Aviso de entrada: quem fica procurando pelo em ovo pra ver se é verdade ou não, essa história tem umas paradas que é muito difícil de acreditar, mas são reais.
Meses antes da pandemia, eu trampava nos fins de semana em Capital Federal, zona norte, numa imobiliária da região.
Num domingo, tive que ir mostrar um quitinete perto do Barrio River, das 14h às 17h. Me avisaram que colocaram o imóvel porque um cliente pediu pra ver, e como precisavam alugar, mandaram plantão direto: se aparecesse alguém, era pra deixar entrar. Logicamente, perdi tempo lá, porque o cliente chegou lá pelas 17h20, então fiquei duas horas à toa, mas valeu a pena a espera.
Chega uma morena infernal, peitão, e eu nunca pensei que podia rolar o que rolou, era muita areia pro meu caminhão, mas rolou. Começo a mostrar o apê que já vinha mobiliado: cozinha, banheiro, sacada, e aí a gente faz a primeira parada.
Saímos pra sacada, ela apoia a cintura no parapeito com as pernas esticadas e um pouco afastadas, empinando a raba, e, mesmo querendo disfarçar, eu morri ao ver aquele contorno de perfil. Ela solta: "É lindo pra ficar à noite, quase ninguém te vê, vista pro rio". E pra mim ficou aquela parte do "à noite quase ninguém te vê" – era óbvio que ela tava pensando em prazer, solidão ou sexo. Me fiz de sonso, falei que sim, só pra concordar e continuar mostrando o apê, e chegou a vez do quarto.
Logicamente, deixo ela entrar primeiro, e eu sei que vocês não vão acreditar, mas ela se ajoelhou na cama, apoiando um joelho no colchão "pra testar a dureza", e não sei se eu tava era muito tarado, mas entendi que tinha um duplo sentido ali. Tipo, era a dureza do colchão ou do meu pau que ela queria saber?... E eu me arrisquei: tava atrás dela com aquela vista impecável, e disfarçadamente me aproximei da raba, pra ver se ela pegava no meu pau ou como reagia. A reação dela foi se virar na hora, ficou sentada de frente pra mim, com os olhos na altura da minha cintura.
(mais pra frente eu explico a foto)Cliente - Desculpa, não sei como te dizer, mas... o circo tá lotado.
(não entendia nada e repete pra mim)
— que a barraca estoura.
Caí na hora, e longe de ficar envergonhado, pensei que se ela tava olhando pro meu volume, era porque queria alguma coisa... e aí avancei mais um pouco.
Eu- Aaah, é que a função é muito recomendada e vai muita gente.
Cliente - Ah, é? Olha só... me deu vontade de ir no circo.
Em seguida, sem dizer uma palavra, peguei a mão dela, levei até meu pau e perguntei
- Quer ir pra esse circo?e ela respondeu apertando o que a mão dela tocava, continuou sentada ali e, olhando na minha cara, começou a desabotoar meu cinto, depois a calça, esfregou um pouco minha pica, apertou de novo, passou a língua na pica por cima da calça, e eu não fiquei atrás, comecei a amassar as tetas enormes dela que estavam me deixando louco desde que ela chegou. Ela puxou minha pica pra fora, passou a língua de ponta a ponta no lábio superior dela e começou a beijá-la, a cabeça, o tronco, passou a língua desde a base, parecia ter um verdadeiro mestrado em boquete, tava me fazendo gozar e querer mais ao mesmo tempo. Depois de uns dois ou três minutos, ela fala- gostoso teu pau, mas essa menina (aponta pra boca) não veio sozinha.
- Não, e com quem mais ela veio?
se deita, levanta as pernas, e quando vê que eu pego na minha pica, ela me fala
- Não, gostosa, primeiro chupa um pouquinho, adoro sua língua no meu clitóris, (e faz pressão) você sabe chupar? Porque os caras sempre me deixam na vontade.Sem responder, me ajoelhei no chão e deixei meu peito cair sobre a cama, ficando com a boca na altura da pussy dela, e minhas mãos amassando os peitos dela, coisa que comecei a fazer e por um momento me fez esquecer de chupar a pussy dela. Eram lindos (vocês já viram a foto) esses peitos, e eu não podia acreditar no que estava acontecendo. De repente, caí e comecei a beijar a região inguinal dela, beijei o clitóris, passei a língua pelos lábios vaginais e enfiei um pouco a língua na pussy, mas só por alguns segundos, tirei e adicionei dedos, fiz uma rapidinha, comecei a punhetar e chupar a pussy dela por um tempo até ela começar a gemer. Quando soltou dois ou três gemidos, parei, deixei ela super excitada nos dois sentidos, e, puta, ela disse: "não seja filho da puta, continua ou me come, não para". Então eu peguei na minha cock...Eu - Não tenho camisinha, onde eu gozo?
Cliente - Me fode! ...uh que gostosa a puta mãe, adoro sem camisinha. Você come e me avisa.
Eu - Deixa eu gravar? Você é uma gostosa, "cliente".Aí ela me disse não duas vezes, e na terceira, imagino pra não esfriar o clima, ela cedeu e eu coloquei a câmera (captura acima).
Comecei a bombar a buceta dela por um bom tempo, chupava os peitos dela, a gente se beijava de língua, quando saía da buceta, eu dava pra ela chupar e bater (os caras sabem que é dura, as batidas não doem) até que num momento, senti que não aguentava mais.Eu - Uff, não aguento mais, já tô começando a sentir ela.
Cliente- Que gostoso, hein, você tava me comendo super gostoso, mas vamos dar uma segurada, assim acalma e a gente pode curtir mais um pouco, não vem ninguém, né?
Eu— Cê acha que se ela vier eu vou abrir a porta? haha. Não, óbvio que não.
Cliente- Então antes de me encher de porra e eu ter problemas, arrebenta minha bucetinha apertada, você merece.
Eu - Problemas? Que problemas?
Cliente- Tenho namorado, e daqui vou pra casa dele.
Isso me comeu a cabeça toda, deixou ela dura que nem um cano, e eu comecei a arrebentar a buceta dela de pica, metia forte, dava tapas na bunda, tirava a rola e mordia a bunda dela tentando não deixar marca, numa palavra, comi ela bem gostoso, até sentir que a porra vai chegar.
- Onde a senhora quer a porra, dona? num tom de brincadeira tarada.
- Toda dentro do cu, seu filho da puta. Até a última gota, hein, senão passo um relatório ruim seu pra imobiliária.
Dito e feito, pediu pra gozar dentro? Dentro ia deixar mesmo.
Peguei as pernas dela, coloquei nos meus ombros levantando a rabeta, e meti forte de novo até sentir que ia desmaiar na mesma hora que enchia aquele cu de porra.
Assim que tive a pica mole dentro da rabeta dela, só aí tirei, caiu uma gotinha na cama, sorte que ela nem viu, nem dava pra notar, então safei, mas não parou por aí. Fomos no banheiro tomar um banho, óbvio sem sabão, só pra tirar o cheiro de sexo, e ela viu porra na minha pica...- Ih, senhor, ficou um negócio aí.e logo em seguida limpou ela com outro boquete impressionante.
PARTE DOIS? É mais curta, mas não menos quente.
Meses antes da pandemia, eu trampava nos fins de semana em Capital Federal, zona norte, numa imobiliária da região.
Num domingo, tive que ir mostrar um quitinete perto do Barrio River, das 14h às 17h. Me avisaram que colocaram o imóvel porque um cliente pediu pra ver, e como precisavam alugar, mandaram plantão direto: se aparecesse alguém, era pra deixar entrar. Logicamente, perdi tempo lá, porque o cliente chegou lá pelas 17h20, então fiquei duas horas à toa, mas valeu a pena a espera.
Chega uma morena infernal, peitão, e eu nunca pensei que podia rolar o que rolou, era muita areia pro meu caminhão, mas rolou. Começo a mostrar o apê que já vinha mobiliado: cozinha, banheiro, sacada, e aí a gente faz a primeira parada.
Saímos pra sacada, ela apoia a cintura no parapeito com as pernas esticadas e um pouco afastadas, empinando a raba, e, mesmo querendo disfarçar, eu morri ao ver aquele contorno de perfil. Ela solta: "É lindo pra ficar à noite, quase ninguém te vê, vista pro rio". E pra mim ficou aquela parte do "à noite quase ninguém te vê" – era óbvio que ela tava pensando em prazer, solidão ou sexo. Me fiz de sonso, falei que sim, só pra concordar e continuar mostrando o apê, e chegou a vez do quarto.
Logicamente, deixo ela entrar primeiro, e eu sei que vocês não vão acreditar, mas ela se ajoelhou na cama, apoiando um joelho no colchão "pra testar a dureza", e não sei se eu tava era muito tarado, mas entendi que tinha um duplo sentido ali. Tipo, era a dureza do colchão ou do meu pau que ela queria saber?... E eu me arrisquei: tava atrás dela com aquela vista impecável, e disfarçadamente me aproximei da raba, pra ver se ela pegava no meu pau ou como reagia. A reação dela foi se virar na hora, ficou sentada de frente pra mim, com os olhos na altura da minha cintura.
(mais pra frente eu explico a foto)Cliente - Desculpa, não sei como te dizer, mas... o circo tá lotado.(não entendia nada e repete pra mim)
— que a barraca estoura.
Caí na hora, e longe de ficar envergonhado, pensei que se ela tava olhando pro meu volume, era porque queria alguma coisa... e aí avancei mais um pouco.
Eu- Aaah, é que a função é muito recomendada e vai muita gente.
Cliente - Ah, é? Olha só... me deu vontade de ir no circo.
Em seguida, sem dizer uma palavra, peguei a mão dela, levei até meu pau e perguntei
- Quer ir pra esse circo?e ela respondeu apertando o que a mão dela tocava, continuou sentada ali e, olhando na minha cara, começou a desabotoar meu cinto, depois a calça, esfregou um pouco minha pica, apertou de novo, passou a língua na pica por cima da calça, e eu não fiquei atrás, comecei a amassar as tetas enormes dela que estavam me deixando louco desde que ela chegou. Ela puxou minha pica pra fora, passou a língua de ponta a ponta no lábio superior dela e começou a beijá-la, a cabeça, o tronco, passou a língua desde a base, parecia ter um verdadeiro mestrado em boquete, tava me fazendo gozar e querer mais ao mesmo tempo. Depois de uns dois ou três minutos, ela fala- gostoso teu pau, mas essa menina (aponta pra boca) não veio sozinha.
- Não, e com quem mais ela veio?
se deita, levanta as pernas, e quando vê que eu pego na minha pica, ela me fala
- Não, gostosa, primeiro chupa um pouquinho, adoro sua língua no meu clitóris, (e faz pressão) você sabe chupar? Porque os caras sempre me deixam na vontade.Sem responder, me ajoelhei no chão e deixei meu peito cair sobre a cama, ficando com a boca na altura da pussy dela, e minhas mãos amassando os peitos dela, coisa que comecei a fazer e por um momento me fez esquecer de chupar a pussy dela. Eram lindos (vocês já viram a foto) esses peitos, e eu não podia acreditar no que estava acontecendo. De repente, caí e comecei a beijar a região inguinal dela, beijei o clitóris, passei a língua pelos lábios vaginais e enfiei um pouco a língua na pussy, mas só por alguns segundos, tirei e adicionei dedos, fiz uma rapidinha, comecei a punhetar e chupar a pussy dela por um tempo até ela começar a gemer. Quando soltou dois ou três gemidos, parei, deixei ela super excitada nos dois sentidos, e, puta, ela disse: "não seja filho da puta, continua ou me come, não para". Então eu peguei na minha cock...Eu - Não tenho camisinha, onde eu gozo?
Cliente - Me fode! ...uh que gostosa a puta mãe, adoro sem camisinha. Você come e me avisa.
Eu - Deixa eu gravar? Você é uma gostosa, "cliente".Aí ela me disse não duas vezes, e na terceira, imagino pra não esfriar o clima, ela cedeu e eu coloquei a câmera (captura acima).
Comecei a bombar a buceta dela por um bom tempo, chupava os peitos dela, a gente se beijava de língua, quando saía da buceta, eu dava pra ela chupar e bater (os caras sabem que é dura, as batidas não doem) até que num momento, senti que não aguentava mais.Eu - Uff, não aguento mais, já tô começando a sentir ela.
Cliente- Que gostoso, hein, você tava me comendo super gostoso, mas vamos dar uma segurada, assim acalma e a gente pode curtir mais um pouco, não vem ninguém, né?
Eu— Cê acha que se ela vier eu vou abrir a porta? haha. Não, óbvio que não.
Cliente- Então antes de me encher de porra e eu ter problemas, arrebenta minha bucetinha apertada, você merece.
Eu - Problemas? Que problemas?
Cliente- Tenho namorado, e daqui vou pra casa dele.
Isso me comeu a cabeça toda, deixou ela dura que nem um cano, e eu comecei a arrebentar a buceta dela de pica, metia forte, dava tapas na bunda, tirava a rola e mordia a bunda dela tentando não deixar marca, numa palavra, comi ela bem gostoso, até sentir que a porra vai chegar.
- Onde a senhora quer a porra, dona? num tom de brincadeira tarada.
- Toda dentro do cu, seu filho da puta. Até a última gota, hein, senão passo um relatório ruim seu pra imobiliária.
Dito e feito, pediu pra gozar dentro? Dentro ia deixar mesmo.
Peguei as pernas dela, coloquei nos meus ombros levantando a rabeta, e meti forte de novo até sentir que ia desmaiar na mesma hora que enchia aquele cu de porra.
Assim que tive a pica mole dentro da rabeta dela, só aí tirei, caiu uma gotinha na cama, sorte que ela nem viu, nem dava pra notar, então safei, mas não parou por aí. Fomos no banheiro tomar um banho, óbvio sem sabão, só pra tirar o cheiro de sexo, e ela viu porra na minha pica...- Ih, senhor, ficou um negócio aí.e logo em seguida limpou ela com outro boquete impressionante.
PARTE DOIS? É mais curta, mas não menos quente.

3 comentários - Guarda imobiliária gostosa