One of the most memorable porn videos of all time is the one filmed by Mayli, whose real name is Kelly Baltazar, for the hardcore porn company Facial Abuse. Kelly is a girl who is half white, half Asian, and had just turned 18 a week ago when she shot the historic film—she still had a few weeks left to graduate from high school, in fact.
No filme, como a Facialabuse já nos acostumou, talvez a produtora de pornô mais pesada de todas, "Mayli" é completamente destruída: fazem garganta profunda nela até vomitar no próprio rosto, cospem nela, fazem ela chupar booties, arrebentam o cu dela, gozam na cara dela, etc. Mas o que isso tem de especial além do hardcore do filme e da juventude dessa mina? O que faz ela ser lembrada até hoje é a história que veio depois. Acontece que Kelly Baltazar era filha de milionários: o pai dela, Kevin, era vice-presidente da firma Goldman Sachs, e a mãe chinesa também era das altas finanças de Nova York. Uma família de milionários do mundo de Wall Street. Como é possível que a Kelly tenha se deixado humilhar pra vida toda, ainda mais gravando pra produtora mais hardcore de todas, por uns míseros 200 dólares?
Acontece que a Kelly, filha de pai judeu e mãe asiática, como era de se esperar, foi criada do jeito mais rígido que esse tipo de família costuma ser, sempre obrigada a tirar notas máximas, praticar piano, ser perfeita, etc. E obviamente esperavam que ela seguisse uma carreira ligada a finanças como os pais, ou pelo menos alguma profissão "respeitável" de ciências exatas e para gente "de bem" como eles. Mas Kelly não queria saber disso, gostava de arte e queria se inscrever numa academia de arte. Os pais rejeitavam essa ideia de cara, como era de se esperar — a filha deles tinha que estudar algo sério e seguir o exemplo dos pais.
Então, cansada da rigidez dos pais, decidiu dar uma "lição" neles e, com literalmente 18 anos recém-completados há uma semana e ainda no ensino médio, assinou contrato com a produtora de pornô mais hardcore de todas e foi completamente destruída. O vídeo viralizou rapidinho, a escola inteira ficou sabendo e, claro, ela nem foi pra festa de formatura. Mas o pior é que o pai era zuado, mandavam o vídeo da filha por e-mail, todos os funcionários dele no Goldman Sachs riam pelas costas e passavam o vídeo adiante — a vida dele virou um inferno.
A coisa foi tão longe que o pai milionário decidiu comprar os direitos do vídeo da Facialabuse por uma grana bem gorda, pra depois tirar ele da internet. Mas, por causa das cópias, as tentativas foram em vão e o vídeo continua sendo postado direto em vários sites, mesmo que de vez em quando tirem ele do ar.
E o que aconteceu depois? Inacreditavelmente, depois de toda essa humilhação, os pais cederam e Kelly estudou arte. Hoje ela é artista e já expôs em algumas galerias. COM A FAMÍLIA DELA.
GRAVANDO PARA O FACIALABUSE


































ELA AGORA 15 ANOS DEPOIS, REALIZANDO O SONHO DE SER ARTISTA







No filme, como a Facialabuse já nos acostumou, talvez a produtora de pornô mais pesada de todas, "Mayli" é completamente destruída: fazem garganta profunda nela até vomitar no próprio rosto, cospem nela, fazem ela chupar booties, arrebentam o cu dela, gozam na cara dela, etc. Mas o que isso tem de especial além do hardcore do filme e da juventude dessa mina? O que faz ela ser lembrada até hoje é a história que veio depois. Acontece que Kelly Baltazar era filha de milionários: o pai dela, Kevin, era vice-presidente da firma Goldman Sachs, e a mãe chinesa também era das altas finanças de Nova York. Uma família de milionários do mundo de Wall Street. Como é possível que a Kelly tenha se deixado humilhar pra vida toda, ainda mais gravando pra produtora mais hardcore de todas, por uns míseros 200 dólares?
Acontece que a Kelly, filha de pai judeu e mãe asiática, como era de se esperar, foi criada do jeito mais rígido que esse tipo de família costuma ser, sempre obrigada a tirar notas máximas, praticar piano, ser perfeita, etc. E obviamente esperavam que ela seguisse uma carreira ligada a finanças como os pais, ou pelo menos alguma profissão "respeitável" de ciências exatas e para gente "de bem" como eles. Mas Kelly não queria saber disso, gostava de arte e queria se inscrever numa academia de arte. Os pais rejeitavam essa ideia de cara, como era de se esperar — a filha deles tinha que estudar algo sério e seguir o exemplo dos pais.Então, cansada da rigidez dos pais, decidiu dar uma "lição" neles e, com literalmente 18 anos recém-completados há uma semana e ainda no ensino médio, assinou contrato com a produtora de pornô mais hardcore de todas e foi completamente destruída. O vídeo viralizou rapidinho, a escola inteira ficou sabendo e, claro, ela nem foi pra festa de formatura. Mas o pior é que o pai era zuado, mandavam o vídeo da filha por e-mail, todos os funcionários dele no Goldman Sachs riam pelas costas e passavam o vídeo adiante — a vida dele virou um inferno.
A coisa foi tão longe que o pai milionário decidiu comprar os direitos do vídeo da Facialabuse por uma grana bem gorda, pra depois tirar ele da internet. Mas, por causa das cópias, as tentativas foram em vão e o vídeo continua sendo postado direto em vários sites, mesmo que de vez em quando tirem ele do ar.
E o que aconteceu depois? Inacreditavelmente, depois de toda essa humilhação, os pais cederam e Kelly estudou arte. Hoje ela é artista e já expôs em algumas galerias. COM A FAMÍLIA DELA.

GRAVANDO PARA O FACIALABUSE


































ELA AGORA 15 ANOS DEPOIS, REALIZANDO O SONHO DE SER ARTISTA






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13 comentários - Mayli Facialabuse: A História Por Trás do Vídeo
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