Meu vizinho arrombou minha buceta
Naquele mês, meu marido tava trabalhando de noite, então eu tava sozinha na minha cama, me segurando, como já era costume depois de nove anos de casamento.
Passava da meia-noite quando levantei pra fechar a janela da sala, porque tinha começado a chover.
Tava fazendo o mesmo com a janela da cozinha, quando, no meio do barulho da água e dos trovões, parece que ouvi uns gemidos.
Tentei escutar melhor e, sim, eram gemidos de prazer, e vinham do apartamento do Pablo, meu vizinho de cima.
Ele não é um bom vizinho, não, porque desde que nos mudamos pra essa casa geminada, já tivemos várias tretas por causa do costume dele de botar música alta altas horas da noite.
Mas agora não era cumbia vagabunda que tava rolando, e sim os gemidos apaixonados de uma mulher que parecia estar se divertindo pra caralho.
Fui pra sala, me servi uma dose de uísque pra dar um clima, e voltei pra cozinha, que é de onde se ouve melhor.
Abri a janela toda e, mesmo com a chuva respingando, sentei na mesa, pronta pra curtir aqueles sons como se fossem meus.
Em algum momento, larguei o copo de lado e deslizei dois dedos por baixo da camisola. Não tava de calcinha, então comecei a me esfregar, sentindo na hora aquele calor que é diferente de qualquer outro, mas que sozinho rende menos.
Não posso negar que tenho inveja daquela mulher que, a poucos metros, curte algo que eu não posso ter. Foi aí que percebi que tô me masturbando pensando no meu vizinho.
De repente, os gemidos param, e por cima do barulho da tempestade, ouço a mulher gritar.
— Pelo cu, eu te falei que não! —
Parece que ele fala alguma coisa.
— Pelo cu não quero, dói — ela confirma.
De novo o murmúrio quase inaudível do Pablo.
— Por que você não vai tomar no cu? — ela grita de novo.
Tem barulho de pancada, xingamentos, Algo que se quebra, uma porta que abre e fecha e o barulho do salto da mulher descendo a escada.
Corri pra janela da sala, com o telefone na mão, pra chamar a polícia se precisasse, porque com aquele cara nunca se sabe. Chego a tempo de ver ela passar pelo corredor, quase correndo, debaixo de uma cortina d'água. Pablo vem atrás dela, pelado, só de cueca, ainda tentando convencê-la. Mas não adianta, a gatinha não dá o braço a torcer.
Como da janela já não dava pra ver nada, abri a porta só um pouquinho, com tanta má sorte que o Pablo já tava voltando, e me viu bem ali, espiando que nem uma vizinha fofoqueira.
Dava pra ver que ele tava de mau humor, com uma cara fechada e agressiva, o que não era pra menos, já que tinham deixado ele com a porra na mão.
A gente já tinha tido umas discussões antes, então ele se preparou pra me mandar pastar por me meter onde não sou chamada. Mas quando percebe que eu tô olhando pro volume dele, muda de atitude na hora.
— Gostou? — ele pergunta, segurando o pacote com a mão.
Quero fechar a porta na cara dele, mas não consigo, alguma coisa me impede.
— Seu marido tá em casa? — ele pergunta.
Eu nego com a cabeça.
— E seus filhos? —
— Dormindo — respondo com a voz quase sumindo.
Sinto medo e tesão, sendo que essa última é a emoção mais forte.
— Me deixa entrar e eu deixo você aproveitar — ele propõe, abaixando a cueca pra mostrar uma rola dura e empinada, que entorta pro lado.
Não digo que sim, mas também não digo que não, então ele decide por mim, e entra feito uma tromba d'água, pingando pelo corredor todo.
De onde eu tô, sinto o cheiro da masculinidade dele, um cheiro forte de pica que entra por cada buraco do meu nariz. Sei que é loucura, mas o tesão fala mais alto que a razão e já não consigo negar o que sinto. Não falo nada, mas ele adivinha.
Ele fecha a porta e me encurrala contra a parede. Num puxão, rasga o decote da minha camisola, deixando meus peitos de fora. Tô com o tesão lá em cima, e o fato de ser o Pablo, meu vizinho de cima, que tá comigo nessa hora, me deixa ainda mais molhada.
Ele quer me beijar na boca, mas eu viro o rosto pra impedir, então ele só consegue chupar minha bochecha.
Dali desce pros meus peitos e fica chupando eles por um tempão, enfiando uma mão entre minhas pernas.
Não tô de calcinha, então os dedos dele encontram caminho livre pra mexer lá dentro, e o que mais me excita não é tanto o jeito que ele enfia os dedos, mas sim que é *ele* quem tá fazendo isso.
Ele tira os dedos de dentro e faz eu chupar eles. Ele também chupa, garantindo que o "mel" da minha buceta tá mais que delicioso.
Aí ele não aguenta mais e, se jogando na minha frente, me dá uma chupada daquelas.
Segurei os espasmos o melhor que pude, até gozar... gozo nos lábios dele, dando o frescor da minha intimidade, o "mel" da minha buceta, como ele mesmo chamava.
Ele levanta com a cara toda molhada do meu gozo, fica de frente pra mim e, me olhando nos olhos, com o olhar cheio de safadeza, mete. Sentir ele entrando em mim foi tipo... sei lá, o Pablo é o último homem na Terra com quem eu imaginaria transar, mas ali estava ele, metendo, preenchendo cada cantinho com aquela carne levemente torta que entra como se fosse num cano.
Quando ele tá todo dentro, deixa ali, pulsando, se molhando nos meus próprios fluidos, me olhando com cara de "Finalmente te peguei", e aí começa a se mexer, pra dentro e pra fora, devagar, pausado, fazendo eu sentir cada pedaço, da ponta até a base, me fazendo suspirar igual àquela garota que tava no apartamento dele, mas aí percebo que tô na minha casa, meus filhos dormem no quarto ao lado, e se eles me ouvirem? E se me virem transando com esse energúmeno? O que eu diria? Qual seria minha desculpa? "Mamãe tava com tesão"?
Mordo os lábios pra não explodir em gritos e gemidos, pronta pra aproveitar em silêncio essa chuva de pica que tá me deixando louca. Crucificada contra a parede.
Depois de um tempo, ele tira de dentro de mim e, me pegando pela mão, me leva até a cozinha. Me ajuda a tirar a camisola pela cabeça e me faz inclinar sobre a bancada. Quando já estou na posição, ele dá uns tapas fortes na minha bunda, de um lado e do outro, e parte pra cima de mim com tudo.
Ele enfia de novo, dessa vez por trás, e me segurando firme pela cintura, me dá uma foda daquelas que te deixam falando merda por uma semana.
— Que putona que você é, vizinha — ele fala sem parar de me comer — Olha que eu te via como a esposinha exemplar — as estocadas dele me sacodem sem pena nenhuma, fazendo eu bater a barriga na borda da bancada — Como você gosta dessa pica...! — ele conclui e, deixando o pedaço inteiro dentro de mim, me arrasta com ele até uma cadeira, senta e me faz sentar por cima, com toda a porra da pica bem enterrada na minha pussy.
— Se mexe, mamãe, vai, agora é você quem me come — ele pede, apertando meus peitos com força.
E eu comi ele... agora sou eu quem se mexe, pra cima e pra baixo, minhas mãos nos joelhos dele, vendo em close absoluto a pica dele sumir e aparecer dentro do meu interior molhado.
— Isso... assim, sua puta... putona... assim... como você monta bem... isso... faz chifre maior no otário do seu marido...!
Era dominador demais ver aquela pica torta deslizando entre minhas pernas, se enterrando até o saco dentro de mim, me enchendo de delícias e prazeres que eu achava proibidos com um homem como ele.
Eu custava a aceitar, mas sim, Pablo me fazia gozar como meu próprio marido nunca fez nem nunca vai fazer. E foi esse gozo que me cegou por completo, me impedindo de perceber o que estava prestes a acontecer.
A gente não usava proteção, então quando caí na real já era tarde demais, o gozo jorrava dentro de mim. Pulei de repente, sentindo o sêmen do meu vizinho cair em gotas pesadas pelo chão da cozinha.
— Uffff... que foda que você me deu, mamãe... me deixou Deixou fumegando... haha! - ria o safado enquanto se aliviava a pica com uma mão.
A única coisa que consegui fazer foi correr pro banheiro e me dar uma boa enxaguada no bidê, tentando expulsar tudo que aquele desgraçado tinha gozado pra dentro de mim.
Depois tomei um banho e, enrolada numa toalha, voltei pra cozinha, mas ele já não estava. Achei que tinha me livrado da presença dele, mas o som da TV na sala me fez entender que não era bem assim. Vou pra lá e vejo ele ali, sentado no sofá, pelado e com uma ereção que parecia se recusar a baixar.
- É melhor você ir embora - falo com lágrimas nos olhos, não sei se de vergonha, de culpa ou de prazer.
- Cê acha? Pra mim a noite tá só começando, mamita - ele responde num tom debochado, balançando a pica de um lado pro outro.
- Já me comeu, o que mais você quer? - reclamo.
- Bom, pra começar, um boquete bem dado não cairia mal - sugere.
- Se você acha que vou chupar sua pica, tá maluco - recuso.
- Então vou ficar aqui até seus filhos acordarem e seu marido voltar - ameaça.
- Você não pode ser tão filho da puta - repreendo.
- Sou sim, mamita - fala como se tivesse orgulho disso.
- Não me chama assim - peço.
Já tava enchendo o saco esse negócio de "mamita".
- Como te chamo então? Vadia, puta, vagabunda? -
Pelo visto ele tava decidido a me humilhar.
- Com Lorena já basta...
- Então Lorena? Tô aqui esperando - insiste, com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, e a pica mais dura do que no começo.
- Eu chupo e você vai embora, tem que me prometer.
- Uma provadinha desses lábios, mãe... Lorena, e você não me vê mais.
Antes de tudo, vou pro quarto dos meninos pra garantir que ainda tão dormindo. Tranco a porta pra evitar qualquer surpresa e volto com o Pablo pra sala. Quando chego perto, ele arranca a toalha de um puxão e passa os olhos cheios de tesão por todo meu corpo.
- Como você é gostosa, Lore, olha, te comi bem comido, mas se dependesse de mim, continuaria te dando. durante a noite toda—
—Você me disse que eu te chupava e você ia embora— lembro a ele.
—Sim, vem, anda logo que tô morrendo de vontade de provar essa boquinha— ele se anima.
Ele tá sentado no sofá, com as pernas abertas, então eu me ajeito no chão, começando logo a cumprir minha parte do trato.
Enquanto chupo ele, bato uma punheta com uma mão, tentando fazer ele gozar rápido e acabar logo com aquele suplício, mas... não sei em que momento comecei a mostrar meu entusiasmo por estar naquela situação.
De repente, eu tinha tirado a mão e só usava minha boca pra deslizar em volta do pau dele. Mesmo achando repulsivo, tenho que admitir que o Pablo tem um pau muito bom, duro, preto, cheio de veias, suculento, eu tinha que me esforçar pra não mostrar o quanto tava gostando de ter ele na boca. Nem me recusei quando ele apertou o pau contra a barriga e me ofereceu as bolas pra eu chupar.
—Fica assim, não se mexe— ele falou em certo momento, tirando de repente o doce da minha boca.
Eu tinha ficado de joelhos, praticamente de quatro, pra aproveitar melhor aquele banquete todo, mas pelo visto ele tinha uma ideia melhor. Então fiquei ali deitada, enquanto ele se levantava e ficava atrás de mim, aí eu soube o que ele queria.
—Você... vai... arrombar meu cu?—
Lembrei do que aquela mulher tinha dito, a que saiu correndo da casa dele: —Pelo cu não!—
E embora eu nunca tivesse feito por ali, meu pensamento era um só, forte e claro:
—Pelo cu sim!—
A primeira coisa que senti foi um cuspe e depois os dedos dele espalhando a saliva e parte da minha lubrificação pra dentro do meu buraco anal.
—Uau, parece que essa noite vou desvirgar uma bunda gostosa— ele ri depois de descobrir que eu nunca tinha usado.
—Vai doer?— pergunto com um leve tremor na voz.
—Haha, isso é o melhor de tudo, que doa— ele responde debochando.
Assim que ele enfiou, eu tremi toda, uma coisa é o sexo normal e outra bem diferente é buscar a alternativa. "A Coletora" — como ele mesmo a chamou.
— Você gosta pela coletora, Lore? — ainda consigo ouvir o tom perverso e morbidão dele.
Mesmo nunca tendo feito por trás, não estava nem um pouco contra ele ser o primeiro. Ainda me era repulsivo, nojento, mas a foda que ele tinha me dado na cozinha o autorizava a ir ainda mais longe.
Já tinha me entregado como nunca me entreguei pra ninguém, nem pro meu marido; um pouco a mais não faria diferença nenhuma.
Quando ele enfia algo mais que a cabeça, eu abafo um grito de dor, mas não peço pra ele parar, então ele continua empurrando pra frente, violando agora o último bastião virgem do meu corpo.
A metade da pica dele bem cravada dentro de mim diz que já não me resta nada de virginal.
Ele deixa ali por um momento, pra que o buraco vá se acostumando com o que vai receber, e começa a se mover, de trás pra frente, metendo com cada empurrão um pedaço a mais de carne.
A dor aumenta, uma dor aguda, insuportável; eu mordo o forro do sofá tentando canalizar de alguma forma aquele tormento que parece não ter fim. Um tormento doce e delicioso.
Porque dói, sim, mas é uma dor gostosa, prazerosa, que não se sofre de jeito nenhum; pelo contrário, se goza, se curte. É a primeira vez que me arrombam o cu, mas sei que não será a última.
Ele continua avançando, sempre pra frente, firme e inexorável, até que parece bater numa barreira que impede ele de seguir na brecha. Ele recua, me cospe de novo no buraco, agora já bem mais aberto, e continua empurrando, empurra, empurra e empurra até que se ouve (ou será que eu imagino?) um "CRACK" e o resto da pica dele finalmente encontra o caminho pra Glória. Tô com ela enfiada até os pelos, e lá dentro sinto ela mais dura e grossa do que antes.
Já com a pica toda dentro, ele começa a se mover, bem devagar primeiro, como se moldando às minhas medidas, e embora já tivesse me arrombado o cu, cada empurrão fazia saltar lágrimas dos meus olhos, não Sei lá o que mais teria pra quebrar, mas cada vez que ele enfiava até o fundo, parecia que ia quebrar alguma coisa em mim.
- Ahhh... Ahhhhh... Ahhhhhhh! - eu me estremecia entre uma enfiada e outra, deixando furar minha bunda até onde o pau dele alcançasse.
Ele não ficou muito tempo me comendo devagar, logo se ergueu sobre as pernas, as mãos firmes na minha cintura, e partiu pra cima com tudo, enfiando sem parar, uma porrada atrás da outra com uma força de lascar.
Já tava toda essa parte dormente, as repetidas e incessantes pirocadas que ele me dava uma atrás da outra tiravam faísca do meu cu, moíam meu esfíncter, paulada atrás de paulada.
Já não gritava, também não chorava, o pior momento tinha passado (será que passou?), agora só gemia e me contorcia sob o domínio dele.
Fiquei molhada umas duas ou três vezes a mais, algo que nunca tinha me acontecido, sentindo ele agora perto do gozo, ofegando cada vez mais forte, até que no meio de uma última estocada, ele deixa o pau bem enfiado e goza dentro de mim entre gemidos exaltados e cheios de tesão.
Já tinha recebido a porra do Pablo por adiantado, e agora recebia também por trás.
No meio de uns tremores gostosos, a gente cai no chão, ainda abraçados, curtindo juntos aqueles últimos momentos de prazer.
- Agora sim, por favor, vai embora - falo quando ele finalmente tira o pau do meu cu, sem nem olhar pra ele, embora eu adivinhasse no rosto dele um sorriso de superioridade, aquele típico de macho que sabe que te comeu como ninguém.
Fico jogada no chão, a única coisa que ouço quando ele vai embora é o barulho da porta fechando. Quero levantar, mas as pernas não obedecem, não me aguentam, então tenho que ir quase me arrastando até o banheiro, passando antes no quarto dos meninos pra garantir que ainda tão dormindo, graças a Deus não perceberam nada.
Encho a banheira com água quente, sais aromáticos e tomo um banho de imersão de quase uma hora. Quando saio, já são quase seis da manhã, em duas horas tenho que ir trabalhar. Mesmo assim, vou pra cama. Cama, pronta pra dormir, nem que seja por uns minutos.
Tô com o corpo todo moído, doem umas articulações que eu nem sabia que tinha.
Tudo dói, mas o que mais dói é a bunda, por isso deito de lado, tentando não encostar naquela área que foi tão abusada.
Quando acordo, duas horas depois, a dor é ainda pior, sinto como se tivesse pulsando por dentro, continuo sem conseguir sentar, e tô mancando um pouco ao andar.
Tô com medo de ter fissurado o cu, o que é bem provável depois da brutalidade que a Booty fez comigo.
Mesmo toda dolorida, levanto, me visto e saio pra rua antes dos meninos acordarem. Embora tenha umas duas ou três farmácias perto de casa, vou numa onde ninguém me conhece. Compro a pílula do dia seguinte e uma pomada pra irritação em áreas sensíveis. Passo também na padaria, compro uns salgados e volto pra tomar café com meus filhos. Depois do café, enquanto eles brincam, me tranco no quarto, tomo a maldita pílula e passo generosamente a pomada em volta do meu buraco anal todo.
Depois ligo pro trabalho pra avisar que tô doente.
"Atestado médico por cu arrombado".
E agora?, me pergunto depois. Como é que isso vai seguir daqui pra frente? O que o Pablo vai fazer depois de ter me possuído? O que eu vou fazer depois de ter sido dele como nunca fui de ninguém? Nem meu marido, que me deu dois filhos, fez tudo o que ele fez comigo em uma única noite.
Não sei o que vai acontecer amanhã, depois de amanhã, no dia seguinte, mas de uma coisa tenho certeza, além da dor e da culpa pelo que aconteceu, não me arrependo, pela primeira vez na vida eu aproveitei intensamente ser mulher.
Naquele mês, meu marido tava trabalhando de noite, então eu tava sozinha na minha cama, me segurando, como já era costume depois de nove anos de casamento.
Passava da meia-noite quando levantei pra fechar a janela da sala, porque tinha começado a chover.
Tava fazendo o mesmo com a janela da cozinha, quando, no meio do barulho da água e dos trovões, parece que ouvi uns gemidos.
Tentei escutar melhor e, sim, eram gemidos de prazer, e vinham do apartamento do Pablo, meu vizinho de cima.
Ele não é um bom vizinho, não, porque desde que nos mudamos pra essa casa geminada, já tivemos várias tretas por causa do costume dele de botar música alta altas horas da noite.
Mas agora não era cumbia vagabunda que tava rolando, e sim os gemidos apaixonados de uma mulher que parecia estar se divertindo pra caralho.
Fui pra sala, me servi uma dose de uísque pra dar um clima, e voltei pra cozinha, que é de onde se ouve melhor.
Abri a janela toda e, mesmo com a chuva respingando, sentei na mesa, pronta pra curtir aqueles sons como se fossem meus.
Em algum momento, larguei o copo de lado e deslizei dois dedos por baixo da camisola. Não tava de calcinha, então comecei a me esfregar, sentindo na hora aquele calor que é diferente de qualquer outro, mas que sozinho rende menos.
Não posso negar que tenho inveja daquela mulher que, a poucos metros, curte algo que eu não posso ter. Foi aí que percebi que tô me masturbando pensando no meu vizinho.
De repente, os gemidos param, e por cima do barulho da tempestade, ouço a mulher gritar.
— Pelo cu, eu te falei que não! —
Parece que ele fala alguma coisa.
— Pelo cu não quero, dói — ela confirma.
De novo o murmúrio quase inaudível do Pablo.
— Por que você não vai tomar no cu? — ela grita de novo.
Tem barulho de pancada, xingamentos, Algo que se quebra, uma porta que abre e fecha e o barulho do salto da mulher descendo a escada.
Corri pra janela da sala, com o telefone na mão, pra chamar a polícia se precisasse, porque com aquele cara nunca se sabe. Chego a tempo de ver ela passar pelo corredor, quase correndo, debaixo de uma cortina d'água. Pablo vem atrás dela, pelado, só de cueca, ainda tentando convencê-la. Mas não adianta, a gatinha não dá o braço a torcer.
Como da janela já não dava pra ver nada, abri a porta só um pouquinho, com tanta má sorte que o Pablo já tava voltando, e me viu bem ali, espiando que nem uma vizinha fofoqueira.
Dava pra ver que ele tava de mau humor, com uma cara fechada e agressiva, o que não era pra menos, já que tinham deixado ele com a porra na mão.
A gente já tinha tido umas discussões antes, então ele se preparou pra me mandar pastar por me meter onde não sou chamada. Mas quando percebe que eu tô olhando pro volume dele, muda de atitude na hora.
— Gostou? — ele pergunta, segurando o pacote com a mão.
Quero fechar a porta na cara dele, mas não consigo, alguma coisa me impede.
— Seu marido tá em casa? — ele pergunta.
Eu nego com a cabeça.
— E seus filhos? —
— Dormindo — respondo com a voz quase sumindo.
Sinto medo e tesão, sendo que essa última é a emoção mais forte.
— Me deixa entrar e eu deixo você aproveitar — ele propõe, abaixando a cueca pra mostrar uma rola dura e empinada, que entorta pro lado.
Não digo que sim, mas também não digo que não, então ele decide por mim, e entra feito uma tromba d'água, pingando pelo corredor todo.
De onde eu tô, sinto o cheiro da masculinidade dele, um cheiro forte de pica que entra por cada buraco do meu nariz. Sei que é loucura, mas o tesão fala mais alto que a razão e já não consigo negar o que sinto. Não falo nada, mas ele adivinha.
Ele fecha a porta e me encurrala contra a parede. Num puxão, rasga o decote da minha camisola, deixando meus peitos de fora. Tô com o tesão lá em cima, e o fato de ser o Pablo, meu vizinho de cima, que tá comigo nessa hora, me deixa ainda mais molhada.
Ele quer me beijar na boca, mas eu viro o rosto pra impedir, então ele só consegue chupar minha bochecha.
Dali desce pros meus peitos e fica chupando eles por um tempão, enfiando uma mão entre minhas pernas.
Não tô de calcinha, então os dedos dele encontram caminho livre pra mexer lá dentro, e o que mais me excita não é tanto o jeito que ele enfia os dedos, mas sim que é *ele* quem tá fazendo isso.
Ele tira os dedos de dentro e faz eu chupar eles. Ele também chupa, garantindo que o "mel" da minha buceta tá mais que delicioso.
Aí ele não aguenta mais e, se jogando na minha frente, me dá uma chupada daquelas.
Segurei os espasmos o melhor que pude, até gozar... gozo nos lábios dele, dando o frescor da minha intimidade, o "mel" da minha buceta, como ele mesmo chamava.
Ele levanta com a cara toda molhada do meu gozo, fica de frente pra mim e, me olhando nos olhos, com o olhar cheio de safadeza, mete. Sentir ele entrando em mim foi tipo... sei lá, o Pablo é o último homem na Terra com quem eu imaginaria transar, mas ali estava ele, metendo, preenchendo cada cantinho com aquela carne levemente torta que entra como se fosse num cano.
Quando ele tá todo dentro, deixa ali, pulsando, se molhando nos meus próprios fluidos, me olhando com cara de "Finalmente te peguei", e aí começa a se mexer, pra dentro e pra fora, devagar, pausado, fazendo eu sentir cada pedaço, da ponta até a base, me fazendo suspirar igual àquela garota que tava no apartamento dele, mas aí percebo que tô na minha casa, meus filhos dormem no quarto ao lado, e se eles me ouvirem? E se me virem transando com esse energúmeno? O que eu diria? Qual seria minha desculpa? "Mamãe tava com tesão"?
Mordo os lábios pra não explodir em gritos e gemidos, pronta pra aproveitar em silêncio essa chuva de pica que tá me deixando louca. Crucificada contra a parede.
Depois de um tempo, ele tira de dentro de mim e, me pegando pela mão, me leva até a cozinha. Me ajuda a tirar a camisola pela cabeça e me faz inclinar sobre a bancada. Quando já estou na posição, ele dá uns tapas fortes na minha bunda, de um lado e do outro, e parte pra cima de mim com tudo.
Ele enfia de novo, dessa vez por trás, e me segurando firme pela cintura, me dá uma foda daquelas que te deixam falando merda por uma semana.
— Que putona que você é, vizinha — ele fala sem parar de me comer — Olha que eu te via como a esposinha exemplar — as estocadas dele me sacodem sem pena nenhuma, fazendo eu bater a barriga na borda da bancada — Como você gosta dessa pica...! — ele conclui e, deixando o pedaço inteiro dentro de mim, me arrasta com ele até uma cadeira, senta e me faz sentar por cima, com toda a porra da pica bem enterrada na minha pussy.
— Se mexe, mamãe, vai, agora é você quem me come — ele pede, apertando meus peitos com força.
E eu comi ele... agora sou eu quem se mexe, pra cima e pra baixo, minhas mãos nos joelhos dele, vendo em close absoluto a pica dele sumir e aparecer dentro do meu interior molhado.
— Isso... assim, sua puta... putona... assim... como você monta bem... isso... faz chifre maior no otário do seu marido...!
Era dominador demais ver aquela pica torta deslizando entre minhas pernas, se enterrando até o saco dentro de mim, me enchendo de delícias e prazeres que eu achava proibidos com um homem como ele.
Eu custava a aceitar, mas sim, Pablo me fazia gozar como meu próprio marido nunca fez nem nunca vai fazer. E foi esse gozo que me cegou por completo, me impedindo de perceber o que estava prestes a acontecer.
A gente não usava proteção, então quando caí na real já era tarde demais, o gozo jorrava dentro de mim. Pulei de repente, sentindo o sêmen do meu vizinho cair em gotas pesadas pelo chão da cozinha.
— Uffff... que foda que você me deu, mamãe... me deixou Deixou fumegando... haha! - ria o safado enquanto se aliviava a pica com uma mão.
A única coisa que consegui fazer foi correr pro banheiro e me dar uma boa enxaguada no bidê, tentando expulsar tudo que aquele desgraçado tinha gozado pra dentro de mim.
Depois tomei um banho e, enrolada numa toalha, voltei pra cozinha, mas ele já não estava. Achei que tinha me livrado da presença dele, mas o som da TV na sala me fez entender que não era bem assim. Vou pra lá e vejo ele ali, sentado no sofá, pelado e com uma ereção que parecia se recusar a baixar.
- É melhor você ir embora - falo com lágrimas nos olhos, não sei se de vergonha, de culpa ou de prazer.
- Cê acha? Pra mim a noite tá só começando, mamita - ele responde num tom debochado, balançando a pica de um lado pro outro.
- Já me comeu, o que mais você quer? - reclamo.
- Bom, pra começar, um boquete bem dado não cairia mal - sugere.
- Se você acha que vou chupar sua pica, tá maluco - recuso.
- Então vou ficar aqui até seus filhos acordarem e seu marido voltar - ameaça.
- Você não pode ser tão filho da puta - repreendo.
- Sou sim, mamita - fala como se tivesse orgulho disso.
- Não me chama assim - peço.
Já tava enchendo o saco esse negócio de "mamita".
- Como te chamo então? Vadia, puta, vagabunda? -
Pelo visto ele tava decidido a me humilhar.
- Com Lorena já basta...
- Então Lorena? Tô aqui esperando - insiste, com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça, e a pica mais dura do que no começo.
- Eu chupo e você vai embora, tem que me prometer.
- Uma provadinha desses lábios, mãe... Lorena, e você não me vê mais.
Antes de tudo, vou pro quarto dos meninos pra garantir que ainda tão dormindo. Tranco a porta pra evitar qualquer surpresa e volto com o Pablo pra sala. Quando chego perto, ele arranca a toalha de um puxão e passa os olhos cheios de tesão por todo meu corpo.
- Como você é gostosa, Lore, olha, te comi bem comido, mas se dependesse de mim, continuaria te dando. durante a noite toda—
—Você me disse que eu te chupava e você ia embora— lembro a ele.
—Sim, vem, anda logo que tô morrendo de vontade de provar essa boquinha— ele se anima.
Ele tá sentado no sofá, com as pernas abertas, então eu me ajeito no chão, começando logo a cumprir minha parte do trato.
Enquanto chupo ele, bato uma punheta com uma mão, tentando fazer ele gozar rápido e acabar logo com aquele suplício, mas... não sei em que momento comecei a mostrar meu entusiasmo por estar naquela situação.
De repente, eu tinha tirado a mão e só usava minha boca pra deslizar em volta do pau dele. Mesmo achando repulsivo, tenho que admitir que o Pablo tem um pau muito bom, duro, preto, cheio de veias, suculento, eu tinha que me esforçar pra não mostrar o quanto tava gostando de ter ele na boca. Nem me recusei quando ele apertou o pau contra a barriga e me ofereceu as bolas pra eu chupar.
—Fica assim, não se mexe— ele falou em certo momento, tirando de repente o doce da minha boca.
Eu tinha ficado de joelhos, praticamente de quatro, pra aproveitar melhor aquele banquete todo, mas pelo visto ele tinha uma ideia melhor. Então fiquei ali deitada, enquanto ele se levantava e ficava atrás de mim, aí eu soube o que ele queria.
—Você... vai... arrombar meu cu?—
Lembrei do que aquela mulher tinha dito, a que saiu correndo da casa dele: —Pelo cu não!—
E embora eu nunca tivesse feito por ali, meu pensamento era um só, forte e claro:
—Pelo cu sim!—
A primeira coisa que senti foi um cuspe e depois os dedos dele espalhando a saliva e parte da minha lubrificação pra dentro do meu buraco anal.
—Uau, parece que essa noite vou desvirgar uma bunda gostosa— ele ri depois de descobrir que eu nunca tinha usado.
—Vai doer?— pergunto com um leve tremor na voz.
—Haha, isso é o melhor de tudo, que doa— ele responde debochando.
Assim que ele enfiou, eu tremi toda, uma coisa é o sexo normal e outra bem diferente é buscar a alternativa. "A Coletora" — como ele mesmo a chamou.
— Você gosta pela coletora, Lore? — ainda consigo ouvir o tom perverso e morbidão dele.
Mesmo nunca tendo feito por trás, não estava nem um pouco contra ele ser o primeiro. Ainda me era repulsivo, nojento, mas a foda que ele tinha me dado na cozinha o autorizava a ir ainda mais longe.
Já tinha me entregado como nunca me entreguei pra ninguém, nem pro meu marido; um pouco a mais não faria diferença nenhuma.
Quando ele enfia algo mais que a cabeça, eu abafo um grito de dor, mas não peço pra ele parar, então ele continua empurrando pra frente, violando agora o último bastião virgem do meu corpo.
A metade da pica dele bem cravada dentro de mim diz que já não me resta nada de virginal.
Ele deixa ali por um momento, pra que o buraco vá se acostumando com o que vai receber, e começa a se mover, de trás pra frente, metendo com cada empurrão um pedaço a mais de carne.
A dor aumenta, uma dor aguda, insuportável; eu mordo o forro do sofá tentando canalizar de alguma forma aquele tormento que parece não ter fim. Um tormento doce e delicioso.
Porque dói, sim, mas é uma dor gostosa, prazerosa, que não se sofre de jeito nenhum; pelo contrário, se goza, se curte. É a primeira vez que me arrombam o cu, mas sei que não será a última.
Ele continua avançando, sempre pra frente, firme e inexorável, até que parece bater numa barreira que impede ele de seguir na brecha. Ele recua, me cospe de novo no buraco, agora já bem mais aberto, e continua empurrando, empurra, empurra e empurra até que se ouve (ou será que eu imagino?) um "CRACK" e o resto da pica dele finalmente encontra o caminho pra Glória. Tô com ela enfiada até os pelos, e lá dentro sinto ela mais dura e grossa do que antes.
Já com a pica toda dentro, ele começa a se mover, bem devagar primeiro, como se moldando às minhas medidas, e embora já tivesse me arrombado o cu, cada empurrão fazia saltar lágrimas dos meus olhos, não Sei lá o que mais teria pra quebrar, mas cada vez que ele enfiava até o fundo, parecia que ia quebrar alguma coisa em mim.
- Ahhh... Ahhhhh... Ahhhhhhh! - eu me estremecia entre uma enfiada e outra, deixando furar minha bunda até onde o pau dele alcançasse.
Ele não ficou muito tempo me comendo devagar, logo se ergueu sobre as pernas, as mãos firmes na minha cintura, e partiu pra cima com tudo, enfiando sem parar, uma porrada atrás da outra com uma força de lascar.
Já tava toda essa parte dormente, as repetidas e incessantes pirocadas que ele me dava uma atrás da outra tiravam faísca do meu cu, moíam meu esfíncter, paulada atrás de paulada.
Já não gritava, também não chorava, o pior momento tinha passado (será que passou?), agora só gemia e me contorcia sob o domínio dele.
Fiquei molhada umas duas ou três vezes a mais, algo que nunca tinha me acontecido, sentindo ele agora perto do gozo, ofegando cada vez mais forte, até que no meio de uma última estocada, ele deixa o pau bem enfiado e goza dentro de mim entre gemidos exaltados e cheios de tesão.
Já tinha recebido a porra do Pablo por adiantado, e agora recebia também por trás.
No meio de uns tremores gostosos, a gente cai no chão, ainda abraçados, curtindo juntos aqueles últimos momentos de prazer.
- Agora sim, por favor, vai embora - falo quando ele finalmente tira o pau do meu cu, sem nem olhar pra ele, embora eu adivinhasse no rosto dele um sorriso de superioridade, aquele típico de macho que sabe que te comeu como ninguém.
Fico jogada no chão, a única coisa que ouço quando ele vai embora é o barulho da porta fechando. Quero levantar, mas as pernas não obedecem, não me aguentam, então tenho que ir quase me arrastando até o banheiro, passando antes no quarto dos meninos pra garantir que ainda tão dormindo, graças a Deus não perceberam nada.
Encho a banheira com água quente, sais aromáticos e tomo um banho de imersão de quase uma hora. Quando saio, já são quase seis da manhã, em duas horas tenho que ir trabalhar. Mesmo assim, vou pra cama. Cama, pronta pra dormir, nem que seja por uns minutos.
Tô com o corpo todo moído, doem umas articulações que eu nem sabia que tinha.
Tudo dói, mas o que mais dói é a bunda, por isso deito de lado, tentando não encostar naquela área que foi tão abusada.
Quando acordo, duas horas depois, a dor é ainda pior, sinto como se tivesse pulsando por dentro, continuo sem conseguir sentar, e tô mancando um pouco ao andar.
Tô com medo de ter fissurado o cu, o que é bem provável depois da brutalidade que a Booty fez comigo.
Mesmo toda dolorida, levanto, me visto e saio pra rua antes dos meninos acordarem. Embora tenha umas duas ou três farmácias perto de casa, vou numa onde ninguém me conhece. Compro a pílula do dia seguinte e uma pomada pra irritação em áreas sensíveis. Passo também na padaria, compro uns salgados e volto pra tomar café com meus filhos. Depois do café, enquanto eles brincam, me tranco no quarto, tomo a maldita pílula e passo generosamente a pomada em volta do meu buraco anal todo.
Depois ligo pro trabalho pra avisar que tô doente.
"Atestado médico por cu arrombado".
E agora?, me pergunto depois. Como é que isso vai seguir daqui pra frente? O que o Pablo vai fazer depois de ter me possuído? O que eu vou fazer depois de ter sido dele como nunca fui de ninguém? Nem meu marido, que me deu dois filhos, fez tudo o que ele fez comigo em uma única noite.
Não sei o que vai acontecer amanhã, depois de amanhã, no dia seguinte, mas de uma coisa tenho certeza, além da dor e da culpa pelo que aconteceu, não me arrependo, pela primeira vez na vida eu aproveitei intensamente ser mulher.
2 comentários - Meu vizinho arrombou minha buceta