...Melhor me chamar de gostosinho, papai sexy ou cavalo.Ao longo da evolução da humanidade, diferenças muito marcadas viram uma barreira que impede o acasalamento entre macho e fêmea. A fêmea, acostumada a se sentir desejada e a se fazer de desejada, não sente nada pelo macho sem graça, acostumado à rejeição. Mas, mesmo assim, o macho alfa não se destaca pelo físico ou pelos defeitos; e, apesar de ser rejeitado, sabe que tem capacidade suficiente para fazer a fêmea gozar — aquela que, uma vez sob seu domínio, sucumbe aos próprios instintos de submissão e fica aberta à concepção. Mas, para conseguir isso, às vezes basta uma pequena faísca, uma pequena semelhança ou uma simples coincidência para que a paixão entre eles transborde num mar de luxúria e prazer absoluto.
Izzi é a garota mais gostosa e desejada do colégio. Cursa o último semestre do ensino médio com boas notas e de olho na faculdade. Faz estágio social duas vezes por semana numa escola de ensino fundamental, onde é o amor platônico de mais de uma centena de moleques que batem punheta pensando no corpo esbelto dela e no rostinho lindo, e sentem ciúmes do Ángel, colega de escola dela — outro jovem apaixonado pela Izzi, que decidiu fazer estágio no mesmo lugar que ela só pra passar mais tempo juntos e quem sabe conquistá-la. Mas o relacionamento deles não deu certo e não passou de uns beijos, uns amassos e talvez um boquete. Pra Izzi, ele é um garoto bonito, um candidato pra extravasar a paixão que o namorado dela deixa a dever na cama, mas, mesmo assim, ela sente que falta algo pra poder compartilhar com ele os prazeres do desejo.
Corria o ano de 2009. O namorado dela tinha ido buscá-la num sábado depois do trabalho — ela era modelo de roupa pra catálogo, só trabalhava nos fins de semana. Izzi tinha acabado de se mudar pra casa do namorado, um apartamentinho, porque tava de saco cheio do ambiente rígido e conservador dos pais, e por isso decidiu ir morar com ele. o namorado dela. Ela é Elizabeth, mais conhecida como Izzi, uma garota muito gostosa, de pele branca sem ser pálida, cara de menina meiga, corpo magro, barriga chapada e pernas torneadas, peitos firmes e uma bunda grande sem ser exagerada, cabelo comprido, liso e preto com mechas brancas nas pontas, com uma franja de lado no rostinho lindo dela e os pés dela lindos e bem cuidados. Naquele dia, a uma quadra de chegar no apartamento, o carro velho do namorado dela apagou e não ligou mais. -Puta que pariu, não pega mais! O namorado saiu pra olhar o capô sem saber porra nenhuma de mecânica, depois olhou em volta, a alguns metros tinha uma placa "Oficina Mecânica do Cavalo". Não teve jeito, foi pra lá. Foi recebido por um homem baixinho, maduro e moreno chamado Jarrow Avendaño. -Fala, meu amigo, no que posso ajudar? -Tá vendo aquele carro ali? É meu e acabou de quebrar. O olhar do Jarrow se perdeu na gostosa que tava sentada no banquinho do lado de fora da oficina. Era a Izzi, que nem percebeu ele, porque tava distraída trocando mensagem com o Ângelo no celular. Ela tava de jeans azul, havaianas e um top preto cobrindo os peitos. -Tá vendo? É aquele ali. -Sim... sim, já vi, jovem. Essa buceta gostosa vai precisar da minha hombridade e das minhas ferramentas potentes, e muito combustível que eu tenho aqui dentro... claro que podemos ajudar, mas vai sair um pouco caro, jovem. -Sério? Não me diga! -Tô te falando, jovem. O baixinho mandou os funcionários pegarem o guincho pra levar o carro pra oficina dele, enquanto o namorado foi falar com a Izzi pra ela ir sozinha pro apartamento enquanto ele ficava pra ver os detalhes do carro. -Izzi, já pode ir sozinha, amor, vou ficar aqui. -Sério, não precisa de eu ficar? -Não, gostosa, não precisa. -Ok, te espero lá. Já de noite, quando o namorado chegou em casa: -Amor, o que falaram? Vai dar pra arrumar o carro? -Me Disseram que o carro vai ficar pronto na quarta, mas o conserto vai sair meio caro, então tô achando que vai ficar umas semanas parado até eu juntar a grana.
—Ah, caramba.
—Izzi, tô meio duro e no momento não tenho como pagar o conserto.
—Não se preocupa, bebê.
—Desculpa, mas você vai ter que ir de transporte público pro colégio porque não posso te levar.
Era segunda-feira. Izzi tinha tomado banho, se perfumado, vestido uma blusa de alcinhas xadrez cinza, preto e branco que batia no umbigo e mostrava parte da barriga lisa, fruto da alimentação e dos treinos dela, uma calça jeans justa e sandálias de verão. Segurava os livros abraçados no peito e saiu rumo ao colégio.
Parou na frente da oficina mecânica "El Caballo" pra esperar a kombi que ia levá-la até uma parte do caminho, e foi quando finalmente viu ele... Um anão moreno, barrigudo, meio velho e feio, olhando fixamente pra ela do outro lado da rua, dentro da oficina "El Caballo". Izzi tava acostumada a chamar atenção dos homens de todo tipo quando saía na rua e geralmente não ligava muito pra isso, só que dessa vez era um anão moreno, velho, barrigudo e feio que tava olhando pra ela, e isso causou uma espécie de nojo e desconforto nela, porque ele não tirava os olhos de cima dela e ainda olhava com cara de safado.
Ele é Jarrow Avendaño, um homem com nanismo, moreno, 54 anos, de origem hondurenha, com 5 anos morando no México. Trabalha numa oficina mecânica chamada "El Caballo", em referência ao apelido que tinha desde que morava em Honduras. É dono da oficina e vai muito bem financeiramente. Veio morar no México porque tinha vários problemas em Honduras e escolheu o México por causa das mulheres lindas que via nas novelas. Ele achava que a maioria das mexicanas era assim, e esse foi o principal motivo pra vir pro México. É fã das músicas do El General, do gênero merengue, bachata e salsa.
O anão não conseguia parar Ao vê-la, a garota era extremamente gostosa, com aquela pele linda, sem imperfeições, com aquele corpo bonito e esbelto, era tão jovem e com aqueles livros colados no peito faziam ela parecer uma estudante dedicada, as pernas bem torneadas naquela calça jeans apertada e aqueles pés lindos com as unhas perfeitas e bem pintadinhas... o anão pensava que queria engravidar aquela mulher.
Chegou a van e tirou a Izzi do desconforto que sentia de ser observada pelo anão, ela subiu e foi embora.
A partir daquele dia, todo dia se repetia o mesmo cenário: Izzi esperava a van e Jarrow a observava fixamente até que um dia o anão se atreveu a atravessar a rua, se aproximou de Izzi, que virou as costas pra ele, e disse:
— Oi, gostosa, bom dia.
Izzi não respondeu, ignorou ele completamente enquanto fazia cara de brava. Izzi brava ficava linda. Não demorou pra van chegar e ela foi embora.
O anão era insistente e chato, e no dia seguinte fez a mesma coisa: atravessou a rua, Izzi virou as costas, só que dessa vez o anão disse as palavras mágicas...
— Oi, gostosa, bom dia. Só queria dizer que você tá muito linda e tem uns pés muito bonitos e bem cuidados, dá pra ver que a senhora é bem caprichosa.
Izzi virou pra olhar ele, entre brava e curiosa. Nisso, a van chegou e Izzi subiu, mas uma vez lá dentro, Izzi começou a pensar... Izzi ficou surpresa em saber que o anão era fetichista de pés, e é que Izzi e o anão eram opostos, eram tão diferentes, mas se tinha algo que compartilhavam era o fetiche por pés: Jarrow de adorar uns pés lindos como os de Izzi, e Izzi de ter alguém disposto a adorar seus pés lindos.
Agora que Izzi sabia do gosto do anão pelos pés dela, ficou com vontade de fazer alguma coisa, mas não sabia exatamente o quê. Ela se sentia desejada pelo anão, mas ao mesmo tempo inalcançável pra ele, e é que ela era linda, jovem, branquinha, aplicada, e ele, um anão preto, velho, barrigudo e feio. Então deu vontade nela de brincar com o anão, brincar com os sentimentos dele. Tinha vontade de dar esperanças pra ele ter uma chance com ela, brincar de falar bonito e sedutor, e quando o anão estivesse pronto e confiante, esmagá-lo e fazer ele ver a realidade de que um homem como ele não pode ter uma mulher como ela, e assim quebrar o coração dele.
No dia seguinte, o anão insistente e odioso como sempre atravessou a rua e mais uma vez falou com ela...
— Oi, gostosa, tá um calorão, né?
Pra surpresa do anão, Izzi virou pra olhar pra ele e, com um sorriso, respondeu:
— Oi, gatinho lindo, sim, claro, tá um calor imenso, imenso.
Disse Izzi enquanto se abanava com a mão. O anão não podia acreditar, a garota linda tinha respondido e ainda o chamou de gatinho lindo.
— Meu... meu nome é Jarrow Avendaño, gostosa, mas me chamam de Cavalo. E você, como se chama?
— Eu me chamo Elizabeth, gatinho lindo, mas me chamam de Izzi de apelido carinhoso.
— Que nome bonito você tem, gostosa, bonito igual você.
— Obrigada... gatinho lindo.
Nisso, a kombi chegou.
— Bom, já vou indo, gatinho lindo, até mais... beijos.
A partir daquele dia, era comum o anão atravessar a rua, cumprimentar a linda Elizabeth e ela responder, e eles terem uma conversa rápida sobre coisas banais ou elogios do anão pra bela moça. Um dia, Izzi precisava ir pra outro lugar mais cedo e tinha que pegar a kombi, mas do lado oposto, do lado da oficina mecânica. Naquele dia, Izzi estava usando uma regata xadrez cinza, preta e branca, jeans justos e umas sandálias de verão. Ela estava do lado de fora da oficina esperando a kombi e sabia que estava sendo observada pelo anão, embora não quisesse olhar pra ele. No entanto, ela inclinou o pé direito com o peito do pé dentro da sandália, colado no chão, mas deixando ver a planta do pé arqueada, com a pele macia e enrugadinha pelo movimento. De vez em quando, ela ficava na ponta dos pés, como se olhasse pra ver se a kombi já estava chegando.
Izzi virou por alguns segundos pra oficina mecânica e, se não fossem os vidros espelhados em O escritório de Jarrow teria flagrado o anão em cima de uma mesa, pelado, se masturbando aquele pau preto de 24cm, curvado pra cima, com uma cabeça linda e babada e um saco enorme, peludo e balançando.
O anão tava se tocando olhando pra linda da Izzi, a pele macia dela sem nenhuma imperfeição, o corpo esbelto, o jeito de se vestir, o cabelo preto, liso e comprido, e as solas lindas dos pés dela.
— Isso, vagabunda. Olha pra cá, olha como teu papai sexy, o cavalão, se masturba. Você vai ser minha, tem que ser minha, putinha. Eu vou te ensinar o que é um homem de verdade, que engravida, e não esse corno do teu marido.
Se uma divindade descesse naquele momento e decidisse que o macho mais viril e a mulher mais gostosa da vila tinham que cruzar por ordem divina, sem dúvida os escolhidos seriam o anão e a bela moça.
O anão gozou uns jatos enormes de porra no vidro do escritório dele olhando pra moça. O anão era um velho tarado, depravado e machista, e tava convencido de que aquela mulher tinha que ser dele, e que em vez de carregar livros, ela devia carregar o filho anão dele na barriga. Tava decidido que o sêmen dele, em vez de sujar as janelas, ia engravidar a linda Elizabeth.
Outro dia passou, e o anão deu mais um passo: agora, além de cumprimentar a moça, entregou um presente pra ela, e Izzi aceitou.
— Pra você, mamãe linda.
— Obrigada, anãozinho lindo. Fico me perguntando o que será.
Era uma caixa embrulhada em papel de presente. Chegou em casa, abriu o pacote: eram umas sandálias altas de verão que Izzi amou. Aquilo reforçou a ideia dela de brincar e se aproveitar do que ela achava que o anão sentia por ela, pra humilhar ele no final. Ela experimentou e ficaram perfeitas.
No dia seguinte, Izzi estreou as sandálias. Vestiu um short jeans, uma blusa preta de alças e as sandálias altas de verão novas, que não passaram despercebidas pelo anão.
O anão começou a dar mais presentinhos pra bela moça. Outro dia, deu umas... Sandálias de salto transparente que a Izzi combinou com uma jeans justa e a blusa preta dela. No geral, eram calçados, sandálias, sandálias de salto, minissaias, shorts jeans curtos, tops, leggings e blusinhas. A Izzi percebia claramente que eram coisas que o anão gostava de ver nela, e ela, pra fortalecer o plano de partir o coração dele, deu o gosto pro anão de vê-la com essas roupas pra ele ficar ainda mais empolgado.
Conforme o tempo passava, o anão começou a dar presentes mais ousados, que agora eram fio dental, meia-calça, biquínis, lingeries, meia arrastão e, apesar de a Izzi gostar da roupa íntima, ela se perguntava por que ele dava esse tipo de roupa já que não podia vê-la.
Uma manhã, enquanto a Izzi se vestia pra ir pro colégio, sentiu vontade de vestir o biquíni preto que o Jarrow tinha dado pra ela há poucos dias como roupa íntima pra sair naquele dia. Naquele dia, os astros se alinharam e, por acaso, o anão a convidou pra entrar no escritório dele dentro da oficina mecânica.
— Oi, gostosa.
— Oi, anãozinho lindo.
— Gostosa, não quer tomar um café comigo?
— Não sei, anãozinho lindo, tenho que ir pro colégio.
— Vai lá, gostosa, só uns 15 minutinhos.
— Hum, não sei, mas... tá bom.
O escritório do anão era um quartinho pequeno dentro da oficina mecânica, onde ele se masturbou da outra vez vendo a Izzi, rodeado de pôsteres de mulheres peladas e de biquíni. Tinha uma caminha no canto do quarto, porque era onde o anão morava, uma mesa que servia de escritório com um banquinho alto pro anão se acomodar, e tocava merengue de fundo. O anão saiu e serviu o café pra Izzi numa xícara pequena. A Izzi tentou esconder uma cara de nojo quando ele entregou e não teve coragem de provar um gole sequer.
— Gostosa linda, cê gostou dos presentes que te dei?
— Sim, anãozinho lindo, precioso, adorei tudo, muito obrigada.
— Fico feliz que cê gostou, gostosa.
— É, que lindo.
— Cê tá muito gostosa com os sapatos que eu dei pra ela, as calças, os shorts e os leggings, cê tá "muito"... cê tá "muito" gostosa, mãe
- Que lindo, obrigada, obrigada
- "Cê" devia ser modelo ou aparecer numa novela, cê gosta de novelas, mãe? Não queria ser atriz?
- Que lindo, garoto, obrigada, obrigada... não, não muito, garoto, prefiro estudar e estar bem preparada... mas sou modelo de roupa
- Ahh que bom, bem merecido porque cê é muito gostosa, bem bem gostosa, mãe, e tem que mostrar
- Mmm garoto lindo, me elogia
- Cê gostou do biquíni que eu te dei ontem?
- Sim, muito
- Cê deve ficar muito linda com ele
- Isso mesmo... quer ver?
Izzi nem esperou a resposta do anão quando começou a tirar a roupa pra ficar só num lindo biquíni preto e começar a rebolar no ritmo do merengue que tava tocando no quarto do Jarrow.
O anão ficou de boca aberta vendo a mulherão gostosa de biquíni rebolando no ritmo do merengue.
Foi aí que virou costume o anão convidar a Izzi pra um café no escritório dele e ela modelar os presentinhos mais putaria que o Jarrow dava pra ela: lingerie, meia arrastão, baby doll, biquíni e mini calcinha fio dental enquanto dançava com uma musiquinha safada que tocava no escritório do Jarrow.
Um dia o anão confessou que gostava muito dos pés dela, que eram muito lindos e que sonhava em poder beijá-los. Nesse dia, a Izzi tava de blusa preta, jeans e havaianas.
- Mãe, cê tem uns pés muito lindos
- Ahh, obrigada, garoto lindo!
- Sério, mãe, gosto muito dos seus pés, tão bem cuidados, dá pra ver que cê é muito higiênica
- Isso mesmo, garoto, muito muito higiênica
- Mãe, queria poder beijar eles, devem "cheirar" muito gostoso
- Cê quer beijar meus pés, garoto lindo?
- Sim, mãe, quero sim! Cê deixa?
- E o que cê vai me dar, garoto lindo?
- Mais presentinhos, mãe linda
- Não, cê já me deu muitos presentinhos, garoto lindo
- Então o que cê quer, mãe linda?
- Mmm, sei não...
- Fala, mãe, o que cê quer pra eu deixou beijar seus pés?
– Mmmm 1000 pesos
– Tá bom, mami... mas cê deixa eu beijar seus pés?
– Se me der os 1000, sim, seu lindinho, precioso
O anão tirou 1000 pesos da carteira e deu pra Izzi, que tirou a sandália e ofereceu o pé direito pra ele. Jarrow tava excitado com o pé direito nas mãozinhas dele, que soltava um aroma excitante, a sola macia e um pouco úmida de suor, brilhando em pequenos pontos. O anão começou a lamber e beijar a sola de Izzi, que via com prazer a loucura do anão pelo pé lindo dela. Izzi se sentia desejada e poderosa perto do anão, mas ainda sentia nojo dele. Quando Izzi começou a sentir prazer, lembrou o quão depravado ele era, o quão feio, o quão atrevido pra falar com ela sendo ele o que é e ela o que é, e ainda comprar roupa sexy pra saboreá-la, e pra piorar, dizer que ela era uma gostosa, e agora tava ali lambendo o pé dela com uma cara doida e fora de si. Izzi pensou: "Você me deseja, mas não me tem", e empurrou o anão com força com a sola do pé. O anão foi parar na parede, bateu a cabeça, abriu um talho e saiu sangue.
– Aii, mami, bati!
Izzi deu uma gargalhada, calçou a sandália e saiu dali. Isso era parte do que ela queria fazer, mas queria mais ainda. No entanto, pensou que quando empurrou o anão, sentiu algo cilíndrico e duro no corpo dele. Se perguntou o que seria, mas no fim não deu muita importância.
O anão tava bem, só um galo e um corte.
– Mami, bati ontem.
Izzi, de costas pra ele, fechou os olhos e fez cara de saco cheio, mas num instante mudou a expressão e falou do jeito que sempre falava.
– Desculpa, lindinho precioso, é que senti muitas cócegas e tive um impulso.
– Fica tranquila, mami linda, não aconteceu nada.
Izzi pensou: "Anão preto do caralho, como se eu me importasse".
– Aii, que bom que não aconteceu nada, lindinho.
– Ei, mami, e você vai me continuar modelando aquela roupinha linda que "cê" veste por baixo?
- Claro que sim, gatinho lindo, mas hoje não
- Tá bom, mamãe
Naquele dia, mais tarde, apareceram no mesmo lugar onde Izzi esperava a kombi, ela e o Ángel, o parceiro dela. Se abraçaram e se deram um beijo na boca. Izzi fez isso de propósito pra deixar o anão com ciúmes e fazê-lo se sentir inferior, vendo como ela beijava alguém de físico normal, bonito e da idade dela, e não com ele.
O anão viu e, de fato, sentiu ciúmes. O pau dele endureceu e ele queria meter ela no escritório e foder ela por puro ciúme, mas sabia que aquela mulher não era dele... ainda não.
- Olha a putinha gostosa, que trai o marido e não é comigo. Mas já já você vai me conhecer, putinha.
Na segunda-feira seguinte, Izzi estava de novo no escritório do anão pra modelar as roupas que ele dava pra ela. Só que dessa vez ia ser diferente, e o anão sabia disso perfeitamente... no fundo, tocava a música "Te ves buena", do El General.
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Digo, coração, que você tá muito gostosa
Digo, meu amor, que você tá muito gostosa
Muito, muito gostosa, você tá muito gostosa
Muito, muito gostosa, você tá muito gostosa
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- Mamãe, vira um pouquinho e tira a roupa devagar assim
- Tá bom, gatinho lindo
Izzi rebolava o corpo no ritmo da música enquanto tirava a blusa e o jeans de costas pro anão. Quando virou, Izzi ficou surpresa e de boca aberta, porque o anão tava pelado da cintura pra baixo, com o pau bem duro.
Izzi viu um pau totalmente desproporcional ao corpo do anão. Era um pauzão de mais de 20 cm, com uma cabeça grande e linda, um pau curvado pra cima, tipo banana, completamente preto, com uns ovoões pendurados e peludos.
Izzi é a garota mais gostosa e desejada do colégio. Cursa o último semestre do ensino médio com boas notas e de olho na faculdade. Faz estágio social duas vezes por semana numa escola de ensino fundamental, onde é o amor platônico de mais de uma centena de moleques que batem punheta pensando no corpo esbelto dela e no rostinho lindo, e sentem ciúmes do Ángel, colega de escola dela — outro jovem apaixonado pela Izzi, que decidiu fazer estágio no mesmo lugar que ela só pra passar mais tempo juntos e quem sabe conquistá-la. Mas o relacionamento deles não deu certo e não passou de uns beijos, uns amassos e talvez um boquete. Pra Izzi, ele é um garoto bonito, um candidato pra extravasar a paixão que o namorado dela deixa a dever na cama, mas, mesmo assim, ela sente que falta algo pra poder compartilhar com ele os prazeres do desejo.
Corria o ano de 2009. O namorado dela tinha ido buscá-la num sábado depois do trabalho — ela era modelo de roupa pra catálogo, só trabalhava nos fins de semana. Izzi tinha acabado de se mudar pra casa do namorado, um apartamentinho, porque tava de saco cheio do ambiente rígido e conservador dos pais, e por isso decidiu ir morar com ele. o namorado dela. Ela é Elizabeth, mais conhecida como Izzi, uma garota muito gostosa, de pele branca sem ser pálida, cara de menina meiga, corpo magro, barriga chapada e pernas torneadas, peitos firmes e uma bunda grande sem ser exagerada, cabelo comprido, liso e preto com mechas brancas nas pontas, com uma franja de lado no rostinho lindo dela e os pés dela lindos e bem cuidados. Naquele dia, a uma quadra de chegar no apartamento, o carro velho do namorado dela apagou e não ligou mais. -Puta que pariu, não pega mais! O namorado saiu pra olhar o capô sem saber porra nenhuma de mecânica, depois olhou em volta, a alguns metros tinha uma placa "Oficina Mecânica do Cavalo". Não teve jeito, foi pra lá. Foi recebido por um homem baixinho, maduro e moreno chamado Jarrow Avendaño. -Fala, meu amigo, no que posso ajudar? -Tá vendo aquele carro ali? É meu e acabou de quebrar. O olhar do Jarrow se perdeu na gostosa que tava sentada no banquinho do lado de fora da oficina. Era a Izzi, que nem percebeu ele, porque tava distraída trocando mensagem com o Ângelo no celular. Ela tava de jeans azul, havaianas e um top preto cobrindo os peitos. -Tá vendo? É aquele ali. -Sim... sim, já vi, jovem. Essa buceta gostosa vai precisar da minha hombridade e das minhas ferramentas potentes, e muito combustível que eu tenho aqui dentro... claro que podemos ajudar, mas vai sair um pouco caro, jovem. -Sério? Não me diga! -Tô te falando, jovem. O baixinho mandou os funcionários pegarem o guincho pra levar o carro pra oficina dele, enquanto o namorado foi falar com a Izzi pra ela ir sozinha pro apartamento enquanto ele ficava pra ver os detalhes do carro. -Izzi, já pode ir sozinha, amor, vou ficar aqui. -Sério, não precisa de eu ficar? -Não, gostosa, não precisa. -Ok, te espero lá. Já de noite, quando o namorado chegou em casa: -Amor, o que falaram? Vai dar pra arrumar o carro? -Me Disseram que o carro vai ficar pronto na quarta, mas o conserto vai sair meio caro, então tô achando que vai ficar umas semanas parado até eu juntar a grana.
—Ah, caramba.
—Izzi, tô meio duro e no momento não tenho como pagar o conserto.
—Não se preocupa, bebê.
—Desculpa, mas você vai ter que ir de transporte público pro colégio porque não posso te levar.
Era segunda-feira. Izzi tinha tomado banho, se perfumado, vestido uma blusa de alcinhas xadrez cinza, preto e branco que batia no umbigo e mostrava parte da barriga lisa, fruto da alimentação e dos treinos dela, uma calça jeans justa e sandálias de verão. Segurava os livros abraçados no peito e saiu rumo ao colégio.
Parou na frente da oficina mecânica "El Caballo" pra esperar a kombi que ia levá-la até uma parte do caminho, e foi quando finalmente viu ele... Um anão moreno, barrigudo, meio velho e feio, olhando fixamente pra ela do outro lado da rua, dentro da oficina "El Caballo". Izzi tava acostumada a chamar atenção dos homens de todo tipo quando saía na rua e geralmente não ligava muito pra isso, só que dessa vez era um anão moreno, velho, barrigudo e feio que tava olhando pra ela, e isso causou uma espécie de nojo e desconforto nela, porque ele não tirava os olhos de cima dela e ainda olhava com cara de safado.
Ele é Jarrow Avendaño, um homem com nanismo, moreno, 54 anos, de origem hondurenha, com 5 anos morando no México. Trabalha numa oficina mecânica chamada "El Caballo", em referência ao apelido que tinha desde que morava em Honduras. É dono da oficina e vai muito bem financeiramente. Veio morar no México porque tinha vários problemas em Honduras e escolheu o México por causa das mulheres lindas que via nas novelas. Ele achava que a maioria das mexicanas era assim, e esse foi o principal motivo pra vir pro México. É fã das músicas do El General, do gênero merengue, bachata e salsa.
O anão não conseguia parar Ao vê-la, a garota era extremamente gostosa, com aquela pele linda, sem imperfeições, com aquele corpo bonito e esbelto, era tão jovem e com aqueles livros colados no peito faziam ela parecer uma estudante dedicada, as pernas bem torneadas naquela calça jeans apertada e aqueles pés lindos com as unhas perfeitas e bem pintadinhas... o anão pensava que queria engravidar aquela mulher.
Chegou a van e tirou a Izzi do desconforto que sentia de ser observada pelo anão, ela subiu e foi embora.
A partir daquele dia, todo dia se repetia o mesmo cenário: Izzi esperava a van e Jarrow a observava fixamente até que um dia o anão se atreveu a atravessar a rua, se aproximou de Izzi, que virou as costas pra ele, e disse:
— Oi, gostosa, bom dia.
Izzi não respondeu, ignorou ele completamente enquanto fazia cara de brava. Izzi brava ficava linda. Não demorou pra van chegar e ela foi embora.
O anão era insistente e chato, e no dia seguinte fez a mesma coisa: atravessou a rua, Izzi virou as costas, só que dessa vez o anão disse as palavras mágicas...
— Oi, gostosa, bom dia. Só queria dizer que você tá muito linda e tem uns pés muito bonitos e bem cuidados, dá pra ver que a senhora é bem caprichosa.
Izzi virou pra olhar ele, entre brava e curiosa. Nisso, a van chegou e Izzi subiu, mas uma vez lá dentro, Izzi começou a pensar... Izzi ficou surpresa em saber que o anão era fetichista de pés, e é que Izzi e o anão eram opostos, eram tão diferentes, mas se tinha algo que compartilhavam era o fetiche por pés: Jarrow de adorar uns pés lindos como os de Izzi, e Izzi de ter alguém disposto a adorar seus pés lindos.
Agora que Izzi sabia do gosto do anão pelos pés dela, ficou com vontade de fazer alguma coisa, mas não sabia exatamente o quê. Ela se sentia desejada pelo anão, mas ao mesmo tempo inalcançável pra ele, e é que ela era linda, jovem, branquinha, aplicada, e ele, um anão preto, velho, barrigudo e feio. Então deu vontade nela de brincar com o anão, brincar com os sentimentos dele. Tinha vontade de dar esperanças pra ele ter uma chance com ela, brincar de falar bonito e sedutor, e quando o anão estivesse pronto e confiante, esmagá-lo e fazer ele ver a realidade de que um homem como ele não pode ter uma mulher como ela, e assim quebrar o coração dele.
No dia seguinte, o anão insistente e odioso como sempre atravessou a rua e mais uma vez falou com ela...
— Oi, gostosa, tá um calorão, né?
Pra surpresa do anão, Izzi virou pra olhar pra ele e, com um sorriso, respondeu:
— Oi, gatinho lindo, sim, claro, tá um calor imenso, imenso.
Disse Izzi enquanto se abanava com a mão. O anão não podia acreditar, a garota linda tinha respondido e ainda o chamou de gatinho lindo.
— Meu... meu nome é Jarrow Avendaño, gostosa, mas me chamam de Cavalo. E você, como se chama?
— Eu me chamo Elizabeth, gatinho lindo, mas me chamam de Izzi de apelido carinhoso.
— Que nome bonito você tem, gostosa, bonito igual você.
— Obrigada... gatinho lindo.
Nisso, a kombi chegou.
— Bom, já vou indo, gatinho lindo, até mais... beijos.
A partir daquele dia, era comum o anão atravessar a rua, cumprimentar a linda Elizabeth e ela responder, e eles terem uma conversa rápida sobre coisas banais ou elogios do anão pra bela moça. Um dia, Izzi precisava ir pra outro lugar mais cedo e tinha que pegar a kombi, mas do lado oposto, do lado da oficina mecânica. Naquele dia, Izzi estava usando uma regata xadrez cinza, preta e branca, jeans justos e umas sandálias de verão. Ela estava do lado de fora da oficina esperando a kombi e sabia que estava sendo observada pelo anão, embora não quisesse olhar pra ele. No entanto, ela inclinou o pé direito com o peito do pé dentro da sandália, colado no chão, mas deixando ver a planta do pé arqueada, com a pele macia e enrugadinha pelo movimento. De vez em quando, ela ficava na ponta dos pés, como se olhasse pra ver se a kombi já estava chegando.
Izzi virou por alguns segundos pra oficina mecânica e, se não fossem os vidros espelhados em O escritório de Jarrow teria flagrado o anão em cima de uma mesa, pelado, se masturbando aquele pau preto de 24cm, curvado pra cima, com uma cabeça linda e babada e um saco enorme, peludo e balançando.
O anão tava se tocando olhando pra linda da Izzi, a pele macia dela sem nenhuma imperfeição, o corpo esbelto, o jeito de se vestir, o cabelo preto, liso e comprido, e as solas lindas dos pés dela.
— Isso, vagabunda. Olha pra cá, olha como teu papai sexy, o cavalão, se masturba. Você vai ser minha, tem que ser minha, putinha. Eu vou te ensinar o que é um homem de verdade, que engravida, e não esse corno do teu marido.
Se uma divindade descesse naquele momento e decidisse que o macho mais viril e a mulher mais gostosa da vila tinham que cruzar por ordem divina, sem dúvida os escolhidos seriam o anão e a bela moça.
O anão gozou uns jatos enormes de porra no vidro do escritório dele olhando pra moça. O anão era um velho tarado, depravado e machista, e tava convencido de que aquela mulher tinha que ser dele, e que em vez de carregar livros, ela devia carregar o filho anão dele na barriga. Tava decidido que o sêmen dele, em vez de sujar as janelas, ia engravidar a linda Elizabeth.
Outro dia passou, e o anão deu mais um passo: agora, além de cumprimentar a moça, entregou um presente pra ela, e Izzi aceitou.
— Pra você, mamãe linda.
— Obrigada, anãozinho lindo. Fico me perguntando o que será.
Era uma caixa embrulhada em papel de presente. Chegou em casa, abriu o pacote: eram umas sandálias altas de verão que Izzi amou. Aquilo reforçou a ideia dela de brincar e se aproveitar do que ela achava que o anão sentia por ela, pra humilhar ele no final. Ela experimentou e ficaram perfeitas.
No dia seguinte, Izzi estreou as sandálias. Vestiu um short jeans, uma blusa preta de alças e as sandálias altas de verão novas, que não passaram despercebidas pelo anão.
O anão começou a dar mais presentinhos pra bela moça. Outro dia, deu umas... Sandálias de salto transparente que a Izzi combinou com uma jeans justa e a blusa preta dela. No geral, eram calçados, sandálias, sandálias de salto, minissaias, shorts jeans curtos, tops, leggings e blusinhas. A Izzi percebia claramente que eram coisas que o anão gostava de ver nela, e ela, pra fortalecer o plano de partir o coração dele, deu o gosto pro anão de vê-la com essas roupas pra ele ficar ainda mais empolgado.
Conforme o tempo passava, o anão começou a dar presentes mais ousados, que agora eram fio dental, meia-calça, biquínis, lingeries, meia arrastão e, apesar de a Izzi gostar da roupa íntima, ela se perguntava por que ele dava esse tipo de roupa já que não podia vê-la.
Uma manhã, enquanto a Izzi se vestia pra ir pro colégio, sentiu vontade de vestir o biquíni preto que o Jarrow tinha dado pra ela há poucos dias como roupa íntima pra sair naquele dia. Naquele dia, os astros se alinharam e, por acaso, o anão a convidou pra entrar no escritório dele dentro da oficina mecânica.
— Oi, gostosa.
— Oi, anãozinho lindo.
— Gostosa, não quer tomar um café comigo?
— Não sei, anãozinho lindo, tenho que ir pro colégio.
— Vai lá, gostosa, só uns 15 minutinhos.
— Hum, não sei, mas... tá bom.
O escritório do anão era um quartinho pequeno dentro da oficina mecânica, onde ele se masturbou da outra vez vendo a Izzi, rodeado de pôsteres de mulheres peladas e de biquíni. Tinha uma caminha no canto do quarto, porque era onde o anão morava, uma mesa que servia de escritório com um banquinho alto pro anão se acomodar, e tocava merengue de fundo. O anão saiu e serviu o café pra Izzi numa xícara pequena. A Izzi tentou esconder uma cara de nojo quando ele entregou e não teve coragem de provar um gole sequer.
— Gostosa linda, cê gostou dos presentes que te dei?
— Sim, anãozinho lindo, precioso, adorei tudo, muito obrigada.
— Fico feliz que cê gostou, gostosa.
— É, que lindo.
— Cê tá muito gostosa com os sapatos que eu dei pra ela, as calças, os shorts e os leggings, cê tá "muito"... cê tá "muito" gostosa, mãe
- Que lindo, obrigada, obrigada
- "Cê" devia ser modelo ou aparecer numa novela, cê gosta de novelas, mãe? Não queria ser atriz?
- Que lindo, garoto, obrigada, obrigada... não, não muito, garoto, prefiro estudar e estar bem preparada... mas sou modelo de roupa
- Ahh que bom, bem merecido porque cê é muito gostosa, bem bem gostosa, mãe, e tem que mostrar
- Mmm garoto lindo, me elogia
- Cê gostou do biquíni que eu te dei ontem?
- Sim, muito
- Cê deve ficar muito linda com ele
- Isso mesmo... quer ver?
Izzi nem esperou a resposta do anão quando começou a tirar a roupa pra ficar só num lindo biquíni preto e começar a rebolar no ritmo do merengue que tava tocando no quarto do Jarrow.
O anão ficou de boca aberta vendo a mulherão gostosa de biquíni rebolando no ritmo do merengue.
Foi aí que virou costume o anão convidar a Izzi pra um café no escritório dele e ela modelar os presentinhos mais putaria que o Jarrow dava pra ela: lingerie, meia arrastão, baby doll, biquíni e mini calcinha fio dental enquanto dançava com uma musiquinha safada que tocava no escritório do Jarrow.
Um dia o anão confessou que gostava muito dos pés dela, que eram muito lindos e que sonhava em poder beijá-los. Nesse dia, a Izzi tava de blusa preta, jeans e havaianas.
- Mãe, cê tem uns pés muito lindos
- Ahh, obrigada, garoto lindo!
- Sério, mãe, gosto muito dos seus pés, tão bem cuidados, dá pra ver que cê é muito higiênica
- Isso mesmo, garoto, muito muito higiênica
- Mãe, queria poder beijar eles, devem "cheirar" muito gostoso
- Cê quer beijar meus pés, garoto lindo?
- Sim, mãe, quero sim! Cê deixa?
- E o que cê vai me dar, garoto lindo?
- Mais presentinhos, mãe linda
- Não, cê já me deu muitos presentinhos, garoto lindo
- Então o que cê quer, mãe linda?
- Mmm, sei não...
- Fala, mãe, o que cê quer pra eu deixou beijar seus pés?
– Mmmm 1000 pesos
– Tá bom, mami... mas cê deixa eu beijar seus pés?
– Se me der os 1000, sim, seu lindinho, precioso
O anão tirou 1000 pesos da carteira e deu pra Izzi, que tirou a sandália e ofereceu o pé direito pra ele. Jarrow tava excitado com o pé direito nas mãozinhas dele, que soltava um aroma excitante, a sola macia e um pouco úmida de suor, brilhando em pequenos pontos. O anão começou a lamber e beijar a sola de Izzi, que via com prazer a loucura do anão pelo pé lindo dela. Izzi se sentia desejada e poderosa perto do anão, mas ainda sentia nojo dele. Quando Izzi começou a sentir prazer, lembrou o quão depravado ele era, o quão feio, o quão atrevido pra falar com ela sendo ele o que é e ela o que é, e ainda comprar roupa sexy pra saboreá-la, e pra piorar, dizer que ela era uma gostosa, e agora tava ali lambendo o pé dela com uma cara doida e fora de si. Izzi pensou: "Você me deseja, mas não me tem", e empurrou o anão com força com a sola do pé. O anão foi parar na parede, bateu a cabeça, abriu um talho e saiu sangue.
– Aii, mami, bati!
Izzi deu uma gargalhada, calçou a sandália e saiu dali. Isso era parte do que ela queria fazer, mas queria mais ainda. No entanto, pensou que quando empurrou o anão, sentiu algo cilíndrico e duro no corpo dele. Se perguntou o que seria, mas no fim não deu muita importância.
O anão tava bem, só um galo e um corte.
– Mami, bati ontem.
Izzi, de costas pra ele, fechou os olhos e fez cara de saco cheio, mas num instante mudou a expressão e falou do jeito que sempre falava.
– Desculpa, lindinho precioso, é que senti muitas cócegas e tive um impulso.
– Fica tranquila, mami linda, não aconteceu nada.
Izzi pensou: "Anão preto do caralho, como se eu me importasse".
– Aii, que bom que não aconteceu nada, lindinho.
– Ei, mami, e você vai me continuar modelando aquela roupinha linda que "cê" veste por baixo?
- Claro que sim, gatinho lindo, mas hoje não
- Tá bom, mamãe
Naquele dia, mais tarde, apareceram no mesmo lugar onde Izzi esperava a kombi, ela e o Ángel, o parceiro dela. Se abraçaram e se deram um beijo na boca. Izzi fez isso de propósito pra deixar o anão com ciúmes e fazê-lo se sentir inferior, vendo como ela beijava alguém de físico normal, bonito e da idade dela, e não com ele.
O anão viu e, de fato, sentiu ciúmes. O pau dele endureceu e ele queria meter ela no escritório e foder ela por puro ciúme, mas sabia que aquela mulher não era dele... ainda não.
- Olha a putinha gostosa, que trai o marido e não é comigo. Mas já já você vai me conhecer, putinha.
Na segunda-feira seguinte, Izzi estava de novo no escritório do anão pra modelar as roupas que ele dava pra ela. Só que dessa vez ia ser diferente, e o anão sabia disso perfeitamente... no fundo, tocava a música "Te ves buena", do El General.
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Digo, coração, que você tá muito gostosa
Digo, meu amor, que você tá muito gostosa
Muito, muito gostosa, você tá muito gostosa
Muito, muito gostosa, você tá muito gostosa
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- Mamãe, vira um pouquinho e tira a roupa devagar assim
- Tá bom, gatinho lindo
Izzi rebolava o corpo no ritmo da música enquanto tirava a blusa e o jeans de costas pro anão. Quando virou, Izzi ficou surpresa e de boca aberta, porque o anão tava pelado da cintura pra baixo, com o pau bem duro.
Izzi viu um pau totalmente desproporcional ao corpo do anão. Era um pauzão de mais de 20 cm, com uma cabeça grande e linda, um pau curvado pra cima, tipo banana, completamente preto, com uns ovoões pendurados e peludos.
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Veste teu tai e fica mó gostosa
Bota essa mini e fica mó gostosa
Vai pra praia e fica mó gostosa
Com esse biquíni fica mó gostosa
Para o trânsito porque cê é gostosa
Homens se matam porque cê é gostosa
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Izzi ficou parada observando aquela potente masculinidade que o anão carregava, nunca imaginou, não viu chegar, não acreditava ser possível. Izzi se vestiu e vazou dali o mais rápido que pôde. Izzi não parava de pensar naquela obscena pica, não conseguia tirar a imagem da cabeça, não acreditava no que tinha visto, nem nos seus sonhos mais eróticos tinha imaginado algo assim.
— Maldito anão, depravado doente, pensava Izzi.
Mas o que mais dava raiva é que uma parte dela estava excitada e uma parte dela se sentia e queria se sentir dominada pelo anão.
O anão, por sua vez, estava no escritório dele se masturbando, lembrando da cara que Izzi fez quando viu a pica dele. O anão tinha certeza de que Izzi gostou da pica dele. O que Izzi não imaginava era que, se ela tinha um plano pra humilhar o anão, o anão também tinha o próprio plano pra dominar a mulher. O anão sentia que estava ganhando, como em todas as suas conquistas em Honduras com as milhares de mulheres casadas que acabavam mamando ele quando conheciam a pica dele. Mas Izzi não era como elas, Izzi era uma garota orgulhosa que não podia abaixar o status, e só ela tinha todas as chances de vencer.
No entanto, Izzi não parava de pensar no membro poderoso dele. Era noite e o calor apertava o quarto, ela sentia a buceta úmida e colocou um travesseiro entre as pernas. Quando dormiu, sonhou que entrava na oficina mecânica do Jarrow e ele estava completamente nu. Eles se pegavam pela mão e caminhavam até o quarto do Jarrow sob o olhar dos funcionários dele. que se achavam menos viris que o chefe Jarrow, respeitavam ele como o macho alfa e queriam ser como ele. E assim que entravam no quarto, o anão subia num banquinho, Izzi abaixava a calcinha fio dental e o jeans, se inclinava na frente do machão, que pegava ela pelas nádegas e metia forte e fundo pra fazer ela gemer gostoso...
Izzi acordou agitada e pensou:
—Maldito anão doente. Por que ele me mostrou isso?
Izzi parou de falar com o anão, não aceitava mais os presentes dele, mesmo ele pedindo desculpa. Ela cortou o papo e recusou os mimos principalmente porque tava brincando com fogo e agora tinha medo de se queimar, já que não parava de pensar naquela pica. E o pior é que a buceta dela formigava e ficava molhada só de pensar nela. Ela era tão orgulhosa que nem se masturbava pra aliviar esses desejos, por mais culpados que fossem, e isso só aumentava a libido dela dia após dia. Como é que uma mulher gostosa igual ela ia se masturbar pensando na parte íntima daquele anão feioso?
Um dia, ela recebeu uma carta do anão entregue por um dos funcionários dele, onde ele explicava a rejeição e a discriminação que sofria por ser anão, e que a desejava. Pedia desculpa e pedia um favor por 15 mil reais, que tava disposto a pagar:
"Mami linda, me perdoa por ter ficado pelado na sua frente, tava muito empolgado. Uma pessoa como eu, ninguém quer desde que cheguei no seu país. Você foi a primeira e única que me tratou bem.
Vou te falar a verdade: se você quiser, nunca mais fala comigo na vida. Só preciso que você me faça um favor. Eu te desejo como nenhuma outra mulher. Vou te dar 15 mil reais se você me der um alívio. Faz anos que não tenho intimidade com ninguém por ser anão. Não tô pedindo pra gente transar, só quero que você faça uma masturbação com seus pés lindos, só isso. Me faz esse favor e nunca mais fala comigo, e eu nunca mais vou te incomodar.
Com amor, Jarrow Avendaño"
Izzi percebeu que a O plano estava dando frutos, agora o anão a desejava como ninguém e estava disposto a desembolsar 15.000 pesos só por uma punheta com os pés dela. Ela se sentia desejada e poderosa, e a ambição de ganhar 15.000 pesos de forma fácil a levou a aceitar e continuar com seu plano de humilhar e quebrar o coração do anão, mas agora, além disso, ia tirar todo o dinheiro possível dele.
Izzi foi naquela sexta-feira no fim da tarde, quando o anão a chamou, depois que ele já tinha fechado a oficina.
— Oi, anão.
— Oi, gostosa, que bom que você "veio", entra.
Por trás de Izzi, o anão sorria maliciosamente.
— Quer beber alguma coisa, gostosa?
— Não, anão, vamos direto ao ponto.
— Tá bem, gostosa.
O anão começou a baixar as calças quando Izzi o interrompeu.
— Não, primeiro você me paga, anão.
— Te dou $3.000 agora, o resto depois.
— Tá bem... então vamos nessa.
O anão se deitou na cama pelado, Izzi tirou as sandálias de verão e, quando ficou pronta, deitou-se do outro lado da cama. Com os pés, pegou a pica e começou a masturbar.
— Ufff, ufff... gostosa, isso é delicioso.
— Gostosa linda, ufff, uffff... eu te desejo.
Izzi fazia cara de metida a cada frase que o anão soltava, mas desde o contato dos seus pés lindos com a pica quente, dura e babada do Jarrow, a buceta dela começou a ficar molhada. Passaram-se 10 minutos e o calor aumentava no quarto.
— Gostosa, agora quero te propor outra coisa.
— Ahhh, o que você quer agora, anão?
— Te dou mais $15.000 se você fizer com a mão.
Nesse ponto, Izzi esperou calada por 5 segundos, mas aceitou sem hesitar.
— Ok, vou fazer.
Izzi se levantou e ficou ao lado da cama, e a mão dela pegou a pica enorme do anão com firmeza. A buceta dela soltou uma gotinha ao sentir a textura daquela pica tão firme, dura e macia ao mesmo tempo, e acima de tudo tão quente. Era mais que o dobro da do namorado dela em altura e grossura. Se não fosse pelo corpo pequeno do Jarrow, Izzi teria se entregado de corpo e alma ao sexo de um verdadeiro macho. Izzi começou a bombear para cima e para baixo de maneira normal e consistente, a pica começava a soltar líquido pré-seminal que besuntava todo o pau com a mão da linda izzi... nessa hora, a batedeira do general começou a tocar
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Ay mamacita, hoje eu tô chegando pelando, pelando, pelando, então se prepara porque você vai ter que me dar
Me dá a batedeira, mami, me dá a batedeira
Ayyy
Me dá a batedeira, mami, me dá a batedeira
Assim?
Mexe sua bucetinha, mami, mexe sua bucetinha
Que gostoso...
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O anão, dominado pelo desejo e pelo prazer, começou a gritar coisas que sentia lá do fundo, sem o menor pudor
-Ufff, mami, eu te desejo, gosto tanto de você, desde que te vi eu te desejo, todo dia eu me masturbo pensando em você
A pica soltava um cheiro que chegava no nariz da izzi e a deixava ainda mais excitada do que já estava, era o cheiro da testosterona de um macho de pau grande de verdade
-Por que você me chama de anão?
-Mami, yummy, não me chama de anão, me chama de gostosinho, é assim que se chama o seu macho... gostosinho, cavalo ou papai sexy... quer saber por que me chamam de cavalo?
-Por quê?
-Por essa pica grande de cavalo, toda preta, torta igual banana e com umas bolas enormes penduradas, quero furar sua bucetinha com minha pica de cavalo
-Não, anão
-Mami, não gosto que me chame de anão, gosto mais quando me chama de gostosinho, gostoso, me faz sentir como seu macho, como seu homem, você me faz sentir potente igual um cavalo
-Tá bom... cavalo
-Assim é melhor, mami, eu quero te beijar e quero ser seu amante, que a gente se beije quando seu marido não estiver, que você me receba de biquíni e lingerie na sua casa e a gente transar na cama onde você dorme com seu marido, dormir abraçado com você com minha pica dentro da sua buceta, tomar banho juntos e você ensaboar minha pica, que vem aqui quando meus funcionários estiverem e a gente se tranca pra fazer o love e ela ouvir você gemer
-Não é meu marido, cavalo, é meu namorado...
-Mami yummy, sente como minha cock cheira, imagina como deve "cheirar" se a gente fizer o love, um cheiro muito tasty mami...
-Mami, sonho que você me chupa, que gosta de chupar minha cock e todo dia me chupa, que lambe toda minha cock e os ovoes me deixa brilhando, que toma a cum que sai da minha cock e fica com o gosto da minha cum na sua boca, que me mama como uma women deve mamar seu male
-Mami yummy, já te comeram no cu?
-não, cavalo
-Mami yummy, quero te comer no cu e você me falar chiaa chiaa
-Olha como tô com a cock por sua causa, olha como ela babaca por sentir sua mão, minha cock de cavalo quer penetrar sua buceta
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Mexe sua cuchi cuchi mami mexe sua cuchi cuchi
Eu gosto
Me dá a batedeira mami me dá a batedeira
Ayyy
Me dá a batedeira mami me dá a batedeira
Ayyy sim
Mexe sua cuchi cuchi mami mexe sua cuchi cuchi
Ayyyy
Mexe sua cuchi cuchi mami mexe sua cuchi cuchi
Ayyyy papiiii
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-Mami, quero te engravidar, quero fazer um pivete em você, quero te fazer feliz, uma women como você não devia ir pra escola, uma women como você devia estar grávida de um filho meu na sua barriga, um pivete pretinho igual o pai dele, quero que você venha aqui comigo todo dia e fique de quatro pra eu te empurrar como você merece
-Mami eu...
O pivete sentiu quente, molhado e gostoso na cock, quando abriu os olhos incrivelmente izzi tava chupando a cock dele, izzi chupava com desejo a yummy cock do pivete, saboreava o gosto forte que a cock suculenta soltava, chupava como se desse um beijo na boca, o pivete colocou os braços atrás da cabeça em sinal de vitória enquanto ela Bella Izzi continuava com a mamada indecente, Izzi lambia o comprimento da pica e depois começou a beijar os ovos enquanto olhava o anão nos olhos com um olhar cheio de luxúria, a buceta dela estava muito molhada. Depois de terminar de lubrificar a pica vitoriosa, Izzi começou a se despir e, uma vez nua, falou pro anão:
— Não fala nada, anão.
Izzi se colocou em cima do anão e apontou a pica pra buceta dela, começou a descer devagar, sentindo centímetro por centímetro a pica enorme abrindo caminho pelas paredes da buceta, até que finalmente conseguiu enfiar tudo. Depois de alguns minutos em que a buceta dela tentou se adaptar à pica de cavalo, ela começou a se mover pra cima e pra baixo.
— Ahhh ahhhh
— Ahhh ahhhh assim, pequenininho... assim, pequenininho lindo, precioso
— Ahhh... aii que gostoso
— Que delícia, pequenininho lindo
A buceta de Izzi lubrificava a pica do Jarrow com os fluidos dela como nunca com nenhum outro homem na vida dela. Em certo momento, Izzi começava a descer completamente até as nádegas baterem nos ovos do Jarrow. Izzi se sentia aberta como nunca na vida e sentia um prazer indescritível. Por dentro, a ponta babona da pica do Jarrow dava beijinhos na entrada do colo do útero de Izzi.
— Ahhhh papai sexy, assim, bebe, aiii cavalo, cavalinho, que gostoso, que você me come
— Cê gosta do jeito que eu faço amor, mamãe gostosa?
— Ahhh aiii pequenininho lindo, sim, sim, eu gosto muito, pequenininho lindo, adoro
— Vamos trocar, mamãe, agora quero ficar em cima de você
— Sim, papai sexy, divino
Izzi se levantou devagar até tirar toda a pica molhada do Jarrow e se deitou com as pernas abertas enquanto o anão se ajeitava com aquela pica ameaçadora, toda molhada e escorrendo, pronta pra enfiar na linda Elizabeth.
— Ahhhh aiii papai sexy, precioso, aiiiiii
O anão enfiou a pica toda na buceta de Izzi, a cabeça dele chegava até os peitos de Izzi, que ele agarrou com total luxúria enquanto penetrava forte, e ela o abraçava e acariciava a cabeça com pouco cabelo. movia os quadris com toda a força pra meter fundo na linda izzi
-Ai, meu gatinho lindoo, assim minha vida, ai, gatinho, isso meu amor
-Maaais assim, aiii, bebê
O anão empurrou com força até o fundo, o pau dele conseguiu atravessar o colo do útero e izzi arregalou os olhos, recebendo um jorro quente e abundante de porra do anão, era uma quantidade enorme de sêmen que inundava a barriga de izzi, os dois tiveram o orgasmo mais gostoso juntos,
Ahhhhhh, gozei, porraaa
Mamãe, aí vai meu leiteee
O anão ficou uns minutos com o pau ainda dentro de izzi e as perninhas tremendo. Ele tirou o pau e um rio de porra escorreu da buceta da linda izzi, que, assim que recuperou o juízo, se sentiu tão culpada, tão mal. Ela tava puta e tinha falhado consigo mesma, tinha brincado com fogo e acabou se queimando. Vestiu-se o mais rápido que pôde, sem ligar que o sêmen ainda escorria dela, e vazou dali sem olhar nos olhos do anão de vergonha e totalmente irritada.
Continua...
Veste teu tai e fica mó gostosa
Bota essa mini e fica mó gostosa
Vai pra praia e fica mó gostosa
Com esse biquíni fica mó gostosa
Para o trânsito porque cê é gostosa
Homens se matam porque cê é gostosa
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Izzi ficou parada observando aquela potente masculinidade que o anão carregava, nunca imaginou, não viu chegar, não acreditava ser possível. Izzi se vestiu e vazou dali o mais rápido que pôde. Izzi não parava de pensar naquela obscena pica, não conseguia tirar a imagem da cabeça, não acreditava no que tinha visto, nem nos seus sonhos mais eróticos tinha imaginado algo assim.
— Maldito anão, depravado doente, pensava Izzi.
Mas o que mais dava raiva é que uma parte dela estava excitada e uma parte dela se sentia e queria se sentir dominada pelo anão.
O anão, por sua vez, estava no escritório dele se masturbando, lembrando da cara que Izzi fez quando viu a pica dele. O anão tinha certeza de que Izzi gostou da pica dele. O que Izzi não imaginava era que, se ela tinha um plano pra humilhar o anão, o anão também tinha o próprio plano pra dominar a mulher. O anão sentia que estava ganhando, como em todas as suas conquistas em Honduras com as milhares de mulheres casadas que acabavam mamando ele quando conheciam a pica dele. Mas Izzi não era como elas, Izzi era uma garota orgulhosa que não podia abaixar o status, e só ela tinha todas as chances de vencer.
No entanto, Izzi não parava de pensar no membro poderoso dele. Era noite e o calor apertava o quarto, ela sentia a buceta úmida e colocou um travesseiro entre as pernas. Quando dormiu, sonhou que entrava na oficina mecânica do Jarrow e ele estava completamente nu. Eles se pegavam pela mão e caminhavam até o quarto do Jarrow sob o olhar dos funcionários dele. que se achavam menos viris que o chefe Jarrow, respeitavam ele como o macho alfa e queriam ser como ele. E assim que entravam no quarto, o anão subia num banquinho, Izzi abaixava a calcinha fio dental e o jeans, se inclinava na frente do machão, que pegava ela pelas nádegas e metia forte e fundo pra fazer ela gemer gostoso...
Izzi acordou agitada e pensou:
—Maldito anão doente. Por que ele me mostrou isso?
Izzi parou de falar com o anão, não aceitava mais os presentes dele, mesmo ele pedindo desculpa. Ela cortou o papo e recusou os mimos principalmente porque tava brincando com fogo e agora tinha medo de se queimar, já que não parava de pensar naquela pica. E o pior é que a buceta dela formigava e ficava molhada só de pensar nela. Ela era tão orgulhosa que nem se masturbava pra aliviar esses desejos, por mais culpados que fossem, e isso só aumentava a libido dela dia após dia. Como é que uma mulher gostosa igual ela ia se masturbar pensando na parte íntima daquele anão feioso?
Um dia, ela recebeu uma carta do anão entregue por um dos funcionários dele, onde ele explicava a rejeição e a discriminação que sofria por ser anão, e que a desejava. Pedia desculpa e pedia um favor por 15 mil reais, que tava disposto a pagar:
"Mami linda, me perdoa por ter ficado pelado na sua frente, tava muito empolgado. Uma pessoa como eu, ninguém quer desde que cheguei no seu país. Você foi a primeira e única que me tratou bem.
Vou te falar a verdade: se você quiser, nunca mais fala comigo na vida. Só preciso que você me faça um favor. Eu te desejo como nenhuma outra mulher. Vou te dar 15 mil reais se você me der um alívio. Faz anos que não tenho intimidade com ninguém por ser anão. Não tô pedindo pra gente transar, só quero que você faça uma masturbação com seus pés lindos, só isso. Me faz esse favor e nunca mais fala comigo, e eu nunca mais vou te incomodar.
Com amor, Jarrow Avendaño"
Izzi percebeu que a O plano estava dando frutos, agora o anão a desejava como ninguém e estava disposto a desembolsar 15.000 pesos só por uma punheta com os pés dela. Ela se sentia desejada e poderosa, e a ambição de ganhar 15.000 pesos de forma fácil a levou a aceitar e continuar com seu plano de humilhar e quebrar o coração do anão, mas agora, além disso, ia tirar todo o dinheiro possível dele.
Izzi foi naquela sexta-feira no fim da tarde, quando o anão a chamou, depois que ele já tinha fechado a oficina.
— Oi, anão.
— Oi, gostosa, que bom que você "veio", entra.
Por trás de Izzi, o anão sorria maliciosamente.
— Quer beber alguma coisa, gostosa?
— Não, anão, vamos direto ao ponto.
— Tá bem, gostosa.
O anão começou a baixar as calças quando Izzi o interrompeu.
— Não, primeiro você me paga, anão.
— Te dou $3.000 agora, o resto depois.
— Tá bem... então vamos nessa.
O anão se deitou na cama pelado, Izzi tirou as sandálias de verão e, quando ficou pronta, deitou-se do outro lado da cama. Com os pés, pegou a pica e começou a masturbar.
— Ufff, ufff... gostosa, isso é delicioso.
— Gostosa linda, ufff, uffff... eu te desejo.
Izzi fazia cara de metida a cada frase que o anão soltava, mas desde o contato dos seus pés lindos com a pica quente, dura e babada do Jarrow, a buceta dela começou a ficar molhada. Passaram-se 10 minutos e o calor aumentava no quarto.
— Gostosa, agora quero te propor outra coisa.
— Ahhh, o que você quer agora, anão?
— Te dou mais $15.000 se você fizer com a mão.
Nesse ponto, Izzi esperou calada por 5 segundos, mas aceitou sem hesitar.
— Ok, vou fazer.
Izzi se levantou e ficou ao lado da cama, e a mão dela pegou a pica enorme do anão com firmeza. A buceta dela soltou uma gotinha ao sentir a textura daquela pica tão firme, dura e macia ao mesmo tempo, e acima de tudo tão quente. Era mais que o dobro da do namorado dela em altura e grossura. Se não fosse pelo corpo pequeno do Jarrow, Izzi teria se entregado de corpo e alma ao sexo de um verdadeiro macho. Izzi começou a bombear para cima e para baixo de maneira normal e consistente, a pica começava a soltar líquido pré-seminal que besuntava todo o pau com a mão da linda izzi... nessa hora, a batedeira do general começou a tocar
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Ay mamacita, hoje eu tô chegando pelando, pelando, pelando, então se prepara porque você vai ter que me dar
Me dá a batedeira, mami, me dá a batedeira
Ayyy
Me dá a batedeira, mami, me dá a batedeira
Assim?
Mexe sua bucetinha, mami, mexe sua bucetinha
Que gostoso...
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O anão, dominado pelo desejo e pelo prazer, começou a gritar coisas que sentia lá do fundo, sem o menor pudor
-Ufff, mami, eu te desejo, gosto tanto de você, desde que te vi eu te desejo, todo dia eu me masturbo pensando em você
A pica soltava um cheiro que chegava no nariz da izzi e a deixava ainda mais excitada do que já estava, era o cheiro da testosterona de um macho de pau grande de verdade
-Por que você me chama de anão?
-Mami, yummy, não me chama de anão, me chama de gostosinho, é assim que se chama o seu macho... gostosinho, cavalo ou papai sexy... quer saber por que me chamam de cavalo?
-Por quê?
-Por essa pica grande de cavalo, toda preta, torta igual banana e com umas bolas enormes penduradas, quero furar sua bucetinha com minha pica de cavalo
-Não, anão
-Mami, não gosto que me chame de anão, gosto mais quando me chama de gostosinho, gostoso, me faz sentir como seu macho, como seu homem, você me faz sentir potente igual um cavalo
-Tá bom... cavalo
-Assim é melhor, mami, eu quero te beijar e quero ser seu amante, que a gente se beije quando seu marido não estiver, que você me receba de biquíni e lingerie na sua casa e a gente transar na cama onde você dorme com seu marido, dormir abraçado com você com minha pica dentro da sua buceta, tomar banho juntos e você ensaboar minha pica, que vem aqui quando meus funcionários estiverem e a gente se tranca pra fazer o love e ela ouvir você gemer
-Não é meu marido, cavalo, é meu namorado...
-Mami yummy, sente como minha cock cheira, imagina como deve "cheirar" se a gente fizer o love, um cheiro muito tasty mami...
-Mami, sonho que você me chupa, que gosta de chupar minha cock e todo dia me chupa, que lambe toda minha cock e os ovoes me deixa brilhando, que toma a cum que sai da minha cock e fica com o gosto da minha cum na sua boca, que me mama como uma women deve mamar seu male
-Mami yummy, já te comeram no cu?
-não, cavalo
-Mami yummy, quero te comer no cu e você me falar chiaa chiaa
-Olha como tô com a cock por sua causa, olha como ela babaca por sentir sua mão, minha cock de cavalo quer penetrar sua buceta
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Mexe sua cuchi cuchi mami mexe sua cuchi cuchi
Eu gosto
Me dá a batedeira mami me dá a batedeira
Ayyy
Me dá a batedeira mami me dá a batedeira
Ayyy sim
Mexe sua cuchi cuchi mami mexe sua cuchi cuchi
Ayyyy
Mexe sua cuchi cuchi mami mexe sua cuchi cuchi
Ayyyy papiiii
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-Mami, quero te engravidar, quero fazer um pivete em você, quero te fazer feliz, uma women como você não devia ir pra escola, uma women como você devia estar grávida de um filho meu na sua barriga, um pivete pretinho igual o pai dele, quero que você venha aqui comigo todo dia e fique de quatro pra eu te empurrar como você merece
-Mami eu...
O pivete sentiu quente, molhado e gostoso na cock, quando abriu os olhos incrivelmente izzi tava chupando a cock dele, izzi chupava com desejo a yummy cock do pivete, saboreava o gosto forte que a cock suculenta soltava, chupava como se desse um beijo na boca, o pivete colocou os braços atrás da cabeça em sinal de vitória enquanto ela Bella Izzi continuava com a mamada indecente, Izzi lambia o comprimento da pica e depois começou a beijar os ovos enquanto olhava o anão nos olhos com um olhar cheio de luxúria, a buceta dela estava muito molhada. Depois de terminar de lubrificar a pica vitoriosa, Izzi começou a se despir e, uma vez nua, falou pro anão:
— Não fala nada, anão.
Izzi se colocou em cima do anão e apontou a pica pra buceta dela, começou a descer devagar, sentindo centímetro por centímetro a pica enorme abrindo caminho pelas paredes da buceta, até que finalmente conseguiu enfiar tudo. Depois de alguns minutos em que a buceta dela tentou se adaptar à pica de cavalo, ela começou a se mover pra cima e pra baixo.
— Ahhh ahhhh
— Ahhh ahhhh assim, pequenininho... assim, pequenininho lindo, precioso
— Ahhh... aii que gostoso
— Que delícia, pequenininho lindo
A buceta de Izzi lubrificava a pica do Jarrow com os fluidos dela como nunca com nenhum outro homem na vida dela. Em certo momento, Izzi começava a descer completamente até as nádegas baterem nos ovos do Jarrow. Izzi se sentia aberta como nunca na vida e sentia um prazer indescritível. Por dentro, a ponta babona da pica do Jarrow dava beijinhos na entrada do colo do útero de Izzi.
— Ahhhh papai sexy, assim, bebe, aiii cavalo, cavalinho, que gostoso, que você me come
— Cê gosta do jeito que eu faço amor, mamãe gostosa?
— Ahhh aiii pequenininho lindo, sim, sim, eu gosto muito, pequenininho lindo, adoro
— Vamos trocar, mamãe, agora quero ficar em cima de você
— Sim, papai sexy, divino
Izzi se levantou devagar até tirar toda a pica molhada do Jarrow e se deitou com as pernas abertas enquanto o anão se ajeitava com aquela pica ameaçadora, toda molhada e escorrendo, pronta pra enfiar na linda Elizabeth.
— Ahhhh aiii papai sexy, precioso, aiiiiii
O anão enfiou a pica toda na buceta de Izzi, a cabeça dele chegava até os peitos de Izzi, que ele agarrou com total luxúria enquanto penetrava forte, e ela o abraçava e acariciava a cabeça com pouco cabelo. movia os quadris com toda a força pra meter fundo na linda izzi
-Ai, meu gatinho lindoo, assim minha vida, ai, gatinho, isso meu amor
-Maaais assim, aiii, bebê
O anão empurrou com força até o fundo, o pau dele conseguiu atravessar o colo do útero e izzi arregalou os olhos, recebendo um jorro quente e abundante de porra do anão, era uma quantidade enorme de sêmen que inundava a barriga de izzi, os dois tiveram o orgasmo mais gostoso juntos,
Ahhhhhh, gozei, porraaa
Mamãe, aí vai meu leiteee
O anão ficou uns minutos com o pau ainda dentro de izzi e as perninhas tremendo. Ele tirou o pau e um rio de porra escorreu da buceta da linda izzi, que, assim que recuperou o juízo, se sentiu tão culpada, tão mal. Ela tava puta e tinha falhado consigo mesma, tinha brincado com fogo e acabou se queimando. Vestiu-se o mais rápido que pôde, sem ligar que o sêmen ainda escorria dela, e vazou dali sem olhar nos olhos do anão de vergonha e totalmente irritada.
Continua...
0 comentários - Dime chiquito lindo o caballo