CAPÍTULO 8
DESABAFAR
Tudo estava previsto pra gente continuar o que a gente tava fazendo no meu quarto. Agitado, ainda sentindo as batidas na minha cabecinha depois da gozada foda que a punheta da minha própria mãe me deu, amarrei a toalha na cintura, peguei minha mãe pela mão e saímos do banheiro, mas não sem antes dar uma olhada no quarto do fundo, cuja porta fica de frente, onde meu pai esperava a volta da esposa dele.
Meu pau pulsava debaixo da toalha, porque nem deu tempo de eu vestir uma cueca. E sem minha mãe resistir, enfiei ela no meu quarto, acendi o abajur, tranquei a porta e fiquei olhando pra ela, cara a cara, completamente pelado, só com a toalha cobrindo minhas partes.
E assim ficamos por vários segundos, nos olhando em silêncio. Silêncios que parecem eternos, se observando um ao outro, sentindo um puta desconforto por não saber o que fazer ou dizer depois do que aconteceu.
E nenhum dos dois fala nada. Parece que os ratos comeram nossas línguas. Que nossas vontades ficaram suspensas no tempo depois de cometer uma imoralidade tão grande.
E no silêncio eu fico admirando ela.
O roupão prateado de cetim da minha mãe cai solto sobre o corpo gostoso dela. O comprimento vai até a metade das coxas. As abas da roupa brilhante se entreabrem na altura do torso. Os peitões dela brilham, com um baita canal no meio deles por onde se insinuam aquelas enormidades carnudas, como se estivessem molhadas.
E eu consigo ver a metade das duas aréolas aparecendo, exultantes, obscenas. Um par de aréolas que brilham diante dos meus olhos, exceto os bicos, que, embora escondidos, marcam no cetim fino.
Fico com água na boca, e minha mãe abaixa devagar os olhos azuis dela até parar na minha virilha. Eu olho pra baixo e vejo uma barraca armada. Tô excitado. Preciso de mais. Não fiquei satisfeito com o que a gente fez no banheiro.
E eu me mostro ansioso quando Ambos levantamos o olhar ao mesmo tempo e nos encontramos de novo. Meus olhos descem pros peitos dela, que incham e desincham a cada respiração.
— Não é certo você ter uma ereção pensando em mim, meu bebê — ela diz baixinho, nervosa.
— Eu sei, mãe, mas não consigo controlar — confesso, envergonhado.
Meu pau não entende de tabus nem de relações familiares. Meu pau não entende que aquela mulher gostosa pra caralho na minha frente, de pé, com as tetas balançando no peito e sustentada por duas pernas fortes e brancas, é minha progenitora.
— Sim, eu também sei, filho. Por isso te digo que isso não está certo.
Ela olha de novo pro meu volume, e eu me envergonho. Tá bem crescido debaixo da toalha, ansioso pra que as mãos dela voltem a acariciar.
— Eu não pedi por isso, mãe, mas… vou te confessar… te desejo… há muito tempo que te desejo, e agora, com o coração em chamas, tô te falando.
— Não está certo, filho! — ela diz com um escândalo fingido —. Não está certo você ter ereções pela sua mãe!
— Também não é certo uma mãe masturbar o próprio filho, e você fez isso — rebato.
Ela fica calada e cora.
— Mas não tô te cobrando, mamãe — me apresso a dizer —. Na verdade, quero que saiba que gostei muito do que você fez. Pra caralho, eu diria. Nunca ninguém me fez sentir tão bem assim. Olha, mãe, temos que admitir que passamos de um limite, e agora é saber como vamos lidar com isso.
Mamãe pisca, olha de novo pra minha virilha e leva as mãos à cabeça.
— Não tem que lidar com nada, querido, o que aconteceu…
— Não vem me dizer que o que aconteceu foi um erro, mãe, que você se arrependeu, que essas coisas não se fazem, que temos parentesco e que por isso esse erro não vai se repetir, porque é pecado.
— Pois é exatamente isso, Tito, o que você disse. Só que eu acrescentaria mais uma coisa. Você também tem que esquecer. E evitar ter esses pensamentos ruins sobre mim. Não está certo, querido… sou sua mamãe. Entendeu?
—Mas eu te desejo, mãe, eu te desejo!
—Não diga isso, pelo amor de Deus, não diga!
—Não consigo evitar! Olha como você me deixa — apontei com os dedos para minha virilha, aquele volume pulsando por baixo—. Você me provoca, mamãe, de verdade.
—Você precisa se acalmar, Tito! Precisa esquecer. Precisa lutar para controlar seus instintos e não deixá-los se desviar. Precisa parar de me ver como uma mulher pra ficar de olho!
—Não quero.
Mamãe cruzou os braços, e aquele movimento só fez com que seus dois melões de carne se levantassem, se apertassem, e que da teta direita aparecesse o mamilo endurecido, rosado, delicioso, apetitoso, molhadinho.
—Não é questão de querer ou não, filho. É assim e tem que ser assim.
—Então por que você tem ficado me seduzindo nas últimas semanas? — reclamei, indignado, lembrando de cada uma das provocações dela.
—Do que você tá falando, filho, pelo amor de Deus, garoto?
—Você fez sim, mãe, várias vezes. Tentou me seduzir. Seus movimentos tão sensuais quando passa perto de mim. O jeito que você enfia a bunda na minha cara quando arruma qualquer desculpa pra se abaixar na frente de onde eu tô sentado, seja aqui no meu quarto ou no sofá.
As bochechas da loira da minha mãe ficaram vermelhas.
—Como eu ia tentar te seduzir se você é meu filho, Tito? Cê acha que eu sou louca, ou doente?
—Não acho isso, mãe: claro que não, mas então me diz por que você fez isso. Você me confunde demais.
Mamãe descruzou os braços e as tetonas dela pularam no peito.
—Coisa da sua cabeça, meu amor.
Eu tô começando a perder a paciência.
—Coisa da minha cabeça o fato de você ter deixado duas vezes a calcinha no banheiro sabendo que depois de você eu ia tomar banho, mãe? Coisa da minha cabeça você ficar quase pelada na minha frente, com qualquer desculpa, como no dia que me pediu pra colocar o colar no seu pescoço? Coisa da minha cabeça você se vestir... com essas leggings e esses tops tão apertados no seu corpo, e que Eles te marcam tudo? Porra, mãe!
—Meu filho, meu filho, pelo amor de Deus, você tá interpretando tudo errado, entendeu?! Foram mal-entendidos.
Mãe fica com a boca seca. Não tem como justificar as ações questionáveis dela.
—E então o que foi aquilo agora pouco, mãe?
—O que foi o quê, Tito?
—Você me masturbou!
—Shhhh! — ela se escandaliza. — Fala baixo.
—Ok, vou falar baixo, mas você me masturbou.
—Não, meu filho, eu não te… claro que não.
Mãe suspira, passa a mão no cabelo loiro e joga vários fios pra frente, perto das tetas dela.
—Não podemos simplesmente agir como se nada tivesse acontecido, filho? — ela me propõe.
E eu me irrito.
—Não quero, mãe, porque aconteceu sim, e me dói muito você fingir que não. Será que o que rolou no banheiro não significou nada pra você? Será que você tentou tirar sarro de mim?
Nem percebo que tô chorando até que mãe arregala os olhos, atormentada, se aproxima de mim e me abraça, acariciando minha cabeça. E eu sinto as carnes carnudas dela se espremendo contra mim. E eu curto.
—Não, não, não, meu bebê, não chora, por favor, não chora.
—É que mãe…!
—Já, meu filho. Se acalma, quer? Por favor. Não foi minha intenção te machucar, juro que não.
Eu choro baixinho, e minha tristeza vira tesão. Mãe deve estar sentindo meu pau duro roçando a virilha dela. Mesmo assim, continua me abraçando, se mexendo e se esfregando em mim.
—Então por que você me masturbou, mamãe? Por que agora quer que a gente finja que nada aconteceu? Me diz como faz pra não sentir o que eu sinto?
Mãe suspira perto do meu pescoço. E eu tremo. O cheiro de mulher com tesão dela me descontrola.
—E o que você sente, Tito? Pelo amor de Deus, meu amor! Febre? Tesão pela sua mãe? Ah, mas isso soa tão horrível que me dá vergonha!
—Mas também amor, mãe! Febre e tesão, sim, mas também um grande amor.
Minha mãe suspira mais uma vez. Sinto a virilha dela esfregando no meu pau. Meu pau vibra debaixo da toalha. As tetonas dela continuam esfregando contra meu peito nu.
— Você não me ama, mãe?
— Como não vou te amar, meu céu, se te carreguei na barriga por nove meses?! Como não vou te amar se você é uma das coisas mais lindas que já me aconteceram?
Coloco meu nariz no cabelo loiro dela. Cheira a xampu. Cheira a mãe provocante.
— Você me ama mais que o papai?
— Que história é essa, meu love?
— Mãe, só me diz, você me ama mais que o papai?
Espalho meus dedos nas costas dela. E queria enfiá-los por baixo do roupão. Queria agarrar aquelas bundonas dela e amassá-las, mas não posso. Bem, até posso, mas não devo. E esse autocontrole me perturba.
— Meu filho, é que entende que são amores diferentes, muito diferentes, entendeu? Seu pai eu amo como homem, você eu amo como meu filho.
— Não quero!
Nos separamos um pouco. Nos olhos azuis dela posso ver meu reflexo, o de um filho pervertido que quer foder a própria mãe gostosa.
— Pelo amor de Deus, Tito. Você está se comportando como um criança.
— É que eu não quero que você me ame como seu filho, mas como um homem.
Mamãe acaricia minha bochecha, e eu apoio minha cabeça na mão dela, e me deixo acariciar, arrepiado.
— Sério, mãe, eu sou um homem.
— Então se comporte como tal, filho!
E vejo um desafio implícito no pedido dela. Os olhos azuis dela brilham de novo.
— Tem certeza? — sorrio com malícia.
Vejo os lábios carnudos e grossos da mamãe e os imagino beijando meu pau. Me arrepio.
— Tito…
— Vou te provar, mãe, que já sou um homem.
E não sei por que faço isso, mas faço. É perguntar se ela tem certeza e me aproximar dela, desfazer o cinto do roupão dela e abri-lo ao meio.
— Tito!
— Deixa eu te provar, mãe!
— Não! Não! Para trás…!
É respirar fundo e ver o roupão cair no chão. E os peitos gloriosos dela balançam na minha frente. Os bicos apontando pro meu rosto. As auréolas tão grandes quanto salames. A barriga lisa e brilhante. A calcinha preta bem justinha, mostrando as sombras da pelugem pubiana dela.
— Deixa eu te amar, mamãe, por favor.
Mãe Ela gira e recua, apavorada, e suas costas e bunda batem na porta fechada, e ali, com suas tetas enormes balançando na frente, e eu me aproximando dela, ela faz um gesto de horror, se agita pra caralho, e balança a cabeça, me dizendo que não.
— Sou um homem, mãe, não um bebê — falo pra ela.
— E eu sou sua mãe, Ernesto! Pelo amor de Deus, não faz uma loucura!
— Quero te tocar, por favor, por favor…!
Ela vira o rosto quando tento beijá-la.
— O que cê tá fazendo, Tito? Não!
— Deixa eu te beijar, mãe.
— Na boca não.
— Por quê?
— Sou sua mãe.
— E daí?
— Que é errado!
Agarro minha mãe pelos braços macios, e ela ofega.
— E não é errado me deixar chupar seus peitos? — lembro ela da outra noite.
— O quê? Não, não te permiti, filho! Você se serviu sozinho!
— Então você lembra, mamãe, né? Você lembra o que eu fiz contigo naquela noite. Tava acordada e não falou nada. Porque você gostou. Você sabia que era errado seu filho amado chupar seus peitos, morder seus mamilos, e não ligou. Você me deixou fazer porque no fundo você gosta. No fundo te excita que seu filho te faça amor.
— Filho! Não… filho!
Sorrio pela minha safadeza. E ela se agita. Esfrega a bunda e as costas na porta, igual uma gata, e aí eu faço a minha parte.
Minhas duas mãos acariciam seus contornos enquanto minha boca se prende na clavícula dela e aos poucos desço até um dos seios.
É respirar e colocar minhas duas mãos nas suas mamas enormes, que transbordam. São um par de melões que não dá pra abarcar, e o rosado da pele dela contrasta com a brancura das minhas mãos. Os dois mamilos dela aparecem entre meus dedos, e eu fico excitado ao vê-los assim, durinhos.
E me dá tesão sentir as tetas dela tão pesadas, tão redondas, tão macias e firmes. Enterro meus dedos, a carne dela transborda. Eu as manipulo com as mãos como se fossem duas bolas e levanto, amassando, apertando, e minha mãe ofegando.
— Nãoooo! Hummm! Nãoooo! Uff! Meu menino… Hummmm… tá Mmm… Haaaaa…. Isso tá maaaal!
E as reboladas dela me fazem pensar que ela tá gostando do que eu tô fazendo. E com as duas mãos aperto mais forte os peitos dela e levanto eles, ao mesmo tempo que abaixo minha cabeça até minha boca encontrar eles e eu devorar.
Mordo um peitão e depois mordo o outro.
— Haaaa! Meuuu Deus! Isso não… meu amor… Não….! Haaaaa!
— Vamos pra cama, mamãe.
— Não! Isso não!
— Por que não?
— Pelo amor de Deus, menino… você já sabe.
— Não sou um menino, sou um homem.
— Se comporte como tal! — ela insiste, como se me testasse.
— É o que eu tô fazendo — lembro ela, e pra confirmar, me inclino de novo, colo minha língua entre os dois peitos dela e saboreio.
Enfio minhas mãos atrás das costas dela, que ainda tá colada na porta, e passo o dedo no elástico da calcinha dela, no começo daquele rabo gordo. Minha intenção é descer devagar até chegar na bunda obesa dela.
— Por que você resiste, mamãe…? Se já até me masturbou — falo.
E paro de chupar os peitos dela pra lembrar. Depois volto pra eles.
— Só… tentei te ajudar, meu be…bê. Nãoooo! Não come os peitos da mamãe… não bebêeee!
— Quero te fazer amor, mamãe… por favor… me deixa…!
Ela diz que não, mas a virilha dela roça no meu volume. E é tanto roçar que minha toalha cai e eu fico pelado na frente dela. Meu pau pula na virilha dela e bate no tecido de renda da calcinha. Minha cabeça pulsa. Mamãe se remexe. Os fios de líquido pré-seminal sujam a calcinha dela.
— Me deixa… bebê… me deixa! Não come os peitos da sua mamãe, pelo amor… filho… isso não… isso é pecado!
E ela empurra a pélvis pra frente, e esmaga meu pau com a calcinha molhada dela.
— Você gosta de tocar neles… querido? — ela pergunta de repente.
E eu mordo os peitos dela. Suga eles, e ela geme “Haaaa” Ohhhhh!
— Sim… mamãe… eu gosto… de comer eles…
— Então… come… mas só um pouquinho… ahhhh! meu amor. No fim das contas você já tocou neles antes, né? haaaaa!
— Hã?
— Quando você era bebê, querido. Te dei de mamar nos meus peitos. Quer fazer de novo? Aposto que você vai gostar.
— Adoro suas tetonas! Tá vendo? São tão grandes e pesadas que mal consigo segurar! Não cabem na minha boca, mamãe!
— Haaaa! Ohhhhh! — Ela geme.
Mamãe está cedendo, e eu fico ainda mais tesudo.
— Não entendo que prazer os homens encontram... aaaahhhh... em apertar... nossos peitos, meu bebê. Não pensei que você... também fosse desse tipo.
— É... muito gostoso, mamãe.
Eu me afasto, coloco as mãos nos seus quadris largos e cuspo no peito direito dela. A saliva molha o mamilo, e com minha língua eu lambo tudo.
— Então são... seus, meus... peitos... o que vai fazer com eles?
— O que... eu fazia, quando era bebê, como você diz... O que estou fazendo agora... mamãe... chupar até você gozar...
Eu aperto de novo e a carne transborda entre meus dedos. É ver e sentir aquelas enormidades que não cabem na mão e meu pau pulsando.
— Mamãe... você tem uns peitões enormes! Não cabem na minha boca!
Olho de lado e ela morde os lábios para não gritar.
— Sugey? — É a voz do meu pai.
E eu fico apavorado. Solto os peitos dela e me afasto da minha mãe. Ela me olha, sorri, e aquele sorriso me assusta:
— Vamos, querido, continua, não tem problema — ela sussurra.
E eu já não entendo o que ela quer. Se sim ou se não. Essas mudanças repentinas no jeito dela de agir e falar estão me deixando louco.
— Mas papai...
— Agora eu acalmo ele — diz mamãe. E de repente grita —. Já vou, querido, estou no quarto do menino dobrando a roupa dele!
— A essa hora, Sugey?
— A essa hora, meu amor...
— Deixa ele dobrar, tão velho e não sabe dobrar a própria roupa?
Como mamãe mandou, agora eu cuspo no outro peito e com minha língua molho o peito todo dela de novo.
— Estou ensinando ele, amor, hmmmm... ele faz muito bem... muito bem...
E o "muito bem" se traduz na minha boca mordendo os mamilos dela. No jeito que eu lambo aqueles peitos enormes. Na minha língua desenhando os contornos das aréolas rosadas enormes. Nas minhas mãos apertando e apontando eles pra minha boca. Nela ofegando em silêncio "Huuuumm". Uuuuf!"
Com os dedos dela cravando minha cabeça nos peitos dela, alternando um e depois o outro.
— Pois eu já vou dormir, mulher! — é de novo o grito do papai. — Quando você vier do seu filho, apaga a luz, que amanhã alguns de nós temos que trabalhar!
— Ahhh... sim... — gemeu minha mãe —, eu já vou... indo...
— Hã?
— Nadaaaaa...
Minhas mãos tomam conta das costas dela. Eu as passo. Sinto macio, liso, e enquanto chupo os peitos dela e as mãos dela me esmagam contra eles, me sinto no direito de descer um pouco mais...
— Não, querido... isso não...
— Porrr queee? — pergunto sem tirar totalmente um dos peitos dela, que espremo e curto como um bebê.
— Porque é pecado.
— Pecado... e isso que tô fazendo agora?
— É difer...ente, ahhhh! meu filho. Essas ma...mãs já estiveram na sua bo...ca antes, ohhhh meu bebê...! E... é natural.
— Pe...ro mãe.
— Shhhh.
— Mãããe
Antes que eu possa continuar com meus protestos, minha mãe pega minha cabeça e a empurra até o peito direito gordo dela, brilhando da minha saliva.
— Come, meu filho... come...
"Glugmm Glugmmm" eu chupo, saboreio. E meu pau duro, batendo no púbis dela.
Enquanto lambuzo de novo os seios dela, tento o impensável, enfiar meus dedos entre as pernas dela. Dou uma passada e ela estremece. Sinto os pelinhos aparados nas minhas pontas dos dedos quando tento afastar a calcinha dela. Na segunda passada, noto que as coxas dela estão encharcadas, mamãe tá molhada! Muito molhada! E sorrio de novo, vitorioso. Não poderia estar mais feliz.
— Aí não... querido...!
— Deixa... quero te foder, mamãe...
— Não...!
Pego meu pau com uma mão e passo a cabeça pela beirada da calcinha dela, que tento puxar pra baixo com a mão livre.
Mamãe se mexe, se esfrega contra a porta, e enquanto minha boca morde os bicos dos peitos dela, primeiro um e depois o outro, minhas mãos apalpam lá embaixo, querendo baixar a calcinha pra enfiar meu pau quente.
Mas aí ela exclama...
— Tito! Chega!
Ela me empurra, e me impressiona que tenha feito com bastante força. Foi tajante.
E eu não entendo por que ela não quer, a essa altura do campeonato.
Agitada, ela se joga no chão, foda-se o avental, veste ele rápido e vai em direção à porta.
— O que foi, mãe? Por que… você está reagindo assim?
— Vamos acabar com essa loucura, Tito! Acabou! Entendeu? Acabou! E pelo bem dos dois, isso não pode se repetir! E também não vamos mais falar sobre isso! Sou sua mãe, não podemos ser tão degenerados!
Impressionado, com meu pau ainda duro, vejo ela se virar, abrir a porta e fugir. E eu, chocado, me deito na cama, agitado, suado, e tento refletir sobre tudo que acabou de acontecer.
— Porra!
E esta noite, sem dúvida, vai ficar como uma das melhores e piores da minha vida.
***
Gerônimo
“Meu bom amigo Tito, desculpa te incomodar de novo, mas hoje falei com minha mãe e ela disse que o antivírus que você instalou outro dia não ficou bom, você poderia dar uma mão de novo?”
Suspiro. Meu melhor amigo, o filho da Elvira, me coloca de novo numa enrascada.
Tito
“Oi, Gerônimo, vou hoje mesmo, mais tarde”
E ele me agradece com sinceridade. E me sinto mal por meu melhor amigo ignorar que outro dia quase comi a mãe dele.
Mal consegui dormir. Na verdade, foi uma noite horrível. Não consigo parar de pensar no que rolou entre minha mãe e eu.
— Caralho!
Hoje entro às onze da manhã no que será minha última semana de faculdade, e isso é o único alívio desse puto dia. Vou tentar falar com meu primo Hernán durante o dia, que parece que vai chegar em dois meses em casa, onde vamos hospedá-lo durante a estadia dele em Victoria de Durango. Quero saber como ele está. Faz tempo que não conversamos.
De resto, continuo muito puto com a mamãe, principalmente porque ela age como a chefe da família de sempre, como se nada tivesse acontecido entre nós. Como se nunca tivesse puxado o pau do filho, atacando ele no banheiro enquanto ele cheirava e chupava as calcinhas molhadas dela. fluidos da buceta dela. E como se o filho nunca tivesse chupado os peitos dela minutos depois.
Um pelo de finalmente foder ela.
A família tá reunida na mesa quadrada de oito lugares, cada um na sua, pai com o jornal, se irritando de graça com as notícias que lê, mãe servindo café quente numa jarra de porcelana que tá no centro da mesa, e minha irmãzinha Lucy arrumando o cabelo com os dedos. Ao chegar na mesa, dou um "bom dia" seco, ocupo meu lugar e me sirvo de fruta e iogurte. Faço questão de não olhar pra minha mãe, e ela também não faz nada pra chamar minha atenção.
Pai responde a uma mensagem de texto sobre a recepção de material de construção que vai chegar ao meio-dia na casa que ele tá fazendo com os peões dele, e depois olha pra mim e pra minha mãe.
— Vocês dois tão muito estranhos esta manhã — ele fala, bufando —. Aconteceu alguma coisa?
— Não. Nada — respondo com frieza.
Lucy tá devorando o cereal com leite sem açúcar com muita pressa, porque já tá atrasada, enquanto ajusta as meias brancas do uniforme escolar dela, que consiste numa saia plissada vermelha e branca (que, aliás, cada dia parece menor e mostra mais as coxas), uma blusinha branca que já começa a ficar apertada na altura dos peitos dela, que continuam crescendo, e um paletó do mesmo estilo da saia pendurado num dos ombros.
— É coisa da sua cabeça, Lorenzo — fala a mãe, sorrindo, passando geleia no pão torrado dela.
Eu não me atrevo a levantar o olhar pro meu pai. Tô puto, mas também me sinto mal. O que a mãe e eu fizemos com o pai beira a traição. Tô morrendo de vergonha. Mal consigo olhar nos olhos dele. Por isso me surpreende que minha mãe aja como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse deixado o filho apalpar os peitos dela minutos depois de ter batido uma pra ele.
— Na verdade, tô animada porque hoje à tarde o padre Antonio nos convidou pra casa dele tomar um chá.
WTF? Outra saída? Sério? mamãe tá planejando outra saída?
— Então você vai sair hoje à tarde pra casa do padre Antônio, mulher? — pergunta o ingênuo do meu pai.
— Isso mesmo, meu bem.
Eu bufo. E todo mundo me olha.
— O Nacho vai? — solto aquele comentário incendiário, só pra testar ela.
Mamãe, que tava sorrindo, fecha a boca na hora. O pão dourado treme na mão dela e ela me encara, pasma. Não esperava pelo meu comentário, e essa cara dela é um poema.
— Quem é Nacho? — meu pai se interessa, baixando o jornal pra me olhar.
— Um viúvo muito gostoso, não é, mamãe? — sorrio pra ela.
Lucy ofega, olha pra mamãe, depois pro papai, e finalmente pra mim.
— Tá vendo, papai? — fala minha irmã —. Tô te dizendo que ultimamente o Tito tá muito estranho. Agora até acha o tal Nacho, o amigo da mamãe, gostoso.
— Calma, calma — me acomodo na cadeira —, não é o que vocês tão pensando, hein?
— Não se preocupa, irmãozinho — sorri uma Lucy debochada, com os olhos azuis brilhando —, mesmo que você seja viado, vou continuar te amando.
— Olha aqui, pai, controla essa sua macaca!
— Chega, pessoal… vamos todos tomar café, que o café tá esfriando! — mamãe tenta encerrar a conversa que, se continuar, vai deixar ela mal na fita.
— Tá bom, tá bom… — O jornal treme nos dedos do meu pai —. Não quero mais ouvir falar de… homens gostosos nessa casa. E muito menos você, filho, porque, pô, rapaz, tô preocupado com suas tendências.
— Pai! — reclamo.
Minha jogada suja contra minha mãe virou contra mim. Agora só falta meu pai e minha irmã pensarem que sou gay, quando a única coisa que eu queria era que meu velho começasse a desconfiar das saídas tão frequentes da minha mãe pra igreja.
Que porra é essa de que ela vai sair de novo hoje à tarde? Eu não acredito em nada.
E todos os meus alertas disparam. Penso que qualquer outra mulher no lugar dela estaria morrendo de medo depois do que fez com o filho no banheiro e no quarto na noite anterior. Penso que mamãe, no mínimo, devia sentir vergonha e não vontade de sair "com o padre Antônio pra tomar um café". Acho que o remorso não deixaria ela olhar na cara do marido, muito menos sorrir pra ele, já que foi infiel e não com qualquer um, mas com o próprio filho.
E essa tarde é bem capaz que ela vá se esfregar com o tal Nacho num motel de beira de estrada! GRRRRR!
Tremo de raiva. O ciúme me mata.
Não consigo aceitar que a mamãe vá se encontrar com outro homem! A mamãe é minha, toda ela, sua boquinha chupadora, suas mãozinhas masturbadoras! Seus peitos lindos, sua pussy e sua bunda! Toda ela é minha! Toda! E não vou dividir!
Todos nos levantamos da mesa e vamos fazer nossas atividades. Mamãe me olha de canto, mas não fala mais nada.
Ela não quer que eu fique excitado vendo ela, mas vestiu de novo aquelas leggings que marcam a rachinha da pussy (como se não estivesse de calcinha) e que se enfiam nas bundonas dela que balançam quando ela anda. E o sutiã que ela tá usando é mais ousado que os outros que ela costuma usar.
E eu, puto, vou pro meu quarto, termino minhas tarefas, e 40 minutos antes das onze desço pra ir pra faculdade.
— Filho — ouço a voz da mamãe —, como você sabe, essa tarde vou sair. Vem comigo na cozinha que vou te explicar como esquentar a comida que vou fazer hoje.
E igual da última vez que fiz birra, passo reto por ela.
— Não tenho tempo, mãe.
— Vem, por favor, meu anjo, que também quero te dizer que isso que você fez de manhã, tentando me chantagear com a história do Nacho, não tá certo.
Paro na porta da entrada, com a mochila caindo do ombro.
— Quem tava querendo te chantagear, mãe?
— Você, Tito, quando contou pro seu pai sobre o Nacho, será que você queria...?
— Não queria nada, mãe! Só me dá nos nervos você ter que sumir de novo pra uma reunião onde esse tal Nacho vai estar.
— O que você tem contra o Nacho, Tito, pelo amor de Deus?
— Vi como você olhava pra ele outro dia, mãe, como você sorri pra ele. Como você se comporta. quando ele tá perto de você.
—É meu amigo.
—Pois não quero que seu amigo te traga pra essa casa como se você fosse uma qualquer!
E dito isso, vazo de casa, ouvindo os berros da minha mãe que grita de longe “Ernesto, volta aqui, imbecil!” “Volta aqui e me pede perdão.” Escuto ela choramingando, mas dessa vez não vou cair nos chantagens emocionais dela.
Por mais peituda e bunduda que ela seja, preciso aprender a não me deixar levar nem pelos encantos dela e muito menos pelos sentimentalismos.
E não dou ouvidos. Tô puto pra caralho. Não acredito que ela tem um amante. Não acredito que minha “mãe santinha” é na verdade a gostosa que a Elvira me deu a entender que é.
E é só lembrar da Elvira que mudo meus planos matinais.
—Elvira!
Volto pela calçada e vou pra casa dela, e enquanto caminho, vou pensando em programar umas paradas pra executar essa tarde.
Preciso seguir a mamãe, sacando o horário que ela diz que vai sair. Preciso confirmar se ela vai mesmo pra casa do Padre Antônio ou se vai pra outro lugar, sozinha, com o filho da puta do Nacho.
E também preciso criar um perfil fake no facebook, investigar aquela conta que a Elvira supostamente fez pra ela chamada “Sugey 69”, e me passar por outra pessoa pra descobrir se tenho uma mãe santa ou uma puta.
Preciso saber de uma vez por todas quem é a Sugey, minha mãe, de verdade.
É que tudo é tão estranho: que tipo de mãe faz umas perversidades com o filho durante a noite e no dia seguinte aparece toda tranquila no café da manhã, como se nada tivesse acontecido?
Não. Não. E não. Preciso descobrir se a mamãe tem uma vida dupla.
—Vou te descobrir, Sugey 69, juro por Deus.
Dez minutos depois, chego na casa da Elvira. E ela me recebe ainda de roupão, que é até mais comprido que o que a mamãe usou na noite anterior. Ainda bem que o carro do marido dela não tá, porque senão eu nem teria vindo.
***
—Oi, Tito, tava justamente pensando em você —ela me diz Elvira, sorrindo para mim, provocante—. Meu filho falou comigo esta manhã e disse que você ia te…
—Elvira, vim te foder bem fodida. —Escapa da minha voz.
Elvira, com um gesto de puta insaciável, abre a porta completamente e me convida a entrar.
Entro, fecho a porta e falo a verdade:
—Tô muito tesudo, Elvira, preciso te foder, por favor.
Sim. Tenho que descontar. Quero foder a melhor amiga da minha mãe.
Elvira sorri, satisfeita que um jovem procure uma mulher madura como ela para fins sexuais.
—Assim que gosto de ser tratada, meu bem —ela me diz—, como um objeto sexual.
Elvira aperta meu pau com força, e eu gemo, arquejo, e ela mostra a língua e lambe os lábios, me dizendo:
—Comprei uma peruca loira, Tito, e umas lentes de contato azuis.
—Hã? —falo.
Não consigo me concentrar ao sentir a mão dela acariciando o volume da minha calça, que cresce e cresce.
—Vamos, garotinho pervertido —ela ri de mim—, tá se fazendo de bobo mesmo? Sei muito bem que você quer comer sua mãe. Já tínhamos nos aberto outro dia. E dessa vez, vou realizar seu desejo. A puta da Sugey vai transar com o próprio filho.
—Porra, Elvira.
A gordinha ruiva aperta meu pau de novo e pergunta:
—Trouxe camisinha, Tito?
—Hã? Não… não —falo nervoso, pensando de repente que talvez não seja uma boa ideia estar ali.
Ela, apertando mais meu pau, me leva em direção às escadas que vão para o andar de cima.
—Bom, acho que tenho algumas por aqui. Vem, pequeno. Vamos pro meu quarto.
—Onde você dorme com seu marido? —me surpreendo, engolindo saliva.
—Que tesão, né? —ela diz perversamente—. Não se assusta não, amor, melhor se assustar quando eu me vestir de puta pra você, me transformando na sua mãe, enquanto você me espera deitado. E claro, depois se assusta mais quando eu chupar seu pau, suas bolas, com tudo e pelo, enquanto coloco minha bunda na sua cara.
—Porra! —me falta o ar.
Respiro nervoso, sabendo que estou prestes a ter o melhor sexo da minha Vida com uma deliciosa raposa experiente.
—Respira fundo, Tito, porque a surra que vou te dar hoje não vai ter precedentes.
Ela abre a porta do quarto, entra primeiro, e quando está lá dentro me convida a entrar, com um dos dedos, me dizendo:
—Vamos, amor, entra na toca do lobo. É hora de você comer a mamãe.
Meu instagram
CONTINUA
Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
DESABAFAR
Tudo estava previsto pra gente continuar o que a gente tava fazendo no meu quarto. Agitado, ainda sentindo as batidas na minha cabecinha depois da gozada foda que a punheta da minha própria mãe me deu, amarrei a toalha na cintura, peguei minha mãe pela mão e saímos do banheiro, mas não sem antes dar uma olhada no quarto do fundo, cuja porta fica de frente, onde meu pai esperava a volta da esposa dele.Meu pau pulsava debaixo da toalha, porque nem deu tempo de eu vestir uma cueca. E sem minha mãe resistir, enfiei ela no meu quarto, acendi o abajur, tranquei a porta e fiquei olhando pra ela, cara a cara, completamente pelado, só com a toalha cobrindo minhas partes.
E assim ficamos por vários segundos, nos olhando em silêncio. Silêncios que parecem eternos, se observando um ao outro, sentindo um puta desconforto por não saber o que fazer ou dizer depois do que aconteceu.
E nenhum dos dois fala nada. Parece que os ratos comeram nossas línguas. Que nossas vontades ficaram suspensas no tempo depois de cometer uma imoralidade tão grande.
E no silêncio eu fico admirando ela.
O roupão prateado de cetim da minha mãe cai solto sobre o corpo gostoso dela. O comprimento vai até a metade das coxas. As abas da roupa brilhante se entreabrem na altura do torso. Os peitões dela brilham, com um baita canal no meio deles por onde se insinuam aquelas enormidades carnudas, como se estivessem molhadas.
E eu consigo ver a metade das duas aréolas aparecendo, exultantes, obscenas. Um par de aréolas que brilham diante dos meus olhos, exceto os bicos, que, embora escondidos, marcam no cetim fino.
Fico com água na boca, e minha mãe abaixa devagar os olhos azuis dela até parar na minha virilha. Eu olho pra baixo e vejo uma barraca armada. Tô excitado. Preciso de mais. Não fiquei satisfeito com o que a gente fez no banheiro.
E eu me mostro ansioso quando Ambos levantamos o olhar ao mesmo tempo e nos encontramos de novo. Meus olhos descem pros peitos dela, que incham e desincham a cada respiração.
— Não é certo você ter uma ereção pensando em mim, meu bebê — ela diz baixinho, nervosa.
— Eu sei, mãe, mas não consigo controlar — confesso, envergonhado.
Meu pau não entende de tabus nem de relações familiares. Meu pau não entende que aquela mulher gostosa pra caralho na minha frente, de pé, com as tetas balançando no peito e sustentada por duas pernas fortes e brancas, é minha progenitora.
— Sim, eu também sei, filho. Por isso te digo que isso não está certo.
Ela olha de novo pro meu volume, e eu me envergonho. Tá bem crescido debaixo da toalha, ansioso pra que as mãos dela voltem a acariciar.
— Eu não pedi por isso, mãe, mas… vou te confessar… te desejo… há muito tempo que te desejo, e agora, com o coração em chamas, tô te falando.
— Não está certo, filho! — ela diz com um escândalo fingido —. Não está certo você ter ereções pela sua mãe!
— Também não é certo uma mãe masturbar o próprio filho, e você fez isso — rebato.
Ela fica calada e cora.
— Mas não tô te cobrando, mamãe — me apresso a dizer —. Na verdade, quero que saiba que gostei muito do que você fez. Pra caralho, eu diria. Nunca ninguém me fez sentir tão bem assim. Olha, mãe, temos que admitir que passamos de um limite, e agora é saber como vamos lidar com isso.
Mamãe pisca, olha de novo pra minha virilha e leva as mãos à cabeça.
— Não tem que lidar com nada, querido, o que aconteceu…
— Não vem me dizer que o que aconteceu foi um erro, mãe, que você se arrependeu, que essas coisas não se fazem, que temos parentesco e que por isso esse erro não vai se repetir, porque é pecado.
— Pois é exatamente isso, Tito, o que você disse. Só que eu acrescentaria mais uma coisa. Você também tem que esquecer. E evitar ter esses pensamentos ruins sobre mim. Não está certo, querido… sou sua mamãe. Entendeu?
—Mas eu te desejo, mãe, eu te desejo!
—Não diga isso, pelo amor de Deus, não diga!
—Não consigo evitar! Olha como você me deixa — apontei com os dedos para minha virilha, aquele volume pulsando por baixo—. Você me provoca, mamãe, de verdade.
—Você precisa se acalmar, Tito! Precisa esquecer. Precisa lutar para controlar seus instintos e não deixá-los se desviar. Precisa parar de me ver como uma mulher pra ficar de olho!
—Não quero.
Mamãe cruzou os braços, e aquele movimento só fez com que seus dois melões de carne se levantassem, se apertassem, e que da teta direita aparecesse o mamilo endurecido, rosado, delicioso, apetitoso, molhadinho.
—Não é questão de querer ou não, filho. É assim e tem que ser assim.
—Então por que você tem ficado me seduzindo nas últimas semanas? — reclamei, indignado, lembrando de cada uma das provocações dela.
—Do que você tá falando, filho, pelo amor de Deus, garoto?
—Você fez sim, mãe, várias vezes. Tentou me seduzir. Seus movimentos tão sensuais quando passa perto de mim. O jeito que você enfia a bunda na minha cara quando arruma qualquer desculpa pra se abaixar na frente de onde eu tô sentado, seja aqui no meu quarto ou no sofá.
As bochechas da loira da minha mãe ficaram vermelhas.
—Como eu ia tentar te seduzir se você é meu filho, Tito? Cê acha que eu sou louca, ou doente?
—Não acho isso, mãe: claro que não, mas então me diz por que você fez isso. Você me confunde demais.
Mamãe descruzou os braços e as tetonas dela pularam no peito.
—Coisa da sua cabeça, meu amor.
Eu tô começando a perder a paciência.
—Coisa da minha cabeça o fato de você ter deixado duas vezes a calcinha no banheiro sabendo que depois de você eu ia tomar banho, mãe? Coisa da minha cabeça você ficar quase pelada na minha frente, com qualquer desculpa, como no dia que me pediu pra colocar o colar no seu pescoço? Coisa da minha cabeça você se vestir... com essas leggings e esses tops tão apertados no seu corpo, e que Eles te marcam tudo? Porra, mãe!
—Meu filho, meu filho, pelo amor de Deus, você tá interpretando tudo errado, entendeu?! Foram mal-entendidos.
Mãe fica com a boca seca. Não tem como justificar as ações questionáveis dela.
—E então o que foi aquilo agora pouco, mãe?
—O que foi o quê, Tito?
—Você me masturbou!
—Shhhh! — ela se escandaliza. — Fala baixo.
—Ok, vou falar baixo, mas você me masturbou.
—Não, meu filho, eu não te… claro que não.
Mãe suspira, passa a mão no cabelo loiro e joga vários fios pra frente, perto das tetas dela.
—Não podemos simplesmente agir como se nada tivesse acontecido, filho? — ela me propõe.
E eu me irrito.
—Não quero, mãe, porque aconteceu sim, e me dói muito você fingir que não. Será que o que rolou no banheiro não significou nada pra você? Será que você tentou tirar sarro de mim?
Nem percebo que tô chorando até que mãe arregala os olhos, atormentada, se aproxima de mim e me abraça, acariciando minha cabeça. E eu sinto as carnes carnudas dela se espremendo contra mim. E eu curto.
—Não, não, não, meu bebê, não chora, por favor, não chora.
—É que mãe…!
—Já, meu filho. Se acalma, quer? Por favor. Não foi minha intenção te machucar, juro que não.
Eu choro baixinho, e minha tristeza vira tesão. Mãe deve estar sentindo meu pau duro roçando a virilha dela. Mesmo assim, continua me abraçando, se mexendo e se esfregando em mim.
—Então por que você me masturbou, mamãe? Por que agora quer que a gente finja que nada aconteceu? Me diz como faz pra não sentir o que eu sinto?
Mãe suspira perto do meu pescoço. E eu tremo. O cheiro de mulher com tesão dela me descontrola.
—E o que você sente, Tito? Pelo amor de Deus, meu amor! Febre? Tesão pela sua mãe? Ah, mas isso soa tão horrível que me dá vergonha!
—Mas também amor, mãe! Febre e tesão, sim, mas também um grande amor.
Minha mãe suspira mais uma vez. Sinto a virilha dela esfregando no meu pau. Meu pau vibra debaixo da toalha. As tetonas dela continuam esfregando contra meu peito nu.
— Você não me ama, mãe?
— Como não vou te amar, meu céu, se te carreguei na barriga por nove meses?! Como não vou te amar se você é uma das coisas mais lindas que já me aconteceram?
Coloco meu nariz no cabelo loiro dela. Cheira a xampu. Cheira a mãe provocante.
— Você me ama mais que o papai?
— Que história é essa, meu love?
— Mãe, só me diz, você me ama mais que o papai?
Espalho meus dedos nas costas dela. E queria enfiá-los por baixo do roupão. Queria agarrar aquelas bundonas dela e amassá-las, mas não posso. Bem, até posso, mas não devo. E esse autocontrole me perturba.
— Meu filho, é que entende que são amores diferentes, muito diferentes, entendeu? Seu pai eu amo como homem, você eu amo como meu filho.
— Não quero!
Nos separamos um pouco. Nos olhos azuis dela posso ver meu reflexo, o de um filho pervertido que quer foder a própria mãe gostosa.
— Pelo amor de Deus, Tito. Você está se comportando como um criança.
— É que eu não quero que você me ame como seu filho, mas como um homem.
Mamãe acaricia minha bochecha, e eu apoio minha cabeça na mão dela, e me deixo acariciar, arrepiado.
— Sério, mãe, eu sou um homem.
— Então se comporte como tal, filho!
E vejo um desafio implícito no pedido dela. Os olhos azuis dela brilham de novo.
— Tem certeza? — sorrio com malícia.
Vejo os lábios carnudos e grossos da mamãe e os imagino beijando meu pau. Me arrepio.
— Tito…
— Vou te provar, mãe, que já sou um homem.
E não sei por que faço isso, mas faço. É perguntar se ela tem certeza e me aproximar dela, desfazer o cinto do roupão dela e abri-lo ao meio.
— Tito!
— Deixa eu te provar, mãe!
— Não! Não! Para trás…!
É respirar fundo e ver o roupão cair no chão. E os peitos gloriosos dela balançam na minha frente. Os bicos apontando pro meu rosto. As auréolas tão grandes quanto salames. A barriga lisa e brilhante. A calcinha preta bem justinha, mostrando as sombras da pelugem pubiana dela.
— Deixa eu te amar, mamãe, por favor.
Mãe Ela gira e recua, apavorada, e suas costas e bunda batem na porta fechada, e ali, com suas tetas enormes balançando na frente, e eu me aproximando dela, ela faz um gesto de horror, se agita pra caralho, e balança a cabeça, me dizendo que não.
— Sou um homem, mãe, não um bebê — falo pra ela.
— E eu sou sua mãe, Ernesto! Pelo amor de Deus, não faz uma loucura!
— Quero te tocar, por favor, por favor…!
Ela vira o rosto quando tento beijá-la.
— O que cê tá fazendo, Tito? Não!
— Deixa eu te beijar, mãe.
— Na boca não.
— Por quê?
— Sou sua mãe.
— E daí?
— Que é errado!
Agarro minha mãe pelos braços macios, e ela ofega.
— E não é errado me deixar chupar seus peitos? — lembro ela da outra noite.
— O quê? Não, não te permiti, filho! Você se serviu sozinho!
— Então você lembra, mamãe, né? Você lembra o que eu fiz contigo naquela noite. Tava acordada e não falou nada. Porque você gostou. Você sabia que era errado seu filho amado chupar seus peitos, morder seus mamilos, e não ligou. Você me deixou fazer porque no fundo você gosta. No fundo te excita que seu filho te faça amor.
— Filho! Não… filho!
Sorrio pela minha safadeza. E ela se agita. Esfrega a bunda e as costas na porta, igual uma gata, e aí eu faço a minha parte.
Minhas duas mãos acariciam seus contornos enquanto minha boca se prende na clavícula dela e aos poucos desço até um dos seios.
É respirar e colocar minhas duas mãos nas suas mamas enormes, que transbordam. São um par de melões que não dá pra abarcar, e o rosado da pele dela contrasta com a brancura das minhas mãos. Os dois mamilos dela aparecem entre meus dedos, e eu fico excitado ao vê-los assim, durinhos.
E me dá tesão sentir as tetas dela tão pesadas, tão redondas, tão macias e firmes. Enterro meus dedos, a carne dela transborda. Eu as manipulo com as mãos como se fossem duas bolas e levanto, amassando, apertando, e minha mãe ofegando.
— Nãoooo! Hummm! Nãoooo! Uff! Meu menino… Hummmm… tá Mmm… Haaaaa…. Isso tá maaaal!
E as reboladas dela me fazem pensar que ela tá gostando do que eu tô fazendo. E com as duas mãos aperto mais forte os peitos dela e levanto eles, ao mesmo tempo que abaixo minha cabeça até minha boca encontrar eles e eu devorar.
Mordo um peitão e depois mordo o outro.
— Haaaa! Meuuu Deus! Isso não… meu amor… Não….! Haaaaa!
— Vamos pra cama, mamãe.
— Não! Isso não!
— Por que não?
— Pelo amor de Deus, menino… você já sabe.
— Não sou um menino, sou um homem.
— Se comporte como tal! — ela insiste, como se me testasse.
— É o que eu tô fazendo — lembro ela, e pra confirmar, me inclino de novo, colo minha língua entre os dois peitos dela e saboreio.
Enfio minhas mãos atrás das costas dela, que ainda tá colada na porta, e passo o dedo no elástico da calcinha dela, no começo daquele rabo gordo. Minha intenção é descer devagar até chegar na bunda obesa dela.
— Por que você resiste, mamãe…? Se já até me masturbou — falo.
E paro de chupar os peitos dela pra lembrar. Depois volto pra eles.
— Só… tentei te ajudar, meu be…bê. Nãoooo! Não come os peitos da mamãe… não bebêeee!
— Quero te fazer amor, mamãe… por favor… me deixa…!
Ela diz que não, mas a virilha dela roça no meu volume. E é tanto roçar que minha toalha cai e eu fico pelado na frente dela. Meu pau pula na virilha dela e bate no tecido de renda da calcinha. Minha cabeça pulsa. Mamãe se remexe. Os fios de líquido pré-seminal sujam a calcinha dela.
— Me deixa… bebê… me deixa! Não come os peitos da sua mamãe, pelo amor… filho… isso não… isso é pecado!
E ela empurra a pélvis pra frente, e esmaga meu pau com a calcinha molhada dela.
— Você gosta de tocar neles… querido? — ela pergunta de repente.
E eu mordo os peitos dela. Suga eles, e ela geme “Haaaa” Ohhhhh!
— Sim… mamãe… eu gosto… de comer eles…
— Então… come… mas só um pouquinho… ahhhh! meu amor. No fim das contas você já tocou neles antes, né? haaaaa!
— Hã?
— Quando você era bebê, querido. Te dei de mamar nos meus peitos. Quer fazer de novo? Aposto que você vai gostar.
— Adoro suas tetonas! Tá vendo? São tão grandes e pesadas que mal consigo segurar! Não cabem na minha boca, mamãe!
— Haaaa! Ohhhhh! — Ela geme.
Mamãe está cedendo, e eu fico ainda mais tesudo.
— Não entendo que prazer os homens encontram... aaaahhhh... em apertar... nossos peitos, meu bebê. Não pensei que você... também fosse desse tipo.
— É... muito gostoso, mamãe.
Eu me afasto, coloco as mãos nos seus quadris largos e cuspo no peito direito dela. A saliva molha o mamilo, e com minha língua eu lambo tudo.
— Então são... seus, meus... peitos... o que vai fazer com eles?
— O que... eu fazia, quando era bebê, como você diz... O que estou fazendo agora... mamãe... chupar até você gozar...
Eu aperto de novo e a carne transborda entre meus dedos. É ver e sentir aquelas enormidades que não cabem na mão e meu pau pulsando.
— Mamãe... você tem uns peitões enormes! Não cabem na minha boca!
Olho de lado e ela morde os lábios para não gritar.
— Sugey? — É a voz do meu pai.
E eu fico apavorado. Solto os peitos dela e me afasto da minha mãe. Ela me olha, sorri, e aquele sorriso me assusta:
— Vamos, querido, continua, não tem problema — ela sussurra.
E eu já não entendo o que ela quer. Se sim ou se não. Essas mudanças repentinas no jeito dela de agir e falar estão me deixando louco.
— Mas papai...
— Agora eu acalmo ele — diz mamãe. E de repente grita —. Já vou, querido, estou no quarto do menino dobrando a roupa dele!
— A essa hora, Sugey?
— A essa hora, meu amor...
— Deixa ele dobrar, tão velho e não sabe dobrar a própria roupa?
Como mamãe mandou, agora eu cuspo no outro peito e com minha língua molho o peito todo dela de novo.
— Estou ensinando ele, amor, hmmmm... ele faz muito bem... muito bem...
E o "muito bem" se traduz na minha boca mordendo os mamilos dela. No jeito que eu lambo aqueles peitos enormes. Na minha língua desenhando os contornos das aréolas rosadas enormes. Nas minhas mãos apertando e apontando eles pra minha boca. Nela ofegando em silêncio "Huuuumm". Uuuuf!"
Com os dedos dela cravando minha cabeça nos peitos dela, alternando um e depois o outro.
— Pois eu já vou dormir, mulher! — é de novo o grito do papai. — Quando você vier do seu filho, apaga a luz, que amanhã alguns de nós temos que trabalhar!
— Ahhh... sim... — gemeu minha mãe —, eu já vou... indo...
— Hã?
— Nadaaaaa...
Minhas mãos tomam conta das costas dela. Eu as passo. Sinto macio, liso, e enquanto chupo os peitos dela e as mãos dela me esmagam contra eles, me sinto no direito de descer um pouco mais...
— Não, querido... isso não...
— Porrr queee? — pergunto sem tirar totalmente um dos peitos dela, que espremo e curto como um bebê.
— Porque é pecado.
— Pecado... e isso que tô fazendo agora?
— É difer...ente, ahhhh! meu filho. Essas ma...mãs já estiveram na sua bo...ca antes, ohhhh meu bebê...! E... é natural.
— Pe...ro mãe.
— Shhhh.
— Mãããe
Antes que eu possa continuar com meus protestos, minha mãe pega minha cabeça e a empurra até o peito direito gordo dela, brilhando da minha saliva.
— Come, meu filho... come...
"Glugmm Glugmmm" eu chupo, saboreio. E meu pau duro, batendo no púbis dela.
Enquanto lambuzo de novo os seios dela, tento o impensável, enfiar meus dedos entre as pernas dela. Dou uma passada e ela estremece. Sinto os pelinhos aparados nas minhas pontas dos dedos quando tento afastar a calcinha dela. Na segunda passada, noto que as coxas dela estão encharcadas, mamãe tá molhada! Muito molhada! E sorrio de novo, vitorioso. Não poderia estar mais feliz.
— Aí não... querido...!
— Deixa... quero te foder, mamãe...
— Não...!
Pego meu pau com uma mão e passo a cabeça pela beirada da calcinha dela, que tento puxar pra baixo com a mão livre.
Mamãe se mexe, se esfrega contra a porta, e enquanto minha boca morde os bicos dos peitos dela, primeiro um e depois o outro, minhas mãos apalpam lá embaixo, querendo baixar a calcinha pra enfiar meu pau quente.
Mas aí ela exclama...
— Tito! Chega!
Ela me empurra, e me impressiona que tenha feito com bastante força. Foi tajante.
E eu não entendo por que ela não quer, a essa altura do campeonato.
Agitada, ela se joga no chão, foda-se o avental, veste ele rápido e vai em direção à porta.
— O que foi, mãe? Por que… você está reagindo assim?
— Vamos acabar com essa loucura, Tito! Acabou! Entendeu? Acabou! E pelo bem dos dois, isso não pode se repetir! E também não vamos mais falar sobre isso! Sou sua mãe, não podemos ser tão degenerados!
Impressionado, com meu pau ainda duro, vejo ela se virar, abrir a porta e fugir. E eu, chocado, me deito na cama, agitado, suado, e tento refletir sobre tudo que acabou de acontecer.
— Porra!
E esta noite, sem dúvida, vai ficar como uma das melhores e piores da minha vida.
***
Gerônimo
“Meu bom amigo Tito, desculpa te incomodar de novo, mas hoje falei com minha mãe e ela disse que o antivírus que você instalou outro dia não ficou bom, você poderia dar uma mão de novo?”
Suspiro. Meu melhor amigo, o filho da Elvira, me coloca de novo numa enrascada.
Tito
“Oi, Gerônimo, vou hoje mesmo, mais tarde”
E ele me agradece com sinceridade. E me sinto mal por meu melhor amigo ignorar que outro dia quase comi a mãe dele.
Mal consegui dormir. Na verdade, foi uma noite horrível. Não consigo parar de pensar no que rolou entre minha mãe e eu.
— Caralho!
Hoje entro às onze da manhã no que será minha última semana de faculdade, e isso é o único alívio desse puto dia. Vou tentar falar com meu primo Hernán durante o dia, que parece que vai chegar em dois meses em casa, onde vamos hospedá-lo durante a estadia dele em Victoria de Durango. Quero saber como ele está. Faz tempo que não conversamos.
De resto, continuo muito puto com a mamãe, principalmente porque ela age como a chefe da família de sempre, como se nada tivesse acontecido entre nós. Como se nunca tivesse puxado o pau do filho, atacando ele no banheiro enquanto ele cheirava e chupava as calcinhas molhadas dela. fluidos da buceta dela. E como se o filho nunca tivesse chupado os peitos dela minutos depois.
Um pelo de finalmente foder ela.
A família tá reunida na mesa quadrada de oito lugares, cada um na sua, pai com o jornal, se irritando de graça com as notícias que lê, mãe servindo café quente numa jarra de porcelana que tá no centro da mesa, e minha irmãzinha Lucy arrumando o cabelo com os dedos. Ao chegar na mesa, dou um "bom dia" seco, ocupo meu lugar e me sirvo de fruta e iogurte. Faço questão de não olhar pra minha mãe, e ela também não faz nada pra chamar minha atenção.
Pai responde a uma mensagem de texto sobre a recepção de material de construção que vai chegar ao meio-dia na casa que ele tá fazendo com os peões dele, e depois olha pra mim e pra minha mãe.
— Vocês dois tão muito estranhos esta manhã — ele fala, bufando —. Aconteceu alguma coisa?
— Não. Nada — respondo com frieza.
Lucy tá devorando o cereal com leite sem açúcar com muita pressa, porque já tá atrasada, enquanto ajusta as meias brancas do uniforme escolar dela, que consiste numa saia plissada vermelha e branca (que, aliás, cada dia parece menor e mostra mais as coxas), uma blusinha branca que já começa a ficar apertada na altura dos peitos dela, que continuam crescendo, e um paletó do mesmo estilo da saia pendurado num dos ombros.
— É coisa da sua cabeça, Lorenzo — fala a mãe, sorrindo, passando geleia no pão torrado dela.
Eu não me atrevo a levantar o olhar pro meu pai. Tô puto, mas também me sinto mal. O que a mãe e eu fizemos com o pai beira a traição. Tô morrendo de vergonha. Mal consigo olhar nos olhos dele. Por isso me surpreende que minha mãe aja como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse deixado o filho apalpar os peitos dela minutos depois de ter batido uma pra ele.
— Na verdade, tô animada porque hoje à tarde o padre Antonio nos convidou pra casa dele tomar um chá.
WTF? Outra saída? Sério? mamãe tá planejando outra saída?
— Então você vai sair hoje à tarde pra casa do padre Antônio, mulher? — pergunta o ingênuo do meu pai.
— Isso mesmo, meu bem.
Eu bufo. E todo mundo me olha.
— O Nacho vai? — solto aquele comentário incendiário, só pra testar ela.
Mamãe, que tava sorrindo, fecha a boca na hora. O pão dourado treme na mão dela e ela me encara, pasma. Não esperava pelo meu comentário, e essa cara dela é um poema.
— Quem é Nacho? — meu pai se interessa, baixando o jornal pra me olhar.
— Um viúvo muito gostoso, não é, mamãe? — sorrio pra ela.
Lucy ofega, olha pra mamãe, depois pro papai, e finalmente pra mim.
— Tá vendo, papai? — fala minha irmã —. Tô te dizendo que ultimamente o Tito tá muito estranho. Agora até acha o tal Nacho, o amigo da mamãe, gostoso.
— Calma, calma — me acomodo na cadeira —, não é o que vocês tão pensando, hein?
— Não se preocupa, irmãozinho — sorri uma Lucy debochada, com os olhos azuis brilhando —, mesmo que você seja viado, vou continuar te amando.
— Olha aqui, pai, controla essa sua macaca!
— Chega, pessoal… vamos todos tomar café, que o café tá esfriando! — mamãe tenta encerrar a conversa que, se continuar, vai deixar ela mal na fita.
— Tá bom, tá bom… — O jornal treme nos dedos do meu pai —. Não quero mais ouvir falar de… homens gostosos nessa casa. E muito menos você, filho, porque, pô, rapaz, tô preocupado com suas tendências.
— Pai! — reclamo.
Minha jogada suja contra minha mãe virou contra mim. Agora só falta meu pai e minha irmã pensarem que sou gay, quando a única coisa que eu queria era que meu velho começasse a desconfiar das saídas tão frequentes da minha mãe pra igreja.
Que porra é essa de que ela vai sair de novo hoje à tarde? Eu não acredito em nada.
E todos os meus alertas disparam. Penso que qualquer outra mulher no lugar dela estaria morrendo de medo depois do que fez com o filho no banheiro e no quarto na noite anterior. Penso que mamãe, no mínimo, devia sentir vergonha e não vontade de sair "com o padre Antônio pra tomar um café". Acho que o remorso não deixaria ela olhar na cara do marido, muito menos sorrir pra ele, já que foi infiel e não com qualquer um, mas com o próprio filho.
E essa tarde é bem capaz que ela vá se esfregar com o tal Nacho num motel de beira de estrada! GRRRRR!
Tremo de raiva. O ciúme me mata.
Não consigo aceitar que a mamãe vá se encontrar com outro homem! A mamãe é minha, toda ela, sua boquinha chupadora, suas mãozinhas masturbadoras! Seus peitos lindos, sua pussy e sua bunda! Toda ela é minha! Toda! E não vou dividir!
Todos nos levantamos da mesa e vamos fazer nossas atividades. Mamãe me olha de canto, mas não fala mais nada.
Ela não quer que eu fique excitado vendo ela, mas vestiu de novo aquelas leggings que marcam a rachinha da pussy (como se não estivesse de calcinha) e que se enfiam nas bundonas dela que balançam quando ela anda. E o sutiã que ela tá usando é mais ousado que os outros que ela costuma usar.
E eu, puto, vou pro meu quarto, termino minhas tarefas, e 40 minutos antes das onze desço pra ir pra faculdade.
— Filho — ouço a voz da mamãe —, como você sabe, essa tarde vou sair. Vem comigo na cozinha que vou te explicar como esquentar a comida que vou fazer hoje.
E igual da última vez que fiz birra, passo reto por ela.
— Não tenho tempo, mãe.
— Vem, por favor, meu anjo, que também quero te dizer que isso que você fez de manhã, tentando me chantagear com a história do Nacho, não tá certo.
Paro na porta da entrada, com a mochila caindo do ombro.
— Quem tava querendo te chantagear, mãe?
— Você, Tito, quando contou pro seu pai sobre o Nacho, será que você queria...?
— Não queria nada, mãe! Só me dá nos nervos você ter que sumir de novo pra uma reunião onde esse tal Nacho vai estar.
— O que você tem contra o Nacho, Tito, pelo amor de Deus?
— Vi como você olhava pra ele outro dia, mãe, como você sorri pra ele. Como você se comporta. quando ele tá perto de você.
—É meu amigo.
—Pois não quero que seu amigo te traga pra essa casa como se você fosse uma qualquer!
E dito isso, vazo de casa, ouvindo os berros da minha mãe que grita de longe “Ernesto, volta aqui, imbecil!” “Volta aqui e me pede perdão.” Escuto ela choramingando, mas dessa vez não vou cair nos chantagens emocionais dela.
Por mais peituda e bunduda que ela seja, preciso aprender a não me deixar levar nem pelos encantos dela e muito menos pelos sentimentalismos.
E não dou ouvidos. Tô puto pra caralho. Não acredito que ela tem um amante. Não acredito que minha “mãe santinha” é na verdade a gostosa que a Elvira me deu a entender que é.
E é só lembrar da Elvira que mudo meus planos matinais.
—Elvira!
Volto pela calçada e vou pra casa dela, e enquanto caminho, vou pensando em programar umas paradas pra executar essa tarde.
Preciso seguir a mamãe, sacando o horário que ela diz que vai sair. Preciso confirmar se ela vai mesmo pra casa do Padre Antônio ou se vai pra outro lugar, sozinha, com o filho da puta do Nacho.
E também preciso criar um perfil fake no facebook, investigar aquela conta que a Elvira supostamente fez pra ela chamada “Sugey 69”, e me passar por outra pessoa pra descobrir se tenho uma mãe santa ou uma puta.
Preciso saber de uma vez por todas quem é a Sugey, minha mãe, de verdade.
É que tudo é tão estranho: que tipo de mãe faz umas perversidades com o filho durante a noite e no dia seguinte aparece toda tranquila no café da manhã, como se nada tivesse acontecido?
Não. Não. E não. Preciso descobrir se a mamãe tem uma vida dupla.
—Vou te descobrir, Sugey 69, juro por Deus.
Dez minutos depois, chego na casa da Elvira. E ela me recebe ainda de roupão, que é até mais comprido que o que a mamãe usou na noite anterior. Ainda bem que o carro do marido dela não tá, porque senão eu nem teria vindo.
***
—Oi, Tito, tava justamente pensando em você —ela me diz Elvira, sorrindo para mim, provocante—. Meu filho falou comigo esta manhã e disse que você ia te…
—Elvira, vim te foder bem fodida. —Escapa da minha voz.
Elvira, com um gesto de puta insaciável, abre a porta completamente e me convida a entrar.
Entro, fecho a porta e falo a verdade:
—Tô muito tesudo, Elvira, preciso te foder, por favor.
Sim. Tenho que descontar. Quero foder a melhor amiga da minha mãe.
Elvira sorri, satisfeita que um jovem procure uma mulher madura como ela para fins sexuais.
—Assim que gosto de ser tratada, meu bem —ela me diz—, como um objeto sexual.
Elvira aperta meu pau com força, e eu gemo, arquejo, e ela mostra a língua e lambe os lábios, me dizendo:
—Comprei uma peruca loira, Tito, e umas lentes de contato azuis.
—Hã? —falo.
Não consigo me concentrar ao sentir a mão dela acariciando o volume da minha calça, que cresce e cresce.
—Vamos, garotinho pervertido —ela ri de mim—, tá se fazendo de bobo mesmo? Sei muito bem que você quer comer sua mãe. Já tínhamos nos aberto outro dia. E dessa vez, vou realizar seu desejo. A puta da Sugey vai transar com o próprio filho.
—Porra, Elvira.
A gordinha ruiva aperta meu pau de novo e pergunta:
—Trouxe camisinha, Tito?
—Hã? Não… não —falo nervoso, pensando de repente que talvez não seja uma boa ideia estar ali.
Ela, apertando mais meu pau, me leva em direção às escadas que vão para o andar de cima.
—Bom, acho que tenho algumas por aqui. Vem, pequeno. Vamos pro meu quarto.
—Onde você dorme com seu marido? —me surpreendo, engolindo saliva.
—Que tesão, né? —ela diz perversamente—. Não se assusta não, amor, melhor se assustar quando eu me vestir de puta pra você, me transformando na sua mãe, enquanto você me espera deitado. E claro, depois se assusta mais quando eu chupar seu pau, suas bolas, com tudo e pelo, enquanto coloco minha bunda na sua cara.
—Porra! —me falta o ar.
Respiro nervoso, sabendo que estou prestes a ter o melhor sexo da minha Vida com uma deliciosa raposa experiente.
—Respira fundo, Tito, porque a surra que vou te dar hoje não vai ter precedentes.
Ela abre a porta do quarto, entra primeiro, e quando está lá dentro me convida a entrar, com um dos dedos, me dizendo:
—Vamos, amor, entra na toca do lobo. É hora de você comer a mamãe.

Meu instagram
CONTINUA
Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
0 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 8