Tudo aconteceu num verão na Espanha. Eu sou espanhol de nascimento, mas com um pai equatoriano e uma mãe colombiana. Minha mãe perdeu completamente o sotaque colombiano porque, antes de nos mudarmos para a Espanha, ela viveu no Equador desde muito jovem e conheceu meu pai. Minha família é só nós três: meus pais e eu. Meu pai era um senhor de 1,70m, mulato, com uma barriguinha, que trabalhava na construção. Já minha mãe era branca, cabelo preto cacheado, tinha uma bunda enorme e uns peitões, com pouca barriga. E eu era só um menino qualquer; quando isso aconteceu, eu tinha 11 anos.
Vivíamos ao lado de um prédio de três andares com pequenos apartamentos, tranquilos, até que no começo do verão chegaram novos vizinhos. Eram só dois homens: um senhor chamado Ricardo, de uns 1,85m, com alguns cabelos brancos na cabeça, mas musculoso, que apresentou seu filho Max, também de 1,80m. Embora parecesse magro, dava pra ver os músculos nos braços. O senhor Ricardo comentou que não tinha esposa, que ia muito à academia com o filho e que esperava comprar o apartamento. Meus pais cumprimentaram e conversaram com eles por vários minutos. Falaram de tudo, e acabou que eles também eram colombianos. Não era de surpreender que fossem latinos, já que nesse setor onde vivíamos era tudo latino. Não observei nada estranho; Ricardo e Max sorriam para minha mãe como vizinhos, até que vários acontecimentos fizeram eu mudar completamente a percepção sobre ela.
Um dia, cheguei em casa normalmente e bati na porta. Minha mãe não abriu no segundo toque, como sempre fazia. Bati mais duas vezes, e ela saiu com um vestido justo ao corpo e um rabo de cavalo. O estranho era que, por ser tão branca, ela estava com os lábios e a região ao redor toda vermelha. Entrei normalmente e perguntei por que ela demorou. Ela disse que estava conversando com o vizinho, e aí eu vi o senhor Ricardo sentado na sala, com uma regata que deixava ver seus braços enormes e uma calça longa de exercício. Ele se levantou e me deu a mão. Minha mãe me disse que estava... A casa toda convencendo ela a se matricular na academia onde ele treinava, que ele ia ser o coach dela... O Ricardo dá uma risada e minha mãe me manda lavar as mãos pra eu comer... Passaram-se horas, o Ricardo já tinha ido embora e naquela época os Samsung Galaxy S tinham acabado de sair, e minha mãe ainda estava se acostumando com o dela. Num descuido, ela deixou o celular, que eu peguei e comecei a fuçar. Nas mensagens tinha um chat com um vizinho, o Ricardo, e uma única mensagem que dizia: "Que beijos gostosos, espero que se repitam logo. Vou ir mais cedo pro seu filho não interromper". Eu, ao ler aquilo, entendi porque minha mãe estava com a boca toda vermelha e desde então comecei a fuçar o celular dela em qualquer descuido. Minha mãe na maioria das vezes apagava as mensagens, e nas que eu consegui ler dizia que estava arrumando a casa, coisas assim, até que um dia ela mandou: "Amanhã fala pro Maxito vir de manhã que vou dar o presente que te prometi, papi". Eu, lendo aquilo, não sabia o que esperar. Se minha mãe ia mesmo dar um presente ou se era uma mentira pro Ricardo vir em casa naquele dia. Por mais que eu tentasse, não consegui chegar mais cedo, cheguei no horário normal e quando estava chegando em casa, o Max tava na porta se despedindo da minha mãe e ia embora sem nenhum presente. Eu, percebendo aquilo, entrei normal e fiquei procurando um jeito de fuçar o celular. Até que depois que minha mãe deixou na mesa, eu peguei e lá estavam as mensagens:
Mamãe: "Papi, você não imagina como o Maxito chupa gostoso as minhas tetas. Desde que chegou, ele se grudou nas minhas tetas, apertou e chupou. Agora tenho que comprovar quem chupa melhor, o pai ou o filho. Jijijiji. No começo fiquei nervosa com sua proposta, mas acabei adorando. Te espero sexta, love. P.S.: Que sexy o celular que você comprou pro Maxito. Ele tirou umas fotos com minhas tetas na cara, jijiji. Fala pra ele te mostrar."
Ricardo: "Oi, mami, vai ver que entre pai e filho tem uma diferença abismal. O moleque desde que te viu quer te dar rola e quando sai do... Academia deixa mais tesudo. Já vou falar pra ele me ensinar, só tô esperando te comer primeiro pra depois fazer um trio hahaha. Tô com o pau duro, nos vemos sexta.
Depois de ler essas mensagens pesadas, fiquei chocado. Minha mãe era amante do meu vizinho e agora também do filho dele que acabou de ficar maior de idade. Ela agia como se nada tivesse acontecido depois de ter colocado uma baita galha no meu pai. Fiquei pensando no que fazer: contar pro meu pai sobre a aventura da minha mãe ou primeiro descobrir eles pra depois contar.
Chegou sexta-feira, já era hora de ir estudar e eu não sabia o que fazer. Sabia que minha mãe saía pro mercado às sextas pra fazer compras, mas como hoje o dono Ricardo viria, não sabia se ela ia. No último instante, pensei em levar as chaves de emergência pra entrar depois, e foi o que fiz. No caminho da escola, desviei e me escondi, depois voltei pra casa e esperei ver minha mãe sair pro mercado. Por volta das 10h, vi minha mãe saindo e entrei quieto em casa. Escondi minha mochila debaixo da cama e fiquei arrumando meu armário pra, se minha mãe chegasse, me esconder ali, já que meu quarto era pequeno e não tinha outro lugar.
Passou um tempo até que ouvi a porta abrindo e me escondi na hora. Já dentro do armário, comecei a ouvir risadas, risadas e beijos entre mamãe e o dono Ricardo. Dava pra ouvir eles se beijando gostoso e, em um momento, parecia que se levantaram da sala e foram em direção a um quarto. Meu coração começou a bater forte, não sabia se iam entrar no quarto dos meus pais, no banheiro ou no meu quarto. O que eu não queria aconteceu: abriram a porta do meu quarto e entraram abraçados, se beijando, e se jogaram na cama. O dono Ricardo já estava sem camisa e usava uma calça jeans. Ele beijava a boca da minha mãe e apalpava as pernas dela, já que ela estava com um vestido amarelo de flores. Minha mãe só dizia: "Mmmmmm mmmmm mmmmm". O dono Ricardo começou a beijar o pescoço dela e desceu até os peitos, Ele puxou o vestido para baixo e deixou os peitos da minha mãe à vista. Don Ricardo começou a chupar os peitos dela enquanto minha mãe acariciava sua cabeça. Eu só via como Don Ricardo acariciava os peitos dela com as duas mãos e enfiava o rosto todo entre eles. É preciso dizer que minha mãe tinha um mamilo saliente e o outro para dentro, segundo ela, porque me amamentou só de um lado. Don Ricardo chupou o mamilo saliente até erguer a cabeça e no outro se agarrava como um cachorrinho. Don Ricardo se revezava entre os mamilos para chupá-los e mordê-los, ficou assim um tempo enquanto minha mãe gemia, até que enquanto chupava o mamilo que tinha para dentro, conseguiu puxá-lo para fora e estava completamente avermelhado. Minha mãe gemeu e o levantou para beijá-lo. Don Ricardo disse: "Max não conseguia fazer isso, né?" Mãe: "Não conseguia. Agora vejo por que dizia que era melhor que seu filho, hahaha." Don Ricardo se virou e deitou ao lado da minha mãe, que estava completamente esticada com os peitos para fora, os mamilos totalmente vermelhos e mordiscados nas laterais. Minha mãe disse: "Nem meu marido tinha conseguido puxar meu mamilo como você", e se aproximou para dar-lhe um beijo. Don Ricardo aceitou e também desceu para morder seu mamilo. Minha mãe riu maliciosamente e Don Ricardo perguntou: "Por que entramos no quarto do seu filho? Isso te deixa excitada?" Minha mãe respondeu: "No meu quarto tem toda a roupa que preciso dobrar, e aqui está livre. E também me excita um pouco trair meu marido no quarto do filho..." Don Ricardo, enquanto segurava o pau: "Quando vai me deixar te foder, meu amor? Você não sabe como estou..." Minha mãe: "Me espera, meu amor, que com meu marido estamos tentando ter outro filho e não posso transar..." (Minha mãe se aproxima da boca de Ricardo e diz): "Mas ninguém disse que você não pode me comer a buceta..." Don Ricardo, ao ouvir isso, levanta num pulo, ergue o vestido da minha mãe e mete a cabeça entre suas pernas, começando a chupar sua buceta. Minha mãe agarra sua cabeça e a... Ele empurrava mais forte na buceta dela enquanto ela se contorcia na cama pela chupada do don Ricardo. Eu não sabia se don Ricardo só tinha puxado a calcinha dela de lado ou se minha mãe não estava usando uma. Em um momento, don Ricardo diz: "Deixa eu tirar umas fotos pra mostrar pro Max". Don Ricardo se levanta e tinha o pau duro, porque dava pra ver o volume na calça. Foda-se, ele pega o celular e volta pra onde estava antes, ajoelhado. Ele abre as pernas da minha mãe e tira uma foto. Depois se levanta e tira uma foto completa da minha mãe, onde ela estava segurando os seios. Em seguida, entrega o celular pra minha mãe e se abaixa pra chupar a buceta dela de novo, enquanto minha mãe tirava fotos. Minha mãe diz: "Max, te mostro as fotos que tirei com meus peitos", e don Ricardo responde: "Sim, e eu até me masturbei com elas". Don Ricardo continuou chupando a buceta da minha mãe e agora meteu os dedos. Minha mãe se contorcia na cama e afundava a cabeça do don Ricardo até que soltou um grito e arqueou as costas. Don Ricardo se aproxima do rosto da minha mãe, subindo pelo corpo dela, e dá umas chupadas nos seios. Eles se beijam demorado. E ele se levanta da cama. Minha mãe arruma o vestido e diz: "Você tem que ir agora, meu filho pode chegar a qualquer momento". Don Ricardo puxa ela pra perto e eles se beijam de novo, enquanto ele agarrava a bunda dela. Depois disso, ele veste a camiseta e saem do quarto, dizendo que vão manter contato... Depois que saíram do meu quarto, não ouvi o que falaram, então fiquei no armário até alguns minutos depois, quando ouvi a porta abrindo e os dois saindo. Saí pra pegar minha mala e sentei na sala esperando minha mãe chegar. Ela chegou meia hora depois que eu estava sentado na sala, toda apressada, dizendo que tinha saído pra comprar umas coisas e que já ia cozinhar. A tarde toda passou normal, sem novidade, até que ao anoitecer minha mãe deixou o celular na mesa e eu peguei. Ela ainda estava conversando com don Ricardo, trocando mensagens picantes, até que minha mãe diz que hoje seria a última vez que... tenta engravidar do meu pai e que em um mês ela será toda dele, que ele não aguenta mais a vontade de experimentar tanto ele quanto o filho. Don Ricardo responde: te espero, meu amor, você não sabe quantas punhetas já bati em sua homenagem e nem imagino a quantidade que o Max já te dedicou só hoje com as fotos que mostrei pra ele hahaha Quero encher essa bucetinha gostosa de porra... Depois de ler isso, fiquei inquieto até chegar a meia-noite, quando ouvi meu pai rindo no quarto dele. Saio silenciosamente do meu quarto e colo o ouvido na porta. Minha mãe dizia: me fode, meu amor, hoje quero ficar grávida. Comecei a ouvir beijos e pequenos gemidos da minha mãe, então ouvi um barulho forte do colchão e percebi que alguém vinha em direção à porta. Corri imediatamente para o meu quarto e vi meu pai saindo completamente pelado com o pau duro. Cabe dizer que era um pau pequeno para a idade e estatura do meu pai, acredito que media o mesmo que o meu, mas a diferença é que eu era um menino. Poderia dizer que media uns 12 cm, um pouco gordo e coberto com um monte de pelo. Ele saiu para ver algo na sala que eu não consegui identificar e voltou para o quarto, fechando a porta. Colei o ouvido de novo e ouvi o colchão rangendo e minha mãe gemendo: Aaaaaa aaaaaa siiii que gostosooo que gostosooo mais durãooo mais durãooo siiii siiii aaaaa aaaaa. Os gemidos não duraram nem 5 minutos quando ouvi meu pai gemer tipo aghhhhh e o colchão fez barulho como se ele tivesse caído para dormir. Aí pude entender um pouco a minha mãe, sendo uma mulher jovem com um corpo espetacular, o marido não a satisfazia sexualmente. No dia seguinte, quando acordei, meu pai já tinha ido trabalhar e só estávamos eu e minha mãe. Ela estava um pouco mal-humorada, naquele instante soube que era pela falta de prazer da noite anterior. Ficou assim até o meio-dia, quando vi que ela estava com o celular na mão e começou a rir. Sabia que provavelmente estava conversando com Don Ricardo ou com o Max... Pouco depois, a vizinha bateu na porta e minha mãe saiu. Na hora saí correndo do meu quarto e peguei o telefone dela. A conversa mais tarada estava rolando:
Mãe: Ontem transei com meu marido, se é que pode chamar de sexo... durou 5 minutos com o pau pequeno dele que nem senti... Que raiva me dá tanto tratamento à toa.... Quero foder hoje, o que você tá fazendo?
Ricardo: Tremendo corno manso que você tem de marido. Eu posso te satisfazer, meu amor. Me diz o que a gente faz com seu filho e eu vou. Não importa se você engravidar de mim?
Mãe: Não me fala desse piroquinha que não quero lembrar... Se tô te chamando pra foder, me dá soluções, você. O que a gente faz com ele? E da gravidez não se preocupa, amanhã posso tomar o anticoncepcional.
Ricardo: Mami, não te faz mal tomar anticoncepcional tão rápido depois do tratamento pra engravidar? Não quero que te aconteça nada. Sobre seu filho, a gente poderia resolver fazendo ele vir aqui em casa brincar no Nintendo do meu filho, enquanto a gente diz que vou te ensinar uns exercícios. Vai ver que, como toda criança, ele vai jogar e esquecer que você existe.
Minha mãe ainda não tinha me dito nada, até que ouvi a vizinha se despedindo e minha mãe entrou dizendo: "Querido, quer ir na casa do seu Ricardo? Ele vai me ensinar uns exercícios pra emagrecer mais rápido aqui em casa, e enquanto isso você brinca no Nintendo do filho dele..." Eu disse que sim, que a acompanharia, e em 1 hora já estávamos no apartamento do seu Ricardo. Quando ele abriu a porta, estava vestindo uma regata de academia que deixava ver todos os músculos e uma legging preta que marcava o pau todo. Seu Ricardo, ao ver minha mãe, que estava com um conjunto esportivo roxo que marcava as curvas, olhou ela de cima a baixo, cumprimentou da maneira mais normal e nos convidou pra entrar.
Uma vez lá dentro, ele me disse: "Vamos pro quarto do meu filho que lá está o Nintendo." Ele ligou o videogame e sentou do meu lado no móvel pra me explicar como se jogava. Depois de um momento, ele disse: "Nós vamos, fica jogando enquanto ensino uns exercícios pra sua mãe." Eu disse que estava tudo bem. tá tudo bem e minha mãe me diz: "querido, já volto, qualquer coisa me avisa, vamos ficar no outro quarto". Eles saíram do quarto e eu fiquei escutando como riam enquanto caminhavam até chegar no quarto e entraram. Não ouvi que tivessem fechado a porta nem colocado tranca, então depois de alguns minutos me levantei do móvel e por curiosidade comecei a ver o que o Max tinha no quarto dele. Comecei a abrir gavetas e não tinha nada de estranho até que em uma gaveta tinha várias camisinhas soltas e uma caixinha que dizia "camisinhas". Depois de revistar o quarto, estava morrendo de vontade de sair para ver minha mãe, até que ouço passos e me sentei de volta no móvel e comecei a jogar. Era o Ricardo que entrava dizendo que tinha esquecido que o Max tinha para ele, e abre a gaveta onde estavam as camisinhas e pega algo. Não sabia o que era, mas ao sair me levantei e revistei e ele tinha levado a caixa e só tinham ficado umas camisinhas soltas. O dono Ricardo já tinha os lábios vermelhos e eu supus que já estava se beijando com minha mãe. Antes de ir embora, ele me pergunta: "que tal o jogo? qualquer coisa me avisa e se quiser algo, primeiro nos chama". Eu disse que estava tudo bem e continuei jogando.
*eu não tenho foto da minha mãe* Alguns minutos depois, saí do quarto e caminhei em silêncio até o quarto, ouvindo que o que minha mãe queria estava se realizando. Ao me aproximar da porta, ouvia gemidos como "Aaaaa aaaaaa siiiii come minha bucetaaaaa aaaaa siiiii Mmmm mmmmm". Chegando à porta, vi que ela não estava fechada, apenas encostada, e empurrei um pouquinho. Tive a melhor vista do espetáculo: a abertura da porta dava visão direta para a cama do Seu Ricardo, com eles já completamente nus. Minha mãe estava por cima do rosto do Seu Ricardo, de costas para a porta, segurando na cabeceira da cama enquanto gemía. O Seu Ricardo tinha uma mão em um peito dela e a outra se masturbando com o pau, que era grande e grosso, comparado com o pau pequeno que meu pai tinha, segundo minha mãe... Minha mãe, depois de alguns minutos naquela posição gemendo e segurando na cama, gritou: "Ayyy que delícia, eu quero chupar eleee" e se levantou, virando-se. Agora ela estava com o olhar em direção à porta, mas nem sequer olhou para ver se estava aberta, afundando direto no pau do Seu Ricardo. Ela o chupava com uma intensidade de cachorro de rua quando ganha comida: metia, tirava, cuspia, batia uma, fazendo som de glop glop glop glop. O Seu Ricardo, agora com o olhar na bunda dela, dava tapas nas nádegas dizendo: "Que gostoso você chupa, gata, aaa aaaa, eu tava com tanta vontade disso" e dava palmadas na bunda. Minha mãe gemía a cada tapa e dizia: "Sim, papai, que delícia, me dá mais, papai, aaaa aaaa aaaaa". Ela descia para continuar matando o pau e, às vezes, o Seu Ricardo levantava os quadris e fazia minha mãe enfiar tudo, o que a fazia ter ânsia... Depois, o Seu Ricardo, agarrando ela pela bunda, a joga para o lado e se joga em cima da minha mãe, dizendo: "Agora sim vou te comer, gostosa". Minha mãe ria e beijava o pescoço dele, dizendo: "Me come, papai, me faz gritar com seu pau gostoso". Foi aí que vi minha mãe esticar a mão... por baixo do corpo do dono Ricardo e pega no pau dele e começa a masturbá-lo, o dono Ricardo se estica e fode a caixa de camisinhas e tira uma e abre com a boca, ao que minha mãe tira da boca dele e diz: me fode sem camisinha, quero sentir esse pau todo como Deus manda. O dono Ricardo, entre gemidos, diz: E se você engravidar? Ao que minha mãe responde: se eu engravidar, o inútil do meu marido que banque, agora me fode! Ela abraça ele pelas costas e o enterra no seu abdômen. Agora entre as pernas da minha mãe, o dono Ricardo começa a bombar enquanto minha mãe gritava tipo: Aiii, aiii, siim, sii, sii, sii, me fode, me fodEEE, Aiii que delíciaaa, continua, continuaaa! O dono Ricardo só dizia entre gemidos: você não sabe como eu queria te comer, aaaaa! Minha mãe, no seu êxtase, abraça forte o dono Ricardo e levanta as pernas e o dono Ricardo continuava bombando, apoiando-se nos lados da minha mãe com os braços. O dono Ricardo começou a bombar mais rápido até começar a rugir tipo: aaaaaa, aaaaa, aaaaa e tira o pau da buceta da minha mãe, que já estava avermelhada, e goza no seu púbis peludo. Minha mãe diz a ele: Que gostoso foi, papi, temos que repetir outro dia. O dono Ricardo, irritado, diz: Nada de outro dia, isso ainda não acabou, e se levanta da cama e puxa o braço da minha mãe e diz: Fica de quatro, que meu pau ainda está duro. Era verdade, o pau do dono Ricardo, embora brilhante pelos fluidos vaginais da minha mãe, ainda estava duro. Ver aquele homem com um corpo musculoso e um pau grande comendo minha mãe fez com que meu pau pequeno ficasse duro pela primeira vez. Minha mãe obedeceu e, colocando-se mais no centro da cama, com o olhar voltado para a cabeceira, fica de quatro. O dono Ricardo sobe de volta na cama e se posiciona atrás dela. Depois de um aaaaaaa intenso da minha mãe, o dono Ricardo começa a bombar minha mãe, acompanhado de tapas na bunda, ao que minha mãe respondia com: aaaaaaa, aaaghhhhh, siim, que delíciaaa, continuaaa, continuaaaa, aaaa. Eles ficaram assim um tempinho até que minha mãe diz: Vou gozar, vou gozar! E através das... pernas do don ricardo bem debaixo das bolas dele eu vi que caía como mijo, e então o don ricardo disse: eu também gozo, gostosa, saindo da buceta da minha mãe. O don ricardo se levanta e goza em cima das costas da minha mãe, rugindo e gemendo: aaaa aaaaa. O don ricardo se senta ao lado da minha mãe, que já estava deitada por completo com as costas cheias de porra, e diz: deixa eu te limpar. Ele pega um pano da gaveta e limpa as costas dela com cuidado, até que dá um tapão na bunda da minha mãe e se inclina para morder. Minha mãe grita: ai, cuidado, você vai me deixar marca! O don ricardo ri e diz: deixa eu me trocar e ver o que seu filho está fazendo. Até lá, se troca devagar. Minha mãe responde: está bem. O don ricardo se levanta com o abdômen todo suado e com o pau já mole, mas brilhante, e mesmo mole era de um tamanho considerável. Ele pega o mesmo pano que usou para limpar as costas da minha mãe e começa a limpar o pau. Depois de limpo, começou a se vestir, e eu corri para o quarto para brincar. Uma vez no quarto, comecei a brincar, e depois de um tempo o don ricardo chegou vestido igual a quando chegamos e me perguntou: e aí, moleque, brincou bastante? Eu respondi que sim, brinquei, mas em um momento, sem perceber, acabei dormindo e não sei por quanto tempo. Ele disse que tudo bem, que já íamos embora, que minha mãe tinha ido ao banheiro. Eu continuei brincando até que minha mãe entrou, vestida igual a quando chegamos, mas com o cabelo um pouco bagunçado e o rosto vermelho. Ela disse: vamos, querido, o don ricardo já me mostrou os exercícios, e riu. Saímos do quarto, e o don ricardo se despediu de mim batendo os punhos e da minha mãe com um beijo na bochecha. Chegamos em casa, e a primeira coisa que minha mãe fez foi entrar no banho para limpar a porra do amante. Depois disso, passaram-se alguns dias normais. Eu continuei mexendo no celular da minha mãe e lia como ela falava putarias com o don ricardo, e um dia eles combinaram que minha mãe iria transar com o Max para depois fazer um ménage. Em breve, parte 2: mamãe. transa com o max.
Vivíamos ao lado de um prédio de três andares com pequenos apartamentos, tranquilos, até que no começo do verão chegaram novos vizinhos. Eram só dois homens: um senhor chamado Ricardo, de uns 1,85m, com alguns cabelos brancos na cabeça, mas musculoso, que apresentou seu filho Max, também de 1,80m. Embora parecesse magro, dava pra ver os músculos nos braços. O senhor Ricardo comentou que não tinha esposa, que ia muito à academia com o filho e que esperava comprar o apartamento. Meus pais cumprimentaram e conversaram com eles por vários minutos. Falaram de tudo, e acabou que eles também eram colombianos. Não era de surpreender que fossem latinos, já que nesse setor onde vivíamos era tudo latino. Não observei nada estranho; Ricardo e Max sorriam para minha mãe como vizinhos, até que vários acontecimentos fizeram eu mudar completamente a percepção sobre ela.
Um dia, cheguei em casa normalmente e bati na porta. Minha mãe não abriu no segundo toque, como sempre fazia. Bati mais duas vezes, e ela saiu com um vestido justo ao corpo e um rabo de cavalo. O estranho era que, por ser tão branca, ela estava com os lábios e a região ao redor toda vermelha. Entrei normalmente e perguntei por que ela demorou. Ela disse que estava conversando com o vizinho, e aí eu vi o senhor Ricardo sentado na sala, com uma regata que deixava ver seus braços enormes e uma calça longa de exercício. Ele se levantou e me deu a mão. Minha mãe me disse que estava... A casa toda convencendo ela a se matricular na academia onde ele treinava, que ele ia ser o coach dela... O Ricardo dá uma risada e minha mãe me manda lavar as mãos pra eu comer... Passaram-se horas, o Ricardo já tinha ido embora e naquela época os Samsung Galaxy S tinham acabado de sair, e minha mãe ainda estava se acostumando com o dela. Num descuido, ela deixou o celular, que eu peguei e comecei a fuçar. Nas mensagens tinha um chat com um vizinho, o Ricardo, e uma única mensagem que dizia: "Que beijos gostosos, espero que se repitam logo. Vou ir mais cedo pro seu filho não interromper". Eu, ao ler aquilo, entendi porque minha mãe estava com a boca toda vermelha e desde então comecei a fuçar o celular dela em qualquer descuido. Minha mãe na maioria das vezes apagava as mensagens, e nas que eu consegui ler dizia que estava arrumando a casa, coisas assim, até que um dia ela mandou: "Amanhã fala pro Maxito vir de manhã que vou dar o presente que te prometi, papi". Eu, lendo aquilo, não sabia o que esperar. Se minha mãe ia mesmo dar um presente ou se era uma mentira pro Ricardo vir em casa naquele dia. Por mais que eu tentasse, não consegui chegar mais cedo, cheguei no horário normal e quando estava chegando em casa, o Max tava na porta se despedindo da minha mãe e ia embora sem nenhum presente. Eu, percebendo aquilo, entrei normal e fiquei procurando um jeito de fuçar o celular. Até que depois que minha mãe deixou na mesa, eu peguei e lá estavam as mensagens:
Mamãe: "Papi, você não imagina como o Maxito chupa gostoso as minhas tetas. Desde que chegou, ele se grudou nas minhas tetas, apertou e chupou. Agora tenho que comprovar quem chupa melhor, o pai ou o filho. Jijijiji. No começo fiquei nervosa com sua proposta, mas acabei adorando. Te espero sexta, love. P.S.: Que sexy o celular que você comprou pro Maxito. Ele tirou umas fotos com minhas tetas na cara, jijiji. Fala pra ele te mostrar."
Ricardo: "Oi, mami, vai ver que entre pai e filho tem uma diferença abismal. O moleque desde que te viu quer te dar rola e quando sai do... Academia deixa mais tesudo. Já vou falar pra ele me ensinar, só tô esperando te comer primeiro pra depois fazer um trio hahaha. Tô com o pau duro, nos vemos sexta.
Depois de ler essas mensagens pesadas, fiquei chocado. Minha mãe era amante do meu vizinho e agora também do filho dele que acabou de ficar maior de idade. Ela agia como se nada tivesse acontecido depois de ter colocado uma baita galha no meu pai. Fiquei pensando no que fazer: contar pro meu pai sobre a aventura da minha mãe ou primeiro descobrir eles pra depois contar.
Chegou sexta-feira, já era hora de ir estudar e eu não sabia o que fazer. Sabia que minha mãe saía pro mercado às sextas pra fazer compras, mas como hoje o dono Ricardo viria, não sabia se ela ia. No último instante, pensei em levar as chaves de emergência pra entrar depois, e foi o que fiz. No caminho da escola, desviei e me escondi, depois voltei pra casa e esperei ver minha mãe sair pro mercado. Por volta das 10h, vi minha mãe saindo e entrei quieto em casa. Escondi minha mochila debaixo da cama e fiquei arrumando meu armário pra, se minha mãe chegasse, me esconder ali, já que meu quarto era pequeno e não tinha outro lugar.
Passou um tempo até que ouvi a porta abrindo e me escondi na hora. Já dentro do armário, comecei a ouvir risadas, risadas e beijos entre mamãe e o dono Ricardo. Dava pra ouvir eles se beijando gostoso e, em um momento, parecia que se levantaram da sala e foram em direção a um quarto. Meu coração começou a bater forte, não sabia se iam entrar no quarto dos meus pais, no banheiro ou no meu quarto. O que eu não queria aconteceu: abriram a porta do meu quarto e entraram abraçados, se beijando, e se jogaram na cama. O dono Ricardo já estava sem camisa e usava uma calça jeans. Ele beijava a boca da minha mãe e apalpava as pernas dela, já que ela estava com um vestido amarelo de flores. Minha mãe só dizia: "Mmmmmm mmmmm mmmmm". O dono Ricardo começou a beijar o pescoço dela e desceu até os peitos, Ele puxou o vestido para baixo e deixou os peitos da minha mãe à vista. Don Ricardo começou a chupar os peitos dela enquanto minha mãe acariciava sua cabeça. Eu só via como Don Ricardo acariciava os peitos dela com as duas mãos e enfiava o rosto todo entre eles. É preciso dizer que minha mãe tinha um mamilo saliente e o outro para dentro, segundo ela, porque me amamentou só de um lado. Don Ricardo chupou o mamilo saliente até erguer a cabeça e no outro se agarrava como um cachorrinho. Don Ricardo se revezava entre os mamilos para chupá-los e mordê-los, ficou assim um tempo enquanto minha mãe gemia, até que enquanto chupava o mamilo que tinha para dentro, conseguiu puxá-lo para fora e estava completamente avermelhado. Minha mãe gemeu e o levantou para beijá-lo. Don Ricardo disse: "Max não conseguia fazer isso, né?" Mãe: "Não conseguia. Agora vejo por que dizia que era melhor que seu filho, hahaha." Don Ricardo se virou e deitou ao lado da minha mãe, que estava completamente esticada com os peitos para fora, os mamilos totalmente vermelhos e mordiscados nas laterais. Minha mãe disse: "Nem meu marido tinha conseguido puxar meu mamilo como você", e se aproximou para dar-lhe um beijo. Don Ricardo aceitou e também desceu para morder seu mamilo. Minha mãe riu maliciosamente e Don Ricardo perguntou: "Por que entramos no quarto do seu filho? Isso te deixa excitada?" Minha mãe respondeu: "No meu quarto tem toda a roupa que preciso dobrar, e aqui está livre. E também me excita um pouco trair meu marido no quarto do filho..." Don Ricardo, enquanto segurava o pau: "Quando vai me deixar te foder, meu amor? Você não sabe como estou..." Minha mãe: "Me espera, meu amor, que com meu marido estamos tentando ter outro filho e não posso transar..." (Minha mãe se aproxima da boca de Ricardo e diz): "Mas ninguém disse que você não pode me comer a buceta..." Don Ricardo, ao ouvir isso, levanta num pulo, ergue o vestido da minha mãe e mete a cabeça entre suas pernas, começando a chupar sua buceta. Minha mãe agarra sua cabeça e a... Ele empurrava mais forte na buceta dela enquanto ela se contorcia na cama pela chupada do don Ricardo. Eu não sabia se don Ricardo só tinha puxado a calcinha dela de lado ou se minha mãe não estava usando uma. Em um momento, don Ricardo diz: "Deixa eu tirar umas fotos pra mostrar pro Max". Don Ricardo se levanta e tinha o pau duro, porque dava pra ver o volume na calça. Foda-se, ele pega o celular e volta pra onde estava antes, ajoelhado. Ele abre as pernas da minha mãe e tira uma foto. Depois se levanta e tira uma foto completa da minha mãe, onde ela estava segurando os seios. Em seguida, entrega o celular pra minha mãe e se abaixa pra chupar a buceta dela de novo, enquanto minha mãe tirava fotos. Minha mãe diz: "Max, te mostro as fotos que tirei com meus peitos", e don Ricardo responde: "Sim, e eu até me masturbei com elas". Don Ricardo continuou chupando a buceta da minha mãe e agora meteu os dedos. Minha mãe se contorcia na cama e afundava a cabeça do don Ricardo até que soltou um grito e arqueou as costas. Don Ricardo se aproxima do rosto da minha mãe, subindo pelo corpo dela, e dá umas chupadas nos seios. Eles se beijam demorado. E ele se levanta da cama. Minha mãe arruma o vestido e diz: "Você tem que ir agora, meu filho pode chegar a qualquer momento". Don Ricardo puxa ela pra perto e eles se beijam de novo, enquanto ele agarrava a bunda dela. Depois disso, ele veste a camiseta e saem do quarto, dizendo que vão manter contato... Depois que saíram do meu quarto, não ouvi o que falaram, então fiquei no armário até alguns minutos depois, quando ouvi a porta abrindo e os dois saindo. Saí pra pegar minha mala e sentei na sala esperando minha mãe chegar. Ela chegou meia hora depois que eu estava sentado na sala, toda apressada, dizendo que tinha saído pra comprar umas coisas e que já ia cozinhar. A tarde toda passou normal, sem novidade, até que ao anoitecer minha mãe deixou o celular na mesa e eu peguei. Ela ainda estava conversando com don Ricardo, trocando mensagens picantes, até que minha mãe diz que hoje seria a última vez que... tenta engravidar do meu pai e que em um mês ela será toda dele, que ele não aguenta mais a vontade de experimentar tanto ele quanto o filho. Don Ricardo responde: te espero, meu amor, você não sabe quantas punhetas já bati em sua homenagem e nem imagino a quantidade que o Max já te dedicou só hoje com as fotos que mostrei pra ele hahaha Quero encher essa bucetinha gostosa de porra... Depois de ler isso, fiquei inquieto até chegar a meia-noite, quando ouvi meu pai rindo no quarto dele. Saio silenciosamente do meu quarto e colo o ouvido na porta. Minha mãe dizia: me fode, meu amor, hoje quero ficar grávida. Comecei a ouvir beijos e pequenos gemidos da minha mãe, então ouvi um barulho forte do colchão e percebi que alguém vinha em direção à porta. Corri imediatamente para o meu quarto e vi meu pai saindo completamente pelado com o pau duro. Cabe dizer que era um pau pequeno para a idade e estatura do meu pai, acredito que media o mesmo que o meu, mas a diferença é que eu era um menino. Poderia dizer que media uns 12 cm, um pouco gordo e coberto com um monte de pelo. Ele saiu para ver algo na sala que eu não consegui identificar e voltou para o quarto, fechando a porta. Colei o ouvido de novo e ouvi o colchão rangendo e minha mãe gemendo: Aaaaaa aaaaaa siiii que gostosooo que gostosooo mais durãooo mais durãooo siiii siiii aaaaa aaaaa. Os gemidos não duraram nem 5 minutos quando ouvi meu pai gemer tipo aghhhhh e o colchão fez barulho como se ele tivesse caído para dormir. Aí pude entender um pouco a minha mãe, sendo uma mulher jovem com um corpo espetacular, o marido não a satisfazia sexualmente. No dia seguinte, quando acordei, meu pai já tinha ido trabalhar e só estávamos eu e minha mãe. Ela estava um pouco mal-humorada, naquele instante soube que era pela falta de prazer da noite anterior. Ficou assim até o meio-dia, quando vi que ela estava com o celular na mão e começou a rir. Sabia que provavelmente estava conversando com Don Ricardo ou com o Max... Pouco depois, a vizinha bateu na porta e minha mãe saiu. Na hora saí correndo do meu quarto e peguei o telefone dela. A conversa mais tarada estava rolando:
Mãe: Ontem transei com meu marido, se é que pode chamar de sexo... durou 5 minutos com o pau pequeno dele que nem senti... Que raiva me dá tanto tratamento à toa.... Quero foder hoje, o que você tá fazendo?
Ricardo: Tremendo corno manso que você tem de marido. Eu posso te satisfazer, meu amor. Me diz o que a gente faz com seu filho e eu vou. Não importa se você engravidar de mim?
Mãe: Não me fala desse piroquinha que não quero lembrar... Se tô te chamando pra foder, me dá soluções, você. O que a gente faz com ele? E da gravidez não se preocupa, amanhã posso tomar o anticoncepcional.
Ricardo: Mami, não te faz mal tomar anticoncepcional tão rápido depois do tratamento pra engravidar? Não quero que te aconteça nada. Sobre seu filho, a gente poderia resolver fazendo ele vir aqui em casa brincar no Nintendo do meu filho, enquanto a gente diz que vou te ensinar uns exercícios. Vai ver que, como toda criança, ele vai jogar e esquecer que você existe.
Minha mãe ainda não tinha me dito nada, até que ouvi a vizinha se despedindo e minha mãe entrou dizendo: "Querido, quer ir na casa do seu Ricardo? Ele vai me ensinar uns exercícios pra emagrecer mais rápido aqui em casa, e enquanto isso você brinca no Nintendo do filho dele..." Eu disse que sim, que a acompanharia, e em 1 hora já estávamos no apartamento do seu Ricardo. Quando ele abriu a porta, estava vestindo uma regata de academia que deixava ver todos os músculos e uma legging preta que marcava o pau todo. Seu Ricardo, ao ver minha mãe, que estava com um conjunto esportivo roxo que marcava as curvas, olhou ela de cima a baixo, cumprimentou da maneira mais normal e nos convidou pra entrar.
Uma vez lá dentro, ele me disse: "Vamos pro quarto do meu filho que lá está o Nintendo." Ele ligou o videogame e sentou do meu lado no móvel pra me explicar como se jogava. Depois de um momento, ele disse: "Nós vamos, fica jogando enquanto ensino uns exercícios pra sua mãe." Eu disse que estava tudo bem. tá tudo bem e minha mãe me diz: "querido, já volto, qualquer coisa me avisa, vamos ficar no outro quarto". Eles saíram do quarto e eu fiquei escutando como riam enquanto caminhavam até chegar no quarto e entraram. Não ouvi que tivessem fechado a porta nem colocado tranca, então depois de alguns minutos me levantei do móvel e por curiosidade comecei a ver o que o Max tinha no quarto dele. Comecei a abrir gavetas e não tinha nada de estranho até que em uma gaveta tinha várias camisinhas soltas e uma caixinha que dizia "camisinhas". Depois de revistar o quarto, estava morrendo de vontade de sair para ver minha mãe, até que ouço passos e me sentei de volta no móvel e comecei a jogar. Era o Ricardo que entrava dizendo que tinha esquecido que o Max tinha para ele, e abre a gaveta onde estavam as camisinhas e pega algo. Não sabia o que era, mas ao sair me levantei e revistei e ele tinha levado a caixa e só tinham ficado umas camisinhas soltas. O dono Ricardo já tinha os lábios vermelhos e eu supus que já estava se beijando com minha mãe. Antes de ir embora, ele me pergunta: "que tal o jogo? qualquer coisa me avisa e se quiser algo, primeiro nos chama". Eu disse que estava tudo bem e continuei jogando.
*eu não tenho foto da minha mãe* Alguns minutos depois, saí do quarto e caminhei em silêncio até o quarto, ouvindo que o que minha mãe queria estava se realizando. Ao me aproximar da porta, ouvia gemidos como "Aaaaa aaaaaa siiiii come minha bucetaaaaa aaaaa siiiii Mmmm mmmmm". Chegando à porta, vi que ela não estava fechada, apenas encostada, e empurrei um pouquinho. Tive a melhor vista do espetáculo: a abertura da porta dava visão direta para a cama do Seu Ricardo, com eles já completamente nus. Minha mãe estava por cima do rosto do Seu Ricardo, de costas para a porta, segurando na cabeceira da cama enquanto gemía. O Seu Ricardo tinha uma mão em um peito dela e a outra se masturbando com o pau, que era grande e grosso, comparado com o pau pequeno que meu pai tinha, segundo minha mãe... Minha mãe, depois de alguns minutos naquela posição gemendo e segurando na cama, gritou: "Ayyy que delícia, eu quero chupar eleee" e se levantou, virando-se. Agora ela estava com o olhar em direção à porta, mas nem sequer olhou para ver se estava aberta, afundando direto no pau do Seu Ricardo. Ela o chupava com uma intensidade de cachorro de rua quando ganha comida: metia, tirava, cuspia, batia uma, fazendo som de glop glop glop glop. O Seu Ricardo, agora com o olhar na bunda dela, dava tapas nas nádegas dizendo: "Que gostoso você chupa, gata, aaa aaaa, eu tava com tanta vontade disso" e dava palmadas na bunda. Minha mãe gemía a cada tapa e dizia: "Sim, papai, que delícia, me dá mais, papai, aaaa aaaa aaaaa". Ela descia para continuar matando o pau e, às vezes, o Seu Ricardo levantava os quadris e fazia minha mãe enfiar tudo, o que a fazia ter ânsia... Depois, o Seu Ricardo, agarrando ela pela bunda, a joga para o lado e se joga em cima da minha mãe, dizendo: "Agora sim vou te comer, gostosa". Minha mãe ria e beijava o pescoço dele, dizendo: "Me come, papai, me faz gritar com seu pau gostoso". Foi aí que vi minha mãe esticar a mão... por baixo do corpo do dono Ricardo e pega no pau dele e começa a masturbá-lo, o dono Ricardo se estica e fode a caixa de camisinhas e tira uma e abre com a boca, ao que minha mãe tira da boca dele e diz: me fode sem camisinha, quero sentir esse pau todo como Deus manda. O dono Ricardo, entre gemidos, diz: E se você engravidar? Ao que minha mãe responde: se eu engravidar, o inútil do meu marido que banque, agora me fode! Ela abraça ele pelas costas e o enterra no seu abdômen. Agora entre as pernas da minha mãe, o dono Ricardo começa a bombar enquanto minha mãe gritava tipo: Aiii, aiii, siim, sii, sii, sii, me fode, me fodEEE, Aiii que delíciaaa, continua, continuaaa! O dono Ricardo só dizia entre gemidos: você não sabe como eu queria te comer, aaaaa! Minha mãe, no seu êxtase, abraça forte o dono Ricardo e levanta as pernas e o dono Ricardo continuava bombando, apoiando-se nos lados da minha mãe com os braços. O dono Ricardo começou a bombar mais rápido até começar a rugir tipo: aaaaaa, aaaaa, aaaaa e tira o pau da buceta da minha mãe, que já estava avermelhada, e goza no seu púbis peludo. Minha mãe diz a ele: Que gostoso foi, papi, temos que repetir outro dia. O dono Ricardo, irritado, diz: Nada de outro dia, isso ainda não acabou, e se levanta da cama e puxa o braço da minha mãe e diz: Fica de quatro, que meu pau ainda está duro. Era verdade, o pau do dono Ricardo, embora brilhante pelos fluidos vaginais da minha mãe, ainda estava duro. Ver aquele homem com um corpo musculoso e um pau grande comendo minha mãe fez com que meu pau pequeno ficasse duro pela primeira vez. Minha mãe obedeceu e, colocando-se mais no centro da cama, com o olhar voltado para a cabeceira, fica de quatro. O dono Ricardo sobe de volta na cama e se posiciona atrás dela. Depois de um aaaaaaa intenso da minha mãe, o dono Ricardo começa a bombar minha mãe, acompanhado de tapas na bunda, ao que minha mãe respondia com: aaaaaaa, aaaghhhhh, siim, que delíciaaa, continuaaa, continuaaaa, aaaa. Eles ficaram assim um tempinho até que minha mãe diz: Vou gozar, vou gozar! E através das... pernas do don ricardo bem debaixo das bolas dele eu vi que caía como mijo, e então o don ricardo disse: eu também gozo, gostosa, saindo da buceta da minha mãe. O don ricardo se levanta e goza em cima das costas da minha mãe, rugindo e gemendo: aaaa aaaaa. O don ricardo se senta ao lado da minha mãe, que já estava deitada por completo com as costas cheias de porra, e diz: deixa eu te limpar. Ele pega um pano da gaveta e limpa as costas dela com cuidado, até que dá um tapão na bunda da minha mãe e se inclina para morder. Minha mãe grita: ai, cuidado, você vai me deixar marca! O don ricardo ri e diz: deixa eu me trocar e ver o que seu filho está fazendo. Até lá, se troca devagar. Minha mãe responde: está bem. O don ricardo se levanta com o abdômen todo suado e com o pau já mole, mas brilhante, e mesmo mole era de um tamanho considerável. Ele pega o mesmo pano que usou para limpar as costas da minha mãe e começa a limpar o pau. Depois de limpo, começou a se vestir, e eu corri para o quarto para brincar. Uma vez no quarto, comecei a brincar, e depois de um tempo o don ricardo chegou vestido igual a quando chegamos e me perguntou: e aí, moleque, brincou bastante? Eu respondi que sim, brinquei, mas em um momento, sem perceber, acabei dormindo e não sei por quanto tempo. Ele disse que tudo bem, que já íamos embora, que minha mãe tinha ido ao banheiro. Eu continuei brincando até que minha mãe entrou, vestida igual a quando chegamos, mas com o cabelo um pouco bagunçado e o rosto vermelho. Ela disse: vamos, querido, o don ricardo já me mostrou os exercícios, e riu. Saímos do quarto, e o don ricardo se despediu de mim batendo os punhos e da minha mãe com um beijo na bochecha. Chegamos em casa, e a primeira coisa que minha mãe fez foi entrar no banho para limpar a porra do amante. Depois disso, passaram-se alguns dias normais. Eu continuei mexendo no celular da minha mãe e lia como ela falava putarias com o don ricardo, e um dia eles combinaram que minha mãe iria transar com o Max para depois fazer um ménage. Em breve, parte 2: mamãe. transa com o max.
2 comentários - Minha mãe transa com os vizinhos. PT.01