Com a Marina, nos conhecemos desde que éramos colegas. Um dia na aula, por acaso, tivemos que sentar juntos e foi melhor do que eu esperava: a gente se complementava bem pra fazer as atividades e ainda demos altas risadas a manhã toda. A partir daí, começou uma amizade que, além de sentarmos juntos, também compartilhávamos coisas íntimas. Eu tinha namorada, e ela também, mas os dois eram virgens. De vez em quando, a gente contava sobre nossos relacionamentos — não era questão de tesão (pelo menos da minha parte), era mais trocar informação. Também falávamos de outras coisas mais do dia a dia, mas nessas trocas, a gente sabia bem o que cada um curtia.
Uma vez, ela me perguntou como minha namorada me batia uma punheta, porque ela tava com dificuldade de fazer no namorado dela (eu tinha contado que ela me fez gozar e sujei um móvel, e a gente limpou tudo apressado, com medo de alguém chegar e ver): — Como você faz pra não doer? Ele reclama muito, diz que eu aperto forte demais. — Segura pelo meio e usa o mindinho como batente, porque se você desce forte, puxa o freio e dói. — Mas como seria? *Eu mostrei, pegando uma borracha e fazendo assim 🤙* — Mas tem que ser muito grande pra conseguir segurar assim. — Como vai ser grande? Kkkk. Se é menor que a mão. — É, é bem grande, eu seguro só com a ponta dos dedos. — Mas você pode pegar mais. — Não, é assim (ela mostrou uma borracha, daquelas cinza com branco) um pouquinho mais comprido. — Bom, mas quando fica duro, muda de tamanho. — Não, é assim duro. — Ah... Fiquei pensando, não conseguia acreditar que alguém pudesse ter um pau tão pequeno. Eu, com a cabeça toda ferrada pelo pornô, não imaginava alguém com o pau menor que o meu.
O tempo foi passando, a gente começou a se ver mais, fora da aula também: íamos a shows ou saía com mais amigos. Éramos mais carinhosos um com o outro, sempre tinha abraço pra se parabenizar por algo ou pra dar apoio quando algo ruim acontecia. Uma vez, rolou uma coisa que me chamou a atenção... atenção, mas preferi me fazer de besta, porque achava que era coincidência. A gente tava vendo um filme na aula e eu me recostei um pouco nela (tinha aquele nível de intimidade), num momento eu tava com a mão apoiada no joelho dela, mas só tava largada ali, eu tava prestando atenção na TV, até que a Marina se levantou um pouco pra se recostar mais. Com o movimento dela, minha mão avançou até quase chegar na buceta dela, ela fechou as pernas apertando minha mão (sentia o calor que vinha da buceta dela), tirei a mão e me sentei reto, me assustei achando que ela podia pensar que eu queria tocar ela, ela se recostou em mim e falou "troca?", eu disse que sim e estendi o braço pra ela se acomodar, ela deixou o cotovelo dela bem perto da minha pica e no menor movimento que eu fazia, ele quase levantava, tava excitado e desconfortável ao mesmo tempo, foi um momento muito confuso. No ano seguinte, a gente continuava sentando junto. Eu tinha brigado com minha namorada, ela continuava com o namorado dela, mas não tavam se dando muito bem. Um dia que eu acompanhei ela pra resolver um negócio na saída, ela me disse que gostava de mim, que não sabia o que tava rolando direito, mas que por um tempo não tinha coragem de falar nada porque tinha medo que isso pudesse afetar meu relacionamento com minha namorada e que justamente os problemas com o namorado dela eram por causa disso, que não tinha certeza se queria transar pela primeira vez com o namorado dela, que ele já não dava mais tesão nela, que às vezes batia uma pra ele por obrigação, porque não queria que ele desconfiasse de algo. Eu disse que me sentia estranho, que não tinha certeza do que responder ao que ela tava me falando. Só consegui responder que gostava dela como amiga e que não queria que a gente deixasse de ser por causa disso. Depois daquele dia, a gente não sentava mais junto, ficamos mais distantes. Eu voltei com minha namorada, mas no fim do ano já tinha terminado de vez, ela no meio do ano também tinha terminado de vez com o namorado dela. Embora não fosse mais como antes, a gente conseguiu voltar a ser próximo. falar com a gente e nos dar bem, afinal a gente tinha o mesmo círculo de amigos. No fim do ano, no aniversário de um amigo, a gente acabou sozinho conversando num corredor, parecia que a gente tinha que colocar as coisas em dia. Ela estava com um decote bem ousado e, enquanto gesticulava ao falar, os peitos balançavam. Eu não conseguia evitar de olhar, até que ela me diz: - Filho da puta, você tá olhando pros meus peitos desde hoje - É que o bico do peito tá quase saindo * Ela se olha e se ajeita - Não ia me avisar, não? - Tava esperando sair. Kkkk - Só um bico do peito, punheteiro. Num impulso, peguei ela pela cintura e beijei. Ela me abraçou e a gente começou a se pegar desesperadamente. Peguei ela pelas nádegas e ela tirou minha mão: "Não, que o vestido sobe", ela disse. Comecei a beijar o pescoço dela e descer devagar pros peitos. Ela acariciava meu pau por cima da calça. Enfiei a mão por baixo do vestido dela, pra tocar na buceta até puxar a calcinha de lado e dedilhar um pouco. Ela tava toda molhada e a buceta dela era bem peluda, tipo uma selva (minha namorada sempre depilava, nunca tinha conhecido uma buceta tão peluda assim). Ela desabotoou meu jeans, abaixou o zíper e começou a me bater uma: - Então era por isso que você falava pra fazer assim - Assim como? - Assim é mais fácil, esse é grande - Não é grande, você vai ver o que é grande - Sempre soube que minha primeira vez ia ser com você. Ela desceu pra chupar meu pau, fez isso por um bom tempo, até a gente ouvir umas vozes perguntando pela gente. A gente se ajeitou e acendeu um cigarro pra disfarçar, terminou de se arrumar e voltou pra festa. Depois disso, a gente não se viu por um tempo. Um ano depois, a gente tava solteiro os dois. Ela tava cuidando da casa de uma amiga e me convidou pra tomar umas cervejas. Eu sabia que a gente ia transar, tava pendente. Fui, tomei umas cervejas e a gente começou a se beijar. Ela me sentou numa cadeira e começou a chupar meu pau por um bom tempo, até que ela disse: "Agora é sua vez". Sim, eu falei. Entusiasmado, lembrei de usar a palavra: buceta peluda. Ela tirou a calça e sentou, tava toda depilada, me decepcionei um pouco, mas mesmo assim me ajoelhei pra chupar ela toda e de vez em quando enfiava um pouco de língua no cu dela. Depois de uma boa chupada, ela se apoiou na mesa e comecei a comer ela de pé. Gozei muito rápido, então me ajoelhei pra continuar chupando a buceta dela. "Vamos deitar", ela me disse. Na cama, comecei a brincar com os peitos dela, até que ela subiu e desceu pra chupar meu pau. Tentei virar ela pra fazer 69, mas ela disse que depois, que assim ela podia engolir tudo. Ela mandou eu levantar os joelhos e começou a engolir até enfiar tudo no fundo. Depois de uns engasgos, continuou batendo uma pra mim e lambendo minhas bolas, até que de repente me deitou e começou a chupar meu cu. A gente se olhou e ela disse: "Ah, você também gosta", e continuou por um tempo, até que subiu pra cavalgar. Depois a gente seguiu mais um pouco de quatro até eu gozar nas costas dela. Naquela noite dormimos juntos e transamos de novo de manhã antes de eu ir embora. Depois disso, não nos encontramos por anos, até que a gente se trombou de novo, os dois solteiros, e voltamos a ter a amizade de sempre, só que agora também transávamos. Ficamos assim por uns 2 anos, até que ela arrumou família e se juntou. Mas como contei antes, sempre pode rolar um encontro por acaso.
Uma vez, ela me perguntou como minha namorada me batia uma punheta, porque ela tava com dificuldade de fazer no namorado dela (eu tinha contado que ela me fez gozar e sujei um móvel, e a gente limpou tudo apressado, com medo de alguém chegar e ver): — Como você faz pra não doer? Ele reclama muito, diz que eu aperto forte demais. — Segura pelo meio e usa o mindinho como batente, porque se você desce forte, puxa o freio e dói. — Mas como seria? *Eu mostrei, pegando uma borracha e fazendo assim 🤙* — Mas tem que ser muito grande pra conseguir segurar assim. — Como vai ser grande? Kkkk. Se é menor que a mão. — É, é bem grande, eu seguro só com a ponta dos dedos. — Mas você pode pegar mais. — Não, é assim (ela mostrou uma borracha, daquelas cinza com branco) um pouquinho mais comprido. — Bom, mas quando fica duro, muda de tamanho. — Não, é assim duro. — Ah... Fiquei pensando, não conseguia acreditar que alguém pudesse ter um pau tão pequeno. Eu, com a cabeça toda ferrada pelo pornô, não imaginava alguém com o pau menor que o meu.
O tempo foi passando, a gente começou a se ver mais, fora da aula também: íamos a shows ou saía com mais amigos. Éramos mais carinhosos um com o outro, sempre tinha abraço pra se parabenizar por algo ou pra dar apoio quando algo ruim acontecia. Uma vez, rolou uma coisa que me chamou a atenção... atenção, mas preferi me fazer de besta, porque achava que era coincidência. A gente tava vendo um filme na aula e eu me recostei um pouco nela (tinha aquele nível de intimidade), num momento eu tava com a mão apoiada no joelho dela, mas só tava largada ali, eu tava prestando atenção na TV, até que a Marina se levantou um pouco pra se recostar mais. Com o movimento dela, minha mão avançou até quase chegar na buceta dela, ela fechou as pernas apertando minha mão (sentia o calor que vinha da buceta dela), tirei a mão e me sentei reto, me assustei achando que ela podia pensar que eu queria tocar ela, ela se recostou em mim e falou "troca?", eu disse que sim e estendi o braço pra ela se acomodar, ela deixou o cotovelo dela bem perto da minha pica e no menor movimento que eu fazia, ele quase levantava, tava excitado e desconfortável ao mesmo tempo, foi um momento muito confuso. No ano seguinte, a gente continuava sentando junto. Eu tinha brigado com minha namorada, ela continuava com o namorado dela, mas não tavam se dando muito bem. Um dia que eu acompanhei ela pra resolver um negócio na saída, ela me disse que gostava de mim, que não sabia o que tava rolando direito, mas que por um tempo não tinha coragem de falar nada porque tinha medo que isso pudesse afetar meu relacionamento com minha namorada e que justamente os problemas com o namorado dela eram por causa disso, que não tinha certeza se queria transar pela primeira vez com o namorado dela, que ele já não dava mais tesão nela, que às vezes batia uma pra ele por obrigação, porque não queria que ele desconfiasse de algo. Eu disse que me sentia estranho, que não tinha certeza do que responder ao que ela tava me falando. Só consegui responder que gostava dela como amiga e que não queria que a gente deixasse de ser por causa disso. Depois daquele dia, a gente não sentava mais junto, ficamos mais distantes. Eu voltei com minha namorada, mas no fim do ano já tinha terminado de vez, ela no meio do ano também tinha terminado de vez com o namorado dela. Embora não fosse mais como antes, a gente conseguiu voltar a ser próximo. falar com a gente e nos dar bem, afinal a gente tinha o mesmo círculo de amigos. No fim do ano, no aniversário de um amigo, a gente acabou sozinho conversando num corredor, parecia que a gente tinha que colocar as coisas em dia. Ela estava com um decote bem ousado e, enquanto gesticulava ao falar, os peitos balançavam. Eu não conseguia evitar de olhar, até que ela me diz: - Filho da puta, você tá olhando pros meus peitos desde hoje - É que o bico do peito tá quase saindo * Ela se olha e se ajeita - Não ia me avisar, não? - Tava esperando sair. Kkkk - Só um bico do peito, punheteiro. Num impulso, peguei ela pela cintura e beijei. Ela me abraçou e a gente começou a se pegar desesperadamente. Peguei ela pelas nádegas e ela tirou minha mão: "Não, que o vestido sobe", ela disse. Comecei a beijar o pescoço dela e descer devagar pros peitos. Ela acariciava meu pau por cima da calça. Enfiei a mão por baixo do vestido dela, pra tocar na buceta até puxar a calcinha de lado e dedilhar um pouco. Ela tava toda molhada e a buceta dela era bem peluda, tipo uma selva (minha namorada sempre depilava, nunca tinha conhecido uma buceta tão peluda assim). Ela desabotoou meu jeans, abaixou o zíper e começou a me bater uma: - Então era por isso que você falava pra fazer assim - Assim como? - Assim é mais fácil, esse é grande - Não é grande, você vai ver o que é grande - Sempre soube que minha primeira vez ia ser com você. Ela desceu pra chupar meu pau, fez isso por um bom tempo, até a gente ouvir umas vozes perguntando pela gente. A gente se ajeitou e acendeu um cigarro pra disfarçar, terminou de se arrumar e voltou pra festa. Depois disso, a gente não se viu por um tempo. Um ano depois, a gente tava solteiro os dois. Ela tava cuidando da casa de uma amiga e me convidou pra tomar umas cervejas. Eu sabia que a gente ia transar, tava pendente. Fui, tomei umas cervejas e a gente começou a se beijar. Ela me sentou numa cadeira e começou a chupar meu pau por um bom tempo, até que ela disse: "Agora é sua vez". Sim, eu falei. Entusiasmado, lembrei de usar a palavra: buceta peluda. Ela tirou a calça e sentou, tava toda depilada, me decepcionei um pouco, mas mesmo assim me ajoelhei pra chupar ela toda e de vez em quando enfiava um pouco de língua no cu dela. Depois de uma boa chupada, ela se apoiou na mesa e comecei a comer ela de pé. Gozei muito rápido, então me ajoelhei pra continuar chupando a buceta dela. "Vamos deitar", ela me disse. Na cama, comecei a brincar com os peitos dela, até que ela subiu e desceu pra chupar meu pau. Tentei virar ela pra fazer 69, mas ela disse que depois, que assim ela podia engolir tudo. Ela mandou eu levantar os joelhos e começou a engolir até enfiar tudo no fundo. Depois de uns engasgos, continuou batendo uma pra mim e lambendo minhas bolas, até que de repente me deitou e começou a chupar meu cu. A gente se olhou e ela disse: "Ah, você também gosta", e continuou por um tempo, até que subiu pra cavalgar. Depois a gente seguiu mais um pouco de quatro até eu gozar nas costas dela. Naquela noite dormimos juntos e transamos de novo de manhã antes de eu ir embora. Depois disso, não nos encontramos por anos, até que a gente se trombou de novo, os dois solteiros, e voltamos a ter a amizade de sempre, só que agora também transávamos. Ficamos assim por uns 2 anos, até que ela arrumou família e se juntou. Mas como contei antes, sempre pode rolar um encontro por acaso.
2 comentários - De una linda amistad a vivir cogiendo