precisa. — Tá pensando em coisa errada, garoto tarado? — Ela sorriu enquanto se trocava obediente. — Digamos que tenho uma ideia em mente — Retribuí o sorriso enquanto pegava a mão dela e a levava até a areia. Caminhamos por um bom tempo enquanto eu procurava um jeito de contar o plano que tive só um dia antes. — Cê espera que eu dê pro teu amigo? — Ela me olhou surpresa. — Sim, não vai ser nada duradouro, só uma coisa de uma vez. Vou te emprestar como presente de aniversário. — Não sei... Com você é uma coisa, mas sou tímida quando é alguém que não sabe como eu sou. Continuamos andando por alguns segundos até que dois desconhecidos passaram do nosso lado. Uns passos adiante, parei e olhei pra ela. — Tenho uma ideia, se não praticar não vai perder a timidez. Agora vai e dá pra esses caras que passaram por nós. — Que isso, cê tá louco? O que cê pensa que eu sou? — Não sei o que você é, mas sei de quem — Peguei ela na bunda enquanto me aproximava do ouvido dela — Você também sabe, então agora vai e obedece teu dono — Sorri safado. — Você vai me pagar — Ela olhou pro outro lado, se virou e começou a andar na direção deles. Sabia que ela tava se fazendo de difícil, mas no fundo tinha a mesma vontade de experimentar coisas novas que eu. Decidi me esconder pra tudo ficar mais fácil. No começo, dava pra ver ela se aproximar e começar a falar com eles. A conversa era abafada, mas dava pra entender o contexto da situação. Os caras pareciam ter minha idade, com um corpo definido e um status social aparentemente alto. Só quando consegui chegar mais perto é que entendi melhor o que tava rolando. — Por favor, caras... Preciso que vocês me comam, faz aqui mesmo, na areia. — Por que a gente ia querer transar com uma puta igual você? — Disse o cara 1. — P-porque sou uma cadela no cio — Respondeu corada enquanto olhava pro outro lado. Minha mãe levantou o biquíni e puxou a saia pra baixo, ficando completamente nua na frente deles. —Uau —disse o garoto 2, impressionado, enquanto apertava o ombro do amigo—. Acho que essa puta quer mesmo que a gente coma ela. —Sim! Por favor, fa-façam isso —Minha mãe se tocava os peitos enquanto se oferecia pra aqueles desconhecidos. Os dois se levantaram, largando as cervejas no chão. Ficaram do lado dela e a beijaram, um de cada vez, enquanto a apalpavam. Ela se ajoelhou e puxou os paus deles, masturbando devagar enquanto batia neles contra o próprio rosto. —Engole eles, porca! Na hora, ela obedeceu, chupando um de cada vez e, às vezes, os dois ao mesmo tempo. O rosto dela tava coberto de saliva, mas ela não parava de fazer aquele vai e vem com a boca. Com a mão livre, ela se masturbava rápido e sem freio. —Gente... Por favor, usem meu corpo! —Ela arrastou os joelhos pra trás e abaixou o tronco, ficando de quatro. Um deles se posicionou atrás da minha mãe e enfiou tudo, montando nela. —Essa gostosa é apertadíssima —falou pro amigo enquanto usava o pau pra entalar a garganta da minha mãe (que soltava gemidos abafados). Eu não aguentei mais, tirei meu pau e comecei a bater uma enquanto gravava. A poucos metros, via minha mãe sendo montada por dois playboys que usavam o corpo dela como queriam. —Toma! —Deu um tapa na cara da minha mãe, que aceitou sem reclamar. Ela continuou chupando como se nada tivesse acontecido. —Acho que essa puta quer mais castigo —disse o garoto 2, empurrando a cabeça da minha mãe contra o pau do amigo. Nos primeiros segundos, ela aguentou, mas não demorou pra começar a bater fraco nas pernas do outro garoto, pedindo pra ele tirar o pau da boca dela pra poder respirar. Eles só riram por mais alguns segundos antes de tirar, fazendo ela tossir um pouco e mais saliva encher o rosto dela. —Filhos da puta —Minha mãe tava puta, mas a excitação era maior. —Acho que essa puta não sabe com quem tá falando. O que tava na frente dela se deitou por baixo. Achei estranho, mas quando pensei que os dois iam usar a buceta dela, o cara que tava atrás cuspiu no próprio pau e enfiou no cu dela. -AHH! -Os olhos da minha mãe ficaram marejados enquanto o cara se mexia devagar, mas até o fundo- M-meu cu não! Os dois comiam ela sem pena nenhuma. Minha mãe já não tava nem aí se ouvissem, ela gritava cada vez mais alto. Os pedidos pra pararem de estuprar o cu dela viraram reboladas pra enfiarem mais fundo. -Não para, não para de me comer! -Ela apoiava as mãos no peito do cara que tava debaixo, assim tinha mais firmeza e se mexia mais rápido- Enche eu de le...! AHH! Os caras gozaram juntos, enchendo os buracos dela. Resolvi me mexer pra ir falar com minha mãe, demorei uns minutos pra sair do lugar onde tava escondido. Quando tava decidido a me aproximar, vi uma coisa que me fez parar. Ela tava ajoelhada na beira da água com as mãos nas costas. Os dois caras pelados na frente dela começaram a mijar no rosto dela e nos peitos. Ela abria a boca pra eles mijarem dentro e depois cuspia no próprio corpo. Depois disso, pegaram as coisas deles e foram embora. Eu sentei na beira perto de onde ela tava. Ela mergulhou na água enquanto se vestia de novo pra depois sair me olhando séria. -Você tá bem? -Perguntei olhando nos olhos dela. -Deixei dois desconhecidos usarem meu corpo do jeito que quiseram -Ajeitou a saia. -Isso não vai acontecer de no... -Fui interrompido por ela, que se ajoelhou na minha frente e colocou a mão no meu pau. -Não é isso... Eu gostei -Com a declaração dela, olhei surpreso- Quer dizer, não é algo que eu faria todo dia, mas... Dei um beijo de língua nela, e ela correspondeu. -Então, você vai deixar eu te emprestar pro Mirko como presente de aniversário? -Tá bom, se é isso que você quer, vou fazer -Ela sorriu.

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