Esta é uma história real que aconteceu comigo há exatamente um ano. Eu sou um cara atlético, moreno e com uma bunda boa, pra vocês terem uma ideia de como eu sou. Quando fiz 24 anos, saí da casa dos meus pais pra morar com minha namorada, mas as coisas não deram certo: ela me largou por outro cara. E eu, por vergonha, não voltei pra casa dos meus pais. Decidi ficar no apartamento que alugava com ela, morando sozinho. Mas com o tempo, percebi que meu salário não ia dar pra cobrir o aluguel e minhas despesas, então resolvi procurar um novo emprego. Foi aí que fiquei sabendo que uma construtora estava contratando pessoal. Fui perguntar sobre o trampo, conversei com o chefe, e a única pergunta que ele me fez foi: "Você tem algum problema em viajar pra fora por muito tempo?" Eu respondi que não, já que só dependia de mim mesmo. Aí ele me disse: "Começa amanhã." Empolgado com o novo emprego, me preparei pra viajar, porque na época eles estavam trabalhando a umas 8 horas da cidade, e a gente tinha que ficar de segunda a sábado lá.
Já no local, eu e meus colegas — éramos 11 no total — chegamos numa casa que a empresa tinha alugado pra gente morar durante a obra. A casa era grande, tinha 5 quartos, todos com 2 camas. A maioria era de solteiro, exceto a do quarto principal, que tinha uma de solteiro e uma de casal. Então, todos os meus colegas já tinham camas designadas, menos eu. E um deles falou: "O novato que durma com o Luís (o encarregado da obra), porque é a única cama onde cabe dois." Aí outro colega respondeu: "E vão caber melhor se dormirem bem abraçadinhos." Todo mundo começou a rir e a zoar. Depois de nos instalarmos, era hora de ir trabalhar. Quando estávamos saindo, o Luís me parou e disse: "Não se preocupa, só essa semana a gente dorme assim. Na semana que vem, a gente traz uma cama pra você. pra você dormir sozinho, eu só respondi que tudo bem, sem problema. Assim passaram dois dias, tudo tranquilo, até que na noite do segundo dia eu saí do banho e vesti um short esportivo que eu tinha há muitos anos, então ele ficava meio curto, mas não me importei e coloquei mesmo assim. Mas quando entrei no quarto, soube que tinha cometido um erro, porque ao entrar vi a cara do Luis e do Jorge, que dormiam no quarto comigo, com uma expressão de espanto e ao mesmo tempo um pouco incrédulos. Quando vi suas caras, lembrei de um pequeno detalhe: desde que eu estava com minha namorada, sempre gostei de ficar completamente depilado da cintura para baixo, além de ser praticamente liso no corpo todo, e isso me gelou o sangue, porque não sabia como eles iam reagir. Luis é um senhor de uns 45 anos, moreno, alto, enquanto Jorge é mais novo, uns 36 anos, mais baixo e de pele um pouco mais clara. Jorge imediatamente saiu do quarto para contar para os outros colegas: "O novato tem pernas de mulher, bem depiladinhas". Todos começaram a rir e a zoar comigo, e começaram a me chamar de "neném" até a hora de dormir. Naquela noite, já deitado na cama, eu estava dormindo virado para o lado oposto ao que Luis estava deitado, e tudo ia bem até que Luis se mexeu e se encaixou de conchinha nas minhas costas, e eu pude sentir o pau dele na minha lombar, como se ele não estivesse usando cueca. No começo, estava mole, mas num movimento a mão dele tocou minha bunda, e o pau dele ficou duro como uma pedra. Eu sentia aquele monstro nas minhas costas e não sabia o que fazer, então a única coisa que fiz foi virar de barriga para cima para que ele não pudesse continuar tocando minha bunda. Quando fiz isso, Luis se afastou e virou para o outro lado. Eu achei que ele estava sonhando e que não tinha sido intencional, e pensei que, enquanto não passasse daquilo, tudo ficaria bem. Mas me enganei, porque no dia seguinte todos os colegas não perdiam oportunidade de pegar na minha bunda, dar tapas ou se esfregar em mim. O pacote, enquanto diziam: "Com certeza você também tem a bunda depilada, gostosa". Eu só os afastava, pois não sabia mais o que fazer. E isso continuou por mais dois dias, até que no sábado terminamos cedo e o Luís trouxe cervejas para todos, já que tinha sido uma boa semana e o chefe estava contente com nosso progresso. Depois, mandaram pedir mais cervejas até que a maioria estava bêbada, e nesse estado não podíamos voltar para a cidade, então a maioria optou por ficar mais um dia — e esse foi meu maior erro. Porque, já bêbados, alguns colegas foram para um puteiro da cidade onde estávamos, enquanto outros decidimos ir para casa descansar. Na casa, praticamente só estávamos 5 pessoas: Luís, outros três colegas e eu. Já em casa, dois colegas entraram nos banheiros (eram 2 banheiros) para tomar banho, enquanto o outro foi dormir, e assim ficamos só Luís e eu. Nisso, Luís me diz: "Que tal a gente ir para o quarto arrumar nossas coisas para ninguém pegar os banheiros na nossa frente?" Eu disse que estava bem, então fomos para o quarto. E já lá, começamos a conversar sobre nossas vidas, mas a conversa com o tempo virou um interrogatório da parte do Luís para mim, que, por causa do efeito do álcool, não hesitei em responder: "Por que você depila as pernas?" *Porque sou muito liso e não gosto de como minhas pernas ficam com uns poucos pelos, além de que, depiladas, elas ficam muito macias.* "Você depila mais alguma coisa?" *Sim, estou depilado da cintura para baixo.* "Isso quer dizer que, se eu baixar sua calça e olhar sua bunda, não vou encontrar nenhum pelo?" *Não, nem ao redor do cu, porque me depilo a laser.* "Não acredito. Se isso for verdade, abaixa a calça e a cueca para eu ver, e se eu encontrar um pelo em qualquer lugar, você me dá metade do seu pagamento." *Aceito, mas se você não encontrar nenhum, você vai pagar todas as minhas refeições durante todo o tempo que estivermos na obra.* "Aceito." Eu, sem... Sem hesitar, animado pelo álcool, me despi na frente do Luís e depois disso me deitei na cama de barriga pra cima, levantei as pernas e falei: *dá uma olhada pra você ver*. Quando virei pra olhar ele, já tava pelado também, com aquele monstro de uns 20cm, bem grosso, mais duro que pedra. Ele começou a examinar minhas pernas enquanto as acariciava, até chegar nas minhas bolas. Levantou elas com uma mão e também tocou no meu pau, que já tava começando a endurecer com os carinhos. Mas meu pau é pequeno, uns 13cm e fino, então quase não aparecia, e o Luís parecia não ligar pra isso enquanto levava as mãos pro meu cu, que ele acariciou e apertou com a desculpa de procurar pelos. Nesse ponto, na minha mente, eu queria sentir a rola do Luís dentro de mim. Não sei se era pelo álcool ou pelo jeito que ele me tocava, mas eu tava desejando que ele parasse de brincar com minha bunda e metesse logo aquele pedaço de carne inteiro. Enquanto eu pensava nisso, parecia que o Luís tinha lido meus pensamentos, porque de repente ele cuspiu no meu cu e apontou a rola na entrada do meu ânus, foi empurrando devagar até perceber que não tinha problema pra entrar, porque meu cu já tinha sido usado antes com consolos. Já que eu e minha namorada costumávamos usar muitos brinquedos sexuais, e quando ela foi embora não levou nada, eu dei uso a eles. Como alguns eram bem grandes, uns 25cm e bem grossos, o pau do Luís entrava fácil em mim. Quando ele sentiu essa facilidade, começou a me foder como um louco. Eu só tapava a boca pra que os colegas que estavam na casa não percebessem como o Luís tava me comendo gostoso. Ficamos assim uns 30 minutos, eu e o Luís gozamos ao mesmo tempo: eu no lençol e ele dentro do meu cu. Mas isso não foi suficiente pro Luís, porque ele só me colocou de quatro e continuou me comendo por um bom tempo, até que ele falou: *— Abaixa pra lavar a cara.* Eu, como se tivesse hipnotizado pelo prazer, só obedeci. Obedeci e fiquei de joelhos pra receber o gozo dele. Na hora que ele soltou o primeiro jato na minha cara, o Jorge abriu a porta e viu a gente: eu com porra escorrendo do meu cu e na cara toda, e o Luis batendo com o pau na minha cara. Sem falar nada, só com um sorriso de orelha a orelha, ele foi embora, deixou a porta aberta e voltou na hora com os outros 8 colegas, que dessa vez não zoaram. Só tiraram os paus pra fora e começaram a bater punheta ali na porta, até o Luis falar: — Tão esperando o quê? Ela tá esperando vocês, pronta pra mais paus, mamãe? Eu ainda nas nuvens com o que tinha rolado, só me deitei de novo na cama sem falar nada, abri as pernas mostrando meu cu cheio de porra. Todos entraram no quarto, começaram a tirar a roupa e me foderam. Me faziam chupar vários ao mesmo tempo enquanto outros faziam fila pra me comer. E foi assim a noite inteira: me comeram sem parar até que os 10 tinham gozado 3 vezes cada um dentro de mim e na minha cara. Tava toda banhada de sêmen. E amanheci assim, deitada junto com o Luis, que me acordou pra eu tomar banho porque já era hora de voltar pra nossa cidade. Desde aquele dia, meu relacionamento com meus colegas e meu trabalho mudou completamente. Se vocês gostaram, posso contar o que aconteceu na semana seguinte 🥵
Já no local, eu e meus colegas — éramos 11 no total — chegamos numa casa que a empresa tinha alugado pra gente morar durante a obra. A casa era grande, tinha 5 quartos, todos com 2 camas. A maioria era de solteiro, exceto a do quarto principal, que tinha uma de solteiro e uma de casal. Então, todos os meus colegas já tinham camas designadas, menos eu. E um deles falou: "O novato que durma com o Luís (o encarregado da obra), porque é a única cama onde cabe dois." Aí outro colega respondeu: "E vão caber melhor se dormirem bem abraçadinhos." Todo mundo começou a rir e a zoar. Depois de nos instalarmos, era hora de ir trabalhar. Quando estávamos saindo, o Luís me parou e disse: "Não se preocupa, só essa semana a gente dorme assim. Na semana que vem, a gente traz uma cama pra você. pra você dormir sozinho, eu só respondi que tudo bem, sem problema. Assim passaram dois dias, tudo tranquilo, até que na noite do segundo dia eu saí do banho e vesti um short esportivo que eu tinha há muitos anos, então ele ficava meio curto, mas não me importei e coloquei mesmo assim. Mas quando entrei no quarto, soube que tinha cometido um erro, porque ao entrar vi a cara do Luis e do Jorge, que dormiam no quarto comigo, com uma expressão de espanto e ao mesmo tempo um pouco incrédulos. Quando vi suas caras, lembrei de um pequeno detalhe: desde que eu estava com minha namorada, sempre gostei de ficar completamente depilado da cintura para baixo, além de ser praticamente liso no corpo todo, e isso me gelou o sangue, porque não sabia como eles iam reagir. Luis é um senhor de uns 45 anos, moreno, alto, enquanto Jorge é mais novo, uns 36 anos, mais baixo e de pele um pouco mais clara. Jorge imediatamente saiu do quarto para contar para os outros colegas: "O novato tem pernas de mulher, bem depiladinhas". Todos começaram a rir e a zoar comigo, e começaram a me chamar de "neném" até a hora de dormir. Naquela noite, já deitado na cama, eu estava dormindo virado para o lado oposto ao que Luis estava deitado, e tudo ia bem até que Luis se mexeu e se encaixou de conchinha nas minhas costas, e eu pude sentir o pau dele na minha lombar, como se ele não estivesse usando cueca. No começo, estava mole, mas num movimento a mão dele tocou minha bunda, e o pau dele ficou duro como uma pedra. Eu sentia aquele monstro nas minhas costas e não sabia o que fazer, então a única coisa que fiz foi virar de barriga para cima para que ele não pudesse continuar tocando minha bunda. Quando fiz isso, Luis se afastou e virou para o outro lado. Eu achei que ele estava sonhando e que não tinha sido intencional, e pensei que, enquanto não passasse daquilo, tudo ficaria bem. Mas me enganei, porque no dia seguinte todos os colegas não perdiam oportunidade de pegar na minha bunda, dar tapas ou se esfregar em mim. O pacote, enquanto diziam: "Com certeza você também tem a bunda depilada, gostosa". Eu só os afastava, pois não sabia mais o que fazer. E isso continuou por mais dois dias, até que no sábado terminamos cedo e o Luís trouxe cervejas para todos, já que tinha sido uma boa semana e o chefe estava contente com nosso progresso. Depois, mandaram pedir mais cervejas até que a maioria estava bêbada, e nesse estado não podíamos voltar para a cidade, então a maioria optou por ficar mais um dia — e esse foi meu maior erro. Porque, já bêbados, alguns colegas foram para um puteiro da cidade onde estávamos, enquanto outros decidimos ir para casa descansar. Na casa, praticamente só estávamos 5 pessoas: Luís, outros três colegas e eu. Já em casa, dois colegas entraram nos banheiros (eram 2 banheiros) para tomar banho, enquanto o outro foi dormir, e assim ficamos só Luís e eu. Nisso, Luís me diz: "Que tal a gente ir para o quarto arrumar nossas coisas para ninguém pegar os banheiros na nossa frente?" Eu disse que estava bem, então fomos para o quarto. E já lá, começamos a conversar sobre nossas vidas, mas a conversa com o tempo virou um interrogatório da parte do Luís para mim, que, por causa do efeito do álcool, não hesitei em responder: "Por que você depila as pernas?" *Porque sou muito liso e não gosto de como minhas pernas ficam com uns poucos pelos, além de que, depiladas, elas ficam muito macias.* "Você depila mais alguma coisa?" *Sim, estou depilado da cintura para baixo.* "Isso quer dizer que, se eu baixar sua calça e olhar sua bunda, não vou encontrar nenhum pelo?" *Não, nem ao redor do cu, porque me depilo a laser.* "Não acredito. Se isso for verdade, abaixa a calça e a cueca para eu ver, e se eu encontrar um pelo em qualquer lugar, você me dá metade do seu pagamento." *Aceito, mas se você não encontrar nenhum, você vai pagar todas as minhas refeições durante todo o tempo que estivermos na obra.* "Aceito." Eu, sem... Sem hesitar, animado pelo álcool, me despi na frente do Luís e depois disso me deitei na cama de barriga pra cima, levantei as pernas e falei: *dá uma olhada pra você ver*. Quando virei pra olhar ele, já tava pelado também, com aquele monstro de uns 20cm, bem grosso, mais duro que pedra. Ele começou a examinar minhas pernas enquanto as acariciava, até chegar nas minhas bolas. Levantou elas com uma mão e também tocou no meu pau, que já tava começando a endurecer com os carinhos. Mas meu pau é pequeno, uns 13cm e fino, então quase não aparecia, e o Luís parecia não ligar pra isso enquanto levava as mãos pro meu cu, que ele acariciou e apertou com a desculpa de procurar pelos. Nesse ponto, na minha mente, eu queria sentir a rola do Luís dentro de mim. Não sei se era pelo álcool ou pelo jeito que ele me tocava, mas eu tava desejando que ele parasse de brincar com minha bunda e metesse logo aquele pedaço de carne inteiro. Enquanto eu pensava nisso, parecia que o Luís tinha lido meus pensamentos, porque de repente ele cuspiu no meu cu e apontou a rola na entrada do meu ânus, foi empurrando devagar até perceber que não tinha problema pra entrar, porque meu cu já tinha sido usado antes com consolos. Já que eu e minha namorada costumávamos usar muitos brinquedos sexuais, e quando ela foi embora não levou nada, eu dei uso a eles. Como alguns eram bem grandes, uns 25cm e bem grossos, o pau do Luís entrava fácil em mim. Quando ele sentiu essa facilidade, começou a me foder como um louco. Eu só tapava a boca pra que os colegas que estavam na casa não percebessem como o Luís tava me comendo gostoso. Ficamos assim uns 30 minutos, eu e o Luís gozamos ao mesmo tempo: eu no lençol e ele dentro do meu cu. Mas isso não foi suficiente pro Luís, porque ele só me colocou de quatro e continuou me comendo por um bom tempo, até que ele falou: *— Abaixa pra lavar a cara.* Eu, como se tivesse hipnotizado pelo prazer, só obedeci. Obedeci e fiquei de joelhos pra receber o gozo dele. Na hora que ele soltou o primeiro jato na minha cara, o Jorge abriu a porta e viu a gente: eu com porra escorrendo do meu cu e na cara toda, e o Luis batendo com o pau na minha cara. Sem falar nada, só com um sorriso de orelha a orelha, ele foi embora, deixou a porta aberta e voltou na hora com os outros 8 colegas, que dessa vez não zoaram. Só tiraram os paus pra fora e começaram a bater punheta ali na porta, até o Luis falar: — Tão esperando o quê? Ela tá esperando vocês, pronta pra mais paus, mamãe? Eu ainda nas nuvens com o que tinha rolado, só me deitei de novo na cama sem falar nada, abri as pernas mostrando meu cu cheio de porra. Todos entraram no quarto, começaram a tirar a roupa e me foderam. Me faziam chupar vários ao mesmo tempo enquanto outros faziam fila pra me comer. E foi assim a noite inteira: me comeram sem parar até que os 10 tinham gozado 3 vezes cada um dentro de mim e na minha cara. Tava toda banhada de sêmen. E amanheci assim, deitada junto com o Luis, que me acordou pra eu tomar banho porque já era hora de voltar pra nossa cidade. Desde aquele dia, meu relacionamento com meus colegas e meu trabalho mudou completamente. Se vocês gostaram, posso contar o que aconteceu na semana seguinte 🥵
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