Dime chiquito lindo o caballo

...Melhor me chamar de gostosinho, papai sexy ou cavalo.Ao longo da evolução da humanidade, diferenças muito marcadas viram uma barreira que impede o acasalamento entre macho e fêmea. A fêmea, acostumada a se sentir desejada e a se fazer de desejada, não sente nada pelo macho sem graça, acostumado à rejeição. Mas, mesmo assim, o macho alfa não se destaca pelo físico ou pelos defeitos; e, apesar de ser rejeitado, ele sabe que tem capacidade suficiente para fazer a fêmea gozar — aquela que, uma vez sob seu domínio, sucumbe aos próprios instintos de submissão e fica aberta à concepção. Mas, para conseguir isso, às vezes basta uma pequena faísca, uma pequena semelhança ou uma simples coincidência para que a paixão entre eles transborde num mar de luxúria e prazer absoluto.

Izzi é a garota mais gostosa e desejada do colégio. Cursa o último semestre do ensino médio com boas notas e de olho na faculdade. Faz estágio social duas vezes por semana numa escola de ensino fundamental, onde é o amor platônico de mais de uma centena de pivetes que batem punheta pensando no corpo esbelto dela e na cara linda, e sentem ciúmes do Ángel, colega de escola dela, outro jovem apaixonado pela Izzi que decidiu fazer estágio no mesmo lugar que ela só pra passar mais tempo juntos e, quem sabe, conquistar ela. Mas o relacionamento deles não deu em nada e não passou de uns beijos, uns amassos e talvez uma broxada. Pra Izzi, ele é um garoto bonito, um candidato pra extravasar a paixão que o namorado dela deixa a dever na cama, mas, mesmo assim, ela sente que falta algo pra poder compartilhar com ele os prazeres do desejo.

Corria o ano de 2009. O namorado dela tinha ido buscá-la num sábado depois do trabalho — ela era modelo de roupa pra catálogo, só trabalhava nos fins de semana. Izzi tinha acabado de se mudar pra casa do namorado, um apartamentinho, porque tava de saco cheio do ambiente rígido e conservador dos pais, e por isso resolveu ir morar com ele. O namorado dela. Ela é Elizabeth, mais conhecida como Izzi, uma garota muito gostosa, de pele branca sem ser pálida, cara de menina inocente, corpo magro, barriga chapada e pernas torneadas, peitos firmes e uma bunda grande sem ser exagerada, cabelo comprido, liso e preto com mechas brancas nas pontas, com uma franja de lado no rostinho lindo e os pés dela lindos e bem cuidados. Naquele dia, a uma quadra de chegar no apartamento, o carro velho do namorado dela morreu e não ligou mais. — Puta que pariu, não pega mais! O namorado saiu pra olhar o capô sem saber porra nenhuma de mecânica, depois olhou em volta, a poucos metros tinha uma placa "Oficina Mecânica do Cavalo". Não teve jeito, foi pra lá. Quem recebeu ele foi um homem baixinho, maduro e moreno chamado Jarrow Avendaño. — Fala, meu amigo, como posso ajudar? — Tá vendo aquele carro ali? É meu e acabou de quebrar. O olhar do Jarrow se perdeu na gostosa que tava sentada no banquinho do lado de fora da oficina. Era a Izzi, que nem percebeu ele, porque tava vidrada trocando mensagem com o Ângelo no celular. Ela tava de jeans azul, havaianas e um top preto cobrindo os peitos. — Tá vendo? É aquele ali. — Sim... sim, já vi, jovem. Essa buceta gostosa vai precisar da minha hombridade e das minhas ferramentas potentes, e de muito combustível que eu tenho aqui dentro... claro que a gente pode ajudar, mas vai sair um pouco caro, jovem. — Sério? Não me diga! — Tô te falando, jovem. O baixinho mandou os funcionários pegarem o guincho pra levar o carro pra oficina, enquanto o namorado foi falar com a Izzi pra ela ir sozinha pro apartamento enquanto ele ficava pra resolver os detalhes do carro. — Izzi, já pode ir sozinha, amor, vou ficar aqui. — Sério, não precisa de eu ficar? — Não, gostosa, não precisa. — Ok, te espero lá. Já de noite, quando o namorado chegou em casa: — Amor, o que falaram? Dá pra arrumar o carro? — Me Disseram que o carro vai ficar pronto na quarta, mas o conserto vai sair meio caro, então tô com medo de que ele vai ficar umas semanas parado até eu juntar a grana.
—Ah, caramba.
—Izzi, tô meio duro e no momento não tenho como pagar o conserto.
—Não se preocupa, bebê.
—Desculpa, mas você vai ter que ir de transporte público pro colégio porque não posso te levar.

Era segunda-feira. Izzi tinha tomado banho, se perfumado, vestido uma blusa de alcinhas xadrez cinza, preto e branco que batia no umbigo e mostrava parte da barriga lisa, resultado da alimentação e dos treinos, uma calça jeans justa e sandálias de verão. Segurava os livros abraçados no peito e saiu rumo ao colégio.

Parou na frente da oficina mecânica "O Cavalo" pra esperar a kombi que ia levá-la até parte do caminho, e foi quando finalmente viu ele... Um anão baixinho, barrigudo, meio velho e feio, olhando fixamente pra ela do outro lado da rua, dentro da oficina "O Cavalo". Izzi tava acostumada a chamar atenção de todo tipo de homem quando saía na rua e geralmente não ligava muito pra isso, só que dessa vez era um anão baixinho, velho, barrigudo e feio que tava olhando pra ela, e isso causou uma espécie de nojo e desconforto nela, ainda mais porque ele não tirava os olhos e a encarava com cara de safado.

Ele é Jarrow Avendaño, um homem com nanismo, moreno, 54 anos, de origem hondurenha, com 5 anos morando no México. Trabalha numa oficina mecânica chamada "O Cavalo", em referência ao apelido que tinha desde que vivia em Honduras. É dono da oficina e vai muito bem financeiramente. Veio morar no México porque tinha vários problemas em Honduras e escolheu o México por causa das mulheres lindas que via nas novelas. Ele achava que a maioria das mexicanas era assim, e esse foi o principal motivo pra vir pra cá. É fã das músicas do El General, do gênero merengue, bachata e salsa.

O anão não conseguia parar Ao vê-la, a garota era extremamente gostosa, com aquela pele linda, sem imperfeições, com aquele corpo bonito e esbelto, era tão jovem e com aqueles livros colados no peito faziam ela parecer uma estudante dedicada, as pernas bem torneadas naqueles jeans apertados e aqueles pés lindos com as unhas perfeitas e bem pintadinhas... o anão pensava que queria engravidar aquela mulher.

Chegou a kombi e tirou a Izzi do desconforto que sentia de ser observada pelo anão, ela subiu e foi embora.

A partir daquele dia, todo dia se repetia o mesmo cenário, Izzi esperava a kombi e Jarrow a observava fixamente até que um dia o anão se atreveu a atravessar a rua, se aproximou de Izzi que virou as costas pra ele e disse:

— Oi, gostosa, bom dia.

Izzi não respondeu, ignorou ele completamente enquanto fazia cara de brava, Izzi brava ficava linda, não demorou pra chegar a kombi e ela foi embora.

O anão era insistente e chato e no dia seguinte fez a mesma coisa, atravessou a rua, Izzi virou as costas pra ele, só que dessa vez o anão disse as palavras mágicas...

— Oi, gostosa, bom dia, só queria dizer que você tá muito linda e tem uns pés muito bonitos e bem cuidados, dá pra ver que você é muito caprichosa.

Izzi virou pra olhar ele entre brava e curiosa, nisso chegou a kombi e Izzi subiu, mas uma vez dentro, Izzi começou a pensar... Izzi ficou surpresa em saber que o anão era fetichista de pés e é que Izzi e o anão eram polos opostos, eram tão diferentes, mas se tinha algo que compartilhavam era o fetichismo por pés, Jarrow de adorar uns pés lindos como os da Izzi e Izzi de ter alguém disposto a adorar seus pés lindos.

Agora que Izzi sabia do gosto do anão pelos pés dela, ficou com vontade de fazer alguma coisa, mas não sabia exatamente o quê, se sentia desejada pelo anão mas ao mesmo tempo inalcançável pra ele e é que ela era linda, jovem, branquinha, aplicada e ele, um anão preto, velho, barrigudo e feio, então deu vontade de brincar com o anão, brincar com os sentimentos dele, tinha vontade de dar esperanças pra ele ter uma chance com ela, brincar de falar bonito e sedutor, e quando o anão estivesse pronto e confiante, esmagá-lo e fazer ele ver a realidade de que um homem como ele não pode ter uma mulher como ela, e assim quebrar o coração dele.
No dia seguinte, o anão insistente e odioso como sempre atravessou a rua e mais uma vez falou com ela...
— Oi, gostosa, tá muito calor, né?
Pra surpresa do anão, Izzi virou pra olhar pra ele e com um sorriso respondeu:
— Oi, gatinho lindo, sim, claro, tá um calorão danado.
Disse Izzi enquanto se abanava com a mão, o anão não podia acreditar, a garota linda tinha respondido e ainda chamado ele de gatinho lindo.
— Meu... meu nome é Jarrow Avendaño, gostosa, mas me chamam de Cavalo. E você, como é que se chama?
— Eu me chamo Elizabeth, gatinho lindo, mas me chamam de Izzi de apelido carinhoso.
— Que nome bonito você tem, gostosa, bonito igual você.
— Obrigada... gatinho lindo.
Nisso a kombi chegou.
— Bom, já vou indo, gatinho lindo, até mais... beijos.
A partir daquele dia, era comum o anão atravessar a rua, cumprimentar a linda Elizabeth e ela responder, e eles terem uma conversa rápida sobre coisas banais ou elogios do anão pra moça bonita. Um dia, Izzi tinha que ir pra outro lugar mais cedo e precisava pegar a kombi, mas do lado contrário, do lado da oficina mecânica. Naquele dia, Izzi estava usando uma regata xadrez cinza, preta e branca, jeans justos e umas sandálias de verão. Ela estava do lado de fora da oficina esperando a kombi e sabia que estava sendo observada pelo anão, embora não quisesse olhar pra ele. No entanto, ela inclinou o pé direito com o peito do pé dentro da sandália, colado no chão, mas deixando ver a planta do pé arqueada, com a pele macia e enrugadinha pelo movimento. De vez em quando, ela ficava na ponta dos pés, como se olhasse pra ver se a kombi já estava chegando.
Izzi virou por alguns segundos pra oficina mecânica e, se não fossem os vidros espelhados em O escritório de Jarrow teria flagrado o anão em cima de uma mesa, pelado, se masturbando com a rola preta de 24cm, curva pra cima, um suéter bonito e babado, e uns ovo pendurado, grande e peludo.
O anão tava se masturbando olhando pra linda Izzi, a pele macia dela sem imperfeição, o corpo esbelto, o jeito de se vestir, o cabelo preto, comprido e liso, e as plantas lindas dos pés dela.
— Isso, sua puta, olha pra cá, olha como o seu papai gostoso, o cavalo, se masturba. Você vai ser minha, tem que ser minha, puta. Eu vou te ensinar o que é um homem que engravida, não esse corno do seu marido.
Se uma divindade descesse naquele momento e decidisse que o macho mais viril e a mulher mais gostosa da colônia tinham que cruzar por ordens divinas, sem dúvida os escolhidos seriam o anão e a bela moça.
O anão gozou uns jatos enormes de porra no vidro do escritório dele olhando pra moça. O anão era um velho tarado, depravado e machista, e tava convencido de que aquela mulher tinha que ser dele, e que em vez de carregar livros, ela devia carregar o filho anão dele na barriga. Tava decidido que o sêmen dele, em vez de sujar as janelas, ia engravidar a linda Elizabeth.
Outro dia passou, e o anão deu mais um passo: agora, além de cumprimentar a moça, entregou um presente pra ela, e Izzi aceitou.
— Pra você, mamãe linda.
— Obrigada, baixinho lindo, fico me perguntando o que é.
Era uma caixa embrulhada em papel de presente. Chegou em casa e abriu o pacote: eram umas sandálias altas de verão que Izzi amou, e que reforçaram a ideia dela de brincar e se aproveitar do que ela achava que o anão sentia por ela, pra humilhar ele no final. Ela experimentou e ficaram perfeitas.
No dia seguinte, Izzi estreou elas: vestiu um short jeans, uma blusa preta de alcinha e as sandálias altas de verão novas, que não passaram despercebidas pelo anão.
O anão começou a dar mais presentinhos pra bela moça. Outro dia, deu umas... Sandálias de salto alto transparentes que a Izzi combinou com uma calça jeans justa e a blusa preta dela. No geral, eram calçados, sandálias, sandálias de salto, minissaias, shorts jeans curtos, tops, leggings e blusinhas. A Izzi percebia claramente que eram coisas que o anão adorava ver nela, e ela, pra fortalecer o plano de partir o coração dele, deu o gosto pro anão de vê-la com essas roupas pra ele ficar ainda mais animado.

Conforme o tempo passava, o anão começou a dar presentes mais ousados, que agora eram tanguinhas, meia-calça, biquínis, lingeries, meia arrastão e, apesar de a Izzi gostar da roupa íntima, ela se perguntava por que ele dava esse tipo de roupa já que não podia vê-la.

Uma manhã, enquanto a Izzi se vestia pra ir pro colégio, sentiu vontade de colocar o biquíni preto que o Jarrow tinha dado pra ela há poucos dias como roupa íntima pra sair naquele dia. Naquele dia, os astros se alinharam e, por acaso, o anão a convidou pra entrar no escritório dele dentro da oficina mecânica.

— Oi, gostosa.
— Oi, anão lindo.
— Gostosa, não quer tomar um café comigo?
— Não sei, anão lindo, tenho que ir pro colégio.
— Vai lá, gostosa, só uns 15 minutinhos.
— Hum, não sei... mas, tá bom.

O escritório do anão era um quartinho pequeno dentro da oficina mecânica, onde ele se masturbou da outra vez vendo a Izzi, rodeado de pôsteres de mulheres peladas e de biquíni. Tinha uma caminha no canto do quarto, porque era onde o anão morava, uma mesa que servia de escritório com um banquinho alto pro anão se acomodar, e tocava merengue de fundo. O anão saiu e serviu o café pra Izzi numa xícara pequena. A Izzi tentou disfarçar uma cara de nojo quando ele entregou e não teve coragem de provar nem um gole.

— Gostosa linda, cê gostou dos presentes que te dei?
— Sim, anão lindo, precioso, adorei tudo, muito obrigada.
— Fico feliz que cê gostou, gostosa.
— Sim, que lindo.
— Cê tá muito gostosa com os sapatos que eu dei pra ela, as calças, os shorts e os leggings, você tá... você tá muito gostosa, mãe
- Que lindo, obrigada, obrigada
- Você devia ser modelo ou aparecer numa novela, cê gosta de novela, mãe? Não queria ser atriz?
- Que lindo, garoto, obrigada, obrigada... não, não muito, garoto, prefiro estudar e estar bem preparada... mas sou modelo de roupa
- Ahh que bom, bem merecido porque você é muito gostosa, bem bem gostosa, mãe, e tem que mostrar
- Mmm garoto lindo, você me lisonjeia
- Gostou do biquíni que te dei ontem?
- Sim, muito
- Você deve ficar muito linda com ele
- Isso mesmo... quer ver?

Izzi nem esperou a resposta do anão quando começou a tirar a roupa pra ficar só num lindo biquíni preto e começar a rebolar no ritmo do merengue que tocava no quarto do Jarrow.
O anão ficou de boca aberta vendo a mulherão gostosa de biquíni rebolando no ritmo do merengue.
Foi aí que virou costume o anão convidar a Izzi pra um café no escritório dele e ela modelar os presentinhos mais putaria que o Jarrow dava pra ela: lingerie, meia arrastão, baby doll, biquíni e microtanguinha, enquanto dançava com uma musiquinha safada que tocava no escritório do Jarrow.

Um dia o anão confessou que gostava muito dos pés dela, que eram muito lindos e que sonhava em poder beijá-los. Nesse dia, a Izzi tava de blusa preta, jeans e havaianas.
- Mãe, cê tem uns pés muito lindos
- Ah, obrigada, garoto lindo!
- Sério, mãe, gosto muito dos seus pés, tão bem cuidados, dá pra ver que você é muito higiênica
- Isso mesmo, garoto, muito muito higiênica
- Mãe, queria poder beijar eles, devem cheirar muito gostoso
- Quer beijar meus pés, garoto lindo?
- Sim, mãe, quero sim! Deixa?
- E o que você vai me dar, garoto lindo?
- Mais presentinhos, mãe linda
- Não, você já me deu muitos presentinhos, garoto lindo
- Então o que cê quer, mãe linda?
- Mmm, sei não...
- Fala, mãe, o que cê quer pra eu deixou beijar seus pés?
– Mmmm 1000 pesos
– Tá bom, mamãe... mas cê deixa eu beijar seus pés?
– Se me der os 1000, sim, seu gatinho lindo, precioso

O anão tirou 1000 pesos da carteira e deu pra Izzi, que tirou a sandália e estendeu o pé direito pra ele. Jarrow tava excitado com o pé direito nas mãozinhas dele, que soltava um aroma excitante, a sola macia e um pouco úmida de suor, brilhando em pequenos pontos. O anão começou a lamber e beijar a sola de Izzi, que via com prazer a loucura do anão pelo pé lindo dela. Izzi se sentia desejada e poderosa perto do anão, mas ainda sentia nojo dele. Quando Izzi começou a sentir prazer, lembrou o quão depravado ele era, o quão feio, o quão atrevido pra falar com ela sendo ele o que é e ela o que é, e ainda comprar roupa sexy pra saboreá-la, e pra piorar, dizer que ela era uma gostosa, e agora tava ali lambendo o pé dela com uma cara doida, fora de si. Izzi pensou: "Você me deseja, mas não me tem", e empurrou o anão com força com a sola do pé. O anão bateu na parede, machucou a cabeça, abriu um talho e saiu sangue.

– Aii, mamãe, bati!

Izzi caiu na gargalhada, calçou a sandália e saiu dali. Isso era parte do que ela queria fazer, mas queria mais ainda. No entanto, pensou que quando empurrou o anão, sentiu algo cilíndrico e duro no corpo dele. Se perguntou o que era, mas no fim não deu muita importância.

O anão tava bem, só um galo e um corte.

– Mamãe, bati ontem.

Izzi, de costas pra ele, fechou os olhos e fez cara de saco cheio, mas num instante mudou a expressão e falou com ele do jeito dela.

– Desculpa, gatinho lindo, precioso, é que senti muitas cócegas e tive um impulso.

– Não esquenta, mamãe linda, não aconteceu nada.

Izzi pensou: "Anão preto do caralho, como se eu me importasse".

– Aii, que bom que não aconteceu nada, gatinho lindo.

– Ei, mamãe, e vai me deixar... continuar modelando aquela roupinha linda que "cê" veste por baixo?
- Claro que sim, gatinho lindo, mas hoje não
- Tá bom, mamãe
Naquele dia, mais tarde, apareceram no mesmo lugar onde Izzi esperava a kombi, ela e o Ângel, o parceiro dela. Se abraçaram e se deram um beijo na boca. Izzi fez isso de propósito pra deixar o anão com ciúmes e fazê-lo se sentir inferior, vendo como ela beijava alguém de físico normal, bonito e da idade dela, e não com ele.

O anão viu e, de fato, sentiu ciúmes. O pau dele endureceu e ele queria meter ela no escritório e foder ela por ciúmes, mas sabia que aquela mulher não era dele... ainda não.
- Olha a putinha gostosa, que trai o marido e não comigo, mas já vai me conhecer, putinha.

Na segunda-feira seguinte, Izzi estava de novo no escritório do anão pra modelar a roupa que ele dava pra ela, só que dessa vez ia ser diferente, e o anão sabia disso perfeitamente... no fundo, tocava a música "Te ves buena" do El General.

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Digo, coração, que você tá bem gostosa
Digo, meu amor, que você tá bem gostosa
Bem, bem gostosa, você tá bem gostosa
Bem, bem gostosa, você tá bem gostosa
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- Mamãe, vira um pouquinho e tira a roupa bem devagar
- Tá bom, gatinho lindo

Izzi rebolava o corpo no ritmo da música enquanto tirava a blusa e o jeans de costas pro anão. Quando virou, Izzi ficou surpresa e de boca aberta, porque o anão tava pelado da cintura pra baixo, com o pau bem duro.

Izzi viu um pau totalmente fora de proporção com o corpo do anão. Era um pauzão de mais de 20cm, com uma cabeça grande e linda, um pau curvado pra cima, tipo banana, completamente preto, com uns ovoões pendurados e peludos.


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Veste teu tai e fica mó gostosa
Bota essa mini e fica mó gostosa
Vai pra praia e fica mó gostosa
Com esse biquíni fica mó gostosa
Para o trânsito porque cê é gostosa
Homens se matam porque cê é gostosa
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Izzi ficou parada observando aquela potente masculinidade que o anão carregava, nunca imaginou, não viu chegar, não acreditava ser possível. Izzi se vestiu e vazou o mais rápido que pôde de lá. Izzi não parava de pensar naquela obscena pica, não conseguia tirar a imagem da cabeça, não acreditava no que tinha visto, nem nos sonhos mais eróticos dela tinha imaginado algo assim.
— Maldito anão, depravado doente, pensava Izzi.
Mas o que mais dava raiva é que uma parte dela estava excitada e uma parte dela se sentia e queria se sentir dominada pelo anão.
O anão, por sua vez, estava no escritório dele se masturbando, lembrando da cara que Izzi fez quando viu a pica dele. O anão tinha certeza de que Izzi gostou da pica dele. O que Izzi não imaginava era que, se ela tinha um plano pra humilhar o anão, o anão também tinha o próprio plano pra dominar a mulher. O anão sentia que estava ganhando, como em todas as conquistas dele em Honduras com as milhares de mulheres casadas que acabavam mamando ele quando conheciam a pica dele. Mas Izzi não era como elas, Izzi era uma garota orgulhosa que não podia abaixar o status dela e só ela tinha todas as chances de vencer.
No entanto, Izzi não parava de pensar no membro poderoso dele. Era noite e o calor apertava o quarto, ela sentia a buceta molhada e colocou um travesseiro entre as pernas. Quando dormiu, sonhou que entrava na oficina mecânica do Jarrow e ele estava completamente nu. Eles se pegavam pela mão e caminhavam até o quarto do Jarrow sob o olhar dos funcionários dele. que se achavam menos viris que o chefe Jarrow, respeitavam ele como o macho alfa e queriam ser como ele. E assim que entravam no quarto, o anão subia num banquinho, Izzi abaixava a calcinha fio-dental e o jeans, se inclinava na frente do machão, que pegava ela pelas nádegas e metia forte e fundo pra fazer ela gemer gostoso...
Izzi acordou agitada e pensou:
—Maldito anão doente. Por que ele me mostrou isso?
Izzi parou de falar com o anão, não aceitava mais os presentes dele, mesmo ele pedindo perdão. Ela cortou o papo e recusou os mimos porque tava brincando com fogo e agora tinha medo de se queimar, já que não parava de pensar naquela pica. E o pior é que a buceta dela formigava e ficava molhada só de lembrar. Ela era tão orgulhosa que nem se masturbava pra aliviar esses desejos, por mais culpados que fossem, e isso só aumentava a libido dela dia após dia. Como uma mulher gostosa como ela ia se masturbar pensando na parte íntima daquele anão feioso?

Um dia, recebeu uma carta do anão entregue por um dos funcionários dele, onde ele explicava a rejeição e a discriminação que sofria por ser anão, e que a desejava. Pedia desculpas e pedia um favor por 15 mil reais, que tava disposto a pagar:

"Gatinha linda, me perdoa por ter ficado pelado na sua frente, tava muito empolgado. Uma pessoa como eu ninguém quer desde que cheguei no seu país. Você foi a primeira e única que me tratou bem.
Vou te falar a verdade: se você quiser, nunca mais fala comigo na vida. Só preciso que me faça um favor. Eu te desejo como nenhuma outra mulher. Vou te dar 15 mil reais se você me der um alívio. Faz anos que não tenho intimidade com ninguém por ser anão. Não tô pedindo pra gente transar, só quero que você faça uma punheta com seus pés lindos, só isso. Me faz esse favor e nunca mais fala comigo, e eu nunca mais vou te encher o saco.
Com amor, Jarrow Avendaño"

Izzi percebeu que a O plano estava dando frutos. Agora, o anão a desejava como ninguém e estava disposto a desembolsar 15 mil pesos só por uma punheta com os pés dela. Ela se sentia desejada e poderosa, e a ambição de ganhar 15 mil pesos de forma fácil a levou a aceitar e continuar com seu plano de humilhar e quebrar o coração do anão. Mas agora, além disso, ela ia tirar dele todo o dinheiro possível.

Izzi foi naquela sexta-feira à noite, quando o anão a chamou, depois que ele já tinha fechado a oficina.

— Oi, anão.
— Oi, gostosa, que bom que você "veio", entra.

Por trás de Izzi, o anão sorria maliciosamente.

— Quer beber algo, gostosa?
— Não, anão, vamos direto ao ponto.
— Tá bem, gostosa.

O anão começou a baixar as calças quando Izzi o interrompeu.

— Não, primeiro me paga, anão.
— Te dou 3 mil agora, o resto depois.
— Tá bem... então vamos nessa.

O anão se deitou na cama pelado. Izzi tirou as sandálias de verão e, assim que ficou pronta, deitou-se do outro lado da cama. Com os pés, pegou a pica e começou a masturbar.

— Ufff, ufff... gostosa, isso é delicioso.
— Gostosa linda, ufff, uffff... eu te desejo.

Izzi fazia cara de metida a cada frase que o anão soltava, mas desde o contato dos seus pés lindos com a pica quente, dura e babada do Jarrow, a buceta dela começou a ficar molhada. Passaram-se 10 minutos e o calor aumentava no quarto.

— Gostosa, agora quero propor outra coisa.
— Ahhh, o que você quer agora, anão?
— Te dou mais 15 mil se você fizer com a mão.

Nesse ponto, Izzi esperou calada por 5 segundos, mas aceitou sem hesitar.

— Ok, vou fazer.

Izzi se levantou e se posicionou ao lado da cama. A mão dela pegou a pica enorme do anão com firmeza. A buceta dela soltou uma gotinha ao sentir a textura daquela pica tão firme, dura e macia ao mesmo tempo, e acima de tudo, tão quente. Era mais que o dobro da do namorado dela em altura e grossura. Se não fosse pelo corpinho pequeno do Jarrow, Izzi teria se entregado de corpo e alma ao sexo de um verdadeiro macho. Izzi começou a bombear para cima e para baixo, sem parar. normal e consistente, a pica começava a soltar líquido pré-seminal que besuntava o pau inteiro com a mão da linda izzi... nessa hora, a batedeira do general começou a tocar.

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Ay mamacita, hoje eu tô chegando pelando, pelando, pelando, então se prepara porque você tem que me dar
Me dá a batedeira, mami, me dá a batedeira
Ayyy
Me dá a batedeira, mami, me dá a batedeira
Assim?
Mexe sua bucetinha, mami, mexe sua bucetinha
Que gostoso...

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O anão, mergulhado no desejo e no prazer, começou a berrar coisas que sentia do fundo da alma, sem o menor pudor
-Ufff, mami, eu te desejo, gosto tanto de você, desde que te vi eu te desejo, todo dia eu bato uma pensando em você
A pica soltava um cheiro que chegava no nariz da izzi e a deixava mais excitada do que já tava, era o cheiro da testosterona de um macho de pica grande de verdade
-Por que você tá me chamando de anão?
-Mami, yummy, não me chama de anão, me chama de gostosinho, é assim que se chama o seu macho... gostosinho, cavalão ou papai sexy... quer saber por que me chamam de cavalo?
-Por quê?
-Por essa pica grande de cavalo, toda preta, torta que nem banana e com uns ovozão pendurado, quero furar sua bucetinha com minha pica de cavalo
-Não, anão
-Mami, não gosto que me chame de anão, gosto mais quando me chama de gostosinho, gostoso, me faz sentir como seu macho, como seu homem, você me faz sentir potente que nem um cavalo
-Tá bom... cavalo
-Assim é melhor, mami, eu quero te beijar e quero ser seu amante, que a gente se beije quando seu marido não tiver, que você me receba de biquíni e lingerie na sua casa e a gente faça amor na cama onde você dorme com seu marido, dormir abraçado com você com minha pica dentro da sua buceta, tomar banho juntos e você ensaboar minha pica, que vem aqui quando meus funcionários estiverem e a gente se tranca pra fazer o love e ela ouvir você gemer
- Não é meu marido, cavalo, é meu namorado...
- Mami yummy, sente como minha cock cheira, imagina como deve "cheirar" se a gente fizer o love, um cheiro muito tasty, mami...
- Mami, sonho que você me chupa, que goste de chupar minha cock e todo dia me chupe, que lamba toda minha cock e os ovo deixe brilhando, que tome a cum que sai da minha cock e fique com o gosto da minha cum na sua boca, que me crome como uma women deve cromar seu male
- Mami yummy, já te comeram no cu?
- Não, cavalo
- Mami yummy, quero te encular e você me falar chiaa chiaa
- Olha como tô com a cock por sua causa, olha como ela baba pra sentir sua mão, minha cock de cavalo quer penetrar sua buceta
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Mexe sua cuchi cuchi, mami, mexe sua cuchi cuchi
Eu gosto
Dá a batedeira, mami, dá a batedeira
Ayyy
Dá a batedeira, mami, dá a batedeira
Ayyy, sim
Mexe sua cuchi cuchi, mami, mexe sua cuchi cuchi
Ayyyy
Mexe sua cuchi cuchi, mami, mexe sua cuchi cuchi
Ayyyy, papiiii
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- Mami, quero te engravidar, quero fazer um pivete em você, quero te fazer feliz, uma women como você não devia ir pra escola, uma women como você devia estar grávida de um filho meu na barriga, um pivete pretinho igual ao pai dele, quero que você venha aqui comigo todo dia e fique de quatro pra eu te empotrar como você merece
- Mami, eu...
O pivete sentiu quente, molhado e gostoso na cock, quando abriu os olhos, incrivelmente izzi tava chupando a cock dele, izzi chupava com desejo a yummy cock do pivete, saboreava o gosto forte que a cock suculenta soltava, chupava como se desse um beijo na boca, o pivete colocou os braços atrás da cabeça em sinal de vitória enquanto a A linda Izzi continuava com o boquete indecente, ela lambia o comprimento da pica e depois começou a beijar as bolas enquanto olhava o anão nos olhos com um olhar cheio de luxúria, a buceta dela estava muito molhada. Depois de terminar de lubrificar a pica vitoriosa, Izzi começou a se despir e, uma vez nua, falou pro anão:

— Não fala nada, anão.

Izzi se colocou em cima do anão e apontou a pica pra buceta dela, começou a descer devagar, sentindo centímetro por centímetro a pica enorme abrindo caminho pelas paredes da vagina, até que finalmente conseguiu enfiar tudo. Depois de alguns minutos em que a buceta dela tentou se adaptar à pica de cavalo, ela começou a se mover pra cima e pra baixo.

— Ahhh ahhhh
— Ahhh ahhhh assim, pequenininho... assim, pequenininho lindo, precioso
— Ahhh... aii que gostoso
— Que delícia, pequenininho lindo

A buceta da Izzi lubrificava a pica do Jarrow com os fluidos dela como nunca tinha feito com nenhum outro homem na vida. Em certo momento, Izzi começava a descer completamente até as nádegas baterem nas bolas do Jarrow. Izzi se sentia aberta como nunca na vida e sentia um prazer indescritível. Por dentro, a ponta babona da pica do Jarrow dava beijinhos na entrada do colo do útero da Izzi.

— Ahhhh papai sexy, assim bebê, aiii cavalo, cavalinho, que gostoso, como você me come
— Cê gosta do jeito que eu faço amor, mamãe gostosa?
— Ahhh aiii pequenininho lindo, sim, sim, eu gosto muito, pequenininho lindo, eu adoro
— Vamos trocar, mamãe, agora quero ficar por cima de você
— Sim, papai sexy divino

Izzi se levantou devagar até tirar toda a pica molhada do Jarrow e se deitou com as pernas abertas enquanto Jarrow se ajeitava com aquela pica ameaçadora, toda molhada e escorrendo, pronta pra enfiar na linda Elizabeth.

— Ahhhh aiii papai sexy precioso aiiiiii

O anão enfiou a pica toda na buceta da Izzi, a cabeça dele chegava até os peitos dela, que ele agarrou com toda a luxúria enquanto penetrava com força, e ela o abraçava e acariciava a cabeça com pouco cabelo.

O anão mexia os quadris com toda a força pra meter fundo na linda izzi
-Ai, gatinho lindooo assim minha vida ai gatinho isso meu amor
-Maaais assim aiiii bebê
O anão empurrou com força até o fundo, o pau dele conseguiu atravessar o colo do útero e izzi arregalou os olhos e recebeu um jorro quente e abundante de porra do anão, era uma quantidade enorme de sêmen que inundava a barriga da izzi, os dois tiveram o orgasmo mais gostoso juntos,
Ahhhhhh gozeiiii
Mamãe aí vai meu leiteeeee
O anão ficou uns minutos com o pau ainda dentro da izzi e com as perninhas tremendo, o anão tirou o pau e um rio de porra escorreu da buceta da linda izzi que, assim que recuperou o juízo, se sentiu tão culpada, tão mal, estava puta e tinha falhado consigo mesma, ela tinha brincado com fogo e acabou se queimando, se vestiu o mais rápido que pôde, sem se importar que a porra ainda escorria dela, e vazou dali sem olhar nos olhos do anão de vergonha e totalmente irritada
Continua...


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