Capítulo 2
Capítulo 2
Minha mãe Akira queria me ver. Eu queria vê-la. Nós dois queríamos ter esse contato filial depois de tanto tempo sem nos olharmos. Meu pai a tinha abandonado e ela se sentia triste e desmoralizada. Com minha ausência, ela se sentia sozinha e precisava de mim, e por isso eu precisava vê-la para oferecer meu apoio e meu carinho.
O problema é que eu estava internado num quartel militar de alto rendimento onde, ao finalizar meu serviço, aspirava a conseguir uma vaga na Universidade das Forças Armadas do país, e a principal regra durante a estadia naquele ano era ter contato zero com nossos parentes diretos.
E essas regras eram meio estranhas e contraditórias, já que, apesar de ser proibido ter contato com nossos entes queridos para testar nossa lealdade e prioridade à nação em um eventual caso de campo de batalha, ao mesmo tempo nos permitiam saciar nossas necessidades sexuais contratando putas que pagávamos com nossas próprias bolsas.
Nesses termos, e me vendo impossibilitado de ver minha progenitora de outra forma, me ocorreu que uma opção para ela vir ao quartel e ficar comigo por uma noite inteira era exatamente fazê-la passar por uma “prostituta”.
Meu plano fazia sentido e eu tinha certeza de que, se agíssemos com sabedoria, poderia funcionar. Afinal, ninguém conhecia minha mãe naquele lugar. Nunca mostrei uma foto dela para meus camaradas e colegas, principalmente porque nem sequer tínhamos permissão para ter um celular.
Outro ponto a nosso favor era que fisicamente nenhum de nós dois se parecia, já que Akira, minha mãe, tinha traços asiáticos dos quais eu não tinha herdado nem mesmo a cor da pele, pois me parecia mais com meu pai.
Quando apresentei essa ideia para minha mãe, ela ficou absorta e em silêncio por vários segundos. Senti meu esôfago congelar e ela começou a respirar com dificuldade. —Você tá bem, mãe? — perguntei preocupado.
Houve um silêncio prolongado, depois uma resposta:
— Ehhh, sim, sim, acho que sim, meu soldadinho de chumbo... é que me faltou o ar por um instante.
A única coisa boa daquele momento foi que Astrid, a puta predileta que costumava vir a cada quinze dias no meu quarto pra foder, tinha ficado em silêncio depois de minutos de exagero onde fingiu que estava tendo o melhor sexo da vida dela nos braços do meu hipócrita amigo Alex. Eu achei graça saber que Alex durou muito pouco tempo socando ela, mesmo com a intenção de me superar. Imaginei a cara de decepção da Astrid ao ver o pouco rendimento do "macho" da vez e fiquei satisfeito na hora.
Não tão satisfeito com o silêncio da minha progenitora, que tinha ficado estupefata depois que eu disse que a única solução pra ela me visitar era se passar por uma quenga.
— Sinto muito se minha proposta te chocou, mãe, mas por enquanto é o único jeito que tenho de te ver sem ser punido. É que assim, ninguém saberia que você é minha mãe e então...
— Sim... sim, filho, não precisa me dar explicações, repito que simplesmente eu... fiquei sem ar.
A voz dela soava entre chocada e nervosa. Me senti mal por ter sugerido uma coisa dessas. Minha vontade de vê-la me fez perder a linha.
— Olha, mãe, se você se sentir desconfortável, a gente dá um jeito de achar outra solução e... bem. Juro que nunca quis te deixar desconfortável nem te desrespeitar, sugerindo uma parada dessas.
Mamãe começou a rir, mas era uma risada nervosa e angustiada.
— Não, não, minha vida; calma, o que acontece é que, bem, você sabe, foi difícil assimilar o que você acabou de me dizer. Mas não é porque me senti ofendida. Entendo que é o único jeito da gente se ver. O que acontece é que uma mãe nunca espera que pra ver o filho tenha que fazer isso na qualidade de... mulher... da vida fácil.
Mamãe continuou rindo nervosa, e Eu me senti meio perturbado. Sinceramente, se a gente parar pra pensar com seriedade, essa situação toda era meio desconfortável, constrangedora e até suja.
— Você não precisa fazer isso, hein, minha linda? — Sempre fui muito carinhoso com ela desde criança. Na real, desde pequeno fui muito próximo dela, mais do que do meu pai, e por isso a gente já tava acostumado com esse tipo de demonstração de afeto.
Isso aí é mais um motivo pelo qual ela ficou tão mal com a nossa separação.
— Quero fazer isso, meu bem, preciso te ver, não ligo pro resto.
— Eu ligo, mãe. Não vou deixar você passar por essa vergonha… humilhação, como quiser chamar, só pra realizar o capricho do seu filho que quer que você venha vê-lo.
— Você não faz ideia do alívio que sinto ao ouvir essas palavras, meu soldadinho de chumbo: faz tanto tempo que não me sentia… tão amada, que é difícil acreditar que meu filho precisa de mim. Você realmente quer me ver, Erik?
— Mais do que você imagina, mãe, e você? Você realmente quer me ver?
— Tô morrendo de vontade, querido. Faria qualquer coisa pra estar ao seu lado… nem que fosse por um instante.
— Eu sei, minha linda. Sei que você faria qualquer coisa pra ficar do meu lado, mas agora que parei pra pensar, acho que exagerei te propondo… isso… então não.
Eu sentia um nó no estômago. Uma coisa completamente vergonhosa que não me deixava em paz. Pô, como é que eu tinha sugerido pra minha própria mãe se passar por puta pra vir me ver, caralho!
— Repito que não ligo, sabia, querido? Se o dia quinze é o seu dia de visitas… e eu tenho que ir na qualidade de… mulher da vida, então… vou fazer isso, juro que vou.
— Mas mãe…!
— Mas nada, Erik. Me diz que horas tenho que estar lá… no quartel militar. Me diz o que vou falar e com quem vou ter que falar pra poder te ver… como é que funciona esse tipo de… visita?
— Não, não, de jeito nenhum, mãe. Esquece o que te falei e, por favor, confia que a gente pode dar um jeito de encontrar outra alternativa.
—Por favor, filho, não me faça isso. Se você me deu essa alternativa, é porque acredita que é o único jeito da gente se ver, qual é o seu problema? É verdade que no começo eu me senti… estranha, mas já passou. Minha vontade de te abraçar e te encher de beijos é maior que minha vergonha e meu pudor.
—Não vou arriscar sua integridade, mãe! Não insiste, porque não vou deixar ninguém te desrespeitar pensando que você é…!
—Uma puta em vez da sua mãe? —respondeu ela com segurança. E eu me senti terrivelmente desconfortável quando ela disse isso. —Vamos, querido, já tenho idade pra lidar com esse tipo de situação. Já te falei que minha vontade de te ver vale mais que qualquer humilhação. A menos, claro (como não pensei nisso antes), que essa mudança repentina de ideia seja porque, justamente, minha idade seja o seu verdadeiro problema.
A resposta dela me desconcertou.
—Mas do que você tá falando? Qual problema?
Ela ficou em silêncio por dois segundos, respirou fundo e disse:
—Bom… que por eu ser uma mulher madura, Erik, você tem medo de que sua reputação entre seus colegas… fique manchada.
—O quê?
—Filho, se esse é o seu problema, me fala, por mais que doa, juro que vou entender.
—Mas…!
—Filho —continuou ela com um tom de voz triste e resignada—. Eu seria incapaz de te transformar no palhaço do quartel inteiro por receber uma velha como eu. Me sentiria super culpada em saber que, por minha causa, vou te deixar envergonhado na frente do batalhão todo… Afinal… se seu pai me trocou porque já passei dos quarenta… é muito mais lógico que um jovem como você…
—Pelo amor de Deus, mulher! Você vai me deixar falar?! —exclamei, me sentindo terrivelmente indignado por ela pensar que eu tinha esse conceito sobre ela. —Você enlouqueceu, mãe?! Como é que você acha que eu teria vergonha dos meus colegas do quartel me verem com você? Será que a separação do papai destruiu tanto sua autoestima? Você não se enxerga? Já se viu no espelho? Você é a mulher mais gostosa do mundo! E ainda por cima, com a idade, ficou muito melhor e…
— Erik… olha… não tenta consertar, juro que vou entender se…
— Tô falando pra você me deixar falar, por favor! Eu não sinto vergonha de mim! Muito pelo contrário! Sabe que entre os cadetes do quartel, as milf… quer dizer… as mulheres milf são as que têm mais peso?! Sabe que as mulheres da sua idade são as nossas preferidas?
Minha progenitora fez um som de surpresa com a boca.
— Você disse “nossas”? — ela perguntou com um tom de voz cheio de indignação —… é que por acaso você… você recebe visitas… desse tipo… de mulheres… no seu quarto?
A recriminação dela como mãe que descobre que seu precioso filho está transando com putas… (e que quase me pareceu uma recriminação sem sentido dado o contexto) por pouco me deixou sem reação.
— Mãe… pelo amor… você não vai começar a me repreender por isso, vai? Tipo… eu também já tenho uma idade e você sabe das minhas… necessidades masculinas…
— Sim! Sim! Entendo! Entendo! Já, já, sim, sim, chega, não precisa me explicar nada, desculpa, desculpa! — Ela reagiu extremamente envergonhada. Quase pude imaginá-la com uma cara de nojo e horror que em outras circunstâncias teria me achado engraçado —. Não precisa me dizer nada… Erik…
— Mas eu quero te explicar, Mãe… Isso me dá mais vergonha do que em você e juro que… não gostaria que você ficasse com a impressão de que tem um filho… pervertido… É só que você precisa saber que eu… aqui trancado, sem contato nenhum com garotas… na minha idade… tenho certas necessidades e…
— Já falei pra parar, Erik! Ai, pelo amor de Deus, me desculpa, querido, mas é muito desconfortável pra mim… falar desses assuntos com você. Mas juro que… às vezes esqueço que você não é mais um menino… e que, de fato, na sua idade… pois é… precisa… de uma mulher que… Ai, não, de novo tô falando demais! Melhor voltarmos pra onde estávamos antes…, quer?!
— Sim, tudo bem… desculpa, não quis te deixar desconfortável…
— Eu sei, eu sei… ai, aaai…
—Vamos, mãe, respira… e como você disse, é melhor eu voltar pra onde tava antes, onde eu tava tentando te explicar que, longe do que você pensa, pra mim seria um privilégio que todo mundo soubesse que você, tão gostosa e majestosa, vem comigo. Quero dizer que, em vez de zoação, eu seria motivo de inveja e admiração.
Minha mãe ficou em silêncio por um momento. Eu sentia meu coração batendo muito forte. Ela esperou, cautelosa, e respirou fundo de novo, dizendo:
— Você tá falando sério, filho, ou só quer me fazer sentir bem?
— Se eu tô falando sério quando digo que as mulheres milf são as preferidas dos meus amigos? Sim, mãe, elas são a sensação, todo mundo ama elas. E por isso que eu tô te falando que, se me virem com você, vão pensar que eu sou o cara mais sortudo do mundo.
Ela ficou em silêncio de novo. Eu podia ouvir a respiração dela ofegante.
— Mas… e você…? — Ela parecia tão nervosa quando fez essa pergunta que por um momento achei que ia perder a voz. — E você, Erik…? Também prefere… mulheres como eu…? Quero dizer… não como eu… mas… milf, entendeu?, se você gosta de mulheres milf.
Me surpreendeu bastante esse nervosismo na minha mãe quando ela perguntou aquilo, principalmente porque ela só se enrolava com as palavras quando se sentia desconfortável com alguma coisa.
— Então sim — admiti com toda sinceridade e um pouco de vergonha. — Eu sou louco por milf… mãe… você não faz ideia do quanto.
Não sei o que deu em mim naquele momento, mas em segundos minha cabeça ficou uma bagunça e virou sórdida, mostrando imagens sujas que me pareceram terrivelmente obscenas e nojentas.
No começo, essas imagens surgiram pensando no corpo nu da Astrid, com os peitões enormes, brilhantes e oleosos, pulando pra cima e pra baixo no torso dela enquanto me cavalgava com vontade, gritando um monte de putaria, como tinha feito há pouco do outro lado do meu quarto.
No começo, essas imagens surgiram pensando nas pernas dela… obesas esmagando minhas coxas a cada sentada. Pensando na buceta delas devorando meu pau. Mas de repente… mesmo se, ao fechar os olhos, eu tava pensando no corpo nu da Astrid, quando abri eles de novo, levei um baita susto ao descobrir que era o rosto da minha mãe, completamente congestionado de luxúria, que me encarava igual uma puta enquanto rebolava no meu pau.
***
¡¿WTF?! Mas que porra eu tava pensando? Caralho! Caralho! Caralho!
Fiquei com tanta vergonha de ter profanado a imagem da minha progenitora ao trazê-la involuntariamente pra minha cabeça desse jeito tão grotesco e obsceno, que quase quis pedir desculpas por telefone. E teria feito isso se não fosse porque entendi que ela… nem sabia o que passava na cabeça do seu filho depravado.
—Erik? Filho, você ainda está na linha?
—Hã? Ah, sim, mãe… desculpa… desculpa… de repente deu uma interferência… mas tô aqui…
Me senti muito mais culpado quando a imagem da minha mãe pelada, com as tetonas enormes balançando no peito, fez eu ter uma ereção. CARALHOOOO!
—Ah, que bom, porque você tinha me preocupado, querido… mas então, filho? Você topa… a gente levar esse plano adiante?
Com a ereção no meu short, admiti que era exatamente isso que eu mais queria. Quer dizer; não que ela viesse como uma puta me ver, mas simplesmente que viesse… Porra! Se eu aceitasse esse plano, ia ficar mortificado e com a ansiedade constante de pensar que quem visse ela entrando poderia desrespeitar, achando que ela era uma prostituta de verdade, e eu sem poder defendê-la pra evitar levantar suspeitas.
Se eu aceitasse que o plano fosse pra frente, teria que aceitar todos os contras que isso trazia, como o fato de que, por mais que a gente se esforçasse, no final descobrissem a verdade, que ela era minha mãe e não uma prostituta. Ou que, se a gente realmente conseguisse passar pela prova de fogo e todo mundo engolisse a história de que ela era uma mulher da vida… galante… alguém poderia se interessar ou se encantar por ela (como aconteceu com a Astrid) e começar a me encher o saco pra passar o contato dela pra marcar um encontro, o que me daria uma raiva profunda.
Mas se eu recusasse, aí seria minha mãe que ficaria mal, achando que eu tinha vergonha dela, fazendo a autoestima dela ir pro buraco ainda mais do que já estava.
Então tive que decidir o que era melhor pra nós dois… mesmo sabendo, no fundo, que não era o melhor.
— Tá bom, mãe… vamos tocar o plano.
***
Juro por Deus que aquela foi a conversa mais desconfortável que tive na minha puta vida depois que aceitei que ela viesse me ver no dia quinze como uma puta. Esse desconforto nem se compara a ter que admitir pra ela que eu precisava de prostitutas quinzenais pra saciar minhas necessidades sexuais.
Não. O verdadeiro desconforto foi ter que planejar como ela ia vir vestida, o nome que ia usar, e todo esse tipo de protocolo que tem que seguir quando se entra num quartel militar.
— Tem certeza de que não vão pedir meu documento de identidade na entrada, Erik? Porque se virem meus sobrenomes… podem desconfiar que você é meu filho, e não um cliente.
A palavra “cliente” me deixou meio desconfortável, ao mesmo tempo que fez minha ereção não passar, mas continuar esmagando dentro da minha cueca. Tava sendo muito difícil tirar da cabeça aquela imagem dela… da minha mãe pelada, safada, gostosa… com os peitos de fora e os bicos durinhos encostando na minha língua, enquanto meu pau apontava pra buceta encharcada dela.
Que porra tava acontecendo comigo? Será que eu tava ficando louco? Caralho, mas a gente tá falando da minha progenitora, a mulher que me pariu e por cuja buceta eu fui extraído!
— Não, não, não… mãe, só vão pedir sua digital — gaguejei —. A lei permite esse anonimato pra quem trabalha com isso. esse… ofício.
—Ah… entendi, e então como devo me apresentar para os inspetores do filtro de entrada? Que nome vou dar, filho?
Boa pergunta. A verdade é que não fazia ideia.
—Ammm, não sei. Não tinha parado pra pensar nisso, você tem algum nome em mente?
Mamãe refletiu em silêncio.
—Akira — respondeu, bem segura de si, me deixando pasmo.
—Akira? Mãe, mas esse é o seu nome verdadeiro. Quantas Akiras você conhece neste país? Seu nome por si só já é… bem peculiar, como você vai se apresentar assim?
—Por acaso você já contou meu nome pra alguém, Erik?
—Te falei que não podemos falar de vocês com ninguém. A gente tem que se manter no esquecimento durante o treinamento neste quartel.
—Então tá aí, Erik, não vai ter problema. É que, filho… se vão tirar de mim minha condição de mãe e de senhora pra eu vir te ver… pelo menos me deixa conservar meu nome. Você acha que alguém vai se importar de verdade com como me chamo?
—Pfff… mas é que… prrr--- pois… tá bom, caramba… tá bom… que seja como você quiser.
Ainda com o telefone no ouvido, voltei pra minha cama e me deitei, com a luz apagada. Precisava da escuridão pra pensar e aceitar tudo isso. Precisava relaxar e deixar meu pau parar de ficar tão duro. Precisava tirar as tetas imaginárias da minha mãe da cabeça!
—Precisa que eu use roupa bem… sugestiva, coração? — ela perguntou com tanta naturalidade que parecia que realmente estava entrando no personagem —. Roupa bem provocante… é obrigatório? Suponho que sim, né, querido? Roupa justa… sugestiva… sensual…
Essa pergunta eu não esperava na hora. Fiquei calado, porque não soube o que dizer. É que não imaginava minha mãe, ela tão correta e tão fina, chegando no quartel militar vestindo como as putas normais faziam; de minissaia quase na altura da metade da bunda dela, salto alto e decote quase até a metade dos peitos dela. peitos.
—Presumo que teu silêncio confirma o que eu tô imaginando, né Erik? Devo chegar vestida de um jeito… condizente com meu ofício.
—Porra, mãe, nesse assunto… a verdade é que vou deixar na tua consideração… no teu critério! Ia me dar uma vergonha danada só de pensar em te dizer como é que você deve vir vestida pra… que teu papel de… bom, cê já sabe, seja convincente.
—Não se preocupa, querido, que vou levar em conta.
—Mas pelo amor de Deus, mãe, me faz o favor de pegar um táxi de casa até aqui! Um táxi de confiança. Cê pode vestir… uma capa comprida e discreta que esconda o resto da roupa. Pfff, mãe, só de pensar que os vizinhos ou alguém na rua pudesse te ver vestida… assim… te juro que minha cabeça quer explodir!
—Já te falei pra não se preocupar, Erik. Confia em mim. Eu cuido disso.
—É que não consigo ficar tranquilo sabendo que tudo isso vai ser muito pesado pra você… e pra mim. Mas te prometo que a parte mais chata vai ser quando você passar pelo primeiro filtro de segurança…
—Como assim, filho?
—É que… é inevitável que nesse filtro… você…
Nem percebi quando aconteceu, em que segundo ou em que instante, mas quando me dei conta já tinha puxado minha ereção dura e tava massageando ela com a mão livre, esfregando, apertando… e sentindo uma meleca saindo da ponta.
—Tô te ouvindo, meu anjo.
—Olha… mãe… —falei, ainda vendo os peitos dela com os bicos duros grudados na minha cara—… na entrada vai ter um filtro onde você vai se apresentar com teu nome de… puta… embora, bom, cê disse que vai manter teu nome verdadeiro. Lá, nesse filtro, você vai mostrar tua bolsa pra eles verificarem se não tem droga ou arma.
—Entendi, filho, e até agora não vejo grande problema nisso.
—O problema é que… segundo o que nossas… amiguinhas… eventuais contaram —Porra, tava tão difícil falar disso com ela que o desconforto tava me matando, enquanto meu pau continuava duro na minha mão—, às vezes os filhos da puta que recebem as putas… mulheres da vida fácil se aproveitam delas e… passam a mão demais… elas mesmas nos contaram sobre esse momento desconfortável. Ai, mãe… não sei se vamos dar conta disso. Agora que estamos planejando, vejo que é mais complicado do que pensei.
Eu sei que essas coisas afetavam minha progenitora, mas ela fingia que estava tudo bem para não me preocupar.
—Continua…
—E então… acho que essa é a parte mais difícil… a revista na entrada do quartel militar… É que se passarem dos limites com você ou falarem algo desrespeitoso, juro que eu…!
—Você vai ficar quietinho, meu soldadinho de chumbo, que a mamãe cuida do resto.
Ouvir ela falar assim me dava segurança. Me levava de volta aos meus dias de infância. Mas ao mesmo tempo… ao mesmo tempo me angustiava demais.
—Tem certeza? É que, mãe… só de pensar… e tentar me acostumar com a ideia de que você vai passar por essa humilhação terrível, minhas tripas se reviram aqui dentro.
—Te falei para não se preocupar, Erik… também não é como se fossem me matar. Melhor me dizer… vou poder entrar com meu celular? Na minha bolsa posso levar dinheiro e meus objetos pessoais?
E aí tive que confessar a pior parte da revista.
—Pois é… com isso você pode entrar… mas… tem mais uma coisa, mãe… algo que ainda não te contei e que pode… te desanimar.
—Do que se trata, Erik?
As gotinhas da minha glande continuaram escorrendo.
—É que… tenho muita vergonha de te falar… e talvez… isso você não vá gostar mesmo.
—Filho, pelo amor de Deus, você está me assustando, do que se trata?
Apesar da escuridão, fechei os olhos e disse:
—Você tem que trazer… camisinhas… com você.
—O quê?
As tetonas da mamãe continuavam quicando no meu rosto, enquanto minha parte racional tentava acalmá-la para que ela encarasse esse último requisito com a maior naturalidade possível. Mas eu não conseguia ficar tranquilo. Estava duro… e os bicos dos peitos da mamãe batendo na minha cara.
—Sim, mãe, eu sei que é nojento e humilhante para você, mas é um Exigência inescapável!
Ela respirava fundo. Estava completamente surpresa, assustada e nervosa.
—Pelo amor de Deus… filho, é que eu… com seu pai não usava… quer dizer… você me entende, meu amor… o DIU e essas coisas e…
—Sim, sim, mãe, sim… não precisa me explicar nada. Pfff! Porra, só falta você me contar sua intimidade. Ai, mãe… que vergonha que tô sentindo te falar isso…
Nunca antes tinha imaginado minha mãe desse jeito tão sexual. O DIU, as camisinhas… a gente nunca imagina a vida íntima dos pais. Um filho normal jamais visualiza os peitos da mãe balançando nus, suados… implorando pra serem chupados.
—Nem me fale… meu amor, mas… se for sincera, viu que esse requisito me surpreendeu… Mas acho que os responsáveis querem garantir que vocês não vão pegar doenças venéreas e…
—S…im… exatamente isso…
De novo o silêncio constrangedor reinou por uns segundos.
—Vou conseguir, filho, não se preocupa com isso.
—Mas mãe, ainda dá tempo da gente mandar tudo isso pro lixo! É que não vou te fazer passar pela vergonha de ir numa farmácia comprar camisinha! Tenho certeza que com meu pai você nunca precisou se submeter a essas indecências… e agora tenho que ser justamente eu a te colocar nessa posição tão… humilhante pra você. É que simplesmente não consigo imaginar uma mulher como você, com sua classe… com sua… idade… com seus preconceitos… comprando preservativos! Pfff…!
—Para de se atormentar e de me atormentar mais, por favor, Erik. Já te falei que por te ver, tô disposta a passar por isso e por mais… além disso… não é como se fosse matar alguém, né? É normal… você mesmo já me confirmou e eu ainda… tô em idade de… vida íntima e…
—Pelo amor, pelo amor, mãe, pelo amor… não vamos mais falar disso! Acho que o que a gente tinha que se dizer já não disse. Não vamos nos machucar mais nem ficar constrangidos. Vamos pensar que tudo isso… será pra gente se ver. de novo.
—Exatamente, meu soldadinho de chumbo. É justamente com essa ilusão que vou ficar pra fazer tudo isso com coragem. Tenho certeza de que vai valer a pena cada sacrifício, vergonha e humilhação que vamos passar só pra... passar uma noite com você.
E depois de ajustar os últimos detalhes do plano, a gente se falou de novo o quanto se amava, o quanto sentia falta um do outro, e nos despedimos.
O que vinha pela frente pra nós dois era uma loucura total.
***
Quando desliguei a ligação com minha mãe, deletei o histórico da chamada e desliguei o telefone. No resto da noite, não ouvi mais Astrid e Alex fodendo.
No dia seguinte, entreguei o celular pro filho da puta e agradeci com um sorriso falso. A verdade é que, agora que sabia o tipo de escorpião invejoso que ele era, não podia mais confiar nele. Nem nele, nem em ninguém.
Durante o café da manhã, o treino, o jantar e o resto dos dias, o cara ficou me esfregando na cara a "foda de campeonato" que, segundo ele, tinha dado "na sua puta Astrid". A intenção era me humilhar na frente dos outros.
Obviamente, eu não perdi chance de ridicularizar ele também na frente dos nossos companheiros, dizendo que desde que Astrid entrou até ela ir embora, só ouvi ela gemer por quinze minutos.
— Não me diga que você não deu conta do recado, Alexito? — ri na cara dele e o resto dos caras riu junto — Porque não vou acreditar se você me disser que Astrid é do tipo que se contenta com uma só transa. Só pra te lembrar, durante todas as noites que ela me visitou, a puta gostosa nunca parou de berrar até o amanhecer. Você mesmo e os outros não ouviam tudo do lado de fora da minha porta ou dos próprios quartos?
Como o filho da puta não aguentou minhas provocações, me acusou de estar com ciúmes e humilhado porque Astrid tinha dormido com ele.
— Mas não se preocupa, Erik, que da próxima vez sua puta vai tirar suas dúvidas. Astrid vai te contar o quanto eu fiz ela berrar a noite inteira. O Qual é a parada é que você caiu no sono porque não aguentou ela estar comigo.
Eu ri pra caralho daquela sarta de mentiras dela, e aí falei:
— Me chama de narcisista e presunçoso se quiser, Alexito, mas uma vez que minhas putas são usadas por outras rolas, eu perco o interesse por elas. A Astrid nunca mais vai entrar no meu quarto. Então tô te dando ela de presente, continua comendo ela quando quiser, porque pra mim já arrumei uma nova… — não tive coragem de chamar minha mãe de puta —, mulher que vai vir no meu próximo dia de visita pra passar a noite comigo.
— Como assim? — perguntou um cara chamado Pablo. — De onde você tirou ela? Do catálogo?
Foi nessa hora que eu percebi que tinha um probleminha. Minha mãe não tava no catálogo. Ia começar a me desesperar com esse detalhe quando o próprio Pablo me deu a solução.
— Porque se não tá no catálogo, quer dizer que é uma recomendada das nossas putas frequentes, né?
— É… sim… exatamente isso, Pablito. Ela… é uma recomendada… A própria Astrid me mostrou as fotos da minha nova candidata e eu escolhi.
— E já passou o nome dela pro tenente Altamira? É ele quem faz as listas.
— É… amanhã cedo mesmo vou falar com ele, Pablo, valeu por lembrar.
Alex, que parecia completamente desconfiado do que eu tava falando, perguntou meio debochado:
— E conta pra gente, Erik, será que essa nova puta é melhor que a Astrid? Porque eu acho que não, hein? A Astrid é a puta mais gostosa desse catálogo de merda.
— Pois é, Alexito, a mulher que eu arrumei é muito melhor que todas as putas juntas que já vieram pro quartel.
— Não me diga? Com o quanto a Astrid tava apaixonada por você, cê acha que vou engolir essa história de que ela mesma arranjou outra puta pra você, e, o mais absurdo, mais gostosa que ela, segundo você?
— No dia que ela chegar no quartel, você vai ver se tô mentindo ou não.
— Ela tem uma bunda boa? — quis saber Pablo.
— É tão redonda e firme que Sou capaz de me deixar sufocar até a morte dentro de uma bunda enorme — falei, e pra minha má sorte, senti uma ereção violenta na calça que me deixou parecendo um tarado que fica excitado imaginando a própria mãe.
— E os peitos dela? — quis saber o Héctor.
— Enormes, meu caro… duas senhoras tetas que juro que não vão parar de quicar na minha cara a noite inteira.
— Porra, Erik!
— Além disso… Akira… é assim que ela se chama — cometi a imprudência de falar só pra foder com o idiota do Alex, que continuava sem acreditar em uma palavra minha —… tem traços asiáticos, o que me dá muito mais tesão. Vai ser tipo… tipo foder uma milf de hentai…
Teve um puta alvoroço quando eu falei aquilo. E essa expectativa só terminou no dia combinado. Todos os meus colegas estavam loucos pra conhecer a "minha nova puta" chamada "Akira", com uma bunda de infarto e peitos do inferno que ia substituir a Astrid.
A expectativa foi tanta que eu realmente me arrependi de ter soltado todas aquelas merdas só pra encher o saco do Alex. O dia inteiro eles ficaram em cima de mim. Viglando cada movimento meu. E eu comecei a me sentir desconfortável.
— O que vocês estão fazendo todos aqui fora? — perguntei pro Alex e pra vários colegas que estavam formados no corredor do meu quarto, lá pelas sete da noite, quando faltava pouco pra minha mãe chegar.
— Nada, nada, Erik — zombou o Alex —. Só queremos ver a sua nova putona. Já não deve demorar, hein? Só espero que ela seja tão gostosa e fogosa quanto a Astrid, senão vou achar que você só escolheu essa tal de "Akira" pra substituir a outra por decepção. Então vou ficar de olho bem aberto, meu bom amigo… pra ver se com essa nova puta você também consegue fazê-la "berrar a noite inteira."
— O quê? Puta que pariu, não me fode, filho da puta!
O desafio que o Alex me jogou de surpresa eu não tinha planejado. Na real… nem imaginava que ele ia me propor isso.
O que ia acontecer quando minha mãe chegasse vestida de puta… pronta pra passar a noite? Noite inteira com o cliente dela… que por acaso era o filho dela? Como caralhos eu ia conseguir encarar o desafio do Alex… fazendo minha mãe berrar feito uma puta a noite toda?
Isso ia ser impossível… de qualquer jeito ia ser impossível.
A menos que… eu tivesse que realmente foder ela.Meu instagram
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Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.

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Capítulo 2 Minha mãe Akira queria me ver. Eu queria vê-la. Nós dois queríamos ter esse contato filial depois de tanto tempo sem nos olharmos. Meu pai a tinha abandonado e ela se sentia triste e desmoralizada. Com minha ausência, ela se sentia sozinha e precisava de mim, e por isso eu precisava vê-la para oferecer meu apoio e meu carinho.
O problema é que eu estava internado num quartel militar de alto rendimento onde, ao finalizar meu serviço, aspirava a conseguir uma vaga na Universidade das Forças Armadas do país, e a principal regra durante a estadia naquele ano era ter contato zero com nossos parentes diretos.
E essas regras eram meio estranhas e contraditórias, já que, apesar de ser proibido ter contato com nossos entes queridos para testar nossa lealdade e prioridade à nação em um eventual caso de campo de batalha, ao mesmo tempo nos permitiam saciar nossas necessidades sexuais contratando putas que pagávamos com nossas próprias bolsas.
Nesses termos, e me vendo impossibilitado de ver minha progenitora de outra forma, me ocorreu que uma opção para ela vir ao quartel e ficar comigo por uma noite inteira era exatamente fazê-la passar por uma “prostituta”.
Meu plano fazia sentido e eu tinha certeza de que, se agíssemos com sabedoria, poderia funcionar. Afinal, ninguém conhecia minha mãe naquele lugar. Nunca mostrei uma foto dela para meus camaradas e colegas, principalmente porque nem sequer tínhamos permissão para ter um celular.
Outro ponto a nosso favor era que fisicamente nenhum de nós dois se parecia, já que Akira, minha mãe, tinha traços asiáticos dos quais eu não tinha herdado nem mesmo a cor da pele, pois me parecia mais com meu pai.
Quando apresentei essa ideia para minha mãe, ela ficou absorta e em silêncio por vários segundos. Senti meu esôfago congelar e ela começou a respirar com dificuldade. —Você tá bem, mãe? — perguntei preocupado.
Houve um silêncio prolongado, depois uma resposta:
— Ehhh, sim, sim, acho que sim, meu soldadinho de chumbo... é que me faltou o ar por um instante.
A única coisa boa daquele momento foi que Astrid, a puta predileta que costumava vir a cada quinze dias no meu quarto pra foder, tinha ficado em silêncio depois de minutos de exagero onde fingiu que estava tendo o melhor sexo da vida dela nos braços do meu hipócrita amigo Alex. Eu achei graça saber que Alex durou muito pouco tempo socando ela, mesmo com a intenção de me superar. Imaginei a cara de decepção da Astrid ao ver o pouco rendimento do "macho" da vez e fiquei satisfeito na hora.
Não tão satisfeito com o silêncio da minha progenitora, que tinha ficado estupefata depois que eu disse que a única solução pra ela me visitar era se passar por uma quenga.
— Sinto muito se minha proposta te chocou, mãe, mas por enquanto é o único jeito que tenho de te ver sem ser punido. É que assim, ninguém saberia que você é minha mãe e então...
— Sim... sim, filho, não precisa me dar explicações, repito que simplesmente eu... fiquei sem ar.
A voz dela soava entre chocada e nervosa. Me senti mal por ter sugerido uma coisa dessas. Minha vontade de vê-la me fez perder a linha.
— Olha, mãe, se você se sentir desconfortável, a gente dá um jeito de achar outra solução e... bem. Juro que nunca quis te deixar desconfortável nem te desrespeitar, sugerindo uma parada dessas.
Mamãe começou a rir, mas era uma risada nervosa e angustiada.
— Não, não, minha vida; calma, o que acontece é que, bem, você sabe, foi difícil assimilar o que você acabou de me dizer. Mas não é porque me senti ofendida. Entendo que é o único jeito da gente se ver. O que acontece é que uma mãe nunca espera que pra ver o filho tenha que fazer isso na qualidade de... mulher... da vida fácil.
Mamãe continuou rindo nervosa, e Eu me senti meio perturbado. Sinceramente, se a gente parar pra pensar com seriedade, essa situação toda era meio desconfortável, constrangedora e até suja.
— Você não precisa fazer isso, hein, minha linda? — Sempre fui muito carinhoso com ela desde criança. Na real, desde pequeno fui muito próximo dela, mais do que do meu pai, e por isso a gente já tava acostumado com esse tipo de demonstração de afeto.
Isso aí é mais um motivo pelo qual ela ficou tão mal com a nossa separação.
— Quero fazer isso, meu bem, preciso te ver, não ligo pro resto.
— Eu ligo, mãe. Não vou deixar você passar por essa vergonha… humilhação, como quiser chamar, só pra realizar o capricho do seu filho que quer que você venha vê-lo.
— Você não faz ideia do alívio que sinto ao ouvir essas palavras, meu soldadinho de chumbo: faz tanto tempo que não me sentia… tão amada, que é difícil acreditar que meu filho precisa de mim. Você realmente quer me ver, Erik?
— Mais do que você imagina, mãe, e você? Você realmente quer me ver?
— Tô morrendo de vontade, querido. Faria qualquer coisa pra estar ao seu lado… nem que fosse por um instante.
— Eu sei, minha linda. Sei que você faria qualquer coisa pra ficar do meu lado, mas agora que parei pra pensar, acho que exagerei te propondo… isso… então não.
Eu sentia um nó no estômago. Uma coisa completamente vergonhosa que não me deixava em paz. Pô, como é que eu tinha sugerido pra minha própria mãe se passar por puta pra vir me ver, caralho!
— Repito que não ligo, sabia, querido? Se o dia quinze é o seu dia de visitas… e eu tenho que ir na qualidade de… mulher da vida, então… vou fazer isso, juro que vou.
— Mas mãe…!
— Mas nada, Erik. Me diz que horas tenho que estar lá… no quartel militar. Me diz o que vou falar e com quem vou ter que falar pra poder te ver… como é que funciona esse tipo de… visita?
— Não, não, de jeito nenhum, mãe. Esquece o que te falei e, por favor, confia que a gente pode dar um jeito de encontrar outra alternativa.
—Por favor, filho, não me faça isso. Se você me deu essa alternativa, é porque acredita que é o único jeito da gente se ver, qual é o seu problema? É verdade que no começo eu me senti… estranha, mas já passou. Minha vontade de te abraçar e te encher de beijos é maior que minha vergonha e meu pudor.
—Não vou arriscar sua integridade, mãe! Não insiste, porque não vou deixar ninguém te desrespeitar pensando que você é…!
—Uma puta em vez da sua mãe? —respondeu ela com segurança. E eu me senti terrivelmente desconfortável quando ela disse isso. —Vamos, querido, já tenho idade pra lidar com esse tipo de situação. Já te falei que minha vontade de te ver vale mais que qualquer humilhação. A menos, claro (como não pensei nisso antes), que essa mudança repentina de ideia seja porque, justamente, minha idade seja o seu verdadeiro problema.
A resposta dela me desconcertou.
—Mas do que você tá falando? Qual problema?
Ela ficou em silêncio por dois segundos, respirou fundo e disse:
—Bom… que por eu ser uma mulher madura, Erik, você tem medo de que sua reputação entre seus colegas… fique manchada.
—O quê?
—Filho, se esse é o seu problema, me fala, por mais que doa, juro que vou entender.
—Mas…!
—Filho —continuou ela com um tom de voz triste e resignada—. Eu seria incapaz de te transformar no palhaço do quartel inteiro por receber uma velha como eu. Me sentiria super culpada em saber que, por minha causa, vou te deixar envergonhado na frente do batalhão todo… Afinal… se seu pai me trocou porque já passei dos quarenta… é muito mais lógico que um jovem como você…
—Pelo amor de Deus, mulher! Você vai me deixar falar?! —exclamei, me sentindo terrivelmente indignado por ela pensar que eu tinha esse conceito sobre ela. —Você enlouqueceu, mãe?! Como é que você acha que eu teria vergonha dos meus colegas do quartel me verem com você? Será que a separação do papai destruiu tanto sua autoestima? Você não se enxerga? Já se viu no espelho? Você é a mulher mais gostosa do mundo! E ainda por cima, com a idade, ficou muito melhor e…
— Erik… olha… não tenta consertar, juro que vou entender se…
— Tô falando pra você me deixar falar, por favor! Eu não sinto vergonha de mim! Muito pelo contrário! Sabe que entre os cadetes do quartel, as milf… quer dizer… as mulheres milf são as que têm mais peso?! Sabe que as mulheres da sua idade são as nossas preferidas?
Minha progenitora fez um som de surpresa com a boca.
— Você disse “nossas”? — ela perguntou com um tom de voz cheio de indignação —… é que por acaso você… você recebe visitas… desse tipo… de mulheres… no seu quarto?
A recriminação dela como mãe que descobre que seu precioso filho está transando com putas… (e que quase me pareceu uma recriminação sem sentido dado o contexto) por pouco me deixou sem reação.
— Mãe… pelo amor… você não vai começar a me repreender por isso, vai? Tipo… eu também já tenho uma idade e você sabe das minhas… necessidades masculinas…
— Sim! Sim! Entendo! Entendo! Já, já, sim, sim, chega, não precisa me explicar nada, desculpa, desculpa! — Ela reagiu extremamente envergonhada. Quase pude imaginá-la com uma cara de nojo e horror que em outras circunstâncias teria me achado engraçado —. Não precisa me dizer nada… Erik…
— Mas eu quero te explicar, Mãe… Isso me dá mais vergonha do que em você e juro que… não gostaria que você ficasse com a impressão de que tem um filho… pervertido… É só que você precisa saber que eu… aqui trancado, sem contato nenhum com garotas… na minha idade… tenho certas necessidades e…
— Já falei pra parar, Erik! Ai, pelo amor de Deus, me desculpa, querido, mas é muito desconfortável pra mim… falar desses assuntos com você. Mas juro que… às vezes esqueço que você não é mais um menino… e que, de fato, na sua idade… pois é… precisa… de uma mulher que… Ai, não, de novo tô falando demais! Melhor voltarmos pra onde estávamos antes…, quer?!
— Sim, tudo bem… desculpa, não quis te deixar desconfortável…
— Eu sei, eu sei… ai, aaai…
—Vamos, mãe, respira… e como você disse, é melhor eu voltar pra onde tava antes, onde eu tava tentando te explicar que, longe do que você pensa, pra mim seria um privilégio que todo mundo soubesse que você, tão gostosa e majestosa, vem comigo. Quero dizer que, em vez de zoação, eu seria motivo de inveja e admiração.
Minha mãe ficou em silêncio por um momento. Eu sentia meu coração batendo muito forte. Ela esperou, cautelosa, e respirou fundo de novo, dizendo:
— Você tá falando sério, filho, ou só quer me fazer sentir bem?
— Se eu tô falando sério quando digo que as mulheres milf são as preferidas dos meus amigos? Sim, mãe, elas são a sensação, todo mundo ama elas. E por isso que eu tô te falando que, se me virem com você, vão pensar que eu sou o cara mais sortudo do mundo.
Ela ficou em silêncio de novo. Eu podia ouvir a respiração dela ofegante.
— Mas… e você…? — Ela parecia tão nervosa quando fez essa pergunta que por um momento achei que ia perder a voz. — E você, Erik…? Também prefere… mulheres como eu…? Quero dizer… não como eu… mas… milf, entendeu?, se você gosta de mulheres milf.
Me surpreendeu bastante esse nervosismo na minha mãe quando ela perguntou aquilo, principalmente porque ela só se enrolava com as palavras quando se sentia desconfortável com alguma coisa.
— Então sim — admiti com toda sinceridade e um pouco de vergonha. — Eu sou louco por milf… mãe… você não faz ideia do quanto.
Não sei o que deu em mim naquele momento, mas em segundos minha cabeça ficou uma bagunça e virou sórdida, mostrando imagens sujas que me pareceram terrivelmente obscenas e nojentas.
No começo, essas imagens surgiram pensando no corpo nu da Astrid, com os peitões enormes, brilhantes e oleosos, pulando pra cima e pra baixo no torso dela enquanto me cavalgava com vontade, gritando um monte de putaria, como tinha feito há pouco do outro lado do meu quarto.
No começo, essas imagens surgiram pensando nas pernas dela… obesas esmagando minhas coxas a cada sentada. Pensando na buceta delas devorando meu pau. Mas de repente… mesmo se, ao fechar os olhos, eu tava pensando no corpo nu da Astrid, quando abri eles de novo, levei um baita susto ao descobrir que era o rosto da minha mãe, completamente congestionado de luxúria, que me encarava igual uma puta enquanto rebolava no meu pau.
***
¡¿WTF?! Mas que porra eu tava pensando? Caralho! Caralho! Caralho!
Fiquei com tanta vergonha de ter profanado a imagem da minha progenitora ao trazê-la involuntariamente pra minha cabeça desse jeito tão grotesco e obsceno, que quase quis pedir desculpas por telefone. E teria feito isso se não fosse porque entendi que ela… nem sabia o que passava na cabeça do seu filho depravado.
—Erik? Filho, você ainda está na linha?
—Hã? Ah, sim, mãe… desculpa… desculpa… de repente deu uma interferência… mas tô aqui…
Me senti muito mais culpado quando a imagem da minha mãe pelada, com as tetonas enormes balançando no peito, fez eu ter uma ereção. CARALHOOOO!
—Ah, que bom, porque você tinha me preocupado, querido… mas então, filho? Você topa… a gente levar esse plano adiante?
Com a ereção no meu short, admiti que era exatamente isso que eu mais queria. Quer dizer; não que ela viesse como uma puta me ver, mas simplesmente que viesse… Porra! Se eu aceitasse esse plano, ia ficar mortificado e com a ansiedade constante de pensar que quem visse ela entrando poderia desrespeitar, achando que ela era uma prostituta de verdade, e eu sem poder defendê-la pra evitar levantar suspeitas.
Se eu aceitasse que o plano fosse pra frente, teria que aceitar todos os contras que isso trazia, como o fato de que, por mais que a gente se esforçasse, no final descobrissem a verdade, que ela era minha mãe e não uma prostituta. Ou que, se a gente realmente conseguisse passar pela prova de fogo e todo mundo engolisse a história de que ela era uma mulher da vida… galante… alguém poderia se interessar ou se encantar por ela (como aconteceu com a Astrid) e começar a me encher o saco pra passar o contato dela pra marcar um encontro, o que me daria uma raiva profunda.
Mas se eu recusasse, aí seria minha mãe que ficaria mal, achando que eu tinha vergonha dela, fazendo a autoestima dela ir pro buraco ainda mais do que já estava.
Então tive que decidir o que era melhor pra nós dois… mesmo sabendo, no fundo, que não era o melhor.
— Tá bom, mãe… vamos tocar o plano.
***
Juro por Deus que aquela foi a conversa mais desconfortável que tive na minha puta vida depois que aceitei que ela viesse me ver no dia quinze como uma puta. Esse desconforto nem se compara a ter que admitir pra ela que eu precisava de prostitutas quinzenais pra saciar minhas necessidades sexuais.
Não. O verdadeiro desconforto foi ter que planejar como ela ia vir vestida, o nome que ia usar, e todo esse tipo de protocolo que tem que seguir quando se entra num quartel militar.
— Tem certeza de que não vão pedir meu documento de identidade na entrada, Erik? Porque se virem meus sobrenomes… podem desconfiar que você é meu filho, e não um cliente.
A palavra “cliente” me deixou meio desconfortável, ao mesmo tempo que fez minha ereção não passar, mas continuar esmagando dentro da minha cueca. Tava sendo muito difícil tirar da cabeça aquela imagem dela… da minha mãe pelada, safada, gostosa… com os peitos de fora e os bicos durinhos encostando na minha língua, enquanto meu pau apontava pra buceta encharcada dela.
Que porra tava acontecendo comigo? Será que eu tava ficando louco? Caralho, mas a gente tá falando da minha progenitora, a mulher que me pariu e por cuja buceta eu fui extraído!
— Não, não, não… mãe, só vão pedir sua digital — gaguejei —. A lei permite esse anonimato pra quem trabalha com isso. esse… ofício.
—Ah… entendi, e então como devo me apresentar para os inspetores do filtro de entrada? Que nome vou dar, filho?
Boa pergunta. A verdade é que não fazia ideia.
—Ammm, não sei. Não tinha parado pra pensar nisso, você tem algum nome em mente?
Mamãe refletiu em silêncio.
—Akira — respondeu, bem segura de si, me deixando pasmo.
—Akira? Mãe, mas esse é o seu nome verdadeiro. Quantas Akiras você conhece neste país? Seu nome por si só já é… bem peculiar, como você vai se apresentar assim?
—Por acaso você já contou meu nome pra alguém, Erik?
—Te falei que não podemos falar de vocês com ninguém. A gente tem que se manter no esquecimento durante o treinamento neste quartel.
—Então tá aí, Erik, não vai ter problema. É que, filho… se vão tirar de mim minha condição de mãe e de senhora pra eu vir te ver… pelo menos me deixa conservar meu nome. Você acha que alguém vai se importar de verdade com como me chamo?
—Pfff… mas é que… prrr--- pois… tá bom, caramba… tá bom… que seja como você quiser.
Ainda com o telefone no ouvido, voltei pra minha cama e me deitei, com a luz apagada. Precisava da escuridão pra pensar e aceitar tudo isso. Precisava relaxar e deixar meu pau parar de ficar tão duro. Precisava tirar as tetas imaginárias da minha mãe da cabeça!
—Precisa que eu use roupa bem… sugestiva, coração? — ela perguntou com tanta naturalidade que parecia que realmente estava entrando no personagem —. Roupa bem provocante… é obrigatório? Suponho que sim, né, querido? Roupa justa… sugestiva… sensual…
Essa pergunta eu não esperava na hora. Fiquei calado, porque não soube o que dizer. É que não imaginava minha mãe, ela tão correta e tão fina, chegando no quartel militar vestindo como as putas normais faziam; de minissaia quase na altura da metade da bunda dela, salto alto e decote quase até a metade dos peitos dela. peitos.
—Presumo que teu silêncio confirma o que eu tô imaginando, né Erik? Devo chegar vestida de um jeito… condizente com meu ofício.
—Porra, mãe, nesse assunto… a verdade é que vou deixar na tua consideração… no teu critério! Ia me dar uma vergonha danada só de pensar em te dizer como é que você deve vir vestida pra… que teu papel de… bom, cê já sabe, seja convincente.
—Não se preocupa, querido, que vou levar em conta.
—Mas pelo amor de Deus, mãe, me faz o favor de pegar um táxi de casa até aqui! Um táxi de confiança. Cê pode vestir… uma capa comprida e discreta que esconda o resto da roupa. Pfff, mãe, só de pensar que os vizinhos ou alguém na rua pudesse te ver vestida… assim… te juro que minha cabeça quer explodir!
—Já te falei pra não se preocupar, Erik. Confia em mim. Eu cuido disso.
—É que não consigo ficar tranquilo sabendo que tudo isso vai ser muito pesado pra você… e pra mim. Mas te prometo que a parte mais chata vai ser quando você passar pelo primeiro filtro de segurança…
—Como assim, filho?
—É que… é inevitável que nesse filtro… você…
Nem percebi quando aconteceu, em que segundo ou em que instante, mas quando me dei conta já tinha puxado minha ereção dura e tava massageando ela com a mão livre, esfregando, apertando… e sentindo uma meleca saindo da ponta.
—Tô te ouvindo, meu anjo.
—Olha… mãe… —falei, ainda vendo os peitos dela com os bicos duros grudados na minha cara—… na entrada vai ter um filtro onde você vai se apresentar com teu nome de… puta… embora, bom, cê disse que vai manter teu nome verdadeiro. Lá, nesse filtro, você vai mostrar tua bolsa pra eles verificarem se não tem droga ou arma.
—Entendi, filho, e até agora não vejo grande problema nisso.
—O problema é que… segundo o que nossas… amiguinhas… eventuais contaram —Porra, tava tão difícil falar disso com ela que o desconforto tava me matando, enquanto meu pau continuava duro na minha mão—, às vezes os filhos da puta que recebem as putas… mulheres da vida fácil se aproveitam delas e… passam a mão demais… elas mesmas nos contaram sobre esse momento desconfortável. Ai, mãe… não sei se vamos dar conta disso. Agora que estamos planejando, vejo que é mais complicado do que pensei.
Eu sei que essas coisas afetavam minha progenitora, mas ela fingia que estava tudo bem para não me preocupar.
—Continua…
—E então… acho que essa é a parte mais difícil… a revista na entrada do quartel militar… É que se passarem dos limites com você ou falarem algo desrespeitoso, juro que eu…!
—Você vai ficar quietinho, meu soldadinho de chumbo, que a mamãe cuida do resto.
Ouvir ela falar assim me dava segurança. Me levava de volta aos meus dias de infância. Mas ao mesmo tempo… ao mesmo tempo me angustiava demais.
—Tem certeza? É que, mãe… só de pensar… e tentar me acostumar com a ideia de que você vai passar por essa humilhação terrível, minhas tripas se reviram aqui dentro.
—Te falei para não se preocupar, Erik… também não é como se fossem me matar. Melhor me dizer… vou poder entrar com meu celular? Na minha bolsa posso levar dinheiro e meus objetos pessoais?
E aí tive que confessar a pior parte da revista.
—Pois é… com isso você pode entrar… mas… tem mais uma coisa, mãe… algo que ainda não te contei e que pode… te desanimar.
—Do que se trata, Erik?
As gotinhas da minha glande continuaram escorrendo.
—É que… tenho muita vergonha de te falar… e talvez… isso você não vá gostar mesmo.
—Filho, pelo amor de Deus, você está me assustando, do que se trata?
Apesar da escuridão, fechei os olhos e disse:
—Você tem que trazer… camisinhas… com você.
—O quê?
As tetonas da mamãe continuavam quicando no meu rosto, enquanto minha parte racional tentava acalmá-la para que ela encarasse esse último requisito com a maior naturalidade possível. Mas eu não conseguia ficar tranquilo. Estava duro… e os bicos dos peitos da mamãe batendo na minha cara.
—Sim, mãe, eu sei que é nojento e humilhante para você, mas é um Exigência inescapável!
Ela respirava fundo. Estava completamente surpresa, assustada e nervosa.
—Pelo amor de Deus… filho, é que eu… com seu pai não usava… quer dizer… você me entende, meu amor… o DIU e essas coisas e…
—Sim, sim, mãe, sim… não precisa me explicar nada. Pfff! Porra, só falta você me contar sua intimidade. Ai, mãe… que vergonha que tô sentindo te falar isso…
Nunca antes tinha imaginado minha mãe desse jeito tão sexual. O DIU, as camisinhas… a gente nunca imagina a vida íntima dos pais. Um filho normal jamais visualiza os peitos da mãe balançando nus, suados… implorando pra serem chupados.
—Nem me fale… meu amor, mas… se for sincera, viu que esse requisito me surpreendeu… Mas acho que os responsáveis querem garantir que vocês não vão pegar doenças venéreas e…
—S…im… exatamente isso…
De novo o silêncio constrangedor reinou por uns segundos.
—Vou conseguir, filho, não se preocupa com isso.
—Mas mãe, ainda dá tempo da gente mandar tudo isso pro lixo! É que não vou te fazer passar pela vergonha de ir numa farmácia comprar camisinha! Tenho certeza que com meu pai você nunca precisou se submeter a essas indecências… e agora tenho que ser justamente eu a te colocar nessa posição tão… humilhante pra você. É que simplesmente não consigo imaginar uma mulher como você, com sua classe… com sua… idade… com seus preconceitos… comprando preservativos! Pfff…!
—Para de se atormentar e de me atormentar mais, por favor, Erik. Já te falei que por te ver, tô disposta a passar por isso e por mais… além disso… não é como se fosse matar alguém, né? É normal… você mesmo já me confirmou e eu ainda… tô em idade de… vida íntima e…
—Pelo amor, pelo amor, mãe, pelo amor… não vamos mais falar disso! Acho que o que a gente tinha que se dizer já não disse. Não vamos nos machucar mais nem ficar constrangidos. Vamos pensar que tudo isso… será pra gente se ver. de novo.
—Exatamente, meu soldadinho de chumbo. É justamente com essa ilusão que vou ficar pra fazer tudo isso com coragem. Tenho certeza de que vai valer a pena cada sacrifício, vergonha e humilhação que vamos passar só pra... passar uma noite com você.
E depois de ajustar os últimos detalhes do plano, a gente se falou de novo o quanto se amava, o quanto sentia falta um do outro, e nos despedimos.
O que vinha pela frente pra nós dois era uma loucura total.
***
Quando desliguei a ligação com minha mãe, deletei o histórico da chamada e desliguei o telefone. No resto da noite, não ouvi mais Astrid e Alex fodendo.
No dia seguinte, entreguei o celular pro filho da puta e agradeci com um sorriso falso. A verdade é que, agora que sabia o tipo de escorpião invejoso que ele era, não podia mais confiar nele. Nem nele, nem em ninguém.
Durante o café da manhã, o treino, o jantar e o resto dos dias, o cara ficou me esfregando na cara a "foda de campeonato" que, segundo ele, tinha dado "na sua puta Astrid". A intenção era me humilhar na frente dos outros.
Obviamente, eu não perdi chance de ridicularizar ele também na frente dos nossos companheiros, dizendo que desde que Astrid entrou até ela ir embora, só ouvi ela gemer por quinze minutos.
— Não me diga que você não deu conta do recado, Alexito? — ri na cara dele e o resto dos caras riu junto — Porque não vou acreditar se você me disser que Astrid é do tipo que se contenta com uma só transa. Só pra te lembrar, durante todas as noites que ela me visitou, a puta gostosa nunca parou de berrar até o amanhecer. Você mesmo e os outros não ouviam tudo do lado de fora da minha porta ou dos próprios quartos?
Como o filho da puta não aguentou minhas provocações, me acusou de estar com ciúmes e humilhado porque Astrid tinha dormido com ele.
— Mas não se preocupa, Erik, que da próxima vez sua puta vai tirar suas dúvidas. Astrid vai te contar o quanto eu fiz ela berrar a noite inteira. O Qual é a parada é que você caiu no sono porque não aguentou ela estar comigo.
Eu ri pra caralho daquela sarta de mentiras dela, e aí falei:
— Me chama de narcisista e presunçoso se quiser, Alexito, mas uma vez que minhas putas são usadas por outras rolas, eu perco o interesse por elas. A Astrid nunca mais vai entrar no meu quarto. Então tô te dando ela de presente, continua comendo ela quando quiser, porque pra mim já arrumei uma nova… — não tive coragem de chamar minha mãe de puta —, mulher que vai vir no meu próximo dia de visita pra passar a noite comigo.
— Como assim? — perguntou um cara chamado Pablo. — De onde você tirou ela? Do catálogo?
Foi nessa hora que eu percebi que tinha um probleminha. Minha mãe não tava no catálogo. Ia começar a me desesperar com esse detalhe quando o próprio Pablo me deu a solução.
— Porque se não tá no catálogo, quer dizer que é uma recomendada das nossas putas frequentes, né?
— É… sim… exatamente isso, Pablito. Ela… é uma recomendada… A própria Astrid me mostrou as fotos da minha nova candidata e eu escolhi.
— E já passou o nome dela pro tenente Altamira? É ele quem faz as listas.
— É… amanhã cedo mesmo vou falar com ele, Pablo, valeu por lembrar.
Alex, que parecia completamente desconfiado do que eu tava falando, perguntou meio debochado:
— E conta pra gente, Erik, será que essa nova puta é melhor que a Astrid? Porque eu acho que não, hein? A Astrid é a puta mais gostosa desse catálogo de merda.
— Pois é, Alexito, a mulher que eu arrumei é muito melhor que todas as putas juntas que já vieram pro quartel.
— Não me diga? Com o quanto a Astrid tava apaixonada por você, cê acha que vou engolir essa história de que ela mesma arranjou outra puta pra você, e, o mais absurdo, mais gostosa que ela, segundo você?
— No dia que ela chegar no quartel, você vai ver se tô mentindo ou não.
— Ela tem uma bunda boa? — quis saber Pablo.
— É tão redonda e firme que Sou capaz de me deixar sufocar até a morte dentro de uma bunda enorme — falei, e pra minha má sorte, senti uma ereção violenta na calça que me deixou parecendo um tarado que fica excitado imaginando a própria mãe.
— E os peitos dela? — quis saber o Héctor.
— Enormes, meu caro… duas senhoras tetas que juro que não vão parar de quicar na minha cara a noite inteira.
— Porra, Erik!
— Além disso… Akira… é assim que ela se chama — cometi a imprudência de falar só pra foder com o idiota do Alex, que continuava sem acreditar em uma palavra minha —… tem traços asiáticos, o que me dá muito mais tesão. Vai ser tipo… tipo foder uma milf de hentai…
Teve um puta alvoroço quando eu falei aquilo. E essa expectativa só terminou no dia combinado. Todos os meus colegas estavam loucos pra conhecer a "minha nova puta" chamada "Akira", com uma bunda de infarto e peitos do inferno que ia substituir a Astrid.
A expectativa foi tanta que eu realmente me arrependi de ter soltado todas aquelas merdas só pra encher o saco do Alex. O dia inteiro eles ficaram em cima de mim. Viglando cada movimento meu. E eu comecei a me sentir desconfortável.
— O que vocês estão fazendo todos aqui fora? — perguntei pro Alex e pra vários colegas que estavam formados no corredor do meu quarto, lá pelas sete da noite, quando faltava pouco pra minha mãe chegar.
— Nada, nada, Erik — zombou o Alex —. Só queremos ver a sua nova putona. Já não deve demorar, hein? Só espero que ela seja tão gostosa e fogosa quanto a Astrid, senão vou achar que você só escolheu essa tal de "Akira" pra substituir a outra por decepção. Então vou ficar de olho bem aberto, meu bom amigo… pra ver se com essa nova puta você também consegue fazê-la "berrar a noite inteira."
— O quê? Puta que pariu, não me fode, filho da puta!
O desafio que o Alex me jogou de surpresa eu não tinha planejado. Na real… nem imaginava que ele ia me propor isso.
O que ia acontecer quando minha mãe chegasse vestida de puta… pronta pra passar a noite? Noite inteira com o cliente dela… que por acaso era o filho dela? Como caralhos eu ia conseguir encarar o desafio do Alex… fazendo minha mãe berrar feito uma puta a noite toda?
Isso ia ser impossível… de qualquer jeito ia ser impossível.
A menos que… eu tivesse que realmente foder ela.Meu instagram
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Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.

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1 comentários - O Cliente da Mamãe // Cap. 2